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André Amaral1502434479

Huaraz, Trujillo, Chiclayo, Cajamarca, Lima e Ica - Descobrindo o nada badalado norte do Peru

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O seguinte relato é atrasado pq a falta de tempo do ultimo ano não me permitiu escrever e organizar tudo antes. Mas estou fazendo agora pois pode ser útil, eu mesmo não achei muita informação sobre alguns lugares que visitei e descobri tudo por lá na raça

Em outubro de 2016 fui para Chiclayo, no norte do Peru, por causa de uma promoção de passagem (paguei somente R$630 ida e volta!) e iniciei meu mochilão de 19 dias por lá sem roteiro definido, o unico planejamento era passar alguns dias a mais em Huaraz pra fazer o trekking Santa Cruz. Não sei se vou conseguir transmitir isso no relato, mas essa viagem foi muito mais que visitar locais bonitos, eu consegui experimentar o dia-a-dia deles lá em várias situações, desde as mais simples até as mais inusitadas como vender flores na porta do cemitério!

No final vou postar todos os preços de forma mais detalhada, durante o relato não vou focar muito nisso. 


Dia 1 - 21/10 - Chiclayo
Pousei em Chiclayo por volta de umas 14h da tarde. Fiz uma reserva pelo hostelworld no hostel "Casa Cima" dias antes da viagem e o Liam, dono do hostel, entrou em contato comigo e disse que me encontraria no aeroporto pois o hostel era bem próximo e caminhariamos até lá. Achei diferente e curioso, mas ele não cobraria nada por isso e aceitei de boa. No caminho do aeroporto até o hostel fomos conversando e descobri que ela é um ex-militar inglês que vive em Chiclayo pois se casou com uma peruana e tem uma filha. O hostel não é bem um hostel, é um apartamento grande, na cobertura, que ele vive com a esposa e filha e aluga 3 quartos para hospedes. Antes de chegar no hostel paramos num botequinho pra conversar mais e beber algo. EM seguida fomos pro hostel pra eu deixar minhas coisas e depois eu precisava trocar dolares por soles. O Liam se ofereceu e foi comigo até o centro trocar dolares em lugares confiaveis, pegamos um taxi por 4 soles (eu não planejava andar de taxi na viagem, queria economizar né, mas quando descobri o preço deles em chiclayo me dei a esse luxo em algumas situações hahaha). Era umas 17h ainda e em um folheto da cidade que o Liam me entregou vi que a praia ficava a uns 9km de chiclayo e tinha um pier lá. Decidi que iria até lá pra ver o por do sol do pacifico e o Liam me explicou como chegar lá de forma economica (a palavra magica do mochileiro hahaha). O transporte público de Chiclayo não possui onibus, possui "Kombis" que na verdade são vans, o pessoal das grandes cidades e que já foram pra região periferica ou mais distantes sabem do que eu estou falando. Segui a infos do Liam de onde pegar a Kombi e em qual direção ir, cheguei na garagem das kombis, perguntei qual ia pra "Pimentel" e peguei uma. Me custou 3 soles e eu rodei 9km até lá. Cheguei, caminhei pelo pier, tomei um suco e usei o wi-fi, apreciei o por do sol, comi um espetinho na rua (que até hoje não sei exatamente que carne era HAHAHA), e peguei a kombi de volta pro centro Chiclayo e depois um taxi até o hostel. Chegando na cidade, fui comer numa lanchonete quase ao lado do hostel.

 

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-Pier em Pimental

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-Por do Sol em Pimentel

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-Espetinho de Rua


https://photos.app.goo.gl/Su4N7kypVY35SwUK2
-Nesse link tem um video do cobrador anunciando o destino da kombi e abrindo a porta pros passageiros

 

Dia 2 - 22/10 - Chiclayo
Eu li que Chiclayo ficava numa região rica em arqueologia, com várias descobertas importantes de culturas pré-incas, os mochas eque viveram entra 100 a.c. e 800 d.c. entre outros. Sabendo disso e seguindo algumas dicas do Liam, decidi que ia pra uma cidade vizinha visitar 2 museus e em seguida ia pra outra cidade para o complexo arqueológico Túcume com piramides de 2000 anos atras. Aí começa a aventura! Fui umas 8h pra garagem das kombis novamente e peguei uma até Lambayeque. Lá visitei o museu Brüning e o museu Tumbas Reales de Sipán. O museu Brüning é simples, não achei tão legal, mas possui uma ala com itens do culto sexual dos mochas enorme, nunca tinha visto tanta escultura de pênis hahahaha. Os caras esculpiam pênis em todas as ceramicas! hahaha Em seguida fui caminhando pro museu Tumbas Reales de Sipán, esse sim era interessante de modo geral. A história do senhor Sipán, um dos achados mais importantes da arqueologia mundial pois ele se tratava de um grande governador e a sua tumba estava intacta, nunca foi saqueada nem nada, e por isso puderam estudar a fundo tudo. 
Em seguida peguei outra kombi e fui pra um vilarejo vizinho visitar o complexo arqueologico com umas piramides e tal. A kombi me deixou no vilarejo umas 11h, estava tendo uma feira de rua a aproveitei caminhar lá. Em seguida peguei um tuk-tuk que me deixou na entrada do complexo. E como a região lá é um deserto, chegou a hora de caminhar no sol infernal hahaha
O Complexo possuia 26 estruturas em piramides mocha, e muita coisa ainda estava sendo estudada e visitantes não acessar algumas areas. Foi legal e diferente, subi num mirador pra ter uma vista completa do complexo. Após umas 3h por lá peguei um tuk-tuk de volta pro vilarejo, almocei por incriveis 6 soles num restaurante familiar pequeno que tinha 2 mesas somente, conversei um monte com a mesa do lado e com a dona do restaurante que disse que foi a primeira vez que alguém de outro país comeu lá. (pra vocês terem ideia de como não é comum turistas naquela região e muito menos ainda mochileiros que se permitem a ter essa experiencia de transporte publico e de forma economica, sem auxilio de agencias hahaha)
E bom, não sou a pessoa mais fascinada do mundo por arqueologia, mas já que estava lá tinha que conhecer tudo isso né. E que bela escolha! Sai fascinado pela história, cultura, costumes. Aprender tudo vendo os vestigios da época ao vivo e visitando os próprios lugares é uma bela experiência!
Peguei uma kombi de volta direto pra Chiclayo e cheguei umas 17h por lá. Na noite do dia seguinte eu iria pra Cajarmaca por indicações do Liam e um taxista que conversei bastante e então fui comprar a passagem. Passei no mercado comprar algumas coisas pra comer. E depois no hostel fui ver o que poderia fazer no dia seguinte e descansar. Estava acabado por causa do sol do deserto hahaha

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- Ceramica XXX

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- museu tumba reales de sipán, a construção do museu é no mesmo formato em que as piramides da época eram construidas

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- mirador para as piramides. Como elas foram construidas de adobe a 2000 anos, por fora elas são assim bem diferentes do conceito de piramide que conhecemos

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-Escavações

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Dia 3 - 23/10 - Chiclayo
Decidi que iria pra outro complexo arqueologico nesse dia, no caso o local em que encontraram a tumba do sr Sipán, e em seguida iria pra o "Santuario Histórico Bosque de Pómac" que nada mais é que um bosque no meio do deserto que com umas piramides de 1000 anos atras também, mas por já terem sido exploradas e estudada, era possivel subir no topo delas!
Bom, umas 8h sai e fui pegar a kombi pra Huaca Rajada que ficava numa cidade vizinha também pra conhecer o complexo arqueológico onde encontraram a tumba do Sr Sipan. Lá estava tendo uma excursão de uma escola com um professor dando explicações, perguntei pro auxiliar se eu poderia ir seguindo eles pra ouvir tudo e permitiram, aprendi mais um monte de coisas, animal!!! De lá peguei uma kombi e voltei pra Chiclayo pra pegar outra kombi em direção ao bosque. Paguei 5 soles e viajei 60km de Kombi até a entrada do bosque na beira da rodovia, lá almocei num restaurante na beira da estrada também quase em frente ao bosque. Comida feita num fogão a lenha, que delicia! Me custou 10 soles.
Depois de alimentado, paguei 10 soles pra um tuk-tuk rodar comigo dentro do bosque já que cada ponto de visita lá dentro ficava bem distante, rodamos uns 30km no total lá dentro. Lá vi uma arvore com mais de 500 anos de idade, subi num mirador pra ter uma vista completa do bosque que floresceu em pleno deserto por conta de um rio que passa por lá, e depois fui ver 2 piramides que havia no meio do bosque e que era praticamente um parque de diversão pois é aberto pro publico subir nela e tudo mais.
Depois peguei uma kombi na beira da estrada novamente para chiclayo. Enquanto esperava a kombi, um caminhãozinho parou me oferecendo carona, mas eles iam até metade do caminho só e eu teria que pegar uma kombi de qualquer jeito, no caso a mesma que passaria ali. Recusei e esperei a kombi ali mesmo. Chegando em chiclayo umas 17h fui arrumar minhas coisas, comi algo e fui pra rodoviaria pegar o onibus umas 20h pra Cajamarca. A viagem duraria a madrugada toda e eu aproveitei pra dormir e economizar uma diaria.

