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Pessoal,

 

Vou pra Morro e Boipeba na segunda quinzena de fevereiro. Ficarei 4 dias em cada lugar.

 

Em Boipeba gostaria de ficar parte do tempo em Boipeba Velha e parte em Moreré. Depois de tudo que li aqui no Mochileiros, tenho em mente conhecer Tassimirim, as piscinas naturais de Moréré, Bainema e Costa dos Catelhanos. Pra isso, acho que um dia em Boipeba Velha e três em Moreré daria. O único problema é a correria, porque chegaria em Boipeba em um dia e no outro teria que conhecer Tassimirim e já ir pra Moreré. Vocês acham que Bainema é possível conhecer junto com outra praia? Gostaria de fazer flutuação nas quatro praias, se possível. =D Aí não sei se daria tempo fazer flutuação em duas praias no mesmo dia.

 

Uma outra dúvida que tenho é como ir de Morro para Boipeba. De tudo que li, só tenho duas opções: ou voltar pra Valença e pegar uma lancha para Boipeba, ou fazer o passeio de volta à ilha a partir de Morro e pedir pra me deixarem em Boipeba. Não existe nenhuma outra opção?

 

Em Boipeba estou olhando dois lugares pra ficar: Pousada da Aldeia (Boipeba Velha) e Pousada O Rancho Alegre (Moreré). Vocês já ficaram em alguma dessas? Recomendam?

 

Abraços!

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Você pode conhecer todas as praias em Boipeba ficando em ambos os lugares, as caminhadas são curtas. Eu escolheria um dos dois e ficaria todos os dias. Eu fiquei em Boipeba Velha, no Hostel Abaquar . Ótimas acomodacões, bom café da manhã e staff super agradável, são os próprios donos que cuidam. Possuem quartos privados e compartilhados

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Eu tb não acho que valha a pena ficar nos dois lugares, pq dá tranquilamente para conhecer ficando em um só. Fiquei em Velha Boipeba e fui em Moreré a pé e voltei de trator, super tranquilo. Acho melhor escolher o que faz mais seu estilo e conhecer o resto a pé ou em passeios.

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Maira,

 

Algumas considerações.

 

Tassimirim e Cueira são uma praia ao lado da outra, fazendo caminho entre Velha Boipeba e Moreré pela praia.

 

Bainema fica ao lado de Moreré.

 

Não sei se conseguirá fazer flutuação em todas elas, dependerá da Maré, principalmente em Bainema.

 

Quanto a Ponta dos Castelhanos o acesso por terra é um pouco mais difícil, e a maioria das pessoas preferem ir de barco no que eles chamam de volta a ilha, parando em cova da onça para almoçar.

 

Quanto a Pousada da Aldeia, eu recomendo bastante. Seus donos são uma simpatia, a pousada é muito arrumadinha e eles fazem de tudo pra você ficar a vontade. Espero ter ajudado.

 

Paulo

 

Pessoal,

 

Vou pra Morro e Boipeba na segunda quinzena de fevereiro. Ficarei 4 dias em cada lugar.

 

Em Boipeba gostaria de ficar parte do tempo em Boipeba Velha e parte em Moreré. Depois de tudo que li aqui no Mochileiros, tenho em mente conhecer Tassimirim, as piscinas naturais de Moréré, Bainema e Costa dos Catelhanos. Pra isso, acho que um dia em Boipeba Velha e três em Moreré daria. O único problema é a correria, porque chegaria em Boipeba em um dia e no outro teria que conhecer Tassimirim e já ir pra Moreré. Vocês acham que Bainema é possível conhecer junto com outra praia? Gostaria de fazer flutuação nas quatro praias, se possível. =D Aí não sei se daria tempo fazer flutuação em duas praias no mesmo dia.

 

Uma outra dúvida que tenho é como ir de Morro para Boipeba. De tudo que li, só tenho duas opções: ou voltar pra Valença e pegar uma lancha para Boipeba, ou fazer o passeio de volta à ilha a partir de Morro e pedir pra me deixarem em Boipeba. Não existe nenhuma outra opção?

 

Em Boipeba estou olhando dois lugares pra ficar: Pousada da Aldeia (Boipeba Velha) e Pousada O Rancho Alegre (Moreré). Vocês já ficaram em alguma dessas? Recomendam?

 

Abraços!

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eu fiquei apenas em Velha Boipeba, na Pousada Aldeia q eu amei.

não fiquei em Moreré,mas deve ser legal p/ aproveitar melhor o local.

o problema é q vc perde tempo na troca de hospedagem.

 

vc consegue fazer todos esses passeios a partir de Velha Boipeba ou de Moreré.

Velha boipeba tem + opções de hospedagem e d alimentação.

 

eu fui caminhando pelas praias de Velha Boipeba até Bainema. Mas acho q nao vai dar p/ vc fazer isso por conta da bagagem. Dependendo da maré, vai ser ruim atravessar o rio, na Praia de Cueira.

 

Entre Velha Boipeba e Moreré, vc pode ir d barco ou d trator q é + barato, mas tem q ser no horário de saida das professoras ou tem q esperar lotar ou tem q pagar um valor mínimo.

 

Moreré e Bainema são as praias mais próximas q vc poderia fazer flutuação no mesmo dia, mas tem q ver o horário da maré. só não me lembro se Bainema tem piscinas naturais à beira da praia... TAssimirim tem piscinas na beira da praia. Ponta dos Castelhanos tb. Acho q Moreré tb tem, mas o pessoal costuma pegar barco p/ fazer snorkeling. Eu não fiz snorkeling em Moreré, embora seja a mais famosa.

 

entre as 2 ilhas, vc tem a opção d ir d 4x4 até o sul da ilha d MSP e depois atravessar de barco até Boipeba.

 

indo no passeio de barco Volta a Ilha, veja qual o limite de transporte de bagagem e se informe sobre as paradas dos passeios, acho q dependia do horario da maré. Se vc for por esse passeio, acho q compensa vc ir direto p/ Moreré e ficar por lá. Aí vc conhece Bainema, Castelhanos (a pé com guia ou d barco).

Voltando p/ Velha Boipeba, vc conhece Tassimirim.

 

boa viagem!

 

Relatos 2014:

21 dias na BA - fev/2014 - Parte 1: Arraial d'Ajuda | Parte 2: Caraíva | Parte 3: Trancoso | Parte 4: Porto Seguro

 

Relatos 2013:

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo

21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

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Pessoal,

 

Bom dia,

 

Alguem saberia informar como está atualmente a situação e o horário dos barcos e lanchas partindo de Graciosa pra Boipeba?

 

Abraços,

 

Paulo

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Maio e Junho são os meses que mais chovem na região. Olha o Praiomêtro para vc ter uma noção dos milímetros. Procure por Salvador-Morro de SP.

 

http://www.viajenaviagem.com/2012/10/praiometro-nordeste-caribe

 

Deve ser até mais complicado de chegar, principalmente com a lancha rápida caso vc pegue um dia de muita chuva. Quando fui em Janeiro cheguei com chuva e só pude sair no horário previsto pq tinha parado de chover. Acho que final de julho-agosto seja melhor que junho, caso tenha disponibilidade.

 

Por outro lado acho que vai muito de sorte. Em 2013 fui para Maragogi em julho, período mais chuvoso por lá, e peguei bastante sol, apenas 2 dias de chuva e super compensou. Se vc só tem esse mês para ir então vá, Boipeba é um paraíso.

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Acho que vou esperar.

Na verdade seria um feriado que eu teria 3 dias,no geral só tenho dois dias para ir,saindo de SSA sexta,dormindo em Valença e indo pra Boipeba sabado cedo voltando no domingo a tarde. Em junho iria na quinta e voltaria no domingo.

Pelo praiômetro a coisa só começa a melhorar em agosto. Lembro que 2013 eu fui pra Arembepe no São João e peguei sol. Tô tão indecisa e muiiiiito ansiosa.

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    • Por Marco Sobral
      Importante: Esse trekking apesar de parecer fácil (só andar pela praia) exige uma alta compreensão sobre marés e condições climáticas (todos os dias olhávamos o tábua de marés de noite e de manhã), pois qualquer mudança de tempo pode acarretar na abordagem do trekking.
      É recomendável fazê-lo na lua nova*
       
      Iolanda me chamou para realizar esse trekking por volta de Setembro/2017 com previsão de realizarmos em Março/2018, como eu já estava no mochilão pelo Brasil eu não dei certeza, mas me programava para realizá-lo, pois depois de pesquisar sobre o trekking me encantei com a história.
      Em fevereiro consegui a passagem para Itamaraju para o dia 09/03 e estávamos marcando para iniciar o trekking no dia 12/03. Embarquei no dia 09/03 para Itamaraju para encontrar a Iolanda na casa da avó dela. Após 27hrs de viagem cheguei em Itamaraju na madrugada do dia 11/03.
      Ficamos o dia 11/03 inteiro atrás de mercado e lugares para comprar o que faltava, mas esquecemos que era domingo e cidade do interior não funciona igual Sampa rsrs
      1° Dia - Itamaraju a Barra do Cahy
      Percorridos: 11km.
      Tempo estimado: 4hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos)
       
      (Ônibus Itamaraju x Prado: R$14
      Táxi Prado x Cumuruxatiba: R$15)
      Acordamos por volta das 6hrs da matina e fomos tomar café, nos despedimos de todos e corremos para rodoviária, chegando na rodoviária vimos o ônibus para Cumuruxatiba saindo e o próximo seria só às 14h30. Optamos pela opção de ir até Prado e de Prado tentar um táxi ou pegar o ônibus às 12hrs para Cumuruxatiba.
      Chegando em Prado nos deparamos com os primeiros oportunistas que encontraríamos no caminho dessas cidades que estão virando turísticas, o senhor queria cobrar R$200 (exatamente duzentos reais) para deixar a gente no trevo de Cumuruxatiba e assim tentarmos carona, nem fodendo que íamos pagar tudo isso em um táxi sendo que o ônibus não era nem R$15.
      Aproveitamos o intervalo para irmos no mercado para comprar o restante das coisas que comeríamos nos próximos dias. Voltando do mercado um senhor ofereceu para levar a gente por R$15 até Cumuruxatiba e nos deixaria onde quiséssemos, por esse preço não dá para recusar né...logo aceitamos!
      Chegamos em Cumuruxatiba por volta das 10h30 e junto conosco chegou uma puta de uma chuva! Como estava chovendo muito resolvemos parar em um restaurante para “encher a pança” antes de começar a caminhada.
      Encontramos PF há R$15 no Restaurante da EMA que fica atrás da igreja de Cumuruxatiba.
      Após comermos iniciamos o trajeto até Barra do Cahy era por volta das 12hrs.
      No começo da caminhada estava uma maravilha, tinha parado de chover, o sol estava entre nuvens, estava um vento agradável, a vista da praia era muito foda. Mas como nem tudo são flores o céu começou a fechar e logo começou a chover muito. Começou a ficar ruim para andar na areia com chuva e maré alta corremos para andar perto das vegetações.
      E foi desta forma que achamos o camping da Glória, onde decidimos entrar e ficar para esperar a chuva passar
      Pagamos R$ 30 pp, o camping é bem estruturado e tem uma “puta de uma vista”.

       
       
      2° dia - Barra do Cahy x Corumbau
      Percorrido: 16km
      Tempo estimado: 5hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos)
      Acordamos por volta das 5h para ver o Sol Nascer, mas o tempo não colaborou para um belo nascer do sol.
      Fizemos nosso café e enquanto comíamos olhavamos o site Tábua de Maré para saber o horário exato da maré morta, assim não teríamos surpresas ao chegar no Rio Cahy. Nesse dia a maré morta seria por volta das 9h portanto saímos do camping por volta das 9h já que estamos há uns 30min do Rio.
      Passamos pela tão famosa “placa do desembarque e pela Cruz do Marco do Descobrimento” (que cada um diz que foi em um lugar). Chegamos no Rio e ele estava realmente muito baixo e como diz os locais “a água berava o jueio”.
      A vista é espetacular, mas a maré estava subindo e isso dificultou a nossa passagem por um dos “cotovelos de falésias” onde atravessamos com a água “berando o jueio”, mas depois desse “cotovelo” já avistávamos a ponta de Corumbau que dizem que chega a 200m a dentro do mar (eu não tinha uma fita para medir, mas ia longe…).
      Após algumas horas de caminhada (até que tranquila já que o clima ajudou bastante), chegamos em Corumbau e fomos direto olhar o Rio para ter uma noção da maré no pico mais alto e ver se dava para atravessar na maré morta.
      Chegando perto do rio já fomos surpreendidos por um índio muito louco de cachaça que queria de todo jeito levar a gente para o outro lado, mas decidimos pernoitar em Corumbau e sair no dia seguinte.
      Encontramos o camping Ilha do Sossêgo do Seu Zé que nos cobrou R$10 pp.
      O camping não era tão estruturado, tinha banheiro e se quisesse usar a cozinha poderia usar a da casa do Seu Zé.
      Por volta das 18hrs a maré estaria quase morta então resolvemos ir no Rio Corumbau para ver a possibilidade de atravessar no dia seguinte. Mesmo a maré não estando morta dava para atravessar com a água na cintura, ou seja, na maré morta a gente passa com a água “berando o jueio”.



