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Ever

Mendoza

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llbas, por garantia voce pode comprar os bilhetes de Buenos Aires a Mendoza com antecedencia pela Internet. Eu fiz isso atraves da Andesmar, uma excelente empresa de onibus que faz este trajeto. Os precos variam de empresa para empresa, se pesquisar podera achar precos mais baixos mas a qualidade do servico tambem sera inferior.

 

Se interessar consulte : http://www.andesmar.com

 

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Olá, pessoal! Essa é minha estréia neste fórum, que conheci há pouco tempo. Aliás, também sou estreante nas viagens com mochilão. Decidi abandonar a galera do "pacotão". Ademais, minha experiência internacional resume-se a algumas viagens como "auxiliar de sacoleira de Ciudad del Leste". Portanto, perdôem-me algum eventual equívoco que eu possa cometer, dado a minha condição de debutante no assunto.

 

Vamos ao que interessa: navegando por essas páginas, interessei-me em conhecer a Província de Mendoza e adjacências.

 

Para finalizar (por favor, não me xinguem), gostaria de compartilhar um "resumão" que tentei fazer a partir das preciosas informações registradas aqui sobre Mendoza.

 

E que o deus Dionísio me abençôe e me proteja nessa empreitada.

 

Abraços,

 

André.

 

MENDOZA

 

Como chegar:

Partindo de Santiago, aproximadamente 8 horas de ônibus, dependendo do bom-humor dos Carabineros na fronteira (ver http://www.andesmar.com.ar; e http://www.turbus.com).

 

Hospedagem:

http://www.hostelindependencia.com.ar

http://www.campo-base.com.ar

http://www.hostelmendoza.net/'>http://www.hostelmendoza.net/

http://www.hostalconfluencia.com.ar

http://www.damajuanahostel.com.ar

 

Passeios:

Vinícolas (La Rural, Trapiche e Família Cerno, etc.);

Museu do vinho;

Excursões pra Alta Montanha, cavalgadas, trekking, rappel, rafting (ver http://www.mendoza.com.ar);

Baladas (ver http://www.mendozanoduerme.com.ar).

 

Comentários:

"Fiz o tour que eles chamam de Alta Montaña ($50 Pesos) - você passa pela cidade de Uspallata, e visita Los Penitentes (ver http://www.penitentes.com), Puente del Inca e Las Cuevas que já fica na boca do túnel para o Chile". Passa também pelo Parque Provincial Aconcágua.

 

"Mendoza é uma cidade legal e bem tranqüila. Muito bem arborizada com casas bonitas e um parque muito legal - San Martin. Tem uma universidade e por conta disso alguns barzinhos interessantes na Avenida Collon próximos ao parque. Os preços no geral são mais baratos que Buenos Aires. As agências têm um leque de passeios tradicionais e radicais.

Os vinhos de lá são os melhores da Argentina e bem baratos".

 

"Na rodoviária de Mendoza tem uma sala grande de vidro, onde funciona o Centro de Atendimento ao Turista. Eles também organizam excursões para alta montanha e outros passeios. O pessoal é super atencioso. Fiquei hospedada em um hostel bem em frente a rodoviária. O lugar é ótimo, fiz muitos amigos lá. O preço é bem acessível. Tem quartos comunitários e quartos individuais. Fica a umas dez quadras do centro, mas vale a pena".

 

"Fiquei no Hostel Internacional (http://www.hostelmendoza.net) e eles tinham uma agência, fiz um passeio que começava com um trekking na base dos Andes, que terminava com um rappel de 40 metros, e na parte da tarde tinha um rafting de duas horas pelo Rio Mendoza, com lanches, transporte, equipamento, tudo incluso, por 110 pesos.

 

"Se quiser comer bem e gastar pouco em Mendoza vá até o Mercado Público, no centro da cidade, acho que na avenida Las Heras. O mercado é bem limpo e tem uma área de alimentação bem movimentada com alguns restaurantes baratinhos".

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pessoal, dicas de hospedagem em mendoza, o campo base é estilo albergue de garotada? com gritaria, atendentes metidos a malandro e coisas do tipo, como um milhouse da vida?

to indo pra lá finald e abril

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Uma opção muito boa de hospedagem para quem quer um albergue menos "gurizada" e mais "família" é o SosaHaus Hostel (http://www.sosahaus.com)

 

O dono é um cara chamado Sérgio, uma figuraça de uns 40 anos e muito prestativo. Fiquei lá em Janeiro/2006 e recomendo!

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Topic author: trotatorres

 

Buenas a todos!ajudem esse pobre editor a tanto sem férias e que m maio que uns 10 dias de paz numa região de montanhas.

estou entre dois lugares, MENDOZA do tópico ou um estagio no congelador em el chalten(em maio), que já fui algumas vezes.

mendoza já passei dezenas de vezes, somente de passagem, e agora pretendo ficar or lá esses dias.

 

o que procuro: uma acampada tranquila, num lugar bucolico nas montanhas, sem ordas de pentelhos portenhos, caminhada meia boca (sem esforços, please, hahaha)onde possa tomar um bom malbec todo dia ( vou levara minha taça!!)o que vcs acham de umas voltas por uspallata e outros povoados do cordon del plata?

 

aguardo dicas!

 

 

RESPOSTA DO PAULO

 

Trota,

 

Me sinto até constrangido de dar dicas a vc que tanto nos ajuda neste forum, mas, vou tentar não decepcioná-lo.

Saudações dionisíacas. Eu adoro vinho e, até, dei uma exagerada em Mendoza. Fui a 2 vinícolas: La Rural e Família Cerno. Eu fiquei no Hostal Independência - 17 pesos (te mando uma foto não comercial dele, se vc quiser). Lugar é muito bonito. trata-se de um prédio muito antigo, em estilo acho que neoclássico, cheio de frescura. O staff é muito gentil e me cederam cozinha e Internet mesmo eu já tendo feito o check out. De uma voltinha no site deles http://www.hostelindependencia.com.ar/.

 

Quanto ao passeio em Uspallata, eu acho que o lugar é mais para atividades de inverno. Tava meio deserta. Passei reto e fui a Puente del Inca (ônibus 13,00 pesos). Ai, sim, me encontrei. Gostei do clima abandonadão do lugarejo, cheio de umas cabanas malucas de lata, aproveitadas de abrigos militares (há um quartel no local). Tem uma pousada grãfina meio decadente e outra, que acho que nem nome tem (não me lembro). Foi nesta que fiquei e gostei muito (15 pesos). Puente del Inca nada mais é do que uma parada de viajantes que vão ao Chile. Não espere encontrar infra para turismo nem atrativos tipo Canela/Gramado. Daí se faz uma bonita caminhada até o Parque Nacional do Aconcágua (4,0Km pelo asfalto e depois, vc se perde no parque, se quiser). E, justo em Puente del Inca, está a famosa, adivinhe: puente del inca, uma formação rochosa que, dizem servia para passagem de caravanas incas em viagem pelo Taiwantisuiu (duvido que eu tenha escrito certo). Ai vc encontra a estação de águas medicinais que foi atropelada por um terremoto em 1965. Só sobrou a capela.

 

Para quem gosta de frio e neve, eu NÃO considero uma boa escolha ir para esta região agora, no verão. Não que eu não tenha encontrado neve e frio, mas, nada a ver com o forte inverno do local. Já faz quase 2 meses e deve haver pouco agora. Não há muito para se fazer em mais de 2 dias. No inverno a estação de esqui Los Penitentes, que fica a 4 Km, está funcionando.

 

A viagenzinha de ônibus entre Mendoza e Puente del Inca é de cinema, com montanhas enormes, túneis, pontes, riozinhos...muito bonita. Já vale dar um gole no vinho ai mesmo hahaha.

 

Quero voltar lá no inverno.

 

Abração

Paulo Mota

 

 

Reply author: Jorge Soto

 

Cara, Mendoza nao tem la gdes atraticvos a nao ser q vc curta mesmo vinho... Agora se vc quer montanha, va pra Pte del Inca sim, conforme sugeriram acima, q ta do lado do cordao do Aconcagua. Mendoza nao tem mmto o q fazer, cara..la realmetne e pto pra pegar visto pros trekkings e escaladas do Aconcagua, caro pra xuxu. Mas da pra caminhar nos arredores do pq em travesias muito iradas. Claro q vc pega td rango em Mendoza pq no albergue de Pte del Inca metem a faca. E da pra acampar gratis atras do albergue mesmo...nao tem erro! Pra chegar la basta de Mendoza pegar q qbusao ou excursao q va pro Chile e descer antes da fronteira.. tranquilo. Banho esquece, mas tem a opcao de tomar nas termas sulfurosas do lado,q deixam teu cabelo mais duro q cimento...rsrs

 

Recomendo ir no verao pra onde disse...la por maio a neve e o frio tornam-se insuportaveis...

