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Santiago


Júnia Pimenta
Mensagem adicionada por Mochileiros.com

Tópico arquivo sobre Santiago do Chile. Disponível apenas para leitura.

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  • Membros de Honra

Gustavo,

 

Dá uma lida no tópico: Santiago - Hotéis e Albergues. Lá tem muitas dicas de hotéis e albergues em Santiago, qualquer coisa pergunta por lá mesmo...

 

Uma semana é um tempo pra se conhecer bem a cidade e sem pressa. Dá pra esquiar pelo menos uns três dias nesse tempo e curtir a região. Valle Nevado é o top da estrutura de esqui "acessível" de Santiago. El Colorado, Farellones e La Parva são ótimas estações também, mas com um preço um pouco melhor. Essas três ficam próximas uma das outras, pode-se fazer uma em cada dia. Portillo é outra estação, em outra área, mas para lá é necessário se hospedar por lá mesmo (se eu estiver errado, depois alguém me corrija!!). Qualquer dúvida sobre esqui no Chile, tem um tópico só sobre isso: Esqui no Chile.

 

Abraço

Leo

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Uma dica para começar a explorar Santiago, é pegar um ônibus vermelho chamado Turistik, eu fiz no meu primeiro dia na cidade, é daquele tipo de ônibus inglês de dois andares, que já existem em muitas cidades...mas é bem legal, pois você faz um roteiro completo pela cidade pelo tempo que você quiser, parando em vários pontos, tem ônibus passando de 20 em 20 minutos( ou é 30 min), assim você pode aproveitar mais os lugares que gostar e onde não gostar, é só dá uma olhada rápida e subir no próximo ônibus...com o ônibus fomos conhecemos o centro todo, a catedral, o museu pré-columbino(muito legal), o palácio de la moneda, o mercado, e tudo mais no arredores, depois fomos à casa de Pablo Neruda, o pátio Bellavista(legal voltar à noite), os principais bairros, os cerros santa lúcia e são cristóbal, demos uma volta panorâmica por Las Condes, e terminamos no shopping park aralco( o passeio termina lá, mas vc pode parar antes e ficar onde preferir).Achei que valeu muito a pena.

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  • 2 semanas depois...
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Olá! Em junho (feriado de Corpus Christi) estarei fazendo minha quinta viagem ao Chile. Das outras vezes fui sozinho ou com colegas da universidade, em eventos. Pela primeira vez irei com minha mulher e meu filho (14 anos). Li tudo o que pude aqui no fórum e isso está sendo ótimo para planejar minha viagem. Gostaria, de início, pedir uma sugestão de hostel, entre os recomendados, que fosse adequado para a família (não tivesse muito barulho). Fiz contato com o EcoHostel e o pessoal realmente é bem atencioso.

Em outro momento pretendo colaborar com informações das viagens que fiz. Por ora quero indicar um restaurante muito especial que fui, e que não é citado no fórum. Trata-se do "Los Adobes de Argomedo" (http://www.losadobesdeargomedo.cl/). A "cena" custa 13.000 pesos por pessoa, mas, além da comida, que é excelente, o destaque fica por um maravilhoso show de folclore da Ilha da Páscoa. Em um certo momento eles tiram a gente prá dançar. Enfim, é inesquecível.

Então, se puderem, dêem uma opinião sobre o hostel.

Abraços.

Moacir.

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  • 5 semanas depois...
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Pessoal, vou para Santiago dia 17 de Junho, fico dois dias e depois sigo para SPA.

Nesses dois dias em Santiago, queria alugar um carro para conhecer as cidades proximas.

Alguem sabe se precisa de carteira internacional ou se a nossa CNH serve para dirigir no Chile?

 

 

Obrigado.

:lol:

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Borelli,

A PID ou permissão internacional para dirirgir é obrigatória no Chile.

Ao contrário dos vizinhos brasileiros, os chilenos são legalistas e não adeptos do "jeitinho".

Claro que vc pode arriscar, mas se for pego sem a PID terá problemas.

Abraços.

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  • 3 semanas depois...
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Pessoal, estou com duas dúvidas antes de viajar pro Chile. A primeira é se é obrigatório a PID (Permissão Internacional para dirigir). A segunda é se é preciso estar vacinado contra a febre-amarela.

 

Muito obrigado!

