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Expedição Desertos Andinos - Argentina, Chile, Bolívia, Uruguai - 8600 Km


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18º dia – 14/01/2016 – quinta feira

Antofagasta a Taltal – CH - 280 Km

 

Neste dia antes de sairmos fui em busca de um tênis novo pois eu tinha apenas dois de caminhada e um para cidade. Este único de cidade já estava com um cheirinho desagradável e meus amigos, apesar de não falarem, eu sei que já não estavam gostando kkk. Comprei o tênis e mais algumas coisinhas e saímos para a estrada.

 

A primeira parada foi a 70 Kms dali. Paramos para tirar fotos e apreciar a Mano Del Desierto que foi construída pelo escultor chileno Mario Irarrázabal e inaugurada em 1992. Localiza-se a uma altitude de 1100 metros acima do mar. Este era um dos marcos da viagem que queríamos alcançar.

 

A Beatriz, antes de sairmos de Antofagasta, tinha visto informações sobre o observatório da ESO (sigla em inglês para: Observatório Europeu Austral, ou do sul) no cerro Paranal a 2700 m. Só que o mesmo só podia ser visitado aos sábados, com visitas guiadas e agendadas com grande antecedência, o que não era nosso caso. Mesmo assim, ao chegarmos em sua entrada e vermos que não havia portões para a subida, resolvemos entrar.

 

Saímos da altitude de 2000 m para chegar a portaria do observatório a 2400 m de altitude. Paramos ao lado da portaria em um estacionamento de visitantes e olhamos para o horizonte. Lá vimos extasiados o que parecia ser o oceano pacífico. Era uma imagem linda que as câmeras não conseguiram captar a beleza. Mais acima, a 2700 m estava o observatório com suas 4 cúpulas grandes e mais 4 pequenas.

 

A seguir meus amigos resolveram falar com o pessoal da portaria e encontraram um senhor (não lembro o nome), que era o porteiro noturno e estava por ali de bobeira. Ele nos levou a uma instalação na entrada que era o centro de recepção de visitantes. Ali era onde as pessoas que iriam visitar os observatórios teriam uma explicação de tudo o q é feito no observatório para depois fazerem a visita em si. O senhor era muito falante e simpático, nos disse que era casado com uma brasileira, apesar de não falar quase nada do português, só espanhol. Ele nos levou até para conhecer seu jardim.

 

Após essa visita seguimos em direção a Taltal, mas antes teríamos que passar por Paposo, uma vila pesqueira na beira do mar. O interessante é que vc vai seguindo a uma altitude de 2 mil metros e de repente, começa uma súbita descida ao litoral. Porém, diferentemente do Brasil, a região é quase que totalmente desértica com poucos arbustos de vegetação. Ao chegar na última curva da estrada onde podemos finalmente avistar o litoral ficamos extasiados com a beleza daquele litoral de um azul cristalino diferente daquilo que estamos acostumados a ver (no Paraná, pelo menos).

 

Descemos para a pequena Paposo e fomos olhar um embarcadouro. Lá encontramos dezenas de pessoas, crianças e adolescentes nadando e se divertindo nas águas frias do Pacífico. Tiramos algumas fotos e procuramos um lugar para almoçar. Achamos o que parecia ser o único restaurante da vila. Cada um pediu um prato com peixe frito. A comida estava muito boa, menos umas algas que colocaram no meu prato que eu não achei nada saborosas.

 

Após o almoço seguimos pelo litoral com visuais alucinantes a cada curva e a cada montanha e rocha que havia. Um pouco antes de chegarmos a Taltal paramos em uma prainha pq vimos um trailer de sorvetes chamado Sabor Brasil. Antes de ir ao trailer fomos novamente molhar os pés na água fria. E como estava muiiito fria mesmo não tivemos coragem de nadar por ali.

 

Voltando ao trailer fomos falar com o dono e descobrimos que ele era nordestino e estava no Chile a 40 anos. O homem falava uma mistura estranha de português com espanhol que às vezes chegava a dar um nó na cabeça. Ele nos indicou um lugar para dormir, a hospedaria Taltal, a beira do mar na cidade de mesmo nome. Que chique se hospedar a beira mar. Do hotel pra areia era só pular uma muretinha e lá estávamos na praia.

 

Antes do por do sol, saímos eu a Beatriz e o Edmar para ver o sol se por no oceano, algo que eu nunca tinha visto. Apesar de algumas nuvens atrapalharem o espetáculo mesmo assim foi inesquecível. Um lindo visual.

 

Para terminar o dia fomos passear a pé pela cidade e terminamos comendo um sanduba numa praça a beira mar da cidade.

 

Era para rodarmos mais 200 Km, mas a parada aqui foi maravilhosa

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19º dia – 15/01/2016 – sexta feira

Taltal - CH a Hotel Las Cortaderas (Tinogasta) – AR – 695 Km

 

Dia em que errei o cálculo.