 

 

Reply author: Jorge Soto

 

Então, Trota..se vc quer trilhar em meio a montanhas, rusticidade igual Chalten, fica nos arredores de Pte del Inca!

 

As montnhas oferecem inumeras opcoes de caminhada, claro q com charme diferente de Chalten..la nao ha vegetacao alguma, so rasteria e muita rocha.

 

Mas aviso: se vc for em maio nao dá pra ficar em barraca nao! O frio e uma camada de neve de quase 2m impedem qq pernoite fora, tanto é q ate o transito la fica prejudicado. Serria apenas pra vc ficar no albergue e nao sair.. Essa regiao o ideal é veraozao, quinem patagonia.

 

O jeito é como vc disse: ficar ao pé dela q é mais ameno. So q ai nao sei o q te recomendar pq ali estao as vinicolas, pradarias etc... area rural de Mendoza. E Mendoza (montanhisticamente falando) vive da cordilheira basicamente, so q em alta temporada, ou seja, verao.

 

Como vc estará perto de Mendoza e será inicio de inverno rigoroso acho q nao vale a pena ficar enfurnado em albergue por lá.

Sugestao: vá um pouco + ao norte, em San Juan (oeste de Cordoba), q tem dois parques q lembram muito a regiao do Atacama pela aridez, com peculiaridades bem desconehcidas do filao turistico convencional. Pq NS das Quijadas,e mais ao norte, o Pq Prov. Ischigualasto (Vale da Lua), quase na divisa com La Rioja. Este pq tem resquicios de fosseis e é bem louco, com vales e canions. Ai vc ou tem q achar uma agencia q te leve de San Juan, ou tentar carona de San Agustin del Valle Fertil, cidadezinha mais proxima do parque (75km)..pq nao tem conduçao regular ate ele. Ou vc tem carro ou vai de agencia..

 

http://www.penitentes.com.ar

 

 

Reply author: Ever

 

Olá Trota ...

 

Eu passei alguns dias na cidade de Mendoza e achei legal. Tem coisas pra fazer na cidade sim ... tem um parque muito bonito com um imponente portão de entrada muito elegante, lojas, restaurantes, universidade, dá pra passar um dia ou dois se curte a vida nas cidades. Apesar de ser uma cidade grande Mendoza preserva um ar de cidade do interior, tudo fecha para a siesta na hora do almoço e a cidade só volta a funcionar lá pelas 4 horas da tarde.

 

Uspallata é onde foi filmado "7 anos no Tibet" Para um lugar mais tranquilo talvez Uspallata seja uma boa pedida ... passei por lá só de passagem, nao conheci muita coisa.

 

Fui também a Penitentes mas estava como uma cidade fantasma ... a pista de esqui estava fechada então tudo fecha e não fica ninguém no local a não ser os funcionários que operam o teleférico até o topo da montanha. Acho que não rola ficar lá não se a pista estiver fechada.

 

Para Puente del Inca fiz um passeio de uma dia, vale a pena conhecer o lugar, ao redor tem opções de caminhadas, uma delas vai até o Cristo Redentor. Vi que por ali tem lugares para dormir e vi tem camping também ... mas acampar no frio é dureza. Almocei num restaurante em Puente del Inca ... preços para turista mas nada tão absurdos.

 

Mendoza

Los Penitentes

Puente del Inca

Hostel em Uspallata

Para comer: Milanesa de Pollo con papas y ensalada

 

 

Reply author: trotatorres

 

Valeu EVER,

Olha, minha programação é mais ou menos esta: quero ficar uns 3 dias lá por cima, ou um pouco mais, caminhar pelos vales da região

http://www.andesmountain.cl/argentinamontana/mapa_aconcagua.html, fotografar, tomar uns vinhos lá por cima, ir caminhando até a laguna de horcones, etc...não preciso de agito, só quero que o http://www.penitentes.com.ar%20esteja%20aberto ( ver - http://www.penitentes.com.ar/tarifasalojamiento.asp ), pelo site estará, mas como os caras não me respondem nem a paulada os emails...

vou tb reservar uns dias para uspallata e outras regiões, como tupungato, veremos..e uns 3, 4, 5 dias para san juan, onde vou visitar os parentes da minha mulher.

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Laurence,

Só para esclarecer o pessoal que acessa: Este é um dos HI de Mendoza. Eu fiquei no Independência e fui muitíssimo bem atendido. 17 pesos argentinos.

Ainda sobre Mendoza: cuidado com o roubo durante as compras. Tem uma moda lá, entre os gatunos de cortar a mochila nas suas costas e esvaziar por trás. Minha namorada escapou por um triz desta.

Na minha modesta opinião, afora os vinhos, não há muito o que curtir por lá. As montanhas, sim, são maravilhosas. A sensação de despreendimento de tempo e espaço que se experimenta na louca Puente del Inca é impressionante.

Acho que já mencionei que na pousada em que fiquei, não encontrei o dono (estava viajando). Dei comida para o gato e para o cachorro dele, deixei o dinheiro com um vizinho e fui embora...muito maluco....muito interessante.

Abração

 

Paulo Mota

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Trota,

Realmente, na minha modesta opinião, acho Mendoza simpática e nada além disto. As vinícolas são outro assunto: experimente o Malbec da La Rural (e compre uns vinhos, se puder). Eles são quase artesanais, maravilhosos.

Eu fiquei no Hostal Independência. Eu também curto muito pouco o esquema Milhouse e achei este mais tranqüilo, mais underground. O staff é muito gentil.

mendoza é uma cidade grande, tem tudo, tudo mesmo. Supermercados por todo lado, restaurantes de todo tipo, enfim, toda infra d uma grnade cidade. Eu recomendo o restaurante em frente ao Hostal Independência. Mesinhas na calçada, lugar bonito, gente passando,etc. preço bem razoável.

Outra coisa: se vc vai para o Hostal Independência, dá para economizar o taxi. São 20 minutos de caminhada desde a rodoviária. se pegar taxi, cuidado, os caras são metidos a dar uma volta maior. O valor da corrida não pode passar de 7 pesos. Atenção, também, na rodoviária: há muito furto de bagagens.

Quanto às montanhas, acho que você já leu meu post sobre Puente del Inca (que no post anterior eu troquei o nome por Uspallata). É muito louca. Não é exatamente um lugar turístico. As casinhas, algumas de lata (sobra de abrigos militares), são bem simples e tem gente bem simples por lá. De lá eu fiz uma bonita caminhada até o Parque do Aconcágua, que em Outubro tinha muita neve e lagunas congeladas. Debaixo da neve, no caminho do parque, encontrei uma tabuleta que, no verão, era uma tabuleta mesmo, da altura das pessoas. Um dia basta para esta caminhada que inclui uns 4Km de asfalto até a entrada do parque. Lá dentro, ande o quanto puder. para todo lado, tudo é lindo. Eu demorei para definir qual pico era o Aconcágua. Os vizinhos dele são, igualmente, majestosos. Não sei se já há nevascas nesta época do ano, mas, se houver, tente antecipar-se a ela, pois não há como se abrigar e vc está muito longe da pousada. A cabana do guarda-parques queimou e não existe mais.

Mas, veja, que, para tudo isto em Puente del Inca, 3 dias estão, até, sobrando. tenha em mente que PDI é um beirão de estrada de camioneiros, não muito bonita. Me interessou mais pelo "clima" de Bagdad Cafe.

Procure pelo bar do Martin e saboreie um drinque tropical, destes que se toma em Cancun (eu disse que lá tudo era meio louco).

No vilarejo tem um açougue e um ou dois botecos, mas, vc pode comprar comida no armazém do quartel que existe ai. Consulte o guarda antes de ir entrando, ok?

Em Uspallata, nunca dormi (troquei o nome no post anterior, vou editar), mas, parece que tem de tudo na cidade. Caminhei umas poucas horas por lá. Lamento não ajudar.

Os trajetos entre Puente del Inca, Uspallata e Mendoza são muuuito lindos, o problema é que, de ônibus, fica difícl desfrutar e/ou fotografar. De qualquer forma, prepare sua câmera, coloque um filtro polarizador e aproveite a paisagem (eu usaria uma grande angular para apanhar a amplitude do lugar). Puente del Inca, particularmente, é motivo para enlouquecer um fotógrafo apaixonado. Tudo é muito agreste e forte: as montanhas nuas, as construções semi-destruídas pelo clima violento, o céu, que a todo momento nos surpreende com novos matizes, as casas tristes e muito mais.