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-Representação da tumba do senhor sipán no local real onde foi encontrado, porém a ossada e tesouro real estão no museu que visitei no dia anterior

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DITYayyKT0KHPzEItcrr7GDUPfonHU1ELuN7VmuorE2qRuXWuaIFcIOirlBYbDLXRPKLcUxUERElbdeWaAgn4iCoLJfhgh3d4lstgCXG1s0eiegJXTmk9riXsum9mN-Qb9iewslgwAM2Gj_PzjZZ3WuAENwPNNVV8ta4Py2Az-HqN4LFDiAxEEhz_RnB5ZVQv-h7_jVWHO3l4N15gX89BIKn7ZNbUo5MSZYPkQPpuI-Mv9_vUMOjChqdbaUT-Ux3VHKnNnCJm8piQ074E3aIcqBFGwhB0QpFzn8y9XmuFg6JEwMBCjAKbaC4Ao8X57CQ2QZYuSFt6p_cXDHeYQL9K0PqxNDHbjLRsZKWreEe6vOXRATW-k-AdOLTPn1E8cqr1EIKkyWB0EEM1JATg5_yvuM-axh0VhiDNGSpvnR5LmnlyNTcqCOfTNkqAo9tbUyrqnHORp16PWDzs-yny82pKk6UHQZe1vnuyRwCkFNZSsqANaVR-QOvwv5FwbFdnbPF9X_BEefKRPaqGiCbsdh0FPLlJnSrJGCtbGde1aw-kj5r3JyF6dqzFBlEoHE1jaRWm67FCJHhlVQ94e3Sce9TCbNxWepoKFijBjmPfD9YpvIRYDu1D-9uwuEexecX8DIC9Z2OkYGCm3GT6GiGVvHkMSPQqU8tb8NOl9_1=w1435-h808-no-Almoço feito no fogão a lenha

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-Vista do bosque seco em cima de um mirador

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-Topo da piramide

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-No meio do nada esperando a Kombosa hahaha

 

E assim terminou minha passagem por Chiclayo. Fui na cara e na coragem e curti demais, aprendi um monte! Foi o tipo de rolê que eu escolheria não fazer se tivesse planejado antes, e que não saberia o que estaria perdendo.

Continua...

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Dia 4 - 24/10 - Cajamarca
Sai de Chiclayo no dia anterior às 20h e cheguei em Cajamarca umas 5h da manhã. Eu não sabia nada de Cajamarca e fui parar lá apenas por indicação, então eu ia passar o dia lá e dependendo como fosse procuraria um hostel pra ficar mais um dia por lá. Cajamarca fica numa região alta, à 2.700mts de altura, e foi bom eu ter ido pra lá pois dei uma aclimatada leve em uma cidade não tão alta, já que dias depois eu iria pra Huaraz. Cheguei às 5h na rodoviária e ainda estava muito escuro, pedi pra deixar minha mochila no guarda-volumes (praticamente todas as empresas fazem isso pra você lá de graça), aguardei o dia começar a clarear e sai caminhar pela cidade em direção ao centro, parei só para tomar um café num carrinho de rua igual desses hotdog mas que servia um suco tradicional deles lá e pão, conversei com o casal que cuidava do carrinho e o outro cara que tomava café lá também e segui para a plaza de armas. A cidade possui uma praça muito charmosa, uma das mais bonitas que já vi, possui uma igreja antiga que não há torres como todas as outras pra evitar pagar impostos na época colonial e várias construções antigas muito bem preservadas e pintadas. Próximo dali há uma escadaria que permite subir num mirador pra ter uma vista do alto da cidade, consegui subir a tempo de ver o sol nascer. Foi lindo ver o sol surgindo entre as montanhas e iluminando a cidade que fica num grande vale plano cercado de montanhas (que não possuem os picos nevados como mais ao sul do Peru, já que ali o clima é quente e mais próximo do equador e da amazônia peruana). Depois disso voltei ao centro pra ver em algumas agências os passeios disponíveis, e fechei 2. Um até o Cumbemayo e outro até ventanilla de otuzco. Como ainda faltava 2 horas para o passeio ainda, fui caminhar mais um pouco, tomar um café mais reforçado numa cafeteria ali perto e usar o wi-fi um pouco pra pegar mais infos da cidade. Um ponto curioso é que cajamarca recebe turistas e tem uma estrutura melhor que chiclayo, mas a grande maioria é de origem peruana mesmo. Não vi ninguém de outra nacionalidade por lá, e olha que rodei algumas agências até achar o menor preço e depois todos os micro ônibus foram juntos e chegaram juntos no local de visita. Outra coisa é que o povo local em grande maioria é descendente de cajamarquinos, e é comum falarem no dialeto deles e preservar a cultura, tanto que as roupas deles são bem tradicionais e não é nada encenado como em outras regiões do Peru que é tudo pra turista ver, lá o pessoal vive dessa forma mesmo.
Bom fomos até cumbemayo, um campo arqueológico que possui o aqueduto de 8km que leva água das montanhas até a cidade e que foi construído em 1.000a.c. Bom, isso é o que parece, mas o guia disse que estudos mostraram que a cidade de Cajamarca possuía um abastecimento de agua muito bom o que não era preciso isso, o que traz a hipótese que o aqueduto era na verdade pra uma espécie de santuário e culto à água, pois o próprio local onde começa o aqueduto também possui uma formação rochosa bem diferente e é um santuário para a natureza, inclusive eram feitos sacrifícios em um altar de pedra. O aqueduto apesar da simplicidade impressiona como a mais de 3.000 anos atrás conseguiram construir um aqueduto que levava água por mais de 8km e tendo um desnível de no máximo alguns metros em sua extensão de 8km pelas MONTANHAS! A formação rochosa do local também é cercada de mistérios e há várias lendas. Vale muito a pena conhecer o local! Foi lá que eu tomei o meu primeiro chá de coca vendido por um cajamarquino na entrada do sitio. O nosso guia, que não me lembro o nome agora, foi sensacional, ele também era descendente de cajamarquino e falava o dialeto do povo, além de tudo ele também era um historiador e estava prestes a publicar um livro sobre a história local e tudo mais, nosso grupo fez uns caminhos diferentes dos outros grupos com outros guias e tenho certeza que aprendemos bem mais graças aos conhecimentos do nosso guia. Certo momento enquanto ele contava uma lenda cajamarquina entre as montanhas, 3 crianças que moravam dentro da região do sítio cantaram no idioma deles uma música sobre essa lenda. Posso até ter sido enganado e toda essa parte ter sido encenação, mas de qualquer forma foi bonito! hahaha Cada um do grupo deu 1 sole pra cada criança hahaha
Bom, voltamos pra cidade, fui almoçar e depois iríamos para outro passeio. Esse daria pra ter ido de transporte público mas também era bem barato e ele passava em outros pontos então decidi ir com a agência. O Guia era mais baixo nível que o anterior mas explicou algumas coisas, passamos num bosque de flores, numa fazenda de queijo, e fomos finalmente até ventanilla de otuzco, que é um cemitério já da época Inca em que numa formação rochosa havia um monte de janelinhas que era os túmulos. Nada tão extravagante no passeio, mas interessante. Nesse passeio eu conheci a Carla, uma bombeira que vivia em Lima e foi pra Cajamarca fazer um curso e tinha um day-off. Na volta desse passeio peguei informações com o guia pra ir até as águas termais da cidade, a Carla decidiu me acompanhar e descemos no meio do caminho pra pegar uma kombi e ir até o local por conta própria. Paramos quase ao lado das águas termais “Baños del Inca”, pagamos uma mixaria pra entrar e reservei por 30m uma banheira particular. Como já estava escuro a piscina comunitária já estava fechada. Há uma parte do local que é possível ver o solo vulcânico e água surgindo de lá a temperaturas altíssimas. Tem uma placa dizendo que se cair morreu hahaha depois disso peguei um taxi até uma galeria perto do centro, jantei por lá e caminhei até a rodoviária. Decidi que partiria pra Trujillo aquela noite, os outros passeios em Cajamarca eram só com agências mesmo, mais distantes, e não muito diferente dos que eu já tinha feito ou não me chamaram muita a atenção. Me despedi da Carla ainda na galeria mas mantivemos contato, eu iria pra Lima alguns dias depois e talvez ela já estaria lá também.
Valeu super a pena passar por Cajamarca, é uma cidade que está crescendo turisticamente e possui planos de o aeroporto local receber voos diretos de Cusco para quem sabe aumentar o movimento turístico, já que o aeroporto da cidade só recebe voos direto de Lima hoje e via terrestre direto de Lima a viagem é muito longa. Mas se tiver a oportunidade vale a pena conhecer a cidade e passar lá pelo menos mais um dia. 

