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Olá viajante!

Bora viajar?

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No final de tudo, daremos mais informações de preços e como chegar.

 

Cercada pelos rios Amazonas, Tocantins e pelo Oceano Atlântico, o Arquipélago do Marajó tem 49.602km2 pelos quais se espalham florestas, savanas, praias e um rico ecossistema praticamente intocado. Concentrando o maior rebanho de búfalos do país, os campos do Marajó transformam-se num imenso alagado entre os meses de Janeiro a Junho, período de chuvas intensas na região. No restante do ano impera a estação seca, melhor época para se conhecer a ilha.

 

O arquipélago do Marajó possui 13 municípios, sendo Soure e Salvaterra os mais procurados pelos visitantes. Uma forma de conhecer o Marajó é através de suas fazendas, tendo o fazendeiro como guia, para ver de perto o dia-a-dia dessas propriedades, algumas com dezenas de Spamres de hectares, onde o tempo parece atrelado à natureza.

1º dia: Sexta, 04/02

 

Saída de Belém ao porto do Camará

Saímos às 19:15 em direção ao distrito de Icoaraci (cerca de 30km de Belém), onde fica o porto da Envio Transportes para pegar a balsa. Para quem vai de carro o caminho é esse. Quem vai de navio, compra passagem e embarca no Galpão 10 da CDP. Pegamos uma chuva torrencial mas a viagem foi bem tranqüila e no tempo determinado (em torno de 3 horas).

Chegamos em baixo de muita chuva. Ficamos de barraca, e nossas coisas ficaram dentro do carro, mas se quiséssemos, poderíamos colocar dentro de armários individuais que a pousada fornece. Aguardamos dentro do carro amenizar a chuva para podermos montar nossa barraca. Dormimos às 03:00...

obs: resolvemos ficar com nossas coisas dentro do carro. Nossa 2ª casa depois da barraca era o carro. Nossa geladeira era nosso isopor. Estava lotado de coisas para não gastarmos muito com bebida. Foi legal assim. Sempre que íamos aos lugares, tínhamos tudo em mãos.

 

2º dia: Sábado, 05/02

Passeios na Fazenda Bom Jesus

Noite mal dormida...Ainda amanheceu chovendo, mas foi parando. Acordamos por volta das 9:15 com barulho de gente (era o Romualdo e o Valdo, da pousada - uma família inteira toma conta da pousada). Todos desempenham o seu papel de maneira fantástica), e para nossa surpresa vimos uma carroça puxada por búfalo. Fomos tomar o café da manhã (por sinal maravilhoso pagamos diária R$ 12,50 por pessoa com direito à café da manhã) que finalizava as 9:30. Ligamos para Dona Eva, dona da Fazenda Bom Jesus (em Soure) para agendarmos o passeio em sua fazenda.

Marcamos para 15:00 horas do mesmo dia. Voltamos para barraca para arrumar tudo direitinho, e resolvemos mudá-la de local. Colocamos próximo aos banheiros e ao redário. Após isso, já era 13:00 e precisávamos ir para Soure. Perguntamos onde ficava o porto para Soure e em 15 minutos de carro chegamos até ele. A travessia durou em torno de 5 minutos.

Fomos ao Hotel Asa Branca (que fica na 4a rua) para conhecer, pois recebemos boas referências (é um hotel simples, a comida é boa mas não se compara com a pousada Boto). Aproveitamos para almoçar um Filhote (peixe da região) ao molho de Camarão R$ 17,00 que por sinal estava muito bom. De lá, em 3 minutos chegamos às 15:15 à casa de Dona Eva (que fica na 4ª rua também). Ela já aguardava por nós para nos conduzir até a sua fazenda.

Chegamos à fazenda depois de uns 10 minutos de carro numa estrada de piçarra. Fomos apresentados a algumas pessoas (João, Dona Carlota, Filho da dona Eva). Fomos logo aconselhados a passar repelente, pois é insuportável a picada dos carapanãs (mosquitos).

Primeiramente, a Eva (da mesma forma que a mãe, uma pessoa extremamente maravilhosa e educada - temos um vídeo dela) nos acompanhou até um local da fazenda, onde pudemos montar em um búfalo e tirar algumas fotos. Infelizmente perdemos a parte onde ela doma os búfalos (faz eles deitarem, etc) Em seguida, o "feitor" chamado João nos acompanhou em uma caminhada de uns 2 km, onde fomos conhecendo um pouco sobre o dia-a-dia da fazenda.

