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Olá viajante!

Bora viajar?

Chapada Diamantina- Vale do Pati 2017

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Oi pessoal! Estava devendo o relato da minha viagem a Chapada Diamantina para vocês! :D

Sempre amei estar em contato com a natureza, fazer trilhas e andar quilômetros de distância, e esse ano decidi conhecer o famoso trekking do Vale do Pati, saindo de Guiné até Andaraí e com duração de quatro dias (82km no total).

Foi uma experiência incrível e faço questão de compartilhar com vocês!

Levei duas mochilas, sendo uma de 50L e uma cargueira de 20L para levar nos passeios e não carregar tanto peso (parece pequena, mas cabe tudo). Vamos lá!

 

Saí de São Paulo no dia 28/01 rumo a Salvador. Consegui uma boa promoção com a GOL uma semana antes da viagem, por R$ 170,00 (Congonhas) a passagem apenas de ida. Utilizei muito o App Decolar, colocando alertas de passagens e me ajudou muito, funciona mesmo.

Cheguei as 17h00 no aeroporto de Salvador e fui até o guichê da Polícia Militar para saber de onde saía o ônibus até a rodoviária. Há duas opções, sendo transporte público e executivo. Como a diferença de preço era pouca e não estava com muita pressa, resolvi pegar o ônibus Executivo (passagem a R$ 5,50). O ônibus tem ar condicionado e super confortável! Não lembro o nome do terminal, mas é bem simples: saia do aeroporto pela lateral direita (beirando o estacionamento)e siga reto que você chega no terminal. Você andará uns 5 minutos, apenas. E caso você vá no mesmo horario que fui, será logo presenteado com um lindo pôr do sol!

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O ônibus é azul e sai de 40 em 40 minutos. Entrei no ônibus as 18h e em 35 minutos já estava na rodoviária. Ele para a um quarteirão da rodoviária, basta seguir reto na avenida.

Chegando na rodoviária fui ao guichê da Real Expresso retirar o voucher, pois já havia comprado a passagem em São Paulo, através do site. Como iria para o Vale do Capão, comprei a passagem até Palmeiras. Paguei R$ 92,00 já com as taxas.

O ônibus saiu às 23h em ponto e fez duas paradas na estrada, uma delas em Itaberaba, no posto Puma (também há uma pousada nesse posto). Chegamos às 6h da manhã em Palmeiras e, no próprio local, peguei a van que iria até o Vale do Capão (R$ 15,00 por pessoa). Depois de 40 minutos chegamos no maravilhoso Capão. Estava uma garoa bem chatinha, mas nada que atrapalhasse a beleza da vila.

Como decidi fazer essa viagem sozinha, preferi contratar o guia (Vagner) que minha amiga havia indicado e marquei com ele de encontrá-lo na sua agência, a Tambori. A agência fica bem na frente da praça, a alguns passos de onde a van estaciona. Eles fazem todo tipo de passeio e o Val (apelido dele) conhece a Chapada Diamantina na palma da mão. Ele deve até conseguir fazer o Vale do Pati com venda nos olhos (juro, ele é o cara). Ele também trabalha na equipe de resgate de pessoas que sofrem acidente ou se perdem dentro do parque.

Conversei com o Val e, como sairíamos apenas no dia seguinte para o Vale do Pati e ainda era 8h da manha, ele comentou que poderia me levar até a Cachoeira do Riachinho, que fica mais ou menos 15 minutos do Capão. Marquei com ele às 11h na agência e fui procurar um hostel para passar apenas uma noite.

Li alguns relatos por aqui do hostel Sempre Viva e fui até o local para saber se havia vaga. Um homem simpático me recepcionou e comentou que infelizmente estava cheio, então decidi ficar no Pousada/Hostel Lakshmi, que também li ótimos comentários. No Sempre Viva pagaria R$ 35,00 a diária, sem café da manha. No Lakshmi paguei R$ 70,00 em quarto compartilhado, com café da manha (delicioso, com sucos naturais e comidas típicas árabes) e com direito a uma salinha de meditação aberta 24h. O preço é um pouco apimentado, mas a pousada/hostel é ótima, tem uma estrutura muito boa, fica ao lado do Morro Branco e perto do centro da cidade.

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Deixei minhas coisas, arrumei a mala de 20L e fui conhecer um pouco a cidade. Visitei a feirinha orgânica e admirei as artes do pessoal que mora lá. Uma mais linda que a outra!

As 11h o Val me deixou na entrada da Cachoeira do Riachinho. A entrada custa R$ 6,00, mas vale super a pena, pois eles preservam muito o local e ficam sempre de olho caso alguém sofra algum acidente ou precise de alguma ajuda. Mergulhei, tomei sol, comi, meditei, etc. A cachoeira é incrível! Tive sorte pois o André (amigo do Val que trabalha no parque) estava lá e me chamou para descer a cachoeira, até o Terceiro Poço. I-N-C-R-Í-V-E-L. Você fica espantado como a natureza é perfeita. Logo de cara já fiquei hipnotizada com o lugar, a energia.