 

Meu planejamento previa que após Antofagasta, nós dormíssemos em Copiapó, ou seja, rodaríamos 539 km. Ao invés disso rodamos apenas 280, ou seja faltavam quase 260 Km que deixamos de rodar naquele dia. Como fiquei empolgado com Taltal e o pessoal tbm, eu acabei de negligenciando o planejamento do dia seguinte e assim errei feio.

 

Deixei o planejamento como estava e decidi seguir até Fiambalá. Nem me dei conta q seriam quase 800 Km por um dos pasos mais bonitos, o San Francisco. Por uma bobeira, deixei de sair bem cedo e o planejamento ficou comprometido. Fora que informações que colhi erradas quase fizeram nossa situação se complicar.

 

Saímos tarde, acho que entre 8 e 9:00 hs. De Taltal a estrada sai do litoral e volta a subir a serra seguindo novamente pelo interior ressecado por uns 150 Km.

 

Depois a estrada chega a Chañaral novamente no litoral entrecortado do Chile. Claro que diante das belezas exóticas do litoral do Chile a velocidade acaba sendo reduzida e ainda tivemos algumas paradas no caminho para fotos. Foram mais 90 Km de grandes visuais até chegarmos a Caldera onde a estrada seguia mais uma vez para longe do mar. Em Caldera entramos para abastecer e para comprar comida para o almoço. Compramos algumas besteiras no mercado e almoçamos em uma praça da cidade.

 

Chegando a Copiapó, sabendo que ali seria o último lugar de abastecimento antes de Fiambalá, parei novamente para abastecer a viatura. Após isso seguimos o GPS para encontrarmos a estrada que nos levaria ao paso San Francisco. No seu lado Chileno o paso tem apenas poucos kms de asfalto, seguido de um pavimento que parece asfalto mas não é e na sua maioria a estrada é de terra. Acho que deve dar uns 200 km de terra. Havia trechos bons e havia lugares com um terreno extremamente pedregoso. O interessante é que ao longo da estrada haviam refúgios onde as pessoas poderiam dormir caso não conseguissem fazer o caminho todo em um dia.

 

No meio do caminho entre a aduana chilena e a argentina existe a laguna Verde. Mais um espetáculo para os olhos que nunca se cansam de tanta beleza.

 

Chegamos a aduana da Argentina as 19:15 mais ou menos. Ali tivemos uma notícia assustadora: a aduana fechava as 19:00 h e não as 20:00 h como eu tinha visto na internet. Ficamos assustados. Ventava muito e estava muito frio. Ao lado da aduana havia apenas um alojamento de pedras que estava lotado. Para piorar como achamos que não íamos mais acampar o Adriano deixou o colchonete (uma espuma velha que eu emprestei) no Atacama e pediu que o Glauber levasse pra ele o saco de dormir...

 

Voltei a aduana pedir informação para saber se não havia jeito de passar. Ai veio o alívio, eles me disseram que estava vindo uma pickup do Chile e que tinham pessoas passando mal nela, por isso eles iriam religar o gerador para fazer os trâmites. Disseram que o carro chegaria lá pelas 20 h.

Perto das 20:00 h chegou a caminhonete e recomeçaram a fazer os trâmite de entrada. Fizemos a papelada e seguimos viagem. Infelizmente perdemos tempo e a noite foi nos alcançando num lugar tão belo como aquele. Não foi possível curtir a beleza do lugar como deveria ser se tivéssemos dormido em Copiapó.

 

Já cansado de tanto dirigir passei o volante para o Adriano pela segunda vez na viagem. E escuridão caiu e a velocidade do carro naquelas curvas da cordilheira tbm. Fomos seguindo.

 

Ainda faltavam 95 Km para Fiambalá quando avistamos uma placa que dizia: Complexo Turistico Las Cortaderas, no meio do nada. Entramos e demos de cara com um prédio enorme perdido na vastidão daquela cordilheira sem nada de civilização por perto.

 

Mas como aventura pouca é bobagem... Paramos perto do que parecia ser a portaria e pelo tamanho da coisa já pensamos: vai ser uma nota a hospedagem. Desci do carro e me dirigi ao que parecia ser a porta de entrada, quando do meio da escuridão vem correndo em minha direção dois cães pastores belgas, pretos como a noite latindo para mim. Eu estava muito longe do carro para correr e minha reação foi só falar com os cães: perro... perrinhos... viene aca perritos (no meu portunhol capenga). O primeiro já veio abanando o rabo e pude acariciá-lo, já o segundo mais desconfiado rosnava, mas tbm acabou se deixando acariciar. Quase morri do coração. Olhei para traz e meus amigos dentro do carro estavam de olhos arregalados.