 

 

Pense numa fazenda muito grande com gado, búfalos, pássaros (não vimos guarás, pois nesta época de chuva eles somem). Inclusive nós soubemos que as provas do No Limite III deveriam ter acontecido nesta fazenda, mas alguns motivos impediram o acerto. Havia dois jacarés nos lagos da fazenda deixados pelo IBAMA, para serem readaptados. O IBAMA tem uma parceria com Dona Eva, que é engenheira agrônoma. Onde sua vista pode alcançar, tudo faz parte da fazenda. Há uma árvore imensa (ver fotos no site http://www.marcelo.fot.br).

 

Em seguida tomamos bastante água e fomos até uma igrejinha da fazenda, onde Dona Eva apresenta os quadros e fala como a igreja foi idealizada e criada. Detalhe: a igreja tem apenas 7 anos, mas é toda rústica. Isso foi possível graças ao pai de Dona Eva que guardava peças antigas, inclusive aquela madeira usada no piso das casas antigas. Esses materiais foram utilizados na construção da igreja. Antes de irmos embora, um gostoso lanche foi servido, feito com todo carinho por Dona Carlota (mãe de Dona Eva). Saímos da fazenda por volta das 18:15, pois a última balsa neste dia saía às 19:00.

 

Retornamos ao porto de Soure, atravessamos de volta, chegamos a Salvaterra na pousada Boto. Tomamos um banho rápido e fomos assistir a um show de música regional (carimbó, lundú, xote, etc) na pousada mais famosa da Ilha do Marajó (Pousada dos Guarás). Obs: show gratuito, mas a comida é um pouco cara. O grupo que tocou chama-se Paracauary (mesmo nome do rio que passa na região).

 

3º dia: Domingo, 06/02

Passeio em Joanesboa. Fez um pouco de calor na barraca. Dia ensolarado. Fomos até Joanes, que fica a cerca de uns 20 minutos da pousada. Localiza-se entre o caminho de camará a Salvaterra. Lembre-se da explicação lá no início que fala sobre Joanes.

Logo na chegada nos deparamos com uma paisagem belíssima. Tem dois restaurantes famosos (do Jacaré e peixaria do Sales). Ficamos no restaurante do jacaré. Fez sol e chuva. Nos escondemos da chuva. Tomamos umas skol, apreciando a bela paisagem. Depois às 15:00 almoçamos um filhote maravilhoso.

Lá no restaurante, havia um bloco de carnaval que ia dar a volta no quarteirão. Ficaram tocando até as 17:00. Às 18:00 fomos embora. Tomamos um banho rápido na pousada e saímos em direção ao porto Salvaterra-Soure, pois estávamos com vontade de atravessar e dormir pra Soure, pois ouvimos falar em uma festa na casa de shows Badalauê. Aproveitaríamos para permanecer e já ficar para a praia. Infelizmente não conseguimos pegar a balsa, pois a última havia saído as 18:00. Voltamos para a pousada e como era época de carnaval, fomos atrás de lugares animados, e encontramos uma "danceteria" chamada Barone´s, mas não estava funcionando.

Fomos a uma rua (esquina da delegacia) que estava tendo festa. Fica próxima a pousada. Ficamos tomando umas latinhas até as 20:00.

 

Chegamos à pousada com uma fome estrondosa e resolvemos comer algo. Pedimos de entrada um tira-gosto de Queijo do Marajó (R$ 5,00). Veio tanto queijo que quase não comemos o prato principal. Pedimos um Parafuso Marajoara R$ 14,00 (uma espécie de macarrão cheio de camarões regionais e creme. Uma delícia! Dava para 3 pessoas, mas para não estragar, comemos tudo [:D].

Fomos para a pousada, pegamos um ventilador e colocamos dentro da barraca. Foi tudo de bom a idéia. Noite maravilhosa!

 

4º dia: Segunda, 07/02

Passeios à Praia do Pesqueiro e Fazenda São Jerônimo

Acordamos as 9:00, tomamos café, batemos algumas fotos da pousada e saímos rumo à Praia do Pesqueiro que fica em Soure. Pegamos a balsa e atravessamos. Chegando em Soure, fomos ao Banco do Brasil (3ª rua), pois em Salvaterra só tem Banpará e Basa. Achamos uma cerâmica marajoara que fica a 2 esquinas após o banco, onde você pode comprar artigos regionais em cerâmica, inclusiva pode encomendar búfalos em todos os tamanhos. A atendente é muito educada e bem informada. O rapaz que prepara os objetos também muito educado e atencioso. Na verdade todos na cidade são muito atenciosos.