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Gente...

achei essas informações bem interessantes, principalmente p quem vai passar pouco tempo em Santiago (o meu caso) e não conhece nada, ou quase nada por lá!

 

 

Sexta-feira à noite

 

21h30 – Chegada em grande estilo

 

 

Nada de descansar. Sexta e sábado são os melhores dias da noite santiaguina, então aproveite. Há três programações possíveis.

 

Quem estiver viajando a dois e quiser entrar com tudo no romantismo, rume para o bairro Concha Y Toro, um cantinho de casarões históricos e totalmente europeus do Barrio Brasil. Ali fica o restaurante Zully (Concha Y Toro, 34, 56-2-696-3999). Pétalas de rosas forram as escadarias de entrada e pode-se sentar em salinhas privativas ou com vista para a praça mais charmosa da cidade. Para esticar a noite na agitada vizinhança — e tomar os primeiros pisco sours do fim de semana — o bar Boulevard Lavaud dá um banho de autenticidade: divide uma mansão de esquina com a Peluqueria Francesa, uma barbearia que tem mais de cem anos, e usa como decoração pias de cabeleireiro e demais móveis de salão de beleza em meio a peças de antigüidade que estão à venda.

 

Já se veio com os amigos e quer entrar de cabeça no bairro boêmio por excelência, Bellavista é o destino. Entre os novos restaurantes bacanas, o Santería decoração retrô e com interessante cardápio fusion de culinárias latino americanas — peça o primeiro dos vários ceviches que te esperam. Quem está na chuva é pra se molhar, então, continue a noitada no Ky, o resto-bar mais cool de Bellavista, na ambientação e nos freqüentadores, ou ouça o melhor do jazz e do blues nos shows do pequeno El Perseguidor — se der sorte pode ouvir o ótimo Angel Parra Trio, banda do neto de Violeta Parra, a compositora mais querida do Chile. (Se for um aficionado por jazz, confira antes a programação do Club de Jazz – no bairro de Ñuñoa, o templo do ritmo na cidade.)

 

Um programinha mais família seria jantar num dos grandes restaurantes de frutos do mar da cidade— e começar entendendo tudo dos exquisitos mariscos chilenos. A pedida é o Aqui Está Coco, em Providencia, o bairro onde ficam boa parte do hotéis de categoria turística (e a um pulo dos bairros cheios de atraçoes, como Centro, Bellavista e Las Condes).

 

 

Sábado

 

9h – História na veia

 

Como ontem a madrugada não foi longe, acorde cedo para começar o circuito histórico do centro. Tudo fica concentrado e dá pra fazer o passeio inteiro a pé. Comece na Plaza de Armas (metrô Plaza de Armas), o marco zero onde Santiago del Nuevo Extremo foi fundada em 1541 pelo espanhol Pedro de Valdívia e sua trupe. Ali ficam a Catedral Metropolitana, o elegante prédio dos Correios e o Museo de História Nacional, com pequena e consistente coleção de objetos, roupas e mobiliário colonial. Uma quadra a leste fica a Casa Colorada, a residência particular colonial mais preservada da cidade.

 

Depois volte para pegar o calçadão Paseo Ahumada, a artéria comercial do centro. Caminhe por ali entre famílias de classe média que vêm trazer os filhos para ver os artistas de rua e fazer compras na Falabella, uma das poderosas lojas de departamento do país. Não deixe de reparar nos cafés con piernas, o Caribe e o Haiti, tradicionais cafeterias em que as garçonetes servem o expresso metidas em apertados minivestidos. Dobre à direita na rua La Moneda, passe pelo charmoso prédio da Bolsa de Valores até chegar ao Palacio La Moneda, a sede do governo federal. Programe-se para estar ali às 10h — em dias alternados, acontece a troca da guarda na Plaza de la Constitución, em frente ao palácio.

 

Se não for dia dela, entre pela porta da frente de uma das poucas sedes de governo no mundo abertas à visitação pública, e aprecie os pátios internos enquanto lembra dos dramáticos bombardeios de 1973, quando Augusto Pinochet deu o golpe militar que levou ao suicídio o presidente socialista Salvador Allende. Na saída pelo lado oposto, não perca o novo Centro Cultural La Moneda, no subsolo do palácio. Volte à superfície e caminhe algumas quadras pela principal avenida que corta Santiago de leste a oeste, a Libertador Bernardo O’Higgins, muito mais conhecida por Alameda. No sentido leste, tarda pouco até aparecer a construção mais antiga da cidade, a Iglesia de San Francisco. Há um importante museu de arte sacra ao lado. Atrás deles fica o fofo Barrio Paris-Londres, um pedaço da Europa no meio de Santiago, com ruas de paralelepípedos e mansões dos anos 1920 — hoje região de albergues e mochileiros.

