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Olá viajante!

Bora viajar?

Caminhadas na região de Paraty (Pedra da Macela, Pico do Cuscuzeiro, Saco do Mamanguá

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Oi pessoal.

 

Esse aqui é um relato de uma longa trip que eu e a Márcia fizemos na região de Paraty, do dia 02 de Janeiro até o dia 10. O Jorge Soto participou da subida à Pedra da Macela, Trilha dos 7 Degraus e o Pico do Cuscuzeiro. O Saco do Mamanguá eu fiz somente com a Márcia.

Pegamos dias de muito Sol, às vezes com uma pequena garoa no final da tarde.

 

 

Fotos da subida a Pedra da Macela:

 

Fotos da Trilha dos Sete Degraus:

 

Fotos da Trilha do Pico do Cuscuzeiro:

 

Fotos do Saco do Mamanguá:

 

Há muito tempo tentava arranjar uma forma de voltar à Paraty para subir o Pico do Cuscuzeiro (no final de 1998 fiz a Trilha do Corisco entrando por Ubatuba e terminando em Paraty e passando ao lado da trilha que acessa o topo do Pico).

Surgiu a oportunidade quando o Jorge também quis participar da empreitada.

Por estar de férias resolvi também fazer a trilha da subida da Pedra da Macela entrando por Cunha e em seguida fazer algumas explorações pelas trilhas da região do Saco do Mamanguá e para finalizar, conhecer uma pouco das praias da Enseada da Cajaíba onde se localiza a Praia do Pouso. O nosso roteiro seria o seguinte: seguir para Cunha e de lá subir a Pedra da Macela e depois descer a Trilha dos 7 Degraus até Paraty. Depois subir o Pico do Cuscuzeiro e fazer o Saco do Mamanguá. E para finalizar, ficar alguns dias na Enseada da Cajaíba curtindo as praias de lá.

 

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Saímos de Sampa eu, a Márcia e o Jorge de ônibus em direção a Guaratinguetá no horário das 11:00 hrs do dia 02 de Janeiro a tempo de pegar o ônibus das 14:00 hrs que seguia para a cidade de Cunha.

Como o início da trilha para a Pedra da Macela está a + - 30 km da cidade, tínhamos que arranjar algum transporte quando chegássemos em Cunha, pois caminhar seria muito desgastante já que seriam aproximadamente 25 km de asfalto e + - 5 km de terra até chegar na porteira que dá acesso a Pedra da Macela.

 

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Chegamos em Cunha pouco depois das 15:00 hrs.

Próximo da Rodoviária procuramos alguns táxis e encontramos uma van que nos deixaria no início da estrada de terra por $40,00 reais o grupo. Nem fomos atrás de outro transporte porque o tempo que nos restava era curto e se demorássemos mais ainda poderíamos não chegar no topo da Pedra antes do anoitecer.

 

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A van fez o percurso rápido e as 16:00 hrs iniciamos a caminhada pela estrada de terra com algumas subidas passando por alguns sítios e chácaras.

 

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Até tentamos falar para o motorista nos levar pela estrada de terra, mas ele disse que a mesma estava muito ruim.

A caminhada segue por um vale sempre subindo com um rio à esquerda, passando ao lado de alguns sítios e chácaras.

 

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Passamos também ao lado de uma pequena cachoeira em forma de tobogã do lado direito.

 

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Quando a estrada segue no plano e uns 200 mts antes de chegar na porteira de acesso à Pedra da Macela encontramos uma pequena porteira à direita que marca o início da Trilha dos 7 Degraus, que iríamos fazer no dia seguinte.

 

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Essa trilha também é conhecida como Caminho do Café.

Mas nosso objetivo naquele dia era acampar no topo da Pedra da Macela.

 

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Caminhando por mais alguns minutos pela estrada, chegamos na porteira de metal que dá acesso ao topo da Pedra e ao cruzá-la, a estrada passa a ser de concreto com alguns trechos de asfalto e subida bastante íngreme.

Junto da porteira passa um pequeno riacho - pegue água aqui, pois daqui para frente não tem mais.

Agora estamos na propriedade de FURNAS que instalou as torres no alto da Pedra.

