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Jana, o hotel era ORO VERDE, mas segundo informações ele foi destruído na enchente do ano passado.

 

Mas tem várias hospedagens bacaninhas por lá.

 

No terceiro dia uma parte é feita de van. Isso porque eles organizam um "passeio" para as águas termais, que é tipo um clube, com água quentinha. É para relaxar.

 

Intééé

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Membros
E ai Lucas? como vai de preparativos?

Kr se vc pegar o mapa que normalmente se encontra na internet, http://www.andeantravelweb.com/peru/treks/salkantay-machu-picchu-map.gif , eu havia traçado o percurso por ele antes tb. Ele te da a opção de subir pelo meio do morro e chegar por Llactapata (que é a trilha pontilhada) ou seguir pelo rio, até Santa Tereza. Por Santa Tereza, me parece mais seguro de não se perder, pois pelo meio do morro não da pra saber bem como está a trilha, pelo google earth da pra ver um traçado entre as arvores, mas que parece se perder por causa da qualidade da foto. Mas por Llactapata, com certeza parece bem mais rapido, se vc tiver bem pra uma subida, mesmo já estando bem mais leve nesse ponto.

Quanto ao lado do rio, eu não sei lhe responder.

De uma olhada nesse link tambem, http://www.travelblog.org/South-America/Peru/Cusco/Salkantay-Trail/blog-332446.html , é de um casal de gringos que fez sem guia, eles dão algumas dicas e uma compilação de mapas, (alguns bem ruins na qualidade de imagem)

Fora isso aqui no forun achei um mapa meio que turistico, com areas do vale sagrado que mostra uam trilha pelo norte do Monte Salkantay, mas infelizmente não achei nada sobre...

 

Alonso, tranquilo ?

Sobre qual trilha vou pegar, devo resolver durante a trilha, pois vamos ver qual vai ser o ritmo meu e dos meus amigos, vamos ver qual vai ser a animação. Caso eu for for Llactapata, penso em passar a noite em Lucmabamba.

 

Valeu pelo site. Eu já o tinha lido, foi inclusive através dele que eu achei a trilha em GPS para comprar (até postei o link do mapa).

Esse casal cometeu um "vacilo" na saída de Mollepata, e eles acabaram demorando dois dias para chegar em Soray. É bom ficar atento na tal encruzilhada que eles falam.

----

 

Aproveitando sobre este site, fiquei com uma dúvida, que é o fato de que estão cobrando uma tal taxa de 122 soles no começo da trilha. Já foi perguntado sobre essa taxa neste tópico, e responderam que não, mas eu vi em vários sites sobre esta taxa, então ainda assim eu ainda não estou 100% confiante. Eu até vi o site de uma agência que fazia a trilha e que eles pararam de fazer pois acharam injusta essa taxa. Alguém poderia esclarecer isso melhor ?

 

Neste site eles ensinam um caminho dentro da cidade que dá a volta e entra na trilha em um ponto que não "dá o pulo" na taxa. Eu até poderia fazer isso, mas eu tenho planos de alugar umas mulas na praça de Mollepata, o que me faria pegar a trilha e pagar a taxa.

(Particularmente, acho esse valor abusivo, por nenhuma infraestrutura)

 

E agora?

Até o momento esta é a minha maior dúvida em relação à trilha.

 

Outra pergunta que eu tenho é: como são os vilarejos de Colpapampa, Challuay e La Playa? Existem diversos lugares para acampar, quais são os mais "interessantes" (logística, visual, temperaturas,...) ?

Li que La Playa parece um formigueiro de turistas, e que é mais sossegado ir até Lucmabamba. Pretendo fazer isso.

 

Obrigado a todos, abraços.