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Fiquei até as 17h (consegui ver o pôr-do-sol) e o Val já estava me esperando lá para ir embora.

Voltei ao hostel, tomei banho, lavei algumas coisas e sai para jantar. Jantei no “Dona Beli”, comida caseira e ótimo preço (R$ 20,00). Pedi prato com feijão verde, arroz, farofa, carne seca, alface e tomate.

Terminei de jantar às 22h, voltei correndo para o hostel e arrumei minha mochila para o dia seguinte, o dia mais esperado! Acordaria às 6h da manha.

 

30/01 (1º dia no Vale do Pati, 22km)

Acordei às 6h da manha, tomei banho e fui ao café da manha. Depois de comer bastante terminei de arrumar as coisas, coloquei as mochilas nas costas e partiu! Para o Pati levei apenas a mochila de 20L, a maior deixei na agência.

Cheguei na agência e conheci minha família de 4 dias. Havia um paulista, uma britânica, uma italiana, um espanhol. Era bem diversificado, e todos muito bacanas, simpáticos.

Entramos no carro (fomos na parte de trás da Toyota personalizada da agência, sentindo o vento delicioso e abafado já) e fomos até Vila de Guiné, local inicial do Vale do Pati.

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Chegamos no ponto inicial e de lá subimos a trilha Ladeira do Beco pela Serra do Esbarrancado, até o plator dos Gerais do Rio Preto. Cruzamos a montanha por 2h até chegar no pico, na rampa do Pati. Lá vimos o visual paronâmico do Vale. Até agora não consigo descrever a sensação que senti naquele momento. Fechei os olhos e senti apenas o vento e a calmaria (sou paulista, já imaginou?).

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A descida foi de 1h para chegar até a Igrejnha, onde dormimos na primeira noite. Todos os alojamentos são de moradores locais, que construíram uma estrutura para receber todos os visitantes que passam por ali. Há opção de camping ou quatro. Nós dormimos todos em um quarto, bem confortável.

Ah, ainda no primeiro dia deixamos as mochilas no alojamento e fizemos as Cachoeiras dos Funis, três cachoeiras grandes e três pequenas. Foi uma 1h para ir, e 1h para voltar. Todas cachoeiras lindas!

Chegamos na Igrejinha e o Val preparou um delicioso jantar para nós. Comemos e fomos dormir.

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01/02 (2º dia no Vale do Pati, 10km)

Acordamos às 7h, sentamos todos para tomar café da manha e arrumamos as coisas para sair. Detalhe: o Val que prepara todas as refeições, e são uma delicia. Tem tapioca, pão, batata doce cozida, melão, manga, café, chá, muitas coisas!

Arrumamos nossas coisas e saímos sentido Morro do Castelo. O percurso até o morro é meio a Mata Atlântica, sendo 2h para ir, 2h para voltar. No alto da montanha cruzamos a Gruta do Castelo (de um lado para o outro) para pegar uma vista privilegiada para o Vale do Pati. Novamente, sem palavras! Fotos podem resumir um pouco a vista incrível desse lugar.

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Na volta da montanha (descida de 2h), fomos sentido a casa de seu Miguel e seu Agnaldo, local que dormiríamos essa noite.

Chegamos no alojamento e corremos para o rio que havia em frente, água limpinha e bem gelada. Aproveitamos para tomar um banho, e logo fomos jantar para descansar. O dia seguinte seria o mais puxado.

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02/02 (3º dia no Vale do Pati, 30km)

Acordamos, tomamos um café da manha delicioso que o Val havia preparado e saímos em direção a Serra do Sobradinho, fazendo o Cachoeirão por cima. Levamos mais ou menos 2h30 para chegar ao topo. Chegamos no primeiro mirante e ficamos admirando a paisagem. Infelizmente a cachoeira estava seca, não conseguimos ver a queda d’agua. Mas é maravilhosa mesmo sem água! Ela tem 280 metros de altura e é a segunda maior cachoeira da Chapada Diamantina.

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Há varias trilhas para descer a montanha, como voltar do Cachoeirão até a Igrejinha, de volta ao Pati, a opção de ir pela Guiné, opção de descer a fenda da Prefeitura, mas nós descemos a trilha do seu Eduardo (não é muito convencional, é uma trilha mais exclusiva), que é a trilha do Cachoeirão por baixo e por cima. Foi o dia mais difícil, totalizando 30km, 10h de caminhada, passando por um cabo de aço e um abismo de 200m de altura. Bebemos muito Tang de abacaxi, precisávamos de muito açúcar. Descemos o vale e compramos um saco de cerveja (foi a melhor da vida), cada uma R$ 7,00, e chegamos na casa da Dona Linda, onde iriamos dormir essa noite. Dona Linda é uma senhora que mora no pé da montanha. De lá iriamos para Andaraí, na Serra da Lapinha, nosso destino final.