 

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A estrada segue em zigue-zagues com bastante inclinação e tivemos que ir parando em vários momentos para descansar, com o Jorge indo à frente e eu e a Márcia ficando para trás.

 

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Como tínhamos iniciado a subida às 17h20min, a neblina tomava conta de toda região e não conseguíamos ver muita coisa ao redor.

 

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De vez em quando o tempo abria e já víamos as torres lá no alto e até ameaçou vir uma garoa que por sorte não veio.

E as 18h35min chegamos no final da estrada, marcada por uma porteira de arame que dá acesso às torres.

 

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Aqui é proibida a entrada e existem algumas setas apontando para a direita, para contornar a área das torres e do outro lado e alguns metros abaixo encontramos um lugar plana para montar nossas barracas.

 

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O local é bem aberto, mas protegido por algumas rochas.

 

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A neblina cobria tudo ao redor e depois de montadas as barracas, fomos conhecer a área do topo, onde ficam as torres.

Nesse momento encontramos o Seu Lourival, que trabalha como vigia das torres, que nos pediu para que assinássemos o livro de visitas.

 

Ele disse que cuidava dos equipamentos para que não apresentassem problemas.

No livro percebemos que outras pessoas acampam por aqui regularmente e que éramos as primeiras três pessoas a acampar por aqui em 2008.

 

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Depois disso voltamos para as barracas e fui fazer o jantar.

Coloquei o celular para despertar pouco depois das 5 horas da manhã para pegar o nascer do Sol.

 

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Quando acordamos o tempo estava totalmente aberto, mas um pouco escuro ainda e já dava para visualizar facilmente as luzes de Paraty e alguns outros bairros ao longo da Rodovia Rio-Santos.

A temperatura não estava tão baixa, mesmo por estarmos no topo de um pico.

 

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As 06h10min os primeiros raios surgiram por entre as águas do mar e já se conseguia visualizar toda a serra em volta, com o Pico do Frade à esquerda onde nós três já estivemos em 2005 e à direita aparecia o Pico do Cuscuzeiro que seria nosso objetivo para o dia seguinte.

 

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Depois de desmontar as barracas, as 07h30min iniciamos a descida para a trilha que iríamos fazer nesse dia, chegando à porteira pouco depois das 08:00 hrs onde paramos para tomar o café da manhã.

 

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Ao cruzarmos a porteira, seguimos por uns 200 mts pela estrada até encontrar uma outra porteira de madeira à esquerda onde se inicia a Trilha dos Sete Degraus.

 

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Estávamos com um croqui da trilha, mas estava bem desatualizado, pois não encontramos algumas das porteiras descritas.

 

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A trilha segue no plano até chegar na borda de um vale à esquerda e mais alguns minutos seguindo para a direita, passamos ao lado de uma casa abandonada.

 

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Depois de caminhar por cerca de 30 minutos desde a estrada, a trilha passa por uma área de brejo por alguns metros e logo chegamos a uma cerca de arame onde uma porteira de madeira dá acesso a um pasto onde estão plantados inúmeros eucaliptos.

Devido ao croqui estar desatualizado, passamos direto pelos eucaliptos e seguimos por um caminho de vacas até chegar à casa do Seu Tinho, a segunda casa que encontramos.

 

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Depois de conversarmos com ele, nos disse para retornarmos até a porteira e de lá seguir morro acima.

 

Pegamos água de uma pequena nascente ao lado da casa e voltamos até os eucaliptos.

Aqui é só continuar subindo próximo à cerca de arame até o topo por cerca de 100 metros.

E a continuação da trilha esta lá no alto junto ao final do pasto quando a trilha entra na mata fechada.

 

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A partir daqui aparecem algumas bifurcações a direita e a esquerda, mas a trilha principal é bem demarcada e na direção do topo, lembrando muito uma antiga estrada que foi tomada pelo mato.

 

Depois de uns 10 minutos no plano, a trilha começa a tomar um rumo descendente seguindo em linha reta e daqui para frente começam a aparecer antigos vestígios do caminho como o calçamento de pedras e alguns muros de arrimo que ficaram intactos mesmo após 200 anos.

 

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Em alguns trechos a mata tomou conta, mas o antigo caminho está lá.

Passamos também por trechos em que a trilha está semelhante a uma estrada, de tão aberta que está.