Deve haver muitas atrações mais para se ver e viver e você, com este seu instinto de viajante, certamente, vai nos trazer muita novidade.

Abração

 

PMota

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Rebeca: Fiquei num hostel que é quae um hotel, excelente. Se vc busca tranquilidade, limpeza absoluta e excelente localização (fica a duas quadras da praça central) o hostel que vc procura é o HOSTEL CONFLUÊNCIA. Mas se vc quer agitação - não é esse o lugar...não é o típico hostel da "rapaziada", festas, estas coisas, é o tipo tranquilidade.

 

Zorra vc encontra no hostel campo base, e ELES NÃO RESPONDEM EMAIL! faça diretamente a reserva via www.hostelworld.com

 

Há, a reserva do confluência vc faz via site deles www.hostelconfluencia.com.ar resondem muito rapidamente, são muito atenciosos, serviço nota mil!

 

o PREÇO, pra quarto privado, com banheiro externo (mas só seu) são 40 pesos, creio, ou 30, não me lembro bem ao certo. É mais caro que os albergues com quartos lotados, mas vale a pena se vc tiver um cascalho a mais...

 

surte e qq coisa me avise

Léo

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Rebeca, aproveito para dar esta dica: Hotel Savoy, na av. Belgrano 1377, ao lado de Bancos e à uma esquina do Carrefour (isso mesmo, tem Carrefour lá). Também é proximo da calle Las Heras, o quarteirão de lojas e artesanatos mendoncinos. Estive lá e gastei 40 pesos a diária para casal, em janeiro/06. Vale a pena pechinchar pois queriam cobrar 50, mas como fiquei mais dias, consegui por $ 40. É um lugar legal, sossegado. Fica a uns 10 quarteirões da Rodoviária.

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REbeca, para tres dias isso é o Básico mesmo, não tem como fazer mais coisa não.

Esse passeio às vinícolas, se vc curte vinhos, vai decepcionar, pois é algo bem rápido, básico mesmo. Se vc puder escolher as vinícolas, prefira mesclar as grandes e as pequenas. Seria perfeito: Rutine, um clássica, grande e onde fica o museu do vinho. Lopez, outra tradicional, que usa tonéis grandes, etc...CArmelo PAtti, pequena, excelentes vinhos, o próprio CArmelo faz a guiada.

 

Alta Montanha - se prepare pra ficar muitas horas dentro de uma van, é cansativo, mas vc vai ver lindas paisagens, lindas mesmo, coisa de outro mundo. O ideal é ficar lá nas montanhas mesmo e ter tempo pra "sentir" o local, etc...mas como vc tem pouco tempo, é esse passeio mesmo o que dá pra fazer.

 

NA cidade: não tem muita coisa a se fazer, tem o parque san martin, que é um parque né...muitas lojas, couro, etc...e boa carne, muito boa carne.

Se quiser gastar uma graninha, vai na Avenida Sarmiento e eascolha um restaurante, um prato de carne e um bom vinho, vc vai gostar!

