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Boa tarde galera mochileira ?

Estou montado um roteiro para 31 dias de viagem, já excluídos a viagem de ida e volta.

Abaixo estão as cidades que vou passar, e a ideia de quantos dias ficar em cada lugar:

Dia 01    -  Liubliana - Chegada 08h45
Dia 02    -  Liubliana
Dia 03    -  Liubliana
Dia 04    -  Dubrovnik
Dia 05    -  Dubrovnik
Dia 06    -  Dubrovnik
Dia 07    -  Split
Dia 08    -  Split
Dia 09    -  Split  -  Hvar ?
Dia 10    -  Split  -  Brač ?
Dia 11    -  Split  -  Vis    ?
Dia 12    -  Split
Dia 13    -  Zagreb
Dia 14    -  Zagreb
Dia 15    -  Zagreb
Dia 16    -  Budapeste
Dia 17    -  Budapeste
Dia 18    -  Budapeste
Dia 19    -  Bratislava
Dia 20    -  Bratislava
Dia 21    -  Praga
Dia 22    -  Praga
Dia 23    -  Cracovia
Dia 24    -  Cracovia
Dia 25    -  Cracovia
Dia 26    -  Cracovia
Dia 27    -  Varsovia
Dia 28    -  Varsovia
Dia 29    -  Varsovia
Dia 30    -  Frankfurt
Dia 31    -  Frankfurt - Saída 18h30

 

Para quem já conhece alguma destas cidades, está ok a distribuição de dias, ou recomenda alterar, para mais ou para menos ?

De Split, quero passar alguns dias em alguma ilha. Qual recomendam ? Estava pensando em Brač ?

 

 

 

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4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 03    -  Liubliana
Dia 04    -  Dubrovnik

Já tem um potencial ponto problemático bem no começo da viagem,  como que você está pensando em fazer este deslocamento entre Ljubljana e Dubrovnik?

É longe pra caramba! E não sei tem ônibus direto, e se tiver é pelo menos umas 12 ou 15 horas de viagem, o que dependendo do horário, vai lhe consumir um dia inteiro de estrada.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 07    -  Split
Dia 08    -  Split
Dia 09    -  Split  -  Hvar ?
Dia 10    -  Split  -  Brač ?
Dia 11    -  Split  -  Vis    ?
Dia 12    -  Split

Pessoalmente eu iria de barco de Dubrovnik até Hvar e pernoitaria uma ou duas noites em Hvar, eu achei Hvar muito mais legal que Split.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 13    -  Zagreb
Dia 14    -  Zagreb
Dia 15    -  Zagreb

O que você quer fazer todo este tempo em Zagreb?

Cada pessoa tem os seus interesses, mas eu fiquei uma noite e um dia em Zagreb e pessoalmente achei que foi mais que suficiente para Zagreb.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 19    -  Bratislava
Dia 20    -  Bratislava

Mesma coisa em Bratislava, eu fiquei só um dia, e achei mais suficiente.  Então veja direito o que você quer fazer nestes locais.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 27    -  Varsovia
Dia 28    -  Varsovia
Dia 29    -  Varsovia

3 dias em Varsóvia? Pra que todo este tempo num local que não tem lá muita coisa para você ver...

 

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 21    -  Praga
Dia 22    -  Praga

Em compensação, pra que toda esta correria em Praga?  

De todos os locais que você vai passar, acho que Praga é a maior cidade, e com mais opções de coisas para ver e fazer, super lotada e cheia de filas, e você quer passar correndo por lá?

 

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4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 01    -  Liubliana - Chegada 08h45
Dia 02    -  Liubliana
Dia 03    -  Liubliana

Não esqueça de fazer um bate-volta até Bled, é a parte mais legal da Eslovênia.

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Eu sempre sinto um calafrio ao ver roteiros onde não há separação de dias para deslocamento. Enquanto não inventam teletransporte não dá pra ficar pulando de lugar em lugar sem considerar que deslocamentos tomam várias horas do seu dia. Por conta disso achei o roteiro extremamente corrido e um pouco mal distribuído.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 15    -  Zagreb
Dia 16    -  Budapeste

Aqui são pelo menos 7 horas gastas.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 22    -  Praga
Dia 23    -  Cracovia

Aqui mais umas 11 pelo menos.

