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Olá viajante!

Bora viajar?

Terror na estrada em Uyuni: cuidado com as barreiras policiais

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  • Este é um post popular.

Olá, pessoal. Acompanho o fórum há muitos anos, mas nunca havia feito nenhuma contribuição. Recentemente, em fevereiro e março deste ano, fiz um mochilão de 30 dias por Bolívia, Peru e Colômbia e gostaria de compartilhar com vocês um episódio bem lamentável que ocorreu comigo. Sei que a intenção aqui também é compartilhar as experiências positivas e relatos de viagem, algo que também pretendo fazer. Essa viagem foi incrível e a Bolívia é maravilhosa. Não quero com este post desestimular ninguém, muito menos generalizar todo um país. Apenas compartilho o que aconteceu comigo, para que outras pessoas possam se prevenir e encarar uma situação dessas com mais preparo e informação. Aliás, essa é a primeira vez que falo "publicamente" sobre isso, algo que apenas amigos próximos e familiares sabem.

Pois bem, eu entrei na Bolívia em um voo, por Santa Cruz de la Sierra, onde fiquei apenas algumas horas até tomar um avião para Sucre. Prestem atenção nas informações que darei agora, elas serão importantes mais adiante. Quando desembarquei e fui passar pela imigração, entreguei meu passaporte à funcionária e informei quantos dias permaneceria no país, conforme ela me perguntou. Ela me entregou o passaporte carimbado e foi isso. No avião preenchi um cartão a Receita Federal boliviana, com informações básicas para entrar no país. Este papel eu tive que entregar na Aduana e lá ficou. Lembro de ter perguntado se eu deveria ficar com alguma cópia ou algo assim, mas me disseram que era aquilo mesmo e que eu poderia seguir.

Bom, fui para Sucre e lá permaneci duas noites. É uma cidade incrível, muito segura e tranquila, com a possibilidade única de conhecer mais sobre a história da Bolívia através da visita guiada na Casa Libertad. De Sucre segui para Uyuni, onde passei duas noites: uma quando cheguei, para no dia seguinte partir ao tour de 3 dias pelo Salar e redondezas, e outra quando regressei, para descansar antes de seguir viagem até La Paz. O tour pelo Salar foi maravilhoso, uma experiência única e inesquecível. Nem mesmo os perrengues e as precariedades abalaram a sensação de estar diante de algo totalmente inspirador e novo. Pelo contrário, acho que perrengues e precariedades já eram esperados e até fazem parte deste tipo de roteiro. 

Fiz o tour com a Quéchua Connection, que prestou um serviço de primeira. O guia José foi atencioso do início ao fim. O grupo, composto por mim, 5 colombianos e um casal de búlgaros, também estabeleceu uma ótima relação. Viajávamos em dois carros: um transportava os colombianos e no outro iam eu, José, o motorista e o casal de búlgaros, Alex e Borianna. Estávamos retornando a Uyuni pela rodovia principal após três dias intensos de tour. Eis que a Polícia Nacional monta um bloqueio na estrada e para o nosso carro. Um policial nada simpático se apresenta e pergunta quem está no veículo, para onde íamos e o que estávamos fazendo. Enquanto isso outros policiais cercam o carro e observam atentamente o interior. Todos estavam com cara de poucos amigos e armas bem grandes nas mãos, tipo aquelas utilizadas pelos seguranças de carro-forte que abastecem os caixas eletrônicos.

O motorista então informa que no veículo há dois bolivianos, dois búlgaros e um brasileiro. O policial encarregado pede a identidade dos bolivianos, observa e devolve a eles. Em seguida pede para verificar o passaporte e o visto dos búlgaros (sim, búlgaros precisam de visto para entrar na Bolívia). Os vistos foram examinados sem problemas. Quando chegou na minha vez, o policial me pediu passaporte, tarjeta andina e certificado de antecedentes criminais. Imediatamente gelei. Eu tinha apenas meu passaporte, com o qual tinha entrado no país. Não sou uma pessoa descuidada, tampouco essa era minha primeira viagem. Eu obviamente havia pesquisado muito antes de viajar e sabia quais documentos eram necessários para ingressar na Bolívia. Poderia sequer ter ingressado com meu passaporte, usando apenas a identidade. Enfim, estava com o passaporte e o certificado internacional de vacinação. Nunca, em momento algum, eu havia topado com qualquer informação sobre necessidade de uma tarjeta andina, muito menos de certificado de antecedentes criminais. Por isso, quando o policial fez aquele pedido eu sabia que algo ruim iria acontecer.

