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Luis Arau

Viagem de carro por toda Belize, mergulhos e sítios arqueológicos Maias em 27 dias.

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Eu pesquisei sobre isso...

"A língua oficial é o inglês, apesar do espanhol ser a língua nativa de cerca de 50% das pessoas e segunda língua de outros 20%." Fonte: Infoescola

O que eu queria saber é sobre as taxas migratórias de entrada e saída. Vocês pagaram alguma? Tiveram algum problema na saída e no retorno de Tikal? Taxas, entrevistas? Aparece aí @Luis Arau 😉

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@Taciano Bahia Nem sempre o que se fala é verdade,por exemplo,espanhol seria a língua oficial do Paraguay,mas lá se fala um dialeto complicado, que eu,formado na língua, tenho dificuldade de entender.

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18 horas atrás, Pedro Fogar disse:

Como é a segurança em Belize? Tranquilo?

Muito tranquilo Pedro. Somente em Belize City, caso queira conhecer, evite a noite!

 

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Quase todos falam espanhol. Como o turismo é forte, todos os empregados voltados ao turismo são de regiões periféricas que falam castelhano. Guatemala, México e Honduras. Se vc fala um pouco de castelhano não terá nenhum problema.

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12 horas atrás, Taciano Bahia disse:

Eu pesquisei sobre isso...

"A língua oficial é o inglês, apesar do espanhol ser a língua nativa de cerca de 50% das pessoas e segunda língua de outros 20%." Fonte: Infoescola

O que eu queria saber é sobre as taxas migratórias de entrada e saída. Vocês pagaram alguma? Tiveram algum problema na saída e no retorno de Tikal? Taxas, entrevistas? Aparece aí @Luis Arau 😉

Minha estatística é que 99% dos belizenhos falam castelhano...rsrs. Não há taxas imigratórias nem entrevistas. Brasileiros entram sem problema. Para Tikal deve se fazer a entrada e saída na Guatemala. Perde-se apenas 15 minutos em ambas.

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17 horas atrás, D FABIANO disse:

Qual a língua que eles falam?Espanhol pela proximidade com o México é falado?

Todos falam espanhol.

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Oi @Luis Arau, eu perguntei sobre as taxas, porque tem gente aqui no mochileiros que disse que pagou. Na entrada e saída de barco por Chetumal. Além disso, várias pessoas disseram que tiveram problemas na entrada vindo de Tikal...  que até perderam o ônibus, pois o motorista não esperou o demorado processo de entrada. 

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  • Conteúdo Similar

    • Por Ferdias
      Olá pessoal, esse é o meu 7º mochilão e é o primeiro que vou escrever o relato para contribuir com o site. Dessa vez vou fazê-lo porque quando fiz a pesquisa para esses países não encontrei muitos relatos, e os que tinham estavam bem velhinhos.
      O relato que mais me ajudou foi o do Soriento que por mim poderia ser escritor, porque escreve muito bem, quando eu o li parecia que estava viajando junto com ele.
      Vou tentar ser bem objetiva e escrever bem, é o mínimo né!
      Em primeiro lugar, se você está com dúvidas se vai ou não a estes países, eu te digo, desencana e vai, porque vale muito a pena, são países lindos, com uma natureza exótica, com um povo ímpar, mas você vai me dizer, ahh são uns dos países mais perigosos do mundo! E eu te digo, sim realmente são, São Pedro Sula foi considerada pela ONU em 2015 a cidade mais violenta do mundo depois dos países do Oriente Médio que estão em guerra, mas ainda assim você foi para lá? Sim, porque felizmente no mundo ainda há mais pessoas boas que más, e o Brasil meu amado país é uma escola que nos ensina a fugir de problemas. Ah e tem a questão do status, é claro que é mais chique você contar aos seus amigos que foi a Europa ou ao Estados Unidos do que a Guatemala, Honduras, Belize ou El Salvador, mas quando eles virem as suas fotos do Semuc Champey ou do vulcão Acatenango na Guatemala, ou quando você descrever a eles como foi sua experiência de surfar em El Tunco em El Salvador, acredito que eles vão querer ir!!
       Dicas:
      Levei o cartão travel Money, mesmo sendo muito mais caro e com tantas taxas, ainda assim prefiro, porque se eu tiver algum contratempo é só ficar esperando o novo cartão chegar; Tem bancos por todos os lados para saques; Nesses países eles não fazem viagens noturnas, isso é ruim porque se perde o dia trocando de cidades; Não há ônibus de viagem como aqui no Brasil, as viagens são feitas em shuttle que são aquelas vans tipo besta; Melhor Hostel da viagem: Casa Verde em Santa Ana em El Salvador; Leia as recomendações do Consulado Brasileiro sobre esses quatros países; Você realmente vai precisar da carteira internacional da febre amarela e se tiver coragem tome todas as vacinas que puder é bom para prevenção, tenho até vacina de febre tifoide, só me falta a antirrábica por estar em falta, tá vai sou a louca das vacinas; O café da manhã mais comum é ovos mexido com purê de feijão; As fotos da viagem estão no meu Instagram nandadiasfer.  Tudo começou dia 02/11/2017 .... Brasil / Guatemala
      Saímos de Guarulhos em São Paulo as 6h35 num voo pela Copa Airlines (R$ 2.590,52) com escala de uma hora na Cidade do Panamá e seguimos para a Cidade da Guatemala onde chegamos as 13h horário local (o fuso horário é de 4 horas com o Brasil, por estarmos no horário de verão). Quando descemos no aeroporto na Cidade da Guatemala, fomos para a imigração, a oficial da imigração me perguntou se era a primeira vez na Guatemala e disse que sim, aí ela me pediu para ir até uma sala conversar com outro oficial, ele me fez perguntas básicas como: quanto dinheiro você trouxe, cadê seus cartões de crédito, onde você trabalha e você foi ao México em março desse ano? sim! e depois me pediu para voltar no guichê anterior e seguir viagem.
      Fomos direto procurar um transporte para Antígua, e já na saída da imigração como de praxe em quase todos os aeroportos tem ônibus, táxis, transfer para os principais pontos das cidades e escolhemos a opção de dividir um táxi para Antígua por U$13 dólares cada. Assim chegamos em Antígua as 15 horas.
      Nos hospedamos no BigFoot Hostel Antígua na Avenida 6ª Sur a uma quadra da praça principal, o quarto compartilhado custa $75 Quetzales. O Hostel está em Antígua e na Nicarágua, o dono é brasileiro e super gente boa. A partir de quinta-feira tem festas temáticas, não tem café da manhã incluso mas tem um bar restaurante que tem uma ótima salada por $35 Quetzales, as camas são confortáveis que dão aquela vontade de dormir até mais tarde. O banheiro fica fora do quarto próximo a sala de TV. Os staffs são excelentes, pegamos as recomendações dos relatos que lemos aqui e não nos arrependemos.
      Antígua na Guatemala
      Nesse dia acordamos tranquilamente sem pressa, até porque estávamos cansados da viagem no dia anterior e fomos tomar café na “padaria” El Sol Café Boutique $50 Quetzales uma caneca de leite com café e uma baguete de queijo, alface e tomate com um molhinho gostoso, apesar de achar um pouco caro, estava tão bom que voltamos nos outros dias.
      Um adendo sobre Antígua, é uma cidade cara em comparação com outras cidades da Guatemala, com arquitetura colonial e patrimônio da Unesco, está a uma hora da Cidade de Guatemala, é tipo o point da galera bem de vida da redondeza e de muitos turistas.
      Nesse dia fomos caminhar pela cidade e subimos o Cerro de La Cruz que é um lindo mirante da cidade e uma boa vista do vulcão Fuego, é bem tranquila a subida. Fomos ao arco Santa Catalina, e não tenho a foto do arco porque estava em reforma, cheio de gente e não sou encanada com foto de ponto turístico. Também pesquisamos o preço para fazer o tour do vulcão Acatenango para passar a noite olhando para o Vulcão Fuego em erupção (lindoooo).
      Encontramos a agência Mayan Kingdom (6ª. Avenida Sur Noº 4 – www.mayankingdomtravel.com) com a Juliana Cecíl (que fala em espanhol e inglês) que foi muito gentil e prestativa, disposta a sanar todas as dúvidas, até as menos pertinentes, isso porque estávamos com medo pela falta de preparo físico, o que de fato é sim muito importante, não precisa ser um alpinista mas tem que ter um bom condicionamento. A subida é muito íngreme e leva aproximadamente 6 horas, hoje já não é mais necessário levar parte do equipamento das barracas porque elas já ficam instaladas no topo, subi somente com a mochila de ataque com algumas comidinhas (cookies, chocolate, snackers, mais os lanches que a agência fornece e dois litros de água, que parte é para beber e parte para fazer o café e o miojo), também é necessário levar  uma troca de roupa porque na subida pode chover, eu não levei e graças a Deus não choveu, ficou só numa garoa que a minha impermeável deu conta, deve-se levar também papel higiênico e lanterna.
      O preço do tour praticamente é tabelado em $350 Quetzales e a entrada do parque é a parte $50 Quetzales.
      O vulcão Acatenango está a uma hora de Antígua. Eu tive muita dificuldade na subida e para não desistir, optei por subir a cavalo por mais $250 Quetzales, sinceramente foi triste porque não tinha me preparado fisicamente e chego a beira do sedentarismo.
      Chegando no campo base onde fica as barracas e é o mirante para o Vulcão Fuego, assim que anoitece um pouco, já começa o show da natureza, logo quando chegamos achamos que não veríamos nada porque além de chover granizo estava muito nublado, mas assim que a noite foi entrando as chuvas e as nuvens foram passando, foi possível ver os povoados em volta com as luzes da cidade e o vulcão cada vez mais em erupção, “eita” coisa mais linda que já vi na vida até agora e o barulho que ele fazia como de trovão, teve momento que a terra até deu uma tremidinha. Foi muito esforço para chegar até lá, mas vale muito a pena!!
      Por volta das três horas da manhã o guia leva aqueles que querem ir até o pico que chega a +ou- 4.500 de altitude para ver o nascer do sol, eu não fui, mas quem foi ficou maravilhado.
      As sete horas da manhã iniciamos a descida, que é tão árdua quanto a subida pois se força mais os joelhos. Terminamos a descida por volta das onze horas e ficamos esperando a van nos buscar para voltar para Antígua.
      Antígua – San Pedro La Laguna
      Saímos de Antígua por volta das nove horas da manhã e chegamos em San Pedro La Laguna por volta das treze horas, contratamos no hostel um shuttle por $80 Quetzales.
      San Pedro é um dos povoados ao redor do Lago Atitlán, é bem pequeno e tranquilo, vale a visita. O lugar é lindo, e dá acesso aos demais povoados que você pode ir usando as lanchas que os habitantes usam como meio de transporte. Você pode subir o Vulcão de San Pedro que é muito bonito.
      Nos hospedamos no hostel Zoola a $50 Quetzales, não tem café da manhã incluso (como todos da trip) mas oferecem café, leite, chá. O wi-fi pega bem em todos os lugares, os staffs são ótimos, o banheiro fica fora do quarto, as camas são ótimas e ficamos num quarto com duas camas. Têm piscina, bar e restaurante (ótima salada), com uma área de descanso bem legal. Recomendo!
      No dia em que chegamos não fizemos nada, só caminhamos pela cidade.
      No dia seguinte fomos passear no povoado de São Marcos que dizem que tem a “vibe zen”, e sim, tem mesmo e até demais!
      Pela ida e volta em barco de San Pedro a San Marcos pagamos $20 Quetzales.
      Pagamos $15 Quetzales pela entrada no parque Tzankujil onde tem o trampolim para se jogar no lago, eu não fui, mas o meu amigo foi e gostou muito, eu fiquei só olhando e filmando. A trilha é bem leve e bonita até o trampolim. Há um banheiro mais acima para se trocar.
       Em San Pedro há um vulcão, nós não subimos porque ainda estávamos muito doloridos do Acatenango.
      San Pedro La Laguna – Semuc Champey
      Contratamos um shuttle numa agência na rua principal de San Pedro que não lembro o nome e fez para nós por $185 Quetzales cada, o barco saindo de San Pedro até Panajachel e um mini bus saindo de Panajachel até Lanquim. Panajachel é o maior povoado ao redor do Lago Atitlán.
      A viagem durou o dia todo e por mais que era um micro-ônibus, foi super desconfortável.
      Saímos de San Pedro as sete horas da manhã e chegamos no Hostel El Portal as nove da noite, muito tempo de viagem.
      Lanquim é o povoado mais perto do parque Semuc Champey, está a quarenta minutos de distância.
      Quando chegamos em Lanquim havia umas camionetes 4x4 para nos levar de graça aos hotéis mais longes. Como tínhamos indicação dos relatos do El Portal é para lá que nós fomos e não nos arrependemos.
      O El Portal está na porta de entrada do parque, praticamente se mistura com o parque, lindo demais!
      Semuc Champey elém de ser o nome do parque também é o vilarejo que está a quarenta minutos de Lanquim, aí depende, se você tiver interesse em conhecer restaurantes, procurar um agito para as suas noites, não será bom escolher o El Portal por estar longe de Lanquim, mas se você que um lugar lindo e quer relaxar o El Portal é a melhor escolha.
      Eles não têm banho com água quente, mas com o calor que se faz não é muito necessário, eles também não têm wi-fi, isso porque não tem sinal, a energia acaba por volta das onze horas da noite, ainda assim foi a melhor escolha que fizemos. Não tem café da manhã, mas tem um bar restaurante com um cardápio muito bom a preço médio. Os staffs são excelentes e muito prestativos. Contratamos o tour do parque e o shuttle para Flores com eles. O que mais me chamou a atenção foi que a cabana compartilhada que fiquei estava impecavelmente limpa, não tinha uma teia de aranha, não tinha uma formiga, não tinha um inseto, nada, e olha que estávamos no meio da mata.
      Quando escolhi ficar no El Portal não imaginava que ele estava tão longe de Lanquim, então como cheguei muito tarde, não saquei dinheiro e o pessoal do hostel disse que não havia problema, que no dia que eu fosse embora o meu passaporte ficaria com o motorista e quando eu sacasse e desse o valor devido a ele, ele devolveria meu passaporte, isso tudo porque eu não queria gastar $20 Quetzales para ir a Lanquim só para sacar dinheiro.
      O passeio foi simplesmente demais, a coisa mais legal que já fiz até agora. O passeio durou o dia todo e custou $175 Quetzales.
      No período da manhã fomos ao mirante das piscinas e depois nadamos nelas, elas são realmente lindas. A subida foi tranquila, é bom fazê-la de tênis, mas ele vai ficar todo sujo e molhado porque durante a madrugada chove muito, molhando a trilha, mas de dia o sol sai e fica muito lindo. Pausa para o almoço que foi no restaurante do El Portal. Na parte da tarde fizemos a caverna com cachoeira e morcegos, descemos o rio de boia cross e depois o guia incentivou a galera a pular da ponte, mas ninguém quis, só duas brasileiras que conhecemos tiveram coragem.
      A parte da caverna foi demais, você entra com uma vela que não adianta em nada por ser muito escuro e no primeiro mergulho que você afunda a vela ela se apaga e não ascende mais, você não consegue ver onde está pisando e machuca muito o pé, não é aconselhável ir de Havaianas, a menos que você a amarre muito bem em seus pés, o aconselhável seria um crocs ou sapatilha emborrachada para o mar, eu comprei uma só para esse dia (R$40) e valeu muito a pena. Teve momentos que não dava pé e tinha que nadar, eu não tenho muita segurança com água então fui de colete salva vidas que me ajudou muito.
       