4 horas atrás, NeyZinho disse:

Dia 29    -  Varsovia
Dia 30    -  Frankfurt

Se não for feito de avião, mais pelo menos umas 20 horas.

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Também acho que dá pra encurtar algumas estadias, tirando Praga, que achei pouco também.

Em que mês pretende viajar? Porque isso afeta também o roteiro.

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5 horas atrás, poiuy disse:

Já tem um potencial ponto problemático bem no começo da viagem,  como que você está pensando em fazer este deslocamento entre Ljubljana e Dubrovnik?

Eu vi que tem uma opção de ônibus, saindo 18:45, com troca em Zagreb, e chegada às 09h15 em Dubrovnik. Cansativo, mas não me importaria, economizo uma diária, e passo a noite viajando.

5 horas atrás, poiuy disse:

Pessoalmente eu iria de barco de Dubrovnik até Hvar e pernoitaria uma ou duas noites em Hvar, eu achei Hvar muito mais legal que Split.

Opa. Gostei dessa opção, não sabia. Vou adota-la.

5 horas atrás, poiuy disse:

O que você quer fazer todo este tempo em Zagreb?
Cada pessoa tem os seus interesses, mas eu fiquei uma noite e um dia em Zagreb e pessoalmente achei que foi mais que suficiente para Zagreb.

Mesma coisa em Bratislava, eu fiquei só um dia, e achei mais suficiente.  Então veja direito o que você quer fazer nestes locais.

A ideia é não correr muito, quero passar com mais calma, tenho tempo disponível.... mas talvez eu reveja isso, outros colegas aí falaram a mesma coisa.

5 horas atrás, poiuy disse:

3 dias em Varsóvia? Pra que todo este tempo num local que não tem lá muita coisa para você ver... Em compensação, pra que toda esta correria em Praga?  De todos os locais que você vai passar, acho que Praga é a maior cidade, e com mais opções de coisas para ver e fazer, super lotada e cheia de filas, e você quer passar correndo por lá?

Inicialmente não tinha a ideia de ir a Praga, inclui de ultima hora. Vou ver pra adequar isso !!!

Vlw, obrigado.

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6 horas atrás, poiuy disse:

Não esqueça de fazer um bate-volta até Bled, é a parte mais legal da Eslovênia.

Eu vi sopre Bled. Vale uma estadia ?

E será que de lá, da para conhecer os Alpes Julianos ?

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5 horas atrás, Davi Leichsenring disse:

Também acho que dá pra encurtar algumas estadias, tirando Praga, que achei pouco também.

Em que mês pretende viajar? Porque isso afeta também o roteiro.

@Davi Leichsenring daqui 3 semanas, hahaha.

Estou um pouquinho atrasado, eu sei.

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6 horas atrás, João Rosenthal disse:

Eu sempre sinto um calafrio ao ver roteiros onde não há separação de dias para deslocamento. Enquanto não inventam teletransporte não dá pra ficar pulando de lugar em lugar sem considerar que deslocamentos tomam várias horas do seu dia. Por conta disso achei o roteiro extremamente corrido e um pouco mal distribuído.

Pôxa ! Achei que já tinha teletransporte na Europa, hahaha. Mas eu olhei os tempos de deslocamentos, e pretendo fazer os mais longos à noite, e os mais curtos, até o meio dia, para chegar e já fazer o check-in, ou a tarde, logo após o check-out.

A parte do mal distribuído, vou adequando ele. Sempre bom pegar as dicas de quem já foi, ter uma noção melhor de onde gastar mais tempo, e onde dá para encurtar a estadia.

6 horas atrás, João Rosenthal disse:

Aqui são pelo menos 7 horas gastas.

Aqui mais umas 11 pelo menos.

Se não for feito de avião, mais pelo menos umas 20 horas.

Esses aqui serão todos a noite, então não perderia tempo, em que pese o cansaço da viagem. 

Vlw, abraço !

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10 horas atrás, NeyZinho disse:

Eu vi sopre Bled. Vale uma estadia ?