Informei ao policial que possuía apenas o meu passaporte, mais do que o necessário para um brasileiro ingressar no país. Relatei exatamente como eu havia entrado na Bolívia e o processo na imigração do aeroporto de Santa Cruz e na aduana. O policial, que já não estava alegre, ficou furioso. Disse que brasileiros precisam de certificado de antecedentes criminais na Bolívia, que ele não tinha como saber se eu não era um criminoso, um traficante ou um terrorista. E disse que era inaceitável ter apenas um carimbo de entrada no país no meu passaporte, sem que fosse informado quantos dias eu poderia permanecer, pois assim eu poderia ficar morando ilegalmente na Bolívia se quisesse. Foi então que ele me mostrou que no carimbo de ingresso havia um campo onde estava escrito: "Admitido hasta ____ " e um espaço em branco, onde supostamente a funcionária da imigração deveria ter escrito até quando eu permaneceria no país. Ela não escreveu, apesar de ter feito essa pergunta e de eu ter lhe dado a resposta. Na hora, cercado por policiais irritados e fortemente armados, pareceu que eu havia cometido um crime gravíssimo. Mas depois percebi que foi uma imensa bobagem e explico isso em seguida.

O policial também disse que eu deveria ter recebido a tarjeta andina em meu voo. Relatei a ele que tinham me dado apenas o documento que ficou com a aduana, o mesmo que eu havia perguntado se deveria levar comigo e que me disseram para deixar lá com eles. Por fim ele resolveu me aterrorizar (ainda mais). Disse que eu não voltaria a Uyuni, que eu deveria descer do carro e permanecer detido ali, no meio da estrada, e que eu sequer poderia retirar minha mochila do veículo. Disse ainda que eu seria levado a uma delegacia em Uyuni e então deportado ao Brasil. E me ameaçou ainda mais, falando que eu não iria gostar nada do que iria acontecer comigo. Fiquei apavorado, em pânico, mas procurei demonstrar o mínimo possível. Não chorei, não me desesperei e não gaguejei. Segui argumentando educadamente com ele, embora minha vontade fosse dizer o quão absurdo era o que ele estava fazendo.. Felizmente falo espanhol fluentemente, então me fiz entender sem dificuldade. O guia José, ao ouvir as ameaças do policial, saiu do veículo e foi falar com ele, colocando-se entre mim e o policial. Apresentou sua carteira de guia profissional e explicou que eu era apenas um turista. O policial então perguntou: "O senhor é advogado?", ao que José respondeu que não. Então o policial disse: "Então volte para o veículo e permaneça lá. Se o senhor me dirigir mais uma vez a palavra, será preso por obstrução do trabalho policial". Foi horrível, José ficou muito nervoso e voltou para o carro absolutamente calado. Nesse momento eu tive certeza que minha viagem de 30 dias encerraria ali, sem sequer ter completado uma semana. Pior ainda: imaginei que fossem me bater e me roubar, afinal eu estava com toda a grana na minha mochila. 

Foi então que o policial disse que iria falar com um superior pelo telefone. Após alguns minutos ele voltou e disse que "por hoje" iria deixar passar, mas ressaltou que a Polícia Nacional faz barreiras em todas as estradas e que se me visse novamente no país, eu seria imediatamente deportado. Foi horrível, seguimos a viagem atônitos, todos. José estava constrangido por seus compatriotas e explicou que infelizmente a Polícia Nacional costuma agir desta forma. Os búlgaros também relataram uma série de episódios de abuso policial em seu país. E eu estava apavorado, planejando chegar em La Paz no dia seguinte e ir direto para a Embaixada brasileira. Eis que alguns quilômetros depois havia uma NOVA barreira policial. Foi a cereja que faltava no bolo. Agora sim eu tinha total certeza de que seria deportado.