      Semuc Champey – Flores
      Contratamos o shuttle para Flores no hostel El Portal por $135 Quetzales, a viagem foi longa e muito cansativa. Não consegui entender como funciona esse negócio de shuttle, se há uma empresa, ou se há uma cooperativa, digo isso porque nessa viagem foi trocado três vezes de motorista e isso atrasou muito a viagem. Chegamos em Flores depois das 18h.
      A cidade de Flores é uma ilha rodeada por um lago, no entanto, só é possível chegar até lá por balsa.
      Ficamos uma noite no hostel Los Amigos que é um dos mais famosos da cidade, chegamos numa sexta-feira e sem reserva (vou parar com isso), estava bem lotado, mas conseguimos um quarto com ar condicionado por $100 Quetzales, não gostamos muito do lugar, tem uma decoração indiana com cores escuras, muita vegetação, de verdade não gostei da vibe. Logo de manhã, após o café da manhã que pagamos por não estar incluso (que me arrependi porque passei muito mal além de ter sido mal atendida, saímos desse hostel e fomos para o hotel El Petén que tem quarto compartilhado com ar condicionado por $90 Quetzales, tem uma decoração clean, estava bem limpo.
      Fomos conhecer as ruínas de Tikal, pagamos $100 Quetzales pelo transporte numa agência que está na avenida em frente ao lago perto do hostel Monkey, o motorista que nos levou (estávamos em 4 numa van) não nos esperou e veio embora, porém tinha um grupo maior em um micro-ônibus e entramos nesse para voltar, não achei muito certo e se não tivesse lugar, não fomos reclamar porque no outro dia saímos muito cedo para Belize.
      Em Tikal pagamos $150 Quetzales pela entrada nas ruínas. Chegamos por volta das 14 horas para sair as 18:30 horário máximo do parque. Existe a parte por mais $100 Quetzales percorrer as mesmas ruínas e ver o amanhecer ou pôr do sol, quando questionamos isso na entrada o rapaz da bilheteria não quis vender porque o sol estava se pondo as 17:30, e isso é verdade, o sol estava se pondo muito cedo.
      O problema começa com os guias, eles cobram $50 Quetzales de cada turista, porque dizem que os guardas não deixam subir para ver o pôr do sol, porém não há uma identificação específica para isso, aí os guias se valem de que eles podem subir quem eles quiserem, por isso cobram a parte, e não sei se eles estavam com parceria com a equipe da bilheteria.
      Começamos a visita com um guia que reclamou porque chegamos tarde e o grupo principal já tinha iniciado, depois da reclamação ele começou a falar do pagamento a parte para nos levar para ver o pôr do sol, eu disse que não iria pagar porque o sol iria se pôr antes de o parque fechar, ele prosseguiu correndo conosco pelas ruínas sem explicar nada, foi muito ruim, e ainda nos passou para o outro guia e disse com todas as letras que meu amigo e eu ainda não tínhamos pagado a parte. Esse outro guia cobrou de nós a metade $25 Quetazeles meu amigo pagou e eu até paguei, só que chegamos no mesmo lugar que o outro guia já tinha passado, então disse a ele que devolvesse meu dinheiro porque eu já tinha passado por ali e não estava certo ele cobrar por algo que estava no valor da entrada. O guia devolveu meu dinheiro e disse para eu seguir caminho até a entrada para esperar o mini bus, por fim fazem suborno, nos enganam e ninguém vê o pôr do sol, acredito que seja por causa da época, o sol se põe muito cedo. Ah e além de toda essa corrupção tive um dia péssimo por conta do café da manhã do Los Amigos, até vomitei duas vezes no parque.
      Já tínhamos decidido que o dia seguinte em Flores seria off day porque ainda estava me recuperando, mas quando acordei por volta das 7:45 estava me sentindo melhor e meu amigo foi até a recepção do hotel El Petén e eles super prestativos conseguiram nos encaixar num shuttle para Belize, foi tudo muito rápido. O transporte de Flores até Belize City mais o barco até Caye Caulker foi de $255 Quetzales.
      Vários relatos que li aqui disseram que tiveram problemas para fazer a fronteira de Belize, teve gente que até perdeu o transporte porque a imigração embaçou legal. Na agência em Flores o rapaz que estava emitindo o nosso bilhete para a viagem perguntou se o nosso passaporte era do Brasil, dissemos que sim, claro, e ele ficou preocupado por brasileiros e a imigração de Belize sempre dá problema, aí que ficamos mais preocupados, meu amigo até pensamos numa estratégia  vamos sair correndo e sermos os primeiros na fila porque se tivermos problemas até as outras pessoas passarem talvez tenhamos a possibilidade de não perder o transporte, mas aí acreditem, fui a primeira, num domingo de manhã e chuvoso, a agente da imigração olhou meu passaporte, perguntou se eu era brasileira, eu disse sim, ela olhou para a colega da outra cabine, pensou e disse pra eu seguir ufa! o mesmo com meu amigo, e aí ficamos esperando um casal acho que de suíços ou noruegueses não lembro, que demoraram porque a imigração embaçou com eles. Bom o que ocorreu em Belize para eles encrencarem com os passaportes brasileiros eu não sei, mas o que dizem é que uma certa vez pegaram uns dez passaportes brasileiros falsos. Dizem também que o nosso passaporte é uns dos mais falsificados porque somos um povo misto, o Brasil foi criado e é feito todos os dias por praticamente quase todos os povos do mundo e viva a diversidade!!
      Dica: vá sempre no primeiro transporte, porque se a imigração parar vocês, ainda há a possibilidade de pegar o próximo ônibus, isso porque as agências têm dois horários de saída, as 8h e acho que as 10h.
      E assim seguimos para Belize! Não pagamos nenhum tipo de taxa de entrada/saída da Guatemala.
       Ilha Caye Caulker em Belize
      Amamos ter conhecido a ilha da vibe “Go Slow”, ficamos por lá quatro noites, e fizemos o passeio do Blue Hole, o segundo maior coral do mundo. A ilha é bem pequena, cheia de turistas, os nativos super gente boa, um lugar para levar a vida bem devagar. Tem vários restaurantes, cafés, mercados, tudo na ilha é feito de carrinho de golfe ou de bicicleta que você pode alugar. O que não tem muito é orla com areia, mas é possível entrar no mar e praticamente não tem onda, perfeito para crianças.
      A moeda deles é o Belizenho, que $1 Belizenho equivale U$0,50 dólares. Há bancos e caixas automáticos na ilha.
      Nos hospedamos no Yumas, $35 Belizenhos a diária, super limpo, gostamos muito, ele fica localizado a sua esquerda logo na saída do barco, super fácil de achar. Não tem café da manhã incluso, o banho não é com água quente, mas nem precisa com o calor que faz, tem um bom wi-fi e um quintal super charmosinho.
      Tem também várias agências que fazem passeios de mergulho e snorkeling. Nós optamos pelo Blue Hole e em toda a região só três agências fazem esse passeio, por ser muito longe e caro.
      Fechamos esse passeio através do hotel das brasileiras que conhecemos no caminho, custou $380 Belizenhos o snorkeling, foi o mais caro de toda a viagem.
      Ah só pode fazer o mergulho no Blue Hole quem tem a certificação, se você não tem sua opção é o snorkeling, que foi a minha opção.
      Ah que dia! Sete horas da manhã em Caye Caulker, dia lindo e ensolarado, o barco zarpou com dez turistas e cinco tripulantes, serviram o café da manhã, e fomos mar adentro, eu que tinha passado mal em Flores, ainda estava me recuperando, por isso, enjoei um pouco, tá vai, enjoei pra caramba, não cheguei a vomitar, mas tive que ficar com a cabeça pra trás, olhos fechados e respirando fundo, porque parecia que alguém estava com o meu estômago na mão e o apertava muito forte. Nos aconselharam a subir para a outra parte do barco que enjoaríamos menos, ok subimos, de repente começou uma chuva tranquila, até aí tudo bem, todos conversando muito e rindo, tudo tranquilo, até um temporal começar, o céu ficou como se fosse de noite as nove da manhã, a chuva estava tão forte que não se via mais nada, o barco balançava tanto que teve um momento que quase beijei o mar, até aí tudo bem, você pensa nossa estou na cena do filme Naufrágo, mas tudo bem, não vou morrer aqui no meio do nada em alto mar, mas quando de repente os tripulantes começam a correr e falar mais alto quase gritando aí você começa a se preocupar, quando você olha para o tripulante e vê no rosto dele o medo, aí você começa a rir de nervoso, assim foi comigo . O trajeto da ilha até o Blue Hole é de duas horas, mas no meu dia foi de três horas e meia.
      Quando chegamos o clima estava muito ruim, o tempo escuro e o mar muito agitado, ainda assim a galera que foi para o mergulho desceu e a do snorkeling também, mas eu não desci porque não sei nadar muito bem e não tenho muita segurança no mar e como ele estava agitado o guia me aconselhou a não descer. Você deve estar pensando, porque paguei caro para ir a um lugar no qual eu não tenho muita, ou melhor, nenhuma habilidade, simplesmente porque sonho é sonho e cada um tem o seu, para mim o que importa é que eu cheguei até lá, depois de ficar anos na internet vendo as fotos do Blue Hole, e pensa que fiquei triste por ter ido tão longe e não ter tido aquele dia lindo e ensolarado, não! pelo contrário, meu dia me deu história pra contar, de terror, .
      A uma hora do Blue Hole, na segunda parte do passeio, que também é o lugar do almoço, adivinha como estava o tempo? Lindo, perfeito!! Aí fiz o snorkeling, fui ao mirante conhecer um ninhal de pássaros Fragatas, foi legal, pois eles estavam em época de acasalamento e os machos inflam o papo “bolsa vermelha” para atrair as fêmeas. Além disso foi possível ver muitas Iguanas e caranguejos.
      Chegamos de volta a ilha por volta das 18h. Terra firme!! O dia seguinte foi dia livre, só relax na praia.
       
