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Aconcagua - sozinho e sem mulas - Confluência, face Sul e Plaza de Mulas


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  • Membros de Honra

legal, renato, gostei!

 

entenda uma coisa: a montanha tá sempre lá. ela não foge. essa primeira vez te deu experiência pra uma segund avez. te deu idéia dos equipos, te deu idéia da alimentação, como funciona teu corpo e etc. nada é perdido.

 

depois passa uma lista completa do que levou e do que sentiu falta, de modo consolidado, pois essas infos servirão pra quem quiser ir tb. de preferêncialista consolidada: mochila com modelo e tamanho, o fogareiro idem e etc.

 

essas infos sempre são úteis a alguém. parecem meio óbvias pra gente, que já fez um certo caminho, mas não são óbvias pra quem ainda não o fez.

 

e agora é planejar a próxima!

 

[]s

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  • 1 mês depois...
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  • 3 semanas depois...
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legal, renato, gostei!

 

entenda uma coisa: a montanha tá sempre lá. ela não foge. essa primeira vez te deu experiência pra uma segund avez. te deu idéia dos equipos, te deu idéia da alimentação, como funciona teu corpo e etc. nada é perdido.

 

depois passa uma lista completa do que levou e do que sentiu falta, de modo consolidado, pois essas infos servirão pra quem quiser ir tb. de preferêncialista consolidada: mochila com modelo e tamanho, o fogareiro idem e etc.

 

essas infos sempre são úteis a alguém. parecem meio óbvias pra gente, que já fez um certo caminho, mas não são óbvias pra quem ainda não o fez.

 

e agora é planejar a próxima!

 

[]s

 

Valeu pelo post! Sem dúvida terá uma segunda vez, quem sabe daqui alguns anos?

 

Desculpa também a demora para responder, fiquei um tempo sem acessar o site mas agora estou com a lista completa dos equipalentos que eu levei e do que senti falta (atualizei também o relato original com essas informações). Valeu pelo toque!

 

O que levei:

 

Alimentação (lembrando que cada um tem uma necessidade diferente, eu me adaptei muito bem com esses ítens):

3 "copos" de macarrão instantâneo

24 barras de proteína "slim" da VO2 (sobraram 8)

10 barras de cererais (sobraram 3)

10 chocolates (sobraram 3)

Repositor energético em pastilhas efervescentes marca "Suum" (muito bom! excelente para ajudar na hidratação depois de longas caminhadas)

Leite em pó (200g) (sobrou 100g)

Proteína em pó (100g) (sobrou 20g)

 

Equipamentos:

Barraca 4 estações "Artiach" modelo "Solo" p/ uma pessoa (não existe mais para venda, e logo terei de comprar outra! ventilada demais!)

Saco de dormir "Trilhas e Rumos" - modelo Super Pluma gelo (meio grande e desajeitado mas deu conta do recado)

Mochila Curtlo 45L (faltou espaço)

Mochila "Artiach" 15L

1 par de bastões de caminhada Kailash (distribuir o peso do corpo é fundamental)

Fogareiro a gás "doite" modelo "mini rocket"

Gás marca "doite" 450g

Conjunto básico de 2 panelas e talheres

Headlamp

Capa impermeabilizante as duas mochilas

Cobertor de emergência em alumínio (não ocupa espaço nenhum)

Canivete

Garrafa em policarbonato p/ água - 1,5L

Garrafa d'água comum - 1,5L

Garrafa térmica - 1L

 

Vestuário:

Calça "2a. pele" marca Kailash

Camiseta "2a. pele" manga longa marca Solo

Calça e camiseta (parecido com uma 2a. pele)

Jaqueta "2a. camada" marca "Solo"

Calça corta-vento marca "Conquista"

Jaqueta impermeável resistente contra vento, marca "Trilhas & Rumos"

1 par de luvar "2a. pele"

1 par de luvas "comum"

1 par de luvas reforçadas

1 balaclava

1 touca

1 boné

2 bermudas

4 camisetas comuns

5 pares de meias

1 par de meia mais resistente ao frio (me desculpem, não me lembro do modelo!)

7 cuecas

Papete marca Timberland

Bota de trekking "Titan" da marca "Nomade" (muito confortável, voltei sem bolha nos pés!)