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I4_PsB795aOdAW6U2tcQW2ToX49hUVrtcU0C1JIBNmbVp2ZIdpcrf-bAoXE7DAHf6owAyb1SRK8SMcLhB-jjS19Wb7UpVaFx3FLl2aEDINZWj-_ibBjbjCl8A5zl0eAPiTAdPeUEQhBUZnKiwIoj2oUgkdVvECOwMmXV81UWGHHHcyWgNS4NvBPtS8yaAZn6nYV_NOmHxCQ3CVknBeCxm7j1rI_MK4ycLGWbppmFsemuKsZitvTg-9ACMb5xVI7ZnusyqIzhARer75YvgoirNF6JR6WQhJpkRhjqGmlMxOvPvAqtfRYJ2LkFj7n8UVo2sd24KZi1brsetnTeh60vk0bCrsWf3SdS0XGlmL7INik4t9RLLGGNXBRh6dWVeBJrHSXgbao4zKVITRG3aeBkGwmsLnk0uvc6lLOaFCbJv4mQTpvJvMyuKGeuEq74SbulSkO5Yf76VQ0QPm8Ycl2OjQR2Cg4dRX2AuXi86oyUz7KdGJdmhIL9PGUnlRGvfCsx5bmQafD_FHNQ42oda3gxvSFgwllnkUwZp0pzRmYEfTPmNwe55r35fGUJLznxmaqpvWcYwenYYEWnsk36PA_hlNEMRHH1_LCssP3md68-_8V3W52r5qEj9_QPT7lPVNNAL7zosTsSrXxwuuc_3tywitZ_j-1HZ8Banma3=w1435-h808-no-Cumbe Mayo, um santuário pré-inca

aUqzC57Y_Rpjb21Dz-yU8RSBW7QvNryNMHoHp3Kx-qFVd6PkEk3huIinnf8QhGmF_yHxbrP4ckKiacUA7QVoVSTB3yXVlPaLKQLYIjPKncJ0O8V57T8wSp9CxvSgrVT8H34_gkl7-KKhlAhIWWZmtsh9GxfIRkNyD3FtcA0cGs9CMMt9nQIASjcOkp1a-_TqChewlK_4ozVPlHFz0n5e_3DOru71Sg7nNHOo368jMHGaoHnrgRMmVxo0CGvId90Qb-tWcoit0PjQxjeJfdgSn5us_nq8nnt5HLBJiiCXQTejjxmZ0KM0cblYe7teifwP9EyX6n1YdkIYmWZ-6cO5LBW111LvkAfzvu9QW9NQCpJWoK72WwOeZqJImtYVd11n_Fi1xqkX54tjaQyq0W3rrX6bAHYQa7nzxxXAWawSvaTPduSTAayQ0OyllS0Z_f13QnNlQ2mb2euNqVroq6hOZbrU4xeuxXbyTG5d_7vm5FtrYWd4sAcJDqCdcverBaS8YIEgTYAT0CgBHutBP455y1OMu5Gw-R0WQbtPZCukWFtX30Qvci2-jhMKKiSzBslA8a_68DZgKHCBLWaNKfrwj2e7FBwH28HKsF00pGr6s1VQVl2thVYG7x6adbB31jHrYRae4ZA0Pf3u68QWWHu2f1NkufbupBEt5aj5=w1076-h807-no-Rocha que lembra um moai

Tjn1RTexER4Cj4U9hMqsoi4wWyfI62K2hz_xcjVvMSc2NmZX3eCtGPjTSEacmaDcWa8sSxrX-ZDGZkRBvD7Hb3a1LO6Ql9d1aBP0goQIhwpxrwQEzpMbtmrcrzogF5LlsdWaaGHtG8_fGhbdrwsc6gm3DVIDRBvIkZMXpLjAJydxeHQ-VtYekF31dS_Qu7VyvBSTC-_sZYBQmTA604tGrGw7PF3A-gM0vBIPwEhbjbVAW58qp9q5KE5zpJD2MURLsw5PwJsoi7F1P1gKl851DHg3pevmBpEEgNs7axaOEbCyQy7l7zZfaYxsgM2sV_DJYjP7ZbYskGDPMMdxueNCeblCoqrdZ-6Ql9tYzKgi_axfL-boUt6l5yqV8D88u3RAUzaIQI_Gh1w408Co73ZpJHmI69vzWU8E-eUKZFI2ElDryo4FWoswDUJSqZbNqbQ7_PEsXVi92-9sLEePmip8ZOUJAgPp4lzhDvrLZgAWOa1kfB4t9aoKILm6Rjzfp4Zvr1lUVCNQW9zs6XS9mSNTl8JFUfDaGoXEuG5bhUEu_eVOTcaOtgMwzAKbP9wAm8UHbadqgrS6PidSrH3dvb9EwSEhEqpSya5OxTbA_1cmKAR1d9qQY_NKEVlGilEyql5OzQPasPyvOeLc8RllN1cvFBZsIMxhXKpdGIKW=w454-h807-no

-Meu primeiro chá de coca

 

aJKuV6OA5Ra3tp2A2szXng1euNBJvdlub3xfpK_0Qdwi6y5GaHFYCfPEMmEX-MEp0X_G3IunNNCCa-t5m-2TJ3Q1ziQE3Yv_z7ptRcPTMLFAN8ICSboTkA0E9JOc4m2cVPFLI0ijJtHr541JtTNbI9MmOrhZDSqXWSzXu2nb7iFbEWRxwJpv4bE31dE5rDALxGI95IM0ILkKdWJM_sNkOoVv6r_9wxD5P64GOp_R3LxhgMEXs2E9dkvIn_zDyCN-pguqeJpfVMiMkgoQGlsOf1aGXtS7qhWy2hr_QA3Dkd6C0Oq80bhEbmTkd4vOptk0ahqOlRyXvSG1x8IHNp524QakIpEwpqCmwukBk9NN7WZG-g2W3ZtcnqPEP-eAi0u_ik54RZbLU6CvHoKVmJOfxYgWyJeW-ucio32dT_BRJNaX80OJbwWDYzN2ikCsvIoDt8ulqzkqt-S8wA5AUJ8WtOLHUXyXr33CayhpaFgYgkDM1--4A-wFUc5o-xhpqc3hRXiO9CMjuD27sSCmzr4f2-HX0esRRWgEsMTMQAtWp9L8K9-iPCnMVpY7ffZX9-S5ApOaqhXsjL09I9AJ-RyqC4mmHVKe54NfPDy5pQZBB44_fDRfaBXLlEEEwSAZboaorUF5HgpFzdT0YAPcXIfKvd5dR263jNbqmWH1=w454-h807-no

-Aqueduto

 

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-XwQv4Ldy5nC7b1nroebxzZiyprQq_XIZyrWc2KypEPfLE3EqRcGF7zW4XmZk7q65j5YwMemNMU6rANyDCtGuL_-AqMTas4gV9qvkpG3-bmTsxJ0pTqquGsXYEBncUuP2t5eza4I3yJ4b2tbyIh-niJM3XdbcYEaggPE76ecCbdi3xjxxro4Iqo-yt1UN_l75oylYhws3O1DTp9h7IjR90j19zxkwWlM5720YZk2K2QbONLJFRKFtSmuPQm7A4TolojtoLzR5XBIXgjEiKUssTSRKaBChcECm_QqAiL1pNixj4JA7i_1WMRuJfubtkXX_anL_2gCZMoE_GI-S4F-edNxBVEoocubBjLjyWzKX9IZyeBBd7db8eMvpT-D2GGk-DZH52DHM06ctk_mHXnCp6HJQQ98FvTo9xZYF5i__kPUa3Cc0KZbVsTS8amKJXRNQXVOh_rXkmZjW3PFFKy-6dlAKX5WsSlNHGNl9qE2cL6nPDdzRSBn-3F9lm93wApzwTdRkBxTo-znbYOsLcXJPpH0GS1cMWJVErb5LEb1FGiR39kuJOHr120RPqFucUgAInmX-lBq-XCUpBUqoZGH8YCifphm9dUUTmAnOV2AxPfmnKWpz7wbKStlv7FEutjWQPqq6Ozxl3ZNba6PTYxyFU3bHfxEGeRUrq3u=w1440-h469-no-Ventanillas de Otuzco

5trm02hv51gnOotR3BQFpYTKu1nOXzMCdCNSIcSswmzeRbTORjxZHxz8kUPuuJmoKUNOlYM3NxPabYkdhzYX1qsxiS_933-k-wwQclSorw0BZ8wKzyu3V1s6Tz2H4qW9Zrys46g3fg-I7IuE_Az0wMoPptkykUXtoBNhsBOvvAVKISSU8-VIG4kvFvJC-yTwog0rojF_U114C6rxLbtc4wUVK4J3aaOjx2L0zeX-PXYRqTCH163VGqXxZhqH7ZxheEVTFuW43RuTtSq6FBKGcE6IRgpPTh2pZWtt6uc-ULXRVZQgzx-sbrOelyaKCK3ytr00KWp2AEQtI7-yWdnQ_3KlBZLgJeTHK4EHb4De7dZYigrihhpyKUgav_0rYW9LPFVPA-gvGniqlQP3VwgxS02XKcZ54lb-spdIDA-679dpBO-nzEJm5Esg9YdVTKhPl2VmZiQfZIXbm7WOVq6jPRBjlK2TVZQoXE-HABQkbsT_wgn2g6XiVrXk5cc7CWBd-FsWbtDQ-6JtYmXxSWiUgaUT8sLQ6Ib0YTKOvgjJq8P1He3y1x417RqnNxIaofTd0TQXdkfS0c3GbjxHxfZNMdoWJ1sKn88tdMBZiQPED4w=w1435-h808-no