      Saída de Belize para Honduras
      Dia 16/11/17 saímos de Caye Caulker as 6h30 no primeiro barco para Belize City e chegamos em Utila em Honduras as 18h do dia 17/11/17, isso mesmo, dois dias para chegar, dormimos em Puerto Barrios na Guatemala.
      Abaixo uma tabela com cada passo que demos nessa travessia, que para mim foi uma aventura, porque sai daqui do Brasil com esse “gap” no roteiro, porque não tinha relatos que fizeram o mesmo caminho e não achei nada na internet, s. Tem um site que gosto muito de usar que é o Rome2rio, você coloca as cidades e ele te mostra todas as opções possíveis para chegar de um ponto a outro.  A princípio sem muita informação iriamos até Placência - Belize e de lá pegar um barco direto a Puerto Cortés – Honduras, porque não queríamos entrar na Guatemala de novo, mas não teve jeito. Na estação de ônibus em Belize City, pegamos um ônibus as 8h15 rumo a Punta Gorda, que passaria pela estrada de Placência, mas que teríamos que pegar outro ônibus até lá, e como não sabíamos se realmente havia um barco até Honduras, decidimos dentro do ônibus mesmo que iriamos para Punta Gorda e nesse ônibus coletivo que estava cheio de belizenhos indo para o trabalho entrou um casal de turistas que iriam dormir em Punta Gorda para seguir para Rio Dulce na Guatemala, aí ficamos mais confiantes, mas pedimos ao cobrador do ônibus que nos deixasse na imigração para tentarmos ir para Guatemala, porque desistimos da ideia de tentar ir direto a Honduras, essa dificuldade é devido Belize não ser fronteira com Honduras.
      Assim ficou o trajeto:

