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Gedielson

Expedição Monte Roraima - 8 Dias - Venezuela - Guiana - Brasil

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Resolvi fazer este relado de viagem principalmente pela pouca orientação que encontrei para fazer a expedição para o Monte Roraima.

Tive dúvida do que levar, mas, principalmente do que NÃO levar. Incerteza com que guia contratar. Incerteza com comida e pouca orientação sobre preparo físico necessário.

 

Espero com este relato suprir algumas dessas deficiências que outros aventureiros possam ter.

 

1 – Diário de bordo

2 – O que levei para o Monte Roraima

3 – Como contratar um guia

4 – O que comer e o que beber

5 – Preparo físico necessário para subir o Monte Roraima

6 – Despesas

7 – Conclusão

 

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1 – Diário de Bordo

 

DIA 1

 

Saímos de Londrina, eu Ana e Maurício às 13:25.🛫 Chegamos em Congonhas com pouco menos de uma hora.

O voo para Brasília saiu às 17h. Uma hora  e meia de viagem. 

Chegando em Brasília tínhamos mais de 4 horas de espera até o voo para Boa Vista.

Bom que deu tempo de conhecer o aeroporto, que é muito grande e bonito. Faz jus a capital do Brasil.

Deu tempo de jantar (R$ 28,00) e até de comer uma sobremesa (R$ 36,00).

 

De Brasília saímos às 22:45 e chegamos em Boa Vista a 1:20 (horário local, uma hora a menos do horário de Brasília).

 

Em Boa Vista desembarcamos e pegamos um táxi (R$ 40,00) para o hotel (R$ 110,00).🛬

 

No hotel chegamos umas 2h da manhã.

O Hotel Magna era bem simples, mas suficiente.

Tinha até condicionado, mas o chuveiro não tinha a opção de quente. Tudo bem que faz muito calor em Boa Vista, mas água fria e tenso. Depois ficamos sabendo que somente hotéis de luxo que tem chuveiro elétrico em Boa Vista

 

Procuramos dormir logo pq as 6 da manhã o táxi já ia passar nos pegar.

 

 

DIA 2

 

Acordamos as 5:15 de uma noite não dormida muito bem.

Pernilongos e poucas horas de sono.

 

As 6h em ponto o táxi chegou.🚖

 

Partimos em direção a Pacaraima. Um pouco mais de 2 horas de viagem. Com direito a uma parada para tomarmos um café da manhã no Quarto de Bode.🐐

 

Chegando em Pacaraima o nosso guia Leopoldo já nos aguardava e a partir de então era com ele que a gente seguiria o restante da viagem.

 

Pacaraima aparenta ser uma cidade bem pequena, mas estava com um fluxo bem grande de pessoas. Acho que a maioria era venezuelanos.

 

Atravessar a fronteira foi bem tranquilo. Do lado brasileiro nem precisamos fazer trâmite algum (pelo menos eu acho que não precisava 🤔). 

Do lado venezuelano foi uns 20 min, isso graças ao auxílio do  guia. Senão penso que demoraria mais.

 

Para ingressar do lado venezuelano vc passa por tbm por uma fiscalização da guarda Bolivariana que tbm foi sussa. Mas, segundo informações ela geralmente não é tranquila. Ficam criando dificuldades para poder vender a facilidade. Mas não foi nosso caso.

 

Depois da fronteira, mais uns 20 min chegamos em Santa Elena de Uairen e fomos direto para a base do guia, que já ajeitou as nossas mochilas no carro que nos levaria até a reserva de onde começa a expedição.

 

O guia nos apresentou a equipe que nos acompanharia, Omar, sua esposa (até agora não sei o nome dela 😂) e Valentim. Depois se juntaria a nós o cozinheiro Armando. Tbm conhecemos outros dois brasileiros que fariam a expedição com nós, Guilherme e Gabriel.

 

Logo partimos. Umas 10h.

A previsão era de umas duas horas de viagem até chegar no Parque Nacional Canaima, mas o carro que estávamos deu um problema mecânico no meio da estrada.

Então o motorista ligou para um outro que veio nos socorrer e trocamos de carro. Com isso atrasamos cerca de uma hora.

A rodovia foi tranquila. A parte de estrada de chão é de muito sacolejo. Se não for um veículo traçado não daria conta.

 

Quando chegamos na reserva de onde parte a expedição, tivemos que pagar uma taxa de R$ 30,00.

A informação é que era R$ 10,00, mas, aparentemente subiu (deve ser a puta inflação venezuelana).🤑

 

Ainda nesta reserva fizemos um lanche e então partimos para 12 km de caminhada.

 

Iniciamos por volta das 14:30.   Screenshot_20181016-102625_1.thumb.jpg.f5c09e053fb50ef6eda1dc677833f61e.jpg

 

Não estava sol, o que facilitou um pouco, mas a caminhada não foi fácil.

Um trekking de 12 km com uma mochila de uns 13 kg pra quem não tinha dormido direito não é fácil pra ninguém.😲

 

Chegamos no local do acampamento por volta das 19:00h, exaustos.

Ajudamos montar as barracas e descemos para o Rio Tel para tomar aquele banho frio.

 

Não demorou muito para o jantar ficar pronto. Uma macarronada com carne moída. Muito boa!

 

Comemos, o guia nos deu algumas orientações sobre o dia seguinte e jogamos um pouco de conversa fora, depois dormimos, com uma chuva que se aproximava.

 

De madrugada choveu um pouco.

 

DIA 3

 

 

Eu acordei bem cedo. Foi uma noite bem dormida. Às 5:30 já estava de pé.

 Serviram o café da manhã às 6:30, omelete com uma espécie de “massinha” de pão frita.

 A programação era de sairmos a 7h, mas com a chuva que começou a cair e não dava para seguir viagem.

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Não pela chuva em si, mas sim pela cheia do rio que teríamos de atravessar.

 

Esperamos até às 10 horas e Omar resolveu que dava para tentar. Então seguimos.

 

Para atravessar o rio Tek foi tenso. Primeiro atravessaram nossas mochilas e depois um a um.

O rio estava bem cheio e a correnteza era forte. Mas demos conta. Isso graças ao ótimo trabalho realizado pelos guias.

 

Esta foi a primeira etapa, pq outras duas travessias do rio Kukenan nos aguardava.

 

Paramos para o almoço, até pq não dava ainda para atravessar o rio Kukenan por causa da sua cheia.

Prepararam e serviram o almoço, uma salada variada com pão.

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Ao seguirmos, atravessamos o Kukenan em dois pontos.

O primeiro ponto foi tranquilo. A segunda é necessária a ajuda de uma corda esticada de lado a lado.

 

Seguimos para uma caminhada de aproximadamente 3 horas. Deve ter dado uns 8 KM, mas pareceu ter andado uns 80 😅.

Boa parte com um sol forte, outras com o tempo encoberto, mas sem chuva.

Essa subida exige bastante preparo.

 

Chegamos no acampamento. Mais um banho bem frio. Aquele velho e bom “banho checo”.

 

Barracas montadas, foi hora de descansar um pouco. Já tirei um cochilo e acordei com a janta servida na porta da barraca, frango, arroz e batata cozida.

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Exaustos, dormimos fácil.

