1 – Parque Farroupilha, mais conhecido como Parque da Redenção
É definitivamente o parque mais popular entre os porto-alegrenses, sobretudo no domingo, quando acontece o Brique da Redenção (desde 1978), uma feira com música, artesanato, antiguidades e comida. Situado no bairro Cidade Baixa, próximo ao Campus da UFRGS e à Santa Casa de Porto Alegre, o parque possui uma área de 37ha (cerca de 37 campos de futebol). O nome Redenção, pelo qual é mais conhecido, deve-se a uma homenagem à libertação dos escravos, que em Porto Alegre aconteceu em 1884 (4 anos antes da Abolição da Escravatura assinada pela Princesa Isabel). No entanto, logo depois, em 1935, devido à eclosão da Revolução Farroupilha, o parque passou a receber o nome de Parque Farroupilha.
Portanto, se estiver em POA no domingo, não deixe de dar uma passada no Brique da Redenção! Se quiser ser ainda mais fiel à tradição gaúcha, sente-se em um dos bancos e tome um chimarrão, enquanto vê o movimento.
Parque da Redenção em dia de Brique
2 – Praça Marechal Deodoro (Praça da Matriz)
É o centro cívico, cultural e religioso dos gaúchos. Data de meados de 1770, quando a pequena vila de Porto de São Francisco dos Casais foi elevada à categoria de paróquia, sendo batizada de Porto Alegre. Havia poucas construções no local, com destaque para a obra da Igreja Matriz, que iniciou em 1772 e terminou em 1794. Além disso, em 1789/90 foram edificad0s o Palácio da Presidência(Palácio de Barro) e, ao lado, a Casa da Provedoria da Real Fazenda (mais tarde Assembleia Legislativa e Capela do Divino). De resto, a paisagem era composta por poucas casas e plantações de trigo. A virada cultural, no entanto, deu-se com a inauguração do Theatro São Pedro, em 1858, palco de espetáculos até hoje. A praça, que já tinha sido chamada de Alto da Praia e Praça da Matriz, recebeu um outro nome em 1865: Praça de Dom Pedro II, em homenagem à visita do monarca à cidade. Em 1889, com a Proclamação da República, passou a se chamar Praça Marechal Deodoro, nome que permanece até hoje
Ao centro da praça está o Monumento Júlio de Castilhos, ex-presidente do Estado do Rio Grande do Sul. Em volta, encontram-se a Catedral Metropolitana de Porto Alegre (concluída em 1986, após demolição da antiga Igreja da Matriz em 1921), o Palácio Piratini (sede do Poder Executivo do RS), a Assembleia Legislativa do RS, o Theatro São Pedro, o Palácio da Justiça, alguns prédios residenciais e comerciais e casarões antigos.
Próximo à praça, encontram-se também o Museu Júlio de Castilhos, a Biblioteca Pública do Estado do RS e o Viaduto Otávio Rocha
3 – Praça da Alfândega
Data do fim do século XVIII, quando havia um porto fluvial na área onde hoje está a praça. Era, além disso, um tradicional local de comércio. Em 1912, devido à política de saneamento e aprimoramento do porto, demoliu-se o Prédio da Alfândega e construiu-se um aterro 100m adentro do Rio Guaíba, conferindo à praça a conformação atual. Em 1883 foi batizada de Praça Senador Florêncio, no entanto em 1979 a Câmara Municipal resolveu unificar as praças Senador Florêncio e Barão do Rio Branco, dando o nome, novamente, de Praça da Alfândega.
A praça é palco de um dos maiores eventos culturais do RS, a Feira do Livro, que acontece desde 1955, na segunda quinzena de outubro. Além disso, sedia construções importantes para a cultura gaúcha e que valem a visitação: o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli(MARGS), o Santander Cultural e o Memorial do Rio Grande do Sul.