-Baños del Inca

 

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Dia 5 - 25/10 - Trujillo
Cheguei em Trujillo umas 5h da manhã também, esperei na rodoviária pelo nascer do sol e fui caminhar pela cidade em direção ao centro. Trujillo é uma cidade bem maior que as anteriores e com uma estrutura mais desenvolvida, com ônibus no transporte publico mesmo e tal, mesmo que antigos. Tomei café em uma padaria perto da praça, entrei nas igrejas que tinham por lá, e peguei um ônibus até um shopping. Precisava trocar mais dólares por soles e usar o wi-fi pra dar notícias de que eu estava vivo ainda. Usei o wi-fi e o banheiro do starbucks, que aliás é o meu banheiro preferido pra qualquer lugar que eu viajo (mesmo sem comprar nada no $tarBucks hahaha). Sentei num sofá do shopping e aproveitei pra ver o que poderia fazer em Trujillo, os passeios não me chamaram muita a atenção e eu estava acabado depois de dormir 2 noites seguidas em ônibus enquanto viajava. Decidi ficar por lá descansando confortavelmente e almoçar lá também. Depois do almoço peguei um ônibus e fui pra região da praia passar o resto do dia lá, não que eu ia entrar na água mas só pra relaxar de uma maneira diferente, decidi que seria uma espécie de day-off devido a preguiça (uma das vantagens de não ter roteiro definido). Passei a tarde toda num botequinho em frente a praia conversando com uma ou outra pessoa que aparecia por lá, e com o gentil dono do botequim. Vi o pôr do sol lá também que foi bem bonito com o pier e as canoas tradicionais dos pescadores. Peguei um ônibus de volta para o centro onde encontrei um amigo que conheci pelo couchsurfing e foi me dando várias dicas sobre tudo e tal via whatsapp. Fomos caminhando do centro até a rodoviária pois decidi que iria partir para Huaraz naquela noite mesmo e encarar mais noite de viagem no ônibus. A principal atração de Trujillo são as 2 huacas incas que a cidade abriga, por mais que eu tenha curtido demais, eu já estava cansado de ver museu e ruínas antigas e decidi não gastar sei lá, uns 40 soles pra visitar esses 2 locais e tal. Não digo para não visitarem lá, mas é que eu não estava no feeling aquele dia pra fazer isso e foi uma decisão pessoal. Provavelmente se eu fosse visitar, por estar desanimado não curtiria tanto por já estar bem desgastado.
Mas enfim, a cidade é charmosinha e valeu a pena passar por lá pra relaxar e ver Naharban que conheci pelo CS e conversar um pouco.
 

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Dia 6 - 26/10 - Huaraz
Depois de mais uma madrugada inteira viajando de ônibus (foram 3 seguidas hahaha) finalmente cheguei em Huaraz a 3.000mts de altura, era umas 5h da manhã. Peguei um taxi até meu hostel, o Churup Guesthouse (não é o mais o econômico, mas como Huaraz era o objetivo principal da minha viagem, optei por mais conforto) . Meu check-in seria somente a partir das 13h, mas eles gentilmente me deixaram ficar numa sala de espera e quando o dia amanheceu me deixaram guardar minha mochila na sala de bagagens deles. Tomei café lá no hostel mesmo pagando alguns soles por isso. Huaraz era é a única cidade que eu havia planejado o que faria e tinha um roteiro, e o plano para o primeiro dia era ficar de boa na cidade, me aclimatar com a altitude e pesquisar nas agências os passeios e preços. Bom, eu tinha um roteiro né, mas a minha loucura me fez jogar ele fora quando eu aceitei um convite de um, até então, estranho. Vou contar essa história…
Era umas 9h da manhã e na primeira agência que cheguei para pegar infos, o cara que me atendeu manjava muito dos passeios mas não sabia dos preços e ficava perguntando para o chefe, na mesa ao lado, os valores. Achei estranho, mas ok. Minutos depois o mesmo vendedor percebeu que eu era brasileiro e me reconheceu do couchsurfing, pois eu havia publicado minha viagem lá. Ele disse que costuma receber hóspedes na casa dele pelo couchsurfing mas que não me ofereceu pois já tinha gente lá. Então ele simplesmente parou de tentar vender os pacotes, falou pra eu parar de pesquisar preços pois ele ia me ajudar, e me convidou para ir pedalar com ele às 11h. Eu aceitei na hora, na cara e na coragem, ele parecia ser uma boa pessoa. Bom, voltei ao hostel pegar minha mochila de ataque, trocar de roupa, e fui me encontrar com ele às 11h no local combinado. Ele já tinha uma bicicleta e me levou para alugar uma pra mim. Aluguei por 25 soles uma bike + capacete + luvas. E nesse meio-tempo pude conversar mais com ele e tudo foi ficando mais claro e fazendo sentido. Ele se chama Denise (com “e” no final mesmo) e é um ex-guia que largou a profissão para ser policial nas minas que ficam ao redor de Huaraz. Ele estava na agência que eu o encontrei cobrindo um amigo que trabalha lá e que não poderia trabalhar pela manhã. E digamos que ele carrega o espírito couchsurfing com ele, de proporcionar boas e novas experiências para viajantes e os ajudar.
Bom, até então eu estava tudo o máximo, mas não tinha ideia da aventura que eu me meti hahaha. A “Pedalada” dele seria pelas montanhas que cercam huaraz, pedalarÍamos quase 5 horas, fazendo um uphill por uma estrada de terra e depois um downhill por uma antiga trilha Inca. Eu ando muito de bicicleta, mas nada tão puxado assim, e eu nunca fiz um downhill! HAHAHAHA
Mas ok, eu estava em forma e ia ser uma baita experiência, isso não estava no roteiro. Colocamos as bicicletas em cima de uma kombi e fomos com ela até Paria, um distrito rural afastado de Huaraz, nesse ponto chegamos a 3.400mts de altura. Lá compramos pão, banana, chocolate e água. Seria nossa refeição naquele dia. Então iniciamos a ascensão pela estrada, não é uma subida extremamente íngreme mas ela é contínua. Possuía raros trechos de reta e mais raros ainda de descida, porém como o ponto final antes de realmente voltar pra cidade era mais alto, sempre que havia um trecho de descida era sinal de mais esforço depois pra subir de novo hahaha. Não consegui acompanhar o ritmo do Denise mas também não fui uma tartaruga, conseguimos seguir bem e confesso que conversamos pouco, precisava me concentrar para respirar pois fazer um uphill a 3.500mts de altura não é fácil. Por sorte eu não tive sintomas do mal de atitude, só o cansaço mesmo. Mas a cada 30 minutos pelo menos dávamos uma descansada. Quase no final, depois de 14km eu achei que não aguentaria pois nesse momento tive as piores câimbras da minha vida, nas 2 pernas nas mesma regiões da coxa. Naquele momento se amputaram minhas 2 pernas eu acho que ia doer menos do que as câimbras, sério, foi tenso. Ali paramos pelo menos uns 15 minutos e caminhei um pouco a pé mesmo pq pedalar tava osso. Mas só faltava 1km pra chegar até o ponto que seria somente descida e consegui pedalar mais um pouco até lá. Depois de 15.800km de subida chegamos ao ponto que iniciariamos o downhill. Apesar do cansaço, foi incrível! Pedalar em direção aos montes nevados e tendo uma vista de todo o vale de Huaraz cercado de montanhas é lindo. Não consegui tirar muitas fotos se não ia ter que parar a cada 5 minutos pois era uma vista mais bela que a aoutra.
Após contemplar a vista e descansar um pouco, hora de descer. O Caminho que faríamos é o mesmo usado por moradores que saiam dos seus vilarejos para subir aos pastos cuidar de seus animais, porém o Denise disse que é o mesmo caminho usado pelos incas quando passaram por aquela região e que possui centenas de anos. Alguns trechos do caminho eram de pedras e com escadarias com pontos que tínhamos que descer e carregar a bike, nem o Denise que era acostumado conseguir descer em cima da bike. Olha no que eu fui me meter hahaha. Mas peguei o jeito e me senti confiável e consegui acompanhar bem o Denise, teve um ponto que ele se distanciou e por causa das curvas e eu não consegui ver ele, quando eu me aproximei novamente eu vi ele empurrando a bike por um trecho que eu passei em cima da minha mesmo, sem descer, ele se assustou e perguntou se eu tinha passado sem empurrar, pq ele não conseguiu. Eu disse que sim e só depois me dei conta que desci um trecho cheio de pedras enormes hahaha.
Enfim, menos de 1h depois já havíamos chegado na cidade. Fui devolver a bike com o Denise, trocamos número de telefone nessa hora pra manter o contato. O Denise foi pra casa dele ajudar em algumas coisas que a família dele pediu e eu fui pro hostel descansar. Depois só sai comer algo ali perto mas já voltei pq estava exausto. 
E bom, o primeiro dia que o plano era só descansar se tornou um dos dias mais cansativos da viagem, mas que valeu super a pena. Posso dizer que fiz um amigo em Huaraz, que inclusive conversamos até hoje 1 ano depois, e fiz algo totalmente diferente. Um downhill numa trilha Inca cara!!! 
 

