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Bem-vindos ao meu relato! Peru, 18 dias, 8 cidades, eu e minha mochila, coragem, mente e coração abertos!


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És acostumada a fazer trekking em alta altitude Tabata?

Estou montando o roteiro para 9 dias, querendo incluir além de Cusco e M.P., tb Ausangate e sua Rainbow Mountain, e Huaraz.

Contudo, conversei com um mochileiro que foi pro Peru, e este me desaconselhou a fazer Huaraz junto pq seria pouco tempo....

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Em 2/27/2018 em 21:25, Ro St disse:

És acostumada a fazer trekking em alta altitude Tabata?

Estou montando o roteiro para 9 dias, querendo incluir além de Cusco e M.P., tb Ausangate e sua Rainbow Mountain, e Huaraz.

Contudo, conversei com um mochileiro que foi pro Peru, e este me desaconselhou a fazer Huaraz junto pq seria pouco tempo....

Oii! É que Huaraz vc vai gastar um dia só se locomovendo até lá. O lance da altitude, vai de pessoa para pessoa. Eu fiz Rainbow Mountain. Foi um desafio, fiz somente na caminhada mesmo, mas vi muita gente precisar subir com as mulas.. Eu não tive problemas com altitude no geral, somente no ultimo dia de caminhada em Huaraz, que vou contar ai mais para frente do relato.

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  • 2 semanas depois...
  • Tabata FB featured this tópico
  • 2 semanas depois...
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Em 19/02/2018 em 21:50, Wesley_Justino disse:

@Tabata FB obrigado pelo relato. Vou embarcar dia 17/03, passarei pelas mesmas mesmas cidades que você, só que vou fazer tudo por terra. Pelo seu mapa de cidades, você foi de avião de Cusco para Huaraz, certo?

Espero que você consiga postar o máximo de informações até a minha viagem.

vc poderia disponibilizar seu roteiro? estou indo agora em setembro.

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vc poderia disponibilizar seu roteiro? estou indo agora em setembro.

Claro, segue:


Roteiro Peru 2018


CONSITUC Av El Sol 103, Cusco - boleto turístico


17-03 - GRU - Lima

18-03 - Lima - Huaraz

19-03 - Huaraz

20-03 - Huaraz - Chavín de Huantar

21-03 - Huaraz - Pastoruri

22-03 - Huaraz - Laguna 69

23-03 - Huaraz - Lima

24-03 - Lima - Ica - Huacachina

25-03 - Ica - Paracas

26-03 - Paracas - Arequipa

27-03 - Arequipa

28-03 - Arequipa - Canion

29-03 - Arequipa - Puno

30-03 - Puno - Cusco

31-03 - Cusco

01-04 - Cusco - City Tour

02-04 - Cusco - Maras Moray

03-04 - Cusco - Vale Sagrado

04-04 - Cusco - Ollantaytambo

05-04 - Ollantaytambo - Hidrelétrica - Aguas Calientes

06-04 - Aguas Calientes - Machu Picchu - Cusco trem

07-04 - Cusco - Vinicunca

08-04 - Cusco - GRU

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1 minuto atrás, Wesley_Justino disse:


Claro, segue:


Roteiro Peru 2018


CONSITUC Av El Sol 103, Cusco - boleto turístico


17-03 - GRU - Lima

18-03 - Lima - Huaraz

19-03 - Huaraz

20-03 - Huaraz - Chavín de Huantar

21-03 - Huaraz - Pastoruri

22-03 - Huaraz - Laguna 69

23-03 - Huaraz - Lima

24-03 - Lima - Ica - Huacachina

25-03 - Ica - Paracas

26-03 - Paracas - Arequipa

27-03 - Arequipa

28-03 - Arequipa - Canion

29-03 - Arequipa - Puno

30-03 - Puno - Cusco

31-03 - Cusco

01-04 - Cusco - City Tour

02-04 - Cusco - Maras Moray

03-04 - Cusco - Vale Sagrado

04-04 - Cusco - Ollantaytambo

05-04 - Ollantaytambo - Hidrelétrica - Aguas Calientes

06-04 - Aguas Calientes - Machu Picchu - Cusco trem

07-04 - Cusco - Vinicunca

08-04 - Cusco - GRU
 

vc acha que ta completo? ou faltou algum lugar que voce iria? pelo que pesquisei tem uma trilha de 6 dias em Huaraz confere? e tem umas trilhas incas de 7 dias em Cusco confere?

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vc acha que ta completo? ou faltou algum lugar que voce iria? pelo que pesquisei tem uma trilha de 6 dias em Huaraz confere? e tem umas trilhas incas de 7 dias em Cusco confere?