 

12h30 – Pit-stop panorâmico

Santiaguinos não almoçam cedo, portanto, agüente um pouco mais a fome. Caminhando pela Alameda mais duas quadras chega-se ao imponente prédio da Universidad de Chile, à direita, e pouco mais à frente, ao da Biblioteca Nacional, à esquerda. Ao lado da biblioteca fica o Cerro Santa Lucia, a menor das duas colinas isoladas que despontam no meio da cidade e que viraram parques. Suba pela pomposa Escalinata Monumental, passe a fonte de Netuno e continue escalando caminhos tortuosos e degraus de pedra até o topo do pequeno castelo. Do cume tem-se uma idéia de como Santiago fica cercada de montanhas por quase todos os lados, e da distribuição dos bairros em relação ao centro.

 

13h30 – Arte e novas inspirações

Desça do Santa Lucia por trás, na saída norte, e você já está na porta do bairro Lastarria y Bellas Artes, um naco do centro que concentra os museus e o público ligado à arte, os cafés mais bacanas e lojas de estilistas alternativos. Aos sábados, vários dos restaurantes dali só abrem de noite, mas o Patagônia Resto Bar serve desde o brunch da manhã: sente-se nas mesas da calçada de esquina, se for verão, ou no salão entre paredes inteiras forradas de vinhos, se estiver frio, e mande pra dentro uma parrillada de carnes de caça.

 

Depois caminhe até a Plaza Mulato Gil de Castro, o coração do bairro, e dê uma olhada na tradicional feirinha de antigüidades e livros, bem pequenina, em frente ao pátio do Museo de Artes Visuales, o MAVI. Então entre para ver o acervo de arte contemporânea lindamente organizado no prédio de arquitetura moderna: passeio rápido e muito bom. Depois vá conferir as lojas bacanas em frente ao museu e as da Calle Merced – são vários endereços que concentram roupas e acessórios dos novos estilistas do país, ainda sem lojas próprias. Na ONA fica uma das melhores seleções de artesanato de todo o Chile, a preços acessíveis. Não perca o aconchegante ONA Café, quase na esquina da Rosal com a V. Subercauseaux.

 

Finalize o passeio tomando os sorvetes do Emporio La Rosa, com sabores que combinam, por exemplo, chocolate com manjericão. De preferência, tome-o caminhando pelo Parque Forestal, em frente, um dos mais queridos da cidade e onde se pode descansar à sombra das árvores, em bancos ou mesmo esparramando-se aos pés dos troncos.

 

16h30 – O luxo globalizado

Se conferir o que há de mais chique nas vitrines santiaguinas for uma prioridade, pule alguma etapa em Lastarria e vá mais cedo à Alonso de Córdova, em Vitacura. É nessa avenida arborizada e com árvores rodeadas de jardins que estão as marcas internacionais de luxo como Louis Vuitton, Hermés, Burberry ou Armani. Além de galerias de arte e lojas de estilistas chilenos consagrados. Dali pode-se continuar caminhando pela avenida Vitacura, onde ficam mais lojas, como a italiana Diesel, e fazer um break para o chá e um doce típico chileno na tradicional Dulcería Montolin, ou um sanduíche no Le Fournil, uma boulangerie francesa que mantém um pequeno restaurante com terraço. Volte ao hotel para descansar porque a noite será longa.

 

21h30 – Jantar e esquenta

Sábado é quando os santiaguinos jantam mais tarde, mas em alguns restaurantes mais elegantes é bom não exagerar no horário (e reservar sempre). Um dos melhores cardápios da cidade fica em Providencia, no peruano fusion Astrid y Gastón. Os peixes, massas e carnes têm receitas inovadoras e são preparados impecavelmente, assim como as delicadas sobremesas que precisam ser pedidas junto com os pratos — são feitas na hora. Se quiser gastar um pouco menos, o bistrô Del Cocinero é a pedida: despretensioso e delicioso. Depois dele estique a noite no bar mais imperdível da cidade, ali perto, o Ligúria, na avenida Providencia, perto do metrô Manuel Montt, com decoração irreverente, gente de todo tipo e carta de vinhos e drinques imensa.