Amanhã é o dia de concluirmos a subida e finalmente chegar ao topo.

 

DIA 4

 

Acordamos cedo e o café foi servido assim que arrumamos as mochilas.

Logo partimos para a etapa final da subida.

 

Foi uma subida quase toda por dentro da mata.

A trilha em si já é um espetáculo.

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Foram aproximadamente 5 horas de subidas e descidas.

Passando por pequenos riachos, alguns mirantes onde era possível ver toda extensão do paredão do Roraima e o "Poço das lágrimas".

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Alcança o topo é muito gratificante. A sensação de conquista, de missão cumprida, de superação é difícil descrever.

 

Tudo que vimos debaixo foi sensacional. A impressão que se tem e que de cima não pode superar aquilo que já vimos.

 

Mas, por incrível que pareça, supera sim. 😲

A vista é sensacional. Apreciar o Kukenan, o sol, as nuvens, a vista de toda trilha que fizemos, o paredão visto de cima.

As palavras são poucas para descrever.

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E isso foi só no momento da chegada, em um minúsculo pedaço do tepui que ficamos por alguns minutos.

 

Depois de apreciar a vista e tirar umas fotos de um mirante, fomos rumo ao Hotel Índio, que nesta noite nos serviu de abrigo. É uma espécie de caverna com vista voltada para o Kukenan.

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O almoço foi servido (macarrão com carne moída).

Descansamos um pouco e fomos conhecer as Jacuzzis.

 

Ficava uma cerca de 30 min de caminhada do nosso “hotel”.

 

A água é totalmente transparente, de uma pureza sem igual.

Muito fria tbm. Confesso que deu trabalho para entrar. Mas não tem como estar lá e não entrar. O passeio seria incompleto. Por mais frio que seja, vale a pena. É uma beleza sem igual.

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Ao retornarmos foi servido um chocolate quente e pipoca.

 

Foi possível apreciar um pouco de pôr do sol, mas com nuvens.

 

Não demorou muito e jantamos (sopa de legumes com macarrão).

 

Ficamos um tempo conversando e tirando fotos da lua e das estrelas.

 

Logo depois dormimos.

 

Amanhã é dia de irmos para outro hotel.

12 km de treking.

 

 

DIA 5

 

O horário programado para acordar este dia não foi diferente dos outros, acordamos as 6, para tomarmos café as 6:30 e saída umas 7:30.

 

O dia amanheceu com um céu muito limpo.

 

Tomamos café da manhã que foi servido com uma espécie de panqueca com goiabada e uma porção de frango desfiado com umas misturas que nem sei o que é.

Sei que parece que não combina, mas é bom.

 

Mochilas arrumadas, partimos para outro hotel, Hotel Quati, este do lado brasileiro.

 

São 12 km de trekking.

 

A imensidão do tepui impressiona. Vc anda e parece que não tem fim.

E embora seja um lugar peculiar pelas suas características, é possível perceber que o cenário vai mudando de um lugar a outro.

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Por este caminho de 12 km paramos em alguns pontos para conhecer e “sacar unas fotitas”.

Existe até uma réplica da nave de Star wars 😁🖖

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O ponto alto da caminhada é a passagem pelo "El Foço".

Trata-se de um poço de um raio de uns 20/30 metros e uma profundidade de uns 30/40 metros.

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Uma pequena cascata cai de cima e é possível ver a lagoa que se forma no fundo. Uma lagoa de água transparente.

 

Se de cima já impressiona, poder descer ao fundo então é espetacular.

 

O caminho não é dos mais fáceis, mas a ajuda do nosso guia Omar mais uma vez fez toda diferença.

 

O acesso ao fundo do "El Foço" é feita por uma caverna lateral.

 A descida já vale a pena.

Parece que vc está em um cenário de algum filme do tipo "mundo perdido" ou filmes que retratam o período pré-histórico.

 

O fundo do poço é muito melhor do que eu podia esperar.

Tem um aspecto dourado, desde sua água até suas paredes. Quando o sol bate por suas fendas o dourado fica ainda mais vivo.

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A hora de entrar na água foi o momento mais desafiador. Sem dúvida foi a água mais fria que já experimentei até hoje. Ao colocar os pés na água, parecia que estavam sendo cortados. Doía a alma. E o foda é que para chegar na parte aberta, molhar só os pés não é suficiente, é preciso molhar pelo menos até a cintura.

 

Fui o primeiro a entrar, já que percebi alguma hesitação por parte dos meus companheiros de viagem. Depois os outros vieram tbm. Todos nós com muitos gritos de "pqp" e suspiros de "Jesus". 😝

 

Valeu muito a pena. Olhar aquela imensidão de baixo para cima valeu o perrengue da água geladamente cortante.

 

Depois do "El Foço" fomos para ao "Punto Triple", que é a tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana.

Não é nada além de um marco que sinaliza a fronteira dos 3 países, mas é bem interessante saber que vc com apenas um passo pode mudar de país.

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Do lado guiano é possível observar um labirinto de rochas.

Já do lado brasileiro o cenário muda um pouco e é possível observar árvores.

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Seguimos então pelo lado brasileiro e com cerca de uma hora de caminhada chegamos ao Hotel Quati, onde um delicioso almoço nos aguardava (feijoada).

 

 

Almoçamos, descansamos alguns minutos e fomos a um mirante onde se pode observar a savana brasileira e o Roraiminha. A vista mais uma vez surpreendeu.

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Na volta passamos por um pequeno riacho para tomarmos banho. Dessa vez não tão frio.

 

Ao retornarmos um chocolate quente foi servido, acompanhado de pipoca e bolacha de água e sal.

 

Jogamos um pouco de conversa fora. Logo a noite caiu e a janta foi servida.

Mais uma vez uma sopa de legumes. O que caiu muito bem, até pq fazia bastante frio.

 

Mais um pouco de conversa, Conhaque e Rum para aquecer e fomos dormir. Até pq o dia foi cansativo tbm.

 

DIA 6

 

Acordamos as 5 da manhã para ir ao mirante ver o sol nascer.

 

O dia estava claro, mas quando chegamos no mirante o céu fechou e deu para ver bem pouco do sol mesmo.

Mas mesmo assim a beleza foi espetacular.

 

Voltamos ao hotel e tomamos café da manhã (um pão assado, com ovo, acompanhou goiabada).

 

As 8 horas partimos para a aventura do dia.

 

Foram 4 horas de caminhada para ir e 4 horas para voltar. Nada fácil. E isso pq estava somente com uma mochila de ataque.

 

Iniciamos a caminhada com o tempo fechado e logo começou a chover.

 

Conhecemos aquilo que chamam de Jacuzis Brasileiras.

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Passando por uma área que parecia um “jardim japonês”. Quando chegamos neste ponto o sol abriu um pouco.

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Neste dia experimentamos da grande variação climática do Monte Roraima. Chuva, sol, frio e calor tudo isso com diferença de poucos minutos.

 

Conhecemos também Lago Gladys, que quando chegamos estava encoberto por nuvens. Abriu um pouco, mas sem muita visibilidade.

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Seguimos em direção a “proa”. Passamos pelos destroços de um helicóptero da Tv Globo que caiu ali no ano de 1998.

