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Conheci a Amazônia dos meus sonhos! :)

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Visitei o Amazonas em Junho/2015 depois de muitos anos esperando a melhor oportunidade para viajar pra lá, tentando combinar férias com a melhor época do ano. Acabou dando certo.

Pesquisei bastante na internet e aqui no Mochileiros porque eu queria que essa viagem fosse especial, por ser o grande sonho da minha vida conhecer a Amazônia. Eu estava fugindo daqueles pacotes turísticos padrões que não te permitem viver uma experiência original nos lugar.

O que eu achei na net foram hotéis de selva caríssimos, luxuosos, com pacotes padrões ou agencias mais em conta que levavam os turistas para locais próximo à Manaus mas que deixavam muito a desejar visto os diversos depoimentos que li por aí.

Pesquisei bastante e acabei descobrindo a Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá aqui mesmo no mochileiros – uma menina postou um relato dizendo que tinha visto uma reportagem sobre o lugar e acabou procurando mais pra visitar.

Eu só tenho a agradecer essa pessoa que não sei nem mais onde está o relato dela aqui no fórum – mas se ela ler esse meu post, queria dizer muito obrigada! Foi a melhor experiência de viagem que tive na minha vida (e olha que já viajei bastante por aí!).

 

Bom, então vamos lá. Chegamos em Manaus, ficamos dois dias. Deu pra conhecer o centro histórico, mercado municipal, alguns museus e o encontro das águas. Dois dias são suficientes em Manaus. O tempo restante que você tiver invista em passar mais tempo na floresta.

Depois disso, pegamos um voo regional da azul para Tefé que fica a 500km de avião de Manaus, em direção à fronteira com a Colombia, bem no meio da Amazonia. De lá, pega-se um taxi até o porto de Tefé e um voadeira (barco pequeno) até a Reserva – dá mais ou menos 40 minutos até a Pousada Casa do Caboclo que foi onde ficamos.

A Pousada fica numa comunidade na beira do rio Japurá dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Mamirauá. É uma pousada gerida pelo casal Ruth e Choca. A comunidade é bem pequena e familiar – quase todos lá são da mesma família. Nessa reserva, há muitas pesquisas sendo realizadas pelos pesquisadores do Instituto Mamirauá, vem muito pesquisador de fora estudar a fauna e flora, muitas espécies são endêmicas na região.

 

A Pousada é simples mas muuuuuito aconchegante. Dormimos em um quarto sem paredes, apenas com telas. E o mais legal disso tudo é que, como a pousada fica na beira da mata, dá pra ouvir todos os sons da floresta durante a noite, uma experiência muito legal!

A Ruth é quem cozinha e prepara as refeições pra gente. Tudo fresco e muito gostoso, me senti sendo cuidada pela minha mãe. Inclusive, no primeiro dia cheguei lá passando mal porque tinha comido um sanduiche com maionese estragada no dia anterior. Tive uma intoxicação alimentar brava e ela fez chá, sopas, me deu remédio, cuidou de mim igual filha. Sou muito grata a ela porque fiquei muito preocupada em perder um dia na floresta porque estava passando mal, mas acabou dando tudo certo e melhorei bem rápido!

 

O Choca é quem levou a gente para os passeios. É incrível como eles conhecem aquele lugar. Fizemos muitos passeios nos 4 dias que ficamos lá. Como fomos na época da cheia, a maioria deles fizemos de canoa. Passeamos por dentro da floresta, vimos muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuita fauna silvestre, muuuuuuuuuuitos macacos, de várias espécies, inclusive o macaco uacari, uma espécie endêmica de lá e difícil de ver. Vimos araras ameaçadas de extinção que não se vê mais em lugar nenhum, bicho preguiça, tamanduá, muitas espécies de aves, muitas árvores amazônicas, e muuuuuuitos botos soltos, livres, silvestres de verdade (diferente dos relatos que li no Mochileiros da visita aos botos próximo à Manaus, uma verdadeira judiação com os animais…). Em um dos dias fomos fazer a focagem de jacaré noturna e foi muito legal também, só a gente, a lua e o rio. E alguns jacarés! hahah

Também fomos assistir o nascer e o pôr do sol, e em um dos dias acordamos de madrugada para ver o céu e as estrelas. Engraçado, mas a gente não presta atenção nessas coisas no dia a dia. E como ver o sol, o céu e as estrelas pode ser tão especial! Na Amazônia foi mais fantástico ainda.