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      Beleza??
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                  Partimos antes das oito horas, mas o céu azul e o sol raiando indica que teremos mais um dia de muito calor. Eu e minha esposa já saímos de casa com resfriado, causando um pouco de mal estar, mas não impedindo de desfrutar o lindo trajeto e descobrir nomes não comuns de algumas cidades que vamos passando, como a cidade de Não-Me-Toque no RS.
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      Os motivos que nos fez decidir por este caminho de 180 km foi os seguintes:
      * Por Uruguaiana não tem pedágio (na ponte Internacional em São Borja ouvimos dizer que o pedágio é de R$50,00)
      *Dizem que a policia no lado Argentino nessa região é tendenciosa a cobrar propina.
      Infelizmente a estrada de São Borja até Uruguaiana está em péssimas condições, muitos buracos e mal conservada, e se não bastasse isso, sobre o rio Ibicuí na divisa da cidade de Itaqui com Uruguaiana existe uma ponte que antigamente era ferroviária (imagina a idade dela) e foi transformada em mão única sua travessia, com controle de sinaleira nas cabeceiras para não dar problema de encontros inesperados. A espera para passar por ela foi pouca, o que nos deixou com medo foi verificar a deterioração desta ponte. Inclusive somente após passar por ela e que fomos pesquisar sobre a mesma, pois ficamos indignados com seu mau estado. Olha que encontrei em nota oficial no site da AMFRO.
      Ponte Ferroviária adaptada à rodovia BR 472, existente sobre o Rio Ibicuí, na divisa dos Municípios de ITAQUI e URUGUAIANA”, por unanimidade, decidiram encaminhar a V. Ex.ª o presente ofício, expondo e vindicando o que segue:
      1 – Dado ao entendimento que é elevado o grau de degradação em que se encontram as partes de alvenaria e algumas peças metálicas que compõem a antiga Ponte, em especial, quanto a resistência dos materiais frente à demanda pelo tráfego de cargas pesadas.
      2 – Temerosas com a deterioração, desgastes e ondulações (hoje observados a olho nu, inclusive por leigos), muitas pessoas entendem que é forte a possibilidade d’a Ponte repentinamente ruir, pela falência estrutural e de materiais.
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      Fizemos a migração, guardamos os comprovantes para mostrar na saída do país, e finalmente percorremos os primeiros quilômetros em terras argentinas.
      A qualidade das estradas mudou rapidamente, melhorando consideravelmente na Argentina. Muitas vias de concreto, autopistas bem sinalizadas, com limites de velocidade bem diferente do Brasil, algumas com limite de 140 km. Começava as infinitas retas, muitos quilômetros de retas, planícies intermináveis, nem de binóculo você conseguiria enxergar algum morro mais distante. Trechos de até 100 km sem ter posto de combustível, por isso é muito importante não deixar baixar de meio tanque.
      O que nos deixou impressionado foi o pouquíssimo movimento de veículos, em certa parte da viagem, em uma pista simples que o acostamento era de gramado, paramos e fizemos algumas fotos e uma rápida filmagem bem no meio da pista, e durante estes minutos nenhum carro passou por nós.
      Muito interessante você num instante está falando com pessoas em português, passa uma fronteira, e muda a língua e costumes em questão de metros percorridos.
      Nosso objetivo nesse segundo dia de viagem era chegar até a pequena cidade de Saturnino M Laspiur, município de Córdoba. Mas antes de chegar lá passamos por alguns lugares interessantes. O Túnel Subfluvial Raúl Uranga, anteriormente conhecido como Túnel Subfluvial Hernandarias, é um túnel rodoviário submerso que liga as províncias de Entre Ríos e Santa Fé na Argentina, cruzando o rio Paraná entre a capital de Entre Ríos, Paraná, foi inaugurado em 1969.
      Em Santa Fé o GPS nos orientou pelo caminho mais curto, e nos levou a cruzar o centro da cidade até chegar na Ruta 158. Observamos muitos pedintes nas sinaleiras, inclusive muitos jovens, alguns mal encarados e duvidosos nas suas atitudes. Sem chances de parar, pelo menos na região que passamos.
      Diferente da região gaucha onde tinha muitas borboletas, começamos a encontrar muitas libélulas, a frente do carro e a bike ficaram com muito desses insetos grudados no fim do dia. Mais próximo do fim da tarde, começamos a observar muitos pássaros em revoada, saindo do meio das infinitas plantações ao lado da rodovia. Também é comum ver uma espécie grande de gavião que fica na beira das estradas.
      No fim da tarde chegamos na cidade de Saturnino, um pequena cidade agrícola, muito simpática e com uma bonita praça central. Ficamos na hospedaje Quique, que encontrei por acaso no Google maps. Eles não possuem site, consegui contato através do Facebook e tem uma boa recomendação, e realmente surpreendeu o aconchego desse lugar, com camas confortáveis e um bom ar condicionado, e claro um bom preço. O Sr. Quique é uma pessoa simples, querido e receptivo, e o mascote dele foi um show a parte, um cachorro que foi nos recepciona no carro com uma pinha na boca, é lógico que queria brincar, a Nadine jogou a pinha mais adiante e o cachorro foi buscar de imediato e voltou e largou a pinha nos pés dela pedindo mais....ele não cansava da brincadeira, mas nós estávamos exaustos.
      Para relaxar as pernas fui dar uma pequena volta de bike pelas ruas da cidade, que em poucos minutos foi possível percorrer toda cidade. Claro que não poderia deixar da fazer uma foto bacana na praça da cidade, ao lado de um antigo canhão de guerra com a bandeira da Argentina ao lado, meus primeiros quilômetros de bike pela Argentina. A Elizete e a Nadine também aproveitaram para caminhar na praça e fazer algumas fotos.
      O Natal mais diferente de nossas vidas, dia 25 de dezembro acordamos revigorados e prontos para pegar a estrada por mais 720 km até Mendoza, mas um pequeno imprevisto logo cedo. Ficamos esperando o Sr. Quique abrir a sala de refeição para o desayuno (café da manhã) e ele preocupado veio nos informar que somente durante dois dias do ano não é servido o café da manhã, sendo dia 25 de dezembro e 01 de janeiro, justo os dias que pernoitamos ali....que coisa!!! Mas isso não nos desanimou, apesar de não termos nada para comer seguimos viagem até encontrar um posto com conveniência. Algo que chamou nossa atenção é os lanches nas conveniências, que tem de vários formatos (quadrados, retangulares, duplos, triplos) mas sempre os mesmos sabores, queso y ramon crudo ou cozido (queijo e presunto cru ou cozido) Simplesmente não encontramos outros tipos de lanches. Outra coisa que presenciamos muito é cachorro por toda parte, comum ter dentro dos postos, da conveniência, no banheiro, nas praças.
      Seguindo nosso caminho, neste dia já na ruta 7 passamos pelo Arco del Desaguadero (Entrada San Luis - Mendoza) também conhecida como Tierra del Sol y del Buen Vino, e nos dias que estivemos em Mendoza pudemos presenciar o sol com todo seu esplendor, e claro que fomos conhecer uma Bodega (vinícola) e tomar o bom vinho.
                    Após tantos quilometros de reta, a emoção foi tomando conta quando começamos a avistar uma silhueta de montanha, a Cordilheira dos Andes. Muitas vinículas foram surgindo pelo caminho, Mendoza estava próximo!   Foi emocionante entrar na cidade, passando pela avenida San Martin, toda arborizada num contraste de construções antigas com outras mais novas, belas e bem cuidadas praças. Chegamos com facilidade no hostel e tratamos de descarregar o carro e fomos as compras no mercado bem em frente ao hostel. Optei por um quarto que tinha sua própria cozinha e banheiro, o hostel Departamentos Avenida San Martim nos agradou bastante.                      Ja a noite quando estávamos nos preparando para dormir, próximo das 22:00 horas começamos a ouvir galhos batendo contra o telhado e barulho de vento, e quando saio do quarto para verificar o que esta acontecendo, levo um susto com o tanto de vento e logo em seguida uma forte chuva desaba, e para deixar mais dramático, muito granizo acompanha a chuva. Nosso carro está estacionado na rua, e fico muito preocupado com o tanto de granizo que cai incessante. Saio catando os tapetes da entrada do hostel para por em cima carro, mas claro que não resolve muita coisa. Em uma cidade em que a quantidade de chuvas de um ano é pouco mais do que a de um mês no Rio Grande do Sul, Mendoza vive praticamente da água que vem do degelo da Cordilheira dos Andes. Por toda cidade se veem canais na calçada por onde circula água para hidratar as árvores e jardins, e a chuvarada que presenciamos acaba inundando alguns canais, e tenho que sair debaixo do granizo para muda o carro de lugar. Interessante que apesar do caos causado por tanta chuva, os mendocinos continuam circulando de carro e ônibus normalmente, como se nada estivesse acontecendo.           Ao amanhecer levanto e curioso saio para dar uma volta de bike ao redor, e o  que vejo é as estradas cobertas de folhas, que de certa forma protegeram um pouco o carro. O céu se pronuncia num azul de brigadeiro. Em toda a zona central da cidade existem árvores gigantes fechando as ruas por cima e criando um ambiente muito agradável de sombra, numa terra em que o calor é considerável. Refrescam o verão e, ao perderem suas folhas no inverno, deixam o fraco sol de inverno entrar pelas ruas largas, aquecendo os ânimos. Os mendocinos curtem a vida, um bom lugar para comprovar isso é a rua Sarmiento tomada por um mar de guarda-sóis coloridos e mesinhas nas calçadas, onde eles gostam de se reunir, seja para saborear uma empanada assada em forno a lenha com uma taça de vinho, ou para um almoço completo, ou ainda para tomar algo, como dizem por lá.                       No dia 26 decidimos não andar de carro, ficamos o dia todo caminhando pela cidade, assim conhecendo com mais detalhes esta linda cidade. Deliciamos-nos com muitos sorvetes, que são excelentes!!! Depois de experimentar muitos sabores, elegemos o de limon granizado como o mais interessante. Almoçamos na rua Peatonal Sarmiento, que tem muitas opções de restaurante. No transito de Mendoza encontramos alguns veículos bem antigos, alguns citroen 3CV, o pequeno motor bicilíndrico refrigerado a ar de 602 cm3 e pouco mais de 30 cv, também encontramos alguns Fiat 600 (igual o carro usado nos filmes do Mr.Bean)  inclusive fiz uma foto ao lado de um, me senti um gigante perto do carro. Mendoza tem regras próprias, como a siesta e o horário do jantar, bem tarde, Em Mendoza existe a tradicional "siesta” que é das 13h00 às 17h00 onde todo o comércio da cidade se encontra fechando, retornando às suas atividades após as 17h00. Nesse horário a cidade parece abandonada, pode-se atravessar as ruas de olho fechado, ninguém circula durante a siesta. Achei bem tranqüilo pedalar por Mendoza, mesmo com trânsito, se mostrou mais seguro que na minha cidade de Blumenau.                Também fizemos boa parte do cambio do Real para o Peso Argentino em Mendoza, bem próximo a Peatonal Sarmiento.             O trecho de três quadras que liga a Plaza Independência à Avenida San Martín é um dos mais belos passeios de Mendoza. Ao longo de três quadras, com circulação apenas para pedestres, você poderá caminhar em meio ao verde das grandes árvores, sentar-se em gazebos aconchegantes ou simplesmente ver a vida mendocina passar. A rua é repleta de bares e restaurantes, com mesas ao ar livre, para todos os gostos. Lá o movimento vai do início da manhã ao final da noite. É difícil escolher onde sentar-se. Com sorte, você poderá ver um bom show de rua, sempre com boa música, que acontecem por lá, e nós paramos para apreciar uma linda apresentação de um violinista, que encantou nossa filha Nadine, que estuda música e toca violino.
                  Voltamos ao hostel para fazer nossa janta, tomar a popular cerveja Quilmes e o delicioso refrigerante Pritty limón. Hora de dormir e aguardar o próximo dia, dia de explorar a cordilheira dos Andes.
       
