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  • Membros de Honra

O básico seria:

 

• Anorak

• Calça Impermeável

• Bota Impermeável

• Casaco em Fleece

 

Se vc senti frio com facilidade, legal comprar luva e gorro, mas pode deixar pra comprar lá tranquilamente.

 

Abraço,

Leo

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  • Respostas 977
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eu fiz a trilha por salkantay em set de 2007. diferentemente da trilha inca, salkantay não tem ruinas, é um percursso mais longo, cerca de 70KM, 5 dias, porém os lugares que vc passa são muito maneiro

Os valores são de alta temporada de julho de 2007.   Nunca feche nada antecipado. Vão sempre te cobrar muito mais caro.   E lá na hora, procure várias agências e chore sempre pra baixar o preço.

Dimitri   Fiz a trilha por Salkantay de 5d/4noites pela agência da Marisol há exatamente 1 ano. Paguei $240 no esquema de transferência antecipada. Pra quem quiser fazer, não precisa de conta no BB

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  • Membros de Honra

Leo,

 

Eu quero fazer a trilha Salkantay em Setembro e como é um mês mais tranquilo eu estava pensando em fazer a reserva quando estivesse bem próximo da viagem.

 

Você indica alguma agência? Eu estava olhando os preços de uma aqui e como eu tenho a carteirinha ISIC sairia por 215 dólares.

 

Gabi

 

Salkantay não é regulado pelo governo, então não vai precisar reservar daqui do Brasil.

 

Não tem como acabar, pois várias agencia fazem essa trilha. A disponibilidade é gigante !!!

 

Custa de 150 a 170 dólares.

 

Abraço,

Leo

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  • Membros de Honra

Não indico não !!!

 

Porque quer fazer reserva ??? Isso é coisa de turista !!!!

 

Se eu falei que não tem problema fechar lá, vc vai preferir pagar 215 dólares, podendo negociar na hora e baixar isso pra 150 a 170 dólares ???

 

Salkantay não precisa de reserva nem em altíssima temporada.

 

Fecha lá que vai sair ganhando. ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Abraço,

Leo

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  • Membros

Oi Leo, Por favor, quanto às roupas, primordialmente calças impermeáveis, é melhor deixar para comprar lá em Cusco ou enfrentar os preços de uma Decathlon da vida aqui em São Paulo. Se for a resposta for Cusco, tem alguma loja em especial para adquirir produtos de qualidade a preços justos? Obrigado

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  • Membros de Honra

Eugenio

 

A preços justos só a Pyramid, mas com o valor do dólar bem a frente do real, acho bem melhor comprar na Decathlon.

 

Além deles te darem garantia nos produtos.

 

Abraço,

Leo

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Fala, pessoal!

 

Meu, não consegui chegar em um consenso sobre qual tópico utilizar pra minha dúvida, mas como não deixa de ser dúvida sobre Salcantay, vou postar por aqui mesmo... HJueheuheuhee... Se souberem de algum tópico melhor, me indiquem por favor (considerando que eu já li o tópico sobre "Sacos de Dormir" e não tem nada assim específico! ;)) ::sos::

 

Estou indo pra MP pela trilha de Salcantay em Julho.

 

Tenho um saco de dormir velhinho - tem uns 8 anos - e bem 'amaciado'... Hauhauhauhaa... É um da Nautika, modelo Mummy, pra -1º.

Já acampei infinitas vezes com el e sempre achei suficiente pra mim, embora tenha chegado a passar um bom friozinho, aqui mesmo no estado de São Paulo, no inverno, na beira de um lago. Então, algo me diz que vou infartar de frio dentro dele no inverno de MP ::Cold:: ...

Além de ser meio 'fraquinho', ele é meio volumoso e pesado, mesmo por ser mais antiguinho.

 

Gostaria de saber se ele dá pro gasto pra trilha - se der pra trilha, pros outros lugares dá sussa - ou se é melhor investir em um novo (tanto pela temperatura, quanto pelo volume). Se valer a pena investir, qual temperatura-conforto devo escolher? Existe algum modelo com bom custo benefício que é bem indicado e conceituado?