Estou um dia adiantado no roteiro, não fiz Chavin de Huantar. O trekking Santa Cruz, que é o mais famoso de Huaraz, dura 4 dias e 3 noites, se não me engano. Sobre as de Cusco, trilha inca 4 dias e 3 noites, Inca jungle 3 dias e 2 noites e Salkantay Trek 5 dias e 4 noites. São as mais famosas também. 0ara as duas primeiras é recomendado reservar com antecedência, já a Salkantay não tem muita procura. Até agora o roteiro está caminhando bem, com um dia de sobra, na verdade ele está bem folgado, pois se surgir qualquer contratempo, eu não o comprometo. Amanhã se Deus quiser estarei fazendo o tour de Buggy e sandboard em Huacachina.
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  • Tabata FB changed the title to Bem-vindos ao meu relato! Peru, 18 dias, 8 cidades, eu e minha mochila, coragem, mente e coração abertos!

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      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
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      Estamos postando alguns vídeos no YouTube sobre este trajeto e nosso mochilão, se você tiver interesse, dúvidas e curiosidades, fale com a gente, se inscreva no canal!!! Pegamos muitas dicas aqui no blog antes de cair na estrada, e queremos ajudar outras pessoas com este sonho. 
      O link do canal é este: https://www.youtube.com/channel/UC_s6lPHmcwshOyB8FlFNO0A
      Prazer! Sou a Vivi e meu parceiro de viagem é o Trumai :D 
      Qualquer dúvida nos envie mensagens no insta: @vivinakano e @trumaiii




    • Por Evelyze
      Oi pessoal, queria pedir a ajuda de vocês que tem mais experiências com viagens.
      Então, sendo bem objetiva, eu sou de Belém do Pará e decidi começar a viajar pós pandemia. Minha situação atual é essa aqui: 
      Pra onde quero ir? Ainda não sei. Tenho uma leve intuição de que seria legal iniciar pelo Brasil para adquirir experiência, mas também a Patagônia Chilena é um destino que me chama atenção a muito tempo. Enfim, não sei. O que sei é que os risco que eu vou correr pra ir aqui perto, serão os mesmo que ir pra mais longe. Eu acho!
      Tenho dinheiro? Um pouco, em torno de 2 a 3 mil que posso dispor de imediato, mas planejando, muito provável que eu consiga mais. Até Outubro, se eu tiver com tudo decidido, me programo para juntar.
      Tenho uma fonte de renda? Cara eu já trabalho em regime HomeOffice, tenho uma mini consultoria e apesar de meus clientes necessitarem da minha presença virtual todos os dias, já não estou vinculada a nenhuma empresa. O que tenho é um contrato de trabalho CLT que vai até Setembro de 2020. Eu trabalho com design gráfico, fotografia e como social media. Imagino que possa dispor dessas minhas habilidades para gerar renda durante AS VIAGENS, porque pretendo fazer mais de uma. Fora isso estou criando um e-book que vou tentar vender e gostaria muito de criar um canal no youtube e um instagram até pra guardar os registros de viagem.
      Tenho transporte? Eu tenho uma moto, uma Elite 125 que acredito que não seja possível viajar nela por ser uma shutter. Até porque não me sinto muito confortável com essa ideia. Pelo menos não agora. Mas não deixa de ser uma opção se tiver companhia. Então vai ter que ser mesmo por avião, ônibus ou frete de carro, sei lá.
      Tenho tempo? Aí é onde está a minha principal limitação. Eu tenho 2 cachorros lindos que, apesar de ter onde ficar enquanto eu viajo, não posso deixá-los por muito tempo, pois a responsabilidade é minha de qualquer forma. Por isso a minha intenção é fazer viagens curtas de 1 ou 2 semanas no máximo. Já pensei demais em levá-los comigo. Eu adoraria isso, mas não faço ideia de como posso fazer isso acontecer. Tenho medo de fazer isso sozinha.
      E quanto ao local para ficar? Imagino que deva ser mais fácil pra mim que não tenho muita experiência, viajar como voluntária e ir ficando nos hostels da vida. Porque acampar nunca nem vi. O Couchsurfing acho perigoso e mesmo assim me acrescentaria muito pouco em termos de conhecer e experimentar. Imagino que em hostels existe uma troca bem maior. Por isso penso na Worldpackers. Dormir em qualquer lugar tipo viagem roots, também não quero não. Não agora!
      Pois é pessoal, eu resolvi escrever esse post porque eu tenho essa vontade, mas estou muito confusa de como viabilizar isso. Acho que o medo tá me impedindo de seguir em frente. E mesmo assim, não sei por onde começar a planejar. Queria muito a opinião de vocês sobre possibilidades para mim. Talvez abra minha mente as mensagens de vocês. Fiquei até pensando se esse seria um post de busca por ajuda de como posso começar ou de incentivo para eu não desistir antes de tentar (rsrsrs). O fato é que eu preciso falar com alguém que possa me dar aquele empurrão. Talvez arranjar uma companhia pra essa primeira viagem. Talvez arranjar um lugar pra onde ir com propósito... Não sei.
      Fico aguardando as respostas. Espero realmente que tenham respostas.
      Abraço!
       
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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