      Para sair de Belize pagamos $40 Belizenhos de taxas. Ali na imigração mesmo saiu o barco para Puerto Barrios que chegou em menos de trinta minutos. Achei o preço do barco demasiado caro, nós o compramos do outro lado da rua com uns homens que estavam sentados, isso porque foi indicação do agente de imigração.
      Saímos do barco e seguindo em frente fomos a imigração da Guatemala e demos entrada. O condutor do barco disse que conhecia alguém que faria o transfer até La Ceiba Honduras por $400 Quetzales, nós não aceitamos e mesmo assim no dia seguinte ele bateu na nossa porta do quarto do hotel que estávamos. O hotel custou $60 Quetzales, a cidade não tem nada demais é cidade de fronteira e portuária.
      No dia seguinte, bem cedo pegamos uma van coletiva até Corinto na fronteira. Demos saída da Guatemala e entrada em Honduras os dois guichês ficam lado a lado. Demoramos nas filas porque estava lotado. E algum tempo depois o motorista do transfer chegou com alguns turistas e aí ofereceu por $250 Quetzales, agora nós iriamos aceitar, mas logo depois chegou outro transfer e eles decidiram colocar todos numa van só e como não tínhamos acertado com o outro aí tivemos que pagar $300 Quetzales. E a gente pensa que só brasileiros dão um jeitinho de passar alguém para trás? Claro que não!
      O motorista que nos levou era horrível, só não errou o caminho, porque só havia uma estrada principal, ainda assim para valorizar o trajeto fez com tanta calma, que quando chegou no congestionamento ficou apavorado porque quase perdeu o horário de saída do barco, o último era as 16h.  Pedi para ele fazer uma parada rápida no banco para saque e ele não fez. Se o mesmo ocorrer com você de ficar sem dinheiro, não se preocupe, porque em Utila assim que você desce do barco seguindo reto há um banco e um caixa automático.
      Depois de quase dois dias chegamos em Utila e fomos presenteados com um lindo pôr do sol.
      Utila em Honduras
      Assim que descemos em Utila meu amigo puxou conversa com o casal de chineses que estavam hospedados no Captain Morgan's Dive Center que também é uma escola de mergulho e foi para lá que nós fomos. O lugar é bem legal, para quem se hospeda e faz o curso ganha desconto na diária. Eu não fiz o curso, mas meu amigo sim, e saiu por volta de U$200 dólares, com aulas teóricas e práticas em alto-mar e certificação até 18 metros. O curso sai muito mais barato que aqui no Brasil. A diária foi de $240 Lempiras.
      Utila é bem pequena, cheia de festas, mas o foco mesmo é para fazer o curso que leva em média de quatro dias a uma semana, para quem não vai fazer o curso duas noites em Utila para mim é suficiente.
      Ela é uma ilha, mas tem bancos de areia para caminhar ou ficar na praia, há um pequeno espaço que tem que pagar só para entrar que é uma casa com um terreno grande que tem um pouco de areia para você se sentar de frente para o mar e do lado oposto a este há uma praça que dá para entrar no mar.
      Em Utila só há uma rua principal, quando você sai do barco e segue adiante e chega nessa rua principal e fica de frente ao banco, ou você vai para a esquerda ou para a direita que é o lado que mais tem hospedagem.
      No domingo pela manhã fui para Roatán. Há barcos direto de Utila a Roatán nos dias: sexta, sábado, domingo e segunda. Nos demais dias será necessário ir a La Ceiba e de lá pegar um barco a Roatán. O preço do barco de Utila a Roatán foi de $715 Lempiras.
       Roatán em Honduras
      Roatán é uma ilha bem grande, logo quando você chega e desembarca você desce num povoado que não é bonito, não se assuste, porque o resto da ilha é bem bonita, ela mais ou menos se divide em três partes: West Bay, West End e Sand Bay.
      A parte mais bonita e econômica e onde está a maioria dos hotéis, pousadas, hostel, e com bons restaurantes é em West End e a parte mais chique é em Sand Bay.
      Roatán é mais cara que Utila, também tem escola de mergulho, mas o foco é para quem já sabe mergulhar e vai passar o dia fazendo mergulhos com saídas de manhã e à tarde. A ilha também conta com um aeroporto e a língua nativa é o inglês, mas todos falam espanhol também.
      Nos hospedamos no Hotel Chillies por $285 Lempiras a diária, o lugar é legal, mas não é muito limpo, está bem localizado, do porto até ele você poderá pegar um táxi ou ônibus coletivo, como cheguei no domingo e não tinha muitos ônibus minha única opção foi um táxi no modo compartilhado por $100 Lempiras, a distância do porto até West End é bem longe, de 30 a 45 minutos em carro, então se atente na hora da volta, seja para o aeroporto, seja para o porto, que o embarque é bem mais longe ainda e o táxi também sai mais caro $200 Lempiras no modo compartilhado depois de muito chorar. O barco de Roatán a La Ceiba custou $728 Lempiras, tente se planejar para não fazer como eu, que comprei essas passagens separadas só de ida, porque se você fechar o trecho fica mais barato.
      Em Utila na rua principal do lado esquerdo tinha uma casa que vendia passeios e shuttles para Copán por $1.080 Lempiras, por achar muito caro não quis comprar e pensei que em Roatán teria também, mas não encontrei nada desse tipo. Então para chegar em Copán o que fiz foi sair bem cedo de Rotán no primeiro barco 07H para La Ceiba e conseguir um shuttle para San Pedro Sula.
      Chegando no porto em La Ceiba as 08h30mn vi um rapaz com uma plaquinha de shuttle e fui até ele, mas ele estava indo para Nicarágua, o dia para Copán era na quinta e qual foi o dia que eu escolhi para ir a Copán? Quarta!
      Ele cobrou bem caro, $587 Lempiras para me deixar na estação de ônibus em San Pedro Sula. Por que aceitei esse preço?
      Primeiro porquê nesses países os ônibus não viajam de noite.
      Segundo porquê não queria dormir em San Pedro Sula, se eu fosse dormir gastaria quase o mesmo preço.
      Terceiro porquê do porto em La Ceiba não tinha ônibus coletivo até San Pedro e eu teria que fazer um “pinga-pinga” daqueles e ainda perderia o horário de saída para Copán.
      Em frente ao porto tem uma cabine que vende passagens de ônibus de viagem, mas ele iria passar depois das 10h e não teria tempo para pegar o outro.
      Aí optei por ir com o shuttle e o motorista se esforçou muito para me deixou com tempo na estação de ônibus de San Pedro Sula e pegar pela empresa Caçarola as 13h por $140 Lempiras e chegou em Copán as 17h15.
       Copán em Honduras
      Depois da correria, chegamos em Copán povoado que tem as ruínas de Copán.
      Nos hospedamos no Hostel Berakah que está bem localizado, e na mesma rua tem o Hotel Berakah, muito bom, o proprietário Fernando e a recepcionista que esqueci o nome foram super prestativos, a diária custou $165 Lempiras.
      Fiquei por lá só um dia, somente para conhecer a ruína e seguir para Santa Ana.
      Copán é muito pequena e tem alguns passeios além das ruínas como as águas termais e tirolesas. A entrada do parque custou $ 345 Lempiras sem guia, achei um pouco caro pelo tamanho do sitío. Numa trip com pouco tempo e vários países a conhecer acredito que Copán seja dispensável, mas logisticamente não porque ela dá acesso a Guatemala e El Salvador e dizem que é melhor chegar na Nicaraguá por El Tunco em El Salvador.
      El Tunco em El Salvador
      Contratamos o shuttle para Santa Ana no hostel Berakah mesmo, porque o serviço de transporte também é deles que ficou em U$ 40 dólares.
      O percurso do shuttle é de Copán Honduras até El Tunco em El Salvador. O motorista nos leva em todas as cabines da migração, não precisamos nos preocupar muito porque ele sabe tudo rs. Nós usamos as estradas pela Guatemala porque são melhores, ou seja, mais uma vez dei entrada e saída no mesmo dia na imigração da Guatemala. A imigração de El Salvador não carimba o passaporte de quem entra ou sai do país via terrestre, somente que entra ou saí por via aérea. Perguntei o porquê, e disseram que é um acordo do C4 (Guatemala, Honduras, El Salvador e Nicarágua) mas que somente eles cumprem, os demais todos carimbam.
      Eu contratei para Santa Ana, mas no meio da viagem decidi seguir para El Tunco, logisticamente era o melhor a ser feito. Confesso que com quem conversei sobre essa praia não me falou muito bem, porque estavam esperando uma certa semelhança com as praias brasileiras e reclamaram que os bares e restaurantes fechavam muito cedo, praticamente 22h já não tinha mais nada aberto e as areias da praia são cheias de pedra o que dificulta muito a caminhada.
      Então fui sem expectativa. Chegando, nos hospedamos no Tunco Lodge muito bom por sinal, com piscina, wi-fi por U$8 dólares o quarto compartilhado com ventilador, sem café da manhã, mas tem restaurante.
      E por fim, qual é a minha opinião? Gostei muito da praia dos surfistas iniciantes e quero voltar, gostei do povoado, das lojinhas, dos restaurantes para todos os gostos, tem um super pôr do sol, coisa mais linda. Sempre vale a pena ir conhecer um lugar mesmo que alguém tenha falado que a experiência dele não foi muito boa. Eu amei!
       Santa Ana em El Salvador
      Contratei um shuttle numa agência na rua principal para ir para Santa Ana, o serviço de transporte é do Berakah, essa região ele que faz, custou U$20 dólares, paramos em frente ao Hostel Casa Verde, que foi onde nos hospedamos, custou U$11 dólares a diária e foi simplesmente o melhor hostel da viagem e o melhor que já fiquei até hoje. A cozinha é muito bem equipada e bem decorada, coisa linda, meu amigo que gosta de cozinhar pôde fazer um ótimo jantar ehehe.
      Em Santa Ana fomos ao vulcão Santa Ana para ver a cratera que tem dentro uma lagoa verde. É simplesmente muito bonito, do topo do vulcão você pode ver e tirar bonitas fotos do lago Coatepeque.
      Há a possibilidade de você subir o vulcão por conta, indo de ônibus coletivo, fica sim bem mais barato, mas os ônibus demoram muito e o passeio fica super cansativo. Então optamos por ir com o Carlos proprietário do hostel que cobrou U$10 dólares pelo transporte por pessoa, pagamos mais U$6 dólares a entrada do parque e U$1 dólar para o guia, porque não é permitido subir sem guia e sem a polícia de turismo. A subida é bem leve, o vulcão chega no máximo a 2.400 de altitude e não é tão íngreme, e pode ser realizada por crianças e idosos, não há acessibilidade para cadeirantes e não há cavalo.
      No dia seguinte fomos fazer o caminho das Flores, tudo em ônibus coletivo, o que demora muito, a média de preço dos ônibus é de U$0,50 centavos de dólares.
      Me lembro do nome de três: Juayúa que tem uma cachoeira numa hidrelétrica abandonada, Apaneca que tem um labirinto e Ahuachapán que tem uns painéis pintados em paredes. Eu parei o passeio depois da cachoeira porque me irritei com a tentativa de assalto que sofremos na saída. Para mim a ida até a cachoeira é dispensável, porque visualmente ela não é bonita, está demasiadamente isolada, a duas horas caminhando do centro do povoado e a vinte minutos em tuc tuc. O homem que nos abordou estava com um facão e queria dinheiro, o Polonês que estava conosco criou coragem e o enfrentou, graças a Deus que sempre nos protege não aconteceu nada grave e não perdermos os nossos pertences.
      No terceiro dia em Santa Ana fomos ao lago Coatepeque que é muito lindo, para mim vale a visita, o lago praticamente é rodeado casas particulares e há restaurantes também, o acesso ao lago é através dos restaurantes, não tem um acesso livre.
      Em El Salvador se usa o dólar americano em até U$50 dólares, não há notas de 100.
      A noite o Carlos do hostel Casa Verde organizou a nossa volta para a Guatemala, optamos por voltar para Antígua e ficar no hostel Big Foot e fizemos uma ótima escolha, porque a noite estava ótima, tinha uma DJ americana que mandou muito bem. As baladas em Antígua terminam a meia noite, porque é uma cidade patrimônio da Unesco e para manter a cidade há essas normas que são seguidas à risca.
      O preço do ônibus de Santa Ana para Antígua custou U$32 dólares, era possível fazer mais barato, mas seria com ônibus coletivos no modo “pinga-pinga”.
      E assim terminou meu sétimo mochilão, chegando na marca de treze países, com o sonho de pisar nos cinco continentes, um dia chego lá!
    • Por FelipeKoga
      Glossário
      BZ$ Dólar Belizenho
      MX$ Peso Mexicano
      US$: Dólar Americano
      1 US$ = 2 BZ$ = 20 MX$ = R$3,30
       
      21/12/2016
       
      Devido a poucas informações contidas na internet sobre Belize, resolvi postar este relato como mais foco nos gastos, pois não sabia se realmente Belize (ilhas) era caro ou não.
      De uma viajem total de 43 dias, sendo 9 dias em Belize (Caye Caulker e San Pedro), e o restante no México. Dia 21/12, compramos a passagem, na rodoviária de Tulum, pela ADO, para sair às 08:30, em Tulum, na sexta-feira, 23/12, até Chetumal, e o ferry de Chetumal até Caye Caulker para às 15h00, no valor total de MX$ 1370 ( MX$ 290 bus, MX$1080 ferry). Só foi possível pagar o bus com cartão, o ferry teve que ser em dinheiro
       
      23/12/2016
      Às 08:30 saiu o bus em direção à Chetumal. Chegamos por volta das 12hs na rodoviária de Chetumal. Compramos passagem de volta de Chetumal para DF (MX$ 900 cada), os valores ficam bem mais baratos com antecedência, para o dia 01/01/17. Tomamos um táxi da Rodoviária até o porto ( 40 pesos), em menos de 10 minutos chegamos. Fizemos check-in, despachando as malas às 13hs, na empresa water-jets. Saímos em direção ao centro da cidade, antes vi que a tia da loja do píer tava cobrando MX$10.5 para cada BZ$ 1, uma taxa absurda, então fomos ao centro de Chetumal a pé, é bem perto do porto, e achamos uma casa de câmbio. Localiza-se na avenida Heróes, casa de câmbio “Easy Money”, eu acho, pagamos MX$8,9 pesos para BZ$1,00, vimos realmente que a tia do píer iria nos “roubar”, rs. Lá compramos cerca de BZ$742,00 o equivalente a MX$6805,00. Claro que fiquei na insegurança pois nunca tinha visto uma nota de Belize e nem sequer saiu algum comprovante de venda, parecia um esquema bem ilegal, apesar de ter visto um atestado de funcionamento na porta da casa. Lá pelas 14h00 voltamos ao porto para fazer a imigração, tendo que pagar uma taxa MX$390 por pessoa, infelizmente há a sensação que estamos sendo roubados pelos mexicanos.
       