Os quase gêmeos: o MARGS à esquerda e o Memorial do Rio Grande do Sul à direita
10 coisas que você não deve deixar de fazer em Porto Alegre
1 – Parque Farroupilha, mais conhecido como Parque da Redenção
É definitivamente o parque mais popular entre os porto-alegrenses, sobretudo no domingo, quando acontece o Brique da Redenção (desde 1978), uma feira com música, artesanato, antiguidades e comida. Situado no bairro Cidade Baixa, próximo ao Campus da UFRGS e à Santa Casa de Porto Alegre, o parque possui uma área de 37ha (cerca de 37 campos de futebol). O nome Redenção, pelo qual é mais conhecido, deve-se a uma homenagem à libertação dos escravos, que em Porto Alegre aconteceu em 1884 (4 anos antes da Abolição da Escravatura assinada pela Princesa Isabel). No entanto, logo depois, em 1935, devido à eclosão da Revolução Farroupilha, o parque passou a receber o nome de Parque Farroupilha.
Portanto, se estiver em POA no domingo, não deixe de dar uma passada no Brique da Redenção! Se quiser ser ainda mais fiel à tradição gaúcha, sente-se em um dos bancos e tome um chimarrão, enquanto vê o movimento.
2 – Praça Marechal Deodoro (Praça da Matriz)
É o centro cívico, cultural e religioso dos gaúchos. Data de meados de 1770, quando a pequena vila de Porto de São Francisco dos Casais foi elevada à categoria de paróquia, sendo batizada de Porto Alegre. Havia poucas construções no local, com destaque para a obra da Igreja Matriz, que iniciou em 1772 e terminou em 1794. Além disso, em 1789/90 foram edificad0s o Palácio da Presidência(Palácio de Barro) e, ao lado, a Casa da Provedoria da Real Fazenda (mais tarde Assembleia Legislativa e Capela do Divino). De resto, a paisagem era composta por poucas casas e plantações de trigo. A virada cultural, no entanto, deu-se com a inauguração do Theatro São Pedro, em 1858, palco de espetáculos até hoje. A praça, que já tinha sido chamada de Alto da Praia e Praça da Matriz, recebeu um outro nome em 1865: Praça de Dom Pedro II, em homenagem à visita do monarca à cidade. Em 1889, com a Proclamação da República, passou a se chamar Praça Marechal Deodoro, nome que permanece até hoje
Ao centro da praça está o Monumento Júlio de Castilhos, ex-presidente do Estado do Rio Grande do Sul. Em volta, encontram-se a Catedral Metropolitana de Porto Alegre (concluída em 1986, após demolição da antiga Igreja da Matriz em 1921), o Palácio Piratini (sede do Poder Executivo do RS), a Assembleia Legislativa do RS, o Theatro São Pedro, o Palácio da Justiça, alguns prédios residenciais e comerciais e casarões antigos.
Próximo à praça, encontram-se também o Museu Júlio de Castilhos, a Biblioteca Pública do Estado do RS e o Viaduto Otávio Rocha
3 – Praça da Alfândega
Data do fim do século XVIII, quando havia um porto fluvial na área onde hoje está a praça. Era, além disso, um tradicional local de comércio. Em 1912, devido à política de saneamento e aprimoramento do porto, demoliu-se o Prédio da Alfândega e construiu-se um aterro 100m adentro do Rio Guaíba, conferindo à praça a conformação atual. Em 1883 foi batizada de Praça Senador Florêncio, no entanto em 1979 a Câmara Municipal resolveu unificar as praças Senador Florêncio e Barão do Rio Branco, dando o nome, novamente, de Praça da Alfândega.
A praça é palco de um dos maiores eventos culturais do RS, a Feira do Livro, que acontece desde 1955, na segunda quinzena de outubro. Além disso, sedia construções importantes para a cultura gaúcha e que valem a visitação: o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli (MARGS), o Santander Cultural e o Memorial do Rio Grande do Sul.
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