 

O Choca foi nosso guia, nos levou pra ver tudo, parando pacientemente para tirarmos fotos, respondia todas nossas perguntas, ele conhece tudo por lá. E o legal é que foi uma viagem ‘vip’, só eu e meu marido nos passeios guiados por ele.

Inclusive, ele nos levou em duas plataformas de observação construídas por uma TV japonesa que tinha ido lá algumas semanas antes da nossa visita fazer um documentário sobre a Amazônia. Foi muito legal subir na plataforma e ver a copa das árvores de lá.

 

Eu voltei de lá com uma sensação de pertencimento muito grande em relação ao meu país, de orgulho por ter o privilégio de ter a Amazônia no meu país e com a sensação de querer compartilhar a experiência com todos. Eu acho que se todos os brasileiros visitassem a Amazônia, conseguiríamos aumentar a consciência e a preservação desse importante bioma.

 

A minha viagem só foi especial por que eu conheci a Amazônia de verdade, investi um pouco mais de tempo pra ir em uma reserva sustentável longe de Manaus, onde há conservação, utilização de recursos naturais de forma consciente, uma comunidade engajada em crescer sustentavelmente, preservando e defendendo o local onde vive. E mais do que isso, a Ruth e o Choca são pessoas muito especiais e tornaram a nossa experiência única. Eu tenho muito a agradecer a eles.

Quem quiser conhecer a Amazônia de verdade, eu recomendo fortemente que vocês visitem Mamirauá. Um dos principais guias de viagem do planeta (Lonely Planet) elegeu Mamirauá como o melhor lugar para se conhecer a Amazonia e eu concordo.

 

Eu e meu marido ficamos 4 dias inteiros na pousada com a Ruth e o Choca e gastamos um dia pra ir e mais um dia pra voltar (1 hora de voo, mas só tem voo no meio do dia). O site da pousada é www.pousadacasadocaboclo.com

Os preços incluem todas as despesas desde a chegada em Tefé até o retorno para o aeroporto – hospedagem, transfers, alimentação e passeois.

 

Pretendo voltar em breve para conhecer a Amazônia na época de seca! :)

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Olá armorines

Paguei R$300 por dia por pessoa. Nesse valor estão inclusos todos os custos - hospedagem, alimentação - todas refeições, incluindo lanche para o passeio, passeios e transporte de tefé até a pousada.

Abraços

Raquel

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Muito bom Raquel. Estou pra realizar este sonho tb... De conhecer o amazonas. Não vai ser desta vez que vou conhecer mamiraua... Mas quem sabe na próxima?

 

:)

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Muito obrigada por esta postagem!! Era exatamente o que eu estava procurando! Eu não queria conhecer a "Amazonia pros turistas". Só achei bem salgado a diária na reserva, mesmo com tudo incluso, mas eu já tinha ouvido falar que passeio pra Amazonia sempre sai caro. Novamente, obrigada!

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Li esse post e me interessei muuuuuuuuuuuuuito por conhecer esse local. Então entrei em contato com a pousada para ter maiores informações de tudo, e me decepcionei um pouco com o preço das diárias, que é de "R$ 470,00 por pessoa + R$ 10,00 por pessoa de Contribuição Comunitário, para fins de melhoria na comunidade". Pretendia passar uns 6 dias por lá, mas por 3 mil reais está fora do budget de um mochileiro. Isso dá um pouco a impressão que a onda de "gourmetização" das coisas chegou também nas pousadas no interior da Amazônia.