Pegando a 4ª rua, no mesmo caminho da fazenda Bom Jesus, encontra-se a rua que te leva à praia do Pesqueiro. Já no caminho da Praia do Pesqueiro, encontra-se a Fazenda São Jerônimo (onde acorreram cenas do No Limite III). Nesta fazenda existem passeios a cavalo, mangues, etc. O local onde aconteceu as provas está precário. Foi mal cuidado[:(]. Segundo o pessoal da fazenda, estava saindo caro a manutenção. Mesmo assim pedi permissão para conhecer. Tirei algumas fotos também. Saindo da fazenda mais uns 15 minutos de carro com asfalto bom, chega-se à praia. Mas vale a pena! Uma praia imensa. Você pode entrar com o carro na praia e ficar parado na barraca do seu gosto. Cuidado pra não ir a partes que a areia está fofa. Aproveitamos muito. Paramos em uma barraca que havia somente cerveja Cerpa. Quem não conhece vale a pena experimentá-la.

 

A Estrutura de restaurante achei meio fraca em relação à da praia de Joanes e Praia Grande (Salvaterra). Pedi um peixe frito R$ 15,00 (filhote ou pescada amarela ou pescada branca), mas veio da barraca ao lado, eles só tinham Dourada (outro peixe). Experimente Filhote ou Pescada Amarela.

 

Dica: Quando a praia está vazando, fica uns laguinhos legais para ficar de "molho" (foto acima). Rodamos pela praia de carro, tiramos algumas fotos e saímos às 17:00, e às 18:15 pegamos a balsa de volta a Salvaterra.

Jogamos bastante ping pong na pousada e lanchei um delicioso sanduíche de Filé Marajoara (filé de búfalo com queijo do marajó). Tomamos um banho e fomos dormir.

 

5º dia: terça, 08/02

Acordamos às 9:00, fomos ao café. Fomos rapidamente conhecer o centro de Salvaterra onde tem tipo uma beira-mar. Não batemos foto pois estava muito quente. Acabamos não voltando ao local. Saímos para conhecer as Ruínas de Joanes que tínhamos esquecido quando estivemos lá na praia. Joanes é como se fosse uma cidadezinha.

Para chegar no centro de Joanes, basta seguir direto na estrada que te leva lá. Em vez de dobrar na praia, segue-se direto até o fim da linha. Tudo no asfalto. O único lugar sem asfalto foi pra ir pra fazenda Bom Jesus, em Soure. Por falar nisso achei as ruas de Salvaterra em melhores condições do que as de Soure. Batemos fotos das Ruínas dos Jesuítas do Século XVII. Em seguida retornamos pela mesma rua, e pegamos outra rua à direita, que te leva também à praia de Joanes, próximo a umas pedras com árvore, que vocês irão notar, quando chegarem à praia. Batemos mais algumas fotos, mas não ficamos.

 

Resolvemos voltar no sentido da nossa pousada, e fomos passar o dia na Pousada dos Guarás. Batemos fotos na praia "particular", piscina, chalés e cavalos.

 

Dica: conversando com o garçom informando que vai consumir, o banho é liberado na piscina. Cuidado com os preços. Pratos em torno de R$ 40,00 para duas pessoas. Há alguns tira-gostos que valem a pena como o Filé de Búfalo no Palito R$ 15,00 (filé em pedaços, com torradas e legumes). Obs: pode-se passear de búfalo ou à cavalo na pousada. 15 minutos custa em torno de R$ 2,50. Saímos da pousada por volta das 17:00h.

 

Saímos da Pousada dos Guarás por volta das 17:00h. Chegamos em nossa Pousada e tomamos um banho gostoso. Por falar nisso o banheiro da pousada é tudo de bom. Na verdade, tudo é bom nesta pousada, apesar do preço ser razoável. Tomamos uma banho rápido e seguimos andando até a Praia Grande, pois de lá ia sair um bloco de carnaval. Seguimos pelas ruas de Salvaterra pulando aquelas antigas marchinhas. Pulamos e bebemos bastante, até chegarmos na 4ª rua, onde o bloco parava e dava lugar para uma aparelhagem (uma espécie de som montado, onde ficam alguns Djs tocando de tudo, principalmente músicas paraenses como o Brega). Tomamos um Tacacá (comida típica do Paraense - uma cuia com tucupi, camarão, jambú e goma) e um Vatapá (esse, vocês devem conhecer) e seguimos andando uns 4 quarteirões até a pousada. Jogamos ping pong e resolvemos pedir um sanduíche marajoara, pois a fome era grande [:P]. Dormimos.......