Se a ideia é só visitar Bled, não precisa pernoitar,  fica a 45 minutos de ônibus de Ljubljana, dá para pegar um ônibus de manhã e voltar a noitinha, eu fiz assim.

10 horas atrás, NeyZinho disse:

E será que de lá, da para conhecer os Alpes Julianos ?

Bled é usado como ponto de partida para conhecer os Alpes Julianos, principalmente Blejski vintgar que é o local mais famoso dos Alpes Julianos.

Mas ai já é uma viagem de mais dias, teria que pernoitar uma ou duas noites em Bled, um dia para Bled e um ou dois dias para os Alpes...

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    • Por rafa_con
      Olá viajantes, cá estou eu para compartilhar meu segundo relato neste fórum maravilhoso rs. Desta vez, tentarei ser mais breve (não garanto). Vou tentar me focar nos pontos que as pessoas possam ter mais dúvidas e ciladas que podem evitar cair.  
      Fiz uma trip incrível com meu marido entre 7 e 22 de Outubro de 2019 por Berlim, Praga e Budapeste.   
       
      CUSTOS PARA DUAS PESSOAS 
       
      * Convertido em reais variando conforme os fechamentos do meu cartão de crédito.  
      ** Todas as hospedagens paguei daqui do Brasil com antecedência via cartão de crédito.  
      *** O único passeio que comprei com antecedência foi a entrada do Parlamento de Budapeste e entrou como gasto no cartão de crédito também.  
      **** Comecei a pagar as coisas em Fevereiro, de modo que quando fui viajar, tudo já estava pago, só faltando fechar o que iria gastar no cartão de crédito.  
        Passagem Aérea 
       R$4.973,00  (IDA POR BERLIM, VOLTA POR BUDAPESTE) 
      Seguro Viagem 
       R$309,21  
      Bus Berlim > Praga 
       R$145,44  
      Bus Praga > Budapeste 
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      Hospedagem Berlim 
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      Reserva via AirBNB 
      Boelckestraße 80, 12101 Berlin, Alemanha 
       
       
      Hospedagem Praga 
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      Táboritská 913/3, 130 00 Praha 3-Žižkov, Tchéquia 
       
       
      Hospedagem Budapeste 
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      Reserva via Booking 
      1074 Budapeste, Rákóczi út 64. I/17, Hungria 
       
       
      Dinheiro p/ levar (700 EUR) 
       R$3.303,51  
       
       
      Gastos Cartão de Crédito 
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      Custo Total: 
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      Outro ponto também é que somos adeptos 100% ao transporte público, não usamos táxi ou Uber nenhuma única vez. 
      Os gastos no meu cartão foram basicamente as vezes que comemos em restaurante em Praga, que não tínhamos cozinha. Só em um desses foi 250 reais porque entrei no primeiro que vi e me danei HAHAHA, comida é um negócio muito caro.  
       
      ROTEIRO – BERLIM 
       
      6/10 – Saída de GRU  
      7/10 – Chegada em Berlim, Portão de Brandeburgo, Memorial do Judeus 
      8/10 – Checkpoint Charlie, Topografia do Terror, Mall of Berlim, Palácio do Reichstag, Siegessäule, Alexanderplatz 
      9/10 – Ilha dos Museus: Pergamon/ Neues/ National Galerie, Berlim Dom, West Side Galery, Memorial do Muro de Berlim 
      10/10 – Campo de Concentração de Sachsenhausen 
      11/10 – Fui em busca de lugares em que cenas da série Dark da Netflix foram gravados, longe da cidade 
      12/10 -  Teufelsberg, Tempelhofer Feld 
       
      ROTEIRO – PRAGA 
       
      13/10 – Saída de Berlim de ônibus, chegada em Praga, Relógio Astronomico, Ponte Carlos... (aqui foi só uma primeira passada, a gente passa diversas vezes por esses lugares lá né) 
      14/10 – Castelo de Praga, Kampa, Petrin, Labirinto de Espelhos 
      15/10 – Ossuário de Sedlec, Dancing House 
      16/10 – Museu do Comunismo, Sinagoga Velha, Cabeça do Kafka 
      17/10 – Vysehrad, Ilha Strelecky 
       
