Nosso projeto para esse ano seria a Serra dos Órgãos, porém, os ingressos haviam se esgotado, então tentamos fazer a Serra Negra, que também não deu certo, por fim, conseguimos fazer a travessia Rancho Caído.
Temos um projeto de percorrer a TransMantiqueira e com esse projeto em mente, vamos colhendo informações para que nosso projeto se realize, ano passado fizemos a Travessia da Serra Fina no sentido inverso, se alguém se interessar em ler, só acessar o link:
Como de costume, saímos da Cidade de Santa Rita do Sapucaí na madrugada do sábado. Às 3h da manhã, na porta da ETE, lá estávamos nós esperando nosso motorista oficial Edson e dessa vez ele trouxe sua esposa Gabi para ajudá-lo a fazer a conferência das malas, conhecer o pessoal e passear um pouco. Falando em turma, dessa vez fomos em 12 pessoas, para alguns foi a primeira travessia e para outros mais uma aventura.
Partimos para o PNI e chegamos lá às 7:40 da manhã e logo o Nandão já ficou na fila para garantir o lugar. O parque estava muito lotado, depois de quase 1 hora na fila conseguimos a liberação para fazer a travessia do Rancho Caído.
Da esquerda para a direita em pé: Gabriel(Geminho_1), Saulo, André, Savio, Nandão(Cyborg), Eder, Luizinho e Samuel(O "guia").
Agachados: Luiz(Geminho_2), Bruno(O cara da travessia), André, Zé Renato(Fotógrafo oficial).
Essa travessia é maravilhosa, por quase toda a travessia a gente observa o Agulhas Negras e nela tem vários pontos de água, então não precisam se preocupar que água tem em abundância.
Com uma trilha muito bem sinalizada, a travessia é de fácil acesso, porém, a gente deu uma perdida. Tudo isso por conta do nosso “guia” Samuel que não tinha visto a subida para a pedra do Altar do lado esquerdo. Subindo uma trilha, logo avistamos a pedra, porém não atacamos, pois o nosso objetivo era conhecer a cachoeira do Aiuruoca e os Ovos de Galinha.
Logo após passarmos por um vale que lembra muito o Vale do Ruah, chegamos em uma bifurcação que aponta para a esquerda a Travessia Serra Negra (está nos nossos planos) e seguindo reto a Rancho Caído. Mais a frente chegamos na cachoeira da Aiuruoca - que cachoeira linda! Não tenho palavras para descrevê-la.
Ninguém teve coragem de entrar nela porque a água estava muito gelada, mas tiramos várias fotos e logo depois fomos rumo aos Ovos de Galinha.
Saindo de lá, andamos por volta de 1h30min e chegamos no acampamento. Para nossa sorte não havia ninguém, arrumamos nossas barracas e já tratamos de fazer algo para comer. Para minha surpresa os novatos que foram conosco levaram muita coisa de comer, tinha de tudo, até uma chapa para fazer misto! kkkkk...incrível.
À noite não fez muito frio, então ficamos conversando até umas 21h, conhecemos um casal de Curitiba-PR que estava no parque há 4 dias, que disse que dois dias atrás estava muito frio por lá. Graças a deus não pegamos esse frio.
No outro dia partimos para o final da trilha, o mapa que pegamos no Wikiloc não foi pelo caminho da Cachoeira do Escorrega, por isso não passamos por lá. Teremos que visitar na próxima. Às 13h chegamos no Vale da Cruzese esperamos nosso motorista chegar para irmos embora.
Considerações finais:
Essa travessia não é difícil de fazer como a Serra Fina, porém nosso grupo se supera pelo fato da amizade ser muito forte e cada um do grupo se preocupar um com o outro, isso faz toda diferença e com certeza iremos fazer a Serra Fina novamente e isso fará toda a diferença. Foi uma travessia muito bonita, todos que foram se divertiram muito, foram muitas risadas e o companheirismo como sempre prevaleceu, a cada travessia que nós fazemos levamos uma experiencia, e dessa não foi diferente, o companheirismo e a amizade novamente falou mais alto . Pessoal nota 10! Os geminhos são gente fina demais (não esqueçam do lenço umedecido, salvou o rolê e ajudou a tirar a asa), o restante da turma, Bruno (leva o pó nas próximas vezes novamente, pó de café), André², Saulo, Sávio(O cara do releave), Luizinho (esse Luizinho viu?! hehe), esperamos vocês nas próximas. Nandão, (sou fã desse cara e o admiro muito, ele sabe disso). Éder, (o conheci fazendo Marins x Itaguaré e parece que o conheço a anos) e Zé Renato, (ele merece todo o merito pelas fotos, uma pessoa com uma humildade sem igual), companheiros de várias travessias, é um prazer caminhar com vocês. @Zé Renato, parabéns pelas fotos, ficaram excelentes.
Gostaria de agradecer a todos que foram e também ao nosso motorista Edson e sua esposa Gabi, estamos juntos na próxima!
Dicas: Quando forem fazer a travessia, desçam pela cachoeira do Escorrega - existe uma trilha mais curta, porém é muito fechada.
Levem o shit tube - o pessoal do parque cobra, até daria para passar sem ele, mas temos que pensar no bem do ecossistema e é bem barato de fazer.
Como de costume, para fechar o relato, deixo aqui uma frase do poema “O tempo”, e logo depois mais fotos:
E quando se vê:
“A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é Natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
… Quando se vê não sabemos mais por onde andam nossos amigos…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casaca dourada e inútil das horas…
Eu seguraria todos os meus amigos, que já não sei como e onde eles estão e diria: vocês são extremamente importantes para mim.
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
Dessa forma eu digo, não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.”
Olá Mochileiros como vão? Espero que bem!