O caminho não é fácil. O labirinto se torna bem mais complexo com chuva.

Finalmente chegamos, mas o mal tempo não deu trégua. Apesar de ter parado a chuva, o tempo não abriu e vimos apenas o cinza de uma nuvem que insistia em não sair (nem tudo são flores 😏).

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Na volta, passamos novamente pelo Lago Gladys, agora totalmente visível e também passamos por um mirante espetacular, com o céu aberto.

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Voltamos para o Hotel Quati. Almoçamos. Descansamos um pouco.

Logo a noite chegou. A janta foi servida.

Jogamos um pouco de conversa fora. Muitas risadas e fomos dormir. Acredito que esta foi a noite mais fria de todas.

 

DIA 7

 

Acordamos por volta das 5:00. A expectativa era de pegar um belo nascer no sol no mirante próximo do hotel Quati. E lá fomos nos.

 

O céu que estava um tanto fechado abriu e contemplamos uma cena magnifica.

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Armando, o cozinheiro ainda nos presenteou com um chá quente enquanto apreciávamos a vista.

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Este foi o dia de regressarmos para a parte da entrada do topo do Monte Roraima.

 

Foram mais 12 km de caminhada. Um dia de muito sol.

 

No caminho passamos pelo Vale dos Cristais. O nome já diz tudo. A quantidade dos cristais impressiona.

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Depois de mais algumas horas de caminhada chegamos ao hotel Principal (fica bem de frente com o “Maverick – Ponto mais alto do Monte Roraima), bem próximo do hotel Índio que havíamos ficado no primeiro dia no topo do Roraima.

 

Almoçamos e logo já saímos para conhecer a La Ventana. Um dos principais destinos para quem vai ao Roraima.

Logo que chegamos o céu estava aberto. Foi possível apreciar a imensa vista que La Ventana proporciona, inclusive do Kukenan, que parece estar muito perto e também de outros tepuis.

A vista não durou 5 minutos. O tempo fechou. Esperamos alguns minutos, mas, sem chance.

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Na volta passamos pela cachoeira Catedral e aproveitamos para tomar banho (frio, claro 😁).

 

Retornamos ao hotel Principal já quase noite. Jantamos e logo dormimos.

 

 

DIA 8

 

Dia que iniciamos a descida e retorno do monte.

Começamos logo cedo, umas 7 da manhã.

 

Embora a descida seja um pouco mais fácil, ela exige bastante cuidado e preparo físico.

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Por volta do meio dia chegamos no “acampamento base” onde almoçamos.

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Seguimos o trekking. Atravessamos o rio Kukenan e logo chegamos no rio Tek, lugar de nossa última noite de acampamento.

 

 

Ali tomamos banho. Agora já não tão frio, até pq fazia muito calor.

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No começo da noite tivemos a oportunidade de reunirmos com os nossos guias e carregadores para um bom bate papo, avaliação da expedição e agradecimentos.

 

Passadas as formalidades, jantamos e demos fim nos últimos álcoois. Acompanhado de muita descontração e risada.

 

DIA 9

 

Solicitamos ao guia que excepcionalmente neste dia iniciássemos a caminhada mais cedo, com o intuito de evitar o sol muito forte. Então iniciamos por volta das 6:20.

 

Foi uma boa, pois o céu estava bem aberto e o sol castigava.

Apesar do sol, dos 12 km a serem percorridos e o soma do cansaço dos outros dia, até que foi tranquilo este retorno.

 

Chegamos de volta na comunidade indígena de onde havíamos iniciada a expedição por volta das 11 horas. Exaustos!

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Não demorou muito para Leopoldo chegar com uma cerveja gelada para matar a sede.

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Ainda nos serviram um último almoço. Um mega prato com arroz, frango assado, saladas e banana frita. Acompanhado de refrigerantes e cerveja.

 

Ainda ali na comunidade compramos alguns souvenirs e retornamos para Santa Helena e passamos a fronteira para o Brasil.

 

Pegamos um taxi até Boa Vista. Chegamos por volta das 19:00h. procuramos um hotel onde podemos tomar banho e descansar um pouco até a hora do nosso vôo (1:00h).

 

Chegamos em Londrina no dia seguinte as 13:00h.

 

 

2 – O que levei para o Monte Roraima

 

Este tópico é um tanto pessoal, então, pode ter coisas que eu considere importante que para outra pessoa não seja tão importante assim e vice versa.

 

Mas, uma coisa que você tem que ter em mente: LEVE O MÍNIMO DE PESO POSSÍVEL.

Existe a possibilidade de vc contratar alguém para carregar a sua mochila. Não sei informar aqui quanto custa esse serviço, mas os guias oferecem. Não foi o nosso caso, cada um carregou a sua mochila.

Então, se vc é do tipo que carrega a sua própria mochila (o que acho que seja o mínimo que deve fazer um mochileiro), cuidado com o peso.

O peso pode variar de pessoa para pessoa, mas, considero que o limite ideal seria 10 kg. A minha foi com uns 13 kg. Tenho uma mochila de 60 litros.

Vc tem que pensar que vai andar muito e em terrenos acidentados, com subidas, descidas, calor, frio.

O total que caminhamos pelos 8 dias de trekking deu pelo menos 90 Km e boa parte desse percurso foi com a mochila nas costas.

A recomendação que dou é que racione muito bem o que for levar. Uma das integrantes da nossa expedição teve alguns problemas por causa do peso excessivo da mochila.

Bem, vamos lá, o que levei?

-Protetor solar – Indispensável. O sol não pega leve. Não economize no uso. Ainda que esteja nublado, passe o protetor solar.

-Repelente – Indispensável. Antes de chegar ao topo o Monte Roraima os mosquitos quase te carregam.

-Shampoo – Levei uma quantidade bem pequena em um frasco pequeno. Tem quem só faz uso mesmo de sabonete.

-Condicionador – Levei uma quantidade minúscula em um frasco tipo esses de hotel. Este é um item dispensável para muitos. Eu mesmo quase não usei.

-Pente – quase não usei tbm.

-Fio dental, escova e pasta de dente.

-Desodorante – bem importante, já que vc pode ficar sem coragem de muito banho frio rsrs.

-Lenço umedecido – Levei dos pacotes pq pensei que fosse tomar menos banho do que tomei. Um só seria mais que suficiente.

-1 Sabonete.

-Boné.

-Touca.

-4 Pares de meias – dá pra tentar levar menos e ir lavando pelo caminho. Se eu fosse hj levaria só 3. Tem muito lugar para lavar e demos sorte de pegar sol na maioria dos dias. O segredo não é só estender as roupas lavadas na barraca ou nos hotéis, até pq la possivelmente não secará. Tem que estender na mochila enquanto vc caminha. Comigo funcionou muito bem.

-6 Camisetas – Hj eu levaria apenas 4. No mesmo esquema do item acima.

-4 Cuecas e uma sunga – Hj levaria apenas 3 cuecas.

-1 Calça de moletom – Achei que foi importante para o frio que faz dnoite.

-3 Blusas – Considero importante essa quantidade. Foi o suficiente pra mim. Na medida. Não sobrou e não faltou. É interessante levar, várias ao invés de uma só. Como tem bastante variação de temperatura, é importante que seja em “camadas”. Em algum momento uma só vai resolver. Outro momento vai precisar de duas... três...

