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Seguinte... estou pensando em ir em breve tipo em um mes ou 2... vou solo, fazer essa tal trilha sem guia e sem mula, sem nada!

é uma viagem de reflexão e tal... em fim quero saber se tem mto farofeiro e qual a dificuldade dessa trilha comparando com o W de torres del Paine, ou a serra fina.

 

Outra coisa precisa GPS, ou o caminho é bem marcado?

O clima lá agora é oq , mto frio, chuva, neve?

 

Valeu pessoas!

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Membros de Honra
Seguinte... estou pensando em ir em breve tipo em um mes ou 2... vou solo, fazer essa tal trilha sem guia e sem mula, sem nada!

é uma viagem de reflexão e tal... em fim quero saber se tem mto farofeiro e qual a dificuldade dessa trilha comparando com o W de torres del Paine, ou a serra fina.

 

Outra coisa precisa GPS, ou o caminho é bem marcado?

O clima lá agora é oq , mto frio, chuva, neve?

 

Valeu pessoas!

 

Giuliano, não entendi sua pergunta sobre farofeiro e não posso comparar Salkantay com TDP, mas em vários pontos da trilha você precisa saber para onde vai, pois não tem marcação nenhuma.

 

O que posso sugerir é você acampar 'perto' de onde os grupos acampam e vai seguindo eles meio que de longe. Sozinho, sem saber o caminho, não acho muito prudente não. O GPS vai ajudar se você tiver um tracklog de quem já foi, fora isso não acho que vá fazer diferença.

 

Sobre o clima, agora não é época de chuva, mas a temperatura está bem baixa. Falando com uma amiga ontem, estava em torno de 8 graus em Cusco. Na trilha, principalmente perto da Salkantay, é bem mais frio que isso e chega a ficar negativa.

 

Intééé

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Fala galera, Tenho uma duvida, sou sedentario mas fecharei a trilha salkantay, gostaria de saber até quando podemos desistir da trilha? Por exemplo farei a trilha mas até quando (digo no primeiro dia, sefgundo etc) podemos desistir dela e voltar, pois tenmho um joelho quase nulo e sei q a trilha é dura principalmente no segundo dia ???

Como é o esquema para as pessoas q desistem, passam mal no meio da trilha???

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  • Membros de Honra

André, essa é uma questão bem complicada.

 

A trilha Salkantay, como você sabe, é de 5 dias. Que eu me lembre até o terceiro dia ainda tem as mulas (ou burros) que carregam a bagagem, então creio que até o terceiro dia você pode contratar esse serviço se precisar.

 

As agências prometem um monte de coisas, até cilindro de oxigênio, mas na prática isso não acontece e se você passar mal você fica nas mãos dos guias que na maioria das vezes não sabem nem os procedimentos de primeiros socorros. Infelizmente!

 

Sobre seu joelho, duas partes principais forçam bastante. No segundo dia com a subida até o Sakantay, e depois com a decida, que na minha opinião é a parte mais castigante. Prefiro as subidas do que as decidas. Compre dois bastões de caminhada BONS e aprenda a usá-los corretamente. Isso vai ajudar muito tanto a subida quanto a decida.

 

Intééé

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  • Colaboradores

André, fiz a trilha de Salkantay em julho e tenho algumas considerações.

 

A primeira seria a mudança de nome. De trilha Salkantay para caminho Salkantay. Trilha mesmo, só o segundo dia, e um pouco do terceiro. ::dãã2::ãã2::'>

O primeiro dia você caminha todo por estrada de terra. É uma longa subida mas não muito inclinada.

O segundo dia, aí sim é uma subida até 4600 metros de altitude por uma trilha aonde apreciamos Salkantay, depois começa a descer.

O terceiro dia, algumas horas por uma bela trilha e depois, mais estrada de chão até Santa Tereza.

O quarto dia, mais estrada de chão até a Hidrelétrica. Depois o caminho paralelo a linha do trem, até Águas Calientes.