 

Higiene e cuidados:

Escova de dente

Pasta de dente

Shampoo

Toalha

Lenços umedecidos

Protetor solar FPS 30 (indispensável)

Protetor labial FPS 30 (indispensável)

 

Geral:

Filmadora com bateria sobressalente

Câmera digital com bateria

Câmera digital sobressalente

Pilhas

MP3 player

 

Não levei e senti falta:

- Mochila cargueira com maior capacidade (não tinha espaço para mais nada!)

- Botas para avançar aos acampamentos superiores / cume (aluguel caríssimo a partir de Plaza de Mulas)

 

Abraços

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  • 1 mês depois...
  • Membros

Muto legal Renato esse trip é exatamente o que eu quero fazer no início de 2011.

Iniciando de dezembro com termino em janeiro, como vc teriei no máááximo 10 dias livres.

 

Só 3 duvidas:

De Buenos Aires, pegou um onibus até Mendoza?

Vc poderia me dizer o quanto dinheiro gastou com despesas da viagem?

Quanto tempo ao todo vc levou?

 

abs ::otemo::

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  • 4 semanas depois...
  • Membros

Parabéns!

Relato muito bom!

Vou para Mendoza com mais dois amigos em janeiro de 2011.

Poderia me ajudar com umas dúvidas?

Quanto fica para entrar no parque do Aconcagua e ir até a plaza de mulas?

Teria que tirar a "permisso" para três dias?

E é fácil encontrar locais de camping por lá? (próximo ao parque e também próximo a cidade de Mendoza)

E o valor, mais ou menos, das diárias nos campings?

Valeu!

Abraço.

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  • 2 semanas depois...
  • Membros
Muto legal Renato esse trip é exatamente o que eu quero fazer no início de 2011.

Iniciando de dezembro com termino em janeiro, como vc teriei no máááximo 10 dias livres.

 

Só 3 duvidas:

De Buenos Aires, pegou um onibus até Mendoza?

Vc poderia me dizer o quanto dinheiro gastou com despesas da viagem?

Quanto tempo ao todo vc levou?

 

abs ::otemo::

 

Opa, tudo bem?

Fui de São Paulo a Mendoza de avião, com escala em Buenos Aires. Caso prefira, a viagem de ônibus de Buenos Aires a Mendoza dura cerca de 11 horas (fiz isso em 2007).

Você vai gastar mais com as passagens e a entrada no parque (todos os anos rola um reajuste), e caso precise alugar algum equipamento. Não fiz a planilha de custos, mas fui bem econômico porque não contratei nenhum serviço de apoio em nenhuma parte do parque...

Total de tempo, incluindo os dias de deslocamento a Mendoza... cerca de 12 dias!

 

Espero ter ajudado em algo... Abraços!

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Parabéns!

Relato muito bom!

Vou para Mendoza com mais dois amigos em janeiro de 2011.

Poderia me ajudar com umas dúvidas?

Quanto fica para entrar no parque do Aconcagua e ir até a plaza de mulas?

Teria que tirar a "permisso" para três dias?

E é fácil encontrar locais de camping por lá? (próximo ao parque e também próximo a cidade de Mendoza)

E o valor, mais ou menos, das diárias nos campings?

Valeu!

Abraço.

 

Obrigado!

O valor do "permisso" varia pela quantidade de dias que você vai ficar dentro do parque e em qual época, mas é obrigatório, se não eles não deixam você passar nem pela ponte pênsil! Aconselho o permisso de 7 dias, para não ter de fazer tudo correndo, o caminho até Plaza de Mulas é puxado p/ fazer em 3 dias ida/volta.

Estes foram os valores para a temporada 2009/2010, conforme o tipo de permisso e a temporada. O site http://www.aconcaguatrek.com contém informações atualizadas sobre os valores.

Tipo Alta Média Baixa

ASCENT (21 dias) AR$ 1800 AR$ 1200 AR$ 600

LONG TREKKING (7 dias) AR$ 400 AR$ 260 AR$ 260

SHORT TREKKING (3 dias) AR$ 210 AR$ 180 AR$ 180

 

Não acampei fora do Parque, esta informação vou ficar te devendo... mas há albergues por cerca de 40 pesos a diária, em Mendoza e Penitentes (cerca de 7 km do Parque), vale a pena!