-1 Prato plástico e talheres de plástico – Totalmente dispensável. Os guias levam todos os utensílios para as refeições.

-1 Chinelo – Acho que é bem importante para dar aquela relaxada depois de um longo dia de caminhada.

-1 Bermuda.

-1 Calça de trekking modular – aquelas que é calça mas vira bermuda tbm.

-Remédios – Isso é bem de uso pessoal. Cada um sabe das suas necessidades. Mas, penso que um relaxante muscular é indispensável.

-1 Lanterna de cabeça – Muito útil, principalmente na hora das refeições noturnas.

-4 pinhas reservas para a lanterna de cabeça. Uma apenas seria suficiente.

-1 Lanterna de mão – dá para dispensar, as vezes a lanterna de cabeça é o suficiente, mas até que usei.

-3 Power Bank – Não dá para ir em um lugar como o Monte Roraima e correr o risco de ficar sem bateria para tirar fotos. Mas aqui eu exagerei. Poderia ter levado só um de 20.000mah. Mas, atenção, se seu power bank não for bom, leve mais de um.

-GoPro e alguns acessórios, incluindo baterias extras.

-Isolante térmico/colchão inflável – Eu tenho um muito bom da Ziggy Aztek.

-Saco de dormir – Tenho um que é para até 0º. Foi mais que suficiente.

-1 Toalha para banho  - Tipo microfibra.

-1 Capa de chuva – Indispensável e deve deixar sempre acessível.

-Capa protetora de chuva para mochila – Usei pouco, mas, foi por sorte de não ter pegado muita chuva.

-Gel de suplemento de nutrição – Eu não dava muito para esses gelzinho que vc compra por exemplo na Decathlon. Eu levei apenas 10 e poderia ter levado pelo menos 15. No trekking faz toda a diferença. O sabor frutas vermelhas é o que mais gosto.

-Levei algumas comidas – Tratarei em tópico próprio.

 

3 – Como contratar um guia

 

Não tem como vc fazer o trekking sem um guia. Para entrar no parque em que o Monte Roraima está localizado já precisa deles e para andar pelo tepui então, certamente se perderia nos primeiros 10 passos sozinho.

Uma das dificuldade e maior receio que eu tinha era sobre a contratação do guia.

Não consegui encontrar muitas referências na internet e com as poucas referências encontrei o guia Leopoldo e arrisquei contratar.

Leopoldo é venezuelano. Os guias venezuelanos são bem mais baratos que os brasileiros, em média 50% mais barato.

Quando falei para alguns amigos que havia contratado venezuelanos, ouvi muita coisa do tipo: eles abandonam as pessoas lá em cima; eles não dão comida; não tem garantia nenhuma se eles vão prestar o serviço como contratado...

De fato, vc não tem nenhuma garantia de que o serviço vai ser mesmo prestado. Até o último instante eu ainda estava receoso.

Logo que entrei em contato o guia (fevereiro de 2018) ele pediu um adiantamento de 50% do valor. Em abril eu depositei os 50%. Realmente ele poderia ter sumido com a grana. O que eu faria? Contrataria um advogado para tentar reaver um deposito que fiz para um venezuelano? As chances de sucesso seriam poucas.

Mas o Leopoldo e seus auxiliares me surpreendeu positivamente.

Tudo o que foi contratado foi cumprido. Absolutamente nada ficou a desejar. Desde o primeiro momento em que ele enviou o taxi a nos pegar em Boa Vista até o retorno.

Fomos muito bem tratados pela sua equipe, com toda atenção e cuidado que o Monte Roraima merece. Fomos muito bem alimentados.

Eu recomendo o Leopoldo pq experimentei de seus serviços, mas, aparentemente tem outros bons tbm.

Também sei que tem como contratar o guia direto em Pacaraima (última cidade do lado brasileiro) ou em Santa Elena de Urairén. Mas, para isso vc vai precisar de pelo menos mais um dia. No nosso caso, como programamos com bastante antecedência, chegamos em Santa Elena e com uma hora já saímos para a expedição.

Deixo o contato do Leopoldo e de um outro guia que me atendeu muito bem tbm.

 

Leopoldo +58 424-9115872

Imeru +58 414-1402438

Wenber +58 424-9622689

 

4 – O que comer e beber

 

Quando contratamos o guia, no pacote já estava incluído a alimentação. Café da manhã, almoço e janta.

Como já disse anteriormente, tinha receio se eles realmente serviriam isso e o que serviriam.

Por conta deste receio, eu e meus amigos acabamos levando algumas coisas de comer, do tipo, amendoim, bolacha, chocolate, salgadinho (chips), salame, sopão...

Levamos essas coisas com medo de passar fome, assim teríamos alguma coisa para comer. Mas, não precisava.

Fomos muito bem servidos pela agência.

Serviram macarrão com molho de carne moída, macarrão com molho de atum, arroz com molho de batata e frango, arroz com feijoada enlatada, saladas, sopas com legumes e macarrão, panquecas, pão, alguns pães típicos (não sei os nomes), pipoca, chás, café e chocolate quente, algumas frutas como laranja, melancia e melão.

A comida que serviram foi o suficiente, mas o que levamos de extra acabou sendo útil nos longos caminhos das trilhas. É bom ter um pacote de bolacha a mão ou um chocolate.

Nós levamos tbm uma garrafa de vinho, jurupinga e conhaque. Mas isso vai de cada um. Nas noites frias vai muito bem.

Se vc for cheio(a) de “nojinho”, talvez devesse repensar ir para um trekking desses. Vc esta no meio do nada, com uma outro cultura e acaba se virando como pode. Mas, se vc come Mc Donalds então pode comer qualquer coisa rsrs.

 

5 – Preparo físico necessário para subir o Monte Roraima

 

Não subestime o Monte Roraima. Não é um trekking fácil. Não é para qualquer um.

Não escrevo isto para te desmotivar de ir lá, escrevo para que vc vá preparado.

É importante que vc tenha algum preparo físico, alguma resistência.

Vc vai enfrentar a caminhada (andamos um total de pelo menos 90 km), sol forte, frio, chuva, sobe e desce em pedras e barrancos e o peso da sua mochila.

Não sou preparador físico, mas, para um maior aproveitamento da sua aventura, prepare-se fisicamente. Mesmo sendo leigo no assunto, recomendo que vc tenha resistência de correr de 7 a 10 km (por exemplo) para fazer uma subida tranquila e aproveitar ao máximo.

A resistência é importante tbm pq vc anda todos os dias, sem descanso. O descanso é somente de noite. Se não estiver devidamente preparado o seu corpo não consegue recuperar.

 

6 – Despesas

 

R$ 1.250,00 Passagem aérea de Londrina até Boa Vista (ida e volta).

R$ 1.400,00 Pacote com o guia para uma expedição de 8 dias (incluído alimentação)

R$ 100,00 Taxi de Boa Vista até a fronteira com a Venezuela (ida e volta).

R$ 30,00 Entrada no Parque Nacional Canaima.

R$ 180,00 Hotel – este valor dividido em 3, uma média de R$ 60,00 para cada.

R$ 150,00 Alimentação antes e depois da expedição.