Comemos, bebemos e logo fomos dormir, pois acordaríamos às 3h da manha. Levantaríamos cedo para conseguir subir a montanha mais rápido (sem interferência do calor), e ver o nascer do sol.

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03/02 (4º dia no Vale do Pati, 20km)

Acordamos às 3h da manha, tomamos “café da manha” e saímos para subir a Ladeira do Império, que fica na Serra da Lapinha. A Ladeira do Império é toda feita de pedra e foi construída na época da escoação de café.

Geralmente as pessoas demoram de 3h a 4h para subir até o mirante, pois o sol é muito forte e apenas subida. Como saímos de madrugada, fizemos em 2h até o topo e fomos presenteados com um incrível nascer do sol.

Depois foram 3h de descida até Andaraí admirando a vista do pantanal dos Marimbus e do Cânion da Cachoeira do Ramalho. No caminho vimos muitas áreas de garimpo também, uma cobra Coral (venenosa) e uma abelha resolveu picar minhas costas (marcas da vitória).

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Às 9h chegamos em Andaraí, e a Toyota da agência já estava nos esperando para ir até o Poço Azul fazer a flutuação. O ideal é chegar cedo para não enfrentar muita fila.

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O Poço Azul fica localizado no município de Nova Redenção, a 46km de Andaraí. Ele tem 20 metros de largura e até 61 de profundidade. É possível ver absolutamente tudo, água transparente.

Chegamos, o Val retirou nossos bilhetes e fomos aos vestiários colocar a roupa de banho. Coloquei o biquíni e fui correndo para a ducha na parte de fora para tentar tirar toda areia que estava em mim (fotos) e me refrescar do calor. Como já havia fila de 40 minutos, fomos almoçar no restaurante que há dentro do local. Não lembro quanto era o quilo, mas paguei R$ 15,00 no meu prato com suco (como relativamente bem).

Após o almoço fomos até a entrada do Poço Azul e colocamos os coletes salva-vidas e as máscaras para mergulho (já está incluso no valor de entrada). Ficamos 20 minutos e saímos rumo casa.

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Após sair do município de Nova Redenção, fomos até Mucugê e deixamos a britânica e a italiana, que ficaram em um hostel/camping por R$ 20,00, no centro. Não fiquei hospedada nessa cidade, mas fiquei com vontade pois é muito bonitinha. Um fato interessante é que nessa cidade apareceram os primeiros diamantes da Chapada Diamantina, em 1844, e ela é tombada como patrimônio nacional pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Vale a pena dar uma passadinha!

Após Mucugê fomos até Lençois para deixar o resto do pessoal e, como era dia de Iemanjá, havia uma grande comemoração na cidade. Muita comida, bebida, dança, musica. Eu, o Val, a Bruna e a Bela decidimos parar um pouco e comer acarajé com cerveja na melhor barraca da cidade. A Bruna e a Bela trabalham com o Val, e são pessoas tão encantadoras e com uma energia tão incrível que já estou com saudades! Ótimas companhias.

Comemos acarajé, tomamos uma cerveja e entramos no carro sentido destino final: Vale do Capão (2h de viagem).

Cheguei no hostel/pousada Lakshmia meia-noite, e tive sorte pois ainda havia vaga no quarto (não tinha reservado nada). Tomei banho, lavei as roupas que estavam muito sujas e fui dormir. Que cama deliciosa!

No dia seguinte acordei e fui tomar café da manha na rua para economizar no hostel (diária sem café da manha ficou mais barato). Achei uma casa com café da manha por R$ 10,00 (pão com ovo e suco de abacaxi). Comi e fui até a agência para busca minha mochila de 50L e saber onde poderia comprar a passagem para Palmeiras, sentido Salvador.

 

Há uma lanchonete, bem na frente da praça, que vende o bilhete da van até Palmeiras e o ônibus Palmeiras/Salvador. Foi ótimo comprar dessa forma pois economizei R$ 10,00 (não cobram taxa do site). Comprei as passagens e, no dia seguinte, fui embora com o coração apertado, mas o próximo destino me chamava.

É isso pessoal, espero que vocês tenham gostado e que os ajude a organizar a viagem para esse paraíso! Se tiverem alguma dúvida, podem enviar mensagem que ajudo com o maior prazer! Pé na estrada galera!

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Adorei o relato Pati!!! Já anotei o contato do Val. Também vou fazer uma viagem sozinha (a primeira mais longa) para a Bahia, incluindo Chapada e litoral. Muito obrigada mesmo pelas dicas!!!