       
      3° dia - Corumbau x Caraíva
      Percorrido: 12km
      Tempo estimado: 3hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos)
      Acordamos por volta das 5hrs, mas novamente o tempo nublado não quis colaborar para vermos um belo nascer do sol.
      Enquanto preparavamos nosso café da manhã Seu Zé veio “trocar um dedinho de prosa” com a gente e tomar um cafezinho de mochileiro.
      Contou diversas histórias de quando era mais jovem e fazia esses caminhos a pé pois não tinha outra opção. Contou sobre como a vila e a aldeia vem crescendo nos últimos tempos e
      melhorando o acesso às cidades vizinhas. Contou mais um monte de histórias, típico de senhor do interior que já vivenciou muita coisa e  sempre tem bons "causos" pra contar.
      Depois de boa conversa com Seu Zé saímos para mais uma caminhada e já beirava as 9hrs onde passávamos tranquilamente pelo rio “berando o jueio”.
      Agora sim estávamos trilhando na Bahia o sol batia os 35° logo pela manhã e andar na areia fofa de Corumbau para Caraíva não estava sendo nada fácil. Pouco tempo andando na areia corremos para a estrada que liga Caraíva a Aldeia de Corumbau (onde passa muitos bugs), o chão ficou melhor para caminhar mas o sol e a ausência de vento continuava o mesmo. Cada sombra que encontrávamos tínhamos que parar para um descanso e em uma delas encontramos uma entrada de carro que dava para uma estupenda vista do mar esverdeado. Entramos e logo avistamos diversos coqueiros e o mar mais bonito visto até agora (Praia do Negro).
      Conversamos com dois senhores que estavam parados lá pegando coco e aproveitamos para pegar coco também pelo menos a água de coco para matar um pouco desse calor bahiano.
      Dali em diante seguimos pela areia até começarmos a avistar as aldeias de Caraíva e o calor nada de diminuir.
      Entramos no primeiro camping que vimos e negociamos um valor para ficarmos 2 noites já que estávamos com tempo e não tínhamos pressa de chegar em lugar algum.
      No camping do xando cobram R$15 pp e não é tão estruturado, os banheiros são compartilhado com a aldeia toda e a cozinha se quiser usar pode usar de uma das casas.
      Após fecharmos os dias no camping fomos conhecer a vila e realmente Caraíva é muito aconchegante, diversas casas coloridas e um povoado bem hospitaleiro, andamos bastante na vila e fomos para a barra para analisar o Rio e o nível da maré no seu pico máximo, aproveitando que estávamos lá ficamos para curtir o restante do dia.
      De noite fomos até a vila para conhecer o comércio e tudo é muito limpo e organizado, mas os preços são absurdos! Tudo é superfaturado (mesmo para um local de difícil acesso). Aproveitamos o horário para ver a maré morta para estudarmos uma forma de passar.
      Voltamos para a vila e curtir um pouco mais da noite e os poucos lugares abertos (talvez porque era uma quarta pós temporada).


       
      4° dia - Caraíva
      Percorrido: 0km
      Tempo estimado: dia de descanso
       
      Novamente acordamos as 5hrs e a neblina não ajudou no nascer do sol, mas também não dava para ficar muito tempo na barraca afinal estamos na Bahia.
      Após o café da manhã fomos na barra ver o nível na maré morta e se realmente dava para passar.
      Depois ficamos o dia todo curtindo a praia, a vila e o rio.
      A noite fomos em um MPB que estava rolando em um dos bares e a maioria dos comércios estavam abertos (creio que porque era quinta) diferente do dia anterior que estavam todos fechados.

       
      5° dia - Caraíva x Curuipe (um pouco mais pra frente)
      Percorrido: 12km
      Tempo estimado: 3hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos)
       
      Novamente acordamos as 5hrs para ver o sol nascer e o tempo nublado não ajudou, mas aproveitamos para tomar café e arrumar as coisas para sairmos.
      Após 10min de caminhada chegamos no Rio Caraíva no momento exato da maré morta e conseguimos passar com a água “berando o jueio”.
      Andamos aproximadamente 3km e chegamos na praia do Satu (homenagem ao antigo morador da praia) e, na minha opinião, o local é muito mais bonito que Caraíva e tem opção de camping agora.
      Seguindo pela praia de Satu passamos pela primeira lagoa que sabíamos que encontraríamos pelo caminho, mesmo estando vazia preferimos seguir pois sabíamos que havia outra logo a frente e que era ainda mais bonita. chegamos na segunda e paramos para admirar a paisagem e tomar um “banhão” naquela bela Lagoa esverdeada e de água morna.
      Para nossa surpresa pouco tempo depois da segunda lagoa encontramos uma terceira é essa terceira é bem agitada, mesmo na maré morta a água estava com um nível elevado e a correnteza forte pra caramba.
      Seguimos para a falésia onde subiríamos para chegar no espelho (e para bom um observador a trilha da falésia é vista de Caraíva). Subimos por uma escada que ajudou bastante, mesmo em construção, e logo avistamos a placa indicando a praia do espelho para esquerda, mas também tinha uma trilha para a direita que, aparentemente, iria para a ponta da falésia, claro que pegamos para a direita!
      E que bom que pegamos para a direita passamos por diversos mirantes com vistas de tirar o fôlego e conseguíamos avistar até Corumbau.
      Seguimos a trilha e encontramos as placas do espelho novamente, ou seja, devemos ter andado 1km a mais do que a trilha indicava.
      Descendo a falésia avistamos um mar surpreendente e a movimentação de turistas, deduzimos que estávamos bem perto da praia do espelho.
      Chegando na praia do espelho tava lotado de turistas, não tinha nem lugar para sentar mais portanto seguimos e Curuipe também não foi diferente. Lembramos que era sexta-feira e que a parte “tranquila” de praia tinha acabado.
      Andamos um pouco mais e decidimos parar para dormir do jeito que a gente gosta (no bivaque).

       
      6° dia - Curuipe x Trancoso
      Percorrido: 18km
      Tempo estimado: 4hrs
       
      Novamente acordamos as 5hrs e hoje sim valeu ter acordado cedo, que nascer do sol foda! Na nossa cara, saindo de dentro do mar.
      Tomamos café e saímos por volta das 7h30 para chegar no Rio dos Frades na maré morta.
      Após 1h de caminhada chegamos no Rio dos Frades e ele realmente é como falaram, largo e com muita correnteza. Mas como estávamos sempre atentos na tábua de maré sabíamos que estaria chegando a hora da maré morta e daria para passar, dessa vez a água chegou na cintura e foi um pouco mais trabalhoso a correnteza, mas passamos! Estamos firmes seguindo o plano de não pagar canoa proposto no início da trilha.
      Como estava bem cedo tinha muito pescador de polvo e de siri.
      Seguimos firmemente por todas as praias aproveitando o tapetão de areia firme formado pela maré morta e o sol entre nuvens também estava ajudando, tudo propício para andar mais de 15km.
      Após passar várias praias sem ninguém, começamos avistar muito, mas muito guarda sol e logo tivemos certeza que estávamos chegando em Trancoso pelas abordagens. Foram umas 5 abordagens de turistas perguntando onde estávamos, quantos km, se dormíamos (?) e essas coisas (até pediram para tirar foto com nossas cargueiras).
      Enfim, Trancoso e a muvuca de turistas e muita gente e sem paz nem Sossêgo. Fomos então para o famoso quadrado de trancoso, entramos na placa da associação, passamos por uma ponte de madeira que corta o mangue e já começamos avistar muitos carros principalmente subindo a estrada para o quadrado.
      Andamos pelo quadrado e lembra bastante Caraíva (só que 3x maior e mais cheio de gente), paramos no mercado pra comprar uma breja e brindar a caminhada.
      Enquanto conversávamos sobre como Trancoso estava cheio e como a cidade estava grande (tem de tudo por aqui mas para alta sociedade) uma senhora abordou a gente e perguntou se não queríamos ficar no camping dela que era R$15 pp e ficava bem próximo da praia.
      Aceitamos e fomos para a Casa Harmonia. O lugar está começando agora, mas a recepção foi bem boa e decidimos pernoitar nele mesmo.

      (Como estava tudo muito cheio, praticamente não tiramos fotos)
      7° dia - Trancoso x Porto Seguro
      Percorrido: 21km
      Tempo estimado: 5hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos)
       
      Como estávamos em um camping tranquilo, não tinha vista pro mar e era praticamente o último dia de trekking resolvemos aproveitar mais para dormir. Acordamos por volta das 7hrs, tomamos aquele café da manhã que acaba com tudo o que tem pra ficar mais leve e seguimos.
      A praia dos nativos é bem bonita e ainda não tinha muitos turistas, pois era bem cedo. O tempo, novamente, ajudou para mais esse dia de caminhada. Sol entre nuvens, areia firme, maré baixa e pé na areia!
      Pouco tempo de caminhada passamos pelo rio da barra que estava com a água “berando o jueio” e assim finalizamos nosso acordo de não pagar canoa para atravessar nenhum rio!
      A vista de Trancoso para Arraial é igual todas que estávamos vendo até hoje, mar azul, mar verde, falésia, areia grossa, areia fina e céu azul tudo muito foda como foram esses 7 dias.
      Após algumas horas de caminhada começamos ver a movimentação dos turistas andando pela praia e assim foi até chegar na Praia do Mucugê (uma das praias de Arraial d'ajuda). Entramos em uma ruazinha para conhecer a vila e me apaixonei por ela. De todos os lugares que passamos Arraial d'ajuda foi o que eu mais gostei. Casinhas coloridas, bares e restaurantes temáticos, ruas de pedras, nativos bem receptivos, preços não era tão abusivos...era praticamente uma cidade grande com cara de interior na praia (ótima denominação).
      Andamos bastante por arraial d'ajuda e seguimos pela praia até a balsa para passar para Porto Seguro e finalizarmos nosso trekking.
      A praia dos pescadores e Araçaipe nem se comparam com as praias que passamos tanto pela cor do mar como pela vista e a movimentação dos turistas.
      Chegamos na balsa e para atravessar para Porto Seguro não paga, mas para voltar para Arraial d'ajuda tem uma taxa de R$5.
      Descemos da balsa e fomos andando pela passarela do descobrimento para dar uma olhada na orla de Porto Seguro (e uma analisada nos preços das coisas) fomos até a ponta onde começa a praia e voltamos para finalizar nosso trekking com chave de ouro.
      Paramos em um bar para beber uma breja e comer porque ninguém é de ferro!


      Foram 7 dias de trekking, mais de 100km andados e 90km gravados, valeu cada esforço! Dava para ter feito em menos dias, mas não tínhamos pressa de nada e fomos aproveitando cada minuto desse pedacinho do Brasil de tirar o fôlego.
      O litoral Bahiano não deixa de ser uma bela atração para todos os gostos e nunca desanima.
      Quem sabe um dia a gente não segue subindo até onde der 😁
      Link do trekking no wikiloc: https://pt.wikiloc.com/trilhas-trekking/trekking-do-descobrimento-23334805
      Para mais fotos e dúvidas (@sobralsemfreio):
      https://www.instagram.com/sobralsemfreio/
    • Por Hélio Jr1502432675
      Este post não é um relato de viagem, trata-se um roteiro de trekking fruto das minhas experiências no interior do vale. Como nem todos tem tempo e/ou dinheiro pra passar vários dias no interior do Pati, segue a sugestão de um roteiro "completo" - com todos os principais atrativos - que pode ser feito em 3 noites - um feriadão qualquer!
      Este trekking pode ser feito com a presença de um guia local ou de forma autônoma. Não há OBRIGATORIEDADE de contratar guia, tampouco não é obrigatório ficar nos pontos de apoio.
      QUEM PODE FAZER? Qualquer pessoa com um mínimo de condicionamento físico. Embora não seja uma trilha altamente exigente, é necessária alguma condição física para percorrer distâncias razoáveis (+10km) por trilhas em dias consecutivos.
      QUANDO FAZER? Qualquer época do ano, na Chapada não é comum chover por vários dias seguidos sem parar. Pesquise a previsão do tempo antes. Se puder, faça este trekking após um período de chuvas na região, assim contemplará o Cachoeirão a todo vapor.
      ONDE INICIAR? Como a ideia é encurtar as distâncias para aproveitar o máximo, a sugestão é começar nas entradas mais próximas ao Vale do Pati, que são: Trilha dos Aleixos e Beco do Guiné. Ambas entradas estão nas proximidades do povoado de Guiné, pertencente ao município de Mucugê. O caminho pela Trilha dos Aleixos é 1km mais curto que o do Beco do Guiné (distância do início até o Mirante do Pati). Se a opção do primeiro dia for o Cachoeirão, a trilha dos Aleixos é cerca de 2.5km mais curta.
      Para reduzir as distâncias de carro, sugiro da seguinte maneira: quem vem de Lençois ou Palmeiras, comece pelo Beco do Guiné; quem sai de Ibicoara, Andaraí ou Mucugê, comece pela Trilha dos Aleixos.
      1º DIA: GUINÉ X IGREJINHA: 8km
      Dia de entrada no Vale, seja pela Trilha dos Aleixos ou pelo Beco do Guiné. Quem sobe pelos Aleixos tem a opção de banho no Rio3h Preto após 4km de caminhada. Quem vem pelo Beco também passa pelo Rio Preto, mas em um local diferente. Adiante terá o Mirante do Pati, com visual clásssico do Vale. Descida pela Rampa do Pati e chegada à Igrejinha (casa de João Calixto).
      Tempo de movimento: cerca de 3h, descontando as paradas.
      Pernoite: Igrejinha como apoio (pensão ou camping) ou seguir a trilha em direção ao Rio Pati (Cachoeira dos Funis) até um descampado próximo ao rio.
      2º DIA: IGREJINHA X PREFEITURA: 11km (Funis e Castelo/Morro Branco)
      Saída da Igrejinha para o Rio Pati, pelo Cemitério. Na chegada ao leito do rio, a trilha segue pelas margens e, em alguns trechos, pelo leito. Neste ponto o Rio Pati possui diversas quedas, formando alguns poços interessantes para banho. A queda principal, que também forma um bom poço para banho, é conhecida como Cachoeira dos Funis, está a cerca de 40 minutos da Igrejinha (1.8km).
      Depois de aproveitar o rio, seguir descendo até encontrar a trilha de saída para casa de Sr. Wilson, onde finaliza a caminhada pelo leito. Após a casa de Sr. Wilson tomar um atalho à esquerda, para interceptar a trilha do Castelo. Caso esteja com cargueira, pode optar por escondê-la em algum canto, antes de iniciar a subida, ou deixá-la na casa de Sr. Wilson ou de Agnaldo. A subida é bem acentuada e pode ser escorregadia, caso tenha chovido recentemente, possui cerca de 2km.
      Entre Funis e topo do Castelo são aproximadamente 2h de caminhada. Castelo x Prefeitura também são cerca de 2h.
      Tempo de movimento: cerca de 5h, descontando as paradas.
      Pernoite: sugiro na Prefeitura (Casa de Jailson), para adiantar o dia seguinte. Porém são muitas as opções no caminho: Agnaldo, Dona Leia, Dona Raquel, João e André. Para camping natural sugiro uma área do outro lado do Rio Pati, próximo a Prefeitura.
      3º PREFEITURA X SR EDUARDO (CASA DO CACHOEIRÃO): 15km (Cachoeira do Calixto e Poço da Árvore)
      Saída da Prefeitura para a Mata do Calixto, atravessando o Rio Pati. São aproximadamente 4.5km (2h) até a Cachoeira do Calixto. Fazer o trajeto sem as cargueiras, deixando guardada na Prefeitura. Se a pernoite anterior for na casa de Agnaldo, pode seguir pela trilha da margem esquerda do Rio Pati (não passa na Prefeitura), deixando as mochilas escondidas no acesso à mata do Calixto.
      No retorno da Cachoeira do Calixto, passagem pela Prefeitura. Cerca de 1km após a Prefeitura está o Poço da Árvore, que é um opcional no trajeto.
      Tempo de movimento: cerca de 6h30, descontando as paradas.
      Pernoite: sugiro na casa de Sr. Eduardo, onde o filho Domingos toma conta. Para camping natural, sugiro uma área após a Casa de Seu Eduardo, próxima ao ao Rio Cachoeirão.
      4º SR EDUARDO X GUINÉ: 20km (Cachoeirão por baixo e por cima)
      Saída da casa de Sr. Eduardo sentido os poços do Cachoeirão, trilha com duração aproximada de 1h. Se estiver com cargueira, deixe ela no entroncamento com a trilha da fenda do Cachoeirão. O acesso aos poços é bem irregular e será mais difícil transportando uma cargueira. Sol no poço até o início da tarde, porém sugiro a saída do local até, no máximo, 12:00. No retorno do poço, subir pela trilha da fenda, que, apesar do nome, não possui tanta dificuldade técnica.
      São 2 a 3 horas de subida até o topo do Cachoeirão, onde será possível contemplar a vista da 4ª cachoeira mais alta do Brasil e nadar em um pocinho em meio a mata. Deixando o Cachoeirão, a trilha segue pelos gerais até iniciar a descida da Serra do Esbarrancado. São 10km até o final dos Aleixos e 12km até o fim do Beco do Guiné. Sugiro sair do topo até às 15h, para não trlhar no escuro.
      Tempo de movimento: aproximadamente 7h, descontando as paradas.
      Último dia de trekking, caso queira optar por mais uma pernoite, a opção é o topo do Cachoeirão ou em algum ponto viável do gerais.
      CONSIDERAÇÕES:
      Desta forma, o trekking proposto tem aproximadamente 55km. Sugiro fazer neste sentido pois, na maior parte do tempo, a caminhada terá o relevo favorável.
      Dos atrativos conhecidos do Vale do Pati, o único não contemplado neste roteiro é o cânion do Guariba, que fica próximo a Casa de Joia, na saída para Andaraí.Alguns locais possuem mercadinho (Igrejinha e Prefeitura), onde é possível comprar alguns produtos básicos. Preços bem superiores ao de mercado, cabe frisar.
      Se possível, utilize calçados impermeáveis, de preferência botas. Leve o mínimo de peso possível nas cargueiras.
       