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-Pegando a Kombi até o ponto de partida já nas montanhas

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JGCRhhLUV_iCMAYbXWJBzJ50rNpxlr9GVgb1g5D2VluhYYqZr2khBsF_9DZKhP4j-BdsaxVSy_lPGhNDTrF-cqxpipK9wA14GkVFCH1yaCg40wXHyfAnmmDIL6bi62_A9mG7lmUuVQCnej8jVjLAurmHp9A2iaqGm-eItpaqwOnOvMg6f2d7nR5NlrBoNbH2hCspfVfXE71hW5wL0uSqTBKQE67UXDuux9nF34LY0FLiFVuzuY1EAplsY5GDgdX-WS2Mju3ukkMTiGLcUrTfNLmc9-1HxSkK7ATccLh_WcshUhRamNs0pHz8U71gO5UCGhI1aSibQ5n46Xa3VYHAASlaklJ1knVhLAUTpaMfo2Qxeso8XWdAuJ2l5ajyMgqow6l7ZMprxMfdO0KyL3bmh6zVvA2HdOtOofGKHQ_5TCSwzILm7WFrWBKXyQ0RvexR2ivG4fkcL8HHABMql2mVeld4lYaX6LBujh83ouvgMSCEd1L2zhxbLKbO1ZbGOXCwnx4LkMX7OEoFmx6xS4WP2tVOwLhMS2DaNNn1SQze3sBbNXQu5_jNVh9A7fNCjY-oTp3TstWKqS9f-NRtOMfrScZ5YloWFC0h2KCmdKExG-8=w1435-h808-no-A Magrela

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-Ponto final da subida depois de quase 16km. Começamos a descer a partir desse ponto

 

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-Parte da trilha inca que fizemos o downhill! (Essa parte ainda era fácil hahaha)

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- Denise, que se tornou um grande amigo e me ajudou muito nos dias seguintes em Huaraz

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E bom, foi assim meu primeiro dia em Huaraz, e que dia!

Continua...

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Dia 7 - 27/10 - Huaraz
No roteiro original o plano para o segundo dia era ir pro glaciar pastoruri, porém depois da aventura do dia anterior decidi ficar na cidade pra descansar. Dormi até umas 10h da manhã (primeira vez q dormi bastante desde o início da viagem) e sai caminhar e conhecer a cidade de fato, pois no dia anterior conheci o Denise já na primeira agência e não tive tempo de ver a cidade. Bom, lá estou eu caminhando indo em direção ao mercado municipal e quem eu encontro no caminho? O Denise! hahaha
A cidade não é tão grande então esse tipo de coisa acontece mesmo. No dia anterior eu tinha comentado pra ele que eu trabalhava com TI e ele comentou que estava com problemas no computador dele, me ofereci pra ajudar (era o mínimo depois dele ter me levado pra pedalar né). Fui até a casa dele e dei uma limpa no pc dele. Deu a hora do almoço e ele sugeriu irmos numa cevicheria e lá fomos. Um restaurante bom, meio afastado da praça central e frequentado somente pelo povo local, ou seja, comida autêntica por um preço justo. Comemos cada um ceviche com choclo delicioso. Depois disso o Denise precisava encontrar um cereal específico lá que a família dele pediu pra ele comprar já que todos estavam trabalhando. Como eu não tinha planos e ele convidou pra ir junto, fui com ele caminhar e conversar mais.
Caminhamos até um local meio afastado do centro em que 2 vezes por semana funciona uma feira em que o pessoal que vive no campo traz seus produtos para serem vendidos, havia de tudo lá, desde animais vivos até plantas exóticas, e o local era mega sujo e a céu aberto. Por recomendação do Denise eu não tirei fotos e nem dei muita pinta de turista, aliás não vi nenhum turista lá também, é um negócio bem voltado pro povo local mesmo. O Denise comprou o que precisava e então caminhamos até a casa da família dele deixar a compra lá. De lá o Denise ia passar no escritório do parque nacional de Huascarán conversar com um amigo e pegar alguns mapas com ele, pois por mais que o Denise não seja mais guia ele contribui muito ainda com o pessoal que trabalha na área e ama as montanhas. Aproveitei pra comprar meu boleto turístico para visitar os pontos dentro do parque nos próximos dias. Depois disso fui com ele até o cemitério da cidade, onde sua mãe e irmã trabalhavam vendendo flores na porta e ele foi ajudar elas. Eu não queria atrapalhar e por isso fiquei de canto só olhando, só de estar ali já estava sendo uma baita experiência (também sou de uma origem muito humilde, por isso valorizo muito esse tipo de coisa), mas em certo momento um casal de gringos queriam comprar umas flores e só falavam inglês, aí eu ajudei na venda traduzindo algumas coisas hahaha (O Denise fala inglês, mas ele tinha ido buscar mais flores no carro nesse momento). Por volta de umas 17h me despedi de todos e voltei para o hostel, o Denise disse que cuidaria de reservar meu passeio no dia seguinte para o Glaciar Pastoruri por um preço justo e com uma boa agência. Dito e feito, horas depois ele me mandou um whats dizendo que umas 8:30 o micro ônibus passaria no meu hostel e me custaria 35 soles. Conheci uma americana no hostel que havia acabado de voltar do trekking Sta Cruz, que eu faria nos dias seguintes, e saímos pra comer uma pizza e conversar, ela contou como foi a experiência e deu pra eu ter uma ideia do que esperar. Assim acabou o segundo dia em Huaraz, esse sim foi de descanso hahaha (Quase nehnuma foto pq o dia foi leve)

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-La gordita

Continua...

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Dia 8 - 28/10 - Huaraz
Como combinado no dia anterior com o Denise, por volta de umas 9h o micro passou no meu hostel para me buscar e irmos até o glaciar pastoruri. No micro havia um grupo de estudantes do ensino médio e mais um ou outro turista. O Guia que nos acompanhou era também uma espécie de professor, e no caminho até o Glaciar que durou no máximo umas 2h, com algumas paradas, ele foi dando várias informações e contando histórias. Eu gostei, aprendi algumas coisas sobre o clima e história da região. No caminho de ida o onibus fez uma parada em um restaurante onde podiamos tomar chá de coca e comprar folhas também, e quem quisesse almoçar lá quando voltássemos teria que deixar reservado. Não reserver pois eu tinha levado alguns lanchinhos e almoçaria mais tarde na cidade mesmo. Em certo momento da viagem o ônibus sai da estrada asfaltada e pega uma estrada de terra, de boas condições, em direção as montanhas, esse trecho já faz parte do parque nacional huascaran. Ele faz a primeira parada no posto de controle onde quem não tem compra o bilhete para entrar no parque ou quem já comprou na cidade apresenta o bilhete. Em seguida ele faz mais 2 paradas, uma numa fonte de agua natural gaseificada e outra na pequena laguna de 7 colores, onde dependendo do clima, sol, temperatura, a água assume uma cor diferente. Não achei nada demais esses 2 lugares, a não ser a bela vista proporcionada ao fundo. Mais um pouco chegamos a base a 5.000mts de altura e de lá subiriamos até o Glaciar. Fomos um dos primeiros a chegar e o clima estava bom, só um pouco nublado, o que foi bem tranquilizador pois na estrada dava pra ver alguns trechos que chovia muito. E aí fica uma lição importante sobre as montanhas, o clima muda muito rápido, é incrivel! Do nada uma chuva cede espaço pra um céu limpo, mas do nada o inverso acontece também. Ok, da base começamos a subir e caminhamos cerca de 2,5km até o glaciar, nesse momento o guia deixa cada por si e apenas acompanha caso alguém passe mal ou algo assim, e como muitas pessoas vão lá, todos se misturam. A caminhada de 2,5km faz vocẽ subir uns 400mts, saindo de 5.000mts e indo pra 5.4000mts, e nesse trecho vi muita gente passando mal, dores de cabeça, cansaço, vomito, tudo por causa da altitude. Como eu já tinha pedalado 2 dias antes e ficado mais 1 dia na cidade de boa, estava super aclimatado já e não senti nada além de um cansaço um pouco mais forte que o normal, por isso estar aclimatado é muito importante. A caminhada é tranquila em um trecho quase que asfaltado, nivel fácil, faz muito muito frio e é dificil ficar sem luvas ou gorro, mas o que pega mesmo é a altitude. Ao chegar o Glaciar é lindo, imponente e curioso também, achei o máximo! O tempo estava começando a fechar e começou a “garoar”, porém devido a altitude e o frio essas gotas se tornavam em neve. No total devo ter ficado quase 1h lá em cima, tirei fotos, admirei tudo, e quando a chuva/neve começou a engrossar comecei a descer, pois descobri que neve molha! hahahahaha
Fim do passeio, voltamos pro restaurante na estrada onde quem reservou o almoço comeu, e depois voltamos pra cidade. E novamente quase logo após descer do onibus, encontro o Denise caminhando pela rua! E nesse momento que eu fui me dar conta o quão popular ele é, ele conhecia todo mundo do comércio local, telefone tocando a todo momento, ele é mega querido na cidade. É aquele tipo de cara que se tornaria vereador fácil fácil por causa da carisma hahaha Enfim, chegando lá ele já tinha cuidado das coisas pra eu começar o trekking Santa Cruz no dia seguinte, conseguiu um ótimo preço pra mim e se certificou que o guia que iria com o grupo era bom, os equipamentos de boa qualidade, a comida era boa e suficiente, enfim, viu todos os detalhes pois ele já trabalhou como guia nesse trekking e sabe como deve ser as coisas. Ele me deu todas as dicas necessárias e ainda foi comigo até o mercado popular comprar uma capa de chuva. Paramos numa lanchonete pra comer alguma coisinha e nos despedirmos pois 2 dias depois ele voltaria para a região das minas trabalhar como policial e só voltaria pra Huaraz 23 dias depois. Agradeci por tudo que ele fez por mim sem querer nada em troca, não sei se consegui expressar tudo aqui no relato mas o Denise foi uma espécie de anjo pra mim, é uma das pessoas mais bondosas que eu já conheci e sem dúvidas vou me lembrar dele pelo resto da minha vida, aprendi muito com ele sobre, digamos assim, sobre fazer o bem sem esperar nada em troca!
Passei no mercado comprar algumas coisas pra levar no trekking que se iniciaria no seguinte, voltei ao hostel e deixei tudo pronto para o dia seguinte pois a van passaria umas 5h~6h me recolher.