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  • Colaboradores

"Terceiro dia. Pouca caminhada, até meio dia você já está tomou uma van para o almoço, depois chegará em Santa Teresa à tarde e passará o resto do dia dentro de uma piscina térmica natural - muito bom. Em Santa Teresa já terá banho quente e telefone para ligar pra casa, até então você estava incomunicável. "

 

Como é isso? Tinha lido alguém citando por alto essa passagem por Santa Teresa, mas todos que fazem a trilha tem esse terceiro dia light?

Inté!

 

Oi Jana. Realmente o terceiro dia é bem light. É basicamente uma caminhada plana margeando o rio e passando por uma bela trilha até chegar a um vilarejo aonde tem almoço e em seguida uma van leva até Santa Teresa. Eu recusei a van e fui a pé mesmo durante todo o percurso. Assim pude apreciar mais algumas paisagens e curtir o trekking. ::hahaha::

 

Sobre a piscina térmica natural, realmente existe. Mas quando eu fui, em julho/2010, essa estrutura havia sido TOTALMENTE destruída pelas enchentes que ocorreram no começo de 2010. Havia até um burburinho falando que o proprietario do local não iria investir na recuperação das piscinas, dado o alto investimento necessário. Então o que eu achei lá foi um buraco de terra no chão com água barrenta e quente. Mas apesar de tudo, é bem quente e relaxante. Espero que tenha mais sorte mas, se não tiver, não deixe de aproveitar. ::otemo::

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  • Membros de Honra

Luís,

que foto é essa!!! Linda demais!! Eu ainda estava na dúvida entre trilha inca ou salkantay, mas prefiro belezas naturais do que ruínas e depois dessa foto acho que já me decidi. Tô com um pouco de medo do frio, porque vou em julho e sou bem magricela (leia-se superfriorenta), mas vou me equipar corretamente pra não ter problemas com isso. Já pratico atividade física regularmente, inclusive corrida, então a parte física está sendo bem preparada. E como moro em Brasília, já estou aclimatada nos 1.000m de altitude. Espero que isso faça pelo menos um pouco de diferença... rsrs

Obrigada pela resposta.

 

Lico e Thiago,

essas enchentes são uma tristeza né. Qdo fiz a travessia dos lagos andinos os moradores de Peulla estavam muito preocupados com a mudança climática. Os pastos estavam completamente alagados por causa do derretimento das geleiras. E tem piorado muito a cada ano.

Obrigada pelas informações!!

 

Inté!

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Boa pessoal,

 

Li o tópico todo e agradeço as informações aqui postadas, me ajudaram bastante.

 

Sou totalmente mochileiro de primeira viagem, um virgem praticamente, então, não estranhem se falar ou perguntar alguma bobagem. Mas, como diriam os professores, não há pergunta idiota... vc que é um ignorante que não leu bastante, rs. Enfim, a maioria das minhas dúvidas já foram sanadas com as mensagens anteriores, mas alguns detalhes remanescem.

 

Primeiro, informo que estarei em Cuzco por volta de 18 ou 19 de junho de 2011. Consegui tirar férias do trabalho e saio dia 11 de junho pelo caminho clássico (corumbá > trem > sta cruz > la paz > copacabana > puno > cuzco). Depois retorno pelo Chile (cuzco > arequipa > arica > st pedro do atacama > uyuni > sta cruz > sp). A segunda parte do trajeto vai depender do meu bom humor e quanto a primeira parte tenho sérias dúvidas se consigo chegar saudável em apenas 7 dias à Cuzco. Mas, enfim, cá estou mochileiro de primeira viagem pra dar a cara a tapa e ver o que dá e o que não dá certo. Por óbvio, com muita informação antes.

 

Estou fazendo o roteiro há algum tempo e desde o começo de março verifiquei que não há mais vagas na trilha inca tradicional para junho, ao menos foi o que me informou a "Amazinaventures". Portanto, lá vamos nós pela Salkantay. O preço oferecido por essa Agência foi de 280 dólares, ou seja, veio em boa hora a dica para negociar a trilha diretamente em Cuzco.