    • Por Micheli Cruz
      Para quem gosta de curtir um final de semana, férias, feriadão super tranquilo com a família em uma ilha paradisíaca localizada no baixo sul da Bahia irá se surpreender com os encantos naturais em que essa ilha nos proporciona.
      A idéia dessa viagem surgiu através do meu pai que é nativo e sempre convidou a família pra passar as férias e enfim concordei também a partir de 2008 em conhecer os encantos da ilha.
      A ilha de Boipeba é inserida no Arquipélago de Tinharé e é cercada de um lado pelo oceano e de outro pelo estuário do Rio do Inferno.
      Contemplada por uma floresta densa da Mata Atlântica, restinga, dunas, extensos manguezais e praias paradisíacas com coqueirais e recifes de grande valor ecológico e paisagístico.

      Quem for de Salvador enfrenta uns 300 km, a viagem é demorada. Sempre quando eu viajo vou pelo Ferryboat. Você pega uma estrada pela BA001 até a cidade de valença baixo sul da Bahia. E por Valença tem mais um trecho pela frente. A caminho você vai encontrar placas indicando Morro de São Paulo, Boipeba. Você segue o caminho onde tem escrito Boipeba, ainda vai passar por uma estrada de Barro até Torrinhas, onde você vai pegar um barco ou lancha se preferir.
      O bom de viajar pelo rio é ir descobrindo aqueles lugares que estão fora dos roteiros oficiais de turismo. Por exemplo, bares, restaurantes, flutuando no rio, frequentados pelos nativos. A dica aqui é comer ostra crua, cultivada aqui mesmo no rio.
      A maior atração de Boipeba está mesmo no mar. As piscinas naturais são de um azul tão forte e limpo que você tem a sensação de estar mergulhando num aquário. As piscinas ficam a mais de um quilômetro da praia.


    • Por CleoPeixoto
      Galera, segue o link da planilha com o nosso planejamento antes da viagem !!!! Tem roteiro, informações sobre as trilhas, hospedagens que ficamos e tb uns lugares que anotei, telefone de alguns guias... Enfim, vá navegando pelas guias da planilha!!!!
       
      Lugares Visitados:
      Itacaré

      Mirante do Xaréu (pôr do sol)
      Trilha 4 praias: Engenhoca, Havaizinho, Camboinha e Itacarézinho
      Jeribucaçu
      Prainha
      Boipeba

      Moreré
      Praia de Bainema (Moreré)
      Chapada Diamantina

      Cachoeira do Mosquito
      Rio Mucugezinho + Poço do Diabo
      Morro do Pai inácio
      Cachoeira do Sossego
      Ribeirão de cima e do Meio
      Pratinha + Gruta Azul
      Gruta Lapa Doce
      Cachoeira da Fumaça
      Cachoeira do Buracão
      Mirante do Campo Redondo
      Cachoeira da Fumacinha (por baixo)
      Poço Azul + Poço Encantado
       
      Hospedagem:
      Itacaré - Pousada Itaoca

      Gostei bastante. Os quartos são grandes com banheiro. Tem uma varandinha com uma rede p cada quarto. A moça da pousada arruma todos os dias. O café da manhã é ótimo também, bastante variedade. Tinha até ovo e salsicha com molho de cachorro quente (tipo americano!!!!) Além dos bolos! Recomendadíssimo, principalmente pelo preço que é R$30/diaria. Só não sei se é o mesmo preço no verão...
      Boipeba - Pousada da Vila

      A princípio era R$40 mas choramos muito e conseguimos por R$30/diaria. O quarto é bem pequeno e apertado. As camas são MUITO próximas umas das outras além de quase encostar na parece, sobrando um espaço mínimo pra andar. Mas tirando isso eu gostei. Dei uma olhada num quarto duplo que estava aberto e parece ser maior. Acho que era a disposição do nosso quarto que era pra 3. O café da manhã é bom mas sem muita variedade. Tem frutas, bolos e pão. A moça dá um pratinho com 1 queijo pra cada pessoa. Não sei se isso também ocorre no verão, em alta temporada, rs.
      Lençois - Pousada Violeiros

      Achei bastante cara (R$50 mas o dono fez por R$45) pro tamanho do quarto que é MUITO pequeno pra 4 pessoas. Muito pequeno MESMO. Quase não dá pra andar e nossas mochilas ficaram atrás da porta e outras entre uma cama e outra. Além de ter uma beliche no quarto. Porém o café da manhã acaba compensando pois é bastante farto. Vem muita coisa!!!! E quero deixar uma OBS aqui pois um dos dias eu e mari pegamos pão e uns bolinhos pra levar pra trilha e a moça falou que lanche pra trilha era 10 reais !!!! Não pagamos, lógico, mas achei ridículo, já que já estavamos pagando pelo café!!!
      Vale do Capão - Camping Seu Dai

      Essa é mais uma opção pra quem quer acampar (tem uma área bem grande de camping) pois os quartinhos são simples e bem sujinhos!!!! Felizmente não eram tão pequenos assim pois tem 2 andares com 1 cama de casal em cima e 2 camas de solteiro embaixo, mas o aspecto é meio sujo! O local é bem grande e não tem café da manhã!
      Ibicoara - Casa na Roça

      Acho que foi a melhor pousada que ficamos, na minha opinião!!!! Apesar do preço (R$60 mas fez por R$50), valeu muito a pena, pois foi tudo ótimo. O quarto tem 5 camas e é bem grande com banheiro privativo. O dono, Caio, é SUPER RECEPTIVO e muito atencioso!!!! Quando dissemos que íamos fazer a fumacinha ele fez questão de acordar 5h (disse que era a sua obrigação!) para preparar nosso café da manhã (só pro nosso grupo) e 5h30 estava tudo pronto, Ele serviu o café na cozinha da casa dele, inclusive. Nada a reclamar !!!! Adorei! Na pousada dele também tem opção de almoço ou janta. Ele tem um cardápio, porém acabamos comendo no centro mesmo.
      Mucugê - Pousada Casa da Roça

      Boa pousada. O quarto era relativamente grande, tinha uma cama de casal e 2 beliches. Com banheiro privativo. O café da manhã também estava gostoso ! O ovo podia pedir separado, mas não cobravam nada a parte. Tenho que destacar o iogurte caseiro que tomei la!!!!!! Acho que tinha açucar mascavo ou canela, não sei. Mas estava UMA DELÍCIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Muito bom mesmo!
       
      Gasto TOTAL (para 1) = R$2415

      Passagem aérea Rio de Janeiro - Salvador = R$302
      Aluguel do carro = R$700 (Alugado pela Movida para 9 diárias) = R$110 pra cada (Dividimos por 7 diarias pra 5)
      Combustível + Pedágios = R$140x2 (gasolina) + R$7,20 (pedagios) /5 = R$58
      Lavagem = R$20 /5 = R$5
      Hospedagem = R$452,50
      Alimentação = R$715
      Transportes = R$325
      Passeios (entradas + guias) = R$258
       
      1º dia (24/07) : Chegando em Salvador
      Cheguei em Salvador e já encontrei um cantinho pra me preparar pra dormir até o dia seguinte cedinho, com as mãos na mochila !!!!!! Eis que Larissa me manda uma mensagem (ela chegou mais cedo) e fala que consegue uma vaguinha pra mim na casa de um amigo dela !!!!!! Aproveito e logo vou pra saída do aeroporto procurar algum casal ou um grupo que queira dividir taxi pra barra !!!! Acho um casal que também está indo pra Barra e o taxi sai 95 até esse trecho. Li na internet que o taxi tabelado é por volta de 80 reais!!!! Dependendo do lugar que você for, sai mais em conta pegar o tabelado!! Pegamos com taxímetro e saiu um pouco mais caro!!!!
      Dormimos pra acordar no dia seguinte cedinho !!!!!!!!!!!!!!
       
      Gastos do dia:
       
      2º dia (25/07) : Chegando em Itacaré
      A casa do amigo da Lari era relativamente perto do terminal de barcos para pegar o ferry pra ilha de itaparica!
      Então chegamos lá umas 6h20 com a expectativa de pegar o ferry das 6h30 de acordo com os horários da tabela que está no site, porém chegamos e a moça disse que sábados e domingos o primeiro horário era as 7h (não tem essa informação no site ou se tem eu não achei). Esperamos até as 7h e pegamos a barca. A idéia era pegar o onibus das 8h com destino à Itacaré, contudo pegando a barca das 7h já ficaria um pouco apertado.
      Quando entramos alguém falou que aquela era a barca demorada, que levava mais ou menos 1h pra chegar do outro lado. Então já perdemos as esperanças...
      Quando chegamos lá logo vimos que os ônibus partem exatamente do mesmo lugar que acontece o desembarque da barca. E o onibus das 8h estava lá, contudo tinha uma fila gigantesca pra comprar as passagens!
      Perguntei ao motorista se dava tempo de pegar esse onibus e ele disse que sim.
      Tinhamos então duas opções: Pegar o onibus das 8h (empresa cidade sol) que parava em várias cidades até chegar em Itacaré ou pegar o onibus das 9h (empresa aguia branca) que era um expresso, não parava tanto.
      Como o das 8h era mais cedo achamos que essas paradas não superariam o das 9h.
      Conclusão: Compramos pras 8h porém o onibus só foi sair lá pras 8h45 e parou em tudo quanto é canto. Era melhor ter pego o das 9h sem dúvida! Outra questão é que as pessoas no onibus não param de falar um segundo. Não parece que é um onibus de viagem (talvez eles nem tratem como) e sim onibus comum ! Foi horrível pra dormir!
      Assim que chegamos em Itacaré tinham uns garotos na porta do onibus falando sobre pousadas, transporte (tipo taxi), carregadores, etc....
      Eu tinha algumas opções na planilha, mas fomos lá falar com ele! O menino tinha várias pousadas na camisa e perguntamos o preço de algumas e ele nos sugeriu a Pousada Itaoca que era R$30/diaria, contudo passaríamos por outras no caminho e poderíamos perguntar o preço!
      Ele disse que eles dão comissão à ele quando levam gente para as pousadas. Falamos que poderíamos ir por conta própria mas ele insistiu em nos levar prometendo que não precisaríamos pagar nada por isso. Até ofereceu um serviço de carregadores (pagando 5 reais cada uma) mas não quisemos.
      Nenhuma das pousadas do caminho (que é bem curto por sinal) nos interessou principalmente por causa do preço (a única que talvez ficaríamos era o hostel Che Lagarto que eu também cheguei a pesquisar, mas estava lotado!). Chegamos então na Pousada Itaoca, que fica na Pituba, rua principal das praias! Achamos a localização excelente! Fomos ver o quarto pra 3 e adoramos! Ficamos ali mesmo!
      Como já eram umas 16h, estávamos famintas, então fomos logo tratar de arrumar um lugar pra comer ! Esse mesmo menino tinha falado de um pf de 7 reais e perguntamos onde era. Ele nos indicou e fomos até lá pra saber se ainda tinha comida e tal... E tinha e existia!!!!!! Ficamos ali mesmo! Na verdade 7 reais eram apenas 3 opções de pratos e acabamos pedindo uma opção um pouquinho mais cara (14,99) porém veio MUITA comida!!!! Pedimos a carne e eles colocam os acompanhamentos na mesa.
      Eu pedi catado de siri e a Lari dividiu uma moqueca de peixe com a Luciana, afilhada dela. O dono do lugar que estava nos servindo e ele foi muito gentil pois veio bastante comida e além disso ele ainda acrescentou um pouco de bobó de camarão (AMO e este estava maravilhoso), vatapá e caruru para experimentarmos!!!!!!
      Sobrou um pouco de comida, confesso! Mas estava tudo delicioso! Valeu muito a pena!
      Após nosso almoço o sol estava começaaaaando a baixar e resolvemos aproveitar o dia pra ir até o mirante ponta do xaréu pra assistir o pôr do sol! É só seguir em direção à praia das Conchas para avistar o mirante. Tem placas no caminho
      Reservamos um lugarzinho e ficamos por ali aproveitando aquele pôr do sol incrível!
      Já amamos Itacaré só pelo primeiro dia! Hahahaha
       