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Dia 9 - 29/10 - Huaraz
Um pouco antes das 6h uma van passou me pegar no hostel, ela estava meio vazia ainda e só tinha 3 pessoas + o motorista. Fomos passando em outros hostels e recolhendo mais gente pra finalmente completarmos um grupo com 13 pessoas, dos mais diferentes locais, Inglaterra, País Basco, França, Austrália, Nova Zelândia, Suécia, Polónia e eu, o Brasileiro perdido lá no meio hahahaha. Iniciamos o trekking pela por cashapampa e paramos num vilarejo no meio do caminho para tomar café. Nesse momento sentei na mesa com os 2 bascos e comecei a ficar amigo deles. Do café seguimos mais 1 horinha de estrada para o local em que começariamos o trekking. Lá encontramos nosso guia, cozinheiro e o muleiro, eles haviam acabado de completar um trekking com outro grupo que fez o percurso inverso do qual faríamos e já iniciaria outro conosco. Iniciamos a caminhada no primeiro dia por volta de umas 11h sempre seguindo o sentido contrário de um rio que corria entre 2 montanhas que formavam um estreito vale cheio de pequenas quedas de água, lindas paisagens! E às 14h já estávamos no primeiro acampamento que é já ficava numa parte mais larga e plana do vale, o cozinheiro chegou quase junto conosco e preparou um almoço leve pq não jantariamos tão tarde. A caminhada desse primeiro dia foi bem tranquila e fomos num ritmo super bom, quase não paramos, todos estavam bem fisicamente. Contando os 4 dias de trekking que fariamos e dando um spoiler, o primeiro dia só não é mais fácil que o ultimo dia, mas ainda é tranquilo. Como ainda tínhamos muito tempo foi o momento de todos conversarem e se conhecerem melhor. Tirando o Australiano que era mega chato e isso se provou no final do trekking onde todos reclamaram dele, o grupo era demais! O Julio, nosso guia, nos levou até uma pedra de uns 3 mts pertinho do acampamento para “brincarmos” de escalar até o jantar ficar pronto. Voltamos e conversamos mais ainda, jantamos e umas 20h já estamos indo para as barracas dormir. Eu dividi a barraca com os 2 bascos, a Enara e o Gari, nós 3 tínhamos conhecido um ao outro naquela manhã no café da manhã e a noite estávamos dividindo alguns metros quadrados da barraca hahahaha Mas foi muito legal e engraçado, parecia que eramos amigos a anos e falávamos de tudo, cada um com sua história, sonhos, pensamentos e tudo mais, foi incrível! Alias se tem uma coisa que marcou minha viagem muito mais do que os lugares e paisagens que eu vi, foram as pessoas. Essas sim fizeram toda a diferença e deixaram tudo mais mágico! E foi assim também com esses 2 bascos filhos da mãe que praticamente me adotaram no trekking e viraram meus amigos hahahaha

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    • Por maicon.amarante
      Eae pessoal
      Depois de 4 meses de muita pesquisa, estou finalizando o meu mochilão, resolvi compartilhar por aqui para poder ajudar de alguma forma quem pretende fazer o mesmo percurso.
       
      Moro atualmente em Goiânia e vivo viajando por esse brasew, faz algum tempo que queria ir na Bolívia e quando comecei a planejar a viagem fui pensar melhor e talvez eu encaixe Machu Picchu, e pq não Atacama? O roteiro foi crescendo até que decidi que iria ser 40 days on the road. Inclusive, se alguém quiser acompanhar as fotos dos lugares que passei, tô postando no instagram só pesquisar a hashtag, #40_days_on_the_road
      Comecei a viagem por Uberlãndia-MG no dia 22/08, passei por algumas cidades de Goiás e segui pra Campo Grande-MS, lá seria o ponto de partida. O plano inicial seria de 20 a 25 dias cruzando Bolívia, Chile, Peru e retornando a Bonito-MS, onde finalizava os 40 dias, maaaas, como nem tudo sai conforme o planejado kk, várias mudanças.

       
      Vou pular alguns dias e ir direto ao 03/09, quando cheguei em Campo Grande. Resolvi passar por lá e não ir direto a Santa Cruz de la Sierra pq tenho uma amiga na cidade e faz tempo que estava devendo uma visita, além de querer conhecer a capital do MS, seguiria pra Corumbá no dia 04/09 e por lá cruzava a fronteira da Bolívia em Puerto Suarez.
       
      O roteiro inicial seria o seguinte:
       
       
      04/09 Campo Grande - Corumbá
      05/09 Corumbá - Porto Quijarro
      Porto Quijarro - Santa Cruz de La Sierra
      06/09 Santa Cruz de La Sierra - Sucre
      08/09 Sucre - Uyuni
      09/09 Uyuni - Salar
      Salar
      Salar
      11/09/2015 San Pedro de Atacama
      12/09/2015 San Pedro de Atacama - Arica
      Arica - Tacna
      13/09/2015 Tacna - Nazca
      Nazca - Ica
      15/09 Ica - Cusco
      16/09 Cusco
      17/09 Cusco - Aguas Callientes (Hidroelétrica)
      18/09 Machu Picchu
      19/09 Aguas Calientes - Cusco
      20/09 Cusco - Puno
      21/09 Puno - Copacabana
      22/09 Copacabana - La Paz
      24/09 La Paz - Santa Cruz de La Sierra
      25/09 Cruz de La Sierra - Porto Quijarro
      26/09 Porto Quijarro - Corumbá - Campo Grande
       
      Devido ao primeiro perrengue já no comecinho do mochilão, tive que excluir um parte do roteiro Chile.
      Eu tinha disponível pra essa viagem quase 5 mil reais, mas ainda precisava comprar muita coisa e conforme o dólar ia subindo meu dinheiro ia sumindo, e ainda naquela onda de levar tudo em real ou trocar alguns dólares, no final levei real e não tive muitos problemas com lugares pra trocar, mas, nunca mais faço uma viagem dessa com real, o dólar pode tá alto pra caralho que vou preferir ele, a nossa moeda não tava valendo nada e peguei cotações de até 1,50.
       
      Algumas coisas que comprei que foram bem úteis:
       
      Jaqueta impermeável ( comprei na Decatlhon, CASACO RAIN-CUT WARM ) super recomendo essa, teve dias no Salar com temperaturas negativas e não sofri muito com o frio graças a ela.
      Forclaz segunda pele que usei em muitos dias.
      Toalha seca rápido também na Decatlhon
      Bota - não era impermeável. essencial para andar na Ilha de Cactus do Salar e em algumas lagunas, o resto do passeio era tranquilo, ótima também pra Machu Picchu e a trilha pela hidro.
      Lanterna
      Remédios - Comprei vários dorflex, dipirona, e não sei mais quantos comprimidos, não usei nada pq não sofri com a altitude. Agora algo que recomendo levar é Aspirina, sempre tomava um comprimido a cada cidade q ia chegando, alguém me disse que era melhor que a soroche pills e realmente me ajudou. Outro também bom é o Bromoprida, ganhei da minha amiga e segundo ela era bom pra quando tivesse ânsia de vômito, e não é que deu certo. Neosoro também indico comprar pq o nariz resseca muito. Protetor solar não precisa lembrar e labial também, leve pelo menos 3 e fique com ele 24hs pra sua boca não sofrer rs.
      Mochila - comprei uma da Nautika de 45L bem barata no site da CasaFaz e levei mais uma de ataque.
       
