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milamguerra

Portugal em maio e junho: 18 dias por Lisboa, Sintra, Cascais, Óbidos, Nazaré, Talasnal, Guimarães e Porto

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@milamguerra Esses passeios de bonde poderiam ser feitos de onibus,parada na própria Praça da Figueira, e a fila do mosteiro é evitável.Ao lado,tem uma construção de nome museu de arqueologia com um imenso cartaz na porta,não sei se reparou.

Ali vende a entrada dupla para este museu,que é imenso e tem objetos da idade da pedra e para o mosteiropor 14 euros,enquanto visitar somente 1 deles paga se 10 euros.

Descobri por acaso no dia em que fui lá. Hehehe 

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@D FABIANO  Verdade, há ônibus que percorrem o mesmo trajeto. Em Lisboa andei uma vez no bonde antigo e outras duas no bonde novo. Claro que o novo é infinitamente mais confortável e mais estável, mas é legal pegar o antigo pelo menos uma vez porque eles são uma atração em si. Só achei os condutores dos bondes muito mal-humorados não só em Lisboa, mas no Porto também...

Sobre o Museu de Arqueologia, estivemos lá, especialmente porque ele fica gratuito com o Lisboa Card, mas acabamos não entrando por motivo de força maior. 😬 O problema da fila do mosteiro é que precisávamos enfrentá-la para poder validar a entrada com o Lisboa Card. Achei um absurdo, pois se já está "pago", devíamos poder entrar direto ou passar por uma fila separada. Em todos os lugares que fomos com o cartão, tivemos que enfrentar a fila normal para validar a entrada.

Se você comprar o ingresso para a Torre de Belém e para o Mosteiro em conjunto também tem um bom desconto.

[]'s,
Camila

 

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Como costumo passar muitos dias em capitais como Lisboa,nem sei aonde vendem esse cartão, pois tem um certo espaço de tempo para usá lo ,o que torna impraticável para mim que tenho que trabalhar todos os dias,ou seja,não tenho tempo completo para andar. 

Não subi na torre,por ex,estava fechada quando cheguei em 1 dia apos as 16h.Aproveitei para ir ao museu militar ao lado,mas não sabia disso.

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@D FABIANO No seu caso então o Lisboa Card realmente não vale a pena.

Uma coisa que achei bacana nele é que os transportes são totalmente gratuitos e isso me deu liberdade para pegar o metrô, por exemplo, todas as vezes que meus pés gritaram, mesmo que só para trechos curtos de uma estação a outra. É um conforto, eu diria, porque eu pensaria duas vezes se tivesse que pagar...

Acho que o Lisboa Card compensa ainda mais para quem é fãzoca de museu. Dá gratuidade em praticamente todos eles.

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DIA 4: Sintra – Quinta da Regaleira, Palácio da Pena e Castelo dos Mouros de trem e taxi

Que dia!
Pegamos o metrô cedinho na estação do Rossio de graça com o nosso Lisboa Card e paramos na estação final de Sintra (não desçam na estação Portela de Sintra, por favor heim!). Acontece que nem lembramos do horário em que começamos a usar o Lisboa Card e quando chegamos na estação de Sintra, o cartão já tinha vencido e não conseguimos liberar a catraca para sair da estação. Tivemos que pedir ajuda a um dos vigilantes, que liberou a catraca muito a contragosto e provavelmente achando que estávamos aplicando algum tipo de golpe.

De lá fomos caminhando até o centrinho da cidade, é pertinho e a caminhada é agradável. Não resisti e fui direto à Periquita, que vende os famosos Travesseiros de Sintra. Como chegamos bem cedo, estava vazio (oba!) e os travesseiros estavam quentinhos. Nham! Que delícia! Sem fila e sem estresse experimentei o meu doce preferido de toda a viagem. Recomendo os travesseiros da Periquita. Não perca, porque não achei igual em nenhum outro lugar! 😍😍

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De lá caminhamos até a Quinta da Regaleira, que fica próxima do centro e a caminhada é praticamente toda plana. A Quinta é um lugar lindo e delicioso para passar umas horas.