Dentro do Parque, em Confluência não paguei (e você ainda pode pegar água a vontade) e em Plaza de Mulas tive de pagar, acho que foram 10 pesos por dia por um espaço para acampar + água + banheiro químico.

 

Boa viagem!

Abraço,

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  • 7 meses depois...

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    • Por Claudemilson
      Olá mochileiros,
       
      Me chamo Claudemilson, moro em Brasília e pretendo tentar o cume do Aconcágua em dezembro de 2019. Em 2018, fiz o Kilimanjaro com mais 3 colegas (infelizmente 1 teve edema pulmonar aos 4.600m e teve que voltar). Enfim, procuro companhia para mais esta tentativa. Gostaria de tentar numa data em que chegasse ao cume no dia 1ª de janeiro. Tenho pesquisado algo acerca da subida e empresas que guiam os montanhistas. Se alguém se animar entre em contato: 61 992021700 (whatsapp)

       
    • Por willgittens
      Olá amigos e amigas!
      Queria divulgar uma aventura que estou partindo agora na semana que vem e me apresentar.

      Me chamo Will Gittens,  tenho 34 anos, apaixonado por veleiros, camping selvagem, mochilões e aventuras. Já atravessei 5 países da América do Sul com menos de 800 reais, atravessei o Atlântico e o Mar do Norte em navio de carga, fiz uma volta ao mundo atravessando a América do Sul, Europa, Rússia e Ásia por terra, conseguindo ir daqui de SP até o Vietnam sem pegar avião nenhum e gastando muito pouco.

      Estou partindo para finalizar um plano antigo meu, conhecer todos os extremos da América do Sul e nesse 3° mochilão longo pelo nosso continente pretendo atingir essa meta.

      Ponto mais alto, mais ao sul, mais ao norte, mais ao leste, mais ao Oeste, Amazônia e Cataratas do Iguaçu. Juntando com outras expedições que eu fiz pelo Atacama, Uyuni, Titicaca, Pantanal e Machu Picchu ( vou novamente dessa vez por Salkantay ), terei conhecido por terra todos os cantos desse continente incrível que moramos.


      Convido vocês à acompanharem a expedição, farei uma cobertura no youtube e no blog mostrando como é viver e trabalhar enquanto se viaja, como sempre, gastando o mínimo possível.

      Grande abraço e um 2018 de grandes aventuras para todos nós.
    • Por Jorge Soto
      O objetivo deste tópico é trocar informações e reunir depoimentos e dicas sobre as cidades de Puente del Inca e Uspallata, assim como da principal atração próxima às cidades, o Parque Provincial Aconcágua. Se você está com alguma dúvida em relação às cidades ou ao parque e seu principal pico, coloque-a aqui que sempre um mochileiro de plantão irá ajudar. Se você já conhece alguma destas localidades, conte para nós como foi sua experiência, seja ela negativa ou positiva, deixando dicas e demais informações para mochileiros perdidos. 
       
       
      Guia de Mendoza por Mochileiros.com
      Escreva seu Relato sobre Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata
      Procurando companhia para viajar para Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata? Crie seu Tópico aqui!
      Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata - Tópico de Perguntas e Respostas
       
      Relatos sobre Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata:
      Relato sobre viagem de quinze dias à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Leo Caetano
      Relato sobre viagem de vinte e dois dias à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Rafael Xavier
      Relato sobre viagem de carro à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Serneiva
      Relato sobre viagem à Argentina, incluindo Aconcágua, Puente del Inca e Uspallata pelo mochileiro Alex Melo[/linkbox]
       
      Segue um pequeno roteiro de viagem para quem busca fazer um trekking para o acampamento base da face sul do Aconcágua, conhecido como Plaza Francia.
      Sobre o Aconcágua
      O Aconcágua é o pico mais alto do hemisfério sul com 6.959 m de altitude. Fica localizado na fronteira entre a Argentina e Chile e se tornou ponto para escalada por diversos alpinistas. O clima é desértico e caracterizado pela brupta alternância de temperaturas ao longo do dia, causadas pelos ventos gelados da cordilheira.
       