 

Não abre mão de um programa de alto nível e quer conferir as novidades dos bairros classe A? Então comece a noite em Vitacura, o playground da elite. O jantar mais quente do momento é o do Mestizo, onde a moçada produzida se senta nas mesas ou no balcão para comer, beber e curtir o visual do Parque Bicentenario, em frente, todo iluminado. Ali pode-se esticar até tarde ou fazer escala em um bar antes de realmente sair para dançar: o pub Dublin é o lugar para quem curte música dos anos 80 e cerveja; o Esquina é o bar mais bombado da galera de 20 e poucos anos.

 

Casais e grupos mais exigentes com relação à comida fazem bem em jantar no Nolita, um dos melhores italianos da cidade, no meio da elegante avenida Isidora Goyenechea, em Las Condes. E esticar no sexy Lamu Lounge, bar do complexo gastronômico de Vitacura Borderío.

 

 

Quem gosta mesmo é de uma noite bem democrática e nem um pingo menos fervida pode jantar em Bellavista, no Amorío, bonita casa de propriedade de dois galãs da TV chilena, ou no Etniko, que tem comida japonesa e asiática com DJs de eletrônica. Se seu ideal de sábado à noite é economizar no rango para torrar tudo em bebida mais tarde, o Galindo é o restaurante-boteco mais amado de Bellavista — peça um pastel de choclo, umas empanadas ou qualquer prato típico com uma cerveja Kunstmann enquanto espera o horário de cair na farra — a lotação ali vai até alta madrugada, não se preocupe.

 

2h – A noite é uma criança

Duas da manhã é horário para chegar em qualquer bom carrete (balada) da cidade. Quem ficou por Vitacura pode conferir o Las Urracas, boate imensa com duas pistas, house, tecno e reggaeton, que enche de mauricinhos e de todo o tipo de gente – eu achei breguíssima, mas de fato estava bombando. Em Bellavista, o Club La Feria é o templo da música eletrônica e do energético, e as salsotecas são onde se pode dançar música latina a dois. Quem gosta de hip hop, soul, funk, música dos anos 70 e algo dos 80, e dispensa ambiente e público arrumadinho, o El Tunel, em Bellas Artes, é o lugar: impossível não dançar a noite inteira.

 

Domingo

 

10h30 — Programa família

Dia mais light depois de um sábado agitado. E nem adianta querer se apressar porque domingo é o dia mais sonolento da cidade, quando os santiaguinos descansam em casa, com a família, quase todo o comércio e boa parte dos restaurantes está fechado, e o movimento se concentra todo nos parques, shoppings e museus (a maioria é de graça no domingo). Comece o dia na linda La Chascona, que foi casa do maior poeta chileno, Pablo Neruda, com sua terceira esposa, Matilde — o nome da casa vem do apelido da amada, que tinha os cabelos revoltos (La Chascona seria o espanhol para “a descabelada”). Hoje é um museu com um passeio guiado emocionante pela vida e obra do poeta, que desvenda as excentricidades de sua morada.

 

Saia dali para o Cerro San Cristóbal, logo atrás, a maior colina da cidade e transformada no Parque Metropolitano. Pegue o funicular para chegar até a Terraza Bellavista, onde todos os ciclistas que subiram o morro pela estrada se reúnem para desfrutar do visual em 360º de Santiago e tomar um mote con huesillos (saiba o que é isso aqui). (Se você for com crianças, desça uma estação antes do funicular para o Zoológico, simplesinho, mas que agrada os pequenos invariavelmente).

Fique ali curtindo o astral dessa tribo esportista, e depois suba a pé um curto caminho até o Santuario Inmaculada Concepción, bem no topo da colina, onde está a estátua da santa e uma capela concorrida. Desça pelo outro lado do monte com o teleférico e depois a pé, passando pelo Jardin Botánico Mapulemu e o Jardin Japonés, até a saída pela rua Pedro de Valdívia Norte, já em Providencia (a caminhada é longuinha; vá de tênis).