       
      A saída do barco demorou muito, vieram a marinha revistar as bagagens e as maletas de mão com cães farejadores. Somente às 16h15 (previsão era às 15hs), saiu o barco.
      Chegamos em São Pedro por volta das 18h30 (17h30) horário local Lá fazemos a imigração (entrada). Paga-se cerca de BZ$2,5 por pessoa. Após 45 minutos conseguimos fazer a imigração e a saída do barco para Caye Caulker.
      Em meia hora chegamos em Caye Caulker, e não foi difícil achar o enjoy hotel, reservado via booking, algumas semanas antes. Há apenas 2 quadras do cais, custou cerca de US$283 para 4 diárias, sem café da manhã, sendo possível pagar com cartão de crédito, e fizemos isso. Boa parte dos estabelecimentos aceitam cartão. Vimos depois que há opções mais em conta, quartos privados, em outros hotéis da ilha, sem contar os hostels. Gostamos muito do enjoy hotel, os quartos são novos e limpos e c/ ar condicionada e frigobar.
      Saímos para comer e não sabíamos se realmente era mito ou verdade se Caye Caulker era caro ou não. Há opções de comer na rua BZ$11,00 (frango com acompanhamento) e comida china BZ$8,00 ( Chop suey e arroz com vegetais), mas preferimos comer no restaurante enjoy.
      Lá vimos que o restaurante é bem turístico, 2 casais de turistas que estavam no barco, também comeram lá, mas os preços são convidativos, um prato com camarão (BZ$18) e postas de barracuda (BZ$20,00), tudo com acompanhamento, ganhamos bebidas surpresas, pois estávamos hospedados no enjoy hotel. Saiu um total de BZ$42. Porém vi no cardápio que a cerveja é bem cara BZ$(4,00) a long neck e o refresco BZ$ 2,00.
       
      Gastos totais por pessoa:
      Passagem Tutum – Chetumal – Caye Caulker : US$70
      Tx imigração saída México: US$ 20,00
      Tx imigração (entrada) Belize: US$1,25
      Diária de Hotel por pessoa (1 Dia) US$ 35,00
      Janta (Só uma refeição no dia- rsrs) US$ 10,00
      Total US$ 136,00
       
      24/12/2016
       
      Fomos comprar o café da manhã e desvendamos outro mito. Afinal o preço de uma garrafa de 500 ml de água custa BZ$2,00? E o preço da cerveja? No mercado vimos que um galão de água de 3,78 litros custa BZ$4,00 e uma cerveja long neck Belikin BZ$3,25. A água tinha um preço aceitável só que a cerveja era realmente bem cara. Enfim, tínhamos água de graça no hotel, então só compramos um pacote de pão (BZ$1,75), uma lata de atum (BZ$2,45) e uma lata de suco (BZ$2,25), total de BZ$ 6,05. Pegamos um café em uma lanchonete perto do hotel por BZ$2,00.
      Ficamos nadando no pier de onde saem os passeios de snorkel até que começou a chover. Depois disso, fomos ver outras opções de hospedagem, por exemplo, Jeremyas in custava BZ$55,00 o quarto privado para 2 pessoas, porém com banheiro compartilhado e BZ$99,00 com ar condicionado e banheiro privado.
      Os passeios de half-day saem por volta de BZ$60,00 na reserva de Caye Caulker ou BZ$ 120 para a reserva Holchan (dia inteiro), já incluído a taxa de entrada.
      Almoçamos cup noodles BZ$1,50 cada um no mercado e pegamos água quente do hotel, rsrs, lá não tem loja de conveniência como no México.
      O dia foi muito chuvoso, mas também teve muito sol.
      No final do dia, resolvemos fechar o passeio para o Blue Hole, só para fazer snorkel, depois de muita insistência o preço foi de BZ$280,00 por pessoa, com tudo incluso, café da manhã, almoço, tx de entrada no Blue Hole e parque (questionável) e passeio com 3 pontos de snorkel.
       

       
      Fomos a um restaurante La Cubana perto do hotel, na front street, e na ceia comemos um porco asado (especialidade da casa) por BZ$27,00 e um peixe snaper (BZ$20,00) com acompanhamento, no valor já incluído a bebida.
      Enfim em nossa ceia, sei que gastamos muito, compra do passeio + jantar, aliás os passeios são os mais caros já vistos, eu nunca havia pago mais de R$100,00 por passeio no dia, não fiz Xcaret, nem Xel-ha e todas as Experiences artificiales da Riviera Maia, mas A Blue Hole me pegou.
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 35,00
      Café da Manhã: US$3,50
      Almoço: US$0,75
      Passeio para o dia 25/12: US$140,00
      Ceia: US$12,5
      Total por Pessoa: US$192,00
       
      25/12/2016
       
      Acordamos cedo, pelas 05hs da manhã, às 05h30 estávamos na agência, muito perto do hotel, onde teríamos o breakfast, incluído no pacote, que por sinal era bem simples, com pão salgado, pão-doce, queijo filadélfia, café e leite e geléia. Vimos o sol nascer, e logo após Às 06:30, mais ou menos, o barco saiu. Acho que tinha uns 10 megulhadores e 3 snorkelers. A Maioria de USA e Australia, tinha um casal israelense também.
      O trajeto levou mais ou menos 2 hora, os primeiros 40 minutos bem tensos, pois o mar é agitado, mesmo com o tempo bom, e na metade do caminho há uma parada e depois seguimos até o Blue-Hole. Incrível o lugar, conseguimos ver a divisa a qual você vê na foto aérea, parece que são 300 metros de largura e 120 metros de profundidade.
       

       
      Ficamos eu e minha namorada, o guia(Brian) e um italiano muito loco, que nadou somente com óculos e sem salva-vidas. Muito legal, a borda do Blue Hole é tipo um arrecife de coral, há peixes sim, e você consegue ver o buraco azul (Blue Hole) ao lado. Foram quase 40 minutos de snorkel, muito tempo. Após isso, pausa para snacks, pringles, água, frutas, bolacha e recarregar energia.
      Seguimos para o snorkel na ilha half moon caye e para mim foi o melhor ponto, apesar de ficar somente 20 minutos. Vimos um cardume de peixes bem grande, que nunca tinha visto antes e nadamos entre eles. Após isso, dentro da ilha almoçamos e foi o único momento que vimos um tubarão filhote (Black tip), estava nadando na beira do mar, tranquilo,rs.
      Após isso, seguimos de snorkel até o Aquário, como chamam o lugar, ou blue SEA, local também muito lindo, mas esperava ver arraia, tubarões ou cavalos marinhos, como haviam falado nos relatos. Acabou ficando nos arrecifes de corais e muitos peixes.
      Voltamos pelas 17hs em Caye Caulker, no caminho vimos um show de golfinhos pulando no ar, foi incrível!! e nós felizes por conhecer essa maravilha. A noite comemos pão com atum e suco (BZ$5,00) comprados no mercado e depois fomos dormir cansados.
       
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 35,00
      Atum mais suco: US$2,50
      Total: US$37,50
       
      26/12/2016
       
      Dia de muita chuva, só saímos depois das 13hs quando parou de chover. Comemos no café da manhã o pão com atum que sobrou de ontem, rsrs. Almoçamos no china, chop suey (BZ$12,00) e arroz com legumes e beef (BZ$10,00), comida bem servida e com tempero chinês, acho que o nome do restaurante era “amigos kitchen” bem perto do hotel, até sobrou pra comer a noite, rsrs.
      Depois, ficamos morcegando no cais na beira do mar, até o atardecer.
      A partir daí, fomos ao hotel e depois jantamos hamburguer com fritas BZ$7,00 + suco BZ$3,00 por pessoa.
       
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 35,00
      Almoço c/ bebida: US$6,5
      Janta (lanche) US$5,00
      Total por pessoa US$46,50
       
      27/12/2016
      _Acordamos cedo, dia ensolarado, compramos pão, café e atum (2,00 + 2,00 + 2,75 = BZ$ 6,75)
      Fomos curtir a praia do pier, ficamos por lá até as 14hs, e fomos comprar a passagem pela ocean ferry até San Pedro ( BZ$19,00) cada uma.
      Depois fomos almoçar no Enjoy Restaurante, lagosta ( BZ$25,00) e kebab de peixe (BZ$20,00) tudo com acompanhamento, arroz e salada.
       

       
      Pegamos as coisas no hotel e fomos ao cais pegar o ocean ferry, é uma pena estar saindo desta ilha com aquela vibe, “go slow”, já estava sentindo falta de lá. Pontualmente, Às 15h45 ele saiu e chegamos em 30 minutos em San Pedro. Chegando nesta ilha percebe-se uma mudança drástica, carros, das pessoas (locais) e movimento e ruas concretadas.
      Em menos de 30 minutos chegamos no hotel caminhando. Fizemos o checkin no hotel Pedros IN e pulamos na piscina.
      À noite fomos ao centro encontrar algo “bom e barato” rsrs no centro da cidade. Encontramos um restaurante el savadorenho que vende pupusas por BZ$7,50 mais uma soda BZ$ 2,00.
      Antes, aproveitamos e experimentamos uma Belikin do mercado chino por BZ$2,50, cerveja mais forte que as mexicanas 4,8%.
       
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 40,00
      Café da manhã: US$ 3,30
      Passagem San Pedro: US$ 9,50
      Almoço c/ bebida: US$12,50
      Janta (lanche) U$S2,5
      beer : US$2,5
      Total por pessoa US$70,00
       
      28/12/2016
       
      Comemos café da manhã com atum comprado no dia anterior BZ$2,50. Compramos refil de água na recepção do Predros In, lá eles cobram BZ$1,00 para uma garrafa média (1,5l).
      Saímos de bicicleta para passear por San Pedro e encontramos algum lugar para nadar.
      Vimos que o Ramons Village fica perto do hotel e é possível nadar, apesar de ser uma propriedade privada a praia é pública e bem tranquila para nadar.
      No entanto, fomos em direção ao norte , depois de uns 30 minutos chegamos a um deck chamado akbol resort ao norte, alguns kilômetros após a ponte, local onde foi possível nadar perto das águas verde turquesa de San Pedro. Usamos os deck`s deles sem pagar nada.
       

