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Lucas,

 

No Peru não é bunda lêlê como você pensa. Não é simples assim.

 

O caminho que vai percorrer é íngreme, quem estiver com burro e mula vai te esnobar e vão te atrasar ao máximo. Os guias vivem disso, não querem alguém passando por lá por conta própria.

 

Não me leve a mal, mas não seja simplista. Conheço o Peru, morei lá e sei dos problemas.

 

Se quer fazer esse caminho por conta própria, o faça, mas sem contar com ajuda ou caridade de ninguém.

 

Em Mollepata tem gente que aluga mula ou burro. O animal sabe o caminho e vai sozinho, dispensando qualquer tipo de guia. Mas, lembre de levar barraca, saco de dormir, fogareiro, panelas, comida e água.

 

Abraço,

Leo

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Membros

Fala Leo,

Beleza?

 

Inicialmente eu pensei nesta opção de só alugar as mulas. Não me preocupo muito em ir sozinho (pelo menos até o momento), pois acho que dá para acompanhar algum grupo próximo pelas trilhas e me parece que as trilhas não são confusas. Ainda não sei como é em relação a placas, é bem sinalizada?

Porém eu fiquei na dúvida na questão do aluguel das mulas, pois como faria para devolver as mulas em Mollepata, ou elas voltam sozinhas?

Se a opção de só alugar as mulas der certo, por mim está ótimo. Mas imaginei que não tinha como fazer isso.

 

Com relação aos guias, não tenho nada contra. Acho massa demais quando o guia é um nativo simpático e que sempre está disposto para conversar e ensinar sobre a região, com calma. E acho que eles merecem um troco por isso sim, sem pão duragem. Não estou pensando nesta opção por economia.

 

Não curto mesmo são as agências, grupo de turistas, hora de bater foto, os caras montando a barraca para você, fogueira.... quando acampo, gosto de ficar ao máximo possível por conta própria. E eu já tenho todo o equipamento de acampar. Aí a gente tenta dar um jeito para conciliar as coisas!

 

Abraço.

Lucas.

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

E ae Lucas, eu fiz ano passado a Travessia Joatinga, Chapada Diamantina (7 dias de trekking) e Torres del Paine - Circuito Completo (10 dias) sempre sozinho e levando todos os equipamentos nas costas. Mas uma grande diferença é que eu sempre levo os mapas de curva de nível impressos e os tracklogs gravados no meu GPS. Em todas as minhas trips eu achei tracklogs na internet; mas ainda não consegui achar nenhum para Salkantay; eu irei sozinho para lá em agosto; se até lá eu não achar nenhum tracklog para jogar no meu GPS eu desenharei a trilha no Google Earth em KML, depois converto para gpx no TrackMaker e Mapsource, como sempre faço para os trabalhos de campo da empresa na qual trabalho.

Estudando a região no google earth percebi que tem vários trechos onde é muito fácil de se confundir e pegar a trilha errada; portanto se você não tiver um GPS com os devidos tracklogs gravados te aconselho a contratar um guia.

Abração.

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  • Membros de Honra

lucasdimelo

 

Quando eu fui para a trilha, eu até pesquisei para comprar um GPS justamente para fazer esse tracklog. Infelizmente os aparelhinhos estavam fora do meu orçamento nessa época, e perdi a oportunidade.

 

Fica aí a dica para quem for: fazer E DISPONIBILIZAR (hehehe) o tracklog da Salkantay.

 

É claro que isso causa um certo impacto pois vai ter gente que deixará de contratar agência/guia e vai fazer por conta. Mas por outro lado, existe público para isso. Quem realmente quer fazer sozinho, vai com mapa, sem mapa, com GPS, sem GPS, na cara e coragem ...

 

Intééé

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  • Membros

E ae Lico, tudo bom. Antes de ter um gps eu fiz várias trilhas no meio da mata atlântica na cara e na coragem e por sorte nunca tive problemas. Devido essa minha excentricidade de curtir fazer trilhas sozinho (deixo claro que sou super sociável nos acampamentos, rs..) resolvi comprar um 60 csx da garmim o que me deu uma autonomia incrível. Direto crio trilhas no google earth e transformo em arquivo gpx e sempre obtenho ótimos resultados ! com precisões de poucos metros ! Assim que conseguir os tracklogs do Salkantay eu disponibilizo aqui. Por enquanto só achei um KML dessa trilha, que foi desenhado bem mais ou menos no google earth, mas deu pra ter uma idéia geral das distâncias percorridas. Dia 1: 23 km, dia 2: 23 km, Dia 3: 13 km, Dia 4: 6 km até Machu Pichu e mais 6 km até Aguas Calientes; preciso verificar pois essa trilha chega direto nas ruínas de Machu Picchu por cima, e não por baixo, e não sei se isso é possível. Apesar que dá pra enxergar perfeitamente essa trilha do quarto dia no google earth. Me diz uma coisa: sabe se ir de ônibus de Lima até Cuzco ajuda o corpo a se acostumar com a altitude mais rapidamente, do que ir direto para Cuzco de avião ?

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  • Colaboradores
Pessoal, boa noite, Nosso ideal seria irmos sem guia nenhum, por nossa conta.

Iríamos acompanhando "de longe" outros grupos, para não nos perder, e acampar próximo.

Agradeço. Abraços!

Lucas Santiago

 

 

Caro Lucas Santiago:

 

Pelo que entendi, você planeja seguir atrás de um grupo que está com guia, mantendo-se "longe" para não se perder.

Ou seja: você está errado ao dizer que irá "sem guia nenhum".

 

Sem meias palavras, a realidade é que os outros pagarão o que você usufruirá de graça.

 

Correto é o seu xará aqui do tópico, o Lucas di Melo: ele busca informações na internet, faz mapas no Google, usa dados de GPS e faz um planejamento para ir sem guia.

Ele sim pode dizer que irá "sem guia"*. ::otemo::

 

Ser mochileiro é valorizar a cultura local, cultivar amizades e usufruir das belezas naturais com uma visão humana e com ética.

Ser mochileiro envolve viajar com pouca grana, mas pagando preços justos pelos serviços que usufruimos.

 

Abraços!

 

Luis

 

(*) Fiz esta trilha em 2007 e, para quem deseja fazê-la sem guia, é legal ter um período de 2 a 5 dias de aclimatação à altitude. Sim, há o frio, pois dormimos ao lado de montanhas congeladas! E o mochileiro solitário precisa dominar o básico da lingua local, para se comunicar minimamente em caso de emergência leve ou grave. Pelo menos é preciso saber o nome de alguns órgãos e membros, enfermidades, medicações, etc.

Além destes dois aspectos (altitude, principalmente), esta trilha exige os cuidados normais de outros trekkings longos!

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  • Colaboradores

Opa galera, blz?

Alguém que tenha ido recentemente sabe informar o valor atual? O preço que eu tinha era de 160 dolares, mas por e-mail estão cobrando 270 dolares. Sei que essa trilha não deve ser paga com antecedência, já que enfiam a faca mesmo em quem compra com antecedência, então, quando estão cobrando por lá?

Abraços!

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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