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Reserve um tempo para explorar os jardins cheios de simbolismos, as grutas e belas áreas de mata e quedinhas d’água dessa propriedade idealizada por um brasileiro muito sui generis. O palácio em si é interessante, mas a visita fica restrita a uma pequena parte dele. Durante nossa passagem havia um pequeno conserto com um quarteto de violinos. Muito bonito!

O Poço Iniciático é surreal:

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E esse caminho de pedras próximo a uma queda d’água faz a gente querer ficar ali o dia todo.

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Ficamos apaixonados pelos jardins da Regaleira.

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Retornamos ao centro, almoçamos por ali mesmo e, bem, confesso que eu já estava bem cansada. Além disso, uma bolha no dedo me deixou com muita preguiça de procurar o ônibus turístico 434. Pegamos então um taxi em frente ao restaurante e subimos até o Palácio da Pena (€ 10). Fiquei surpresa de ver que o taxista falava inglês e francês. Amarrou num papo e conseguiu uma cliente francesa pra não descer com o carro vazio e ainda negociou com ela, em francês, uma viagem a Cascais. Aliás, falar dois ou três idiomas por lá não me pareceu vantagem e sim obrigação. Qualquer atendente de boteco fala pelo menos o inglês e se vira muito bem no espanhol e no francês.

Na entrada do Parque da Pena compramos o bilhete conjunto com os jardins, o palácio e o Castelo dos Mouros, que sai mais barato. Eu queria visitar a área dos lagos e, por isso, tive a brilhante ideia de subir a pé caçando a entrada. #@$&*¨@&*%¨ 😖

Descemos mata adentro seguindo as placas malucas do parque, mas não tivemos fôlego pra chegar nos lagos, tivemos que subir tudo de novo e ainda perdemos o busum hop-in hop-off que roda o parque. Gente, sério, cansa demais. O palácio fica lá no alto e subir aquelas ruas no calor é um saco. Enfim, a área externa do Palácio da Pena tem uma arquitetura muito interessante, diferente e oferece uma linda vista para a cidade e para a região.

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De lá se pode ver o Castelo dos Mouros também.

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Já a parte interna do palácio, onde fica o museu propriamente dito, não achei lá essas coisas. Talvez por já estar careca de visitar o Museu Imperial de Petrópolis e os dois serem bem semelhantes, passei pelos aposentos meio sem paciência. Pra quem é apaixonado por museus, no entanto, ou que nunca tenha visitado um do estilo, vale a pena. Pra quem não quer visitar o museu, mas quer passear pela área externa do palácio e apreciar a paisagem lá de cima, aconselho comprar somente o bilhete do parque, que dá direito também a caminhar pelas sacadas externas do palácio. Lá dentro tem banheiros e bar/restaurante.

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Detalhe: MUITA, MUITA GENTE!

Descemos as ruas do Palácio caminhando, sob os protestos do marido, e, nessa hora, já estávamos mais que mortos. Não sei quem reclamava mais dos pés, eu ou ele.

Mas, enfim, apesar dos muitos protestos do marido, continuamos (é pertinho) para o Castelo dos Mouros.

Como sempre, turista aos montes, de todas as nacionalidades, mas estava menos cheio que a Pena.

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Prepare as pernas porque é escada pra todo lado, mas prometo que compensa. O lugar é lindo, a vista é incrível e você fica ali imaginando as batalhas travadas no local. Vá protegido porque o vento muitas vezes incomoda e castiga os desavisados. ::Cold::

Do Castelo dos Mouros também se tem uma ótima vista para o Palácio da Pena:

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Saímos do castelo com a intenção de esperar o ônibus 434 para descer, mas fomos convencidos pelo cansaço e pelo condutor de um carro elétrico (adoramos esses carrinhos) que ficam ali na porta “pegando” os turistas. Pagamos € 5 por pessoa até a estação de trem.