 

6º dia: quarta 09/02

Último dia [V]. Fomos tomar café e batemos as últimas fotos na pousada. Tiramos a manhã toda para arrumação. Limpamos a barraca (que estava imunda devido as chuvas), arrumamos as coisas no carro. Resolvemos almoçar na pousada. Deixamos tudo pago e reservamos uma Caldeirada R$ 20,00 para as 14:00. Fomos até a Praia Grande que fica em Salvaterra, a 2 minutos da pousada. Praia bonita, com estrutura boa de restaurantes, mas preferi Joanes e Pesqueiro. Tomamos umas duas skol e retornamos para a pousada.

Saboreamos nossa caldeirada, nos despedimos. Saímos às 15:05 e chegamos em Camará às 15:45. Existe uma fila pequena para pegar a balsa. Dica importanteid="red">: quando você compra a passagem Belém-Camará, já compra Camará-Belém. A viagem de volta não foi muito boa, pois balançou muito e como estávamos de barriga cheia, quase que volta tudinho [xx(].

 

Enfim, foi tudo maravilhoso, as pessoas são muito hospitaleiras. Salvaterra é mais calmo que Soure, porém onde você ficar será bem atendido e terão pessoas para te dar informações caso precise. Joanes é um lugar bastante calmo também em épocas de baixa estação. Vale a pena conhecer a Ilha do Marajó. Aconselho ir de carro caso queira gastar menos pois tudo fica longe. Caso não seja possível ir de carro, você pode fechar um pacote de hospedagem + passeios com um hotel (Pousada dos Guarás, Hotel Ilha do Marajó, Pousada Boto). Outra opção seria usar serviço de táxi (cobrado por percurso e não por taxímetro -Salvaterra-Soure em torno de R$10,00). Há também o serviço de Mototaxi. Acesse os links que disponibilizo no site para saber mais sobre pousadas, locais de ecoturismo no Pará, etc. Mais Informações:

 

Detalhes da balsa Belém-Camará-Belém

Envio Transportes (249-3400 / 249-3081)

Valor: Carro pequeno: R$ 42,00, Carro Médio: R$ 50,00, Cada Passageiro paga R$ 8,00

Pedestres classe econômica R$ 8,00 (banheiro, tv) , pedestres classe vip R$ 11,00 (ar, banheiro e tv)

Saem Diariamente. Estrutura para cerca de uns 40 a 50 carros. Travessia leva em torno de 3 a 4 horas.

 

* Outro meio de transporte é através de navio. Passagens e embarque no galpão 10 da CDP. Em torno de R$ 11,00 a R$ 15,00.

 

Detalhes da Balsa Salvaterra-Soure-Salvaterra

Envio Transportes (249-3400 / 249-3081)

Valor: Carro pequeno: R$ 5,78. Acompanhantes não pagam.

Pedestres não pagam. Sai de 40 em 40 minutos. Balsas começam as 5:00 ou 6:00 e terminam as 18:00 ou 19:00. Travessia leva em torno de 5 a 10 minutos.

 

Restaurantes Famosos

Salvaterra:

Restaurante Pajé, Restaurante Lá em Casa, Restaurante da Pousada Boto (fantástico)

Soure:

Minha deusa e Delícias da Nalva

Joanes:

Peixaria do Sales e Restaurante do Jacaré

 

Lugares legais para conhecer

 

Salvaterra:

Praia Grande

Pousada dos Guarás

Fazenda do Carmo (não cheguei a conhecer)

Passeio no manguezal (informar-se com a Pousada Boto)

 

Soure:

Praia do pesqueiro (muito legal) e Araruna (não conheci)

Fazenda São Jerônimo (passeios à cavalo, mangue)

Fazenda Bom Jesus (fantástico)

Dona Eva - 91 3741-1243

 

Joanes:

Ruínas dos Jesuítas

Praia de Joanes

 

Informações sobre a Pousada Boto.

A pousada fica dos dois lados da pista. De um lado fica o camping, redário (local para quem quiser dormir em rede), sala de jogos, banheiros, lavanderia e alguns chalés. Do outro lado, fica a casa dos proprietários, administração, restaurante, pracinha e mais alguns chalés.

 

Site: http://www.pousadaboto.com.br

End.: Av. Alcindo Cacela, esquina com a 5a travessa.