 

14h – Frutos do mar e múmias milenares

Caminhe um pouco pela rua de casarões elegantes e entre as árvores e pegue um táxi para o Mercado Municipal, à beira do Rio Mapocho, na fronteira norte do centro da cidade. Ali ficam barracas de peixes e frutos do mar — sua última chance de entender como que é que a macha se distingue do loco ou ver a cara do centolla (um caranguejo imenso) inteiro, se você não teve coragem de pagar para comê-lo num restaurante. Se amar frutos do mar e relevar a multidão, sente-se num dos dois restaurantes que dominam o hall central para comer todos os seres marinhos que agüentar. Senão, peça apenas umas empanadas de mariscos ou queijo com camarão e forre o estômago antes de partir para o melhor museu da cidade.

 

Pode-se pegar o metrô para chegar à Plaza de Armas, a uma quadra do Museo de Arte Precolombino. Ele guarda uma coleção impressionante de peças de arte e utensílios de dezenas de povos indígenas de toda a América Latina, que dominavam o território antes da chegada dos espanhóis. Além de sair dali um expert na diversidade de culturas nativas, você ainda vê as múmias chinchorro, 2 mil anos mais antigas do que as egípcias. Depois, pegue um táxi para terminar o domingo onde toda a cidade (que não voltou para casa) se reúne.

 

17h00 – Programa família 2

O boulevard do shopping Parque Arauco é onde Santiago ferve no domingo. Fica em Las Condes e é a área de entretenimento do centro comercial mais unânime da capital. Ao ar livre, entre os blocos gigantescos de lojas do shopping, ele reúne restaurantes de grandes redes, cafés, docerias, cinemas, teatro, boliche... Há um palco com shows ao vivo, ao redor do qual famílias, grupos de adolescentes e turistas se reúnem. É também a última chance de comprar vinhos chilenos e presentes — há lojas legais nesse boulevard, como a Apple, a El Mundo del Vino, a de maquiagens M.A.C. Para se despedir da cidade de um jeito bem santiaguino.

 

 

Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/conteudo/blog/112965_comentarios.shtml?4143900

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

Olá pessoal,

 

Estive em Santiago no começo de junho e peguei muitas dicas aqui, agora vou passar algumas coisas que curti para os que estão indo para lá...

 

1. fiquei no hotel vegas, ADOREI, simples, bom preço, bom café, limpo, bom serviço, as meninas são super educadas e ajudam bastante a se locomover pela cidade, sem contar que a localização é otima bem no centro...muito bom recomendo mesmo.

 

2. Um passeio que recomendo e não vi muitos tópicos ou pessoas falando é o do Cajon del Maipo (baños Morales), precisa ir, muito lindo, dá de 10 a 0 no valle nevado, é caro mas vale a pena. Voce vai até o meio das cordilheiras de onde surgem umas piscinas de aguas quentes que saem do vulcão, muito legal. A empresa que contratei, leva voce até lá parando na cidade de San Jose del Maipo e inclui além do trasporte toda a alimentação e entrada nas termas.

 

3. Não deixe de ir ao pueblito dominicos, uma feira de artesanato bem legal...

 

4. O passeio a viña sai muito mais barato se vc fizer por conta propria, fomos a vinicula cosiño macul, menos turistica, e foi super facil, fomos de metro e onibus, reservamos o tour um dia antes no hotel pela net...

 

5. Tem que ir sábado a noite ao bairro Bella Vista, é super animado e tem diversão para todos os gostos e bolsos...

 

6. Se voce não é chieo de frescuras com comida, não deixe de comer um cachorro quente com palta, ou seja com um creme de abacate, só de lembrar dá agua na boca...

 

7. Só fiz com empresas o passeio para o Cajon del Maipo e para as estações de esqui, o resto vale bem mais em conta fazer de metro, onibus e dependendo se for perto de taxi, o taxi lá não é tão baraato como Buenos Aires, mas dependendo da distancia ainda assim vale a pena.

 

8. Cuidado, fomos em um grupo grande, e relaxamos um pouco em relação as bolsas e isso trouxe dor de cabeça, pois minha irmã foi furtada na região do mercado...Lá eles são bem ligeiros...

 

O Chile é lindo e vale muito a viagem...Vc volta com gosto de quero mais...

Valeu pessoal e boa viagem :lol:

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