Quem estiver com a grana curta pode subir e/ou descer por trilhas dentro dos parques ou pelas estradas. Outra opção é comprar a passagem de ida e volta do 434 que sai a € 3, 90 o trecho ou € 6,90 ida e volta.

Meu plano era pegar um ônibus para visitar a vila de Azenhas do Mar logo depois de visitar o Castelo dos Mouros. Até dava tempo, mas não deu fôlego. Ficou para uma próxima viagem.

O cara do carro elétrico disse que o melhor horário para visitar o Palácio da pena é depois das 17h, pois tem muito menos excursões.

Vejo que uma dúvida geral é se dá tempo de fazer Regaleira + Pena + Mouros em um só dia. Dá sim e foi o que eu fiz, mas na correria e sem aproveitar devidamente os locais que, diga-se de passagem são lindos e caros em tempos de real desvalorizado. O Parque da Pena, em especial, é muito extenso. A escolha é sua. Eu preferia ter optado por um pernoite em Sintra. Fica a sugestão.

Cenas do próximo capítulo:
- Lisboa x Cascais de trem e ônibus: Boca do Inferno e Cabo da Roca
- Cascais x Óbidos de carro alugado

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Tenho que concordar contigo,Sintra em 1 dia não dá para ver muito, principalmente que os palácios são imensos.Não fala no mais importante,o Nacional,na praça Central,dos tempos da idade das trevas.

Verdade que depois das que diminui o número de pessoas na Pena e no Castelo.Quando ali cheguei, mais de 18h,haviam poucas pessoas. 

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@D FABIANO O Palácio Nacional até aparece na foto que tirei dentro do Castelo dos Mouros, lá embaixo, mas só passamos em frente, por isso acabei não o incluindo no relato. Eu faria Pena e Mouros em um dia e Regaleira, Nacional e Azenhas do Mar em outro. Mesmo assim ainda é capaz de faltar tempo. 😛 São todos imensos mesmo e a gente para toda hora para uma foto.

[]'s,
Camila

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    • Por Vinicius Pinto
      Olá!
      Venho por meio deste post compartilhar meu mochilão de dez dias em Portugal e Espanha. Espero que este relato possa ajudar alguém, do mesmo modo que os relatos que li aqui no blog me ajudaram enquanto eu estava levantando informações para a minha viagem.
      Nesses dez dias, viajando à noite, de ônibus e trem, consegui conhecer os destinos que desejava: Lisboa, Sintra, Coimbra, Madrid, Barcelona, Braga e Porto.
      (Por questão de tempo, terei que dividir o post em algumas partes).
      Bom, sem grandes delongas, a viagem foi assim:
       
      Lisboa:
      Embarquei em um avião da TAP pouco antes das 22h, no Aeroporto de Guarulhos, e cheguei ao Aeroporto de Lisboa aproximadamente às 10h. 
      Após fazer todos os trâmites, fui à área do metrô, dentro do aeroporto, estudei rapidamente as linhas da cidade, e comprei minhas passagens. Peguei a linha vermelha, desci na parada que faz cruzamento com a linha azul, entrei no metrô dessa linha, e desci na Avenida dos Restauradores, onde ficava minha acomodação, e, a uns poucos metros, o centro histórico da cidade. Às 13h, aproximadamente, iniciei meu roteiro: comecei no centro e fui até o Castelo de S. Jorge. Nessa área, vale destacar a proximidade entre uma atração e outra: pelo menos no centro histórico, dá para conhecer as principais atrações, a pé!
      No dia seguinte, fui de autocarro (ônibus) à região de Belém. Lá, também é possível conhecer as principais atrações, a pé. 
      Abaixo seguem algumas fotos:
       
      Praça do comércio; em foco: Estátua equestre de D. José I e Arco Triunfal da Rua Augusta
      Castelo de São Jorge
      Mosteiro dos Jeronimos
      Mosteiro dos Jeronimos
      Torre de Belém
      Monumento aos Descobridores
      Elevador da Gloria
       
      Sintra:
      No terceiro dia fui a Sintra: Comecei o dia cedo, fui até a Estação do Restauradores e comprei minha passagem de ida e volta.
      A viagem durou aproximadamente 40 minutos. 
      Em Sintra, conheci seu Palácio Nacional e a Quinta da Regaleira. Tentei conhecer o Palácio da Pena, mas o tempo não me permitiu, pois só na Quinta da Regaleira, gastei umas boas horas.
       