      Pôr do sol Mirante Ponta do Xaréu :


      Até pensamos em entrar na água depois mas já estava começando um friozinho e tb nem tinhamos tomado banho ainda....Fomos p quarto descansar um pouco pra sair mais a noite!!!!
      Levantamos por volta das 20h (imaginamos que as coisas acabariam cedo pq cidade pequena é assim, rs) e nos arrumamos p comer algo.
      Achamos um lugar que vendia crepe e wrap em frente ao Favela (que é o barzinho mais popular lá!!!! Tem música ao vivo geralmente e toca reggae e as vezes rap!).
      Pedi um wrap (salada com peito de peru!) que estava MARAVILHOSO e um suco de abacaxi que era da poupa, mas estava muuito bom também. Acho que nunca tomei um suco de abacaxi tão bom! hahahahah
      Em geral os sucos vem com aquela camada de espuma em cima, pelo menos aqui no rio alguns lugares são assim, então apesar de eu gostar dos sucos não tomo aquela espuma! Mas esse estava maravilhoso e sem espuma nenhuma, porém não estava ralo, pelo contrário, bastante concentrado! Amei!
      Nesse dia tinha só um reggae (amo) tocando no disco então não ficamos muito tempo e fomos durmir p dia seguinte!!
       
      Restaurante do almoço (não anotei o nome, mas pela foto é fácil de achar) :

      Restaurante que comemos o wrap:

       
      Gastos do dia:
       
      3º dia (26/07) : Itacaré (4 praias)
      Antes de sair da pousada conhecemos a Vanessa, uma baiana que mora em Salvador e tirou uns diasinhos pra conhecer Itacaré!!! Ela disse que estava indo fazer a trilha das cachoeiras e estava sozinha. Falamos que estávamos indo fazer a trilha das 4 praias com a cachoeira de Tijuípe no final !!! Ela então animou de ir com a gente já que não tinha feito esse roteiro ainda!!!! Era o último dia dela!
      Pegamos um onibus e falamos que íamos fazer as 4 praias e o motorista sugeriu que começassemos pela Engenhoca (que é a primeira) ao invés de começar por Itacarézinho (a última) por que a condução para voltar desde itacarezinho seria mais fácil !!! Seguimos a sugestão!!!!
      No caminho, ainda no ônibus, conhecemos o Edson e a Mariana!!!! Eles também acompanharam a gente na trilha!!!
      Como choveu no dia anterior, a trilha estava SUPER enlamaçada... horrível !!! Pensando nisso que resolvemos ir de tênis/botinha antes de sair e estávamos certas!!!!
      Vanessa e o casal foram de chinelo e tiveram um pouco de dificuldade pra andar na trilha e também sujaram o pé todo!
      Eis que surge a primeira praia, Engenhoca!!!! Que linda! E o encontro do rio com o mar dá todo um charme especial à praia, que sozinha não sei se seria tão bonita assim...
       
      Chegando na praia da Engenhoca - Encontro do Rio com o Mar :


      Ficamos um tempo e logo seguimos em direção à Havaizinho! No primeiro momento não soubemos identificar onde seria a trilha, mas estava passando uma pessoa e perguntamos. Voltando a trilha da Engenhoca, precisa achar uma tirlha alternativa à esquerda. Chegamos então em Havaizinho, mas não tinha nada de muito diferente da outra praia e não tinha encontro com o rio também, então seguimos direto para Camboinha!!!! Antes de chegar na praia chega-se à um gramado, que foi onde tiramos a foto das sombras, rsrsrs


      Depois tem uma trilha bem indicada, porém a princípio parece que ela não dá em nada, somente em pedras do outro lado... Mas andando mais um pouco chega-se à praia !!!! Pra descer das pedras e chegar na areia tem uma corda, mas nada de muito complicado.

      Camboinha:


      Como já estava começaaando a ficar tarde, acho que eram umas 14h ou 15h, resolvemos seguir direto pra Itacarezinho.
      Chegando em Itacarézinho........... UAU ! Que praia fantástica!!!! Muito lindaaaa !!!!! Segundo a Larissa, uma das praias mais bonitas que ela já viu!!!! Eu não sou dessa opinião, mas ela é realmente muito linda!
      Muitos coqueiros e parece infinita





      Realmente é um passeio que vale muito a pena e concordo com o motorista do ônibus! Não pelo fato de ser melhor pegar a condução em Itacarezinho, mas caso tivéssemos deixado Itacarezinho primeiro, capaz de nem termos conseguido chegar à Engenhoca ainda com sol por que provavlemente iríamos ficar muiiiito mais tempo em Itacarezinho!!!!! É linda demais!
      Bom, ficamos ali... Fizemos várias sessões de foto, descansamos.. Até que a Vanessa começou a falar que não podíamos demorar muito por que ainda tinhamos que ir na cachoeira do Tijuípe!!!!! PORÉM todos estavam super animados com a idéia de ficar giboiando ali naquela praia maravilhosa e ninguém quis abrir mão de ficar mais tempo na praia para conhecer a cachu!!! E também há essa altura já devia ser umas 17h... Até andar até a cachu, com certeza chegaríamos lá já sem sol ! Aí também não valeria a pena!
      E a própria vanessa já conhecia a Chapada Diamantina, que é onde tem as melhores cachus do Brasil!!! Não ia fazer muita diferença ir nessa do Tijuípe! rsrsrs
       
      Bom, saímos da praia e fomos até o local pra pegar o ônibus mas fomos informado que o ônibus tinha ACABADO de passar!!!!!!!!! PQPPPP ! Sendo que parece que demorava 30min p passar outro....Estavamos em 6 pessoas (Eu, Larissa, Luciana, Vanessa, Edson e Mariana) e eis que surge uma alma muito boa perguntando se queríamos carona!!!! Não me lembro qual era o carro da senhora, mas nos apertamos MUITO!!!!! Ela nos deu carona até a rodoviária de Itacaré!!! Agradecemos MUUUUITO! Que sorte!!!!!
      Então, fomos procurar algum lugar pra almoçar e infelizmente esse restaurante em especial eu não anotei o nome, mas a comida não estava muito boa! Ms também já 18h não dava pra exigir muito, rs
      Combinamos de nos encontrar mais a noite pra curtir um som!!! Antes de irmos pra pousada parei numa barraquinha que vendia cacau natural e comprei 1 barrinha pra levar pra minha mãe!!! Fomos depois p pousada, tomamos banho, demos uma cochilada e partimos pro bar Favela!!!!!!!!
      Encontramos o pessoal mas estávamos com uma fomezinha. Paramos no Só Deuses novamente e eu pedi um crepe dessa vez, que estava muito gostoso também e outro suco de abacaxi que amei! hehehe
      Ficamos no Favela um pouco e depois migramos pro Jungle tour que estava mais animado! E a nossa mesa também era de fato a mais animada!
       
      Os mais animados do Jungle bar!

       
      Gastos do dia:
       
       
      4º dia (27/07) : Itacaré (Jeribucaçu)
      Pegamos o onibus sentido Itacarézinho e paramos num local (que nos informaram no ônibus) que seria o início da trilha!!!! Bem em frente à uma casa ! Atravessamos a estrada e nos informamos com o morador da casa que chegou com uma peixeira gigante na cintura! Ele confirmou a entrada e disse que mais à frente tinha um cão feroz, porém preso. Começamos a trilha passando ao lado de um portão Azul (que ele também disse).. Andamos andamos andamos e não tinha NINGUÉM conosco. Um lugar super descampado e que parecia uma roça ao invés de uma trilha para uma praia paradisíaca. Continuamos andando e o medo aumentando..rsss
      Até que chegamos no tal cão !!! Acho que era um pitbull que assim que aparecemos começou a latir muito e andar pra perto da gente. Ficamos em dúvida se ele estava realmente preso e ficamos desesperadas. Resolvemos passar BEM DEVAGAR e fingir que não estávamos prestando atenção nele !!!! Até que olhei de relance e ele estava sim preso numa árvore próxima num corrente !!! Seguimos mais um pouco até que chegamos num local próximo à uma casa (parecia abandonada) e não tinha nenhum sinal de que a trilha continuaria. As meninas já loucas pra voltar...
      Resolvi procurar ao redor pra ver algum vestígio de trilha e encontramos um caminho! Seguimos!!!!!!! Passamos por uma ponte e seguimos.... Até que chegamos na entrada de um vilarejo com algumas casas. Na hora que chegamos havia um garotinho brincando e perguntamos a ele se a entrada para a praia era por ali. Ele disse que erramos o caminho e que teríamos que voltar até o ponto do portão azul (oi?????????? O portão azul é aquele, no início da trilha! Não íamos voltar pra lá!). Então ele disse que tinha uma passagem passando por dentro do vilarejo, mas não se mostrou afim de deixar a gente passar! Até que apareceu uma moça na porta da casa que pareceu ser a sua mãe. Falamos com ela e explicamos o que aconteceu ! Ela então deixou a gente passar e mostrou o caminho !
      Quando começamos a seguir aparece o garoto do nosso lado de bike falando que ia ser nosso guia !
      Bom, deixamos ele ir com a gente !!!! Até que depois de muito andar chegamos próximo à um campo de futebol onde uma picape apareceu com um cara (gato) dentro e perguntou se queríamos carona até a praia (na verdade próximo à praia). Aceitamos a carona e demos um dinheiro (R$2) para o menino. A carona nos deixou em um estacionamento !!!! Dali o cara falou que também iria descer pra praia pra resolver alguma coisa e falou que poderia nos acompanhar !!!! Ufa !!! Ele era o dono de uma agência de turismo local ! E falou que se quiséssemos poderia nos trazer de volta, desde que encontrássemos ele naquele ponto do estacionamento. Ele não pressionou, apenas ofereceu! Ficamos conversando e pensando durante o trajeto que não acabava nunca e era uma descida gigantesca com um lamaçal enorme !!!!!! Diante disso resolvemos que iríamos fechar a volta com ele que cobrou R$20 pra cada, até que choramos e conseguimos R$17 pra cada. Marcamos um horário (17h no estacionamento se não me engano). Eu amo trilhar, então por mim voltaria até a pé e enfrentaria aquela trilha louca novamente, mas as meninas não quiseram ! kkkkkkk
      A trilha total durou mais ou menos 2h, desde o portão azul ! rs
      Assim que chegamos na praia pensei que valeu a pena o esforço !!! Ela é muito bonita! Tem umas casas do outro lado do rio que imagino que as pessoas devam chegar de barco!
       
      Jeribucaçu:




      Ficamos por ali de bobeira e comemos um peixe frito que estava uma delíiiiicia !!!!! Não saiu caro! Se não me engano foi R$50 e comemos nós 3. Acho que se pedíssemos 2 peixes com os mesmos acompanhamentos seria mais jogo. Achei que poderia ter vindo mais peixe!!! Mas deu pra satisfazer a fome!
      Na hora de voltar íamos seguir a mesma trilha de ida, porém o vendedor da barraca dos peixes falou que era melhor irmos por um outro caminho (me pareceu o caminho que os guias fazem por que vi algumas pessoas chegando na praia por ali). Ele disse que também iria embora por ali e que poderíamos ir com ele. Fomos com ele então!!!!!! Larissa foi mais na frente e eu fiquei com ele e com a Lu atrás. Ele contou várias histórias inclusive que tinha ganhado R$1mi na loteria e que conseguiu abrir um "restaurante" na praia (ele se referia à barraquinha dele ali em Jeribucaçu, rsrsrs), que conseguiu ajudar a família inteira. Comprou um sítio não sei onde, casa pra mãe dele e que nas horas vagas era cantor!!!!!! Eu, sinceramente, achei essa história pouco convincente, visto que ele ralava MUITO pra ir e voltar todos os dias com um carrinho de mão levando os pratos limpos e depois sujos para a barraca-restaurante na praia, mas não falei nada!
      Até que encontramos o nosso guia-gato e contamos a história pra ele. Ele riu muito e disse que era tudo mentira. Bem, suspeitei desde o princípio, mas seria ótimo se fosse verdade.
      Ele nos deixou bem na frente da nossa pousada. Tomamos banho, trocamos de roupa e saimos pra comer alguma coisa, mas não batemos perna por que estávamos cansadas da caminhada longa de hoje!!!!!!!!
       