Vale dizer que eu uso bastante o saco de dormir, tô sempre acampando (por aqui mesmo), então não vai ser comprado só pra esse moochilão...

 

Valeuzão!

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  • Membros de Honra

Jana

 

Aproveita a viagem e compra um novo em Cusco. Lá vc vai achar sacos da Nikko e Doite de 30 a 40 dólares. São ótimos !!!

 

Cusco faz frio, mas Machu Picchu eu durmo de camisa fina no inverno !! Não faz frio em Águas Calientes nem em Machu Picchu.

 

Na Trilha de Salkantay faz muito frio em alguns pontos.

 

Faz isso... Não leva o seu e compra um novo lá.

 

Abraço,

Leo

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  • Membros

Nossa, Leo, valeu mesmo!!!

 

Eu já tinha ouvido falar a respeito de comprar blusões e ponchos na Bolívia e no Peru, mas eu NUNCA pensaria em comprar justamente o saco de dormir em Cusco!!!

Perfeito, um problema a menos antes da viagem! ::otemo::::otemo::::otemo::

 

Muito obrigada!

Beijos

Jana

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  • Colaboradores

Então ...

 

Nunca acampei, só fiz trilha de algumas horas, e ainda por cima tenho medo de altura .. rssr

 

... em compensação não tenho frescura, durmo em qualquer lugar, topo qualquer coisa, não sei como não virei mochileiro antes.

 

Será que aguento fazer Salkantay ? Tem que passar pela beirada de penhascos, algo parecido ? O medo de altura vai me atrapalhar ?

 

 

Abraço

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Olá, já li bastante coisa, mas ainda me restam algumas duvidas??

pretendemos fazer Salkantay ou Choquequirao, sem guias, nem mulas... duvida 1 !! para esses caminhos tb tem que comprar o ingresso para MP, faço isso em Cusco ? quanto é ? tem algum lugar oficial (do governo) ou nas proprias agencias ?

 

duvida 2 !! tem perigo com relação a assaltos ou represália, por estar sem guias, tipo aki só acampa quem estiver com guia ??

 

obrigado !

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  • Silnei changed the title to Trilha Salkantay

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  • Conteúdo Similar

    • Por edufehrer
      esse foi nosso roteiro, ordem dos passeios:
       
      ·        Cusco
       
      ·        Valle Sagrado
      (Pisac, Salinas de Maras, Moray, Chinchero,  Ollantaytambo)
       
      ·        Valle Sul
      (Tipon e Pikillaqta, Andahuaylillas)
       
      ·        Macchu Pichu + Wayna Picchu
       
      ·        Banhos Termais de Colcamayo (Santa Teresa)
       
      ·        Laguna Humantay
       
      ·        Cerro Colorado/Montañas de Colores/Rainbow Mountain
       
       
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      A Cidade de Machu Picchu já está aberta pra visitações. Mas primeiramente você precisa responder essa pergunta: Você quer somente visitar a cidade de Machu Picchu ou quer também subir alguma das montanhas do Parque??? Essa resposta é importante pra definir que tipo de ingresso você irá comprar, pois existem três tipos de entrada/ingresso. Lembrando que fica inviável subir as duas montanhas no mesmo dia. 
      Cidade de Machu Picchu  Montanha Machu Picchu + Cidade Machu Picchu Cidade de Machu Picchu + Montanha Huayna Picchu  Lembrando que não é necessário escalar essas montanhas para tirar aquela foto clássica que estamos costumados a ver na internet. 😉
      Se você quiser visitar a cidade de Machu Picchu em 2020 ou reservar para 2021, ainda no Brasil é muito importante reservar Online. A necessidade de comprar com antecedência é que o número de visitantes por dia na cidade já era limitado antes da Pandemia do Coronavírus, agora foi mais reduzido. Acesse a informação no blog sobre o (Editado pela administração) e também vai encontrar dicas sobre: As duas Montanhas de Machu Picchu, o Passeio pelo Vale Sagrado, Ruínas de Moray & Salineras de Maras, City Tour & Roteiro a pé no Centro Histórico de Cusco, Boleto Turístico de Cusco e Curiosidades sobre Cusco e Machu Picchu. 
       