       
      Lá pelas 13 horas voltamos em direção ao centro e logo após a ponte, há uma praia bem legal para nadar, apesar de bem pequena, pode-se nadar sem aquelas algas nos pés e é bem raso, e a água é clara.
       

       
      Após isso, fomos ao restaurante La Choza Bar e Gril, ao lado da praia, comida com preços locais. Comemos um grilled steak and wings of chicken com soda ( BZ$16,00 + 10,00 + 3,00 = B$29,00) tudo acompanhado com arroz e feijão. Bem pertinho da ponte.
      À noite, comemos uns rolinhos primavera em um chinês, que aliás estava muuito salgado (não recomendo) ao preço de R$15,00 valor incluído a soda.
      Então, compramos um isopor para gelar cerveja e o champagne do ano novo e economizar (BZ$11,00).
      Compramos também pringles (BZ$5,00), biscoito recheado (BZ$1,25) e galão de água de 3,6 litros (BZ$3,00).
       
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 40,00
      atum para o café da manhã: US$ 2,00
      Almoço c/ bebida: US$7,50
      Janta (lanche) U$S4,00
      isopor : US$2,5
      demais: US$1,50
      Total por pessoa US$58,00
       
      29/12/2016
      Acordamos cedo e compramos café BZ$2,00. Pra variar comemos pão com atum rsrs.
      Fomos ao Caribean village suites perto do hotel, o pedros in tem convênio e podemos usar quase tudo, espreguiçadeiras, tobogã, pula-pula, banheiros etc.
      Antes chegamos no mercado e compramos cerveja 6 bebidas (BZ$2,75 cada, BZ$16,5 tudo) e gelo (BZ1,25) colocamos no isopor, farofa mesmo,rsrs.
       

       
      A tarde pegamos a bike e fomos mais ao sul, não havia algum lugar legal para nadar, parece que os caras fazem de propósito para você comprar o passeio deles.
      Compramos passagem de volta para Chetumal na Water jet para o dia 1o de janeiro (BZ100,00), a atendente tirou a gente falando que tinha acabado, mas depois a outra disse ainda que havia passagem. Caraio, ainda bem que compramos com antecedência.
      Comemos à noite em um restaurante em frente a praia e não saiu tão caro para os padrões de San Pedro. Um frango c/ acompanhamento (BZ$20,00) e um peixe cozido, muito gostoso, com acompanhamento (BZ$24,00). Então, tudo com taxas e bebidas ficou em BZ$ 54,00 para os dois.
      PS.: De manhã tentamos cambiar pesos no hotel. Não encontramos casa de câmbio, e a taxa cobrada era absurda, 12,50 pesos para cada BZ$1,00, então percebemos que é melhor levar dólar americano para Belize, sacar no caixa eletrônico, ou trocar pesos em Chetumal, no easy cambio (fizemos isso no dia do embarque).
       
      Gastos totais por pessoa:
       
      Diária de Hotel: US$ 40,00
      atum para o café da manhã: US$ 1,00
      cerveja: US$4,50
      Aluguéis das bikes (2 dias): US$ 12,50
      Janta :U$S13,50
      Passagem para Chetumal: US$ 50,00
      Total por pessoa US$ 121,50
       
      30/12/2016
       
      Acordamos pelas 09:00 hs e fomos tomar café básico, atum (BZ$1,95) e café (BZ$2,00)
      Evitamos o street food, apesar de apresentar uma cara boa, tacos e hot dogs, por apenas BZ$4,00, pois havíamos ido em um restaurante alternativo em Tulum e passamos muito mal, perdendo um dia inteiro se recuperando. Mas se não fosse isso com certeza comeríamos muita marmitex e tacos na rua.
      Compramos 6 cervejas (BZ$15,50) e gelo (BZ$1,25) e bolacha (BZ$1,50) e seguimos à praia do Caribean Village suítes, era praticamente um resort para nós,rsrs.
       

       
       
      À noite, estávamos mortos de fome, e fomos a pupuseria (restaurante salvadorenho que fomos no primeiro dia, e pedimos peixe com acompanhamento (arroz de côco e salada), BZ$ 18,00 para cada mais uma coca de BZ$2,00. O total ficou em BZ$43,00, incluído as propinas.
       
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 40,00
      café da manhã (atum +café): US$ 2,00
      cerveja: US$4,50
      Janta :U$S11,00
      Total por pessoa US$ 57,50
       
      31/12/2016
      Hoje é véspera de ano novo, em BeliZE.
      Fizemos o café da manhã básico com atum, pão, café e laranja.
      Fomos à praia do Ramon Village, próximo ao hotel, ficamos lá até o meio dia. Depois compramos uma champagne, que por sinal é um pouco caro, nem tinha peterlongo ou cidra cereser, rsrs, ele é francês (BZ$36,00) e um gelo para por no nosso isopor.
      Ficamos depois no Caribeans Village até dar fome, e comer no restaurante “LA Tropicana”, comemos frango a belizenho com acompanhamento (BZ$13,00) e salada house com frango, (BZ$15,00) + bebidas (BZ$2,00).
      Lá conhecemos o garçom, texano, e ele falou que a época mais chuvosa em Belize é junho, e a época mais quente é em julho e ainda que nossos dias tem sido quentes aqui mesmo, em torno de 30 Celsius e muito vento.
      Ficamos até o sol se pôr lá no caribeans Village.
       

       
      À noite fomos ao central park, melhor local para se ver os fogo, perto dos ferrys.
      Comemos peixe no restaurante Fido`s em frente à praia, 2 pratos acompanhados com arroz mais bebidas, nos custou (BZ$65,00)
      Lá pelas onze arrumamos um lugar ao lado da praia para ver os fogos.
      Foram mais de 20 minutos de fogos, mais tempo que o de Copacabana,rsrs, depois um show na praça, DJ, tudo bem tranquilo e seguro.
       
      Gastos totais por pessoa:
      Diária de Hotel: US$ 40,00
      café da manhã : US$ 1,00
      almoço: US$ 7,50
      Champagne francês: US$20,00
      Janta :U$S16,00
      Total por pessoa US$ 85,00
       
      01/01/2017
       
      Dia de regresso ao México, acordamos cedo para tomar o ferry (08:30), logo de manhã percebi que havia perdido o cartão de crédito, quando fui pagar as bicicletas no hotel, sorte que havia em cash.
       
      Fizemos o check in no ferry e nos avisaram que tem que pagar uma taxa de saída para a migração de Belize no valor de US$20 por pessoa, oh my god!
      Lá descubrimos que os sacanas mexicanos cobram uma taxa de entrada (imigração) de 500 pesos, valor não cobrado quando chegamos do Brasil, por via aérea.
      O barco saiu às 09:10, chegando a Chetumal Às 10h50.
      Quando descemos do barco novamente os cães farejadores resvistaram nossas maletas, depois ficamos na fila da imigração, quase uma hora, para pagar a bendita taxa e entregar os formulários e carimbar o passaporte.
       
      É isso ae galera.. qq coisa perguntem, Belize é um local maravilhoso, se estiverem no México ou Guatemala, e tiverem tempo, visitem que não se arrependerão..
       
      abs
    • Por Bruno Scarpelli
      Gostaria de trocar info com quem conhece Belize. Penso em rodar a América Central e vejo poucas infos deste país. Sites, relatos de viagens, fotos... qualquer coisa ajudará.
       
      Valeu
      Athos
    • Por thiagozuza
      Acabei de retornar de uma viagem da América Central. Passei por Costa Rica, Guatemala, Belize e México. Vou fazer o relato depois com calma, mas acho que o mergulho no Blue Hole em Belize merece um relato a parte. Primeiro porque não encontrei em lugar nenhum maiores informações sobre o mergulho e segundo porque o mergulho é fantástico. Não só o Blue hole em si, mas os 3 mergulhos e a visita a ilha que são feitos por todos os barcos que saem para mergulhar no Blue Hole.
       
      Blue Hole
       
      O Blue Hole fica localizado perto da barreira de corais de Belize chamada Lighthouse Reef, a duas horas de barco de Caye Caulker.
       

      Foto copiada de http://photography.nationalgeographic.com
       
      É um buraco no meio do mar do caribe, com 300 metros de diâmetro e 130 de profundidade. Suas paredes rochosas são irregulares, com algumas cavernas repletas de estalactites e estalagmites.
       

      Esquema do Blue Hole
      Foto copiada de http://qwickstep.com
       
      Como Mergulhar lá???
       
      Para se mergulhar no Blue Hole, normalmente os barcos saem de Caye Caulker ou San Pedro (Ambergris Caye). Às vezes também saem barcos de Belize City ou de Placencia (sul de Belize).
       
      Fui por Caye Caulker. Lá existem 2 empresas que te levam pra fazer o mergulho:
       
      Frenchie´s - http://www.frenchiesdivingbelize.com/
       
      Big Fish - http://www.bigfishdivecenter.com/
       
      As empresas geralmente fazem o mergulho no Blue Hole em dias alternados, ou quando completam um barco de no mínimo 10 mergulhadores.
       
      O pacote em qualquer uma das 2 operadoras custa entre 300 e 400 Belizes, dependendo se é alta ou baixa temporada e do número de mergulhadores no barco.
       
      1 dolár americano = 2 belizes
       
      O pacote inclui:
       
      Barco
      Café da Manhã
      Todo equipamento de mergulho
      3 imersões (Blue Hole, Half Moon Caye e The Aquarium)
      Água
      Snacks (frutas, biscoitos)
      Visita e Almoço em Half Moon Caye
       
      Experiência???
       
      As empresas cobram apenas a certificação OPEN WATER para realização dos mergulhos. Eles aceitam PADI, NAUI ou PDIC. Apesar disso, recomendo que tenham também a certificação avançada, ou uma boa experiência, já que o mergulho no Blue Hole é profundo e não é muito simples. Algumas pessoas podem não se sentirem confortáveis se deparando com tubarões enormes a mais de 40 metros de profundidade.
       
      Para mergulhadores não certificados, as empresas permitem que realizem o passeio da seguinte forma:
       
      Fazer um batismo no dia anterior, que eles chamam de Discovery Scuba.
      Fazer apenas Snorkel no Blue Hole.
      Fazer os outros 2 mergulhos em dupla com o Dive Master.
       