      Gastos do dia:
       
      5º dia (28/07) : Itacaré (Prainha)
      Nosso último dia em Itacaré, fomos para uma outra praia incrível : Prainha!!! Li em vários lugares de que era uma das mais bonitas também!!!
      Tomamos café e saimos em direção à trilha, quando de repente paramos numa loja de bikini MARA e acabamos dando um stop! rsrs Comprei 3 bikinis (1 fio dental e 2 sutiens basicos) por 60 reais!!!! Adorei

      A trilha começa na praia da Ribeira e é bem tranquila. No caminho tem algumas barraquinhas com água de coco e outras com suco!!! Paramos nas duas, rsrsrs
      Fica a dica: o suco de cupuaçu que tomamos na volta da trilha estava MARAVILHOSO! Muito bom mesmo! Natural e uma delícia!
      Quando chegamos na praia tirei uma foto da minha botinha, estava terrível! kkkkkkkkk Muita lama por causa da chuva de noite:

      A praia é linda mesmo!! Vale muito a pena fazer uma visita e sorte nossa que estava praticamente vazia.. Ficamos só por ali apreciando! Adoramos!!! Apesar de a areia não ser clarinha e não dar uma ótima impressão no início, é só andar um pouco que rapidamente ela fica linda !!
       
      No caminho:

       
      Prainha:




      E é claro aproveitamos pra fazer as maravilhosas fotos com o famoso coqueiro de Itacaré!!!
      Qualquer pose e você fica linda no coqueiro !!!


      Na volta da trilha estávamos famintas e paramos num restaurante vegetariano ali na pracinha mesmo. Não anotei o nome do restaurante, mas acho que é o único vegetariano ali no centro (onde tem as lojinhas)! Pedimos todas um prato de moqueca vegetariana (moqueca de legumes+farofa de abacaxi+pirão sem ser de peixe+salada+arroz integral).... QUE MOQUECA INCRÍVEL ! Sério, ela conseguiu superar todas as moquecas de peixe que comi na vida!!!! Estava muuuuito boa mesmo! Outra ótima dica: almoçar nesse restaurante! Vai amar e ficar super satisfeito! É uma delícia a comida! Pedi um mate da casa que não é nosso mate delícia de água suja do Rio, mas estava bom, hehehe
      E o melhor: Tudo isso por 23 reais!!!!!!!!!!!!!!
       
      Moqueca vegetariana MARAVILHOSA:

       
      Gastos do dia:
       
      6º dia (28/07) : Itacaré > Boipeba
      Tomamos café e fomos direto para a rodoviaria de Itacaré. Pegamos o onibus pra Valença e quando chegamos na rodoviária de Valença já era 13h.. Resolvemos almoçar logo num pf que tinha lá. Uma das opções (além de carne, frango, etc) era Arraia!!!! E fato que resolvi provar pra saber como era e não me arrependi! É até gostosa, mas não tem um sabor forte... Mas vale a prova!
       
      Prato de Arraia:

      Chegando lá o cara disse que a última lancha rápida tinha saido as 14h (chegamos algo em torno de 14h10 hahaha) e a próxima e última era as 16h!!!! Ficamos então até as 16h bebendo uma cerveja (merecida) e esperando o horário!
      Por um lado foi até bom por que podemos pegar o começo do pôr do sol na lancha!!! Visual incrível!
       
      Pôr do sol chegando em Boipeba:

      Chegamos já anoitecendo então foi ruim pra rodar procurando pousada. A cidade estava relativamente vazia, então praticamente todas as pousadas que fomos tinha vaga. Escolhemos ficar na Pousada da Vila, bem em frente à pracinha!!!! Tinha até ar condicionado !! A moça estava fazendo por 40 reais a diária, mas nós queriamos pagar até no máximo 35. Até achamos uma opção de uma de 30 mas não tinha café da manhã... Então pechinchamos bastante e ela baixou pra 35. Até que a gente falou "Nós vamos pagar tudo agora" assim que puxávamos o dinheiro da bolsa, numa tentativa dela baixar pra 30. Nessa hora a mulher arregalou os olhos e vimos a felicidade estampada na cara dela!!! E na mesma hora ela falou "Ah claro! Posso fazer por 30 então!" Hahahaha Conseguimos!!!!
      Á noite ficam umas barraquinhas vendendo basicamente tapioca, pastel, acarajé e drinks! Todas as opções muito boas e os preços variavam de 5 a 7 reais! Vale a pena !!! Os pasteis e tapiocas estavam deliciosos e muito bem recheados!
       
      Gastos do dia:
       
      7º dia (28/07) : Moreré
      Tomamos café e nos informamos sobre como ir pra Moreré e decidimos que iríamos a pé, afinal de contas não era tão longe assim !!!!!
      Foi uma caminhada deliciosa, com uma vista sempre incrível ao lado: a praia!


       
      Praia de Moreré - maré baixa:






      Na ida a maré estava super baixa, não dava pra mergulhar... Bem a não ser que fosse atéeeeee lá embaixo, mas não fomos. Acho que muito lá pra baixo deve ser perigoso por que é mais fundo, tem correnteza e tal. Bom, eu acho !
      Chegando na última praia antes da praia de Bainema, paramos num barzinho pra beber e comer!!! Afinal, era tudo o que tinha ali: aquele bar e mais nada. Parecia que estávamos numa cidade fantasma na verdade! kkkk E isso em julho! rs
      Quando chegamos a maré já tinha subido um pouco, mas o dia estava nublado e ventava, além do fato daquela praia não ser muito propícia pra banho. Não pelo fato de ser suja (não era!), mas por que tinham muitos barcos ao redor além daquelas folhas e algas. Uma praia não muito convidativa à nadar, porém todas as anteriores que passamos dava tranquilamente pra estender uma canga e ficar de bobeira.
      Na realidade queríamos um mix de praia boa que desse pra mergulhar com algum bar pra beber e petiscar! Obviamente não encontramos isso e preferíamos ficar no bar por que era aniversário da Larissa, então serviu pra começar a comemoração!!!

      E a parte mais engraçada de todas: era aniversário da Larrisa e tudo o que ela falava repetidamente era "Meu deus! Estamos numa praia que não tem nenhuma estrutura, não tem um bar decente, não dá pra mergulhar. E logo no dia do meu aniversário!!! Parece praia fantasma!"
      Acho que esse dia ficou marcado pra ela nunca mais comemorar aniversário numa praia deserta!!! hahahaha
      Ela adora animação, então vcs podem imaginar como foi passar um dia inteiro num lugar que nada acontecia!
      Bom, ficamos no bar bebendo, conseguimos atrair os olhares do garçom pra nós que ganhamos uma caipirinha grátis (tudo isso por que com 100% de certeza que estaríamos no forró mais tarde pra dançar com ele kkkkkkkkkkkkkkk), fizemos até selfie com ele! Hahahaha

      Na volta resolvemos que voltaríamos a pé novamente, mesmo com o trator "a disposição". Afinal de contas somos roots! kkkk
      Então nos informamos do caminho (não dava mais pra voltar pela orla por que a maré já estava totalmente cheia e avisaram que era perigoso) e lá fomos nós no meio da lama e, pra tristeza total da Larissa chegou uma parte em que tinha uma poça (era quase um rio na verdade hahaha) que tivemos que atravessar pra continuar nossa caminhada.
      Acho que ela chegou a me xingar algumas vezes por causa disso ! Se não bastasse tudo isso, ainda era aniversário dela!
       
      Passando pela "lama" - arg

       
      Felicidade da Larissa após passar pelo rio nojento! kkkkkkkk

      Porém, pensando pelo lado positivo, conhecemos um argentino ou chileno, sei lá, que morava lá. Ele era gato, então as meninas já resolveram dar umas conversadas pra lá e pra cá! kkkkkkkk
      Mas o menino era tão 'as-coisas-acontecem-no-tempo-certo' que acho que ele não entendeu que o encontro tinha que ser naquele dia mesmo senão iríamos embora! kkkkk
      No final do dia fomos ver o pôr do sol na praia principal e encontramos esse argentino novamente. Ele estava brincando com umas crianças, filhas de uma moça que tb estava lá. Aí ficamos na dúvida se estavam juntos ou não. Mas achamos que ele estava mais animado com as crianças do que com a mulher, hahahaha
      Enfim, fica a dúvida!
      Ah, não posso me esquecer: No caminho da volta nós explicamos para o argentino que era aniversário da Larissa, etc e então ele nos levou num lugar MARA de doces. Compramos 3 fatias de torta que seria o nosso "bolo". kkkk
      Era algo como uma confeitaria. A dona era francesa então fazia as tortas e bolos no estilo francês.

      A noite tem várias barraquinhas mas também tem uma pizzaria bem em frente. E como hoje era dia de comemoração, achamos que valeria a pena investir nosso dinheiro em algo melhor!!!! Fomos jantar lá e o dono, pasmem, era carioca!!! Ele saiu do Rio e decidiu viver à vida numa cidade mais calma ! UAU! A pizza estava muito gostosa, vale a pena!
      No final colocamos a velinha e cantamos parabéns!!!!!!!!!
      Tenho certeza de que Larissa nunca irá se esquecer do incrível dia de aniversário dela na viagem! hahaha

       
      Gastos do dia:
       
      8º dia (29/07) : Moreré (Praia de Bainema)
      Antes de ir passamos na farmácia pra comprar um repelente por que parecia que eu estava com catapora de tanta picada. Como comecei a tomar o complexo já na viagem, ele só começou a fazer efeito quando chegamos na chapada. E quando cheguei lá, já não tinha mais jeito, minha perna estava TODA mordida! E sou super alérgica!
      DICA: Quem for viajar pra lugares de cachoeira e for alérgica, comece a tomar complexo B umas 2 semanas antes da viagem (e continue até o final). Dessa forma vc realmente não vai voltar parecendo que está com catapora! rs
       
      Bom, dessa vez fui vetade e resolvemos que iríamos de trator até moreré. Chegando em moreré (no ponto da última praia), fizemos uma trilha rápida, atravessando umas árvores e chegando do outro lado: praia de bainema!!!!
      Essa praia era MUITO parecida com a de Itacarezinho. Aqueles coqueiros gigantes, extensão grande de areia, muito bonita mesmo!!!!! A diferença é que a de Itacaré é mais badalada...
      Quando chegamos não tinha absolutamente NINGUÉM na praia. Estendemos nossas cangas e passaram algumas pessoas. Algo como 1 pessoa a cada 30min...hahahha
       
      Moreré - Praia de Bainema:




      Passamos a tarde toda ali relaxando e como já estávamos famintas, resolvemos voltar. Não sei precisar o local (acho que um pouco depois de chegar na praia de moreré), mas paramos num restaurante/boteco que tinha ali e estava escrito "vendemos bolinhos de carne, queijo e polvo"...Algo assim..kkkk
      Então resolvi tomar uma água de coco e comemos os bolinhos! Estavam gostosos, apesar de gordurosos!
      Pegamos o trator de volta com uns turistas e o mais engraçado é que aquela "poça" de ontem virou um rio gigante. Tinha chovido no dia anterior à noite e uma boa parte da estradinha de volta estava cheia de água. Demos sorte de termos voltado de trator!!! Nessa hora fiquei feliz de ter sido vetada! hahahaha Posso imaginar a bronca que as meninas iriam me dar se tivessemos voltado a pé!




      Voltamos pra pousada, tomamos banho e fomos para a "night"!!! kkkk
      Bebemos as caipirinhas gostosas de lá, comemos as besteiras da noite e nos preparamos para ir embora no dia seguinte!!!!!!!!!!
       
      Gastos do dia:
       
      9º dia (30/07) : Boipeba > Salvador
      Lari e Lu voltavam pra salvador nesse dia pois o vôo da Lu era amanhã cedinho. Elas dormiriam na casa do amigo delas e eu iria no dia seguinte e todos se encontrariam para seguir viagem para Chapada. Logo, passaria 1 noite a mais em Boipeba! Porém o dia amanheceu chovendo forte e não parecia que ia melhorar. Dado às condições e também o fato de ter que pagar mais 1 diária para ficar o dia todo na pousada, abortei meus planos e resolvi voltar pra Salvador com Lari e Lu. E foi uma idéia certeira: após acertar o horário de volta e chegar em salvador, nós lembramos que nossos amigos de Itacaré estavam em Salvador, então nos encontramos com eles pra passear pelo pelourinho e beber! Foi muito divertido!

      Depois da bebedeira os meninos nos levarão pra casa. Descansamos um pouco, tomamos banho, nos arrumamos pra sair novamente à noite !!!

       
      Voltamos pra casa por que amanhã teríamos que acordar cedo pra encontrar as meninas e o Júlio, nosso motorista paulista (que acabou virando um amigo!!! Já até marcamos novas viagens )!!!!!
      Mas passamos na farmácia antes por que eu estava começaaaaando a ficar com febre e minha garganta estava doendo! Comprei logo um ibuprofeno para não ter azar de piorar durante a viagem ! E para a minha sorte no dia seguinte acordei melhor e só melhorei depois. Ufa !
       
      Gastos do dia:
       
      10º dia (31/07) : Salvador > Chapada Diamantina
      Acordamos cedo e avisamos ao Júlio onde nós estávamos. Ele veio do aeroporto direto buscar a gente. Seguimos então para o porto para esperar pela Mari e Tais !!! Mari, coitada, chegou muito mal depois de ter vomitado na viagem. Elas estavam em morro de sao paulo e pegaram a barca rápida. Segundo elas, a barca corria tanto que deu muito enjoo.
      Decidimos almoçar logo em salvador pois já eram umas 14h. Então voltamos pro pelourinho, que ainda rendeu umas fotos com o dia claro!

      Na volta para o carro passamos por um batuque tipo olodum e foi ótimo!!! Ainda pudemos dançar um pouco e curtir o som, que por sinal é MUITOOOOOOO BOM!!!!

      Por fim pegamos estrada e RUMO A CHAPADAAAAAAA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      E pra nossa felicidade, pegamos um pôr do sol MARAVILHOSOO, indicando que essa viagem iria começar/continuar do jeito que a gente queria!!!!