      ROTEIRO – BUDAPESTE  
       
      18/10 – Saída de Praga de ônibus, chegada em Budapeste, ‘ruin bar’ 
      19/10 – Ponte das Correntes, Castelo de Buda, Bastião dos Pescadores, Estátua da Liberdade 
      20/10 – Casa do Terror, Sapatos no Danúbio, Parlamento, Mini Cruzeiro no Danúbio
      21/10 – Praça dos Heróis, Termas de Széchenyi 
      22/10 – Última voltinha em Budapeste, Mercado Municipal, ida pro aeroporto  
      23/10 – Chegada em GRU  
       
    • Por Mari D'Angelo
      Leia o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/split-uma-cidade-dentro-de-um-castelo/
       
      No caminho entre a capital Zagreb e Dubrovnik, a pérola do Adriático, se encontra a pequena Split, a capital da região da Dalmácia e segunda maior cidade do país, destino comum para quem visita a Croácia. Muita gente a inclui no roteiro exclusivamente como acesso para uma das inúmeras ilhas, mas não foi nosso caso. Alugamos um carro em Zagreb e descemos até Split fazendo uma rápida parada em Zadar, para conhecer o intrigante órgão marítmo. As estradas croatas são bastante boas, e usando o GPS não tivemos nenhum problema.
       
      Chegando na cidade, comecei a ficar meio preocupada, quase desisti de parar por lá, isso porque a parte turística e histórica se concentra exclusivamente dentro do antigo palácio do imperador romano Diocleciano, declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO. Fora deste domínio ela não é nada atrativa!
       
      Com alguma dificuldade encontramos o estacionamento (que fica na parte de fora do palácio, não circulam carros por lá) e partimos para uma missão dificílima, encontrar o hotel! Na verdade, não era um hotel, era um apartamento, esse esquema de hospedagem é muito comum por lá, usamos duas vezes reservando pelo Booking.com e foram boas (e baratas) experiências. O lugar em si não era mais que um quarto com banheiro e frigobar, mas para uma noite, está ótimo (e dentro do palácio). É difícil encontrar pois são várias vielas com apartamentos não muito bem identificáveis, e claro, com nomes impronunciáveis. Uma dica é reparar nas portas, geralmente há uma placa azul com um ícone de hospedagem e o termo “sobe”.
       
      Na entrada da cidade velha, próximo ao Portão de Ouro (cada lado do palácio tem um portão: ouro, prata, ferro e latão) está a gigante estátua do bispo Gregório de Nin, que lutou para que os serviços religiosos fossem divulgados também na língua eslava, para que todos pudessem entender, já que na época era usado para estes fins apenas o latim. A tradição manda esfregar a mão no dedão de seu pé esquerdo para trazer sorte.
       
      O palácio de pedras brancas da ilha de Brac foi construído a mando do imperador Diocleciano, que nasceu nesta região e comandou Roma de 284 a 305, quando abdicou voluntariamente de seu cargo. Era conhecido pela fama de perseguidor de cristãos. Ele encomendou aos arquitetos Filotas e Zotikos a então luxuosa construção onde passou seus últimos anos de vida. Após sua morte, o palácio virou residência do governador e foi usado ainda para escritórios administrativos. Em 615, refugiados de Salona, vizinha de Split, se abrigaram no palácio já abandonado, após ter sua cidade destruída pelos avaros e eslavos. Neste momento, começa a surgir a cidade de Split, que com o passar dos anos foi se expandindo para além dos domínios do palácio.
       
      Caminhar por lá é como mergulhar no passado, áreas muito bem conservadas convivem em harmonia com ruínas, colunas coríntias greco-romanas, esfinges egípcias, esculturas e roupas penduradas para fora das janelas. Estilos artísticos e arquitetônicos se misturam, do gótico ao renascentista. Todas as ruas, praças e casas desta região tem ares italianos, o que não é exatamente uma surpresa, já que a cidade foi ocupada por Veneza durante um período.
       
      Saindo pelo portão de latão, a Riva, grande calçadão branco com palmeiras imperiais, margeia as águas do porto (Split é uma cidade basicamente portuária, sem praias na região central). Há uma maquete do palácio em alto relevo e diversos cafés e restaurantes beira-mar.
       