      Parque Provincial Aconcágua
      O parque foi criado em 1983 com o objetivo de preservar a fauna, flora e sítios arqueológicos presentes na região do Aconcágua sobre uma área correspondente a 71.000 hectares. A partir de 1990, o Depto. de Recursos Naturais Renováveis estabeleceu a regulamentação e estrutura de controle e assistência aos visitantes que praticam atividades de passeio, trekking ou escalada. O Aconcágua tem uma importância relevante no ecossistema da região andina. O abastecimento de água para consumo e irrigação nas cidade próximas da cordilheira dependem do degelo e da conservação dos recursos naturais.
       
      Como Chegar
      Para se chegar ao Parque Nacional do Aconcágua, é preciso viajar até Mendoza (1.000km de Buenos Aires). De Mendoza até a entrada do parque deve-se tomar a RN-7 (Ruta Nacional 7) até os arredores da Puente del Inca, cuja distância é de 180km e requer 3 horas de carro/ônibus. A RN-7 é a estrada que liga Mendoza ao Chile. No caminho, há diversos pontos de parada para abastecimento e restaurantes.
       
       
      Primeiro Dia
      Saímos de Mendoza pela manhã com um grupo de excursão organizado pelo pessoal do Campo Base. A viagem de Mendoza até a entrada do parque demorou 4h. Fizemos o check-in no Parque Aconcáagua (2.700m) e iniciamos a trilha. Cerca de 20min de caminhada, chegamos a Laguna de Horcones.
       
      A paisagem é surpreendente. A vegetação é rala e se limita até 3.500m de altitude. Além disto, somente pedra e areia. Após 4h de caminhada, finalmente chegamos a Confluencia (3.300m). É o local do acampamento e aclimatação dos trekkers que ora se destinam a Plaza Francia ou a Plaza de Mulas.
       
      As empresas que organizam excursões mantém uma infraestrutura básica para receber os viajantes: (i) barracas, (ii) banheiros (com privada!), (iii) água potável e (iv) chuveiro. Neste local, as pessoas se reúnem ao fim das caminhadas para fazer refeições e se confraternizarem. A turma do Campo Base mantém um cozinheiro em tempo integral que prepara todas as refeições do dia (café da manhã, almoço, café da tarde e jantar). A primeira noite no Aconcagua é inesquecível. O céu límpido permite visualizar estrelas e constelações como se estivéssemos em órbita.
       
       
      Segundo Dia
      Após o café iniciamos a marcha rumo a Plaza Francia. O caminho é demarcado por uma trilha com indicações de distância até o local. Alguns trechos exigem cuidado, pois são próximos de declives e qualquer tombo estragaria a caminhada. A medida que ganhamos altitude, o corpo começa a sentir falta de oxigênio e é preciso diminuir o ritmo para evitar as paradas.
       
      Durante o caminho, percebe-se como a natureza no Aconcágua é traiçoeira. Todos estavam vestidos de camiseta devido ao sol forte daquela manhã. Ao passarmos por um corredor, o vento deixou uma sensação térmica de 5C e tivemos que colocar as jaquetas de volta.
       
      Após 5h de caminhada, chegamos a Plaza Francia (4.200m). O local também é conhecido como acampamento base da Face Sul e pode ser descrito como uma área plana e desértica onde os alpinistas montam o acampamento para se aclimatarem antes de subir ao cume. Recebeu este nome em homenagem aos franceses que foram pioneiros na escalada pela Face Sul. Os guias comentam que Plaza Francia é o ponto onde se pode ter a visão mais bela do Aconcágua. A vista do cume é surpreendente. Nesta região também podemos observar pequenos glaciares que se formam sobre as rochas. Engana-se quem pensa encontrar um local repleto de alpinistas prontos para se aventurarem pela face mais difícil do Aconcágua. Em geral, fica vazio o ano inteiro, pois somente pessoas muito experientes (ou loucas) correm o risco de subir por esta rota. Não se assuste: chegar a Plaza Francia é fácil e o caminho não apresenta dificuldades.
       
      A visão da parede sul é inspiradora. Paramos para o almoço sob o mirador do Plaza Francia. Tivemos que nos esconder detrás de algumas rochas, pois o forte vento impedia a refeição tranqüila. Algumas pessoas do grupo sentiram muito o efeito da altitude e falta de oxigênio. Foi duro lutar contra a sonolência. Retornamos a Confluencia depois do descanso.
       