R$ 80,00 Taxi em Boa Vista (dividido em 3).

*Outros custos com material, roupas e acessórios não foram relacionados (e foi bastante).

 

7 - Conclusão

 

Subir o Monte Roraima foi a realização de um sonho. Foi uma superação pessoal. O lugar é indescritível, exuberante, de uma beleza única. Nunca vi nada parecido em lugar algum. As fotos e vídeos não são suficientes para descrever. Nem mesmo o mais detalhado relado seria capaz.

Ficar 8 dias sem comunicação externa é um capítulo a parte que com certeza colaborou bastante pare esse sucesso. Vc desliga do mundo externo, celular, internet e similares. Seu contato é com a natureza quase que exclusivamente.

Por cada lugar que vc passa se surpreende, causa admiração e até mesmo se emociona.

Se vc tem a intenção de conhecer o Roraima, pesquise, se prepare e vá. Vale muito a pena.

Tenho certeza que será uma experiência para o resto de sua vida.

 

Screenshot_20181121-174532_1.jpg

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    • Por casal100
      Vários amigos e familiares nos indagavam sobre nossas travessias, segundo eles, tudo era muito repetitivo(as fotos eram parecidas, repetimos várias vezes os mesmos caminhos, até pela falta de outros. Até tem, mas caminho particular, não faremos  mais). De certa forma eles têm razão, visto que a visão do picos e montanhas não tem comparação com fotos de estradas e, tem um detalhe mais importante: as principais atrações das cidades(tirando algumas) não estão dentro delas, mas nos arredores  (cachoeiras, picos, morros. ..). Nesses 2 meses,  caminhamos mais de 900 quilômetros é quase 10.000 kms de carro. Conhecemos pessoas maravilhosas por onde passamos, experimentamos emoções que nunca tivemos,  comidas deliciosas,  não tivemos nenhum problema mais sério, tudo muito tranquilo.
       
      O BRASIL É SIMPLESMENTE SENSACIONAL! 
      E mais bonito visto de cima. Diante disso e, até para comemorar meus 60 anos de vida (ingressei na melhor idade), neste verão resolvemos fazer algo um pouco diferente : fomos conhecer e rever alguns parques nacionais /estaduais /municipais e privados, subir alguns picos/montanhas  e alguns circuitos desses locais, região de cachoeiras,  e Brumadinho(Inhotim), poderíamos estar no dia do rompimento da barragem,  para nossa sorte desistimos em cima da hora.
      LOCAIS VISITADOS:
      Extrema - Mg (subida as base dos pico do lopo e do lobo)
      Munhoz - Mg(subida ao pico da antenas, caminhos)
      São Bento do Sapucaí - Sp(pedra do baú e roteiro)
      Marmelopolis -Mg(subida ao morro do careca, mirantes, pedra montada, roteiros e subida ao pico Marinzinho)
      Aiuruoca - Mg(subida ao pico do papagaio, matutu, cachoeiras)
      Visconde de Mauá-Rj - (subida a Pedra Selada)
      PN Ibitipoca - Mg (Janela do céu, pico, circuito das águas e grutas)
      São Tomé das Letras - Mg (cachoeiras e roteiros)
      Carrancas - Mg(cachoeiras e circuito serra de carrancas)
      Ouro Preto - Mg (centro histórico e subida ao pico do Itacolomi)
      Mariana-Mg: Bento Rodrigues, local destruído por outro rompimento de barragem da Vale.
      Serra do Cipó - Mg(todos circuitos dentro do parque e travessão)
      Conceição do Mato Dentro - Mg: cachoeira do Tabuleiro  (base e mirante)
      Lapinha da Serra - Mg(subida aos picos da Lapinha e Breu, cachoeira Bicame e Lajeado,  parte travessia Lapinha x Tabuleiro)
      Brumadinho - Mg(Inhotim)
      PN de Itatiaia - parte alta - Mg(base do pico das agulhas Negras e prateleiras, cachoeira Aiuruoca, circuito 5 lagos, subida ao pico do couto)
      Piquete - Sp(subida ao pico dos Marins)
      Infelizmente, por excesso de chuvas, não fizemos os picos do Itaguaré e da Mina( motivação da viagem). Entrou uma frente fria na semana que antecedeu o carnaval, tivemos que abortar por questão de segurança, pois não utilizamos guias e fazemos somente Bate/volta - fica para a próxima.
      As surpresas da viagem:
      Inhotim, Lapinha da Serra e Serra do Cipó. Pois não conhecia nenhuma delas.
      Algumas fotos
      Subida ao pico dos Marins - SP

      Pico do Itacolomi - Ouro Preto - Mg

      Cachoeira Bigame - Lapinha da Serra-Mg

      Subida para pico do Breu e Lapinha - Lapinha da Serra-Mg

      Vista desde o pico da Lapinha

      Cachoeira do espelho - travessão - Serra do Cipó -Mg

      A incrível JANELA DO CÉU 

      flora exuberante



    • Por Da Silva Junior
      Ferrotrecking de Viana ao Pontilhão que Limita com Domingos Martins.
       

      Quarta dia 10 de Outubro resolvi continuar meu Ferrotrecking que eu parei fiz 35 km de Argolas até o Pontilhão de Viana onde passa a estrada para Baía Nova , nessa pedaço cheguei 13:30 parta ir pelo menos até o Pontihão que Limita com o município de Domingos Martins andei por umas Duas Horas e quinze Segundos. 

      Passando Por Lugares maravilhosos, aspectos da Ferrovia muito legal como Vales, Precipícios e Lugares com Rochas Saindo Água show demais.

      Passando por Fazendas e Areas Rurais muito lega a Ferrovia bem cuidada nesses trechos muito bom de caminhar só prestar Atenção mesmo nas Pedras para não Dá Torção. 

      Vamo que Vamo 
      Aqui Começou entrarmos na área alagada mais não tive problemas por caminhar pois era só do lado. 
      nesse ponto muito bonito a paisagem avistei uma família de Falcões ficaram olhando para min enquanto eu seguia nesse trecho vi muito macaquinhos Saguis também 

      nessa parte a linha se cruza com uma estrada chamada de Peixe Verde Zona Rural de Viana Baia Nova 
       

      mais 300 mts essa curva eu apreciava as fazendas do Lado esquerdo com suas plantações e suas fontes de criação de peixes 

      partir daí já não via mais casas só eu e a mata e o Rio Jucu que começa aparecer 
       

      mais na frente apareceu essa porteira com uma trilha para essa Paróquia aí eu só registrei mesmo passei direto. 
       

      chegando perto das fontes e das Bicas De Águas 

      olha o Rio Jucu perto perfeitíssimo 
      Nesse Trecho encontrei Águas Mineirais saindo das Rochas pelo longo da Ferrovia e também uma bica de água mais na frente do qual experimentei a água e tava uma delicia 
       

      de´pos dessa parede de Rocha mais 600 mts eu chegaria no Pontilhão que limita os Municípios de Viana com Domingos Martins.

      chegada no Pontilhão show demais 

      foi muito legal depois retornei de volta para viana e Gastei mais duas horas chegando em Viana do ponto de partida umas 16:50 .

       
      prometi que ia retornar no Feriado do Dia 12 para seguir até Marechal por 31 km na Linha Férrea. 