Pernoite em Águas Calientes e no dia seguinte a visita à Machu Picchu.

 

Então o caminho seria de 4 dias. O quinto é a visita a MP. E de trilha mesmo, só 1 dia. 1 dia e meio no MÁXIMO.

 

Sobre a questão do sedentarismo, se você não for obeso e não fumar (ou tiver fumado nos últimos 2 anos), vai tranquilo. ::otemo::

Não sei se você vai estar aclimatado com a altitude mas não aconselharia chegar em Cuzco e já fazer a trilha. Seria ideal ficar pelo menos 3 dias em uma altitude significativa. Pode ser em Cuzco mesmo. Aí você tem que ver no seu roteiro.

Você pode sentir um cansaço relativo e ficar ofegante mas te digo que este "caminho" Salkantay é muito tranquilo. O ritmo de caminhada é bem lento, e você pode parar para descansar, comer e beber água quando quiser. Não é um guia que vai controlar o SEU limite físico. ::cool:::'>

Tem uma longa descida no segundo dia que pode comprometer o seu joelho, mas vai com calma e sem forçar, se concentrando na trilha para não pisar errado e estragar ainda mais o joelho. Leve dorflex e algo tipo gelol. No meu modo de ver, bastões de caminhada ajudam para subir. Para descer eles mais atrapalham do que ajudam, mas é bom levar.

Vai tranquilo... a trilha Salkantay não é um bicho de 7 cabeças. Eu fiz com o pé nas costas e no meu grupo tinham pessoas mais "cheínhas" e até de idade avançada que deram conta do recado.

 

Sobre desistir, não conte com isso. Geralmente somente 1 guia acompanha o grupo. Então se alguém desistir, como dividir o guia em 2 para que ele acompanhe quem desistiu, e acompanhe o resto do grupo. Não tem jeito.

As mulas NÃO acompanham o grupo durante o trajeto, apesar de que passam mulas indo e vindo por todo o caminho. Se passar do segundo dia, aí já não da pra desistir e voltar. Senão você andaria mais para voltar, do que para concluir o caminho. Então é bola pra frente. ::hahaha::

Então se houver um imprevisto, realmente estará na mão do guia e terá que contar com a ajuda dele.

Para consolar, tirando o segundo dia, que é trilha mesmo, todos os outros dias, o caminho, tem acesso a carro fazendo com que um auxílio saúde se torne mais fácil. Agora o preço disso pode ser abusivo.

 

No mais... não se assuste com o "caminho" Salkantay, nem com a altitude, nem com nada. Vai tranquilo que terá sucesso e verá que lá na hora é tudo muitooo mais tranquilo do que você já ouviu falar.

Não sei se você tem prática com longas caminhadas. Fica a dica de proteger os seus pés o máximo que puder. Ele é a parte principal do seu corpo nessa hora. Principalmente de bolhas. Elas podem tornar o seu caminho um calvário.

 

Avalie o seu limite físico (leia-se joelho) e, se for encarar a trilha, aproveite ao máximo o passeio. ::otemo::

 

Abraços,

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  • Membros de Honra

Fala Thiago, vou discordar de você em 2 pontos, mas não quer dizer que sou dono da razão ok?

 

No meu modo de ver, bastões de caminhada ajudam para subir. Para descer eles mais atrapalham do que ajudam, mas é bom levar.

 

Não sei como você usa seus bastões, mas para descer eu acho mais útil que para subir. Em vez de colocar o peso do impacto no joelho, eu coloco o bastão na frente, apoio na parte de cima com a palma da mão e solto meu peso no bastão, chegando no chão praticamente sem impacto. Ultimamente meu joelho virou um reclamão e a decida do segundo dia foi a que mais me castigou. Se não fossem os bastões (que peguei emprestado do LeoRJ em Cusco) eu teria sérios problemas justamente nas decidas.

Teve um cara que o joelho dele começou a doer também na decida, mas ele estava usando o bastão de forma errada e quando mostrei como eu fazia, aí sim ele disse que daria para continuar.