Tel: 3765-1539

Valores:

Chalés (R$ 75,00 casal c/ café da manhã);

Camping: R$ 25,00 casal c/ café da manhã;

Redário: R$ 5,00 por rede (eles alugam a rede) s/ café da manhã.

 

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  • Membros

É super tranquilo fazer Ilha de Marajó. Soure é a capital. Quando contratar a pousada fale com o dono logo sobre o transfer in e transfer out. Geralmente ele já negocia tambem direto o transfer para voce... O Onibus é disputado na Ilha.

 

20120303002239.jpg

Compre a passagem de barca de manhã bem cedo na hora da saída no porto. A dificuldade é somente na alta temporada.

 

Todos os donos de pousada conhece esse Edgar que faz transporte tanto em Soure quanto em Salvaterra.

Ele te busca na saída da barca e não cobra caro. Apanha de volta na pousada. Pra mim é a pessoa que mais ganha dinheiro por lá! Ele também vende o ingresso de volta da barca para a volta.

 

Fiquei hospedada também no Canto do Francês. Tudo muito limpo... só refeição cara e tem que fazer reserva. Proximo a pousada tem onde comer barato: principalmente o bife de búfalo que é uma delícia. Ganha da carne argentina de 10 x 0. Dá para ir a pé pro centrinho.

 

Estive a passeio na Pousada dos Guarás. É longe, deslocado e em baixa temporada por ser muito grande fica às moscas! Pra mim só vale a pena se for em grupo e em alta temporada.

 

Tem o banquete marajoara muito famoso em Soure no restaurante Delícias da Nalva. Vale muito a pena ir quando estiver com bastante fome!

 

A pousada o canto do frances faz passeios ou encaminha para amigos quando não tem em numero suficiente. Seu guia é um dos melhores de lá visto ser nativo.

 

Entre Salvaterra e Soure, sem duvida Soure é bem melhor!!

  • 4 semanas depois...
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  • Membros

Olá pessoal, é possível sair de Belém pela CDP conhecer a ilha de Marajó e retornar no mesmo dia ?

 

O que vocês recomendam? ::putz::

  • 2 semanas depois...
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  • Membros

Eu acho que é inviável voltar no mesmo dia. A viagem Belém-Soure dura mais ou menos 4 horas... E o barco de volta sai às 14:30/15hs (depende do dia da semana). Aconselho você ficar pelo menos 2 dias passeando por lá.

 

E é bom lembrar que a Ilha do Marajó tem outros municípios além de Salvaterra e Soure, porém estes outros não possuem muita infraestrutura para receber turistas.

 

Estive em Soure no carnaval 2012 e comi turu no restaurante Paraíso Verde. Recomendo!

 

Bom passeio!

Postado
  • Membros

Ah sim, a praia da Barra Velha em Soure também é muito bonita!!

 

E tenho aqui o telefone de um taxista de Soure que fez um preço bacana para nos levar na praia do Pesqueiro: Júnior Éleres (91) 8204-4227 ou (91) 8897-3828.

 

Aproveitem o Marajó!

Postado
  • Membros

Como marajoara, posso elucidar algumas questões.

 

Apesar de linda, a Ilha do Marajó (na verdade o Pará de modo geral) não é bem preparada para turismo, portanto sempre surgem dificuldades.

 

O acesso dá-se por Belém, via barco (saída do centro da cidade) ou balsa (ferry boat, para transportar veículos, mas a saída é no distrito de Icoaraci). Existe ainda a possibilidade (mais cara) de ir de avião fretado.

 

A viagem de barco é feita por duas companhias: Banav (8152-9127 e 3269-4494) e Arapari (9601-5312 e 3241-4977), que fazem o trecho Belém-Camará (7:30 e 14:30) e Camará-Belém (7:30 e 14:30) de segunda a sábado; nos domingos, não tenho certeza dos horários. A passagem custa cerca de R$ 20. Por vezes, surgem outras opções de barco, como a lancha turística ou o barco Soure (que tem classe especial com ar condicionado). O tempo de navegação varia de acordo com o barco e com a maré (se contra ou a favor), mas leva de 3 a 4 horas. Nos barcos em que não há classe especial, os bancos não são muito confortáveis, mas nada impossível de aguentar. Para fugir dos barcos lotados, evite viajar nos dias de início e fim dos feriados. Nos meses de outubro e novembro, as viagens são mais conturbadas, pois o barco "joga" (sacode) muito e, embora não seja perigoso, há pessoas que enjoam ou ficam desesperadas.