      Vale a pena subir no alto da torre do campanário da Catedral de São Domnius. O trajeto é longo, cansativo e claustrofóbico, mas a vista da cidade e do espetacular azul do mar adriático compensam o esforço. O local era o antigo mausoléu do imperador, quando a religião católica ganhou liberdade, foi transformado em catedral onde foram colocados os restos mortais de São Domnius, padroeiro de Split, e Santo Anastácio, ambos mortos a mando de Diocleciano. No vestíbulo, que fica próximo ao campanário, costumam acontecer apresentações musicais.
       
      Diz-se que as galerias subterrâneas foram usadas como depósitos de lixo na ocupação da cidade pelos refugiados de Salona e que foi isso que conservou a estrutura. Hoje no local ficam diversos stands vendendo de tudo um pouco, é um bom lugar para encontrar souvenirs.
       
      A noite paramos para comer no Restaurant Central, na Praça do povo (Narodni Trg) que fica fora das muralhas, com alguns restaurantes, lojas e um intenso fluxo de turistas. É também onde ficam a prefeitura e a torre da guarda, com um relógio em sua fachada. Para os carnívoros, a pedida é o porco, muito consumido pelos croatas. Já eu preferi uma massa com funghi (os cogumelos também são muito frequentes na culinária local) e foi uma das melhores coisas que já comi na vida, que delícia! O vinho croata, assim como a cerveja, também não deixa nada a desejar.
       
      Na manhã seguinte tomamos café em uma pekara (padaria) próxima à marina e quando percebemos estava tocando Gustavo Lima!… Até na Croácia! Ainda passeamos mais um pouco por lá e partimos para Baska Voda, uma praia paradisíaca e desconhecida.
       
      Leia o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/split-uma-cidade-dentro-de-um-castelo/
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/brela-e-baska-voda-paraisos-escondidos-na-croacia/
       
      Brela e Baska Voda, uma do lado da outra, são minúsculas cidadezinhas na Croácia que escondem praias verdadeiramente paradisíacas banhadas pela imensidão azul do mar adriático! Na verdade mesmo, não havia nada pra fazer lá, o único atrativo era uma ilhota de pedra com árvores no meio do mar que parecia incrível no Google Images (e que praticamente foi o motivo de escolhermos esse lugar tão fora do roteiro) e que ao vivo era bem menos pitoresca. Mas havia calmaria, simpatia sincera e cenários que fazem meu coração palpitar até hoje, e o melhor, tudo isso só pra nós dois, ou quase.
       
      Depois de passar pelas paisagens mais lindas das estradas croatas (fizemos praticamente a costa toda nessa viagem), chegamos em Baska Voda. Nosso “hotel” era na verdade era um flatzinho que os próprios moradores alugam (já falei um pouco sobre isso aqui no post de Split), o nome era Haus Bilic e reservamos pelo Booking.com. O lugar era grande e super aconchegante. Aliás, entrando na cidade já era possível sentir o clima de aconchego que pairava por lá. A mulher que veio nos receber era de uma simpatia extrema, deixou uma cestinha com bananas e ainda se ofereceu para lavar nossas roupas. Muito amor, muita simpatia!
       
      Como eu disse, não havia muito o que fazer, foi um dia totalmente relax (o único, em uma intensa programação de 30 dias e aproximadamente 10 cidades) e foi maravilhoso! As vezes, tão bom quanto um dia cheio de novidades e cultura é parar e simplesmente andar a toa, sentar nas pedras (lá não tem areia, são praias de pedras), ouvir o mar e se sentir totalmente realizada, naquele momento não queria estar em nenhum outro lugar além daquele!
       
      Passamos pelo modesto porto, algumas lojinhas e uma estátua virada para o mar que ainda estou tentando buscar o significado. Andando pelas poucas ruas da cidade vimos muitos carros modelo Renault 4, muito comuns na época comunista, antes da antiga Iugoslávia se desmembrar em países separados, sendo um deles a Croácia.
       
      Antes do pôr-do-sol pegamos o carro para ir até Brela e ver a tal pedra! Parece até mentira de tão poética a paisagem que íamos tendo no caminho, as casas em frente a gigantes montanhas com seus topos encobertos por nuvens. O visual do sol se pondo então, foi espetacular! Aliás, a Croácia está lá em cima na minha lista de pores-do-sol maravilhosos!
       