 

Após fazer amizade com os cães segui para a portaria que estava aberta. Ao abrir a porta um dos cães chegou a me empurrar para entrar lá tbm. Vi que eles eram de casa. Cheguei ao balcão do hotel e perguntei para o atendente qual era o preço da estadia já esperando uma facada. Me assustei quando ele disse que era apenas Ar$ 200,00 por pessoa sem café da manhã e 250 com. Precinho camarada, R$ 50,00 sem café e 56 com café (a 4 pesos por 1 real)...

 

Ficamos por ali mesmo. Ao entrarmos todos ficamos impressionados com o tamanho e luxo do hotel. Algo que nunca imaginaríamos existir tão longe de atrações turísticas ou de cidades.

Nosso quarto tinha até banheira...

 

Dormimos como uns anjos depois daquele dia longo e estafante.

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20º dia – 16/01/2016 – Sábado

Hotel Las Cortaderas (Tinogasta) a Córdoba – 800 Km

 

 

Acordamos cedo pois a pernada tbm seria longa, 800 Km em estradas desconhecidas. Na verdade aqui era para iniciarmos o caminho de volta ao Brasil, mas já ao sair do Atacama decidimos fazer um desvio e conhecer Córdoba. Primeiro pq queríamos conhecer a cidade e segundo pq o Adriano tinha um interesse feminino por lá.

 

 

Não há muito a relatar deste trajeto. A não ser nossa continua dificuldade de sacar pesos nos bancos e a pagar com cartão de crédito na Argentina. Para pagar o hotel tive de aceitar o câmbio oferecido para os 100 dólares que eu tinha.

 

 

Cansado que estava, passei pela terceira vez na viagem o volante para o Adriano, o transito perto de Córdoba é bem ruim. Perto da entrada da cidade eu assumi novamente o volante e seguimos para o hostel que foi indicação da amiga do Adriano.

 

 

Chegamos depois da 5 da tarde e estranhamos que estava tudo fechado na cidade: bares, lojas, restaurantes. Só algumas pequenas lojas estavam abertas, lá eles chamam de kiosko.

 

 

Encontramos o hostel, nos instalamos e eu, o Adriano e o Edmar resolvemos procurar um caixa eletrônico que funcionasse com nossos cartões. Pesquisei na net e vi que lá tinha Banco da Patagônia, que foi o banco que eu tirava dinheiro nas minhas viagens anteriores na maioria das vezes. No caixa eletrônico finalmente só alegria, a grana estava em nossas mãos. Saimos para comemorar num bar da praça que estava aberto. Tomamos duas Quilmes geladas e brindamos ao Banco de La Patagônia. Mais tarde ao voltar para o Brasil descobri que o B. da Patagônia pertence a Banco do Brasil por isso foi fácil sacar dinheiro.

 

 

Nessa noite eu e a Beatriz não saímos. Só saíram o Edmar, o Adriano e sua namorada foram bater perna a noite. Confesso que me arrependi de não ter saído. Soube depois por eles que havia até apresentação de tango na praça. Uma pena q eu estava cansado.

 

 

Descobrimos com a atendente do hostel que no sábado depois das 17 h quase tudo fecha. Somente serviços essenciais, mercados e shoppings abrem. No domingo nada abre tbm.

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21º. 22º, 23º e 24º dias.

 

21º dia – 17/01/2016 – Domingo

 

Córdoba – 0 Km

 

Dia de descanso??? Mais ou menos...

 

O Adriano e o Edmar chegaram tarde da noitada. Eu dormi bastante. Após acordar fiquei morcegueando até umas 10 h. Daí eu e a Beatriz resolvemos procurar um restaurante para comer uma autentica parrila. Pergunta daqui e dali e nada de achar um restaurante aberto. Entretanto achamos outra coisa que estávamos precisando, uma lavanderia. Ela não estava aberta, mas vimos um senhor lá dentro e resolvemos perguntar. Ele disse que se trouxéssemos logo a roupa poderia deixar tudo pronto até as 16 h. Voltamos ao hostel e no caminho achamos um delivery de comida que fazia uma parrila para entregar.

No hostel, pegamos nossas roupas e retornamos a lavandeira. Novamente de volta ao hostel, esperamos a nossa parrila chegar.

Não foi aqueeeela parrila que esperávamos, porém veio com quase tudo, até aquele intestino de boi que é ruim pra caramba. Ficamos meio satisfeitos, seria melhor uma parrila de verdade num restaurante.

