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  • Colaboradores

Olá Rafael, a visão que eu tenho de equipamentos é a seguinte:

 

Prefiro pagar um pouco mais caro ou o preço justo, mas ter certeza da qualidade e da garantia do equipamento, do que economizar uma grana e comprar algo que me deixe na mão.

 

Todo tipo de equipamento que imaginei precisar, eu já levei daqui. De vestuário até lanternas.

 

Em Cuzco, confesso que não fiz nenhuma pesquisa de equipamentos e não visitei nenhuma loja de artigos esportivos então não posso falar de lá. Em Arequipa eu até visitei algumas lojas, mas não botei muita fé nas coisas que vi.

 

Já em La Paz, é um berço de produtos falsificados. Roupas da North Face lá é igual mato, bonitas mas todas falsificadas. Mochilas da Deuter, Camelback e outras marcas consolidadas estão por todos os lados mas tudo falsificado. Os próprios vendedores falam que os produtos não são originais e quem tem uma noção do preço desses equipamentos logo percebe que eles não poderiam ser importados e vendidos tão barato na Bolívia.

Vi somente uma loja que tinha produtos originais, com preços em dólar e um valor tão compatível com os praticados aqui no Brasil.

Mas aí vai de cada um.

 

Uma sugestão que te dou, é a linha de produtos da Trilhas e Rumos. Uma empresa brasileira com sede em Teresópolis. Tirando as segundas-peles, tudo o que tenho é da Trilhas e Rumos. Desde vestuário, até barracas e mochilas inclusive a que levei para o Mochilão. Nunca me deixaram na mão em nada e olha que já peguei muitos perrengues e fortes chuvas pelos lugares que andei.

Conversando com um guia em San Pedro de Atacama, que conheçe o Brasil, ele até citou a qualidade dos produtos da Trilhas e Rumos e disse ser umas das melhores marcas de vestuário de aventura que ele conhece.

 

É o melhor custo benefício e não perde nada para as marcas importadas. Recomendo.

 

Abraços,

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Membros

Opa.. valeu thiagão... o orçamento que eu fiz também tirando a segunda pele que é da curtlo, o resto é todo da trilhas e rumos, salvo a mochila que eu comprei the north face. Minha namorada mora em petrópolis estou indo pra la esse fds vou ver se passo em teresópolis que é ali do lado pra dar uma boa olha e possivelmente "comprada" rs.. valeu thiago, tá me ajudando demais!!

abração fica com Deus..

se alguém souber de loja boa e com preços bons na boliva ou Peru, agradeço as informações!

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  • Membros de Honra

Rafael, essas informações você pode procurar nos tópicos abaixo ou utilizando a BUSCA do site ok?

 

Tópico sobre COMPRAS no Peru: compras-precos-e-dicas-t28587.html

 

Tópico sobre ROUPAS PARA O FRIO (alguma coisa sobre lojas): roupas-para-o-frio-t24576.html

 

Tópico sobre ROUPAS no Peru: roupas-no-peru-t27587.html

 

Tópico sobre LIMA (informações de compra, lojas, etc): lima-perguntas-e-respostas-t17983-45.html

 

Tópico sobre COMPRAS na Bolívia: compras-na-bolivia-t23864.html

 

Tópico sobre LA PAZ (tem informações de compras, lojas, etc): la-paz-perguntas-e-respostas-t41853.html

 

Sempre utilize a busca quando não encontrar o tópico com as informações, esse aqui é sobre a TRILHA SALKANTAY.

 

Intééé

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  • 2 meses depois...
  • Colaboradores

E ai Marco!!!

 

Eu fiz essa trilha em Julho/2010 onde as temperaturas são mais baixas, mesmo assim não tive muitos problemas com a temperatura.

Levei um termômetro digital e fiz esse monitoramento durante o percurso.

O segundo dia é o mais frio com temperatura de -5 a 5 graus, isso durante a subida onde se chega a uma altutide superior a 4,5 mil metros. Aí o frio aperta um pouco. Quando eu fui o tempo estava fechado e choveu um pouco, assim quando estava subindo a montanha a chuva acabou virando uma leve neve.

Mas logo quando começa a decida a temperatura vai melhorando e chegamos e dispensar as roupas de frio.

 

Resumindo, frio mesmo só no acampamento do primeiro para o segundo dia, e durante a travessia da montanha que dá vista para o Salkantay. O resto a temperatura é bem tropical, como estamos acostumados. No último dia, eu quase fritei de calor. Eheheh!!!

 

Abraços,

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  • Membros

Concordo comk o Thiago.

Eu fiz em outubro de 2010

O cruel é o segundo dia mesmo, mas com um anorak e uma segunda pele , e luva (q comprei em Cuzco) levei na boa

Os outros dias vc vai na boa, fico variando entre chuva e calor no terceiro dia, então refresca bem

Leve bastante repelente na dormida do ultimo dia, eu comprei um de farmacia e foi foda rss, na 20º picada de mosquito na perna eu parei de contar rss

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  • Membros de Honra
Vc precisou de algum casaco especial, tipo com enchimento?

 

Marco, 3 posts acima do seu tem os links dos tópicos sobre ROUPA DE FRIO.

 

Dê uma olhada nesse tutorial do Leo: como-vestir-se-em-locais-frios-sistema-de-camadas-anorak-fleece-underwear-t32962.html

 

Independente do que você for comprar ou usar, é bom se informar e saber disso ok?

 

O segundo dia é bem frio mesmo, mas não precisa ter medo, é só se vestir adequadamente (como você vai se informar nos tópicos).

 

Intééé

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  • Membros

Pessoal, boa noite,

Planejo sair do brasil já com todos meus equipamentos (mochila, barraca, isolante, saco de dormir, fogareiro, etc...) e partir para fazer a Salkantay.

Nosso ideal seria irmos sem guia nenhum, por nossa conta.

Iríamos acompanhando "de longe" outros grupos, para não nos perder, e acampar próximo.

 

Mas pelo que eu li, parece ser barra pesada a subida com mochilas, e é sempre bom escutar a opinião dos outros.

Dessa forma, penso então em pegar um ônibus até Mollepata, e dar alguns soles para algum dono de mula, para que nos acompanhe no trajeto.

Não conheço essa cidade de Mollepata, como é a infraestrutura da cidade? É fácil de encontrar algum nativo que me leve, partindo da cidade?

 

Dizem que as mulas nos acompanham até o terceiro dia.

Fazendo o resto do trajeto a pé (até aguas calientes), que me parece que é todo em descida, com mochila e barraca, é "tranquilo"?

E essa tal tirolesa que tem no caminho, como faço?

 

Minha idéia é contratar uma agência apenas para o vale sagrado e MP.

 

Agradeço.

Abraços!

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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