    • Por Yara Almeida
      Ei, tudo bem?
      Alguém sabe me dizer como está Machu Picchu para 2021? Digo com relação à liberação do Parque e etc. Obrigada! Uma amiga e eu estamos nos organizando para irmos em Julho, caso tenha mais alguém, entre em contato pra gente combinar um comboio legal rsrs. 
    • Por Daniela Alvares
      Em setembro de 2018, fizemos uma viagem ao Chile e Peru.
      Roteiro - 24 dias
      São Paulo > Santiago > Valparaíso > San Pedro do Atacama > Tacna > Arequipa > Cusco > Ollantaytambo > Aguas Calientes > Machu Picchu > Cusco > Lima.
       
      Começamos nossa jornada no Chile, em Santiago, Valparaíso e San Pedro do Atacama, cujos relatos seguem abaixo:
       
       
      No ônibus das 20:30, deixamos San Pedro do Atacama em direção a Arica, cidade chilena fronteira com o Peru. Seriam 8 horas de viagem, que à noite tínhamos esperança de sequer vermos passar. Com o coração apertado de deixar aquele lugar que tinha acordado tanto dentro de nós, nos despedimos do céu mais estrelado do mundo prometendo, para o Universo e uma para a outra, que voltaríamos logo, em breve, a tempo de não esquecermos toda a emoção que sentimos, nem de deixarmos a brutal rotina do acordar-trabalhar-dormir nos transformar em marionetes que fazem o uso da palavra "sabático" para justificar o tempo em que resolveram ser felizes. Logo nós, que tínhamos acabado de enxergar o não tamanho do mundo.
      Chegamos em Arica ainda escuro. Claudio (amigo que fizemos no Atacama, junto com seu fiel cão Lucky, artista plástico de Valparaíso que, cansado do mesmo todo-dia da vida e do consumo sentimental das relações obrigatórias, encontrou em San Pedro um porto. Breve e temporário.) tinha nos dito que, ao chegarmos, deveríamos atravessar a rua para a outra rodoviária, a internacional, onde poderíamos pegar um ônibus para o Peru. Foi uma ótima dica, ou teríamos ficado perdidas na escuridão da falta de informação e sinalização.
      Ao chegarmos na rodoviária internacional, que mais parecia o ponto final de uma linha de ônibus bem acabada em uma cidade quase fora do mapa, uma mulher sentada numa mesa nos informou que o ônibus para Tacna só sairia a partir das 8:30 da manhã. Eram 4:30 da madrugada. A outra opção, como ela sugeriu, era atravessar a fronteira com um dos muitos motoristas de carro que faziam ofertas de assentos pelo mesmo valor dos ônibus. Não, só se fôssemos loucas de aceitar. Assistimos demais "Presos no Estrangeiro" para arriscarmos uma prisão por tráfico de drogas com um estranho que diria que era tudo nosso, das gringas. Nunca. Resolvemos dar uma volta na rodoviária para despistar a mulher que nos alucinava com essa ideia, quando ouvimos sem muita certeza, o motorista de um ônibus gritar "Tacnabus, Tacnabus" e corremos para confirmar a informação. O ônibus ia para a Bolívia, mas primeiro pararia no Peru, em Tacna, para onde estávamos indo. Com o dinheiro guardado na calcinha, entramos no ônibus e seguimos para o nosso próximo destino.
      Na fronteira: sai do ônibus, carimba passaporte de entrada no Peru, passa as mochilas no raio X, tira o vinho da mochila, mostra que é vinho, guarda a garrafa, volta as mochilas para o bagageiro, sobe no ônibus. E em 40 minutos, chegávamos em Tacna.
      *ATENÇÃO! Ao desembarcar no aeroporto em Santiago do Chile, na entrada no país, além do passaporte carimbado, também entregam um papelzinho, aparentemente sem nenhum valor e sem nenhuma explicação. GUARDE-O DENTRO DO PASSAPORTE! Na travessia da fronteira, esse papel é exigido.
       