Após o almoço saímos para bater perna eu, o Edmar, A Beatriz e o Adriano. Interessante dizer que a cidade no domingo é muito vazia, bem morta mesmo. Fomos em direção a todas as igrejas e prédios históricos que pudemos. Lá pelo fim da tarde o Adriano e o Edmar se separaram da gente e eu e a Beatriz gastamos a sola do sapato, andando, andando e tirando muitas fotos. Tinha cada igreja uma mais linda do q a outra. Infelizmente alguns museus estavam fechados. No final da tarde voltamos para o hostel para comer e nos arrumar para sair a noite.

O Adriano e o Edmar saíram e fomos passear de carro eu e a Beatriz. De noite Córdoba se transforma. Parece uma cidade de vampiros q se escondem durante o dia (calor de 36 graus) e acordam durante a noite. As ruas cheias de pessoas indo e vindo, bares lotados, praças com crianças brincando às 10 da noite. Até um ateliê de pintura para crianças tinha em uma praça. Muito diferente de tudo o que eu já tinha visto na vida.

Era meia noite e meia quando voltamos ao hotel e o movimento era intenso de pessoas e de carros.

Fomos dormir para viajar cedo no dia seguinte e nos despedirmos de mais um integrante da nossa expedição. O Adriano ia ficar em Córdoba mais uns dias.

 

22º dia – 18/01/2016 – Segunda feira

Córdoba a Quarai – RS – Brasil – 890 Km

 

Acordamos cedo, arrumamos as coisas no carro e saímos cedo. Antes da saída a despedida de nosso colega de 20 dias de expedição. Uma despedida emocionada, embalada pelas lembranças das alegrias e perrengues da viagem.

Deste trecho em si não há muito a relatar. Decidimos cortar caminho pelo Uruguai e ir dormir em Quarai – RS Brasil.

Como sempre muitas retas nas estradas argentinas. Demos uma parada em Santa fé para comprar uns vinhos em um Walmart de lá. Eu me arrependi, pois o preço dos vinhos lá eram mais caros dos que eu tinha visto em Salta. Depois disso Passamos pelo túnel subfluvial, que como o nome diz, passa por baixo do Rio Paraná entre as cidades de Santa Fé e Paraná.

Chegamos na aduana entre a Argentina e Uruguai já no final da tarde. A passagem foi muito rápida e não houve revista alguma. Seguimos pelos pampas uruguaios com o só se pondo atrás de nós. Chegamos a Quaraí em torno de 22 h. Nos instalamos no hotel Fenic, o mesmo que dormi em minha viagem para a Carretera Austral em 2013/14.

Antes de dormir, só para matar a saudade, fomos saborear um autêntico espeto corrido em uma churrascaria que ficava aberta até as 24 h bem em frente ao hotel.

 

23º dia – 19/01/2016 – terça feira

Quaraí – RS a Palhoça – SC – 1050 Km (pauleiiiiira)

 

Dia somente de estradão sem muito a relatar. A estrada de Quaraí a Porto Alegre é toda de pista simples e está em bom estado. De Porto Alegre em diante tem a Freway e a BR 101 todas duplicadas e triplicadas. A BR 101 tem pequenos trechos ainda para serem terminados e q estão em pista simples.

Chegamos bem tarde a Palhoça e ai me lembrei que não tinha o novo endereço de minha irmã e achei que o local para onde ela tinha se mudado recentemente era outro. Como meu celular estava com problemas foi difícil a comunicação. Enfim o Édio, meu cunhado e a Lorene, minha irmã, vieram nos encontrar e os seguimos até seu apartamento. Batemos muito papo, fizemos um miojo e fomos dormir.

 

24º dia – 20/01/2016 – quarta feira

Palhoça – Praia da Pinheira de cima – Ponta Grossa – Curitiba – 595 Km

 

Pela manhã decidimos que iríamos salgar o couro no mar. Afinal estávamos tão perto da praia, por que não dar um pulinho???

Fomos até a praia de Pinheira de Cima a 35 km da casa de minha irmã. Chegamos lá, deixamos o carro no estacionamento e fomos até a praia. Ficamos mais ou menos uma hora apenas, eu estava louco para chegar finalmente em casa.

Da entrada da 101 até Ponta Grossa só pista dupla quase sem defeitos e sem nada a relatar. Apenas demos uma parada em minha casa para já descarregar alguma coisa e seguir até PG mais leves.

Chegamos em Ponta Grossa as 19:15 h mais ou menos. A mãe da Beatriz nos esperava com uma bela janta. Depois da janta fechamos as contas do combustível, batemos mais um papo e finalmente eu me despedi de meus novos amigos com um grande abraço.

Vai ficar a saudade, a lembrança dos bons e maus momentos que passamos em 24 dias de viagem.

Retornei finalmente para minha casa e cheguei as 22 mais ou menos. Nem descarreguei o carro. Tomei um belo banho, tomei dois dorflex e dormi até as 10 do outro dia.

 

Balanço de final de viagem: Novas e ótimas amizades, lugares lindos e lembranças para a vida todo..

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