 

Estive pesquisando também outras opções de hospedagem, mas na cidade de Tefé, ou seja, fora da reserva. Vi uma opção chamada "Pousada Multicultura", se não me engano administrada por europeus, com um quarto duplo custando 85 reais de diária. Estou orçando também os passeios na região para ter uma ideia geral dos custos, mas acho que se hospedar nesse local cabe mais no bolso de quem quer mochilar. Se alguém quiser essas informações de preços dos passeios pergunte por aqui que encaminho a resposta que a pousada me passar.

 

Aliás, pretendo ir para lá no início da estação seca. Por volta de junho, talvez julho. Se alguém quiser também ir nessas datas é só avisar.

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Que ótimo encontrar essas dicas, pensei em ir em jun/jul, mas pra conhecer tudo o que desejo terei que ir nas minhas férias, em janeiro. A princípio pensei em ficar na comunidade Tumbira, tenho tempo pra me organizar, vou acompanhando...

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    • Por joshilton
      O Teatro Amazonas é, sem sombra de dúvidas, o cartão postal de Manaus. Não dá para passar pela cidade sem conhecer o seu principal ponto turístico. Tivemos a sorte de pegar a temporada do projeto “Duetos Populares” com apresentações de teatro, música e dança gratuitos. Dessa forma, conhecemos o interior do teatro e o vimos em pleno funcionamento. Foi espetacular!

      Essa preciosidade completou 202 anos de existência em 2018 e hoje é o principal Patrimônio Artístico Cultural do estado do Amazonas. A construção reflete perfeitamente o período de modernização e glamour dos tempos áureos da borracha. A fachada segue o estilo neoclássico e uma belíssima cúpula com escamas de cerâmica nas cores da bandeira do Brasil.
      Não deixe de fazer a visita guiada, que é gratuita em todas as terças-feiras.
      Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9 às 14 h.
      Preço: R$20, sendo que estudantes, professores e militares têm direito a meia-entrada. Visita guiada gratuita às terças-feiras.

    • Por joshilton
      Safári Amazônico.
      O passeio chamado Safári Amazônico, um tour de um dia que sai de Manaus e percorre de barco as principais atrações da região do rio Negro: Tribo indígena, Botos cor de rosa (Boto Vermelho para os amazônidas), Lago Janauari (almoço), Ponte Sobre as Árvores e Encontro das Águas.
      Saídas: terça, quinta, sexta, sábado e domingo. Horário: 8:00 às 16:30
      Embarcação: Lancha Rápida (Speed Boat)
      Pagamento: Visa / Master / Amex / Cash: 120 reais, com tudo incluso.
      Incluso: almoço, guia bilíngue, taxa de embarque e de visitação.
      A viagem segue com destino à uma comunidade indígena onde participamos de um ritual de apresentação e conhecemos um pouco sobre sua cultura.
      Logo após descemos o Negro passando pela orla da cidade em direção ao Parque Ecológico Janauary, no local foi servido um almoço regional (cardápio à base de peixes, carne ou frango, saladas e acompanhamentos, buffet self-service), depois fomos uma visita às vitórias-régias caminhando sobre uma passarela palafita na selva, em seguida visitamos a feira de artesanato local. Muitos animais silvestres, entre eles muitos macacos.
      Após isso, vamos ao mais esperado do passeio, o Encontro das águas, Rio Negro e Solimões, que correm juntos 7 kms para se misturarem e formar o Imenso Rio Amazonas, com o segundo encontro, lá no Pará, em frente a Santarém e desaguar no Oceano Atlântico, perto de Belém do Pará, porém isso já é outra história, farei um novo tópico.
      Saindo em direção a Ponte Sobre o Rio Negro.
      As fotos são de 2 modelos, que fui fazer os books para os portfólios delas.