      TACNA
      Não esperávamos encontrar em Tacna a cidade charmosa e acolhedora que descobrimos. De habitantes tacanhamente tímidos, que nos olhavam surpresos e alegres ao perguntarmos seus nomes, essa cidadela conquistou nossos corações, receosos de não conseguirem mais se apaixonar depois de conhecer o Atacama. Mas Tacna é leve, florida, descompromissada, como que se viesse só para provar que é possível amar depois de amar. 
      O sotaque, de tanta timidez, torna o espanhol mais difícil aos ouvidos. Os bancos das praças possuem tetos de flores para fazer sombra. Na Plaza de Armas - nome de todas as praças principais de todas as cidades do Peru - há fotógrafos velhinhos andando sob o sol, sorrindo e sugerindo um retrato para a posteridade, como um pedaço de tempo congelado entre as flores coloridas, as palmeiras altíssimas, a fonte imponente, o arco marcante da cidade e, sempre, a igreja. 
      As lojas são todas setorizadas, de forma que os supostos concorrentes são colegas vizinhos, e você jamais vai conseguir tirar uma xerox se estiver próximo dos açougues ou dos consultórios ortodônticos, uma pequena obsessão tacniana. Por toda a rua principal, há galerias como camelódromos, com cabines de câmbio, tabacaria, lojas de joça e manicures enfileiradas em carteiras escolares oferecendo seus serviços. 
      Em Tacna você vira a esquina e se depara com uma padaria a céu aberto no meio da rua! Carrinhos de pães perfumam o entardecer e nos transportam para uma imaginada infância peruana. Foi ali que também comemos o melhor hambúrguer de cordeiro da nossa vida. No "Cara Negra", uma sanduicheria especializada em cordeiro, que eles criam lá mesmo no sítio atrás do bar. É descolado e tem drinks deliciosos. Faz valer a visita na cidade.
      Por todos os lugares que passamos, sempre procuramos pelo Mercado Central, que é onde encontra-se a essência do local. O Mercado Central de Tacna é imperdível. Tem de tudo. Especiarias, ervas, carnes, queijos, farinhas, biscoitos, frutas, verduras, doces, produtos de limpeza e muitas, muitas casas de sucos. Na "Juguería Sra Rosita", uma simpática senhora de sorriso frouxo e vontade de conversar, tomamos maravilhosos sucos de melão e de morango, muitíssimo bem servidos, de ficar na memória. Conhecemos também Miguel, dono de uma barraca de remédios de plantas medicinais, que sabia a erva ideal para absolutamente todo tipo de enfermidade.
      Ao caminharmos de volta para o hotel, bem encantadas com a surpresa de Tacna, uma vendedora nos parou para oferecer azeite. Ao agradecermos e sorrirmos, ela trocou a oferta para um branqueador dental. Talvez por marketing, ou pela já citada fixação por dentes perfeitos dos habitantes da li. Tomara. 
      Por fim, antes de partirmos, passamos por uma casa roxa, um centro de, como dizia a placa, "Magia y Diversión". Sem isso, qual seria mesmo o sentido de tudo? Com a delicadeza dessa mensagem tão sutil e necessária, seguimos nossa viagem em direção a Arequipa.
       







       
       
      - Onde ficamos:
      Ficamos no Nice Inn Tacna, no centro da cidade, com atendimento muito cordial. As pessoas são super simpáticas, o quarto era confortável, chuveiro quente e café da manhã bem simples. 
      Nice Inn Tacna - Av Hipólito Unanue 147, Tacna 23001, Peru / Telefone: +51 52 280152 / booking.com/hotel/pe/nice-inn-tacna.es.html - Onde comemos:
      Cara Negra - Cnel. Bustios 298 / Telefone: +51 952 657 540 / @caranegraoficialtacna / facebook.com/caranegraranchosanantonio/ - Onde fomos:
      Mercado Central de Tacna - Calle Francisco Cornejo Cuadra 809, Tacna 23003, Peru Plaza de Armas - Paseo Cívico de Tacna, Tacna 23001, Peru  
       Seguimos para Arequipa, Cuzco, Ollantaytambo, Aguas Calientes, Machu Picchu e Lima, que detalharemos em post separados. 
      https://www.instagram.com/trip_se_/

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