      RUTA 52 – CORDILHEIRA DOS ANDES
      A Ruta Provincial 52 é uma continuação da Av. General San Martín, uma longa avenida que atravessa a cidade de Mendoza. Ao sair da área urbana a paisagem se torna desértica, com vegetação típica de climas áridos, e a estrada possui uma reta imensa, com cerca de 15 km de extensão. As únicas construções existentes neste longo trecho sem curvas são uma fábrica de cimento e a unidade engarrafadora da água mineral Villavicencio, uma das águas mais conhecidas na Argentina, cuja fonte se encontra na Reserva Natural que originou o seu nome.
      No meio do caminho há uma espécie de portal com pedras pintadas de branco, que são ruínas do Monumento Histórico de Canota, construído em 1935 em homenagem ao General San Martín, pois foi neste local que ele, em 1817, tomou a decisão de separar em duas partes seu exército de 5 mil homens para cruzar os Andes rumo ao território chileno. Pouco depois deste monumento termina a grande reta e a estrada, que se torna mais estreita e com um pavimento um pouco mais precário, começa seu caminho sinuoso rumo às montanhas da pré-Cordilheira. Este caminho, que antigamente era a única ligação entre Mendoza e Santiago, é popularmente conhecido como estrada das 365 curvas ou Camino de Las 365 Curvas.
       A Cordilheira dos Andes é uma vasta cadeia montanhosa, formada por um sistema contínuo de montanhas ao longo da costa ocidental da América do Sul. A Cordilheira dos Andes protege o continente Sul americano de todas as correntes marítimas, por isso influencia tanto em nosso clima. Seu relevo é abrupto, planalto e, na maior parte coberto de gelo. Há vulcões em atividades, é a maior cadeia de montanhas do mundo (em comprimento), e em seus trechos mais largos chega a 160 km do extremo leste ao oeste. Sua altitude média gira em torno de 4000 m e seu https://www.youtube.com/watch?v=uVHc7Qqjovw&t=24s ponto culminante é o monte Aconcágua, com 6 962 m de altitude. A cordilheira dos Andes se estende desde a Venezuela até a Patagônia, atravessando todo o continente sul-americano.                A expectativa era grande por esse dia, um dos principais pontos turísticos que estava em nosso roteiro. Saímos cedo para percorrer aproximadamente 40 km de carro até reserva natural Villavicencio, ponto onde eu continuei de bike até Uspallata, pedalando mais 57 km com 1.880 metros de elevação, e alcançando a altitude máxima de 3.000 metros, subindo ininterruptamente 25 km, a subida mais longa que já fiz na minha vida. Só para ter uma idéia, a serra do Rio do Rastro tem aproximados 16 km de subida.           A medida que ganhava altitude, a vegetação ia diminuindo, a cada curva um suspiro de admiração, uma paisagem ímpar e maravilhosa, aos poucos a imponente Cordilheira dos Andes se mostrava mais.                Elizete e a Nadine estavam encantadas com a beleza do lugar, e assim fomos avançando montanha acima, elas indo de carro e acompanhado minha saga de subir essa longa montanha de bike. Boa parte do trajeto é seguro e fácil de passar de carro, somente tem que ficar atento a alguma pedra que pode rolar montanha abaixo. Paramos várias vezes para contemplar a paisagem, muitas fotos para ficar registrado. Como diz o popular ditado, uma fotografia pode valer por mil palavras, assim pode-se definir as fotos desse lugar mágico.         Mais ou menos na metade da subida surge um imprevisto, avisto de longe o carro parado e elas olhando para o pneu, uma pedra causa um rasgo no pneu traseiro. Mas isso não é motivo para reclamar ou desanimar, tivemos que tirar toda bagagem do porta molas para poder trocar com o pneu de reserva, mas fizemos a tarefa nos divertindo e rindo da situação, sabendo que seria um causo para contar posteriormente. Feito a troca seguimos viagem, e logo a frente avistamos os primeiro Guanacos. “O guanaco, assim como a lhama, é um mamífero ruminante da América do Sul. Ao contrário das outras espécies de camelídeos, este animal tem pelagem mais curta, podendo passar quatro dias sem água. Vive em grandes alturas, próximas aos 4 000 metros.”                A medida que nos aproximamos dos 3.000 de altitude, á paisagem muda rapidamente, parecendo mais uma região de deserto, praticamente nenhuma espécie de vegetais. Paramos mais uma vez num local com uma vista espetacular da cadeia de montanhas, e ali fizemos um agradecimento a Deus por poder estar nesse lugar, ficamos escutando o som da montanha com o vento batendo, e a impressão que temos é que estamos mais próximos de Deus. A Nadine aproveita o momento para tocar seu ukulele e juntos cantamos a música Ousado Amor.   “ ...Traz luz para as sombras, escala montanhas pra me encontrar, derruba muralhas destrói as mentiras pra me encontrar...”
                 
                  O cume da ruta 52 está a 3.000 de altitude, e nesse ponto apesar de estarmos em pleno verão a temperatura já é bem baixa e com a presença de um vento muito gelado. Ao redor a magnífica imagem de montanhas congeladas. Bem no topo tem um monumento denominado Cruz Del Paramillos, onde fizemos algumas fotos e iniciamos a longa decida até Uspallata. As meninas sentem com a altitude, a Nadine chega a pegar no sono sem perceber, e a Elizete também tem momentos de sonolência e um pouco de dor de cabeça.
      Nesse ponto a bike atinge facilmente 60 km e avança muito mais rápido que os carros, e diferente da subida que tinha 365 curvas a descida tem longas retas e curvas leves, o freio é usado somente para aliviar a velocidade e esperar que as meninas não fiquem muito distante, pois fico preocupado com o sintoma delas.
      Chegando na pitoresca e simpática cidade de Uspallata, vamos almoçar no restaurante El Rancho, comida deliciosa mas bem mais caro do que vínhamos pagando. A preocupação era arrumar o pneu do carro que furou no caminho, e por coincidência tinha uma borracharia bem ao lado do restaurante. Desse ponto em diante a bike volta para o transbike (mas deu uma vontade enorme de continuar de bike, quem sabe numa próxima...) e seguimos rumo a Las Cuevas, última cidade antes da fronteira com Chile.
      O caminho até Las Cuevas segue pela ruta 7 e com 84 km a serem percorridos, saindo de 1800 metros até alcançar 3200 de altitude. A paisagem é de tirar o fôlego, é impossível não nos sentirmos pequenos frente a tamanha magnitude da Cordilheira dos Andes. Impressionante a mudança de cores que se seguem em cada montanha, tons de verde, outros cinza, marrom claro e muitas outras tonalidades. O trajeto em si não é de extremo perigo, o trânsito é tranqüilo nessa época, mas exige muita atenção. Há alguns trechos em que um deslizamento de terra ou pedra perece iminente. No inverno por causa das nevascas é obrigatório ter correntes para passar nessa região. Atravessamos alguns túneis estreitos, e enfrentamos bastante vento, teve momentos que fiquei preocupado se o rack do teto iria suportar, ficava dando uns estalos fortes. Passamos por alguns cicloturistas com seus alforjes carregados, numa velocidade baixíssima, lutando contra o vento e as longas subidas. Para alguns isso pode parecer loucura, mas a sensação de liberdade e de conquista parece como estampado em suas faces, uma odisséia de respeito.
      Chegamos quase fim da tarde em Las Cuevas, o céu com um intenso azul, sombra em quase toda cidade que é encravada entre os Cerros Tolosa (5.432 m) e Navarro (4.547 m), o sol batendo nos picos das montanhas, muito gelo por toda parte, uma paisagem surreal.
       
      CRISTO REDENTOR DE LOS ANDES
       
                  A poucos quilômetros da fronteira com a República do Chile, Las Cuevas é uma alternativa diferente, em uma paisagem imponente. Lugar ideal para ambientação de quem vai escalar o Aconcagua. Las Cuevas é um pitoresco povoado de alta montanha. Entre seus atrativos se destacam suas casas de estilo nórdico e escandinavo, feitas com troncos e pedras. Uma de suas construções mais características é um edifício com um grande portal que era caminho obrigatório para o Chile.
      Nós escolhemos ficar no hostel Portezuelo Del Viento, onde o Juan Pablo nos atendeu muitíssimo bem. Foi o local que mais gostamos de ter ficado hospedado, o atendimento nota dez, ambiente rústico mas acolhedor, fica de frente para a entrada do caminho ao Cristo Redentor de Los Andes. Assim que chegamos e descarregamos as malas, Pablo nos alertou que a temperatura cairia rapidamente ao anoitecer, e após tudo arrumado no quarto resolvemos ir para fora tirar umas fotos, e realmente já estava muito frio, um vento cortante que gelou o corpo rapidamente. O hostel é muito bem equipado com aquecedores, deixando super agradável o ambiente, sem falar as histórias que Pablo contava com muita empolgação, relatando algumas aventuras de escalada ao Aconcágua, no qual ficamos sabendo que ele é um conhecido e renomado guia de escalada.
      Arrependi-me de não ter ficado mais um dia nesse local e explorar um pouco as trilhas ao redor, mas mesmo assim conseguimos visitar o que tinha planejado. De manhã após o café subimos de carro ao Cristo Redentor de Los Andes. Este trajeto é fechado durante o inverno, pois acumula muito gelo, e tivemos sorte que a estrada estava transitável a veículos pequenos. È uma subida de 9 km bem íngreme, que precisa bastante atenção na direção. Nosso carro 1.0 sofreu um pouco, nessa altura é comum a perca de potência, mas isso não impediu que nosso valente chegasse aos 4.000 de altitude. Chegar ao topo dessa montanha foi surreal, foi o ponto mais alto que atingimos. Inacreditável poder chegar até a placa que limita a Argentina com o Chile. Durante a subida passamos por vários pontos com gelo, e quase chegando ao topo passamos por um corredor de quase 2 metros de gelo.
                  “O Cristo Redentor dos Andes é um monumento na Cordilheira Principal dos Andes, a 3.832 metros acima do nível médio do mar, na fronteira entre a Argentina e o Chile. Foi revelado em 13 de março de 1904 como uma celebração da resolução pacífica da disputa de fronteira entre os dois países.”
                  Junto ao monumento tem um alojamento militar de adestramento operacional brigada de montanha. Mesmo sendo pleno verão o frio é intenso nesse lugar, o vento chega a ser perturbador. Eu vi que era possível subir um pouco mais a pé, uma pequena trilha leva a um ponto mais alto, eu não resisti e encarei essa trilha pedregosa, e nesse momento foi possível sentir um pouco o ar mais rarefeito. O visual é estonteante, é possível visualizar uma parte do antigo caminho que levava ao Chile.
      Voltamos boquiabertos com tanta beleza natural, as montanhas me fascina. Chegando ao hostel a Elizete e a Nadine já sentiam os efeitos da montanha, com enjôo, tonturas e dor de cabeça. Eu então comecei a me arrumar para subir a segunda vez ao Cristo, desta vez de bike. Minha esposa me questionou se tinha certeza que faria isso, e sem hesitar um segundo respondi que não perderia esse momento por nada. Um motociclista que tinha pernoitado no hostel veio verificar minha bike, me questionou sobre minha relação de 36 dentes, duvidando que conseguisse subir a montanha sem parar. Isso de certa forma me instigou a tentar subir os 9 km sem parada, e claro que consegui, pena que ao voltar ele já tinha partido kkkk. Foi difícil no começo, pois não consegui me aquecer, e minha ansiedade era grande, mas assim que subi o primeiro quilometro fui ajustando o ritmo e curtindo o visual, passando a centímetros do peral e superando a difícil subida. Foi uma sensação indescritível chegar ao topo pedalando, uma turista americana veio me parabenizar e quis saber o tempo que levei para subir, mostrei no celular a marca de 1:16 hora. Claro que subindo esquentou bastante o corpo, mas em poucos minutos o corpo esfriou, bateu uma rajada de vento que tive que me segurar para não cair. Resolvi descer logo para não travar a musculatura, e pelo incrível que pareça a descida foi um pouco tensa, em certo momento precisei parar devido a força do vento, mas cheguei em segurança ao hostel, com a felicidade estampada na face. Lembrei de um dizer que li em uma garrafa térmica logo cedo...” Hoy vas a conquistar el cielo sin mirar lo alto que queda del suelo. (De la canción "Ella", de la cantante española Bebe)
                  Terminamos de arrumar a bagagem e começamos a volta para Mendoza, agora eu também me sentia um pouco tonto, parecia que não tinha controle da altura da minha própria voz. Nossa intenção era parar em alguns pontos turísticos entre Las Cuevas e Uspallata, mas as meninas estavam bem enjoadas e sem ânimo para mais paradas. Fizemos somente uma parada, na entrada do parque provincial Aconcágua, a imponente montanha com 6.961 metros de altitude, o ponto mais alto da América. Por ser a montanha mais alta da América desafia todos os anos montanhistas de todo mundo a escalá-la
                  Mais uma vez ficamos admirados com a beleza das cores da montanha, e a medida que vamos descendo o calor vai aumentando e o enjôo vai diminuindo. Fizemos uma parada no dique Potrerillos, que é uma barragem localizada no Rio Mendoza, com um grande lago verde-turquesa. A barragem foi construída entre 1999 e 2003 por um consórcio formado pelas Industrias Metalúrgicas Pescarmona e Cartellone para fornecer controle de inundações, hidroeletricidade e água de irrigação.
       
