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Putz, eu nem sabia que tinha que pagar para fazer a trilha de Salkantay; pra mim tinha que pagar só para entrar nas ruínas de Machu Picchu. Ao menos que tenha que pagar para alguma agência de viagem para ter direito à guia, mulas, equipamentos...; Acabei de voltar do Parque Torres del Paine no Chile, fiquei 10 dias lá e paguei uma entrada de 15000 pesos, ou seja, menos de 50 reais. Para pessoas como eu que irão fazer essa trilha independente de guia ou agência de viagem, eu tenho que pagar algum valor entre o vilarejo de Mollepata e Aguas Calientes ? E por que tem que pagar; trata-se de algum Parque Nacional ?

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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lucasdimelo

 

A Trilha Inca Salkantay NÃO É PAGA! O que você paga é justamente o serviço da agência: deslocamento de Cusco até Mollepata, os guias, a barraca montada e a comida pronta no final do dia, o hostel em Águas Calientes, a entrada em MP e o trem de volta até Ollantaytambo.

 

É diferente da Trilha Inca TRADICIONAL, que é controlada pelo governo peruano e obrigatoriamente você tem que contratar agência e uma parte dessa grana a agência repassa para o governo.

 

Intééé

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Putz, eu nem sabia que tinha que pagar para fazer a trilha de Salkantay; pra mim tinha que pagar só para entrar nas ruínas de Machu Picchu. Ao menos que tenha que pagar para alguma agência de viagem para ter direito à guia, mulas, equipamentos...; Acabei de voltar do Parque Torres del Paine no Chile, fiquei 10 dias lá e paguei uma entrada de 15000 pesos, ou seja, menos de 50 reais. Para pessoas como eu que irão fazer essa trilha independente de guia ou agência de viagem, eu tenho que pagar algum valor entre o vilarejo de Mollepata e Aguas Calientes ? E por que tem que pagar; trata-se de algum Parque Nacional ?

 

Olá, Lucas!

Quando eu fiz a trilha Salkantay só paguei pra agência pelos serviços oferecidos e o ingresso de entrada em Machu Picchu.

Em alguns trechos os moradores locais cobram um pedágio dos turistas, mas o pagamento não é oficial e muito menos obrigatório.

Ah! Pra evitar filas na entrada de Machu Picchu, saia de Águas Calientes antes das 4h da madrugada.

As escadarias até MP são exaustivas!

Abraços!

Luis

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Caro Lucas Santiago:

 

Pelo que entendi, você planeja seguir atrás de um grupo que está com guia, mantendo-se "longe" para não se perder.

Ou seja: você está errado ao dizer que irá "sem guia nenhum".

 

Sem meias palavras, a realidade é que os outros pagarão o que você usufruirá de graça.

 

Correto é o seu xará aqui do tópico, o Lucas di Melo: ele busca informações na internet, faz mapas no Google, usa dados de GPS e faz um planejamento para ir sem guia.

Ele sim pode dizer que irá "sem guia"*. ::otemo::

 

Ser mochileiro é valorizar a cultura local, cultivar amizades e usufruir das belezas naturais com uma visão humana e com ética.

Ser mochileiro envolve viajar com pouca grana, mas pagando preços justos pelos serviços que usufruimos.

 

Abraços!

 

Luis

 

Ecoturista,

Certa vez fiz a travessia Lapinha-Tabuleiro com amigos só com um mapa e bússola e nos perdemos . Passamos um bom aperto. Irresponsabilidade total.

Em um momento tenso como esse, perdido, se você volta para trás na trilha, pára em um lugar alto e vê uma pessoa a 2km de distância, e você consegue se encontrar na trilha, é uma vitória. Quis dizer neste sentido. Me ajudou no momento de emergência.

Acho que você pode ter pensado que eu queria ir "embarreirando" em outras turmas com guias. Nunca faria isso.

 

Enfim, também estou procurando mapas, informações, e trilhas em GPS e um planejamento para viajar sem guia. Por isso que estou fazendo isso 4 meses antes de viajar.

Conheço também o espírito mochileiro.

Já fui para o Peru em 2007 e estou voltando justamente porque valorizo a cultura local, belezas naturais e fiz amizades.