       
      Gastos do dia:
       
      11º dia (01/08) : Lençois (Cachoeira do Mosquito + Poço do Diabo + Morro do Pai Inácio)
      Antes de começar a falar das nossas andanças na Chapada, devo dizer que nós tínhamos um GPS da Garmin e que Julio anotou as coordenadas de todas as cachoeiras (ou quase todas) então foi bem fácil nos achar por lá! Nós tínhamos o local exato das cachus!
      Deixo aqui também o mapa utilizado por nós durante toda a viagem (não lembro onde conseguimos, mas tínhamos ele em mãos, mas com certeza por lá acha-se):

      Pra quem quiser o mapa em alta resolução, aqui está o link do site oficial da chapada:
      http://www.guiachapadadiamantina.com.br/parque-nacional/mapa-do-parque/
       
      Pra quem quer se achar no mapa da bahia, peguei esse aqui na net que facilita a visualização dos lugares. OBS: estávamos em itacaré, depois fomos para Boipeba, depois valença, depois Salvador. De salvador fomos para Lençois, depois para Capão, Ibicoara e Mucugê.

       
      Bom, começamos o nosso dia maravilhoso indo para a Cachoeira do Mosquito e, apesar de ser uma cachu bem pertinho de lençois, com uma trilha hiper fácil, muita gente não dá valor, mas ela é maravilhosa!!!!! Acho que essa palavra (e várias outras) será usada com bastante frequência e meu relato ficará muito clichê
      Mas mesmo assim ainda digo que é maravilhosa e que adorei por termos incluído-a no nosso roteiro !!!
      Acho que demos sorte pois o volume de água de praticamente todas as cachus que fomos estava bem grande e não foi diferente com a do mosquito.
      Antes de chegar de fato nela, tem um mirante (e ela parece ser bem menor do que é, vista de longe) e também umas quedas d'agua no caminho com uma vista bem bonita. Vale umas fotos por ali, o visual é show!
       
      Mirante Cachoeira do Mosquito:



       
      Quedas d'água antes da Cachoeira do Mosquito:




      A água é geladíssima, óbvio, mas quando vc consegue chegar pertinho da cachu, não tem mais jeito, já está todo molhado mesmo só com os respingos! Se não quiser não precisa nem entrar debaixo da queda! kkkk
       
      Cachoeira do Mosquito e água cor de coca-cola



      A parte que não gostei nessa cachu é o fato de não ter um poço bom pra nadar (AMO nadar), mas admirá-la e ficar relaxando embaixo de uma parte qualquer da queda é energizante! :'>
      Outro fato muito legal é o entorno da cachoeira. Tem uns paredões gigantes, falésias, que formam uma paisagem lindíssima.

      Repito: vale muito a pena incluí-la no seu roteiro, principalmente por ser tão pertinho e conseguir fazer um bate-volta relativamente rápido pra quem está com pressa ou com o roteiro apertado!
      De lá pegamos o carro e seguimos para o Poço do Diabo. A trilha também é bem fácil e a cachoeira também é linda! O melhor é que tem um poço incrível !!! Pra banho é uma delícia !!!!!!!
      O ruim é que nesse finzinho de tarde, começa a bater um ventinho então fez um frio de leve, mas claro que não poderíamos deixar de entrar naquela água deliciosa (e muito fria também)!!!! Nadar ali foi incrível ! :'> :'> :'>
       
      Poço do Diabo visto de cima:



       
      Poço do Diabo:


      De lá fomos para o local cartão-postal da Chapada: Morro do Pai inácio ! E o melhor: pôr do sol no morro do pai inácio!
      GENTE, esse é um MUST-GO definitivamente ! Quem vai à chapada TEM QUE IR no morro do pai inácio e assistir ao pôr do sol ! É completamente maravilhoso, lindo, incrível !!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Energia de outro mundo! Tem que ir!
      Aliás quanto mais pores do sol nós assistirmos na vida, mais nossa alma ficará serena!!!
      Todos são lindos, mas aquele foi espetacular!

       
      Uma boa é fazer essa pose top da Mari:




      Pedra de coração ♥


      Hot dog legs


      Depois de um dia lindo, que nos indicou que a viagem ia ser ótima, fomos comer o tão famoso Godó com purê de banana verde! Apesar de ser um prato típico da região, não encontramos em todos os lugares não. Mas em lençol mais de um restaurante possui, só perguntar!!!! E tenho que dizer que gostamos tanto que pedimos outro depois! Muito muito gostoso!!! Vale a pena provar! É tudo misturado mesmo. Não tem uma cara muito boa (parece papinha de criança kkkk) mas o cheiro estava fantástico!
       
      Godó de calabresa com carne de sol e purê de banana verde + Arroz:

      E no dia era aniversário do Julio, então fizemos insistimos (ele ficou P da vida ) em pagar a conta toda!
      Ele decidiu que não iamos pagar de jeito nenhum a parte dele, e aí falamos que tudo bem, mas fizemos a conta entre nós e estrategicamente deixamos ele ser o último a pagar. E aí... Tcharaaaaan, não tinha mais nada a ser pago ! Ele falou demais! kkkkkkkkk
      Podem falar: as cariocas são demais!!!!!
       
      OBS: Quando estávamos voltando pra pousada passamos numa lojinha tipo tem-tudo e aproveitei pra comprar um ziploc pra guardar os lanchinhos para os demais passeios (pegamos do café da manhã kkkkk). Ficava tudo em saquinhos na bolsa, e aí acabava amassando (banana ou sanduiche, por exemplo). Por isso uma dica é : levem um ziploc de casa :'>
       
      Gastos do dia:
       
      12º dia (02/08) : Lençois (Cachoeira do Sossego + Ribeirão do Meio)
      Hoje seria o dia de fazer a cachoeira do Sossego, que lemos em vários relatos ser um pouco puxada e forte recomendação para contratação de um guia. Portanto, fomos no dia anterior à noite reservar nas informações turísticas da cidade (é só perguntar, todo mundo sabe) para contratar um guia. Barganhamos e conseguimos um preço de 35 reais por pessoa .
      Eu tenho que ressaltar que não sou muito chegada a fazer trilhas com guias, principalmente por que aqui no rio muitos cobram caro por uma trilha de 20min, o que pra mim é um absurdo, mas ok. Entendo que precisam do dinheiro, muitos vivem disso, etc.
      Eu sempre fiz trilhas porém desde sempre tenho dificuldades na respiração (tá, eu sei que deveria fazer mais exercícios físicos diários! kkkkk), então acabo ficando pra trás as vezes. Não muito pra trás, mas um pouco... E na minha opinião, um guia tem que levar e se preocupar com o grupo todo e não somente com as pessos que estao junto com ele e, nosso guia não foi assim. Logo de início já fiquei com raiva por que ele simplesmente continuava andando e andando e não estava nem aí pra quem estava atrás.
      Salvo essa parte inicial, a trilha praticamente toda é feita caminhando sobre pedras, o que eu particularmente gosto mais e sou melhor. Tenho que dizer que é uma trilha puxada, principalmente pra quem não está acostumado. E, se você tem o joelho ferrado ou coisa assim, recomendo que não faça ou então seja bem cauteloso. Eu nunca tive problemas de joelho, mas ficar descendo e subindo pedra toda hora força bastante.
      Quando chegou a parte das pedras, eu acabei trocando de posição com o pessoal que estava na frente no início, ficando dessa vez ao lado do guia. Porém algumas meninas tiveram dificuldades nessa parte e, mesmo assim, o guia continuou fazendo a trilha como se não houvessem pessoas atrás dele.
      Ou seja, não foi paranóia minha, rsrs
      Infelizmente, eu não anotei o nome do guia de tão puta que eu estava! kkkkkk Mas devia ter uns 50 anos, cabelo grisalho...
      Durante a trilha encontramos com uma amiga que havíamos feito amizade aqui mesmo no mochileiros, Talita, e ela arranjou um grupo e estavam fazendo a trilha toda sem guia. Aí que eu fiquei com mais raiva ainda de ter pago aquele guia! hahahha
      Mas apesar dos pesares eu recomendo fazer com guia, é bem chatinha e não é sinalizada... Ou sabe ou não sabe o caminho, até por que a trilha toda é beirando o rio e em cima das pedras, não tem um caminho demarcado, rs
      Durante o caminho encontramos uma pedra gigante rosa (não dá pra ver muito bem na foto que é rosa) e amamos!
       
      Pedra rosa durante a trilha

      O caminho todo tem uns paredões lindos que vale a pena tirar foto!!!



      Bom, independente de guia, amei nosso dia, ainda mais depois de chegarmos à cachu, que é linda! Não tanto quanto às de ontem, mas mesmo assim muito bonita! Porém não acho que seja indispensável, tem outras que valem mais a pena. Mas nosso roteiro estava com uma certa folga, então acho que encaixamos bem.
       
      Cachoeira do Sossego:



      Lari na água geladíssima:

       
      O legal é que dá pra subir nas pedras pra pular na água!!!! É claro que eu não perdi a chance!!!!!

       
      Depois desse banho delicioso de cachoeira, seguimos para Ribeirão do meio ainda com o guia. E aquele lugar é muuuito reconfortante!!! Vale a pena passar por lá e assistir o sol se pôr atrás das pedras. É um clica ótimo!
      E pra completar, ainda tem um escorrega na pedra muito top!!!! E é nessa hora que bate aquele arrependimento por que eu simplesmente cheguei lá, me encostei numa pedra, comi meu sanduiche...Aí de barriga cheia, bateu uma brisa e dormi! hahahahaha
      Até me chamaram pra eu escorregar, mas estava tão bom o soninho, que fiquei por ali mesmo! Mas foi bom mesmo assim aproveitar o momento sem se preocupar com o resto!
      Ah, lá também tem um poço enorme pra banho, o pessoal adorou!
      Tais tomando um banho de cachoeira e de sol:

      Ribeirão do Meio:


       
      Voltamos da trilha famintos e entramos no primeiro PF que vimos! Era simples, mas a comida estava boa!
      De sobremesa optamos por um crepe de nutella , que é sempre bem vindo!!!! Não anotei o nome do lugar
      Fomos para o hostel e resolvemos voltar pra beber umas cervejas...Acabamos ficando de gordice e comemos uma salada ainda pra fechar o dia! kkkk
       
      Gastos do dia:
       
      13º dia (03/08) : Lençois > Capão (Pratinha + Gruta Azul + Gruta Lapa Doce)
      Tomamos café, pagamos a pousada de lençois e fomos rumo ao nosso próximo destino: cidade do Capão!
      No caminho, como no roteiro, passamos pela famosa Pratinha e sua gruta!!!!
      Chegamos direto no mirante do lago da Pratinha e QUE VERDE maravilhoso!!!!!!!!! Gente, que água é aquela! Maravilhosa!!!! Linda linda linda!



      Tiramos as fotinhas clássicas e seguimos para fazer o passeio da flutuação. Confesso que eu não estava nem um pouco animada pra esse passeio por que lá dentro é tudo escuro então...... pois é.
      Mas as meninas queriam fazer e o carinha de lá também botou pilha e não quis ser a chata e fomos lá!
      Bléee.... Mega sem graça. Tudo escuro, não dá pra ver nada. Acho que é só mesmo pela sensação de ficar numa caverna kkk E as fotos então ficaram uma porcaria...

      O legal é que no final a gente pôde ficar nadando e tirando foto ali na beirinha do lago. Como é do ladinho da área de preservação, tem vários peixinhos e o cenário embaixo d'água é mais lindo ainda!!!!


      Depois da flutuação nós descemos e fomos para a beira do lago nadar ! Que delícia !!
      Almoçamos no barzinho que fica em frente ao lago mesmo com uma comidinha nordestina maravilhosa!!! nhmmm


      Seguimos para a Gruta Azul. Se bem me lembro o período em que a luz incide dentro da gruta é entre 14h e 14h30, algo assim.... Quando chegamos a luz ainda estava incidindo e tiramos algumas fotos, mas achei meio sem graça...kkk


      [/img]http://i131.photobucket.com/albums/p284/cleoxinha/Bahia%20Julho%202015/Dia%2013/foto%2013_11.jpg[/img]
      Depois fomos para a Gruta Lapa Doce. E eu também fiz um pouco de doce pra entrar. Queria mesmo ficar no carro pq saberia que não tinha nada demais lá dentro..kkkkkk E eu já tinha visto outras grutas antes. Ainda mais ter que pagar 20 reais pra ver uma gruta ! rsrsrs
      Mas não quis ser a chata de novo e fui lá com o povo ! Gente, é uma gruta! Nada mais !!!! Quem curte, é muito válido o passeio por que essa gruta é GIGANTE!!!!! Tem muitas estalactites e estalagmites (de baixo pra cima), algumas até se tocando. É bem legal ! Mas eu, particularmente não acho tão atraente! Mas valeu!!






      Dali seguimos para o Capão e logo que chegamos vimos uma pizza à lenha e deu aquela fome!!! Era tipo 1 fatia por 5 reais, algo assim... E as fatias iam sendo colocadas no balcão. Era só vc pegar a que queria e comer, simples assim!!! Muito legal !
      Mas na verdade resolvemos ir até uma pizzaria que já tinhamos lido sobre que é uma pizzaria vegana/vegetariana (não sei) que só tem 1 sabor de pizza!!! Não anotei o nome do lugar mas se perguntar à qualquer pessoa, saberão te responder! É só falar pizzaria que só tem 1 sabor! hahahah
      E gente, a pizza é uma delícia!!!!! Aprovadíssima!!!!!! Vale a pena provar! E dividindo pra todos não sai caro pra ninguém!
       
      Nós nem chegamos a procurar muito lugar pra dormir por que já tinhamos a indicação do Seu Dai, fomos direto !!
       