      Uma dica: Assim que descer em Sintra e sair da estação de metro da região, haverá vários guias oferecendo passeios, planos etc. Caso preferir explorar a região por conta própria, saiba que é possível e prático:
      Procure as linhas de ônibus 434 e 435 (estão espalhadas pela região): elas levam às atrações da cidade; mas, atenção: cada ônibus vai a uma área; assim, para ir a Quinta, é preciso pegar o ônibus 435; para ir ao Palácio da pena, o 434. Na compra da passagem, os motoristas, que são bem prestativos, irão detalhar tudo. E, após a compra, o passageiro ganha um mini guia da região para se orientar. É tudo bem tranquilo.
      Obs.: Ao escolher o ônibus e pagar a sua passagem, ela será valida por um  tempo determinado. Assim, é possível descer em uma atração, passar um tempo nela, e, depois, ir novamente à linha de seu ônibus, para pegá-lo sem pagar de novo a sua entrada.
      Dica: As atrações de Sintra também não são muitos distantes uma das outras (ex.: da estação da região, à Quinta, a pé, faz-se em aprox. 15 min.). Portanto, ao optar pelo ônibus 434, que segundo o motorista que me orientou lá, faz a maioria das atrações, é possível ir nas atrações que somente o 435 atende, a pé. 
       
      Em suma, passei apenas uma manhã e uma tarde em Sintra, e a experiência foi maravilhosa.
      Obs.: Não deixem de provar os famosos doces da região, são divinos!
      Abaixo seguem algumas fotos:
       
       
      Estação dos Restauradores
      Quinta da Regaleira
      Quinta da Regaleira
      Quinta da Regaleira
      Palácio Nacional de Sintra
      Quinta da Regaleira
      Quinta da Regaleira
      No centro de Sintra. (Ao lado desse café, há alguns restaurantes, e um em particular, de esquina, vende travesseiros e queijadas DELICIOSAS! Recomendo.
       
      Continua...
    • Por marcacapozzoli
      Boa tarde pessoal,
      Eu e e minha esposa vamos viajar ano que vem  (ou primavera ou outono) e gostaríamos de conhecer Portugal e Espanha.
      Acontece que não gostamos muito de visitar museus e igrejas/catedrais (já fizemos muito isso eu outros países), nós gostamos mais de belas paisagens, pequenas cidades e boa gastronomia.
      Então pensei em pedir essa ajuda a vocês, que tanto já me ajudaram com dicas.
      Sei que esse é um pedido já batido aqui no site mas, gostaria de ter uma ideia pra poder montar um roteiro não convencional (Lisboa, porto, Madrid, Barcelona...)
      Gostaria de dicas de cidades e lugares que se enquadre nas características que citei acima: belas paisagens, pequenas cidades e boa gastronomia...
       
      Muito obrigado!!!😀
    • Por marcacapozzoli
      Boa tarde pessoal,
      Eu e e minha esposa vamos viajar ano que vem  (ou primavera ou outono) e gostaríamos de conhecer Portugal e Espanha.
      Acontece que não gostamos muito de visitar museus e igrejas/catedrais (já fizemos muito isso eu outros países), nós gostamos mais de belas paisagens, pequenas cidades e boa gastronomia.
      Então pensei em pedir essa ajuda a vocês, que tanto já me ajudaram com dicas.
      Sei que esse é um pedido já batido aqui no site mas, gostaria de ter uma ideia pra poder montar um roteiro não convencional (Lisboa, porto, Madrid, Barcelona...)
      Gostaria de dicas de cidades e lugares que se enquadre nas características que citei acima: belas paisagens, pequenas cidades e boa gastronomia...
       
