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Como fiz essa trilha em 2008 vou dar uma ideia de como fizemos.

 

Na verdade todos os 8 integrantes da turma (de multiplas nacionalidades) levaram mochilas cargueiras com mudas de roupa extra etc.. que iam de carona nas mulas.

Entao durante todos os dias de caminhada levamos apenas mochilinhas de ataque com agua, alguma comida e um casaco extra ou anorak.. bom mas isso voces ja sabem..

 

No ultimo dia o guia, por um preco bem baixo, colocou nossas mochilas num taxi que foi ate a Hidreletrica e entao seguiu de trem.

 

Todo mundo fez assim, tirando uma ogra duma americana do Alasca que mesmo no segundo dia mais punk e com uma desidratacao lascada, fez questao de carregar a mochilona o tempo todo ::hein: nao desgrudava por nada.. tinha prazer em levar aquele peso todo..um verdadeiro animal hehehe

 

 

Deu tempo de chegarmos a Aguas Calientes, tomarmos uma cerva pra comemorar a trilha e assim que chegou o trem fomos pegar nossas mochilas... e nao eh que estavam la mesmo? ::otemo::

 

No Peru tem coisas muito baguncadas e no fim da tudo certo... eh uma loucura..

 

Sei la.. apenas uma sugestao que nos foi dada pelo guia... super gente boa alias...

 

de qualquer forma. quando chegarem a Machu Picchu depois de terem feito essa trilha.. vao sentir uma satisfacao que nao tem preco..aproveitem..

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  • 2 semanas depois...

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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Membros

Colegas,

Eu estou indo pra Bolívia no dia 2 de janeiro próximo e pretendo subir até machupicchu e subir pela SALKANTAY, pelo que tenho lido aqui em janeiro chove muito, principalmente no final, como quero fazer o salar de uyuni tb gostaria de saber se vale a pena eu subir logo pra cusco para fazer a SALKANTAY no início do mês e depois, na volta, fazer uyuni ou posso deixar mais pro meio-final do mês que dará na msm?! JÁ vi que é muita chuva, mas atrapalha muito a subida?! ou dá pra levar?!

obrigado!

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  • Colaboradores

Olá Rafael...

Quando falamos de clima, unimos a ele o fator SORTE. Independente do período de janeiro que você for, terá que contar muito com ela. Sabemos que Machu Picchu fecha no mês de fevereiro então por esse motivo eu daria preferência para ir a Machu Picchu logo no começo de janeiro.

Sobre a "trilha", a chuva não será nenhum impedimento se você estiver com os equipamentos apropriados para isso. De trilha mesmo é só um dia, o segundo. O restante é estrada.

Fiz esse caminho em Julho/2010 e justamente no segundo dia, onde se passa por Salkantay, choveu o dia todo. Por causa do frio da época, a chuva acabou se transformando em uma leve neve. Foi uma chuva fina e constante, mas diferente das tormentas que acontecem em janeiro, principalmente por aqueles lados que sofrem com as enchentes, como a deste ano.

Enfim, não se preocupe com a chuva, ela não vai atrapalhar o seu passeio mas recomendo estar MUITO preparado para ela.

 

Abraços,

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  • Colaboradores

Bom Rafael, uma dica boa antes de começar esta caminhada é fazer uma aclimatação com a altitude.

Fique pelo menos 3 dias em uma cidade de altitude elevada, acima dos 2500 metros, antes de fazer essa empreitada.

 

Com relação ao vestuário, ainda nesta página um pouco acima, eu dei umas dicas do que levar para essa aventura. Dá uma olhadinha lá que são dicas que considero bem úteis. Uma coisa que levei no kit de primeiros socorros e que acho interessante destacar é um cobertor de emergência.

Ao dizer "muito preparado" eu digo preparado para qualquer condição climática. O que listei no post acima me atendeu muito bem para uma chuva e até um pouco de neve durante 1 dia. ::Cold::

Apesar de ir no inverno eu acabei pegando chuva no segundo dia. Felizmente estava preparado para esse imprevisto. ::otemo::

Fui vestido com:

1 blusa segunda pele: http://www.soloesportes.com.br/82630/Segunda-Pele-X-Thermo-Blusa---Solo

1 blusa do tipo fleece + 1 corta vento impermeável: http://www.trilhaserumos.com.br/produtos/produtos_descricao.asp?codigo_produto=165

1 calça de trekking: http://www.esportedeaventura.com/calca-adventure-curtlo-race-pro

1 calça impermeável: http://www.trilhaserumos.com.br/produtos/produtos_descricao.asp?codigo_produto=166

 

As minhas roupas são impermeáveis até 1200mm de água. No seu caso acho que seria interessante levar pelo menos uma jaqueta 100% impermeável ou um abrigo Anorak tipo http://www.trilhaserumos.com.br/produtos/produtos_descricao.asp?codigo_produto=124

Eu tenho esse abrigo anorak, ele é 100% impermeável mas o defeito dele é que também não deixa você transpirar. Ou seja, em uma caminhada você fica suando igual tampa de marmita dentro dele. Mas eu acho ótimo, bom custo, pequeno, leve, resistente e nunca me deixou na mão. Porém não protege nada do frio.