 

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Depois de pouco mais de 2 horas desde o topo chegamos a um pequeno riacho do lado esquerdo junto da trilha e aqui paramos para comer alguma coisa e descansar um pouco.

A trilha continua descendo e cruza esse mesmo riacho, seguindo para a esquerda.

Daqui para frente aparecem algumas bifurcações, passa por um descampado e às 14h30min chegamos a uma pequena ponte de madeira, onde dois rios se encontram.

 

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A trilha termina aqui e se inicia a estrada que ainda segue descendo em direção ao bairro da Pedra Branca.

 

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Ainda passamos pela cachoeira da Pedra Branca, alguns poções e por alguns carros, mas nada de carona.

 

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Pouco antes das 17:00 hrs a Fazenda Murycana aparece do lado direito e uns 15 minutos depois chegamos na estrada que liga Paraty a Cunha onde existe um marco de concreto da Estrada Real.

 

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Depois de atravessar o rio paramos em um bar e ficamos aguardando o ônibus que ia nos deixar na Rodoviária de Paraty e lá iríamos pegar outro que nos levaria para o Bairro do Corisco, onde se inicia a trilha para o Pico do Cuscuzeiro, nosso objetivo no dia seguinte.

 

 

 

Continua......

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Blz Richard.

 

Se vc chegar na Praia da Curupira na caminhada, como eu fiz, ali é possível contratar alguém p/ te levar do outro lado do mamangua.

Coloquei as dicas no relato. Dê uma lida.

 

Chegando na Praia da Curupira, o Charles pode te levar na canoa dele até a Praia do Cruzeiro.

É lá é que se inicia a trilha p/ o Morro do Pão de Açucar. Creio que vc vai levar pouco mais de 30 min até o topo.

 

Ou se vc quiser chegar até Paraty Mirim e de lá contratar um barco até a Praia do Cruzeiro.

São duas boas opções, mas acho que saindo de Paraty Mirim é um pouco mais caro.

A vantagem é que vc não vai fazer toda aquela caminhada que eu fiz.

 

Veja aquele mapa que eu fiz no google earth que tá no começo relato. Lá dá p/ ter uma noção das distâncias.

 

 

 

Abcs

  • 6 meses depois...
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Boa tarde pessoal!!!

Estou precisando de uma ajuda de vcs....

 

Estou querendo fazer uma trilha até o Pouso da Cajaiba e pelo que estou vendo existem algumas alternativas....como deixar o carro em Laranjeiras descer até Ponta Negra e seguir a diante e/ou Parati-Mirim. Mas como eu não conheço essas trilhas, estou pedindo um auxilio a vcs de onde devo partir, por onde devo ir, condições da trilha e todo tipo de sugestões que possa me ajudar.

 

Dizem que são uns trêz dias, mas com certeza vale a pena. Bom fico no aguarde e muito obrigado.

 

Valeu

 

 

Rafael Merege

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Rafael.

 

Pelo que entendi no teu post vc quer fazer a travessia Trindade-Paraty.

 

Existem aqui no mochileiros diversos relatos sobre essa travessia, em ambos os sentidos.

 

Fiz essa caminhada no Sentido contrario ao que você pretende, o relato está em:

 

ponta-da-juatinga-travessia-paraty-trindade-t39684.html#p431895

 

E também postei o tracklog em:

 

tracklogs-mapas-t26577.html

 

A Navegação dessa trilha é bastante simples.

 

Abraços

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Blz Rafael.

 

A travessia a que vc se refere é da Joatinga ou Ponta da Joatinga.

Vc vai encontrar vários relatos dessa trilha aqui no Fórum. Dê uma olhada nas postagens mais antigas em relatos de viagem.

Ela é bem tranquila, como disse o Piacitelli, mas não recomendo faze-la no sentido que vc tá querendo: Laranjeiras a Paraty Mirim (de oeste a leste).

O ideal é faze-la de leste a oeste, entrando pela Praia do Pouso da Cajaíba e terminando na Praia do Sono, já quase em Laranjeiras.

 

As vantagens são a logistica e a dificuldade da trilha.