       




      Roteiro:
      Saindo do porto (Roadway), subimos o rio Negro em direção à plataforma flutuante de interação com os botos, onde tivemos a oportunidade de nadar com esses animais incríveis e dóceis e observá-los ao serem alimentados por um nativo.
      Vamos aos detalhes:
      Primeira parada: Tribo indígena - a primeira parada foi na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível.
      E os Tapurus, isso nós já estamos acostumados, desde que servimos ao exército e fazemos o "Boina Verde" um tipo de sobrevivência na selva.
      E como não poderia faltar, o peixe assado.
       




      Depois vem o convite para dançarmos como os índios,é sensacional.
       

      Na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível. 
      Depois foram as fotos com os índios e dos índios Tucanas.




      Aperta a fome, é hora do lanche, pois teremos muito chão pela frente, opaaa, muita água.

      Segunda parada: Interação com os Botos

      Obs.: Não tem saídas para interação com os botos às quartas-feiras, considerando a necessidade de promover o turismo responsável, estimulando o equilíbrio natural da espécie dentro de seu habitat conforme determinação do Ibama.
      A parada seguinte foi no flutuante do boto. Os animais ficam livres no rio Negro, não ficam em cativeiros e "aparecem" no local pois são alimentados, sendo que não é permitido encostar nos animais.
      Sugestão: Levar dinheiro trocado para o caso de compras de artesanato, toalha e roupa de banho.
      Assim que chegamos, fomos orientados de como nos conduzir na água. Após orientação do pessoal do flutuante, colocamos coletes e entramos na água em pequenos grupos, 6 por vez. Os visitantes são convidados a entrar na água para sentir a movimentação dos animais, mas é estritamente proibido encostar ou alimentá-los. Somente os monitores, podem alimentar os botos. Não é possível avista-los, quando estão submersos, pois a água do Rio Negro é escura, como já diz o nome do rio. Se leva sustos com os botos, passando ao lado das perna e braços da gente.
       

      Terceira parada: Restaurante Flutuante.

      Já era quase meio dia e a fome estava apertando. A próxima parada foi em um restaurante flutuante, onde almoçamos. O restaurante totalmente flutuante. A comida era deliciosa. Comi peixe, muito peixe Tambaqui e Pirarucu, deixei o frango e carme de lado, pedi como bebida, um delicioso suco de cupuaçú.
       

      Apo's o almoço, vamos a "feira de artesanatos dos nativos", ali próximos, é como se fosse passar de uma balsa a outra.
      Não dei muita importância, pois como mora na região, já não me chama a atenção esses produtos, porém os turistas ficam muito tempo vendo esses produtos.
      Então convidei a minha modelo, e fomos para a Ponte Sobre as Árvores, onde poderíamos encontrar alguns animais.
      Quarta Parada: Ponte Sobre as Árvores:

      Alguns animais que  se encontram na mata próximo ao restaurante, tem o bicho preguiça, jacaré e muito, mais muito macaco e pássaros de todos os tipos e cores.
      Aqui é quase certo de encontrarmos muitos macacos, e eu já sabia disso, então sai na frente com a modelo para as fotos, bem antes dos turistas chegarem.
       








      Iniciando as fotos da modelo, vem um dos macacos e se aproxima dela, como dizendo, "Eu também sou modelo", claro, um modelo de macaco. Ficou até engraçado a foto da modelo com ele ao lado.
      Vale lembrar, que esses animais ficam soltos na selva. Observe que tem mães macacas, carregando seus filhotes nas costas.
       

      No final da Ponte sobre as Árvores, você vai encontrar o Lago das Vitórias Régias, é super lindo esse local, e se der sorte, vais ver além das Vitórias Régias e sua belíssimas flores, pássaros e jacarés "dentro" das imensas folhas dessa planta aquática.
       



      Finalmente, o Maravilhoso encontro das Águas.
      Esse encontro se dá, entre os Rios Solimões e Negro, sendo o Solimões de águas barrentas e o Negro, com águas escuras, por isso fica um dos encontros mais lindos do mundo. A noite, esse encontro é mais lindo ainda, como se fosse óleo diesel jogado na água, é fantástico.
      Os dois rios, correm juntos aproximadamente 7 kms, se juntando e formando o imenso Rio Amazonas, e lá no Pará, mais precisamente em frente a Pérola do Tapajós (Santarém), outro belo encontro das águas, om os Rios Amazonas e Tapajós, desaguando no Oceano Atlântico, próximo a Belém.
       