      A mochila foi assim:
       
      8 camisetas + 1 segunda pele
      3 calças
      2 bermudas ( 1 jeans + 1 de banho) - não usei
      1 jaqueta comum
      1 moletom (não usei)
      1 casaco impermeável (3ª camada)
      1 colete
      2 gorros
      1 cachecol
      6 pares de meias
      1 par de luvas (perdi na volta em Puno =((
      1 toalha (seca rápido)
      1 chapéu + 1 boné
      1 travesseiro de ar (ñ usei) e outro de pescoço
      1 cobertor (usei poucas vezes)
      1 sapatênis
      1 havaiana
      1 money belt (doleira)
      Objetos de higiene pessoal (sabonetes, desodorante, escova dental, etc)
      2 cadeados (ñ usei)
      1 cortador de unhas (acho importante citar pq suas mãos ficam extremamente sujas kkk)
      1 canivete suíço (não usei)
      1 pacote de lenços umedecidos (sobrou alguns)
      3 carregadores portátil (não usei nenhum)
      máquina fotográfica, cartões de memória, agenda pra anotações
      pasta com roteiro e fui guardando documentos e passagens.
      Extensão e 1 benjamim (mais conhecido como T) - bem úteis
      Pen Driver
      Sacos pra lixo, clipes, ligas
      Certificado Internacional de Vacina contra Febre Amarela - é obrigatório pra entrar na Bolívia e tem 10 anos de validade, se você tomou é só ir na Anvisa e solicitar o certificado, se ainda não, tem postos de saúde que aplica, só ir lá e depois seguir pra Anvisa. Não me solicitaram em momento algum, mas é melhor levar né.
      Se vc puder comprar essas coisas mais úteis tudo antes da viagem é melhor, vai comprando aos poucos, principalmente bota que é mais caro.
       
      Tomando forma...
       
      Conheci uma galera através do Mochileiros e entrei no grupo, alguns com saídas no dia 6, outros no dia 12 e por aí, mas basicamente o mesmo roteiro, fui me animando com o grupo e a cada dia que passava só ansiedade.
      Sábado, 05/09...
      Entrei na Bolívia por volta das 16:40 por aí.

       
      Logo que atravessei a fronteira vi um mercadinho que fazia câmbio, a cotação estava a 1R$ = 1,85. Troquei 100 reais somente para pagar a passagem pra Santa Cruz , comer alguma coisa e um táxi até o terminal de Quijarro, naquele momento eu já tava perdido na primeira cidade da Bolívia e só queria seguir pra Sta Cruz rs. Esse foi o valor mais alto que achei no câmbio do real na viagem inteira, que arrependimento de não ter trocado logo muita grana alí, me disseram que o câmbio em Sta Cruz estava a 1,92, resolvi deixar pra trocar um valor mais alto por lá.
      Cheguei no terminal de Puerto Quijarro e tive que esperar até às 20h pra poder ir pra Sta Cruz, o primeiro ônibus seria às 19:00 mas não era tão confortável, chá de cadeira de quase 3hs.
       
      A passagem de Puerto Quijarro a Santa Cruz custou 80B$ (com a cotação que troquei, mais ou menos 44R$), tem ônibus às 19:00 de duas empresas e outro às 20h.
      Água de 600ML no terminal = 5B$
      Dica pra quem vai fazer o clássico mochilão Bolívia/Chile e Peru: se tem uma coisa que você vai comprar bastante nessa viagem é água, então sugiro que vc reserve uma grana só pra isso rs.
       
      Próximo post.: Sem grana em Santa Cruz. pq mochilão sem perrengue não é mochilão
    • Por Juliana Champi
      "At your own risk" será explicado no fim do relato! 
      POR ACASO... ÁFRICA DO SUL
      Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)!
      Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel.
      Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir.
      Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam.
      Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, a animação tomou conta de mim... “Marido... a Lua de Mel pode ser na África?”. Eu estava radiante!
       
      POR ACASO... COMPANHEIROS!
      Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência!
      Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz!
       
      PLANEJAMENTO
      O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei!
      Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc.
      Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem
      Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método.
      Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar!
      Clima: inverno!
      Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade.
      Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros
      Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto).
      Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim:
      22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg
      23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg
      26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger
      30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown
      30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown
      7 de setembro – aéreo de volta pra casa.
      A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA).
      Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou.
      Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte.
      Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade.
      Hospedagens
      Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo:
      Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu.
      Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731
      Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem:
      www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3
       
      Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive
      Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”!
      Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros.
      Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive.
      Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta!
      O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso!
      https://www.sanparks.org/
      Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!!
      Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim.
      Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido!
      *Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos!
      *Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né!
      Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência.
      *Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois.
      Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos!
      Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa.
      Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h.
      O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade.
      O que comprar antes
      Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai.
      *Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto.
      *Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown.
      Internet
      Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal.
      Money... que é good nóis num have!
      Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras.
      Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões)
      Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto.
      Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas!
      Arrumando malas
      Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar.
      Chegou a hora!
      Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1)

      FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel!
       
      CONTINUA...
    • Por raquelmorgado
      Quando regressámos da viagem pelas américas trouxemos connosco a mesma vontade de conhecer coisas novas e acabámos por transportar isso para as cidades portuguesas. Em outubro fomos viver para Lisboa e começou a caça às atividades giras, preferencialmente gratuitas. Foi dessa forma que a Raquel, pelo Facebook, encontrou as visitas guiadas ao aqueduto de águas livres que se realizam ao sábado de manhã. Nenhum de nós tinha visitado o museu da água e apenas conhecíamos o aqueduto visto da estrada, em trânsito. Quem leu em adolescente os livros da coleção Uma Aventura quase de certeza não falhou o que se passa no aqueduto – Uma Aventura em Lisboa. Se forem como nós, desde essa altura têm uma vontade de atravessar o aqueduto.
      Por ser algo garantido, não se valoriza devidamente o acesso a água canalizada, que está sempre ali, à espera que se abram as torneiras. Pelo contrário, quem, como nós, viveu alguns meses sem água canalizada, a ter de comprar cisternas de água para encher depósitos, sabe como este é um bem precioso. O museu da água (EPAL) tem a função de consciencializar a população para o racionamento desse bem precioso, uma coisa que tem sido muito falada. O caso mais mediático é o da Cidade do Cabo, na África do Sul, em que há vários meses se fala no Day Zero, o dia em que a água vai deixar de correr nas torneiras devido à seca extrema. Esse dia foi sucessivamente adiado por medidas de poupança cumpridos à risca, redução do horário de fornecimento, proibição de desperdício e atribuição de um rácio de água por habitante. Mesmo em Portugal, em 2017, houve dias assustadores, com diversas barragens abaixo do recomendado e duas pontes outrora completamente submersas a surgirem de novo na paisagem. Nós fomos à procura de uma delas e o cenário é realmente desolador.
      Muitos criticam os preços que a EPAL cobra pela água, acima da média europeia, mas nem tudo é mau nesta empresa. Estes sabem que têm um papel na vida lisboeta que vai além da tarefa diária de manter a água a correr nas torneiras, dando valor ao património histórico e cultural, sendo um dos exemplos o museu da água aberto ao público.
       
      Houve tentativa de criação de museu em 1919, mas só em 1987 foi instalada uma exposição permanente.  O museu tem um preço acessível, recebendo também concertos grátis e pagos. É constituído por:
      aqueduto das águas livres; reservatório da mãe d’água; reservatório patriarcal; estação elevatória a vapor dos Barbadinhos; Galeria do Loreto;
      Aqueduto das águas livres
      Os arcos que o compõem são uma das imagens de marca de Lisboa, visíveis da Avenida de Ceuta, Monsanto, Campolide, e até para quem chega de avião. O aqueduto foi construído recorrendo a um imposto especial aplicado aos bens essenciais, como azeite, vinho e carne, por determinação real de D. João V, em 1731, plena época de império português, onde circula ouro, diamantes, especiarias, tecidos e madeiras finas. Tempo de esbanje e de mostrar aos países vizinhos que temos tudo em grande, então, por que não fazer um aqueduto à sua imagem? Estes 14 quilómetros de aqueduto resistiram ao terramoto de 1755, mantendo-se inabaláveis os 127 arcos, inclusive o maior arco de pedra do mundo. O sistema completo percorria quase 60 quilómetros, trazendo água de 58 nascentes, tendo sido utilizado até 1967. Voltando ao início, em 1744, diz a EPAL que ao som de avé-marias, circulou primeira vez água de Belas (Sintra) até às Amoreiras, onde fica a mãe d’água. Fornecia 1300m3 de água, reforçados em 1880 com a inauguração do aqueduto do Alviela. É monumento nacional desde 1910.
      Foi cenário de diversas histórias e lendas, como a do célebre ladrão Diogo Alves, que atirava do topo do aqueduto as vítimas que roubava. Foi muito pela agitação criada por estas mortes que se fechou o aqueduto. Diogo é célebre por ser o último condenado à morte em Portugal, enforcado a 19 de fevereiro de 1841. Há um filme, estreado em 1911, sobre a sua história, e a sua cabeça encontra-se na Faculdade de Medicina de Lisboa, tendo sido estudada para perceber de onde vinha tanta malvadez. Voltando ao aqueduto, tem 941 metros abertos ao público, sobre o Vale de Alcântara. É uma caminhada fácil, agradável, com uma boa vista sobre a cidade, e com pouca gente em simultâneo. Tem um bebedouro junto ao portão de entrada onde podem encher garrafas que levem vazias.