 

As mulas NÃO acompanham o grupo durante o trajeto, apesar de que passam mulas indo e vindo por todo o caminho. Se passar do segundo dia, aí já não da pra desistir e voltar. Senão você andaria mais para voltar, do que para concluir o caminho.

 

Apesar de as mulas/burros/cavalos não ACOMPANHAREM o grupo durante o trajeto, elas fazem o mesmo caminho. Quem precisar desse "transporte", mesmo que não volte à Mollepata, pode continuar até o próximo acampamento. Então em qualquer um desses 3 primeiros dias é possível 'desistir de caminhar' e pagar para continuar no lombo dos bichinhos.

 

Foto de um casal subindo o segundo dia:

20100809103102.jpg

 

Intééé

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  • Colaboradores

Bom, alguns tipos de equipamentos eu prefiro comprar aqui no Brasil, mesmo que lá fora esteja mais barato. Aqui pelo menos sabemos a qualidade e procedência dos produtos e não corremos o risco de comprar algo que nos deixe na mão quando mais precisarmos.

 

Eu faço expedições e travessias aqui no Brasil, básicamente na região sudeste e recomendaria o seguinte bastão:

 

http://www.seanauticamg.com.br/images/GTA.jpg

 

Existem o mesmo bastão de várias marcas diferentes. Nautika, Aztec, GTA, Guepardo, etc. Todos são IDÊNTICOS pois o importador no Brasil é o mesmo. Custa na faixa de R$ 50,00 a R$70,00.

Tem o tamanho ajustavel, amortecedor, 3 pontas diferentes e um punho confortável e anatômico para a mão.

 

Abraços,

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

E aeeeeeeee galerinha !!!

 

Caraca, tentei fechar o vôo para Cusco usando as milhagens da TAM, mas não deu certo... Parece que posso ir até Lima com elas e pagar o trecho restante que é quase o mesmo preço da viagem GRU-CUS... Resultado: Me indignei e agora vou radicalizar !!! Estou me programando para ir naquele esquema bus+trem+morte+revival+Bolivia+várias paradas+fugadeladrão = Cusco.....

Li exaustivamente os posts destes fóruns, mas parece que pouca gente fez este esquema recentemente... Agradeço se vcs puderem me atualizar quanto a esta viagem pré-Cusco... Será que ainda vale a pena? (ou é mto risco e programa de índio para pouca recompensa...) O que mais me intriga são os trechos de trem dentro da Bolívia... Parece que rola um esquema de bilhetes em Puerto Quijarro (muita gente não consegue embarcar no mesmo dia e tem que ficar nos hoteis chinfrins daquela cidade...) Vcs têm informação disso ? E o restante da trip (Santa Cruz de la Sierra => La Paz => Copacabana => Puno => Cusco) ??

 

Quanto a trilha, já falei com o Humberto (Puma) e ele me passou o itinerário... Muita gente reclama da demora nas respostas dos e-mails, mas eu consegui falar com ele diretamente pelo msn e ele me enviou na hora !!! (dei sorte?) Já tem nos posts anteriores, mas segue o msn dele: (rocki_2006_7 *arroba* hotmail.com)

 

Não sei se posso postar o preço, mas ficou entre USD180 a U$220... (depois me digam se eu posso falar o preço certo... De todo jeito, vou fechar na hora e dar aquela pechinchada básica !)

 

Segue o esquema para quem tiver interesse:

 

===============================

Alternativo Salkantay - Machupicchu 5D/4N

 

Itinerario:

 

Día 01: Cusco – Mollepata – Soraypampa

Recojo del hotel 4.30 a.m Salida en transporte privado hacia Mollepata (2900 m.s.n.m.) en grupo de 12 pax.