       




























    • Por joshilton
      Passar por Manaus e não fazer um passeio de lancha para ver o impressionante encontro das águas é como se a viagem tivesse sido em vão.
      Pode-se colocar as mãos na água, para sentir esse milagre da natureza.
      As águas dos rios Negro e Solimões correm por mais de 7 quilômetros em paralelo antes de formarem o grandioso Rio Amazonas
      Os rios são muito importantes para as pessoas que moram na região, pois é de onde vem o que elas comem, além de servirem como vias de deslocamento, chegada e saída de produtos do comércio local, fonte de pesquisas para cientistas do mundo inteiro e, claro, lazer.
      Os rios, são as estradas, aqui na Amazônia
      Saindo do Porto do CEASA, em menos de 10 minutos já está diante desse fenômeno que se expande por uma faixa de 7 quilômetros até que os dois rios se transformam em um só: o Rio Amazonas, o mas extenso e com maior volume de água do mundo.
      Por que as águas não se misturam ?
      Essa é a pergunta que nunca cala. Os turistas arriscam alguns palpites, mas por não ser estudiosos da área, então émelhor esper a explicação de alguém que pudesse falar com propriedade a respeito.
      Diversos elementos contribuem para que as águas dos rios não se misturem.
      * A começar pela velocidade de suas correntezas, que no Rio Negro é de 2 km/h, enquanto no Solimões, mais rápido, é de 6 km/h.
      * Outro fator importante é a temperatura das águas, que no rio escuro é maior que no rio barrento.
      * Densidade.
      * Composição e acidez são outros aspectos que influenciam nesse fenômeno.
      O Rio Negro nasce na Colômbia, onde é chamado de Rio Guainia. É o rio de águas negras mais extenso do mundo e o segundo maior em volume de água, desbancado apenas pelo Rio Amazonas, o qual ele ajuda a compor com o Solimões.
      O Solimões, por sua vez, nasce no Peru com o nome de Vilcanota, ao longo do caminho é chamado de Uicaiali, Urubamba e Marañón, até entrar no Brasil na cidade de Tabatinga, onde começa a ser chamado de Solimões. Ele tem esse aspecto barrento devido aos muitos sedimentos que acumula ao longo do trajeto que faz desde a Cordilheira dos Andes.
      O interessante, é que, em lugares banhados pelo Rio Negro a proliferação de mosquitos é menor, pois a água é mais ácida devido à grande quantidade de matérias orgânicas provenientes da decomposição da vegetação. Sendo assim, as chances de se contrair doenças tropicais como dengue, malária e zika são muito remotas. Para se ver livre dos poucos pernilongos que aparecem, use repelente e roupas compridas.
      Quantas informações para um único passeio, né ? Aprendemos muitas coisas novas e aos poucos vamos compartilhando todo conhecimento adquirido



    • Por joshilton
      Conheça o serviço de city tour gratuito em Manaus
      O serviço é para turistas nacionais, estrangeiros e para moradores de Manaus. O roteiro inclui os principais pontos turísticos da capital.
      Que tal passar duas horas em um ônibus confortável, visitando os principais pontos turísticos de Manaus, totalmente de graça? Pois é,  a equipe do Portal Amazônia embarcou no Amazon Bus mostra o passeio panorâmico pelas ruas da capital do Amazonas.
      Muitas pessoas que residem em Manaus, não sabem que existe esse passeio inteiramente GRÁTIS.
      O ônibus turístico que passa pelos principais pontos turísticos, casarões, arena, praia da Ponta Negra e ponte Rio negro.
      A saída é na praça são Sebastião, onde fica o Teatro Amazonas, é preciso pegar o ingresso com 2 hs de antecedência do embarque, na casa do turista que fica na mesma praça, é gratuito tanto para turistas quanto para locais, são feitos em 2 horários, pela manhã as 9 hs e a tarde as 15hs, somente 50 ingressos por viagem. Duração do passeio é de 2 a 2:30, parando 15min na praia de ponta negra e assim retornar ao mesmo local de partida.
      Obs. Ao formar a fila é bem desorganizado, pessoas despreparadas q não sabem tratar turistas e a sequência de espera, ficar atentos pois os mesmos priorizam os que estão em prioridade (idosos, grávidas, crianças de colo e etc.)
      Prestigiem vale a pena mesmo.