      Mergulhos
       
      Os mergulhadores devem estar às 5:30 da manhã no escritório da empresa para o café da manhã e as primeiras instruções. O barco sai às 6 da manhã, chegando às 8 no Blue Hole.
       
      Blue Hole
       
      Tempo total – 30 minutos
      Tempo de fundo – 8 minutos
      Profundidade máxima – 45 metros
      Vida Marinha – Pouca
      Formações Rochosas
       
      O mergulho no Blue Hole, por ser o mais profundo, obviamente é o primeiro. A descida é bem rápida até se chegar na profundidade de 45 metros, onde tem cavernas e estalactites enormes. Nos primeiros 10 metros de descida pode-se observar alguns cardumes de peixes. Depois somente paredões rochosos. No fundo vimos vários tubarões. Segundo o Dive Mastes, eram das espécies Black Tip e Caribean Reef Shark. Também podem ser vistos os Bull Sharks e Tubarões martelo. Nos 8 minutos de fundo entramos em um lado da caverna, passamos entra as estalactites, que são enormes, e saimos do outro lado, como se fosse um túnel. A subida é bem lenta. Fomos rodeados por 3 tubarões por um tempo. Eles tinham entre 3 e 4 metros. Quando chega a 5 metros para fazer a parada descompressiva tem uma corda com 1 cilindro amarrado, já que todos chegam com muito pouco ar. Cada 2 mergulhadores respiram nos reguladores desses cilindros durante a parada descompressiva, e depois é feita a subida normalmente. A grande atração do mergulho são os tubarões e as formações rochosas. Não tem muita vida marinha como nos outros 2. Achei impressionante. Dá pra arrepiar vendo tubarões tão grandes de tão perto.
       
      Half Moon Caye
       
      Tempo Total: 45 minutos
      Profundidade máxima – 25 metros
      Vida Marinha – Média
      Muitos Corais coloridos
       
      Half Moon é o nome da ilha que os barcos param para o almoço. O segundo mergulho é na barreira de corais que fica em frente à ilha. É um mergulho muito fácil se comparado com o primeiro. A visibilidade é muito boa e pode-se ver uma diversidade muito grande de peixes, apesar da pouca quantidade. Também vimos algumas raias e uma moreia entrando em um buraco. Nesse mergulho vimos o curioso LionFish.
       
       
      The Aquarium
       
      Tempo Total: 50 minutos
      Profundidade máxima – 18 metros
      Vida Marinha – muito
      Muitos corais coloridos
       
      O terceiro mergulho é o mais fácil e o que tem mais vida marinha. O lugar faz jus ao nome. Realmente parece um aquário. Aqui se vê de tudo. Grande variedade de peixes e em grandes quantidades. Lagostas, raias, carangueijos e grande variedade de corais coloridos. Vimos um bixo parecendo uma aranha grande... muito legal!!!
       
       
      Para efeito de comparação, nesta mesma viagem, depois de Belize fui ao México e mergulhei 2 vezes em Cozumel e de longe os mergulhos de Belize foram muito melhores e mais interessantes.
       
      A Ilha
       
      Outro ponto alto do passeio é a visita à Half Moon Caye, onde geralmente os mergulhadores almoçam. É uma ilha de preservação ambiental, cheia de coqueiros, rodeada pelo mar cristalino e com diversas aves exóticas. Na ilha há um pier onde os barcos param, um escritório de preservação ambiental onde há banheiros, algumas mesinhas com cadeiras embaixo dos coqueiros para almoçar e um deck de observação de pássaros. É inexplicavelmente bonita!!! O barco nos deixou no pier onde foi o almoço. Depois cruzamos a ilha por uma trilha até o observatório dos pássaros e depois seguimos até o outro lado da ilha onde o barco nos aguardava.
       
      Pra quem for a Belize, esse passeio é imperdível. Mesmo pra quem não faça o mergulho no Blue Hole, conhecer Half Moon Caye e fazer os outros 2 mergulhos já vale a pena... e muito!!!!
       
      Relato no Blog Ztrip:
      http://ztrip.com.br/2014/11/01/blue-hole/
       
      Abaixo algumas fotos que tiramos, pra ilustrar um pouco desse mergulho no paraíso:
       
      O caminho

       
      Descendo no Blue Hole

       
      Estalactites no Blue Hole

      Estalactites
      Imagem do site da empresa. As nossas não ficaram boas.
       
      Caribean Reef Shark

       
      Half Moon Caye Reef

       
      Lion Fish

       
      The Aquarium

       

       
      Half Moon Caye

       

       
      Pássaro estranho na ilha

       
      Golfinhos na volta para Caye Caulker

    • Por FRossi
      Fala pessoal! Depois de montar já uns 3 mochilões lendo relatos daqui, resolvi dar minha contribuição para um destino que não acha aquela tonelada de informações aqui no mochileiros, a América Central.
      Foram 24 dias de viagem. Escolhemos só 3 países pois não dava pra tirar mais dias de férias... Queria muito ter conhecido o México, mas fica pra próxima...
      Fui de casal e como era baixa temporada, os quartos compartilhados estavam vazios e quando não iamos com a cara, mudavamos para o privado. Nunca tinha usado AirBnb, mas arrependi de não ter conhecido antes! Usei só no final da viagem e valeu muito a pena.
      Primeira dica: olhem a temporada de chuvas e furacões. Eu não olhei e peguei praticamente todos os dias na Costa Rica com chuva. E em Belize, 2 semanas antes da minha chegada, passou um furacão por lá.... Mas, se você fez que nem eu e comprou a passagem sem olhar, relaxa, não é motivo para desmarcar. Faz um calor bem razoável e a chuva não atrapalha tanto assim os passeios. Só é foda quando se faz uma caminhada de “x” horas pra subir um vulcão e lá de cima vc só vê nuvens! Aí é dureza... As chuvas sempre vem no período da tarde, portanto, as vezes é só organizar a agenda para que os passeios de “vista” sejam cedo!
      Resolvi fazer alguns trechos internos de avião por questão de comodidade e porque pulei El Salvador e Nicarágua (que fazem parte do trajeto, então de onibus seriam 2 paises e 2 fronteiras a mais), mas se contar que o assunto de aeroporto você praticamente perde o dia, as vezes dá quase na mesma ir de busão.
      Ah, falando em busão, na América Central não existem viagens a noite... Então é bom separar vários “transfer day” no roteiro!
       
      Dia 1 – Costa Rica (SJO Alajuela / La Fortuna)
      Chegamos as 13:50 em Alajuela, que é onde fica o Aeroporto Internacional de San Jose, a capital de Costa Rica. Alajuela e SJO são cidades “unidas”, algo como Belo Horizonte e Confins. Li nos relatos que ambas não tinham o que fazer, então me mandei direto para La Fortuna... Até tem, mas conto no dia certo, porque voltei a SJO pra pegar o voo de volta para o Brasil.
      Dei a bobeira de fugir das casas de câmbio do desembarque com medo da cotação ruim, peguei as malas e fui saindo do aeroporto. Bom, vc saí direto nos taxis, já no estacionamento e fora do aeroporto, com uma muvuca de taxista tentando te oferecendo corrida até pro Brasil de volta... Lá todo mundo aceita dólares, mas como eu só tinha nota grande, tive que procurar a casa de câmbio do embarque pra trocar dinheiro, que ficam no 2º andar do aeroporto. Lá percebi que era a mesma casa de câmbio do desembarque!
      Outra burrice, porque só depois percebi que os bancos trocavam dinheiro sem burocracia. A uns 20 metros dessa casa de cambio do embarque tem um guichê do banco, ali sim era uma boa ter trocado bastante dinheiro!
      Não caiam no papo dos taxistas que não existe ônibus pra La Fortuna... O shuttle tem hora certa pra sair, acho que o ultimo era 14:30, então fomos de onibus mesmo.
      Peguei o taxi e por 2k Colones me deixaram no terminal de bus de Alajuela, que fica pertinho do aeroporto.
      Daí vem a dica #2, usem e abusem do Uber lá. As corridas de taxi são sem taxímetro e baseado na cara do freguês. Nem precisa comentar mais nada, né?
      Chegando no terminal, pagamos 3.5k Col em 2 passagens pra Quesadas, onde deveríamos comprar outra passagem pra La Fortuna.
      Chegando em Quesadas, não tinha guichê de venda e saímos perguntando para os ônibus quem ia pra La Fortuna. Pegamos um as 18:30 e pagamos 1.35k col direto para o motorista.
      Chegamos um bagaço em La Fortuna, procuramos saber do Arenal Backpackers Resort e fomos a pé, uns 10 minutos de caminhada.
      Esse hostel é nota 10, recomendo. Fizemos reserva antes, mas como era temporada de chuva, vimos que não precisou pra nenhum hostel que ficamos... Se for em alta temporada, reserve!
      Jantamos no hostel, tomamos uma cerveja e apagamos...

       
      Dia 02 – La Fortuna (Tour Arenal e Cerro Chato)
      Fechamos o tour dos 2 vulcões (Arenal + Cerro Chato) e acordamos cedo! O triste é que meu relógio estava fora de fuso, daí provavelmente acordei umas 5~6 da manhã... Tomamos café da manhã no hostel – que não vale a pena pelo preço e quantidade – e como ninguém falou o que precisava levar, fizemos uma mochila só com as tralhas...
      Como meu relógio estava errado, as 9:30 eu estava plantado na recepção já reclamando do atraso do tour. Daí a moça me disse que meu relógio estava errado e ainda tinha 1h pra sair! Foda...
      Passamos num supermercado onde compramos água, comida e capa de chuva. O foda é que como não sabia que tinha de levar a própria agua/comida, só tinha 1 mochila pra duas pessoas, que já saiu do hostel lotada... Saí do supermercado igual um caramujo com a casa nas costas!
      A subida começa umas 11h da manhã, na minha opinião num horário de merda... O sol já está castigando esse horário e como choveu todo dia a tarde, obviamente no fim da subida pegamos uma neblina+chuva absurda!
       
      Engraçado foi o primeiro lugar de descanso. Era debaixo de uma goiabeira e quase todos os gringos nunca tinham visto um pé de goiaba na vida! Ficamos um tempoão lá comendo mini-goiabas com bicho
       
      A subida é de nível fácil/razoável... Muito úmido e uma mata muito bonita.
       

      Trilha do Cerro Chato.
       
