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Olá viajante!

Bora viajar?

Caminho do Itupava

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Vou contar um pouquinho desse caminho que é maravilhoso, mas traiçoeiro!

 

Tudo começou meados de junho de 2007, quando alguns caminhos ficou sabendo da existencia do Pico Paraná e da fazenda.

Começou assim os planos para fazer uma visita a região.

Em setembro houve aquele incidente terrível na fazenda... o fogo tomou conta do Morro Getúlio e parte do Caratuva. Felizmente, com ajuda de muito voluntário, o fogo foi contido. Assim pudemos continuar nossos planos.

 

Como somos do Norte do Paraná, queriamos aproveitar tudo, ou quase, que a serrinha paranaense poderia nos dar.

 

Montado o cronograma:

Fase 1: Fazenda Pico Paraná (Caratuva, Itapiroca e Pico Paraná);

Fase 2: Caminhos de Itupava;

Fase 3: Conjunto Marumbi;

Fase 4: Um merecido descanço na Ilha do Mel;

 

E assim fomos, partimos dia 04 de janeiro de 2008.

Nesse espaço, vou contar apenas sobre o ITUPAVA, futuramente relato o restante da "prezepada" :lol:

 

 

Para chegar no início do caminho (partindo de Curitiba) é simples:

Ônibus de Curitiba até Quatro Barras - PR;

 

No terminal de Quatro Barras, aguarde por uma "circular" até o bairro de Borda do Campo. Você pode aguardar tomando um ótimo "pingado" e comendo exelentes salgados na lanchonete do terminal. Não sei se são realmente bons ou a fome causada pelos dias a base de miojo no Pico mudaram o gosto dos lanches... :mrgreen:

 

Dentro do "busão", vá se preparando... filtro solar, bermuda, camiseta, repelente, calça comprida, blusa, capa de chuva e mochila nas costas. O clima ali muda a cada 5 segundos!

 

Aguarde até o ponto final. Normalmente o ónibus está fica estacionado lá no final. Nós ficamos aporrinhando o motorista a cada ponto: "Esse é o final?" - "Agora é esse?" - Não sei como ele não jogou a gente pra fora... hahahahahaha.

 

Descendo no último ponto, inicie uma cansativa caminhada de 100 mts até o início da trilha, que é marcada por amistosos trabalhadores do IAP e seu "treiler". Não confie muito no papo dos estagiarios dentro do trailer, prefira obter informações do "anciões" que por ali ficam, com seus chapeis de palha, óculos tipo Ray-Ban e facão de 1 metro.

 

Pegamos um maldito mapa ali com o pessoal do IAP e fizemos nossos cadastros . Vocês vão saber o motivo do "maldito" em breve.

Ali você tem informações de quase tudo, principais pontos, distâncias (em número, ignore os desenhos no mapa e eventuais distâncias escalares (MALDITO MAPA!!!!)).

 

== INFORMAÇÕES DO MAPA ==

Caminho completo: 16.4km

Nível de dificuldade: Fácil

Obs: Evite dias chuvosos. (O sol tava de rachar mamona)

 

O início da trilha é bem tranquilo. Quase sempre descida ou plano, caminho bem largo, quase sempre sem vegetação resbalando nos pés.

Com um pouco de caminhada, começa a subida com o Pão de Loth a frente. Chão de terra, poeiras nos olhos e sol nas costas... URRU!!! Vamo que vamo!

 

Depois de passar o Pão de Loth, começa a descida da serra, aonde tem a Pedra do Descanso e uma pequena gruta com agua gelada e fresca. Pegue agua caso não tenha levado.

 

Até então, sol fortíssimo e calor terrível. Um pouco mais a frente começa realmente o ITUPAVA (caminho de pedra).

Muito cuidado nesse calçamento, se o dia estiver úmido e/ou chuvoso, tombos serão constantes (eu que os diga).

 

Logo estavamos na CASA DO IPIRANGA, com sua arquitetura colonial e pichações neo-colonial. Um terrível descaso... muito triste ver o estado que a mesma se encontra.

 

Os trilhos estavam em reforma, então tinha um pessoal lá "acampado". Conversamos com um senhor muito gente boa, que até passou um cafezinho e estava preparando um pão. Deixamos nossas "pequenas" mochilas com ele e fomos até a pequena hidroeletrica desativada, com sua roda d'agua (ou o que sobrou dela) e cachoeiras. Para chegar lá, pegue a direita nos trilhos na Casa do Ipiranga e siga por 300 metros.

 

"Entre a Casa do Ipiranga e a descida do Cadeado o caminho é bem tranqüilo e reserva poucas surpresas." É isso que dizia em uma folha que levamos impressa. Caminho TRANQUILO???