       

      Reservatório da Mãe D’água
      Dois dos seus arquitetos morreram antes da finalização do projecto, que foi sendo alterado com as sucessivas trocas de responsável. Começou a funcionar em 1746, sem que o projeto estivesse finalizado. Passaram mais 80 anos, 7 reis, invasões francesas e o terramoto até que durante o reinado de D.Maria II, com alteração da imagem inicial, este ficasse concluído. Tem um certo misticismo, sendo amplo e luminoso. Arquitetonicamente é muito mais do que uma cisterna de água.  Tem um terraço com vista sobre a cidade, um tanque de 5500m3, quatro colunas e é utilizado para receber exposições, algo que já tínhamos visto na Argentina, em Mar del Plata, uma Torre de Água que também é museu.
      Tem uma pequena loja com produtos alusivos à EPAL, é um espaço bastante interessante, merece que se fique ali a olhar para a cascata que sai da boca dum golfinho e para o tanque.



      Reservatório da Patriarcal
      Em pleno Príncipe Real, por baixo da praça D. Pedro V, existe um reservatório que era abastecido pelo novo aqueduto da Alviela. É um espaço imponente, também misterioso, onde se fazem desfiles e concertos. Os dois tanques têm uma capacidade próxima de 900m3 e foi construído para reduzir a pressão da água entre as Amoreiras (Reservatório da Mãe D’água) e a baixa da cidade.
      Tem um 31 pilares e abóbadas que sustentam o lago que permite o arejar das águas. São visíveis as três galerias que partem dali. Uma vai até à Galeria do Loreto, outra até à Rua da Alegria e a última até à Rua de S. Marçal. Partem daqui as visitas pela Galeria do Loreto, podendo ver-se os capacetes de segurança dispostos no início do túnel.
      Todas as sextas-feiras, às 19h, recebe concertos de fado, em parceria com a Real Fado.


      Estação Elevatória a Vapor do Barbadinhos
      Chegou um momento na história em que era preciso mais água, o sistema existente não dava conta do recado, por isso foi preciso encontrar outra solução. Entre 1871 e 1880 construiu-se o Aqueduto da Alviela, que trazia água a 114 quilómetros de distância. O reservatório foi construído junto a um extinto convento, foi desativado a 1928, mas ainda conserva as máquinas a vapor e uma exposição permanente. Nota: A nossa viagem não incluiu os Barbadinhos.
       
      Galeria do Loreto
      O sistema tem várias galerias, como a das Necessidades, Campo Santana, Rato, Esperança e Loreto. Esta é a única visitável, com guia, em duas partes: 1) do Reservatório Patriarcal até ao miradouro de S. Pedro de Alcântara; e 2) do reservatório até à Rua do Século. Todo o sistema da galeria do Loreto tem 2835 metros. Dizem que vale a pena a visita, mas tem sido difícil enquadrar os nossos fins de semana em Lisboa com as visitas guiadas.
       
      Preços:
      Os reservatórios, a estação elevatória e o aqueduto são grátis todos os fins de semana de 2018. Nos restantes dias, os preços variam, de 1 a 10€, dependendo do que forem ver. As únicas visitas mais restritas são as da Galeria do Loreto, que exigem marcação prévia.
       
      Vale a pena:
      Aproveitando os bilhetes grátis ao fim de semana devem visitar o museu. Mesmo pagando, por 15€ conseguem ter acesso a tudo. O ideal é encontrar um dia não muito quente para ir ao aqueduto. Tanto faz sentido ir em visita guiada, para receber o contexto histórico, como sozinhos, para calmamente apreciar e passear nos aquedutos e os reservatórios.


      R. Alviela 12, 1170-012 Lisboa, Portugal   https://365diasnomundo.com/2018/09/19/agua-lisboa/
    • Por PedrãodoBrasil
      Travessia Chapada Diamantina Extreme (10 Dias, 176 km)
       

       
      (Ibicoara x Lençóis) Sul x Norte
       
      01 a 11 Setembro 2018
       
       
       
      Integrantes
       
      *Formiga (Guia)      https://www.facebook.com/formigueiro.formiga
      *Pedrão do Brasil (Idealizador do Trekking)
       
      *Luciano
       
      *Karla
       
      Saída de Vitoria no dia 30 de Agosto de 2018. Chega em Lençóis as 14:20 hs.
      Ida para o Beco Hostel. (www.obecohostel.com.br)
       
       
      Dia 31 ida para Ibicoara.
      Saímos de Lençóis cedo e fomos para Ibicoara, local onde o trekking iniciou. Nos Hospedamos no Refúgio da Família X no Campo Redondo.
       
      Dia 01 de Setembro ida a Cachoeira do Buracão.
      Liga ímpar e a melhor e mais bonita cachoeira da Chapada Diamantina.
      Inicio 10:00 hs
      Término 16:00 hs
      Ida e volta 7 km.
       
      Dia 02 Setembro. início da travessia extreme.
      Ida ao Baixão, onde se iniciou o Trekking, fizemos Cachoeira da Fumacinha por baixo
      Chegada ao entroncamento as 12:00 hs. Fumacinha as 13:00 hs.
      Acampamento entroncamento, Próximo a fenda as 16:00 hs.
       
      Inicio 09:30
      Termino as 16:00.
      12 km
      Dia 03 Setembro
      Saída do entroncamento (canyon da Fumacinha.) As 07:30 hs. Subida da fenda. Trilha da Fumacinha por cima.. Trilha da toca do vaqueiro.
      Trilha do Gerais do Macho Bomba.
      Pernoite na trilha. (Cela de descida para o Rio Mucugê)
       
      Inicio 09:00 hs
      Termino as 17 hs.
      24 km
      Dia 04 Setembro
      Saída da cela as 08 hs. Descendo até o Rio Mucugê, passando pela Matinha.
      Parada na Cachoeira da Matinha .Logo seguimos para Mucugê.
      Chegando por volta das 17:30 hs.
      Pernoitamos no (www.hostelmucuge.com.br)
      Inicio 08:30 hs
      Término 17:30 hs
      22 km
      Dia 05 Setembro.
      Saída as 09:30 hs.
      Pegando trilha para o encontro dos Rios Mucuge e paraguassu, passando pela AABB.
      Logo em seguida paramos na lapa do caboclo.
      Logo e seguimos para cachoeira do tomba cachorro. Local de nosso pernoite.
      Inicio 09:30 hs
      Término  17:00 hs.
      21 km
      Dia 06 Setembro
      Saída da  cachoeira Tomba Cachorro as 09:00 hs. Chegada no cachoeirao por cima as 12:00 hs.
      Chegada na igrejinha a tarde, triha irada e com subida bem suave, pois a trilha do Gerais do Rio Preto é muito boa.
      Inicio 09:00 hs
      Término 17:30 hs
      20 KM
      Dia 07 Setembro
      Fomos a Cachoeira do Funis já no Vale do Paty. Afinal a trip merece um bom descanso com Banho.
      Inicio 10:00 hs
      Término 15:00 hs e um merecido descanso.
      10 KM.
      Dia 08 Setembro
      Saída igrejinha as 08:30 h.
      Subida rampa. Gerais Rio Preto . Descida ladeira quebra bunda.
      Rancho.
      Gerais Vieira.
      Córrego das galinhas..
      Bomba.
      Capão
       
      Inicio 08:00 hs
      Término 19:30 hs
      28 km
       
      Dia 09 Setembro.
      Capão Dia de descanso
      Dia 10 Setembro.
      Capão
      Subida fumaça.
      Águas claras
      Poney
       
      Inicio 09:00 hs
      Termino as 16 hs
      16 km
      Dia 11 Setembro
      Poney
      Trilha lençóis x pai Inácio
      Gruta do lapão (Passando por dentro dela)
      Lençóis
      16 km
       
      176 KM
      Hard
       
       





























































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      20180911_085808.mp4









    • Por danicsml
      Depois de algumas torrões de sol e algumas bolhas nos pés, sobrevivi para compartilhar (e tentar atualizar) informações sobre a nossa trip (marido e eu) nas férias.
      Bora lá: foram 14 dias de viagem pelas seguintes cidades:
      Los Angeles: 3 dias
      Las vegas:  2 dias
      Willian - Grand canyon: 02 dias 
      Page: 1 1/2 dia
      Monument Valley: 1 dia
      Moab : 1 dia
      Salina: só pernoite
      Las vegas: 1/2 periodo compras + 1 noite
      Los angeles: 1/2 periodo compras + 1 noite.
      Total gasto: 18 mil para o casal (é minha gente o dolar tá qse um rim). Segue a planilhinha em anexo. Pessoal eu vou consertar uns valores aq e já posto de novo!!!
       
       
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