      Dois ônibus de dois andares, climatizados e com capacidade para 70 passageiros cada, está fazendo City Tour gratuito por Manaus. Os ônibus circulam de quinta-feira a domingo e terão horários diferenciados neste feriadão.
      Segundo a assessoria da Amazonastur, os horários neste feriadão são os seguintes:
      Quinta-feira (31/05) – um ônibus às 9h30
      Sexta-feira (1º/06) – um ônibus às 9h30 e outro às 14h;
      Sábado (2/06) – dois ônibus às 9h30 e dois às 14h;
      Domingo (3/06) – 1 ônibus às 9h30 e outro às 10h.
      Por enquanto o serviço é gratuito, já que o Governo do Estado ainda não finalizou a licitação para contratar a empresa que irá operar o Amazon Bus, como é chamado o serviço.
      Como fazer o passeio
      Como o serviço está sendo muito procurado é preciso chegar com antecedência para pegar o tíquete da viagem, que é distribuído no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) da avenida Eduardo Ribeiro.
      O itinerário dura aproximadamente duas horas e passa pelos principais pontos turísticos da cidade. Durante o percurso, um guia de turismo vai indicando os pontos turísticos e contando curiosidades sobre cada um deles.
      O Amazon Bus é destinado aos turistas nacionais e estrangeiros e também para os moradores de Manaus. Fora do feriadão, os horários de saída dos ônibus são às 9h30 e às 14 h, da avenida Eduardo Ribeiro, ao lado do Teatro Amazonas, no Largo São Sebastião.
    • Por joshilton
      Venha conhecer Manaus, tem ao redor várias cachoeiras em Presidente Figueiredo.
       