 

A chuva nos deu uma sensação diferenciada.... cargueira de 15kg nas costas e pedregulhos molhanos abaixo dos pés. Combinação maravilhosa, que gerou gargalhadas constantes.

 

Até que... "Galera, era pra gente já ter chegado na NS. do Cadeado, segundo a "escala" do mapa!". Anda anda anda e naaaada de encontra essa NS. Já tinha gente fazendo promessa!!! HAIuohAAAUhuaha.

 

O tempo estava feio, quase não se via raios solares, então já começa a escurecer. Geral com fome, muita fome. As barrinhas de cereais já tinham se acabado e o que restara? Um saco de uvas passas! Nunca me deliciei TANTO com uvas passas!!!!

Nessa hora que paramos para o "jantar", meu joelho me matava. Dor terrível que vinha aumentando a cada passo.

 

Mas vamos voltar a caminhada. Lindos caminhos forrados de flores, arvores incrivelmente altas e quando a chuva dava brechas, borboletas e passaros ensaiavam alguns voos.

 

"Do alto do morro o caminho se precipita em inclinados e escorregadios zig-zags, onde é quase impossível não escorregar, até a famosa passagem do Cadeado aberta à pólvora pela expedição do Tenente Coronel Sampayo, quando se mudou em definitivo a trajetória do caminho. A seguir aparece uma escadaria de ferro, os trilhos da ferrovia e o Santuário de N. S. do Cadeado."

 

Poucos minutos de caminhada e lá estava a NS do Cadeado! O que antecede a mesma é uma "escada" que deve ter sido projetada para anões. Do corrimão ao degrau deve ter uns 30 cm.

 

Chegada na NS. do Cadeado. Uns pagando promessa, outros devorando meio kilo de paçoquinha. Nunca vi meio kilo de paçoca sumir em menos de 2 minutos.

 

A vista dali é incrível. O santuário fica num "platô", no meio da serra. Abaixo todo o resto do caminho, conjunto Marumbi e ao fundo já da pra ver o mar.

 

Não ficamos mais de 10 minutos por ali. A chuva voltou a cair e quase não havia mais sol. Era 19hs e tinha muito chão até o "Marumba".

 

O resto da trilha foi rápido. Passando por pontes que lembram a Golden Gate em menor escala, muito divertidas por sinal.

Até a última escada, onde derruba o pião cansado com seus degraus desnivelados.

 

Agora outra dúvida:

Esquerda = Centro de visitação

Direita = Marumbi

 

"Pela escalada do MAPA, o Centro ta mais próximo. Estamos com frio, cansados, vamos pra lá e depois vemos o que fazer"

 

Perto é uma pinoia!!!!! Caminhamos uns 30 minutos em baixo de uma chuva gelaaaada! O chão de cascalho continua a derrubar o pessoal... até que...

 

Mais uma vez o IAP aparece. KIKO era o nome do anjo que veio nos resgatar. Ele era o "gerente" do Marumbi e estava indo para PORTO DE CIMA levar uma carga de extintores. Pegamos carona com ele. Chegamos a CENTRAL DE VISITAÇÃO, demos baixa nos nossos nomes e seguimos pra cidade.

 

Depois voltamos ao MARUMBI... mas ai já é outra história.

 

Infelizmente não tenho uma boa memória para contar detalhes sobre a trilha. Estava com uma dor terrível no joelho o que me fez não prestar muita atenção.

 

No geral a trilha é muito boa, tranquila e segura. Em dias de sol né... porque na chuva muda tudo! Hahahahahaha.

 

Vale a pena conferir!

 

 

Qualquer dúvida é só postar.

 

 

Um grande abraço a todos!

 

 

Danilo

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Caraca Otávio, de quando são essas fotos????

Quando passei lá em janeiro de 2008 a casa do Ipiranga não tinha NADA de telhado e as poucas paredes que restaram estavam totalmente pichadas.

Não lembro ao certo, mas deve ser 1997-1999.

Depois desta fui outra vez e já estava sem o assoalho e teto (+/-2000)... :evil: ... mas também fui várias vezes antes, +/-1989, e era tudo super bem cuidado pela RFFSA.

Você reparou que nos fundos da casa tem uma piscina?

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Caraca Otávio, tão pouco tempo e a coisa se acabou de uma maneira inacreditavel!!!!!

Vi a piscina lá no fundo sim, até tenho foto, mas está num PC que estou formatando. Assim que acabar eu coloco umas fotos aqui. ::otemo::

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O que aconteceu ali foi a ação de vândalos. Quando o RFFSA vendeu a estrada de ferro p/ a ALL eles simplesmente instalaram sensores automáticos nos trilhos e mandaram embora os funcionários que moravam nas estações.

Sem eles p/ cuidar e inibir a ação dos vândalos eles acabaram com tudo.