       
      Terceiro Dia
      Deixamos o acampamento pela manhã para retorno a entrada do parque. O retorno é muito mais rápido e leva apenas 1h30 em um bom ritmo. Uma van nos levou até a Puente del Inca e almoço nos arredores. Chegamos em Mendoza no final da tarde.
       
       
      Custo da entrada (permiso) e fiscalização
      A fiscalização na entrada do parque é rigorosa e exige a apresentação de documentos, pagamento de licença (permiso) e a declaração da rota que se pretende seguir. Os permisos devem ser carimbados na entrada, no destino e na saída. Para trekkings a Plaza Francia (Face Sul) ou Plaza de Mulas (Face Norte), o permiso custa US$ 20 (baixa temporada) e US$ 30 (alta temporada). Cidadãos argentinos, chilenos ou residentes pagam apenas Ar$ 20 para o trekking e podem ficar isentos conforme a época.
       
      Quanto dias reservar para o trekking?
      O trekking a Plaza Francia dura de três a quatro dias conforme a empresa que organiza. Algumas reservam a primeira noite em um hotel/albergue próximo a Penitentes.
       
      Excursão organizada x Excursão sem guia?
      Se você imaginou que pode economizar alguns trocados viajando sozinho até Plaza Francia, pode esquecer. O custo/tempo para organizar seu trekking e montar sua infra-estrutura de sobrevivência a 4.000m de altitude é muito maior. O pacote com preço mais acessível nos custou Ar$ 350/pessoa. Seguem dicas de empresas que organizam trekkings até a Plaza Francia:
       
      - Campo Base Travel Adventure - http://www.cerroaconcagua.com
      - Trekking Travel - http://www.trekking-travel.com.ar
      - Fernando Grajales - http://www.grajales.net
      - Aconcagua Spirit - http://www.aconcaguaspirit.com.ar
       
      O que levar durante o trekking?
      - Jaqueta contra vento/frio (impermeável)
      - Blusa Polar
      - Camisa de polipropileno (secagem rápida)
      - Gorro de lã
      - Boné/Chapéu para sol
      - Par de meias de lã
      - Par de meias finas
      - Bota para caminhada
      - Roupas íntimas
      - Óculos para sol
      - Mochila (65lts)
      - Mochila de ataque (20-35lts)
      - Saco de dormir (-15C a -30C)
      - Isolante
      - Par de Bastão para trekking
      - Protetor solar
      - Protetor labial
      - Máquina fotográfica
      - Lanterna
      - Cantil
       
      Aluguel e Compra de Equipamentos
      É possível alugar todo tipo de equipamento para caminhada ou escalada em Mendoza. Para aqueles que não querem ter o trabalho de carregar isolantes e saco de dormir pelos aeroportos, pode-se obtê-los em Mendoza ao redor de Ar$ 20/dia para cada item. Se vc realmente quer comprar e trazer de volta ao Brasil, sugiro comprá-los em Mendoza, pois a oferta e os preços são melhores do que B.Aires. Seguem dicas de lojas que alugam e vendem equipamentos:
       
      - Campo Base Adventures - Tel: (261) 429-0707
      - Orviz - http://www.orviz.com
       
      Posso dispensar algum dos itens listados?
      Nenhum dos itens descritos é frescura. A sensação térmica durante as caminhadas podem variar de 5C a 29C em poucos segundos. A falta de uma jaqueta contra o vento pode ser fatal. A noite em Confluencia, a temperatura (no verão) pode chegar a -5C. Um saco de dormir inadequado pode comprometer sua noite de sono. Os bastões são fundamentais para sustentar o equilíbrio e o peso do corpo (+ mochila) nas subidas/descidas. Durante o dia, é impensável deixar de passar protetores na pele e nos lábios, que ficam rachados pela aridez do deserto.
       
      Dicas para aclimatação
      É muito comum a sensação de cansaço, sono ou dor-de-cabeça para quem não está acostumado a grandes altitudes. É bom lembrar que Mendoza tem altitude próxima de S.Paulo e, no mesmo dia, chega-se a 3.500m após a caminhada. Valem as dicas:
       
      - Tome muito líquido a todo instante
      - Não deixe de fazer nenhuma das refeições
      - Leve power bars durante as caminhadas
      - Respire pelo nariz
      - Caminhe pausadamente (passos curtos), pois a falta de oxigênio é perceptível
       
      Espero que aproveitem as dicas e possam curtir o Aconcágua.

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