      ULTIMAS VISITAS E VOLTA PARA CASA
       
                  De volta a Mendoza ficamos hospedados no hostel Restó del Teatro, um antigo casarão muito bem localizado para quem quer ficar próximo ao centro, e ao lado da Plaza Indepencia. O quarto deixou a desejar, já sabíamos que não teria ar condicionado (eu pensava que não faria falta) mas devido ao grande calor que fez nesses dias o ar condicionado fez muita falta, e o ventilador de teto funcionava precariamente, parecia que a qualquer momento cairia. Mas isso não nos desanimou, até porque o café da manhã servido foi o melhor de toda viagem. Aproveitamos para conhecer um pouco mais a cidade, e claro experimentar mais sorvetes. Uma sorveteria muito boa que conhecemos foi a da Famiglia Perin, com grande variedade e sabores deliciosos.
      Como é conhecido Mendoza, a terra do sol e do bom vinho, não poderíamos deixar de conhecer uma Bodega (vinícola), e a escolhida está localizada em Luján de Cuyo, a bodega Renacer. A visitação é possível somente com hora marcada, isso fizemos ainda no Brasil. Optamos por uma visita acompanhado de almoço, algo comum na maioria das bodegas. Uma refeição diferenciada com o chef Sebastián, com pratos deliciosos, montados de uma forma criativa, e claro servido com um bom vinho. Escolhemos no menu o prato de 03 passos com destaque para tiradito de novillo a la piedra e ao ojo de bife, foi de lamber os beiços. Muitos vinhos malbec argentinos são premiados internacionalmente, e realmente fica difícil escolher o melhor.
      Tivemos mais um dia livre em Mendoza, e nesse dia aproveitei para fazer mais um pedal. Pesquisando descobri um local muito freqüentado por esportistas, o Cerro Arco. Para chegar nesse local passei pela charmosa Avenida Del Libertador, adentrando por portões enormes ao parque General San Martin.
      “O Parque General San Martín é o mais antigo parque de Mendoza, fica próximo à Cordilheira dos Andes e é um dos maiores parques da Argentina. Foram plantadas árvores e plantas numa área de aproximadamente 307 hectares e o que era um deserto se tornou um enorme oásis, um verdadeiro jardim botânico. Feitos com ferro fundido, os portões do parque foram comprados em Paris em 1908. Um condor e um escudo de Mendoza tornam a estrutura ainda mais imponente. É um ótimo passeio para caminhadas e para apreciar o jardim que, por sinal, é muito bem cuidado. Os destaques do espaço são as praças, os lugares para piqueniques e churrascos, a bela Fonte dos Continentes, um Monumento ao Exército dos Andes em homenagem ao General San Martin, bem no topo do Cerro da Glória. Pela pista que circunda o grande lago artificial do lugar transitam ciclistas, corredores, patinadores e skatistas. Vários eventos gratuitos são realizados no parque, incluindo concertos públicos de orquestra, apresentações de bandas e grupos de danças folclóricas.Dentro do parque estão localizados, além do zoológico, o Museu de Ciências Naturais e Antropológicas, o anfiteatro do Teatro Grego Frank Romero Day, onde acontece a Festa da Vendímia, o Estádio Provincial Malvinas Argentina, a Universidade Nacional de Cuyo e até um clube de golfe!”
                  Na parte alta da cidade tem vários condomínios luxuosos e logo a frente já era possível avistar o imponente Cerro Arco. Foi uma subida muito sinuosa e com muitas pedras soltas em 4,5 km. Fiquei espantado com a quantidade de pessoas treinando ou simplesmente praticando uma caminhada. Algo que nunca vi no Brasil, e olha que já tive o privilégio de subir várias serras e morros conhecidos em Santa Catarina. Pelo incrível que pareça, esse dia amanheceu gelado, isso que no dia anterior fez 38 graus. Acredito que a mudança de direção do vento trouxe o ar gelado da cordilheira dos Andes, mudando radicalmente a temperatura, mas o céu continuava azul sem nuvens.
                  Voltando ao hostel com aquela sensação de ter conhecido mais um lugar espetacular, fui logo convocando as meninas para irmos ao parque General San Martin de carro. O parque é muito grande, e passamos um bom tempo nele. O Cerro da la Glória é visita indispensável, com um incrível monumento, uma merecida homenagem ao exército. A história de Mendoza vibra e se faz presente neste morro e em seu monumento.
                  Ficamos muito satisfeito com o que conhecemos em Mendoza, procuramos sempre que possível conversar com as pessoas e aprender mais sobre a cultura deles. A conversa se deu desde com atendentes das lojas, dos hostels, outros turistas e até morador de rua. Claro que é visível a insatisfação da população com a política argentina, uma nação em crise econômica e política. Espero um dia voltar a Argentina e conhecer mais lugares, pois a Argentina tem um potencial turístico enorme, principalmente para quem gosta de aventura e paisagens singulares.
                  Dia 31 de dezembro iniciamos a volta para casa, 03 dias de viagem. Optamos em voltar pelo mesmo caminho, inclusive paramos na mesma hospedagem do Sr.Quique em Saturnino Laspiur para passar a virada do ano. Algo muito diferente, uma cidade com aproximadamente 2496 habitantes a festa é bem singela comparando com nossas festas de virada. Ao anoitecer os moradores foram montando suas mesas e cadeiras na frente de suas casas em plena ruta 158 esperando para festejar o novo ano. Tentamos ficar acordados para participar com eles da virada, mas o cansaço nos dominou e cabamos dormindo. Graças a Deus todo nosso retorno foi sem percalços, mesmo pegando uma tempestade no segundo dia de viagem, causando um pouco de tensão.
                  Ao passarmos na alfândega para fazer a migração, encontramos o pátio alagado de tanta chuva que caiu minutos antes. Assim que passamos para o lado brasileiro bateu uma certa nostalgia por tudo que vivemos na Argentina, um sentimento de satisfação por ter decidido realizar essa viagem. Tudo começou com um sonho, parecia distante, difícil de conquistar, mas com perseverança, economia, e muita vontade de experimentar algo novo, conquistamos nosso sonho.
       