Nesta trip das fotos ficamos acampados na estação do Véu da Noiva, pois estava chovendo. Ainda estava bem conservada, algumas casas intactas e algumas já abertas , dormimos numa.

+/- um ano depois a Casa do Ipiranga já estava sem o piso e o teto, mas com todas as paredes em pé. E na estação todas as casas depredadas.

E voltando ao tamanho do mochilão, me lembrei de um detalhe: neste dia o jantar foi alcatra assada!!! Depois desta comecei a ir mais leve... ::putz::

  • 2 semanas depois...
Postado
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Fiz a trilha neste sábado, foram 8 horas de caminhada entre os postos do IAP de Borda do Campo e Porto de Cima. Algumas considerações:

O tempo que consta no mapa entre o Ipiranga e o Cadeado (1:30hs) está furado!!! A não ser que você despenque morro abaixo... levei 3:00hs, mas fui devagar. Dá pra fazer em 2:30hs.

chegando no IAP em Porto de Cima faltam 4 km até a ponte metálica, na Estrada da Graciosa. Neste ponto passa o único ônibus entre Porto de cima e Curitiba (15:50hs, horário da saída de Morretes). Se perdeu este, só em Morretes, e são mais 8km...

 

Horário dos ônibus:

MORRETES - CURITIBA

 

HORÁRIO SERVIÇO PREÇO PERÍODO TEMPO DE VIAGEM

05:30 Intermediario R$ 12,48 Todos os dias 01:20

08:00 Intermediario R$ 12,48 Todos os dias 01:20

11:00 Intermediario R$ 12,48 Todos os dias 01:20

12:25 Semidireto R$ 12,48 Segunda a Sabado 01:20

14:45 Intermediario R$ 12,48 Todos os dias 01:20

15:50 Via Graciosa R$ 11,93 Todos os dias 01:55

16:55 Intermediario R$ 12,48 Sextas, Sabados, Domingos e Feriados 01:20

17:00 Intermediario R$ 12,48 Todos os dias 01:20

17:10 Semidireto R$ 12,48 Domingos e Feriados 01:20

19:55 Semidireto R$ 12,48 Todos os dias 01:20

21:10 Intermediario R$ 12,48 Todos os dias 01:20

 

Eu peguei (e paguei) uma Kombi no Rancho da Figueira, +/- 1km abaixo do IAP, pagando R$35,00 até a rodoviária de Morretes.

Valeu cada centavo... no IAP eles indicam um senhor da Pousada Itupava ((41)3462-1925, 9978-1573 www.itupava.com.br), mas tem que descer um tanto até ter sinal pra ligar. Nesse meio tempo achamos (e pegamos) a Kombi no Rancho da Figueira. A Pousada Itupava fica próxima a ponte metálica, mas se ligar ele sobe até onde você estiver.

E não se esqueçam, é uma trilha muito bonita, histórica, mas bem cansativa e escorregadia. Vá preparado e boa caminhada.

PS: Telefones úteis: IAP Borda do Campo (41)3554-1531 P.E. Pico do Marumbi (41)3462-3598

  • 2 meses depois...
Postado
  • Membros

Bom pessoal, domingo passado fiz a trilha, dei entrada às 9:30 no IAP porto de cima e saída às 15:30 no IAP prainhas, ainda cheguei em tempo de pegar o onibus para Curitiba pela Graciosa que passou às 4:15 em Porto de Cima. Foram 6 horas na trilha, com paradas de 20 minutos para lanche e mais 15 minutos esperando o trem passar sobre a ponte do rio Ipiranga. O tempo estava nublado, o clima agradável e a trilha úmida e escorregadia, principalmente abaixo do cadeado, pois tinha muitas folhas secas em cima das pedras, foram 4 tombos e inúmeros escorregões, apesar dos meus 130 kg, quase causarem um terremoto ou avalanche na trilha, não foi nada de grave. Mas vamos a parte interessante do roteiro, de forma alguma quero incentivar outros a fazerem isto, pois é realmente perigoso, e acima de tudo proibido.

Fiz um atalho percorrendo os trilhos entre a casa do Ipiranga e o santuário do cadeado, pouco mais de 1 hora de caminhada. O caminho é muito bonito, porém perigoso, são duas pontes de +- 60 metros de comprimento com quase cem metros de vão até o rio embaixo, passando pelos dormentes, sem ter que olhar no vão, pois é vertigem na certa, e vários túneis, sendo que na saída de um, tive uma das mais belas vistas da Serra do Mar, a minha frente um cânion com uns 500 metros de profundidade, e no meio uma cachoeira com quase 100 metros, acho que era a do véu de noiva, sem falar do maciço do marumbi a direita.