 

Bom, eu tenho uma mochila 60L pra fazer a viagem, que comprei conforme orientação deste sítio, mas li em muitas mensagens nesse tópico que o pessoal leva uma mochila de ataque especificamente para a trilha, ou não especificamente, ou eu li errado, enfim. Mas, como funciona? O melhor é levar duas mochilas na viagem, sendo a de ataque para fazer a trilha, ou posso levar só a cargueira, e esvaziá-la antes da trilha? Isso me confundiu um pouco. (talvez haja resposta em algum outro tópico sobre isso, mas posto aqui, pois foi onde me surgiu a dúvida).

 

Ainda, li nas mensagens anteriores orientações para levar lenços umidecidos. Isto significa que em nenhum acampamento tem banho? Ou porque é gelado? Há banho quente em AC (olha a intimadade com a cidade rs)? Agradeço se puderem me esclarecer isso.

 

Bom, acho que é isso, conforme a viagem se aproxima, com certeza mais dúvidas surgirão. Mas, até o momento, só tenho a agradecer ao pessoal que posta aqui suas dicas e relatos.

 

Abraços

Felipe Gomes

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  • Membros de Honra

Felipe, você já começou certo. PLANEJANDO sua trip bem antecipadamente. Isso não te livra dos perrengues que possam aparecer, mas se aparecer, você já leu bastante e já tem informações para usar o "plano B", que certamente vai ter, nem que for só na cabeça.

 

Você mesmo pode consultar as vagas disponíveis para a Trilha Inca Tradicional. Dá uma olhada aqui nesse tópico: como-consultar-disponibilidade-de-vagas-para-trilha-inca-t43684.html

 

Mas eu acho que você fez uma ÓTIMA escolha com a Salkantay. Só esse preço de U$280 que eu estou achando bem caro. Não compra nada antecipado. Lá na hora você decide, vai de agência em agência (são quase uma do lado da outra) e escolhe a que te oferecer o melhor preço e te der o melhor atendimento.

 

Mochila: quanto maior, mais coisas desnecessárias você soca dentro dela, consequentemente, mais peso. Você vai dar conta de andar praticamente 4 dias com ela nas costas? Se disser que dá conta (duvido!), leva ela mesmo. Se não, deixa ela no hostel em Cusco se você for voltar para lá ou despache ela nas mulas/burros/cavalos. Eu aconselho sinceramente você levar uma mochilinha de ataque para as coisas que você vai usar durante a caminhada, como água, câmera, protetor labial/solar, blusa, gorro, luva etc. A noite, no acampamento, sua cargueira estará lá à sua disposição (caso não tenha deixado ela em Cusco).

 

Leia os relatos de quem já foi para saber mais ou menos o que levar na mochila, quanto de peso "é suportável", como é o esquema geral da trilha.

 

Intééé

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  • Membros

Pessoal, vou fazer a Salkantay em julho/2011 com uma amiga e dois amigos. Depois de ler todas a páginas deste tópico, decidimos contratar a agência quando chegarmos em Cusco, mas gostaria de tirar um dúvida: a Trilha Salkantay permanece sem limite de vagas? Alguém sabe como está a disponibilidade para julho de 2011? Podemos ir tranquilos, sem medo de ficar de fora da trilha por ausência de vagas, ou acham melhor já reservar daqui do Brasil?

Valeu, galera!

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  • 3 semanas depois...
  • Membros de Honra

Olá!

Mandei email pra Marisol perguntando sobre a Salkantay. Em um trecho da resposta veio o seguinte:

 

"Nao esta incluso o tickete de ingresso ao parque de Salkantay. Atualmente esta em debate entre a oficina do governo com o povoado do lugar. Supuestamente o custo do ingresso dala trilha Salkantay segun a oficina do governo seria.

Adulto: 120 soles.

Estudante: 60 soles.

Mas pelo o momento nao se esta cobrando nada.(tomara que siga assim)."

 

Alguém sabe alguma coisa sobre isso?

 

Inté

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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