Nosso projeto para esse ano seria a Serra dos Órgãos, porém, os ingressos haviam se esgotado, então tentamos fazer a Serra Negra, que também não deu certo, por fim, conseguimos fazer a travessia Rancho Caído.
Temos um projeto de percorrer a TransMantiqueira e com esse projeto em mente, vamos colhendo informações para que nosso projeto se realize, ano passado fizemos a Travessia da Serra Fina no sentido inverso, se alguém se interessar em ler, só acessar o link:
Como de costume, saímos da Cidade de Santa Rita do Sapucaí na madrugada do sábado. Às 3h da manhã, na porta da ETE, lá estávamos nós esperando nosso motorista oficial Edson e dessa vez ele trouxe sua esposa Gabi para ajudá-lo a fazer a conferência das malas, conhecer o pessoal e passear um pouco. Falando em turma, dessa vez fomos em 12 pessoas, para alguns foi a primeira travessia e para outros mais uma aventura.
Partimos para o PNI e chegamos lá às 7:40 da manhã e logo o Nandão já ficou na fila para garantir o lugar. O parque estava muito lotado, depois de quase 1 hora na fila conseguimos a liberação para fazer a travessia do Rancho Caído.
Da esquerda para a direita em pé: Gabriel(Geminho_1), Saulo, André, Savio, Nandão(Cyborg), Eder, Luizinho e Samuel(O "guia").
Agachados: Luiz(Geminho_2), Bruno(O cara da travessia), André, Zé Renato(Fotógrafo oficial).
Essa travessia é maravilhosa, por quase toda a travessia a gente observa o Agulhas Negras e nela tem vários pontos de água, então não precisam se preocupar que água tem em abundância.
Com uma trilha muito bem sinalizada, a travessia é de fácil acesso, porém, a gente deu uma perdida. Tudo isso por conta do nosso “guia” Samuel que não tinha visto a subida para a pedra do Altar do lado esquerdo. Subindo uma trilha, logo avistamos a pedra, porém não atacamos, pois o nosso objetivo era conhecer a cachoeira do Aiuruoca e os Ovos de Galinha.
Logo após passarmos por um vale que lembra muito o Vale do Ruah, chegamos em uma bifurcação que aponta para a esquerda a Travessia Serra Negra (está nos nossos planos) e seguindo reto a Rancho Caído. Mais a frente chegamos na cachoeira da Aiuruoca - que cachoeira linda! Não tenho palavras para descrevê-la.
Ninguém teve coragem de entrar nela porque a água estava muito gelada, mas tiramos várias fotos e logo depois fomos rumo aos Ovos de Galinha.
Saindo de lá, andamos por volta de 1h30min e chegamos no acampamento. Para nossa sorte não havia ninguém, arrumamos nossas barracas e já tratamos de fazer algo para comer. Para minha surpresa os novatos que foram conosco levaram muita coisa de comer, tinha de tudo, até uma chapa para fazer misto! kkkkk...incrível.
À noite não fez muito frio, então ficamos conversando até umas 21h, conhecemos um casal de Curitiba-PR que estava no parque há 4 dias, que disse que dois dias atrás estava muito frio por lá. Graças a deus não pegamos esse frio.
No outro dia partimos para o final da trilha, o mapa que pegamos no Wikiloc não foi pelo caminho da Cachoeira do Escorrega, por isso não passamos por lá. Teremos que visitar na próxima. Às 13h chegamos no Vale da Cruzes e esperamos nosso motorista chegar para irmos embora.
Considerações finais:
Essa travessia não é difícil de fazer como a Serra Fina, porém nosso grupo se supera pelo fato da amizade ser muito forte e cada um do grupo se preocupar um com o outro, isso faz toda diferença e com certeza iremos fazer a Serra Fina novamente e isso fará toda a diferença. Foi uma travessia muito bonita, todos que foram se divertiram muito, foram muitas risadas e o companheirismo como sempre prevaleceu, a cada travessia que nós fazemos levamos uma experiencia, e dessa não foi diferente, o companheirismo e a amizade novamente falou mais alto . Pessoal nota 10! Os geminhos são gente fina demais (não esqueçam do lenço umedecido, salvou o rolê e ajudou a tirar a asa), o restante da turma, Bruno (leva o pó nas próximas vezes novamente, pó de café), André², Saulo, Sávio(O cara do releave), Luizinho (esse Luizinho viu?! hehe), esperamos vocês nas próximas. Nandão, (sou fã desse cara e o admiro muito, ele sabe disso). Éder, (o conheci fazendo Marins x Itaguaré e parece que o conheço a anos) e Zé Renato, (ele merece todo o merito pelas fotos, uma pessoa com uma humildade sem igual), companheiros de várias travessias, é um prazer caminhar com vocês. @Zé Renato, parabéns pelas fotos, ficaram excelentes.
Gostaria de agradecer a todos que foram e também ao nosso motorista Edson e sua esposa Gabi, estamos juntos na próxima!
Dicas: Quando forem fazer a travessia, desçam pela cachoeira do Escorrega - existe uma trilha mais curta, porém é muito fechada.
Levem o shit tube - o pessoal do parque cobra, até daria para passar sem ele, mas temos que pensar no bem do ecossistema e é bem barato de fazer.
Como de costume, para fechar o relato, deixo aqui uma frase do poema “O tempo”, e logo depois mais fotos:
E quando se vê:
“A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é Natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
… Quando se vê não sabemos mais por onde andam nossos amigos…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casaca dourada e inútil das horas…
Eu seguraria todos os meus amigos, que já não sei como e onde eles estão e diria: vocês são extremamente importantes para mim.
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
Dessa forma eu digo, não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.”
Mário Quintana