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Olá você que vai de bike, jáh tem seu roteiro pre estabelecido?

Caso queira dicas de roteiro para bike, pense em dar a Volta ao Parque...mais informações me escreva [email protected]

Abraços :arrow:

 

 

Salve brother,

 

Não estou com o roteiro completamente definido.

 

Mas estava sim pensando em dar a volta ao parque.

 

O que sugere? Teremos uns 15 dias para realizar a viagem!

 

Abraço

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Dá pra fazer passeio avulso de bike?

 

Olá você que vai de bike, jáh tem seu roteiro pre estabelecido?

Caso queira dicas de roteiro para bike, pense em dar a Volta ao Parque...mais informações me escreva [email protected]

Abraços :arrow:

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Para quem vai dar a volta ao parque opções é que não irão faltar de passeios.

Digamos que seu passeio começa em são jorge.

1º Vai parar na próxima cidade chamada colinas do sul, e conhecer a cachoeira do Toginho! ( se vc sair cedo de São Jorge rola de parar no Toginho e ainda continuar o pedal até o pernoite do dia , Povoado do rio Preto)

2º Povoado do Rio Preto, este lugar é o mesmo rio que passa pelo parque que forma as cachoeiras dos Cânions e dos Saltos, um povoado simples apenas para pernoite banho de rio, hidratação.. continue o pedal até um povoado pequeno chamado Capela. Ali vc para e vai se infrmar certinho em qual entrada vc vai entrar para um Lugar Chamado Catingueiro, na casa do Célio... ( esse trecho do pedal é irado, longo uns 45 de terra com trechos de subida, tudo pela rodagem ( estrada de terra) pernoite no quintal do Célio

3º Visita a Cachoeira do Montes Claros... dps do banho de cachoeira.. cebo nas canelas vai da a maior pedal vai sair de lá e pegar uns 40km de terra e subir a serra , com destino a fazenda renascer, para dormir e no outro dia visitar a Ponte de pedra http://weversonp.wix.com/namuchilafotografia#! exppontepedra/c14zp

4º chegada em Cavalcante--- descanse pois no outro dia tera mais pernada...

5º vai se deslocar até a cachoeira do prata.. são 63 km de pedal.. recomendo sair cedo... Lá vc vai conhecer as primeiras cachoeiras do prata ,que são 04. pernoite no prata...

6º Continua a visita as cachoeiras em destaque para o rei do prata.. Imperdível.. dorme lá de novo!!!

7º Vc agora vai pedalar uns 45 km voltando rumo a cidade porem vai entrar no Quilombo dos kalungas e conhecer a santa barbara e Capivara , com pernoite na comunidade.

8º Continuando a conhecer os Kalungas, cachoeira kandaru...

9º Retorno para Cavalcante, coisa rápida, e já pega estrada sentido Teresina de Goiás, passando pela cachoeira poço encantado ( pousadinha do lado)...

10º Dia pedal até alto Paraíso, - visite a cachoeira loquinhas , cachoeira dos Cristais

11º dia.. pedal até a catarata dos couros.. com pernoite lá..

12º dia retorno para Alto paraíso- com Destino são Jorge

13º Visite o Parque Nacional

14º Visite vale da lua

15º raizama.

 

Esse roteiro ta redondo.. agora falta a logistica.. quer ajuda?

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Dah sim para fazer passeios de bike avulsos.. o que tem em mente?

 

 

Salve man!

 

Vlw mt pelas sugestões!

 

A idéia é ir de bike pelos caminhos da chapada.... Dando a volta no parque como tá nesse roteiro....

 

Sem pressa, acampando onde der, conhecendo o povo local....

 

Alguns trechos são mais longos.... talvez pegar uma carona em alguma caminhonete....

 

Abs

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Agora minha outra dúvida é quanto aos passeios:

Teremos 3 dias para visitação. Chegaremos em São Jorge na sexta a noite. Teremos sábado, domingo e segunda para visitar e terça voltamos para casa.

 

Eu estou pensando no seguinte:

 

1º dia - Trilha dos Saltos - Parque Nacional. Por ser uma trilha difícil, faríamos essa de primeira.

2º dia - Almécegas I e II e também o Vale da Lua e Raizama. Li que essas são mais fáceis de fazer. Coloquei elas juntas pelo nível de dificuldade fácil e por ter feito uma puxada no dia anterior. Será que da tempo das duas?

3º dia - Trilha dos Canyons. Mais uma trilha puxada, mas faríamos apenas ela no dia.

 

O que acham?

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Alguém já fez esses pacotes de agência?

Estou pensando em fazer pra não ter que dirigir, mas meu medo é de não prestar.

 

Indicações?

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Viajantes,

 

Estive na Chapada dos Veadeiros entre os dias 05 e 13 de janeiro/2015, e repasso aqui algumas observações sobre este lugar incrível:

 

* Optamos por ficar em Alto Paraíso, na Pousada do Sol, a qual indico a qualquer pessoa que goste de se hospedar junto à natureza e saiba apreciar as coisas simples da vida. O local é repleto de plantas e paz, as pessoas são acolhedoras e as muitas araras que aparecem por lá todos os dias dão um espetáculo à parte no café da manhã! E que café da manhã... A proprietária, Vazu, é uma querida. E isso não é propaganda, apenas um sincero reconhecimento pelo carinho que tivemos em nossa estadia.

 

*Das três cidades que ficam na área da Chapada, Alto Paraíso é realmente a “maior”, mas confesso que me surpreendi com a Vila de São Jorge: apesar de as ruas serem todas de terra, há um comércio ao lado do outro – restaurantes, campings, pousadas, lanchonetes, enfim, as opções são diversas. A impressão que ficou é que ambas as cidades podem atender a todo tipo de viajante. Não conseguimos conhecer Cavalcanti (dizem que é linda), fica como desculpa pra voltar lá!