      Muito obrigado!!!😀
    • Por marcacapozzoli
      Boa noite pessoal,
      Eu e e minha esposa vamos viajar ano que vem e gostaríamos de conhecer Portugal e Espanha.
      Acontece que não gostamos muito de visitar museus e igrejas/catedrais (já fizemos muito isso eu outros países), nós gostamos mais de belas paisagens, pequenas cidades e boa gastronomia.
      Então pensei em pedir essa ajuda a vocês, que tanto já me ajudaram com dicas.
      Sei que esse é um pedido já batido aqui no site mas, gostaria de ter uma ideia pra poder montar um roteiro não convencional (Lisboa, porto, Madrid, Barcelona...)
      Gostaria de dicas de cidades e lugares que se enquadre nas características que citei acima: belas paisagens, pequenas cidades e boa gastronomia...
       
      Obrigado pessoal e boa viajem a todos!!😀
    • Por daanielvalverde2
      Olá pessoal, sempre acompanho e uso o site antes de fazer alguma viagem, então resolvi postar sobre uma que fiz a Caraíva em Porto Seguro (BA). Espero que ajude!
       
           Caraíva é um vilarejo no extremo sul do município de Porto Seguro, muito conhecida por suas casinhas coloridas, o encontro do rio com o mar e pela atmosfera própria lá presente. Eu fui em Outubro de 2018 e escrevi tudo no meu blog: 
                Informações sobre Caraíva (BA)
                Como Chegar em Caraíva (com fotos e preços)
                Onde comer em Caraíva (com fotos e preços)
            Mas vou fazer um resumo aqui.
       
      COMO CHEGAR: 
           A partir do centro de Porto Seguro, deve-se atravessar o Rio Buranhém pela balsa com destino a Arraial d`Ajuda, essa travessia leva cerca de 10 minutos, funciona todos os dias, 24h e com saída a cada 30min, se houver lotação antes (ou a presença de uma ambulância/carro de polícia) ele sai antes. Custa R$4,50 (preço de não morador, a volta é grátis). Vou falar da ida em ônibus porque foi a que eu fiz. Talvez a forma mais cômoda e com certeza barata de chegar à vila. Quem faz o serviço é a empresa Viação Águia Azul. O micro-ônibus que eles utilizam para fazer a linha não é dos melhores (não vou mentir, meu assento não tinha nem cinto), mas cheguei vivo lá.

           A viagem é por grande parte em estrada de terra, subindo e descendo morro, passando por umas pontes bem estreitas, no total dura quase 3 horas e ele ainda faz algumas paradas, como em Arrial d`Ajuda, Trancoso, entrada do Teatro L’Occitane, Outeiro das Brisas e em algum lugar (que não faço ideia onde) para você ir ao banheiro, comer um café ou um biscoito.
           Horários de ida: 7:00h e 15:00h
           Horários de volta: 6:20h e 16:00h
           Preço: Balsa - Caraíva: R$20,00 / Arrial d`Ajuda - Caraíva: R$19,00 / Trancoso - Caraíva: R$17,00
           Ao chegar no porto de Nova Caraíva você encontrará um caminho de pedras e no fim várias canoas a espera para fazer a travessia até o vilarejo. Logo no início deste caminho, a esquerda, existe um quiosque (ou um stand) de madeira, lá uma moça te recebe e pede uma contribuição de R$10,00 para manutenção da vila, eles mostram todo o orçamento já conquistado e onde o dinheiro foi aplicado, se quiser ajudar, doe, qualquer valor é bem vindo, mas isso é OPCIONAL. Você não deixará de entrar se não pagar, se não quiser é só passar direto, eu paguei os 10 golpes.

         No fim haverá uma tenda com vários caras, eles que farão a travessia com você. O custo é de R$5,00 por pessoa para cada trajeto, ida e volta. O tempo de espera depende, pode ser com muitas pessoas ou só você, depende deles. Se estiver com mala, coloque dentro, eles levam tudo. A travessia leva cerca de 5 minutos, bem rapidinho!