 

Este día se tiene un viaje escénico hacia Limatambo , vistas panorámicas del “Apu Salkantay”, hasta llegar al punto de inicio del trekking ,CRUSPATA. Después de caminar alrededor de 3 hrs se llega a Challacancha lugar del almuerzo, por la tarde se continua hacia Soraypampa (3850 m.s.n.m.), donde se pasa la noche-pernocte

En este día se observa el cambio de tres pisos ecológicos diferentes.

 

Día 02: Soraypampa - Chalway

Después del desayuno , temprano inicio de la caminata 3 hrs. aprox. hasta llegar al paso de salkantay (4590 m.s.n.m.).De este punto se aprecia vistas del nevado de Salkantay (6264 m.s.n.m.)que es conocido como el segundo pico mas alto de la región del Cusco, al igual que las montañas de Humantay y Huayanay que se observa durante el camino , el almuerzo previsto en Huayracpunku, luego caminata de 2 – 3 hrs. al campo de Chaullay (2920 m.s.n.m.) donde nos esperan listas las carpas para acampar.

 

Día 03: Chalway – La Playa

Inicio de caminata a 7.00 a.m. hacia Uscamayoc, nivel Ceja de Selva, presencia diversas clases de plantas, frutas, flores, planta de coca y pájaros etc.el almuerzo en Wiñaypoqo,, tiempo libre para descansar. Luego, se continua por un tiempo aproximado de 3 hrs. pasando por una pequeña aldea de La Playa (2350 m.s.n.m.).y acamparemos a una distancia de 15 km. aprox..

 

Día 04: La Playa – Aguas Calientes.Después del desayuno, inicio de la caminata hacia la aldea de Lucmabamba, y siguiendo el camino hacia Llactapata (2700 m.s.n.m.). De aquí se observa la Ciudadela de Machupicchu y descendiendo por 2 hrs. hacia la planta de la Hidroeléctrica donde almorzaremos y continuaremos con nuestra caminata hacia Machupicchu Pueblo (Aguas Calientes).Opcional baños termales que esta en el Pueblo. acomodación en hotel.

 

Día 05: Aguas Calientes – Machupicchu – Cusco

Después del desayuno subiremos hacia el Santuario Histórico de Machupicchu, la visita dura un aproximado de 2 1/2 hrs.con el guia y luego tiempo libre para la subida opcional hacia la montaña de Huaynapicchu, o la visita del templo de la luna o la puerta del sol, Inti Punku ,descender para luego retornar a la Ciudad del Cusco llegando un aproximado de las 8.30pm.

 

Incluye:

• Recojo de su hotel alas 4:30 hrs. de la mañana en bus privado hacia Mollepata .

• Guía profesional bilingüe.

• Alimentación 4desayunos / 4almuerzos / 4cenas opcion vegetariano

• Cocinero y equipo de cocina

• Arrieros y caballos (quienes se encargan de portar carpas, alimentación y equipo de cocina)

• Hostal en Aguas Calientes

• Ingreso a Machupicchu

• Ticket de tren (Servicio Backpacker) de Aguas Calientes a Cusco

• Carpas : cuádruples para 2 personas (matras), carpa comedor, carpa cocina

• Balón de oxigeno

• Botiquín de primeros auxilios.

===============================

 

Botequinho de primeros auxilios é boa !!! Vai levar uma garrafa de pinga e uma de cognac..... hehehe...

Bom, estou me programando para sair logo após o feriado de 7 de setembro, quem tiver pelo caminho, fala ae para passarmos o perrengue juntos !!!

 

Aguardo comentários dos nossos irmãos experientes neste caminho...

 

Abraços !!!

 

Newton

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  • Membros

Newton blz...????

 

cara sobre o voô de lima cuzco procura nessa companhia que eles fazem esse trajeto e talvez vc encontre um preço mais acessível com o seu orçamento!!!

http://www.taca.com

 

sobre o preço da trilha eu fiz ela em outubro do ano passado e paguei $175,00. Negociando na hora vc encontre um valor melhor que se fechar adiantando...!!!

 

espero ter ajudado

 

abrass

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
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      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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