      Gastos do dia:
       
      14º dia (04/08) : Capão > Ibicoara (Cachoeira da Fumaça)
      Fizemos o check out no camping do Seu Dai, e fomos tomar café ! Compramos um pão pra comer lá em cima pois como iríamos direto pro Riachinho assistir o pôr do sol (isso se tivesse dado tudo certo!!!) kkkk
      Enfim, chegando lá temos que assinar o nome na recepção pois aquela área já faz parte do parque nacional da Chapada Diamantina, então teoricamente tem-se um controle maior.
      O responsável, Alexandre, perguntou se tínhamos guia e falamos que não. Ele nos aconselhou fazer com guia e aquele papo de sempre, mas subimos assim mesmo!
      O tempo estava péssimo, muita umidade, várias nuvens baixas, tudo branco.... Ou seja, provavelmente não iríamos enxergar nada! kkk
      Quando chegamos lá em cima o sol começou a aparecer bem de leve....e aproveitamos pra tirar as fotos.
      Foi engraçado por que assim que cheguei fiquei olhando ao redor e me perguntando "ué, cadê a cachoeira?"...E aí a gente vê várias pessoas se debruçando e entende tudo!!! Tem que dar uma esticadinha pra poder enxergá-la mesmo... rsrsrs
      Mas tem uma parte mais lateral que andamos depois que dá pra ver melhor!!!
      Ela é bem bonita... Pena que é só um filete de água e pelas fotos na net acho que o volume nem estava tão ruim assim kkkk ! Deve ser demais pega-la em tempos de cheia, deve ficar muito linda!!! Acho que não chega a sumir no ar...rsrsrs










       
      Então resolvemos voltar pra almoçar e depois partir pro Riachinho pra conseguir ainda pegar o por do sol na cachoeira (apesar de termos ouvido que naquela época do ano o por do sol não se punha na cachoeira, mas apostamos assim mesmo).
      Mari, Tais e Lari foram na frente (apressadas) e eu e Julio fomos mais atrás com calma!! Elas estavam ha uns 10 minutos de distância de nós...
      Chegamos, passamos na recepção e elas não estavam... Seguimos então para o barzinho e elas também não estavam ! Bom, resolvemos sentar e pedir o famoso pastel de palmito de jaca (que lemos na internet!!!) pra experimentar.
      Achamos estranho pois elas estavam na nossa frente, mas poderiam ter parado por algum motivo (apesar de que passariamos por elas...), ou foram ao banheiro....
      Comemos o pastel e era gostoso, porém ão tinha gosto de palmito e nem de jaca..hahaha não sei explicar, só provando mesmo! hahaha
      Esperamos, esperamos, esperamos e nada... Resolvemos voltar na recepção pra perguntar se elas tinham ao menos anotado os nomes lá ou se alguém as tinha visto. Nada..
      Começamos a ficar preocupados e avisamos ao cara da recepção, Alexandre. Ele começou a falar que elas provalmente se perderam e o pior seria se elas tivessem ido pra trilha que dá pra um morro lá (não lembro o nome). E o tempo não estava muito bom, ou seja, não seria uma boa idéia. Mas acredito que se elas vissem que estavam subindo mais e mais iriam perceber de alguma forma e voltar...
      Esse cara, Alexandre, começou a falar que elas só se perderam por que não estavam com o guia (de fato sim) e que por isso era aconselhável o guia. Ele disse que nesses casos o correto é ligar para a equipe de resgate para avisar do imprevisto, PORÉM ele não faria isso pois nós não tinhamos ido com nenhum guia !!!!! Só sei que fiquei puta, cheguei a discutir de leve com ele...Afinal de contas a escolha é nossa de ir com ou sem guia e, se o parque tem essa equipe à "disponibilidade" dos frequentadores e que serve exatamente para imprevistos como esse, por que não utilizar? São pessoas, independente de qualquer coisa !!!! Eles só "salvam" as pessoas se estiverem acompanhadas de guia? Que tipo de seletividade é essa? Será que ganhm por fora por essa decisão? Achei ridículo esse pensamento e fiquei extremamente revoltada e indignada. Por isso mesmo fiz questão de pegar o nome do cara. Ele aconselhar o serviço do guia é uma coisa, agora se recusar a ajudar pelo fato de não termos contratado guia é muito diferente, principalmente quando existe uma equipe de resgate (como em todo parque nacional). Isso só faz manchar a imagem das pessoas realmente competentes.
      Quanto a trilha confesso que tem algumas horas em que tem uma demarcação para o lado... porém, se vc seguir em frente chega na cachoeira! Não acho que PRECISE de guia por causa disso, a trilha é bem tranquila mesmo. Foi um erro delas... Sem contar que poderiam ter perguntado pra alguém, sei lá. E também.., se perdeu, volta!
      Bom, passou quase 1h e elas enfim chegaram !!!! E pelo que parece estavam indo em direção ao tal morro que o cara falou ! rs
       
      Abortamos a missão de assistir o pôr do sol no Riachinho e decidimos seguir direto pra Ibicoara. Foram muitas aventuras pra um dia só! kkkkkkkkkkk
       
      Gastos do dia:
       
      15º dia (04/08) : Ibicoara (Cachoeira do Buracão)
      O dia do Buracão foi definitivamente um dos melhores dias da viagem, por que essa cachoeira é realmente incrível !!!!!
      Nós fechamos com o Guia Ian que fez por 115 a cachoeira do buracão e a da fumacinha no dia seguinte. Eu não lembro EXATAMENTE o valor que ele cobrou por cada uma, mas se não me engano foi 35 reais pelo buracão e 80 pela fumacinha. Choramos um desconto também, rsrs
      Um casal de amigos nossos já havia ido 1 ou 2 anos antes e falaram do valor que o guia deles cobraram, que tinha sido 80 reais pelo grupo todo para o buracão e 100 reais pelo grupo para a Fumacinha. Eu até entrei em contato com o mesmo guia e ele disse que a associação Bicho do Mato (na qual fazem parte) havia feito reuniões mais recentes e nelas foram acordados vários reajustes orçamentários, logo esse valor já era muito abaixo do que cobravam atualmente. Infelizmente ele estava "certo" pois eu entrei em contato com outros vários guias indicados e todos cobravam uma faixa parecida de valor. Ficamos então com o Ian que foi indicação do Caio, dono da pousada e nos ofereceu um valor legal se comparado com os demais.
      O início da trilha é um caminho paralelo ao Rio Espalhado, um visual bem legal pra tirar fotos! Tem várias opções de poços pra entrar após a cachoeira principal.



      Logo após uma caminhada curta (20min-30min) chega-se à Cachoeira do Recanto Verde, muito bonita também. Júlio até ganhou um repost no instagram de alguma página oficial da chapada diamantina com uma foto dessa cachoeira. Ficou todo animado! rs

      E então começa os preparativos para iniciarmos a trilha pela água direto ao poço do Buracão!! O guia separa nossos coletes, cada um com um tamanho adequado e estamos então prontos para nadar nos imensos paredões em forma de cânion!!! Tem a opção de ir caminhando pelas pedras, mas perde todo o encanto do passeio.
      Mari e Tais não sabiam nadar, então ele disponibilizou 2 bóias para elas e foi puxando-as até perto da queda. Elas amaram!
      Levamos nossas GoPro, mas confesso que as fotos não ficaram excelentes... Precisa de um bom estabilizador de imagens por que muitas saem tremidas ou com gotas d'água (até pensei em comprar aquele limpa vidros que indicam pra isso...). Infelizmente tem seus pontos positivos e negativos, rs. Não deixamos nenhuma câmera para o guia tirar fotos, então as que temos são as nossas da gopro mesmo. Mas mesmo assim, conseguimos alguns registros muito bons!!!!! Porém aqueles entre os cânions não ficaram tão legais pois estamos nadando a nos mexendo a todo instante, rsrs


      E aí eis que surge a incrível e impactante cachoeira do Buracão!!!!!!!!!!!!! E logo você entende o motivo do nome, pois é mesmo um grande buraco ao redor dos canions. Uma visão magnífica!!! Muito linda! A emoção de nadar entre os cânions somada com a beleza da cachoeira torna esse o melhor passeio da Chapada Diamantina, na minha opinião!!! Foi demais!!!





      O guia então nos dá a opção de entrarmos atrás da queda e é obvio que não perderíamos essa oportunidade!!! É uma sensação deliciosaaaa. Eu pulei depois de trás da queda para o poço, porém não recomendo colocar a cabeça ou se debruçar pra sentir a queda pois quando fomos o volume estava muito grande, senti uma dor enorme quando a água bateu, pensei que fosse perder a cabeça



      Nos despedimos desse espetáculo da natureza e retornamos à trilha, mas agora com destino à algumas quedas alternativas pra passar o resto do dia!!!
      Primeiro, porém paramos num mirante para tirar fotos lindas novamente da Cachoeira do Buracão!!!




      E então as quedas:


       
      E para fechar esse passeio incrível, paramos no Mirante do Campo Redondo pra tirar lindas fotos junto ao por do sol! Que dia maravilhoso!!!!!

       
      Gastos do dia:
       
       
      16º dia (05/08) : Ibicoara > Mucugê (Cachoeira da Fumacinha)
      Esse dia eu diria que foi o segundo melhor da Chapada!!!! A fumacinha é incrível, muito imponente, diferente e completamente diferente das demais cachoeiras!! E pelo sacrifício que fazemos pra chegar até ela (4h de trilha ida+4h volta), podemos dizer que ela é muito preciosa!
      Acordamos MUITO cedo (5h) e ás 6h30 estávamos tomando café da manhã feito pelo Caio, dono da pousada, que foi super atencioso ao acordar bem cedo também pra preparar a mesa somente para o nosso grupo!
      A trilha da Fumacinha é bem parecida com a do Sossego, pois o percurso é praticamente todo plano, sem muitas subidas, contudooo tem uma quantidade ABSURDA de pedras grandes durante o caminho. Então, quem tem o joelho ferrado ou tornozelo, requer um cuidado extra. Eu nunca tive dores no joelho fazendo trilha ou qualquer outro tipo de exercício, mas na volta da fumacinha eu senti dor!!! Então se pra mim, que não tenho problemas, fiquei com dor, imagina pra quem realmente tem algum tipo de lesão!!! Leve gelol, tornozeleira, joelheira, o que vc tiver pra amenizar o impacto descendo e subindo nas pedras! Vc com certeza vai precisar!
      Eu particularmente prefiro trilhas com escaladas ou com pedras, no estilo da Fumacinha, então pra mim é melhor do que ficar subindo exaustivamente, me cansa bem menos. Porém de um modo geral o nível é pesado, sem dúvidas. A gente não chega a ficar ofegante, mas o cansaço bate depois de muito tempo subindo e descendo, rs
      Em diversos pontos da trilha temos que passar agachado entre uma rocha e outra beirando poços gigantes de água. Isso mesmo, um escorregãozinho e você cai na água, rsrs
      Pra quem não tem prática ou tem medo, não recomendo muito essa trilha. São verdadeiros precipícios que temos que passar.
      Um desses pontos é o Poço da Pedra Lascada, bem famoso pois passamos espremidos entre as rochas ao lado do grande poço de água geladíssima, rs
      Não tirei foto, mas peguei essa na internet pra terem uma idéia:

      Outro ponto crítico é a Cachoeira do Encontro:
      No final da trilha, depois de longas 4h de caminhada eis que vimos láaaa longe, entre 2 paredões de cânions, a nossa linda Fumacinha!!!!




      E aí a ansiedade pra chegar é maior ainda!!! Porém lá perto tem outro ponto super crítico, foi onde achei mais "perigoso/tenso", por que o espacinho é bem estreito MESMO!!!!! E temos que andar literalmente agachados se não não conseguimos chegar!!!!!
      Mas passado o perrengue, lá está ela!!! Incrível! Vale cada suor !!!






      E foi um parto pra subir nessa pedra!!!
      Pq afinal nós PRECISÁVAMOS ter uma foto em cima da clássica pedra da Fumacinha!!!! kkkkkkkk


      Eis que eu fico olhando pra cachoeira e ela fica me olhando... Está batendo um frio do cacete, mas eu penso "Cheguei até aqui, depois de 4h de trilha, e não vou mergulhar? MAS É CLAROOOOOO QUE SIMMMMMM!!!!"
      Tiro a roupa, morta de frio, mas entro assim mesmo!!! Pq não podia deixar de perder a oportunidade de mergulhar nessa água incrível, com toda essa energia!! E se valeu a pena? Nossa, valeu MUITO a pena!

      O guia me perguntou se eu queria ir até atrás da cachoeira e é claro que topei também!!!!! E lá fomos, entrei atrás da cachoeira e o volume de água é muito grande, eu já não enxergava nada.... Até que chega a hora que precisa subir na pedra pra então ficar realmente atrás. Nessa hora eu estava com a cabeça abaixada, quase sem respirar pq tinha muita água caindo... E eu desisti, me joguei pra trás... Eu estava realmente ficando sem ar, fiquei morrendo de medo nessa hora e imaginei a sensação de como deve ser morrer afogado!
      Mas enfim, foi só uma sensação e nada aconteceu ! Ele perguntou se eu queria voltar e tentar de novo, mas não quis!!! Acho que ele percebeu meu desespero e falou pra mim "fica boiando e olhando esses paredões incríveis"... e foi o que eu fiz! Eu me senti pequena diante dessa cachoeira me engolindo, mas preferi não arriscar e olha que não sou medrosa, não tenho problema de respiração, nada... Mas realmente não consegui
      Quem sabe na próxima eu crio coragem e tento de novo! rs
      E o guia então me fala após sairmos da água "Eu estava morrendo de frio, sem querer entrar na água... E fiquei até feliz por que relembrei a sensação muito boa que é entrar nessa água !!! A maioria dos grupos não entra, então nem tiro a roupa! rsrs"
      E aí ganhei o dia!!!! Fazer alguém feliz é sempre a melhor parte e nós fizemos ambos felizes!
      Pra voltar foi outro parto e acho que ainda pior por que a trilha não é mais rápida, é o mesmo tempo, só que vc já está cansado e querendo comer, etc! kkkkkk
      Mas enfim, valeu cada minuto, faria de novo com certeza!
      Pra finalizar a noite, só uma lasanha pra dar sustância mesmo! kkkkkkkkkk
       
      Gastos do dia:
       
       
      17º dia (06/08) : Mucugê (Poço Azul e Encantado)
      Acordamos já tristes por que seria nosso último dia na chapada, tomamos aquele café maravilhoso da pousada e partimos para os poços!!!
      As únicas pessoas que queriam de fato conhecer era o Julio e a Mari e eu confesso que me arrependi de não ter ido.
      Na hora juntamos o fator dinheiro (20 reais do encantado + 15 do azul é carinho pra conhecer) mais fator "já conhecemos a tal gruta azul na pratinha e não tinha nada demais"... A gente meio que já "conhecia" os poços pelas fotos então optamos por não ir.
      Enfim, decidímos que não iríamos. Porém depois que voltei pro Rio fiquei pensando "Eu me dispus a fazer a viagem, estou lá com a oportunidade de conhecer uma atração e vou deixar de ir por causa de 20 reais? Por mais que eu não goste mesmo, mas é sempre bom conhecer primeiro pra depois falar com propriedade "não gostei". Fiquei com esse pensamento depois, então acho que se vc tiver a oportunidade, vá!!!! MAS se for optar por trocar esse passeio por outro, aí sim eu acho que não vale a pena, mas é uma opinião minha!
       