       
      Lindolf Bell: Menor que meu sonho não posso ser
      LIVRO PRONTO mochileiros.docx





    • Por Wes Bonfante
      Olá, pessoal, saio neste sábado, 13 de julho de Niterói, Rio de Janeiro, em direção a Santiago no Chile de mochilão. Quero descer até Montevideo, visitar Buenos Aires novamente, Mendoza, e seguir até Santiago. Queria chegar em Santiago até dia 22 de julho. Gostaria de dicas diversas, sobre o caminho a percorrer, segurança, banhos, tempo, também aceito ofertas para couchsurfing... Ah, preciso de seguro viagem pra cada lugar? 
    • Por Debora PedidosYa
      Boa tarde, mochileiros!
      Pretendo fazer uma viagem em agosto de 4 dias a mendoza e não acho informação recente em lugar nenhum... 
      Sabem dizem como faço pra ir de mendoza a las lenas? Se os pacotes disponiveis no site de las lenas inclui ja os equipamentos ou é so o valor de entrada? Como encontro guias para ir ao concaragua? Quais vinhedos tem melhor custo beneficio? Melhor forma de me locomover na viagem?
      Heeeelp!!
    • Por Alex Diluglio
      Segue o curto roteiro saindo de Porto Alegre e passando por pontos no Uruguai e Argentina. No final tem o valor gasto com cada passagem.