No início quase pisei em uma cobra que estava atravessada sobre os trilhos, e logo após a barragem do rio ipiranga e a antiga estação do véu da noiva, estava querendo atravessar a ponte, só que escutei o barulho do trem e esperei ele passar. Se ele te pegar na ponte é morte na certa. Quando a composição chegou a ponte, com duas máquinas a todo vapor, deram sinal de luz para sair da frente, e após passar alguns vagões começaram a diminuir a marcha, até pararem totalmente, com um conjunto de mais duas máquinas bem na minha frente. Pensei, to fudido, os cara vão me pegar, me encher de porrada e ainda vão me entregar pra polícia. Depois de alguns minutos, criei coragem e fui falar com o maquinista, que falou que pararam, pois estavam esperando o trem que desce passar pelo entroncamento logo acima, também me falou que faltava 2,5 km até cadeado. Logo depois se juntaram mais 3 malucos para continuar a aventura. Outra parte legal foram os túneis, um que era bem comprido tentamos desviar pela esquerda onde havia um carreiro, que devia ser parte da estrada antigamente, pois passamos por um tunel pequeno, por um precipício, e depois havia mais um túnel, só que tinha uma casa montada lá, com fogão a gás, mesa, cortina e roupas, mas não tinha ninguém, então demos meia volta, pois para alguém se esconder ali deve ser um foragido no mínimo, e enfrentamos o tunel maior, breu total, sem luz nenhuma nem a frente nem atrás. Confesso que foi emocionante, melhor que assitir filme de terror tipo Bruxa de Blair ou Pague para entrar e reze para sair, pois não víamos nada e o trem qualquer hora poderia aparecer.

Além disso a flora e a fauna é exuberante, vi vários lagartos, caranguejeiras e inúmeros pássaros.

Pretendo fazer o caminho novamente, só que desta vez quero atravessar o São João a pé, e chegar até o final pela linha do trem.

Postado
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totonmacoutes vc está bom de perna, pelo que calculei vc levou 5.00h. Pelo que vi no teu relato vc foi sozinha, eu nãao aocnselho ninguém ir com memos de 3 pessoas, por que se acontecer algo um fica e outro vai procurar socorro, e a lanterna realmente é impreincindível além de outros apetrechos, comida extra ninguém quer levar, mas na hora faz falta.

Valeu pelo relato aqui no tópico.

Postado
  • Membros

A cachoeira grande é a Véu de Noiva, e o canyon é da Serra da Farinha Seca, que fica entre o Marumbi e a serra da Graciosa.

Nos tempos da RFFSA era proibido andar nos trilhos entre o Véu de Noiva e Marumbi, existia até o Guarda-Trilho, se te pegassem voltava pra Curitiba no primeiro trem. A proibição era devido ao perigo das pontes neste trecho.

E naquele tempo era liberado acampar no mato, em qualquer lugar. O Véu era um lugar muito frequentado. Lembro a cara de espanto dos turistas quando a galera descia na estação com o mochilão.

AH! Lembrei de uma história (véio é assim mesmo... :mrgreen: ), nos tempos da RFFSA o trem parava em todas as estações (Piraquara, Roça Velha, Banhado, Véu, Marumbi. etc.). As estações tinham vários funcionários, gente morando nas casas da RFFSA. Em Banhado tinha um chafariz com o famoso "jacaré de Banhado". Todo novato era batizado lá. A história era assim "você conhece o jacaré de Banhado? Não?! Ele vive no chafariz, é mansinho, dá pra por a mão nele. Então a vítima, digo, o novato, era levado até o chafariz e jogado dentro. BATIZADO!!!!!!!!!!!!!!!

E o engraçado era que muita gente conhecia a história. Fui batizado (só não conseguiram me jogar dentro, mas me molharam), batizei alguns e vi muita gente ser levada pra conhecer o jacaré.

Em tempo: pra quem não conhece RFFSA era a Rede Ferroviária Federal S.A., empresa estatal que mantinha as linhas de trem. Depois foi privatizado p/ a ALL, que automatizou os desvios, mandou embora os funcionários que moravam nas estações e abandonou tudo.

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Mas a proibição de andar nos trilhos ainda existe, então muito cuidado com isso!

 

Oooohhhh saudades da Serra ::love::

Postado
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Mauro, não sei se tava bom de perna, ou de rolar montanha abaixo (down hill). Na verdade o atalho que fiz sobre os trilhos economizou mais de uma hora de caminhada.

Eu fui sozinho, mas pretendo achar parceiros para uma nova empreitada, alguém se candidata?

Otávio, conta mais uns causos das antigas pra nós.

Ainda existe a Maria Fumaça descendo a serra?

Abaixo a foto da composição chegando na ponte sobre o Rio Ipiranga.

20091121135232.jpg

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Ainda existe a Maria Fumaça descendo a serra?

Cara, essa eu não lembro... sei que um tempo tinha maria fumaça entre Morretes e Antonina.

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