O roteiro foi o mesmo. O policial pediu a identificação de todos, meu passaporte, meu certificado de antecedentes criminais e minha tarjeta andina. Repeti todas as explicações, esperando ser retirado do carro, mas incrivelmente este policial apenas concordou comigo e disse que eu deveria providenciar os documentos. Ele tinha outro alvo no veículo: o motorista. O motorista dirigia com segurança, mas o policial lhe passou um sermão totalmente desnecessário. Enfim, seguimos viagem.

Quando cheguei em La Paz, fui até a Embaixada brasileira e relatei o que aconteceu. A funcionária que me atendeu sequer ficou surpresa. Disse que provavelmente o policial queria dinheiro. Mas em nenhum momento ele sequer mencionou algo parecido. Frases como "como podemos resolver isso?" ou indiretas semelhantes não foram ditas. Na hora obviamente eu pensei que iriam me cobrar algo, mas não o fizeram e eu é que não iria oferecer. A Embaixada reforçou que minha situação na Bolívia era absolutamente legal. Que tudo que eu precisava era do carimbo de entrada em meu passaporte, com isso poderia ficar até 90 dias no país (se não me engano era 90, mas já faz tempo e posso estar enganado, poderia ser 30 ou 60, tava tão nervoso que não lembro direito dessa informação). A funcionária disse que certificado de antecedentes criminais é algo exigido apenas para brasileiros que desejam residir na Bolívia, nunca para turistas. Ela recomendou que eu fosse à oficina de migraciones, no Centro de La Paz, para relatar o que houve e solicitar que escrevessem em meu passaporte a quantidade de dias que eu ficaria no país, lá onde dizia "Admitido hasta", no carimbo.

Fui até o escritório de imigração, que estava absurdamente lotado e caótico. A muito custo consegui falar com um funcionário, que me atendeu muito mal, ouviu meu relato com uma cara de bunda e disse que não tinha nada de errado com minha situação no país e se recusou a escrever qualquer coisa no meu passaporte. Voltei à Embaixada e contei como havia sido atendido em migraciones, então me deram um número de emergência da embaixada e me orientaram que retornasse a migraciones e, caso se recusassem a atender meu pedido, eu deveria ligar para o número da Embaixada e passar o telefone ao funcionário. Esse número, aliás, é um plantão que estaria à disposição para o meu atendimento 24 horas por dia.

Pois bem, voltei a migraciones e fui mais enfático no pedido. O funcionário ficou putaço e me encaminhou a um oficial, que ouviu meu relato com mais atenção e disse para eu ficar tranquilo, pois a Polícia Nacional sequer tem poder para deportar estrangeiros, algo que apenas eles poderiam fazer. E por fim, para coroar essa novela kafkiana, ele escreveu "30 días" no meu passaporte, ali no espaço em que dizia "Admitido hasta" e disse que caso eu fosse importunado pela polícia novamente, deveria dizer que falassem com o "Inspector Gonzalo Murillo" em migraciones. Eu não sabia se deveria rir ou permanecer sério. Se o problema todo era escrever "30 días" no meu passaporte, eu mesmo poderia ter escrito isso com uma caneta, já que o inspetor sequer assinou alguma coisa. (Aliás, no Peru escreveram 30 dias no carimbo de entrada e na Colômbia me deram 60 dias). Aproveitei também para perguntar sobre a tal tarjeta andina e me foi informado que quem ingressa na Bolívia de avião geralmente não recebe esse cartão, apenas quem vem de ônibus, mas que não seria um problema na hora de deixar o país.

No fim, quando atravessei a fronteira da Bolívia para o Peru, o oficial de imigração pediu minha tarjeta andina. Eu disse que não tinha e ele me deu uma para preencher na hora, carimbou meu passaporte com o carimbo de saída e foi isso. 