    • Por Da Silva Junior
      Ferrotrecking de Viana Passando Por Domingos Martins e Chegando em marechal Floriano.
       
      Amigos dia 12/11/2018 resolvi fazer os 31 km  até a Estação Ferroviária de Marechal para isso comecei meu projeto estudei a trilha inclusive com relatos aqui mesmo do Site Mochileiros então peguei um ônibus bem as cinco da manhã e fui para Viana Sede chegando lá comecei marcar do Pontilhão do Bairro Santo Agostinho até o Segundo Pontilhão de onde eu já tinha ido já no lado de Domingos Martins passei por Dois Túneis e sete Pontilhões e falar a verdade com belas paisagens e belos lugares não tive problema nenhum com questão de segurança falar a verdade é só você ter atenção com as pedras para evitar torção ou quebrar o pé mesmo questão foi tranquila nos túnel se você tem vontade de fazer essa trilha eu recomendo sim você faze-lá mais lembrando sempre leve suprimentos, quatro garrafas de dois litros, lanche mais frutas e sempre com atenção na via, fui de manga longa contra o sol apesar de alguns trechos o sol sumiu e lanterna de cabeça ,não coloque muita coisa na mochila para não ficar muito pesado ok .
      abaixo um pouco da minha aventura que vou narrando.

      Terceiro Pontilhão nesse km estava chegando perto do Túnel já nessa parte andei por uns 12 km sozinho até avistar pessoas na entrada do Túnel partiu boraa 

      Momento que Avistei pessoas pena que não deu para tirar foto do Inicio do Túnel muita gente 

      entrando no Quarto Pontilhão sobre o Rio Jucu essa parte é show por causa da galera preferi seguir 

      Partiuuuuuuu encarar o primeiro Túnel bora 

      Saindo do Primeiro Túnel 

      tranquilão 100mts só só se ligar nas pedras mais nada liga a lanterna e cai para dentro 

      passei por um Sr que queria saber onde estava a equipe dele falei para ele entrar no Túnel ele morrendo de medo kkkkkkkk
      Chegada agora em Pedra dos Ventos

      Depois dessa Curva eu cheguei na Localidade Pedra dos Ventos ali era uma parada ferroviária para embarque e desembarque hoje só restou as ruínas da antiga plataforma da Estação abaixo as fotos  
      Aí Antiga Plataforma de Pedra Dos Ventos hoje o local abriga uma escola onde devido ao ferido se encontrava fechada. 
      muito legal essa parte do Trecho com belas paisagens e Cachoeiras ao longo do Curso da via Férrea 
      Abaixo mais um Pontilhão o Quinto na Verdade Sobre o Rio Jucu Braço Sul 

      Se liga na Altura dele 

       demais matado 

      partiu ficou para trás 
      depois disso mais 400 mts eu chegava na ex Parada Ferroviária do Jucu hoje apenas só a plataforma 

      Ex parada Ferroviária do Jucu hoje só restou apenas a estrutura aqui era para desembarque e embarque pena que o tempo passou 
       
      cheguei aí 10:30 da manhã de onde tomei meu café da manhã sentado aí com uma garrafa de agua e quatro pães de forma o famoso pão e água mais é verdade depois seguir viagem e mais 200 mts eu encontraria meu segundo Túnel 
       

      depois dessa Curva eu Topie com ele meu Segundo Tunel partiu encarar bora
      Olha ele aí 

      Abaixo fotos na Saídas dele mais curto que o primeiro deve ter 90 mts muito curto o que facilita o passeio 

      Abaixo Trechos da Linha  show demais 
      partiu agora 
      Cachoeiras s do Rio Jucu Braço Sul 

       
      Precipício sobre o Rio Jucu olha o Elevado 

      Olha que Paisagem legal embaixo 

      mais 400 mts chegava no Sétimo Pontilhão sobre o Rio Jucu  

      olha ele aí mais um para a gente passar bora 

       
      aí depois uns 600 mts eu taria chegando me Germânia mais conhecido como Vale da Estação em Domingos Martins
      Passando pelo Mini Pontilhão de uma queda fantástica e começando a chegar no Perímetro Urbano 

      agora só 300 mts da Estação de Germânia

       
      olha o Riacho 
      abaixo do Mini Pontilhão 

      partiu ficou para trás 

      Pausa para Tomar uma Água e Engolir um pão apenas dois minutos de pausa deu fome pois a hora era 12:55

       
      depois disso aí comecei a vêr de longe a Estação
       
      Vale da Estação antiga Estação Ferroviária de Germânia dentro do Municipio de Domingos Martins 
      abaixo mais fotos dela 

      Olha o Perfil dela estava fechada parece que não é aberta 

      Belas casas no Entorno e ainda bem cuidada isso é legal manter o patrimônio é sempre um direito.

      Bay Bay Estação ficando para trás ao chegar nesse trecho eu Percorri 24 km em Cinco horas partiu Marechal mais 7km em uma hora 

      Saindo do Vale da Estação  Estação partiu Marechal mais 7km  com dois pontilhões nessa foto a direita você a estrada para Santa Izabel 
       
      Pontilhão Limitando os Municipios de Domingos Martins com Marechal Floriano 
      a partir desse trecho dentro de Marechal já mais mesmo assim ainda faltava mais 6 km 
      Alegria estou quase chegando 

      mais dois km encontrei o nono Pontilhão mais uma para a conta bora

      aí ele aí Nono Pontilhão encarado na marra 

       
      Show chegando na Estação Ferroviária de Marechal assim que passa desse ponto vc anda mais uns quilômetros e começa  a margear a vila urbana não se assuste a chegada não é muito bonita você encontra casas bares e pessoas e a linha com lixo só continue que vale a pena, 
       A Partir dessa Curva se via a Estação de Marechal Floriano muito showw 

       

      Depois daí avistei a Estação pintada de Amarela show demais

      Mais fotos e ela estava aberta funcionando um museu por dentro.
      Missão Batida em seis horas e 31 km rodado na linha férrea show agora quero ir daí para Engano passando por Rio Fundo, Araguaia, Iritimirim, Matilde e Chegando em Engano.  

      Fotos Agora por Dentro da Estação 
      Belo Museu 
       
      Então deixo meu e-mail aqui para vocês [email protected] e também meu zap 27 996973825 estou programando fazer uma caminhada lá pro dia 04 de Novembro de Marechal a Engano passando por Rio Fundo, Araguaia, Iritimirim e Matilde e chegando em Engano bora só me contactar. 
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       






















    • Por Da Silva Junior
      Ferrotrecking da Antiga Estação da Leopoldina de Argolas a Viana
      Olha eu não recomendo fazer e só fiz pois eu tinha um enorme curiosidade de saber por onde ela passava nos bairros de VIla Velha, Cariacica e Viana, passei por Favelas, bairros no entorno onde pessoas jogam o lixo na linha, passei por lugares onde o mato também dificulta andar sobre a linha, também lugares onde a terra esconde devido a precariedade mais assim lugar mais tenso mesmo da linha foi no Terceiro Bairro de Vila Velha assim que você sai da Antiga Estação localizada no Bairro Argolas,  o segundo bairro é Santo Torquatoa entramos em Cobi de Baixo bairro super perigoso pois aonde passa a linha fica concentrado pessoas ligadas ao tráfico e também pessoas usando então recomendo assim que passar pelo viaduto não tirar mais foto do trecho, passou isso geralmente o trecho depois é tranquilo mais ficar ligado sempre não é porque eu tive  tranquilidade que todos os dias não possa ter ok ficar ligado sempre. 
      Vamos lá fiz essa trilha em quatro dias alternados era uma vontade minha conhecer a ex Estação de Argolas, a tinha uma vontade Imensa de passear por ela , estudei e completei 31 km da Estação até o Pontilhão de Viana no bairro Santo Agostinho. 
      Abaixo fotos da Estação da Leopoldina de Argolas. 
      Ponto Inicial da Linha Litorânea Sul , hoje ferrovia Centro Atlântica.