 

Como já aprendi a lição, levaremos um GPS .Com certeza é prioridade máxima e por isso estamos levando um.

Encontrei a trilha em GPS, só que para venda. Pretendo comprá-la se não conseguir nada melhor na net até lá (junho).

http://gpstravelmaps.com/sacredvalley.php

 

Abraço,

Lucas

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Lucas, Também estou pesquisando a trilha do Salkantay e os mapas do Peru com curvas de nível; sugiro que você dê uma olhada nos sites:

www.mogeo.com.br

www.gps.com.ar

www.viajerosmapas.com

www.perut.org

Espero que você não precise gastar grana comprando esses dados. Assim que eu conseguir alguma coisa eu disponibilizo aqui.

Abraço.

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Lucas, no site http://www.perut.org/ consta os mapa topográficos do Peru com curvas de nível a cada 100 m, dividido em quatro partes: parte 1, parte 2, parte 3, parte 4; mas eu não conseguir abrí-lo no mapsource, nem em casa, nem aqui no trabalho; caso você consiga, por favor, disponibilize esses arquivos aqui no site dos mochileiros.

Abração.

 

ps: acredito que com esses dados é possível transferir a trilha do Salkantay criada no google earth para o mapsource e fazer os reajustes necessários.

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Lucas,

Vou tentar, estou sem o mapsource no pc, assim que baixar vou tentar.

 

Na verdade, eu queria comentar outra coisa, que me deixou na dúvida:

Vi os mapas que você postou na página anterior.

Dá olhada neste mapa aqui embaixo:

http://www.andeantravelweb.com/peru/treks/salkantay-machu-picchu-map.gif

 

Você está querendo fazer o trajeto que emenda com a Trilha inca clássica? Tem jeito?

Por todos os relatos que vi, a trilha passa entre o Salkantay e o Humantay (esquerda).

Estou estou planejando ele.

Essa que você mandou é a rota que vai para a direita.

Como é este caminho? Não tem que pagar nada para entrar na trilha inca não?

 

Fiquei com altas dúvidas....

 

Valeu,

Abraço

Lucas

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Lucas, você tem razão, a Trilha do Salkantay original é a trilha da esquerda que passa pelas ruínas de Santa Teresa e depois pela "hidro-electrica". A trilha que eu fiz no google Earth é parte trilha do salkantay e parte trilha Inca.

Como eu vou ter somente 9 dias para fazer essa viagem, também vou ficar com a opção da esquerda de 4 dias; já que vou ter que ficar dois dias em cuzco adaptando meu organismo à altitude, tomando muito chá de coca, rs..

A trilha de Salkantay (da esquerda, a trilha original) está extremamente visível no google earth! e por isso acredito que você consiga fazê-la tranqüilamente com um bom mapa topográfico da região (impresso) e com a trilha desenhada no próprio google earth e transferida pro GPS. Se você não encontrar o mapa topográfico, acredito que imagens do google earth impressas possam te ajudar bastante, já que a trilha segue basicamente pelos vales.

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  • Membros

Dá uma olhada nestes mapas abaixo, estão bem detalhados no Google Mapas, dá para ter uma boa visão em 3D. Achei por aí na net...

 

upload/galeria/fotos/20110216215637.jpg

upload/galeria/fotos/20110216215744.jpg

upload/galeria/fotos/20110216215809.jpg

upload/galeria/fotos/20110216215840.jpg

upload/galeria/fotos/20110216215840.jpg

 

PS: Também não consegui abrir aqueles arquivos no mapsource.

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  • Membros

Com base nessas imagens que você enviou eu refiz a trilha do Salkantay e obtive os seguintes valores: Primeiro Dia: 22,8 km; Segundo Dia: 18,5 km; Terceiro Dia: 14,3 km e Quarto dia até Aguas Calientes: 28,4 km; Acredito ser interessante fazer Aguas Calientes até Machu Picchu no Quinto dia.

A trilha do Salkantay arquivo google earth segue em anexo.

Para visualizar em 3D é só clicar em "Ferramentas", depois clicar em "Opções", e onde está escrito "Ampliar Elevação" digite o numeral "3" e dê OK.

Salkantay 4 dias.kmz

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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