Eu gostaria de poder dizer a todos os brasileiros que não levem seus certificados de antecedentes criminais ao entrar na Bolívia. Mas eu certamente levarei o meu a partir de agora. Mesmo sabendo, como eu já sabia naquele episódio, que não é algo necessário. Mesmo com toda a garantia dada pela Embaixada e pelo setor de imigração do país. A realidade concreta parece importar pouco diante da vontade de um grupo de policiais fortemente armados em uma estrada no meio do deserto. Nunca vou esquecer aqueles momentos de pânico. Me senti impotente, sem saber como denunciar tudo que aconteceu às autoridades competentes. Não havia identificação no uniforme dos policiais, eu sequer saberia apontar nomes. Também fiquei com muito medo de denunciar e acabei optando por seguir a viagem normalmente. Tudo que eu queria era distância de uma delegacia.

Desculpem se este relato mais alarma do que ajuda efetivamente alguém. Mas se isso aconteceu comigo, sabe-se lá com quantos mais pode ter acontecido ou ainda pode vir a ocorrer. A única dica concreta que eu tenho para dar é: andem sempre com o número do plantão da Embaixada. Aqui neste link tem as informações sobre o contato de emergência consular para brasileiros na Bolívia: http://lapaz.itamaraty.gov.br/pt-br/emergencias.xml

Agradeço a quem leu até aqui e reforço: a Bolívia é um destino de viagem incrível e insuperável. Mesmo este episódio terrível não estragou a satisfação que tive em conhecer o país e passar vários dias lá. Prometo em breve fazer um relato detalhado de toda a viagem. Abraços!

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Obrigado por compartilhar, já fui duas vezes a Bolívia e não tive este tipo de problema, graças a Deus, estou planejando o retorno e é bom saber de todo estes problemas que teve, até mais !

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Ando lendo muitos relatos negativos sobre a Bolívia ultimamente... o que me fez deixar o país para o último da lista.

Triste é escapar do Brasil para respirar ares não-corruptos e dar de cara com corrupção em outro lugar. Lamentável.

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que fita hein

esse tipo de informação é fundamental ser compartilhada. Eu já fui e não tive problemas, mais concordo que é sempre mehor prevenir do que remediar, então não custa imprimir a parada dos antecedentes e deixar separada pra evitar todo esse rolo. Abraços

Postado
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Eu fui pro uyuni fazendo o “caminho da morte”, não tive nenhum problema na Bolívia mas tampouco fui parado por nenhum policial enquanto estava lá, quando ia passar da Bolívia pro Chile que complicou.

Eramos um coreana, um francês e eu, o motorista do tour nos deixou lá e outro buscaria a gente uma hora mais tarde, fomos fazer o processo de saída e então o oficial pediu só os passaportes e nos disse que tínhamos que pagar uma taxa de não seus quanto, como uns 30 reais na época. Era pouco, mas eu sabia que não tinha que pagar nada.

Ele me olhou feio por uns bons segundos, carimbou meu passaporte e empurrou na mesa, quase caindo no chão, eu peguei e sai da sala esperando problema, via ele falando com os outros policiais e todos me olhavam feio, mas chegou o carro, nos buscou e nada aconteceu.

apesar disso, é exatamente o que você sente, uma situação de impotência. Eles podem fazer o que quiserem, no meio do deserto, armados... vai saber

conselho é manter-se tranquilo e responder tudo com perdón, gracias, señor, o mais submisso possível pra que nada pareça uma afronta! 

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Que bizarro e louco isso. Eu já ia entrar em desespero e congelar. Mas não me surpreende, na real, depois de ver que abuso de autoridade e propina são praticamente institucionalizados por lá. Vide a "taxa de imigração" que cobram na fronteira entre bolívia e chile, quando você tá saindo do salar. É tão descarada e organizada, inclusive com uma plaquinha indicando a fila pra pagar a taxa, que quem vai desavisado paga sem se dar conta de que é ilegal. E mesmo quem sabe, como eu sabia, paga pra evitar o desgaste e qualquer situação desagradável. 

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E aí Samir, blz?