      No mirante não víamos absolutamente nada por conta da neblina e chuva... Descemos pra lagoa que fica na cratera e também não dava pra ver 1 palmo na frente do nariz... Mesmo com chuva e vento, pulamos pra dentro da lagoa!
      Inclusive tinham 3 francesas que após o banho da lagoa trocaram de roupa sem muito pudor. Rapaz, os 3 mexicanos e o guia estavam vidrados
      Dadas as condições climáticas o guia encurtou o passeio e começamos a descer... Chegando lá em baixo, minha capa de chuva estava um bagaço total, toda rasgada... Pensei que o passeio tinha acabado e mandei ela pro lixo... Quanto arrependimento... Não sabia que tinha de andar o parque todo de volta, daí claro caiu uma chuva torrencial! Chegamos num resort já anoitecendo, onde a van ia nos buscar.
       

      Uma das pontes suspensas do passeio
       
      A van foi para as aguas termais publicas. É estranho porque a van para no acostamento da estrada, no meio do nada. Descemos um caminho a pé – que por sinal sofreu nas pedras do chão – e chegamos nas aguas termais que são sensacionais depois de um dia de trilha. Já estava bem frio e as aguas são na temperatura ideal! E é muita agua!
       
      Daí vai outra dica: apesar do pé chegar lá detonado de pisar no chão de pedras (sim, tenho pé de moça), levar chinelo pode ser uma péssima opção, pq la em baixo não tem iluminação nenhuma e é publico – leia-se, cheio.
      Ao voltar na van, uma verdadeira seção de aromaterapia: todas as roupas da galera de um dia de caminhada fechadas na van por 1h. Quando o guia abriu a porta pensamos em voltar a pé pro hostel ãã2::'> .
      Combinamos de jantar no La Terraza, que é conchave da empresa do tour. O pessoal do tour estava todo lá, foi bom pra trocar uma resenha do dia. Pedimos um prato típico costa riquenho e................ era arroz, feijão, carne, queijo coalho e legumes. Bem brasileiro!
      Preço do jantar pra 2 foi 11k col com cervejas. O passeio foi $55 dolares por pessoa fechado no hostel.
      Depois fiquei sabendo que a agencia que nos fizemos o tour tem escritório quase em frente a igreja e sai mais barato fechar lá. Claro que no dia seguinte fomos lá e fechamos o tour das aguas termais de Baldi, por $36 por pessoa.
      Bom, se alguém estiver na duvida se precisa fazer o Arenal com tour ou não, uma das meninas do hostel fez sem tour, pegando um ônibus na rodoviária. Mas ela não sabia que dava pra fazer o cerro chato junto e claro, não fez as águas termais. Acho que vale a pena fazer por conta própria se houver programação, inclusive pela maior vantagem de poder ir cedo e pegar um tempo bom. As aguas termais publicas nem se comparam as privadas que foi nosso dia 3!

      Vulcão Arenal, uma das raras fotos que não estava com o topo nublado!
       
      PS: Depois de tanta chuva e lama da trilha, meu tênis foi pro saco no primeiro dia! O arrependimento de ter deixado a bota goretex no armário de casa foi foda!

       
       

      Dia 3 – La Fortuna (aguas termais de Baldi)
      Nesse dia nosso quarto compatilhado tinha 3 suiças. Elas acordaram antes e sem muita frescura trocaram de roupa no meio do quarto. Já tinha visto algo semelhante no mochilão da América do Sul, mas é sempre impactante, né? Minha Dona Maria perguntou se eu fechei os olhos, respondi que nem vi pq estava dormindo sonhando com ela
      Compramos o ingresso da Baldi Springs na Jungle Tour e não incluía transporte de ida e volta, que fizemos de taxi... Como ninguém nos disse como era o esquema, achamos que seria algo meio aventura e passamos no supermercado pra comprar um rango e bebidas. E claro, como o tour do Arenal foi feito com 1 mochila, dessa vez levamos duas e LOTAMOS as duas!
      O tour tem uma refeição incluída, ou almoço ou jantar. Escolhemos ir as 14:00 e jantar as 18:00.
      Quando o taxi parou na porta das térmicas, o lugar era um resort! Olhei pra sacola do supermercado com aquela cara! Claro que não podia entrar com bebida e comida, mas tínhamos latinhas suficiente pra abrir uma festa open bar! Era cerveja, cuba libre, caipi melancia, chá verde com rum, tinha de tudo!
      Falamos com o segurança que não sabíamos da proibição e íamos colocar no locker. Claro que o preço para beber lá era surreal... E claro como um bom hue-br, íamos varias vezes “ao banheiro” pra fazer um refil na nossa garrafa “dágua”
      São 25 piscinas, sendo que umas 10 não dá pra entrar de tão quente é agua.
      O passeio foi fantástico! A água é aquecida de forma geotérmica no pé do vulcão, tem uma cascata inicial mega quente e abastece a primeira piscina. Dali a água vai correndo para as piscinas inferiores que tem temperatura mais “normal”. Uma dia pra relaxar! Ajudou muito que choveu (claro...) e estava um pouco frio, daí ficou melhor ainda. No verão não sei se seria bom, mas no clima que estavamos, era perfeito!
      Jantamos no resort e nos arrastamos para o hostel no fim da noite. Beber o dia inteiro imerso em agua quente te deixa mole e com um sono incomparável!
      Outra dica: a diária no Baldi é $150 por casal. Vale a pena ficar um dia, pois nossos gastos nesse dia contando taxi, hostel e café da manhã e as duas entradas de $72 (36 cada), foram de quase $120!
       
      Nesse dia minha mulher começou a reclamar de dor de ouvido... História que ia longe e foi motivo de uma das idas ao hospital mais tarde! Sim, fomos mais de uma vez! Na volta perguntaram se tentei dar cabo nela na viagem pq a lista de mazelas foi gigante!
       
      E claro, ao longo da viagem tivemos várias piadas prontas...
      Essa foi a primeira:


      Dia 04 – Cascata La Fortuna e transfer para Monteverde
      Acordamos cedo e nosso local preferido de café da manhã estava fechado.
      Esse lugar é saindo do Arenal Backpackers, descendo em direção a cidade, um dos primeiros a esquerda. Não lembro o nome, mas era o mesmo preço do hostel por um café da manhã de marajá!
      Sentamos em qualquer lugar e pedi um café da manhã típico da CR!
      Veio uma "tortilha" molenga muito gostosa, um zoiudo e um arroz com feijao e vinagrete! Sério! Arroz com feijão logo pela manhã! Depois vi que esse prato - Gallo Pinto - é muito comum com café da manhã.
      De lá pegamos um táxi por 3.5k para a cachoeira, que fica a 5km e se o caboclo tiver animado, pode ir a pé gastando quase 1h de caminhada.
      A cachoeira é top. Não choveu. Paga $14 por pessoa pra entrar. Meio pesado, mas.....
      Tem uma trilha muito organizada que desce até o poço da cachoeira. Existe a opção de fazer tirolesa lá, mas nem se comparava com as de Monteverde, então pulamos esse programa.
      Chegando na cachoeira a água é congelante... Nada muito diferente do mar carioca, mas é foda! As pedras de acesso a cachoeira são absurdamente escorregadias. Numa delas, a Ana escorregou bonito e caiu de bunda numa quina. Na hora pensei: "fudeu, quebrou a perna e a vigem acabou aqui". Ela levantou, xingou por 10 minutos e no dia seguinte presenciei um dos maiores roxos que já tinha visto...
       
      Nesse ponto tinhamos na conta dela:
      1 Super roxo
      2 Dor de ouvido
       



      Cascata La Fortuna
       
      Lá nos deram a dica dum lugar que chama El Salto, que tem um Tarzan swing, mas não dava tempo de ter ido, nosso transfer era depois do almoço.
      Descemos de táxi de novo e fomos procurar um lugar pra comer.
      Achamos uma barraquinha muito boa com umas coisas de trailer típicas, ótimo! Rango pra 2, sem empanturrar, 5.5k. fica na frente do Casino Vulcão, algo assim, antes de chegar na igreja.
       

       
      Para ir para Monteverde fechamos o Jeep+Boat+Jeep no Jungle Tours.
      Ai vai uma historinha: O Vulcão Areal entrou em erupção e destruiu 2 vilarejos, sobrando apenas 1, que é La Fortuna. A antiga cidade de Arenal virou uma represa de uma hidrelétrica. Daí, como as estradas eram super precárias e agora tinha um lago artificial, chegar em Monteverde era apenas com Jeep 4x4, uma balsa e terminar o caminho de 4x4.
      Hoje a estrada até a represa é otima, é num micro-onibus até Wifi. Inclusive até na balsa tem wifi!
      Perguntei para o cara como seria ir de onibus até monteverde, contornando o rio, ele disse que gastaria umas 2 horas a mais, só que a estrada "seria igual a da outra metade".
      Poxa... A estrada estava tão boa, com asfalto lisinho, qual era o motivo de não passar ali e ter de pegar a balsa?
      Depois que atravessamos o rio - travessia bonita por sinal, dá pra pegar otimas fotos do Arenal - e chegamos "na outra metade da estrada". Rapaz... Só buraco, estrada de terra, uma chuva horrível e uma neblina absurda! Aí fui entender que essas 2h que se economiza na balsa provavelmente é saindo fora de uma estradinha ruim daquele jeito.
       
      Chegamos em Monteverde e estava uma neblina muito forte.
      Comemos uma pizza no Fome a Cachete por 7k, perambulamos e tínhamos a intenção de dormir cedo.
      PS: A cachete significa “pra cacete”. Então o nome é tipo Fome pra cacete! Heheh Mas a pizza nem era grande assim...
      Quando a voltamos ao hostel, o Santa Helena, não fomos com a cara do quarto compartido e pegamos um quarto privado. O compartido é muito sem espaço, camas coladas, a galera do quarto tinha uma vibe péssima...
      O novo era razoável, limpinho mas com cheiro de mofo, mas as vigas do piso eram comuns, então quando alguém andava no quarto ao lado, o nosso rangia...
      WiFi bem ruinzinha... Não pegava no quarto e era muito lenta.
      O hostel é bacana, tem cozinha e o recepcionista do hotel é uma figura! Muito gente boa o cara, nós acabamos fechando os passeios com ele. Por indicação aqui do Mochileiros, fizemos o Canopy (tirolesa) e o bungee jump no Parque Xtremo.
       
       
      Essa foi a piada pronta do dia!

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