      Vamos lá... chegou o grande dia, na verdade nem acredito ser tão grande assim, mas mudanças, troca de hábitos ou qualquer atividade que permita sairmos da rotina é sempre bom, pois é mais uma oportunidade de aprendermos com nossos semelhantes. 
      A possibilidade de desfrutar um período mais longo fora do dia a dia de trabalho surgiu no início de Dezembro, mas como um bom procrastinador que sou comecei a arrumar as malas somente no final da tarde, algumas horas antes de pegar o primeiro de muitos ônibus que iriam definir essa aventura.    Então, 8 horas da noite eu estava entretido com opções de malas e acessórios para registrar cada momento da viagem, mas é claro, bem devagar, pois afinal de contas eu estava oficialmente de férias.    Tudo que tínhamos até o momento era uma passagem de Porto Alegre até o lado brasileiro do Chui saindo as 23:30 do dia 1 de março, e já no início surge a primeira confusão, antes mesmo de iniciarmos, pois nos mandaram imprimir as passagens de um lado da rodoviária, quando na verdade era em outro e ai já começa a correria (Bem vindo às férias). Tudo certo, fomos os últimos a embarcar no ônibus, mas ainda tínhamos 3 minutos sobrando.    Chegando pela manhã no lado oposto do Oiapoque (Chui - lado brasileiro), aproveitamos que era cedo e fomos em busca de um local para tomar um café. Eu lembrava que havia uma padaria muito boa na frente do centro de informações, local que eu estava acostumado a pedir tudo que é dica antes das minhas aventuras no Uruguai. A padaria devia estar sob nova direção, pois a preço subiu e a qualidade e limpeza estavam no chão. Quanto ao centro de informações estava em reforma, curioso que sou perguntei qual era a previsão para para concluírem, e a resposta não podia ser mais simples: "Quando acabarem as obras", parece que as coisas mudaram, mas como disse antes, mudança sempre é sempre para o bem, pois encontramos um hotel servindo um excelente café da manhã ao público.   De barriga cheia, fomos trocar nossos reais por pesos uruguaios e fazer algumas compras para a viagem.    Chegando na parada já no lado Uruguaio agora Chuy, já havia um ônibus saindo para nosso próximo destino: "Punta del Diablo". Para nossa surpresa. não fomos chamados para descer na Imigração, que por algum motivo não nos demos conta, mas em algum momento isso iria acontecer... (De acordo com a máxima: a cada ação ou nesse caso a falta dela uma reação).    Na rodoviária de Punta del Diablo, pegamos uma lotação até a praia, onde descemos no final da linha e de mochila fomos buscar onde dormir. Conhecemos o Pablo, que não era um Peruano que vivia na Bolívia e sim um Uruguaio que vivia ali mesmo. Ele tinha uns quartos arrumadinhos, bem simples, bem simples mesmo.    Agora, providos de um teto, saímos para aproveitar tudo de bom que a natureza de Punta tem para oferecer com sua costa litorânea, dunas, noite, comidas e tudo mais que se pode fazer quando estamos despreocupados com o tempo. Foram quase 4 dias neste ritmo, claro que nem tudo são flores, pois me deu uma dor de barriga no primeiro dia e o resultado foi literalmente catastrófico, se é que vocês me entendem. Na terça-feira dia 5, no início da manhã, pegamos a lotação de volta a rodoviária de Punta de Diablo e a partir dai partimos para Montevidéu no terminal Tres Cruzes, onde compramos uma outra passagem até Colônia del Sacramento.    Às 20 horas chegamos na nossa próxima estádia através do AirBnB em um hostel coordenado por Sebastian e sua mãe Roxana. Mal largamos as coisas e saímos para comer uma pizza Uruguaia em um restaurante local, o qual fomos surpreendidos pelo tamanho dos pratos.   Na manhã seguinte, após um café delicioso saímos para desbravar todos o cantos da cidade com uma bike alugada na própria casa. Essa cidade pitoresca fundada por Portugal e disputada por quase 100 anos entre espanhóis e lusitanos, provavelmente devido sua privilegiada localização geográfica no "Rio de la Plata" e suas ilhas. Outros pontos em destaque é a famosa "Calle de los Suspiros" construída em cunha de pedra, "Ruinas del Convento de San Francisco" destruído em 1704. "El Faro" de Colônia que começou a construção em 1845 e levou 12 anos para concluir, "Basílica del Santísimo Sacramento", construída em 1699. "Muelle de Colonia" construído em 1866, que foi o antigo porto da cidade e aeroporto, já que chegavam hidroaviões para conectar com outros destinos. Um pouco mais distante também conhecemos a "Plaza de Toros", hoje desmoronado, podia receber até 10.000 espectadores e também a "Capilla de San Benito", e por fim a costa, com destaque a qualidade das areias brancas, água morna e rasas.    A tarde já com as passagens à mão caminhamos até a estação de Ferry para imprimir os tickets, aguardamos em uma fila muito grande até a hora de mostrar os passaportes quando veio a pergunta da oficial da imigração que nos remeteu ao passado, lembram, quando disse que iriamos descobrir, pois aqui vai: "Por onde vocês entraram no Uruguai, pois aqui não encontro nada em seus passaportes?". Boa pergunta, pois como podemos sair de um lugar de não entramos, pelo menos é difícil de explicar nos tempos de hoje.  Como foi uma longa história de argumentações na sala da imigração, vou encurtar dizendo que o conserto para prosseguir ao próximo passo nos custou 2.778 pesos.   Concluído os tramites legais, embarcamos e percorremos o "Rio de la Plata" até "Puerto Madero" em Buenos Aires, caminhamos o suficiente para se arrepender, trocamos o dinheiro que não tínhamos e pagamos a taxa que não precisava para assim pegar um Uber até o "Terminal de Omnibus de Retiro", onde compramos as passagens até Córdoba.   Chegamos de manhã muito cedo, e ali mesmo na rodoviária foi feito a reserva pelo Booking para um hostel a 200 metros do terminal "Hostel Mediterranea". Nos acomodamos em um quarto compartilhado para 8 pessoas, que no dia haviam um americano, alguns argentinos e uma russa, o que mostra que esse tipo de acomodação é excelente para quem está em busca de socialização e esse também tinha um chuveiro muito bom, limpo, cozinha completa, bar no local e um amplo espaço com pessoas muito receptivas. No dia seguinte mudamos para um apartamento, um pouco mais afastado, mas com maior comodidade, conforto, privacidade e pelo mesmo preço.    É interessante perceber o resultado das nossas escolhas quando estamos abertos ao novo, pois neste caso, Córdoba não estava nos planos e talvez não tivéssemos uma outra oportunidade de conhecer esse local incrível o qual passaríamos os próximos 4 dias. Caminhamos muito por toda a cidade que possui uma lista cultural muito grande, sendo algum dos destaques a "Plaza San Martín", onde tudo começou, la "Iglesia de los Capuchinos" que é simplesmente incrível admirar o estilo Neogótico, o centro cultural "Paseo del Buen Pastor" que funcionou por quase 100 anos como asilo e presídio de mulheres, este lugar tem uma história triste, porém cheia de superações e inspiração, inciada em 1886 por monjas que perceberam a necessidade de recuperar mulheres, após diversos conflitos sociais, hoje neste mesmo espaço se encontra mostras de pintura, escultura,  fotografia, espetáculos de danças, shows de artistas, apresentações de teatros e por ai vai. O templo com planta em formato de cruz grega é o único em Córdoba. Dentro da capela havia um senhor com um conhecimento histórico incrível o qual poderíamos passar tranquilamente mais de um dia conversando. O local também possui uma diversidade muito grande de Igrejas, museus, todos como muitas história como o caso do antigo "Palacio Ferreyra" que é um símbolo da "Nueva Córdoba". Importante lembrar também do "Parque Sarmiento", que de tão grande que é, possui inclusive um Zoológico.   A noite desta cidade universitária chega a ser uma história a parte, saímos para conhecer o "Ganesha", que funciona como um bar para "happy hours" e jantares até a 1 da manhã e depois as mesas são recolhidas e o mesmo lugar é transformado em uma balada, o lugar fica lotado logo, se não for cedo melhor fazer reserva. Como havia dito esse é apenas uma das diversas opções, pois ao redor do "Paseo de las Artes" na rua Belgrano existe uma infinidade de opções. Veja o mapa com toda a lista.   Antes de se despedir para o próximo ponto, alguns fatos curiosos desta cidade é a quantidade de sorveterias "Grido", que não seria exagero dizer que tem uma a cada esquina, e tem um sorvete bom e barato, por exemplo a casquinha com três bolas sai 65 pesos. Outro fato interessante é saber que o mesmo local onde tem gente vivendo limpando para-brisas de carros na sinaleiras também tem restaurantes com mesas na rua onde as pessoas pagam as contas deixando o dinheiro na mesa o qual é recolhido pelo garçon somente quando for atender o próximo cliente nesta mesa para fazer o pedido.    Saímos de Córdoba pela empresa Chevalli por volta das 19:30 e chegamos em Mendoza às 6 da manhã seguinte o qual aguardamos a única cafeteria da rodoviária abrir, aproveitamos o tempo para uma leitura até as 9 e fomos para nossa próxima hospedagem. Pegamos uns folhetos e partimos para nossas próximas visitas turísticas: "Acuario Municipal", "Plaza Pedro de Castillos" e o "Museo del Área Fundacional" sendo esse último local, o que contém uma explicação cronológica de Mendoza desde a fundação em 1561 por Pedro Castillo, sua destruição em 1861 por um terremoto até os dias de hoje. Ao fim da tarde fomos comprar os ingredientes para o primeiro assado em parilla na Argentina. Nosso anfitrião Max, fez questão de nos acompanhar e sugerir 1kg de "Tapa de asado" e mais cebola e batatas para acompanhamento, além de uma boa cerveja. É impressionante que apesar da terrível situação econômica com a inflação nas alturas, é possível fazer um churrasco de boa qualidade para duas pessoas por R$ 60,00.    No dia seguintes saímos para um "City Tour" com conexão a vinícolas. A escolhida foi "Hacienda del Plata" uma vinícola familiar onde cada garrafa recebe o nome de um dos responsáveis do resultado da vinícola. Por 250 pesos conhecemos um pouco da história de 4 gerações através de muita hospitalidade, onde ainda conservavam a casa de um pouco mais de 100 anos, conhecemos vinhedo de uva Malbec 15 hectares, provamos a uva, visitamos a área de processamento do vinho, com generosas doses de degustação.      Continuamos nosso trajeto pelos 21 pontos, com uma parada na rua "Aristides Villanueva" para almoçar, foi difícil escolher uma diante tantas opções em uma única rua. Continuando o City Tour, é claro que as paradas dependem de gosto e tempo, mas eu diria que o "Cerro Gloria" vale a experiência. Terminamos o tour no final da tarde o qual o cansaço era tão grande que nossa única preocupação era comprar algo para o café, pois amanhã nosso próximo destino nos espera.    Saímos cedo para pegar o primeiro ônibus para "San Rafael", para aproximadamente 3.5 horas de viagem. Como estávamos sem internet na noite anterior, não conseguimos avisar nosso anfitrião, logo chegamos e batemos com a cara na porta. Nossas opções eram falar com os vizinhos e tentar contactar o anfitrião, primeira casa nada, a segunda não conseguimos muito além de assustar o bebê e uma ligação que não completava. Como ainda não estávamos desesperados de fome e o local parecia seguro, resolvemos aguardar, mas menos de cinco minutos depois, a vizinha do bebê vem nos dizer que conseguiu o contato e ele estava chegando.    Nosso anfitrião Gonzalo, chegou e já ofereceu uma carona até o mercado para nos prepararmos para o próximo assado. Comemos na companhia dos cachorros da casa, um coelho e o irmão mais novo, lavamos roupa, tomamos banho e saímos para conhecer a famosa avenida "Hipólito Yrigoyen". A rua possui alguns bares e sorveterias pelo lado Oeste da "Av. San Martin", ou lado direito caso sua referência de meridianos seja tão boa quanto a minha, ao lado esquerdo (Leste) já é avenida Mitre, onde ficam os estabelecimentos comerciais. Veja no mapa:   Além de um parque gostoso de ficar, o recém construído "Parque Hipólito Yrigoyen", também tem umas lojas de vinho, bares um centro de informações bem estruturado o qual recebemos diversas informações, incluído sobre nosso passeio no dia seguinte.    No dia seguinte antes da 7 da manhã já estávamos esperando o primeiro ônibus para "Valle Grande" que custou 436 pesos para duas pessoas, que era o lugar mais apropriado para visitar devido a infra-estrutura. Exploramos do Dique ao deserto, que aliás, diria para repensar sobre o conceito deserto, pois o mesmo pode oferecer experiências incríveis, foram muitas trocas de cenários (incluindo um submarino) e cada passo uma nova foto, lembrando que foram mais de 20.000 passos ~14km percorridos. Um aviso é para quem for em baixa temporada, levar o que comer, pois quase todos o local comerciais da suposta infraestrutura estavam fechados e os abertos não aceitavam cartão. Chegamos aproximadamente às 16 horas onde fomos almoçar e comprar os ingredientes para uma massa especial. E aqui uma outra dica para quem não costuma ler todas a regras da casa pelo aplicativo, é de perguntar para o anfitrião o que pode ou não pode fazer, pois descobrimos da pior forma que não podíamos utilizar a cozinha, logo guardamos os ingredientes e fomos comer fora. No final, tudo dá certo, pois encontramos o mesmo restaurante que comemos na capital Mendoza, o "Zitto", a franquia mantém o mesmo padrão de atendimento que preza a excelência e qualidade comprovados através do "Lomo" e uma "Salada de camarão".   No dia seguinte estávamos pronto para pegar o primeiro ônibus, mas não havia mais vaga, logo aproveitamos o tempo para atualizar a leitura e pegar o próximo às 9 horas. Para experienciar todo o tipo de hospedagem, passamos a noite em um hotel com café da manhã e na manhã seguinte deixamos as coisa no hotel a aproveitamos a manhã de domingo para conhecer um pouco mais da maravilhosa Mendoza, desde um trecho da missa, apresentação de Jazz na rua enquanto acontecia a meia maratona, Memorial da Bandeira e por ai vai.    Pronto para embarcar de volta para casa, serão dois dias de viagem pela frente, parece muito? Nahh, estou pronto para a próxima viagem. 🌎   E aqui segue os valores das passagens para duas pessoas para cada um dos destino que totalizaram R$ 2837
      1 Saída Porto Alegre para o Chui (R$ 344,20) 2 ~ 4 Chuí Uruguai para Punta del Diablo (R$ 26,00) 5 ~ 6 De Punta del Diablo para Montevideo (R$ 167,00) Montevideo para Colônia del Sacramento (R$ 98,00) 7 ~ 10 Colônia del Sacramento para Buenos Aires (R$ 373,00) Buenos Aires para Córdova (R$ 216,00) 11 ~13 Córdova para Mendoza (R$ 228,00) 14 ~15 Mendoza para San Rafael (R$ 49,00) 16 San Rafael para Mendoza (R$ 49,00) Mendoza para Buenos Aires (R$ 332) 17 ~18  Retorno Buenos Aires  para Porto Alegre (R$ 955,00) Na cotação do dia 2 de Abril de 2019 sendo: 1 Peso Uruguaio vale 0,12 Real Brasileiro 1 Peso Argentino vale 0,090 Real brasileiro


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