      Voltando para Baska Voda, já de noite, observamos um caixa eletrônico no meio do “calçadão”, é engraçado pra nós que estamos sempre preocupados com segurança a ideia de tirar dinheiro assim, tão “abertamente”… é outro modo de viver!
       
      Pra terminar nosso day-off da viagem do melhor jeito possível paramos num restaurantezinho pra tomar uma cerveja e comer os melhores cogumelos-recheadinhos-de-queijo-sobre-arroz do mundo! (não faço ideia do nome desse prato e também nunca mais achei igual em outro lugar, mas era divino). O Dan foi de carne de porco com fritas, bem tradicional por lá.
       
      E assim foi um dia pacato, numa cidade pequena e totalmente desconhecida do qual não vamos nos esquecer jamais.
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/budapeste-onde-ficar/
       
      O leste europeu está em alta! Tanto pelo custo, que costuma ser mais baixo do que em outros países da Europa, quanto pela beleza, que está sendo pouco a pouco descoberta e desejada. Assim como Praga e Zagreb, Budapeste, a capital da Hungria, é uma dessas cidades encantadoras que surpreendem os visitantes.
       
      Mas, como decidir onde ficar?
       
      O básico a saber é que a cidade é dividida pelo Rio Danúbio em duas partes, Buda e Pest, a ligação principal entre elas é a Ponte das Correntes. A primeira é a parte alta, onde fica o esplendoroso Castelo de Buda, o Bastião dos Pescadores e de onde se tem várias vistas panorâmicas da cidade. É o lado mais tranquilo, não tem tanta vida noturna, até tem alguns restaurantes e é possível (e lindo) subir ao castelo a noite, mas é sem dúvida um lado mais diurno.
       
      Já o lado Pest, como bem sugere o nome, é mais agitado. É onde ficam a maioria dos pontos turísticos, como a Basílica de Santo Estevão e o Parlamento Húngaro, quase tudo é acessível a pé e o metrô cobre as áreas mais distantes. A noite é bastante viva, com vários bares, restaurantes e lojas. Ah, e a cerveja é super barata, então, aproveite!
       
      Ou seja, se quer tranquilidade, fique em Buda, se quer mais proximidade com os pontos turísticos e vida noturna, escolha Pest.
       
      Nós ficamos no Hostel Casa de La Musica, em Pest, achei fantástico! O lugar é simples mas é lindo, todo coloridinho e alegre, pegamos um quarto duplo com banheiro compartilhado, tudo super limpo e tranquilo. No primeiro dia rola um welcome drink no Bikini Beach, o bar do hostel que costuma ficar bem cheio. Inclusive conhecemos na escola em Paris uma húngara que frequentava o bar, então acho que tem uma mistura bem legal de turistas e locais.
       
      O custo benefício foi bem bom (como a maioria das coisas em Budapeste), a localização era ótima e me senti bastante segura andando por lá a noite, mesmo passando por ruas um pouco desertas.
    • Por Mari D'Angelo
      📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos.
      Sabe aquelas listas de “Lugares para conhecer antes de morrer”? Bom, esse é um deles!
      Estávamos em Zagreb (capital da Croácia) e o planejado era passar o dia no Parque Nacional dos Lagos de Plitvice. Pesquisei bastante antes de ir, uns diziam que o melhor era ficar hospedado lá por uma noite pra conseguir ver tudo, outros defendiam que um bate-volta era suficiente, ficamos com a segunda opção. Suficiente não foi, pois não chegamos a ver tudo (o lugar é enorme!), mas acho que foi realmente a melhor opção. De carro o trajeto dura aproximadamente 1:30.
      Acordamos bem cedo, passamos em um café perto do hotel (onde descobri que “jabuka” é maçã em croata rsrsrs) e partimos pra estrada. No caminho é possível ver marcas de balas em muitas das casas que ainda não foram reformadas, os croatas preferem investir primeiro na parte de dentro das casas (especialmente com sistemas de aquecimento), por isso é normal que muitas delas por fora estejam inacabadas mas por dentro sejam maravilhosas.
      Em uma determinada parte da estrada fica o museu a céu aberto da guerra (independência da Croácia, de 1991 a 1995), uma grande área com casas completamente destruídas, aviões e tanques de guerra. Um lugar tenso, que realmente impressiona, vale a pena parar alguns minutos por lá.
       