      Trilhas, camping, rapel, tirolesa e paisagens de tirar o fôlego são algumas das atrações que misturam aventura e preservação na Terra das Cachoeiras - Por Lucas Raposo da Câmara, Portal Amazônia.
      Conhecido como 'A Terra das Cachoeiras', o município, que fica a 120 Km de Manaus, abriga mais de 100 cachoeiras bem preservadas que atraem turistas do mundo inteiro.
      Cachoeira de Iracema
      Cenário da novela 'Além do Horizonte', da Rede Globo, a famosa cachoeira conta com trilha e estacionamento próprio. O volume d'água impressiona. Com boa profundidade é possível mergulhar nas águas geladas.
      Valor: R$ 10 por pessoa - Local: Km 115 da BR 174
      Cachoeira do Santuário
      Composta por por três quedas d'água, a cachoeira recebe este nome porque abriga uma pequena imagem de Santa Clara na primeira queda d'água. Conta com trilha, chalés e restaurante.
      Valor:R$ 10 por pessoa
      Local: Km 12 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
      Cachoeira da Porteira Muito procurada pelos amantes de acampamentos, esta cachoeira conta com área de camping, mesas, banheiros e lixeiras. O local cobra um valor diferenciado para os turistas que optarem pelo pernoite.
      Valor: R$ 8 por pessoa
      Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa
      Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Pedra Furada É a mais distante entre as cachoeiras de Presidente Figueiredo. A distância, porém, é recompensada com um visual único e marcante. As quedas d'água são formadas por três grandes furos na pedra e forma uma piscina natural de águas calmas e preservadas.
       Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 57 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira Asframa Localizada em propriedade particular. Possui queda d'água com aproximadamente 5m de altura, piscinas naturais e corredeiras. Infraestrutura conta com restaurante com opções de peixes, saladas e vinagrete.
      Valor: R$ 30 por veículo
      Local: Km 96 da Rodovia BR 174
       Cachoeira das Araras Está localizada dentro da área do complexo turístico Cachoeira de Iracema. Caminhando pelas trilhas  do complexo, os visitantes encontram uma das cachoeiras mais populares do município, além de diversas grutas.
      Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 115 da BR 174
       Cachoeira da Neblina É a maior cachoeira de Presidente Figueiredo, com aproximadamente 30m de altura. Apesar disso ainda é praticamente desconhecida, devido o difícil acesso. Para chegar nela os visitantes têm que enfrentar uma trilha de 7 Km floresta a dentro. Para quem encara a aventura, a recompensa é um imenso paredão de água e piscinas naturais.
      Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 51 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira dos Pássaros Cachoeira de fácil acesso e sem necessidade de trilhas. Por isso, é comum ver a presença de famílias e crianças. O local permite a prática de acampamentos e conta com atrações como tirolesa, passeio de boia e restaurante.
      Valor: R$ 5 por pessoa
      Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira de Sussuarana Está localizada na Vila de Balbina. Coma aproximadamente 15m de altura é bastante procurada por praticante de rapel. Para acessar a trilha é preciso caminhar por uma hora dentro da floresta.
      Valor: Gratuito
      Local: Km 86 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira do Mutum Para chegar à cachoeira de carro recomenda-se veículo com tração 4x4 para evitar atolamentos. Já quem prefere chegar a pé terá de percorrer 6 Km de trilha. Tudo isso, porém, é recompensado pelo cenário único que é a marca do município, com piscinas naturais encravadas na rocha. Na área é permitida a prática de camping.
      Valor:R$ 10 por pessoa
      Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa
      Local: Km 54 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
      Cachoeira da Onça
      De fácil acesso, a Cachoeira da Onça conta com trilha que passa sobre o rio Urubuí. Com quase 10 metros de altura, a queda d'água não é forte, mesmo em tempos de cheia, o que garante um banho seguro para pessoas de todas as idades.
      Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 108 da Rodovia BR 174
      Cachoeira Natal
      É a cachoeira mais extensa de Presidente Figueiredo, com 50m de comprimento. A altura aproximada é de 10m. A queda forma uma piscina com águas calmas. Por ser distante do centro da cidade é um local reservado e oferece maior tranquilidade.
      Valor: R$ 20 por veículo
      Local: Ramal do Urubuí
       Cachoeira Salto do Ipy A queda d'água tem mais de 20m. Um paredão de rocha, grutas e vegetação selvagem completam um dos mais belos cenários naturais da Amazônia. Com ar de mistério, também foi locação da novela 'Além do Horizonte".
      Valor: R$ 5 por pessoa
      Local: Km 57 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina)
      Cachoeira Berro D'água
      De fácil acesso. As águas são rasas e quedas d'água baixas, ideias para pessoas de todas as idades. Infraestrutura conta com restaurante, estacionamento e banheiros.
      Valor: R$ 10 por pessoa (crianças e idosos pagam meia)
      Local: Km 11 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira das Orquídeas
      Cachoeira de fácil acesso e entrada gratuita. Após trilha de 1,5 Km os visitantes podem desfrutar de uma tranquila piscina natural, formada pelas águas que descem pelas rochas.
      Valor: Gratuito
      Local: Av. Onça Pintada, Galo da Serra, Presidente Figueiredo
       Parque do Urubuí
      Ponto central de Presidente Figueiredo. As fortes correntezas da corredeira atraem praticantes de boia cross. O local reúne os principais restaurantes e hotéis da cidade, além de atrair milhares de turistas. O Monumento que identifica a Corredeira é o índio Waimiri saindo de dentro da casca do cupuaçu - principal referencia do local.
      Valor: Gratuito
      Local: Estrada Municipal Da Cachoeira, Presidente Figueiredo.
       




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