      Fachada de Entrada 

      Perfil 
      Fotos Por Dentro 
       
      uma pena o descaso com a Estação que poderia estar funcionando um museu Ferroviário no lugar. 

      Foto Aérea da Plataforma de Embarque. 

      Plataforma de Embarque olha que show imagina isso no tempo passado a quantidade de pessoas que já passou por ai, historias que se perderam no tempo. 
       

      Indo em Direção para Santo Torquato isso é na direção aso bairros. ainda área da Estação maquinários antigos e Bombas antigas. 

      Sáida ou Entrada da Estação lá no Portão onde tá saindo o Senhor sem camisa nessa Entrada aí o Bairro é Chácara do Conde. 

      em cima do Viaduto é outra Via Férrea também era da Leopoldina que vêm do Porto da Capuaba e sai no Patio de Manobras da Vale no Porto Seco. 

      Indo para a Direção de Santo Torquato.

      Nessa Parte Estamos em Santo Torquato.

      600 mts na frente a linha está enterrada de terra além do treco está cheio de lixo por cima da Via Férrea 

      Bairro Santo Torquato

      Cruzamento com as Ruas Leopoldina com Av César Alcure . 
      nesse trecho se inicia Cobi a parte mais perigosa da Linha. 

      Passou dessa Parte não Conseguir mais Registra nenhuma foto devido a concentração de muitas pessoas ligadas ao Tráfico. 
      passei de fininho e depois de 400 mts cheguei no Pontilhão que limita o Bairro com o Município de Cariacica.

      Olha lá o Primeiro Pontilhão que Limita os Municípios de Vila Velha com Cariacica.

      Olha a Visão sobre o Rio Marinho 
       

      A partir desse trecho estamos em Cariacica.

       Bairro Vasco da Gama lado Esquerdo e Bairro Jardim América do Lado Direito cruzamento das Avenidas Ferro e Aço com Av Leopoldina.
       
       
        Mini Pontilhão Localizado entre Caramuru Lado Esquerdo e Boa sorte lado Direito
       
       Cruzamento com Rio Grande do Sul com Barão de Itapemirim 

      Mini Pontilhão no Bairro Maracanã 

      Bairro Rosa da Penha 
       Cruzamento Av Ferreira Coelho com Valfredo Pereira 
      Bairros São Geraldo Chegando em Campo Grande 
       Ponto Final do Bairro São Geraldo no Limite com Santa Fé e Campo Grande 
       
      Cruzamento com Valfredo Pereira e Av Rua Dom Pedro 2 e Rua Maria Petra.
       
      Trecho em Campo Grande Santa Fé lado Esquerdo e Campo Grande Lado Direito 
       
       Cruzamentos das Ruas Matutinas com Rua José Vieira Gomes 
       

      Cruzamento com Peregrino, Rua Dom Pedro 2 e Rua Luiz Edmundo. aqui estamos em Cruzeiro do Sul 

      passei por trás do Terminal de Ônibus de Campo Grande aí é Santa Cecilia de um lado com Cruzeiro do Sul. 
      Cruzamento com as ruas Peregrino com Rua Palestina. 
      Continua depois passando por trás do Faça Fácil de Cariacica 

      Cruzamento com Rua Inácio Rodrigues com Rua da Assembleia. Bairro Santa Luzia Esquerdo e São Francisco no Direito 

      Bairro São Francisco no Limite com Flor do Campo 
       Continua nesse trecho estou entrando no limite do Bairro Flôr do Campo.
      Abaixo no Bairro Flor do Campo assim que virei na foto abaixo encontrei o pontilhão que Limita Cariacica de Viana.  

      Abaixo a foto do Pontilhão sobre o Rio Formate. 

      Pontilhão que Limita os Bairros Flor do Campo (Cariacica) com Vila Betânia (Viana)
      sobre o Rio Formate.  

      Mais Fotos. 


      Agora estamos em Viana praticamente só nos tres primeiros bairros eu tive dificuldades pois tinha mato e restos de lixo depois foi tranquilo até a chegada na Estação de Jabaeté.
      antigo nome da Estação de Viana. 
       
      Chegada no Cruzamento da Rua Principal passando em Frente antiga Companhia de Gusa. 
      Morada de Betânia 
       Morada de Betânia   Chegando no Cruzamento Rua Carlos Pimentel Limite com Arlindo Vilaski
       Cruzamento Rua Carlos Pimentel Limite com Arlindo Vilaski
      Abaixo Parque Industrial de Areinha 
        
      Área da Ribeira .. 
      andei 500 mts uma curva pro lado direito ai aparece o mini túnel debaixo da BR 262 

      Curvou vêm ele o Mini Tunel sobre a BR 262 

      Olha ele aí 

      A Partir desse Trecho entramos no Bairro da Ribeira com Limite no final com Pimenta. 

      Limite com o Bairro Pimenta belo trecho e Ferrovia bem cuidada

      Bairro Pimenta Abaixo 

      Abaixo Bom Pastor com Perobas 


      quase chegando em Viana Sede mais uns 4 km para dentro .

      ao Virar chegaria no Patio de Manobras da Estação agora 250 mts da Estação de Viana 


      olha lá no fundo a Estação estamos chegando. 

      Olha ela aí que legal chegamos. 

      Areá de manobra da Estação . 

      Plataforma e Estação bem cuidadas fechada não é aberta a visitação. 

      Fachada de frente realmente encnata. 

      Sentido ao Bairro Santo Agostinho mais antes tem o mini Museu Fotos Abaixo 

      Olha lá a antiga Composição 
      Fotos Abaixo Museu da Estação . 

       
      Sentido ao Pontilhão passando pelos Bairros Santo Agostinho com Santa Barbara. 

      Partindo para o Pontilhão passando pelos Bairros Santo Agostinho com Santa Barbara. 
       Vista do Pontilhão a partir daquele trecho mais 9 km chega no Segundo Pontilhão
      Vista do Pontilhão 

      Nesse Sentido mais 10 km você chega no Segundo Pontilhão de Viana que Limita o Município com Domingos Martins a partir desse trajeto a Linha Férrea é mais bonita e mais agradável de se caminhar. 
       