 

* As cachoeiras são lindíssimas, pra quem curte este tipo de rolê provavelmente vai conhecer as cachoeiras mais belas da vida! O ruim é que a gente ficou mal acostumado, e agora vai ser difícil encontrar cachoeiras do mesmo nível... Contudo, praticamente todas as cachoeiras encontram-se em propriedades particulares, e as taxas estão variando entre R$ 10 e R$ 20 por pessoa. Nossa filhota de 9 meses não pagou...

 

*Comida tem pra todos os gostos nos comércios da cidade: desde uma tapioca caprichada (ou uma pamonha) de lanche, até uma boa pizza com um vinho à noite. Nós passamos a semana à base de tapioca e açaí ::cool:::'> Nos passeios que duram o dia inteiro, vale a pena carregar uma fruta e um salgado na mochila!

 

*A estrada que liga Alto Paraíso de Goiás e São Jorge é asfaltada, tem cerca de 36 km e está novinha, é faca na manteiga... Isso é muito bom, porque você vai rodar bastante por ela! Praticamente todas as cachoeiras haverá um trecho de terra após o asfalto, umas de 2km e outras com mais de 15km. Não tivemos dificuldade em nenhuma, é só ir com atenção aos buracos, e, em condições secas, qualquer carro estava passando tranquilamente.

 

*Nós demos sorte com o tempo, pois mesmo sabendo que pegaríamos uma época de chuvas (janeiro), ficamos 8 noites e não pegamos nenhuma gota de chuva. Conversando com o povo por lá, nos disseram que isso é raro, mas nos últimos anos têm acontecido com certa frequência. Penso que ir à Chapada no verão haverá sempre um risco por ser o período típico das chuvas nas regiões sudeste e centro-oeste, mas, mesmo chovendo, o que mais ouvimos é que num mesmo dia pode chover e abrir sol algumas vezes, o que não compromete totalmente o passeio – vai da disposição de cada um/grupo. E, apesar do clichê, vale sempre lembrar: começou a chover na cachoeira, sai da água e procura um local mais alto e protegido, pois os acidentes frutos de “trombas d'água” são reais!

 

* Não vou incorrer no erro de classificar as cachoeiras por beleza/poder, já que isso é um tanto individual, mas posso dizer que na região há cachú pra todos os gostos e idades! O que ajuda bastante é estar motorizado, pois os rolês às vezes estão um pouco distantes e a primeira parte é feita de carro/moto/bike/bus... Não quer dizer que não dá pra conhecer a Chapada sem carro, sempre rola caronas, mas talvez o aproveitamento da viagem seja menor se os dias estiverem contados.

 

O que me veio agora foi isso, qualquer outra coisa que eu puder ajudar, será um prazer. Boas viagens!

Caio/Floripa

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    • Por Rogpan
      Nossa Trip foi bem louca galera!
      Primeira vez que resolvemos fazer o Mirante, confesso que foi uma das melhores e mais sinistras...rs
      No dia 30SET resolvemos comemorar meu niver fazendo uma bela trilha, um bate e volta dos bons... Como estava recebendo uma grande amiga em BSB Ariadne Rodrigues ( amiga de velhas cervejas )... fechamos a equipe convidando nosso grande amigo Reis ( conhecido nas redes sociais das trilhas).
      Partimos então para a Vila de São Jorge - GO e claro direto para a trilha!
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      Chegando próx a Cachoeira do Abismo
       

       

      Cachoeira do Abismo
       
       

       
       
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    • Por Carlosfuca
      1. Chapada dos Veadeiros: Cachoeira dos Cristais + chegada em Goiás

      (Foto: Cachoeira Véu de Noiva - Fazenda dos Cristais)
      Mapa: https://goo.gl/maps/B6fUo5G4PnNs5Snh6
      Acordei um pouco antes das 6h da manhã, dormi bem, estava cansado da viagem de ônibus de São Paulo até Alto Paraíso- Goias. Hoje é dia 06 de dezembro de 2019, o dia amanheceu nublado e o sol aparecia vez em quando bem tímido. Assim, apenas preparei o que eu iria levar, pois o destino do dia prometia: Cachoeiras dos Cristais. Dar inicio de vez às visitas pras cachoeiras da Chapada dos Veadeiros.
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      Como cheguei em Alto Paraíso - Goiás (Chapada dos Veadeiros)
      No terminal Rodoviário Tietê em São Paulo, embarquei  (as 18h - 04/12) num busão pra Brasilia pela viação Real Expresso, preço R$159,00. Cheguei na Rodoviaria Interestadual de Brasilia as 10h30 (05/12), portanto perdi o ônibus das 10h que opera de Brasilia até Alto Paraíso, o próximo só viria as 19h (R$45,00). Bom, pensei em procurar carona e também pensei em pegar metrô e conhecer a cidade, mas no caminho do metro, que é logo do lado a rodoviária, uma quentinha me chamou por R$09,00, então almocei ali mesmo e depois voltei pra esperar no espaço VIP da Real Expresso, daí já aproveitei pra entrar em contato com familiares e amigos, além de avisar a dona do Camping que eu estava a caminho e iria chegar umas 23h00. 
      Fui recebido na rodoviária de Alto Paraíso que está bem próxima do Camping dos Girassóis, armei a barraca e fui dormir...
      Estou em paz, depois eu volto por aqui. E com fotos.
      Pédenatureza!!!
      Página facebook: https://m.facebook.com/campingecachoeiradoscristais/?locale2=pt_BR
       
        
        
        
    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por luiiizsoares
      Bom dia, gostaria de montar um grupo de moto de Goiânia para compartilhar conhecimentos, amizades, rolês. Quem tiver interessado chama aí. 


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