Vai ser mais facil vc conseguir barco chegando na Praia do Pouso, vindo de Paraty do que saindo de lá e o trecho Ponta Negra- Cairuçú tem uma subida muito ingreme. Se vc estiver vindo na direção contrária a subida e bem mais leve.

 

 

 

Abcs

  • 5 semanas depois...
Postado
  • Membros

Em janeiro de 2004, indo passar um fim de semana em Trindade, sábado bem cedo, errei o trevo na entrada de Paraty e acabei encarando os 10km de estrada de terra para Cunha, e havia chovido a semana toda.

 

Mais uma vez o fuscão provava o seu valor ,enquanto a namorada ficava meio tensa com as derrapagens e deslizadas na pedra lisa e no barro, eu ria e me divertia com o off road inesperado. Detalhe é que no rack dele estava meu caiaque. ::hahaha::

 

Lá em cima é que fui encontrar uma van(tb branca) que me disse ser o caminho errado. Fiz meia volta e fui pro lugar certo.

 

Pretendo voltar lá, para explorar as fazendas do ciclo do café, que oferecem pousada e vendem diversos produtos.

 

Vou deixar este seu relato como roteiro a ser feito futuramente, gostei.

 

Obrigado pelas dicas.

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  • Autor
  • Membros

Se vc dispor de tempo, então não deixe de incluir alguns alambiques.

Tem um no Bairro da Penha, subindo pela Estrada Paraty-Cunha e outros no Bairro do Corisco.

Além do já desativado na Fazenda Murycana.

E na mesma estrada onde fica a Murycana, se vc seguir serra acima chegará em algumas belas cachoeiras e poções, principalmente a Pedra Branca.

Vale a pena.

 

 

Abcs

 

 

 

Em janeiro de 2004, indo passar um fim de semana em Trindade, sábado bem cedo, errei o trevo na entrada de Paraty e acabei encarando os 10km de estrada de terra para Cunha, e havia chovido a semana toda.

 

Mais uma vez o fuscão provava o seu valor ,enquanto a namorada ficava meio tensa com as derrapagens e deslizadas na pedra lisa e no barro, eu ria e me divertia com o off road inesperado. Detalhe é que no rack dele estava meu caiaque. ::hahaha::

 

Lá em cima é que fui encontrar uma van(tb branca) que me disse ser o caminho errado. Fiz meia volta e fui pro lugar certo.

 

Pretendo voltar lá, para explorar as fazendas do ciclo do café, que oferecem pousada e vendem diversos produtos.

 

Vou deixar este seu relato como roteiro a ser feito futuramente, gostei.

 

Obrigado pelas dicas.

  • 7 meses depois...
  • 11 meses depois...
Postado
  • Membros

Falae Augusto, td bom?

 

Pretendo fazer com uns amigos agora na Páscoa a volta no Saco do Mamanguá, saindo de Paraty-Mirim até a Praia de Pouso do Cajaíba. Procurei pela net mas tô tendo dificuldades em encontrar um tracklog com informações do percurso (principalmente nos trecho do saco propriamente dito - de parati-mirim até a praia do curupira e da praia do cruzeiro até a praia do engenho. Vc por acaso teria esse tracklog, ou informações sobre qts quilômetro de trilhas iremos percorrer nesse trecho?

 

Desde já agradeço,

 

 

Rodrigo Oliveira

Postado
  • Autor
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Blz Fabricio.

Acho muito complicado fazer de bike essa trilha. Vc terá de carregá-la em alguns trechos.

Não vale a pena.

No trecho final de descida a trilha está sendo tomada pela vegetação. Não dá p/ ver por onde vc passa, então acho perigoso.

É uma trilha histórica, parecida com a Trilha do Ouro com trechos de calçamento original de pedras. Então outro motivo p/ não ser feita de bike.

 

Antes de entrar na mata fechada a trilha passa por areas de pasto, então esse trecho até dá p/ ser feito de bike.

E pouco menos de 1 hora de trilha vc vai chegar na Casa do Sr. Tinho (onde chegamos e tivemos que retornar) e ali sai uma outra trilha que termina na Rio-Santos.

Essa sim é perfeita p/ bikes.

 

 

Abcs

 

 

 

 

Augusto, na sua opinião dá para descer a trilha dos 7 degraus de bicicleta?

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