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  • Membros

Faaala ae Rafa !!!

 

Valeu a dica mermão !!! Eu até procurei na Taca, mas eles tem um preço diferente para quem é Peruano e para quem é turista... (vai entender...) A diferença é gritante (mais que o dobro) e, como estava a fim de fazer o percurso por terra (mais emocionante, ou aterrorizante...) vamos embora !! Já que está na chuva... ::dãã2::ãã2::'>

 

Quanto a trilha, valeu pela sua info. Eu só dei uma sondada na Puma, mas vou fechar pessoalmente mesmo (e chorar um descontinho básico)

 

Bom, se alguém tiver a fim de embarcar nesta trip, sintam-se a vontade !!! Continuo no aguardo das dicas e informações sobre o trecho pré-Cusco (Corumbá => Bolívia => Cusco)

 

Estou postando este assunto em outros tópicos tb...

 

Abraços !!

 

::carai:: Newton

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

E ae pessoal !!!!!!

 

Olha só, eu manjo um pouco de fotografia e estou pensando em levar parte do equipamento para esta trip.... Pergunta: vcs recomendam levar o tripé para tirar fotos com baixa velocidade ?? Ou sempre terá um esqueminha para apoiar a camêra durante a trilha e em MP....

 

Estou pensando em postergar a viagem em uma semana para coincidir a entrada da trilha com o início da lua cheia (nada místico, mas pura questão técnica de luz à noite para boas fotos...) O que acham ??

 

Abraços !!!

 

Newton ::tchann::

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  • Membros de Honra

Eu acho que à noite você vai querer é dormir ::hahaha::

 

Você vai levar suas coisas ou vai despachar por mula/burro? Se for carregar suas coisas não aconselho levar o tripé, se for despachar aí é válido. Um cara no grupo que eu fui tinha tripé, e para ser sincero foi um 'estorvo', porque ele só usou uma única vez.

 

Intééé

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  • Membros

Faaaaaaaaaaaaala Lico !!

 

Valeu pelo seu depoimento... Eu estava com essa dúvida e vc pesou pelo lado de deixar o trambolho por aqui mesmo... Acho que vc tem razão sobre fazer coisa melhor a noite (dormir !!) e a experiência do outro cara do seu grupo...

 

Abraços !!!

 

Newton

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  • 2 semanas depois...
  • Membros
Fala galera, Tenho uma duvida, sou sedentario mas fecharei a trilha salkantay, gostaria de saber até quando podemos desistir da trilha? Por exemplo farei a trilha mas até quando (digo no primeiro dia, sefgundo etc) podemos desistir dela e voltar, pois tenmho um joelho quase nulo e sei q a trilha é dura principalmente no segundo dia ???

Como é o esquema para as pessoas q desistem, passam mal no meio da trilha???

 

Fala André,

Como o LiCo disse, até o terceiro dia você está sussegado, tem a opção de alugar cavalos, mas isso deve ser fechado no dia anterior, caso você não se sinta bem durante o caminho, a coisa complica, portanto veja bem se vai precisar de um pro dia seguinte e avise o seu guia da necessidade.

 

No quarto dia é quando o cozinheiro vai embora (sim, no quarto dia de manhã ele retorna para Cusco), neste dia você tem a opção de ir de trem e carro, e atravessar o rio por tirolesa até a hidrelétrica.

 

No final do quarto dia você dorme em Aguas Calientes, então você tem a opção de ir cedinho apé ate Machu Picchu, ou esperar até o primeiro micro-onibus (se não me engano sai as 7h manhã). Porém acho dificil voce conseguir ingresso pra Wayna Picchu. (apesar que se tiver com o joelho ferrado, não vai querer subir 1h o morro).

 

No quarto dia a descida exige bastante do joelho, cuidado! Do mais...aproveite bem a viagem! Vale muito a pena.

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  • Membros

Olá,

 

Todas os experts (exemplo guias e pessoal de albergues) com quem falamos preferem a trilha do Salkantay pelo seguinte:

 

- Salkantay não tem escadas. A caminhada é feita por trilhas e estradas o que a torna mais agradável;

- Salkantay é mais bonita em toda sua extensão, apesar de a Trilha Inca ter trechos também muito bonitos;

- Na trilha Inca não podem entrar animais, enquanto na trilha do Salkantay você pode "despachar" suas malas com as mulas. Temos uma amiga que teve sua mala roubada por um porter no primeiro dia de caminhada. Apesar disso, em princípio, o serviço de porters é confiável.

- A trilha do Salkantay, por ser menos popular, é mais vazia que a trilha Inca;

- Aproveite para fazer a trilha do Salkantay enquanto não possui limites fixos de pessoas como a trilha Inca

 

ATENÇÃO: DICAS PARA CONTRATAÇÃO DE QUALQUER AGÊNCIA PARA FAZER QUALQUER TRILHA OU PASSEIO NO SUL DO PERU:

Nosso guia da trilha do Salkantay foi um dos melhores que já tivemos e ele nos explicou como funciona o sistema de tour, guias e agências, por trás do que é falado para os turistas no momento de vender os pacotes. Fique de olho!