Cara, já fui para a Bolívia várias vezes, mas antes de ir a primeira vez li centenas de relatos e em muitos fiquei sabendo de diversos golpes aplicados tanto por bandidos como por policiais (nesse caso bandidos também). Uma vez um policial que disse ser da Interpol me parou na rodoviária de Santa Cruz para umas perguntas! Ele estava sem uniforme e sem identificação então eu nem dei moral pra ele. Ele insistiu muito e eu simplesmente respondi o básico, pois li vários relatos sobre falsos policiais. Então, depois que ele saiu, fui perguntar sobre ele a um funcionário em um guichê de passagens e ele me confirmou que o cara era realmente policial. Mas como ele viu que eu não tava nem aí ele acabou me deixando quieto! Bolívia é sensacional, já passei mil perrengues lá, mas quantas vezes eu puder voltar eu voltarei!! forte abraço!

Bons ventos!

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Aconteceu comigo isso também. Estava a trabalho. Um dia antes de ser parado pela policia, teve uns brasileiros do PCC tentaram um assalto em uma loja que morreu uma refém e um policial, então os cara estavam na cola de brasileiro.

Passamos por um cidade pequena para tomar café e seguir viagem para Santa Cruz de La Sierra, nisso passou uma viatura e ficaram encarando eu e mais um  brasileiro,  seguimos viagem e na parte mais deserta dois policias bolivianos pararam nosso carro. Na frente do carro tinha dois bolivianos e eu e Maicon atrás. Os policias so olhavam para nos brasileiros. Pediram para descer. Pediram os documentos. Pediram contrato ou documento que comprovasse que estávamos a trabalho, tínhamos tudo isso. Informaram que Queria olhas somente as malas de nos brasileiros, do nada ficaram todos nervosos, que ainda não era o suficiente e que precisava de mais informação, ai me deu tela azul do windows. kk.

Estávamos com drone, que um dos policiais ficou invocado, depois ficou invocado com um power bank ai fico invocado com uns cabos de rádio, ate que o boliviano que estava com agente chamou o cara no canto e deu $120 bolivianos  e liberaram agente. No que o cara deu sinal para liberar, saiu mais dois policias do meio do mato, um estava com uma metralhadora na mão outro com cassetete.

Depois descobri que os policias ficaram nervosos por que  falei que era prestador de serviço e autônomo. Autônomo na Bolívia e considerado de Direita e os policias são de Esquerda. KKKK

Devido a tentativa de assalto envolvendo brasileiro fomos aconselhado a não andar sozinho por la e no hotel que estávamos ja cadastrado e hospedados tivemos que refazer todo procedimento para que eles pesquisassem nossos antecedentes. E eu tive que tirar minha barba que estava cultivando durante 6 meses. kkkkkk

 

 

OBS: O policial falou o mesmo que te disse: "..que eu seria imediatamente deportado " mas acrescentou fichado na INTERPOL

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  • Membros
Em 28/06/2018 em 14:13, isaribeiro disse:

Ando lendo muitos relatos negativos sobre a Bolívia ultimamente... o que me fez deixar o país para o último da lista.

Triste é escapar do Brasil para respirar ares não-corruptos e dar de cara com corrupção em outro lugar. Lamentável.

E meio que loteria ser parado dessa forma, o esquema e manter a calma. Estando com documento certinho não te risco. Bolívia vale apena conhecer.

Postado
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Lamentável o comportamento desses policiais. Todos sabem que não é necessário nenhum tipo de certificado de antecedentes e muito menos a tarjeta andina para quem entra no país com passaporte. Com certeza queriam te apavorar e tirar seu dinheiro e imagino que não fizeram por estar com um grupo de turistas e nacionais. 

Por sorte não passei por nada disso na Bolívia. Apenas no posto de imigração para sair de Uyuni e entrar no Chile que eles cobravam uma "taxa de extorsão" de cerca de 15 bolivianos que eu "peitei" os oficiais (com educação e falando um espanhol razoável), argumentei que conhecia as leis, que essa taxa não existe, especialmente por que eu era do Mercosul. Me recusei a pagar e por fim me liberaram. 

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