      Primeiro fomos no poço azul e ficamos num restaurante esperando Julio e Mari voltar !!!! A mari não me mandou até hoje as fotos desse dia !
      Mas sei que eles adoraram !! E aí bateu um arrependimento na hora que eles voltaram super animados contando como foi ! hahahah
      Chegando no Poço Encantado, estacionamos o carro antes do Rio Paraguaçu e veio um barquinho (tipo uma jangada) com remo buscar os dois pra atravessar o rio. O visual do rio é lindo e dá pra mergulhar também!!! Super recomendo! Julio tirou altas fotos posando de galã ::otemo::::lol4::


      Chegando lá precisaram descer uma escadaria grandona (óbvio que vc morre na volta, kkkkkkkk). E então chega-se ao poço. Eles disseram que é lindo demais !!!!!



       
      Julio nos deixou na cidade de Andaraí que foi onde almoçamos (dificil achar um restaurante bom por lá..kkk) e então pegamos o onibus direto pra salvador !!!
      Nossa viagem então chegou ao fim e ainda conseguimos adiantar nossos voos pois chegamos com antecedencia!!! E consegui pegar o mesmo voo da Mari e da Tais !!!!!
      Julio ficou mais 1 dia pois o voo dele era só no dia seguinte!!!!
       
      Gastos do dia:
       
       
      Considerações Finais
       
      :arrow: Alugar carro :?:
      Sim ou com certeza???
      Por favor, faça essa viagem de carro !!!! Se passou pela sua cabeça fazê-la (pelo menos a parte da chapada) sem carro, esqueça! Você vai aproveitar MUITO mais, além de que vai sair infinitamente mais barato! Tudo com agências na chapada sai caro, acredite.
      Tenho uma amiga que se hospedou em Lençois e foi pro Buracão de agência fazendo bate-volta. Ela pagou 300 reais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ::putz::
      Bom, se vc é rico e está disposto, ok, mas se não é seu caso, alugue um carro, troque ideia com as pessoas e feche um grupo de 5! É tão fácil fechar grupo por aqui pelo mochileiros! Com certeza vc tb conseguirá !!!!! Principalmente se tiver datas fechadas já! Faça isso !
       
      :arrow: Hospedagem
      Não precisa reservar nada com antecedência !!! Não precisa mesmo! Conseguimos várias opções muito boas na hora mesmo ! É difícil alguém se hospedar durante 10 dias na mesma cidade, então a rotatividade é alta, logo vc consegue se hospedar facilmente sem reservas!!!! Aposte nisso pois se você mudar o roteiro na hora (como fizemos) não terá problemas!
    • Por gmussiluz
      Bom, já estava há um tempo querendo fazer uma trip desse tipo. Meu primeiro plano era fazer no litoral norte de Salvador, que foi reforçado mais ainda quando vi aqui no Mochileiros o relato do Jorge Soto, de Arembepe a Mangue Seco a pé (http://www.mochileiros.com/de-arembepe-a-mangue-seco-se-a-pe-t11941.html).
      O objetivo primário era de fazer uma trip de praia, em local que ainda não conhecia (ou não conhecia direito), a pé e com baixo custo. Mas pra quem nunca fez uma travessia longa de vários dias, é se aventurar demais querer fazer com equipamento, sem conhecimento do local e "às pressas", sendo melhor então fazer um trecho mais curto para conhecimento dos limites, analisar pontos a melhorar em questão de equipamento, organização e etc. Então, analisando o longo litoral da Bahia (maior do Brasil, diga-se de passagem), resolvi com minha namorada fazer o trecho de Itacaré a Barra Grande, que é mais curto e daria pra fazer no tempo que tínhamos disponível. Pelo Google Maps/Earth, dá aproximadamente 46Km, mas lá ouvimos dizer de até 60Km.
       

      ORGANIZAÇÃO
      Moro em Salvador e estava de férias. Após 1 semana em Ilhéus na casa de parentes, partiríamos para Itacaré e seguiríamos viagem. Importante ressaltar que essa semana em Ilhéus foi determinante para redução do trecho percorrido, já que estávamos com roupas e itens para mais tempo na mochila, e não apenas o essencial para o percurso da trip. Entretanto, foi ponto importante para analisar que, em uma distância maior, onde teríamos mais coisas e consequentemente poderíamos estar com peso igual, deveríamos estar mais preparados, bem como se tivéssemos ido apenas para fazer a trip, estaríamos com menos peso e provavelmente teríamos completado o objetivo sem problema. Ambos estávamos com cargueiras de 40L: eu com aproximadamente 12Kg e ela com aproximadamente 8Kg. O tempo pretendido era de 2 dias de viagem, pernoitando na praia. Importante que, para caminhada em praia, tem que ter conhecimento da maré, do contrário, por falta de planejamento pode pegar uma maré cheia para caminhar e terá que ir pela areia fofa, obrigando a parar ou dobrar o esforço de caminhada e, assim, dificultando o percurso.
       
      1º DIA
      Saindo de Ilhéus, pegamos um ônibus para Itacaré logo de manhã cedo, ele passa de hora em hora e para em pontos ao longo da estrada, demorando aproximadamente 1h50 pra chegar em Itacaré. (Se conseguir uma carona, ótimo, já que de carro até lá leva cerca de 50min.)
      Ao chegar em Itacaré, já havia falado previamente com um amigo que mora lá para contatar um barqueiro para a travessia do Rio de Contas, que é o que separa Itacaré da Península de Maraú, onde fica situada Barra Grande. Encontrei meu amigo rapidamente só para confirmar o barqueiro, depois fizemos compras de água e alimentos num mercadinho e seguimos para a Praia da Concha, onde o barqueiro, com um daqueles barcos de alumínio a motor, já estava nos esperando (haviam outros barqueiros na praia, que ficam lá para fazer passeios turísticos rio acima e que com certeza fariam a travessia também, mas como eu ainda não sabia, preferi esse contato com o meu amigo). A travessia é bem rápida, são aproximadamente 100m e em menos de 5min se chega ao outro lado. Descemos, fizemos um rápido preparo, e demos início à caminhada às 10h40. (ao descer do barco, o barqueiro perguntou para onde iríamos daquele jeito. Quando falamos “Barra Grande”, ele arregalou os olhos e deu um sorriso, como quem diz “pirou” hahaha. Dessas coisas que quem viaja com mochila nas costas já está acostumado).
      Nesse ponto, ainda se vê pessoas por ali. Vez ou outra, algumas pessoas atravessam para surfar do outro lado do rio (Itacaré é um dos locais mais conhecidos do Brasil para a prática de surf) ou para ficar numa praia menos frequentada, já que do outro lado não tem povoamento nem acesso fácil e em 10min. de caminhada já não se vê ninguém.
       


      Com 1h20 de caminhada, paramos em frente a Piracanga, onde fizemos uma parada de 20min. para hidratar e comemos barra de cereal. Piracanga é uma “ecovila e centro holístico de cursos e terapias” que oferece cursos e retiros, basicamente um lugar pra “ficar de boa” e foi onde vimos apenas um casal na areia, que nos cumprimentou quando reiniciamos a caminhada. Ainda na frente de Piracanga, tem um pequeno rio, que passamos sem problema com a água não chegando nem na cintura. Não conheço o rio, mas a maré estava bem seca e possivelmente na maré cheia e dependendo da estação, pode ser que tenha que segurar a mochila acima da cabeça para atravessar.
      Desse ponto em diante, não há muita novidade: areia, coqueiral e água salgada, sem NENHUMA pessoa durante o percurso, nem sinal (apesar de o visual ser sempre “mais do mesmo”, é algo que não consigo descrever, porque ficamos deslumbrados o tempo todo, a cada passo ficávamos olhando para o que vinha à frente sempre achando cada vez mais bonito e paradisíaco). Mais 1h50, atravessamos mais um pequeno rio que também não tinha profundidade para se preocupar em molhar as mochilas, mas deixo aqui a mesma observação de antes: é bom atentar para a maré e estação do ano que, se for chuvosa, pode resultar num nível maior do rio. Logo após esse rio, fizemos mais uma parada para beber água e comer algo. Nesse local também não víamos nenhum sinal de habitação, mas um pouco acima da restinga parecia ter um rastro de quadriciclo, transporte bem comum naquela área. Dessa vez ficamos um pouco mais(30min.), porque minha namorada já estava sentindo bastante dor no joelho e cansaço.

      Recomeçamos e percebemos que a maré já estava mais cheia. Além disso, nesse trecho a areia era mais fofa e a inclinação da praia era maior, e além de andar com os pés meio tortos, acaba havendo uma sobrecarga no joelho (nesse caso, o direito) e a gente vai ficando meio “descompensado” =S. A partir daí, as reclamações do joelho e cansaço foram aumentando e já comecei a procurar um local para pararmos e armar acampamento, quando, com aproximadamente 40min. de caminhada, paramos.
      Dei uma olhada no perímetro, tinha uma casa relativamente simples a uns 200m sem sinal de gente nela, além de um tipo de estradinha de areia em direção ao continente a uns 50m de onde estávamos e, claro, coqueiros por toda parte. Achei dois coqueiros baixos e consegui tirar mais de 10 cocos, aproveitando para reabastecer as garrafas que estavam vazias (aproximadamente 3L de água de coco!). Após isso, montamos a barraca, organizamos as coisas e tomamos banho (de mar hahahaha). Depois, foi só jantar (2 latas de atum com acompanhamento de bananas, puro luxo) e praticamente desmaiamos perto das 18h, contemplando um céu absurdamente estrelado, sem sinal de nuvens nem no horizonte.

      Como o quarto da barraca é quase totalmente telada (Azteq Nepal) e o céu estava muito limpo sem sinal nenhum de nuvens vindo, deixei a barraca sem o sobre-teto -mesmo sabendo, tendo experiência de chuva surpresa e claro, já tendo lido muita coisa- o que nos fez acordar com um belo banho de chuva às 22h. A chuva veio sem aviso, forte e pesada! Acordamos naquela agonia para pegar lanterna, abrir o sobre-teto que estava totalmente dobrado dentro da barraca e conseguir achar os pontos certos para fixar – tarefa de nível ultra hard. Provavelmente está pensando: “Mas já não sabe do risco de uma chuva surpresa?”, “Sobre-teto sempre!”, e etc., mas o céu estava tentador demais e serviu de experiência hahahaha. Nunca mais armo sem sobre-teto. Resultado: algumas coisas molhadas, outras encharcadas, frio e aprendizado! Afinal, temos que aprender com os erros (ou negligências) também. Depois de “rearrumar” tudo e secar um pouco algumas coisas, voltamos a dormir.
       
      2º DIA
      Acordamos às 5h. Assistimos o Sol nascer, café da manhã, arrumação, passar pano na barraca, curtir a praia um pouco e enquanto isso dando um tempo pro Sol subir mais e poder secar mais as coisas. Nesse tempo, passou um pescador empurrando a bicicleta e perguntei a ele se sabia quantos km faltavam para Barra Grande, que ele me respondeu “não sei direito não, mas está longe!” (depois descobrimos que, nesse ponto, estávamos mais ou menos próximos de Maraú. Provavelmente ele veio de lá).

      Reiniciamos às 9h e caminhamos por 3h30 até ela sentir o joelho e pararmos. Onde estávamos, não havia condições de parar, não tinha nada, então sugeri andarmos mais um pouco até onde tivesse alguma coisa. Estávamos nos aproximando de Algodões, e quanto mais perto, mais víamos casas de praia enormes e já com a “cara da riqueza” e$tampada nas fachadas, além de começarmos a ver algumas pessoas: algumas vezes caseiros, outras vezes pessoas trabalhando, e também pessoas passeando de quadriciclo na areia. Perguntamos a alguns trabalhadores quantos km faltavam até Barra Grande e ele sem muita certeza nos disse “uns 30” e foi quando “nós” (ela hahaha) decidimos parar. Desistimos e fomos perguntar a umas pessoas num bar onde poderíamos pegar ônibus para Barra Grande, e fomos informados que passaria um em 20min., logo ali perto. Fomos caminhando num Sol escaldante e, quando perguntamos a um cara de bicicleta o local do ponto de ônibus, ele disse que era ali, que o ônibus já tinha passado, mas que “sempre passa carro e logo vocês arranjam carona”. Fomos para o ponto e esperamos. Após 3 carros cheios, em menos de 10min. passou um cara sozinho num L200 e parou pra nos dar carona até Barra Grande, marcando o fim da nossa trip.

       
      O QUE APRENDEMOS NESSA VIAGEM?
      -É muito ruim fazer uma trip dessa com mala de 1 semana anterior em algum lugar. Se for pra fazer a trip, que seja uma viagem exclusiva pra ela, pra não ter que carregar coisas desnecessárias.
      -Vimos que ainda existe muitos lugares vazios e paradisíacos só esperando pela oportunidade e visita de quem estiver disposto.
      -Sobre-teto sempre! Mesmo no céu estrelado (hahaha).
      -É muito importante se concentrar no seu corpo e em seus limites, se respeitar, respeitar seu próprio tempo e o do outro, caso vá acompanhado.
      -Os nossos limites podem ser bem menores ou maiores do que imaginamos.
      -Independente do cansaço é bom olhar tudo mais de uma vez, pra não esquecer.
       
      EQUIPAMENTOS USADOS:
      -Curtlo Highlander 35+5L
      -Quechua Forclaz 50L
      -Azteq Nepal 2
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