           A partir do momento que você chega, parece que toda a atmosfera muda, parece que aquela vila ficou alí parada no tempo, e interprete isso da melhor forma possível. Todas aquelas casinhas, na sua grande maioria de porta e janela ou meia morada emolduram e te dão as boas vindas. As ruas todas de areia, as árvores, o som do mar, o rio e aquelas pessoas, tudo harmonizam com o ideia de paraíso. Ao chegar, você estará na Av. dos Navegantes que é o Beira Rio, a partir daí já procure onde você vai se hospedar, tem uns totens que te indicam o caminho, ou então, é só perguntar a qualquer morador que eles te indicam.
            Se você chegou de manhã, um dos primeiros lugares que você pode ir é na Rua do Cruzeiro, uma das transversais que te leva do rio ao mar, é lá que está a famosa casinha que tem escrito “Sorria você está em Caraíva” que tooodo mundo tira foto, depois já escolhe para onde ir, ao mar ou ao rio. Ambos são lindos. De frente para a praia se vê à sua esquerda as falésias da praia do espelho, e à direita, a ponta do Corumbau, a água de ambos é extremamente azul e linda, porém a do mar para tomar banho é mais escura, porque é onde o rio deságua. No encontro do rio com o mar tem umas pedras, onde pode-se admirar todo esse paraíso.

           Outro lugar a se conhecer é o Quadrado de Caraíva. Lá está a Igreja de São Sebastião, a igrejinha matriz que segundo o IPHAN foi construída por volta do século XVI, algumas lojas a mais , bares e um lugar para forró. De modo geral, vale a pena se perder pelo vilarejo, cada ruazinha de areia é linda.

           A noite o point da vila deixa de ser a praia e passa a ser a Av. dos Navegantes, ou o Beira rio, onde estão a maioria dos bares e restaurantes de lá. Comida indígena, oriental, italiana, árabe, brasileira, sorveteria, lojinhas, tem um pouco de tudo. Alguns estabelecimentos já tem Wi-fi e quase todos aceitam cartão de crédito e débito, só depende do sinal de telefone, as vezes da uma falhada. Esses bares abrem umas 16h, para que as pessoas fiquem para ver o por do sol (lindo!) de lá, sentados ao lado do rio.
            Esse também é o ponto mais iluminado a noite de toda a vila, devido aos bares, todo esse trecho fica lindo a noite, tem um até que utiliza tochas de bambu, fica lindo. Junto com algumas opções de forró, o Beco da Lua (que fica fechado durante o dia) abre como mais uma opção de entretenimento. Com alguns bares, lanchonetes e um palco para show ao vivo, é lá que tem as casinhas cenográficas que todo mundo tira foto.
       
           ONDE COMER:
             Não imaginaria que uma vila tão pequena, com cerca de 600 habitantes fixos, poderia ter tantas opções para comer. Tudo muito arrumado e bonito, meio personalizado. Encontrei um pouco de tudo, árabe, japonês, indígena, brasileira, vegetariana... Uma das comidas mais tradicionais lá que eu pude perceber foi o pastel de arraia, servido com molho de pimenta, sai por menos de R$11,00 cada. Alguns botecos estão fechados na segunda-feira.



           Em relação ao pagamento, havia lido antes de ir que grande parte dos estabelecimentos não aceitava cartão, que seria bom levar dinheiro suficiente para os dias que passaria lá, mas o que encontrei foi o contrário, quase todos os lugares aceitava sim cartão (crédito e débito), mas como não existe sinal de telefone lá, depende do humor da internet para o mesmo passar, porém, não tive o menor problema, tudo certinho. Apenas um restaurante não aceitava, que era o Cantinho da Duca, onde se vende comida vegetariana, esse na verdade não tinha nem cardápio, era dito diariamente pela senhora que trabalha lá.
      ________________
      Bom essas foram minhas impressões sobre Caraíva, caso queiram mais detalhes entrem lá no blog que tem mais coisa: EstandoPorAí.wordpress.com ou no instagram @daanielvalverde
      Qualquer dúvida podem perguntar


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