       
       
        
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       










    • Por Da Silva Junior
      Dia 03 e 04 Final de Semana de Novembro de 2018.
      fiz umas das outras doideiras que eu faço nessa vida de Trilhas.
      fiz um Ferrotrecking de Marechal Floriano a Vargem Alta em Dois Dias 66km percorridos na Linha Férrea da Antiga Estrada de Ferro da Leopoldina passei por dois Distritos de Marechal Rio Fundo e Araguaya, quatro de Alfredo Chaves Iritimirim, Matilde, Ibiritirui (Engano), Ipê Açu, Guiomar e Vargem Alta centro. 
      abaixo a foto da chegada de sexta dia 02.
       
      dormir na Estação Ferroviária de Marechal Floriano armei minha barraca e cinco e quinze partir para essa aventura louca. 

      Ninguém me incomodou foi tranquilo


      Amanheceu acordei as quatro e meia já estava claro e cinco e quinze eu partir, prometi que ia tomar café da manhã em Rio Fundo nossa primeira Parada prometi mais nunca ví tão longe, passei por três mini Pontilhões até chegar em Rio Fundo. abaixo algumas fotos.

      Fotos partiu bay bay estação rumo a Rio Fundo 

      Estação ficando para trás bem comecei a jornada passando pela Casa de Turma da VLI.

      Sentido Centro da Cidade aí vem o Primeiro Mini Pontilhão. 

      Depois disso só Fazenda e Mini Pontilhões.


      Segundo Mini Pontilhão

        Depois OLHA QUE BELO VISUAL A CURVA. 
      Rio Jucu Braço Sul acompanhando um pouco. e chegando no Terceiro Mini Pontilhão


      Olha que Cenário mãe e filha aguardando o Ônibus enquanto a gente trilha. 


      Chegando em Rio Fundo Ex parada Ferroviária depois de cinco horas de caminhada rumo a Araguaya. e depois Três mini pontilhões as primeiras fotos era o local exato de ex parada ferroviária Distrito de Marechal Floriano. 

      ao longe se vÊr a antiga caixa d"água da estação. 

      Local Exato e caixa de Aguá para abastecimento das Locomotivas. 

      Aqui Ficava a antiga plataforma. 

      isso as 10:22 continuando o Rumo para Araguaya que é município de Marechal ainda. 
      Abaixo o quarto mini Pontilhão 

      Quinto Mini Pontilhão mais 200 mts a frente.
       
      Depois daí andei por mais uma hora e pouco já chegando nos limites de Araguaya, 

      Depois dessa Curva estava chegando perto da estação e minha água estava acabando abaixo foto do patio de Eucalipto da Antiga Aracruz Celulose. 

      Olha o Eucalipto 600 mts da Estação aí nesse trecho. 

      Nessa casa ali atras branca o proprietário um rapaz novo passou nesse caminho aí de moto eu abordei o mesmo para encher minha garrafa de água o mesmo me tratou bem e não só conseguir encher minhas garrafas como ganhei doze Bananas e um maçã olha que tava dando 11:53 da manhã enchi de suprimento e partir para descansar e almoçar em Araguaya. 

      chegando.

      Virou a linha passa pela Rodovia Francisco Stocker. ou melhor a Rodovia passa pela linha pois ela já estava antes da via. 
      Lá embaixo na foto olha a placa de entrada da Cidade. Chegamos em Araguaya. 

      Depois disso segui para chegar na Estação passando pelo perímetro urbano até a vista dela do lado direito vi um restaurante de onde eu comprei um marmitex por dez reais e almoçei na Estação onde eu descansei por uma hora merecido kkkk. 
      Olha a Vista da Estação desse ponto do Lado direito tem um Restaurante. 

      Casa da Cultura de Araguaya.

      Vista um pouco da Cidade de Comunidade Italiana. 

      Museu do Futebol.

      Olha a Bandeira Italiana. 
      Fotos da Estação chegada.

      Só não entendi porque a VLI- Vale devolveu para o DNIT

      Mais Fotos da Estação. 

      13:15 partida para Iritimirim primeiro Distrito de Alfredo Chaves partiu continuar. 
      Estação ficando para trás. 

      andei por duas horas e quarenta minutos eu chegava em Iritimirim (Alfredo Chaves) o trecho não tem pontilhões nem Túnel mais mato e pastagem poucas casas na via. 

      assim olha a Parada Ferroviária de Iritimirim feito alcançado 15:57 chegando em Iritimirim em Alfredo Chaves a cidade é para dentro mais notei que é um conjunto de oito casas e uma Igreja. 

      Olha essa Casinha Parada Ferroviária de Iritimirim (Alfredo Chaves). 

      Olha a Plataforma ainda.
      Eu Aguardando o Trem para voltar pra Vitoria esqueci que meu tempo passou cheguei tarde. 

      mais vai que cola nada eu quero continuar. 

      Partir daí com dez minutos de descanso pois a a bagagem tava começando a fazer peso olha minha sobrevivência que eu levei ou melhor minha casa. 

      Trilheiro e aventureiro kkkk quer coisa melhor. 
      Segui viagem para Matilde seria minha ultima parada aí mais na frente a 150 mts topei com outro mini pontilhão o quinto da via.

      Mais 10 km eu chegava em Matilde só com curvas e umas poucas retas na via Férrea.
      naquela curva eu chegava em matilde depois de uma Hora de Iritimirim 350 mts do Pontilhão e da Estação. 
       
      Aí depois dessa curva uns metros já do Pontilhão sobre o Rio Benevente show demais estaria terminando meu primeiro objetivo. 
      Estaria
      Aí passando pela Rua Olinda Donatello a Direita começa o Pontilhão sobre o Rio Benevente a um metro eu chegaria na Estação. 

      Pontilhão Sobre o Rio Benevente. 
      em cima do pontilhão.

      assim que sair do Pontilhão vi a Caixa d"aguá e a Estação ao Fundo conseguir bati o primeiro desafio que emoção chegar e bater 33 km no primeiro dia ferrotrekking. 

      Patio da Estação.

      Olha que demais isso as 16:20 objetivo completado no primeiro dia showw demais.
      Patio da Estação, Casa de Turma, Virador de Vagões e antiga plataforma. 

      Parte do Museu, Restaurante. 

      Parte que o pessoal usa como área aberta 

      Saindo da Estação de Matilde mais 12 km ate Ibitirui ou mais conhecida como Engano e uma e meia de trilha no Escuro cheguei bem a noite.

      Cachoeira de Matilde do Lado aí eu estava na posição mais alta. 

      Sexto Pontilhão a partir daí escureceu 
      andei 12 no Escuro depois desse pontilhao das fotos a luz foi embora.
      só com lanterna na cabeça.

      Andei 12 km por uma hora e meia e cheguei a Ibitirui onde eu acampei na Estação e no outro dia fui para meu Segundo dia de Ferrotrekking, esse trecho de Marechal x Matilde recomendo muita garrafa d!aguá e nada de fazer sozinho igual eu fiz pois só se vc for aventureiro mesmo o trecho é ótimo e não enfrenta perigos seja por animal seja terreno acidentado fora que os moradores são bem receptivos, recomendo para grupos fazerem e outra tem que ter disposição porque no final cansa ok, e não façam como eu dois seguidos.
      meu contato para mais duvidas: 
      Da Silva Jr. especialista em Ferrotrekking 
      Guia de Turismo 27 996973825 
       
       
       
       
       
       

       
       














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