 

Se preferir levar carro ou moto (recomendável para conhecer mais lugares com maior facilidade), o embarque ocorre em Icoaraci (distrito de Belém a 20 Km do centro) e é realizado pela Henvil transportes (http://www.henvil.com.br) e também chega em Camará. A passagem para o carro inclui o motorista e os demais passageiros pagam avulso (classe especial com poltrona e ar condicionado é mais cara) e é vendida na rodoviária da cidade, no bairro de São Brás. O tempo de viagem também varia entre 3 e 4 horas. O site tem todos os horários e preços.

 

Camará é um distrito de Salvaterra e não possui muita coisa além do porto. Ele fica 30 Km distante do centro de Salvaterra, mas há ônibus (R$ 3 por pessoa, salvo engano), além de vans e o famoso Edgar, cujos telefones foram postados acima. O Edgar cobra (eu acho) R$ 12, mas ele deixa ou busca você na porta do hotel em Soure ou Salvaterra.

 

Salvaterra e Soure são separadas por um rio cuja travessia de balsa é gratuita para pedestres, mas paga para os veículos (menos de R$ 10 por carro), e não dura 20 minutos. Há travessia ocorre todos os dias de hora em hora, de 6h às 18h ou 19h. O local da balsa fica um pouco distante do centro de Salvaterra (15 minutos de carro), sendo possível para quem não esteja motorizado atravessar de barco "pôpôpô" no trapiche perto do mercado, porém é incerto precisar os horários (é melhor combinar com o barqueiro).

 

DICAS: quando possível, compre as passagens de ida e volta, pois em certas épocas (feriados, eventos etc) os barcos vão cheios, então é melhor garantir se você não conhece quais as datas críticas. A volta da balsa Camará-Icoaraci pode ser comprada também na rodoviária, enquanto que a do barco Belém-Camará pode ser comprada com o Edgar (caso contrário, ele informa onde comprar). Alguns hotéis vendem passagens, mas não sei precisar quais.

 

Ah, para quem perguntou, é inviável ir e voltar de barco no mesmo dia por causa dos horários.

 

Espero ter ajudado. Em breve, escreverei sobre os pontos turísticos.

  • 4 meses depois...
Postado
  • Membros

Ótimas dicas e relatos, já saí com hospedagem e opções de onde comer pelo que indicaram aqui! Ficaremos 3 dias em Marajó e condensaremos em Soure, acho que será melhor já que não teremos tanto tempo assim.

 

Quero só fazer duas perguntas:

 

1- A travessia Belém-Marajó funciona bem aos domingos? Queremos ir no primeiro horário do domingo e não sei se é o mesmo dos outros dias.

 

2- Nosso voo de volta sai às 22h40 de Belém. Se sairmos de Marajó no barco das 15h como informado aqui e ir direto para o aeroporto qdo chegarmos em Belém, será que dá tempo?

 

Muito obrigado,

Aureliano

  • 2 meses depois...
Postado
  • Membros

Se forem ao Marajó e decidirem ficar em Salvaterra procurem a Pousada do Boto, fiquei hospedado lá e foi muito bom, recebi atenção especial do dono além de que dava pra ir a pé para a praia em poucos minutos.

Outra dica é o Edgar como falaram no tópico acima, liga e o Edgar providencia a sua viagem com conforto e você não se preocupa com compra de bilhetes, é muito bom.

Postado
  • Membros

Pessoal, meio tardio meus comentários, mas fui muito bem atendida pela equipe da pousada dos guarás, fiquei lá três dias, gostei dos passeios, do show folclórico, do artesanato apresentado e da simplicidade do local.

Pra quem ainda curte locais com relativa preservação natural eu recomendo para descansar tb foi excelente !

  • 3 meses depois...
Postado
  • Membros

Boa noite! Alguem com viagem recente a Belem - ilha marajo pra me dar uma luz? :-)

  • 3 meses depois...
Postado
  • Membros

Eu fui recentemente em fevereiro de 2013 ao marajó, e explorei bastante, graças também as informações aqui do fórum.

Algumas informações estão desatualizadas, como telefones (alguns), alguns detalhes que não foram mencionados, e principalmente os valores de passagens de balsa, etc.

Mas no mais foi realmente muito útil a informação do site. Agradeço.

Minha próxima viagem será para santarém - PA. Sou do PA e quero conhecer bem meu estado para depois sair por aí e conhecer o Brasil e América do Sul.

Caso alguém queira dicas é só me mandar mensagem.

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