      Ao chegar na região do parque, há uma enorme placa onde você pode escolher entre algumas opções de trilhas de acordo com o tempo que pretende ficar e a dificuldade da trilha, escolhemos a nossa e depois de alguns minutos de caminhada já estávamos perdidos! A ideia das trilhas é ótima, mas faltam placas e as que tem são um pouco confusas (essa da foto por exemplo), então acabamos indo aleatoriamente, o que não foi nenhum problema, pois conseguimos ver grande parte das coisas. Ah, apesar do croata ser uma língua incompreensível pra nós, lá quase todos falam inglês, eles estão em uma crescente no turismo então donos de lojas, funcionários de museus, parques, restaurantes etc realmente se esforçam para atender bem os turistas.
       
      Nosso primeiro contato visual foi nada menos que este ai! Ou seja, já nesse momento deu pra entender o motivo do parque ser patrimônio nacional da UNESCO. E vale avisar que as fotos não conseguem captar nem metade das cores e tons perfeitos deste lugar.
       
      Confesso que fiquei meio medrosa andando nas estreitas passarelas, mas ai passavam grupos e mais grupos de velhinhos andando tranquilamente, muito mais rápido que eu… tive que fingir que estava tudo tranquilo né?! Rsrsrs
      É o tipo de lugar que pede calma e contemplação, cada passo dado é uma nova paisagem, entre águas de um azul indescritível, bosques de árvores multicoloridas, calmas piscinas naturais, cavernas, paredões e pequenas cachoeiras, um dos pontos altos do parque é a grande queda, uma enorme cascata onde se concentram muitas das pessoas espalhadas pelas diferentes trilhas.
       
       
      Tudo estava realmente maravilhoso, mas o tempo começou a virar (fomos em abril, estava um sol delicioso mas, bem frio!), decidimos pegar um dos barquinhos de travessia para conhecer o outro lado, ali as coisas já eram mais “selvagens”, estava muito mais vazio, começava a chover e ficar escuro, estávamos perdidos de novo e começava a bater um leve desespero. Nesse momento eu só pensava no que um croata havia nos dito no dia anterior; se vocês virem um urso, corram para baixo pois eles tem as patas da frente mais curtas e vão rolar caso tentem ir nesta direção. =0 Sim, porque havia a real possibilidade de existirem ursos soltos no local! (Rara, mas havia) Tem um ponto no parque onde se pode observar-los (de longe), mas acabamos não tendo tempo de ir lá. Ah, ainda uma última coisa sobre eles, em croata, a tradução para “Urso” é “Medo”… propício não?
       
      Bom, depois de pouco mais de 3 horas chegamos ao fim do passeio, pegamos o barquinho de volta para o local do estacionamento e saímos de lá com a certeza de termos conhecido um dos lugares mais incríveis do planeta Terra!
      Ainda na Cróacia, estivemos também em Zagreb, Split, Baska Voda e Dubrovnik, é tanta coisa maravilhosa que não dá pra falar tudo de uma vez só, mas quero já neste primeiro relato agradecer a Marília, do blog Uma brasileira na Croácia, nos encontramos com ela e seu marido em Zagreb e posso dizer que sem eles a viagem não teria sido a mesma coisa!
       
       
      Algumas informações úteis:
       
      Site do parque: http://www.np-plitvicka-jezera.hr
      Moeda: Kuna | 1,00 BRL = 2,43 HRK
      Preços: Variam muito de acordo com a idade e época do ano, mas no site tem tudo detalhado.
      Horários: O parque abre diariamente das 07:00 às 20:00 (mas os estacionamentos e os transfers de barcos tem outros horários)
       
      Leve um lanche e água pois não há muitos pontos de venda por lá, e sinceramente, acho que nem vale a pena perder tempo com isso, levamos um sanduíche que comemos contemplando as águas azuis. 😃
       
      📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos.



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