 

(1) As agências são simplesmente intermediárias do serviço entre o cliente que quer fazer o passeio e uma organização/associação de guias locais que organiza toda a parte logística do passeio (vans, transporte em geral; guia; cozinheiro, se houver; barracas etc). As agências simplesmente reservam o seu espaço na associação de guias e diz que você irá fazer o passeio tal, no dia tal;

(2) O fato de você pagar muito mais caro não garante que seu serviço será melhor. Em nosso grupo para a Trilha do Salkantay, fizemos uma pesquisa e as pessoas pagaram de US$ 200,00 a EUR 350,00. Todas elas comiam as mesmas coisas, dormiam no mesmo lugar e tinham direito as mesmas coisas. O que vai mudar mesmo é mais se está incluído albergue ou não, passagem de ônibus e trem...Portanto, se a agência que você está pensando em contratar se diz muito exclusiva, investigue. Você não precisa pagar tão caro para ter o mesmo serviço que todos. Mas para aqueles que preferem, existe a possibilidade de fazer tours mais exclusivos, mas daí já seria bem mais caro (acima de US$ 1.000,00). Contudo, não se recomenda pagar tão barato para garantir que os guias estão sendo respeitados e que você não está fazendo "turismo exploratório";

(3) A agência provavelmente não saberá quem será seu guia nem o grupo com quem você vai. Se eles disserem saber dessas informações, desconfie.

(4) No peru você tem sempre que tomar cuidado com a informação que te dão. Em geral, ela está enviesada. Contudo, nossa experiência é que as pessoas ligadas ao turismo são mais irresponsáveis que incompetentes. No fim, as coisas dão certo, mas você pode passar por apuros em função da desorganização deles e também pelo fato de te falarem uma coisa e ser outra.

 

Ana Carolina

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  • Membros

Fala galera.

Farei a trilha Salkanta agora no começo de outubro. Tenho mais uma duvida...

Qual mochila levar, pois teremos q levar o saco para dormir (pois já tenho). Tenho aquelas mochilas grandes e uma mochila normal. Queria mesmo levar a normal, mas com saco de dormir, casacos, algumas roupas q não fazem muito volume, kit primeiros socorros, bastão etc fica impossivel.

Pergunto a vcs, o q vcs acham de levar as 2 mochilas, e uma despachar com nossas queridas e inseparaveis mulas. O q acham dessa ideia????? Ficaria menos sofrido para mim na caminhada.

Sei q no ultimo dia teria q levar as duas mochilas, e isso complicaria né, mas queria a opinião de vcs.

Abraços

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  • Membros de Honra

André, porque você não pede pra agência incluir esse saco de dormir e evita levar esse peso?

 

Cara, no último dia uma coisa que você NÃO VAI QUERER é carregar mais uma mochila! Acredite!

 

Intééé

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  • Colaboradores

Olá André, tudo bem?

 

Não sei qual é a sua experiência em caminhadas, principalmente em longas caminhadas mas recomendaria levar o mínimo possível. Para um passeio desses, devemos abrir mão de alguns itens de conforto em prol de uma aventura com qualidade, segurança e disposição para apreciar as belas paisagens, deixando de lado o sofrimento da caminhada. ::otemo::

Eu tenho uma boa experiência em travessias e expedições e fiz esta "trilha" em Julho/2010. ::hahaha::

Posso te adiantar que não é nenhum bicho de 7 cabeças. É bem tranquila.

Sugiro ir com a menor mochila possível. Eu fiz esta "trilha" com uma mochila de 20 litros, vide foto tirada momentos antes da caminhada.

 

20101005202036.JPG

 

Com relação a vestuário, sugiro você caminhar todos os dias com a mesma roupa. É porqueira? :shock: SIM, mas você não vai ter onde tomar banho, então roupa limpa em corpo sujo não adianta nada. Se você transpirar muito, leve mais uma camisa ou um par de meias. ::cool:::'>

Leve um pacote pequeno de lenços umedecidos para "tomar banho" nos acampamentos. Dá uma boa sensação de limpeza.

Leve uma muda de roupas para vestir depois do "banho" de lenços umedecidos e passar a noite. Essa muda de roupa, você poderá utilizar para a visita em Machu Picchu, após a conclusão da trilha.

Leve também uma lanterna (de cabeça ou pequena), o seu kit de primeiros socorros (não esqueça esparadrapos), uma toalha de rosto (ou menor), um boné ou chapéu, um kit de higiene pessoal e comida de astronauta como barrinhas de cereais, castanhas ou amendoim torrado, banana desidratada, etc. Tudo isso você encontra no supermercado em Cuzco.

Tudo isso, se bem acondicionado, cabe em uma mochila pequena e ainda sobra espaço, no meu caso, para um refil de 1.5 litros de água.

Carreguei a mochila durante toda a "trilha" e não tive nenhum sofrimento.

 

Boa trilha e aprecie a paisagem.

Qualquer dúvida, poste novamente. ::otemo::

 

Abraço,

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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