Isso pq se você pegar mais de 1 dia de chuva, ou não pegar nenhum sol para secar sua roupa, vc tá lascado. Por questão de altitude o frio já é um fator natural de Salkantay e frio com roupas molhadas não combina. Pode causar uma hipotermia das bravas além de tornar a sua aventura um calvário que você estará louco para chegar ao fim.

Eu dei sorte pois no terceiro dia abriu um sol bem forte e o meu corta vento estava frio e umido. Se tivesse chovendo eu iria preferir caminhar na chuva, sem proteção.

 

É isso.. não tem muito segredo, não tem que levar milhares de roupas nem mochilas grandes. Só ser objetivo e levar o que é próprio para o que você pode encontrar pela frente, sem exageros.... e curtir a aventura. ::hahaha::

 

Abraços e qualquer dúvida só postar.

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  • Membros de Honra
Posso te adiantar que não é nenhum bicho de 7 cabeças. É bem tranquila.

 

De trilha mesmo é só um dia, o segundo. O restante é estrada.

 

Thiago

 

A impressão que dá vendo seus comentários é que a Salkantay é um caminho fácil, mas você já tem experiência em trilhas, travessias, corrida de aventura, etc.

 

Muitas pessoas que fazem essa trilha (e que lêem esse fórum), não dão sequer uma volta no quarteirão (à pé), e SOFREM para chegar no final. Acho que a Salkantay não é bem tranquila como você comentou, mas também não é tão difícil como se pinta. É um caminho longo, com muitas subidas e descidas, a mochila pesa a cada passo, o clima muda a todo instante, o terreno é ruim de caminhar (odeio andar em pedras) e tem o efeito da altitude que castiga também.

 

Antes informar que é uma passagem difícil a e a pessoa descobrir que foi uma trilha tranquila, do que dizer que é um caminho fácil e a pessoa não dar conta, mas tudo gira em torno do condicionamento e experiência de cada um.

 

Eu pratico atividade regularmente, tenho bom condicionamento físico, participo de enduro à pé, tenho um grupo de trekking ... e mesmo assim cheguei BEM cansado em Machu Picchu, além de ver várias pessoas que não aguentaram e precisaram dos burros/mulas/cavalos para continuar no grupo.

 

Intééé

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  • Colaboradores

Lico, eu concordo 100000000000000000000% com o que você diz. ::otemo::

 

No meu grupo de Salkantay teve uma menina que disse: "Ah estou preocupada com altitude, andar e fácil". O resultado foi um pé lotado de bolhas e 3 dias internada em Cuzco. As pessoas subjulgam a atividade de trekking achando que andar é fácil, mas não é sempre assim. Trekking é um esporte é muito diferente de anda até a padaria. ::putz::

 

Mas lembro que fiz um comentário em um post, não me lembro qual, falando para uma pessoa respeitar o seu próprio corpo e o seu limite físico.

Eu acho que devemos ser mochileiros, aventureiros, mas nunca loucos ao ponto de encarar algo que não se está acostumado ou preparado para tal.

Particularmente, se eu não desse 1 volta no quarteirão por semana, jamais me arriscaria por uma caminhada de 4 dias então eu acho que as pessoas devem ter esse tipo de consciência ou podem causar um grande problema para os outros do grupo, e até para elas mesmas.

Faço pequenas escaladas, mas jamais me arriscaria a escalar a Pedra do Baú em SP.

 

Em todo esporte a evolução deve ser lenta e gradativa.

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  • Membros de Honra

Fala Thiago

 

Essa conversa é boa! Vi várias pessoas lá justamente nessa condição, não praticam esporte, não caminham, levam uma vida sedentária, mas se arriscam na trilha. E sofrem!

 

A Salkantay tem, na minha opinião, uma característica diferente de outras trilhas/caminhadas, onde você vai especificamente para fazer a trilha, ou a travessia que seja.

 

Dificilmente (é meio insano) alguém vai sair daqui do Brasil para "fazer a trilha salkantay". As pessoas vão para Machu Picchu, e a trilha é só o caminho, então você encontra todo tipo de gente, mais preparada, sem nenhum preparo, com 20kg na mochila, com meias de algodão e tênis novo ... e por aí vai.

 

Teve gente que fez a trilha porque nem sabia que tinha outro jeito de chegar a MP, ouviu falar da trilha e foi, é mole?

 

Intééé

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  • Membros

Lico e Thiago,

eu já comprei a bota..

Uma nômade finesterre..

preciso ainda comprar: conjunto segunda pele... fleece.. uma jaqueta impermeável ou anorak.. e uma calça impermeável.. pelo que eu vi com isso eu faço a SALKANTAY de baixo de chuva, "tranquilamente", uma pergunta, sei que tem outros foruns que falam disso, mas se puderem me ajudar: pelas minhas contas essas roupas.. vão custar uns 600 reais fiz um orçamento na orientista, será que é melhor eu deixar pra comprar em la paz ou cusco?

obrigado de novo galera e um abração!

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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