Oi Carina! Obrigada :)

Que demais seu roteiro, Bahia é linda demais! Boa viagem e pé na estradaa!!!

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Bom dia, Pati!

 

Parabéns e valeu pelo relato. Muito legal sua viagem pelo Pati!

 

Vou pra lá no final de agosto e estou começando a levantar informações.

 

Posso perguntar algumas coisas pra você?

 

Em primeiro lugar, pelo que entendi do seu relato, você não reservou as coisas antecipadamente (o que eu acho ótimo). Foi isso mesmo? Em relação ao guia, você também bateu o martelo apenas ao chegar lá ou reservou antes?

 

Outra coisa: pelo que vi, você se baseou no Vale do Capão, né? O que fez você optar por lá e não Lençois ou Andarai, por exemplo?

 

Valeu!

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Bom dia, Pati!

 

Parabéns e valeu pelo relato. Muito legal sua viagem pelo Pati!

 

Vou pra lá no final de agosto e estou começando a levantar informações.

 

Posso perguntar algumas coisas pra você?

 

Em primeiro lugar, pelo que entendi do seu relato, você não reservou as coisas antecipadamente (o que eu acho ótimo). Foi isso mesmo? Em relação ao guia, você também bateu o martelo apenas ao chegar lá ou reservou antes?

 

Outra coisa: pelo que vi, você se baseou no Vale do Capão, né? O que fez você optar por lá e não Lençois ou Andarai, por exemplo?

 

Valeu!

 

Oi Diogo, tudo bem?

Obrigada! Fico feliz em saber que vocês gostaram e as informações estão ajudando! :)

Lógico, vamos lá:

 

- A passagem aérea SP-Salvador comprei uma semana antes de embarcar, fiquei de olho no Skyscanner, App Decolar e Melhores Destinos (super recomendo);

- Em relação ao guia (o Val), eu entrei em contato com ele antes de embarcar e deixei a data de saída reservada, paguei o passeio apenas no último dia;

- Ah, o hostel também não havia reservado, sempre viajo dessa forma. Mas sempre faço uma pesquisa para saber as opções mais em conta, para não chegar lá sem saber de nada hahahaha e na hora eu fecho;

- Como a agência do Val é no Vale do Capão, preferi ir direto para lá e já iniciar o Vale do Pati no dia seguinte. O Capão é bem pequeno, não tem muuuuito movimento, tem mais montanhas, e achei mais acolhedor. Na ida para lá passei por Lençóis, e acho que dei um pouco de azar hahaha era 4h da manhã e tinha muita bagunça, barulho, não tinha a tranquilidade que eu procurava sabe? Lençóis é bem maior que o Capão.

Por Andaraí foi uma breve passagem, então não sei te contar se é bacana. Eu gostei muito de Mucugê, cidade super limpa, tinham caixas eletrônicos (em Lençóis não tem), mas também ouvi comentários que os preços eram um pouco mais salgados.

Em relação a cidade depende do que você procura e quais passeios você quer fazer, para ver qual fica mais próximo. Eu procurei um local tranquilo, com paz, então optei pelo Capão (e indico! hahaha). A energia de lá é indescritível, e as pessoas são incríveis!

 

Caso tenha mais dúvidas estou por aqui!! E pé na estradaaa!!!

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Isso aí Pati!!!

 

Estive na Chapada ano passado, mas faltou tempo pra fazer o trekking do Pati, está nos planos futuros...

 

Em tempo: Dias 03 e 04/06 estou retornando ao Pico da Bandeira, tem uma amiga aí de SP indo com as gente tb... Se quiser, fica o convite... ::otemo::

 

Abs

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Isso aí Pati!!!

 

Estive na Chapada ano passado, mas faltou tempo pra fazer o trekking do Pati, está nos planos futuros...

 

Em tempo: Dias 03 e 04/06 estou retornando ao Pico da Bandeira, tem uma amiga aí de SP indo com as gente tb... Se quiser, fica o convite... ::otemo::

 

Abs

 

Oi Rodrigo!

Isso ai, coloque nos planos pois vale muuuito a pena!

Que convite maravilhoso, sempre quis ir nesse Pico!!!! Estou planejando fazer a travessia Petrópolis x Teresópolis nessa época, caso não consiga te chamo para saber mais infs!

::otemo::

  • 5 meses depois...
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@patiperretti pati girl rsrs,., obrigado pelo relato da nossa trilha.,. foi muito boa mesmo!, vc tem moral por aqui,., volte pra gente fazer outras trilhas!,, val guia,., (75) 99167-6817 (whatsapp)

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  • 4 meses depois...
Postado
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Pati, arrasou no relato. Será de suprema importância para o trekking na Chapada q estou planejando para o próximo mês de agosto. Já vou com o contato do Val!! 

Essas mochilas de 20L e 50L são aquelas que compramos na Centauro /Decatlon? 

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