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Conheci a Amazônia dos meus sonhos! :)

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E aí galera!

 

Sou moradora de Tefé há quase 2 anos e estou preparando um post sobre a cidade, mas como vai demorar ainda um pouco pra sair, queria só comentar uma coisinhas.

 

A primeira é que a Pousada Multicultura não está funcionando mais. Existem outras opções de hotéis pela cidade, mas não sei o quanto eles estão preparados para dar orientações turísticas. Sei que alguns amigos estão querendo oferecer quartos pelo AirBnB, o que pode ser uma opção interessante, pois podem dar dicas de passeios e guias.

 

Quanto ao preço da hospedagem, é difícil mesmo aqui na região, porque o deslocamento em voadeira (lancha) pode ser bastante custoso, ainda mais com a gasolina em torno de R$4,50. Então imagina a grana que se gasta pra levar a pessoa da cidade de Tefé até a Reserva Mamirauá e ainda os passeios por lá... Sem falar na eletricidade à noite, que também precisa de combustível, já que são comunidades isoladas e sem acesso à rede elétrica convencional.

 

Mas eu também entendo as pessoas se chocarem com o preço. Fui com minha família na Pousada do Choca ano passado e, mesmo tendo sido lindo, não é um passeio que eu possa sugerir pros meus amigos, já que não cabe no orçamento de ninguém. Por isso que to montando esse post com alguns atrativos aqui na cidade, coisas que você pode fazer em um dia - como uma volta de voadeira no Lago Tefé, ou até chegar até a Reserva mas voltar no mesmo dia.

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Vi esse post quando estava em Manaus e fiquei doida para ir à reserva, mas, como envolvia avião e tudo mais, acabei desistindo e ficando em Novo Airão. Minha primeira experiência na Amazônia foi bastante marcante, me encantei não só por essa natureza linda de se ver e se viver, mas pela população super simples que mora por lá.

 

Fiquei tão chocada com os contrastes e com a situação da população ribeirinha amazônica, que decidi organizar uma viagem de voluntariado pela Braziliando, minha iniciativa aqui no Rio. O objetivo era que as pessoas pudessem viver a Amazônia de uma forma autêntica: dormindo em um barco regional e conhecendo a população local, e mais do que isso, que pudéssemos impactar as comunidades de uma forma positiva, promovendo seu desenvolvimento. Assim, passamos 4 noites por lá conhecendo essa região estonteante e desenvolvendo projetos nas comunidades que visitamos. Foi uma experiência que levamos em nossos corações! Quem quiser ir na próxima, já estou organizando um novo Amazoniando para o segundo semestre :) Estamos levantando as preferências dos interessados através desse questionário: https://goo.gl/forms/0RnHdBeh6QcZXz7w2

 

Realizando esse projeto voluntário, conheci uma família de ribeirinhos que queria muito mudar a realidade da comunidade. Eles viam no turismo a possibilidade de geração de renda para os comunitários e, embora estivessem preparados para receberem os turistas, não sabiam como chegar até eles. Por isso, decidi ajudá-los promovendo o turismo em São Thomé através da Braziliando. A ideia é justamente que as pessoas possam vivenciar a Amazônia como ela realmente é: dormindo na casa deles, comendo a comida regional preparada pela família, fazendo os passeios com os nativos. O lugar é simplesmente incrível e esse é o tipo de experiência que eu tanto busquei quando fui para a Amazônia. Se tiverem interesse em conhecer mais da população local e dessa região especial, me avisem :) São Thomé espera por vocês!

  • Obrigad@! 1

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@Jaumz
Podes relatar um como foi sua viagem?

Estou tentando montar meu roteiro. Passeios e onde ficar pagando o menor preço possível. Porém aproveitando bem a região.
Não consigo encontrar muitas informação de quem foi "independente" e no esquema de mochileiro.

Somente quem fecha pacote com agência ou já fecha tudo com a pousada na reserva.
 

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@Ana Taranto 

Ana, é exatamente essa experiência que estou procurando.

Vou para Manaus/Amazonia agora em abril e estou montando o roteiro e reservando (um pouco em cima da hr eu sei)
Podes me passar informações, o que vale a pena fazer.
Como entro em contato para reservas? 
Onde você ficou?

Infelizmente não consigo participar da sua viagem.
Não encontrei muita informação sobre São Thomé, é cidade? Povoado? 
Posso escolher ir para lá em vez de Mamiraua

 

Obrigada antecipadamente pela ajuda

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44 minutos atrás, Damine Zanitti disse:

@Jaumz
Podes relatar um como foi sua viagem?

Estou tentando montar meu roteiro. Passeios e onde ficar pagando o menor preço possível. Porém aproveitando bem a região.
Não consigo encontrar muitas informação de quem foi "independente" e no esquema de mochileiro.

Somente quem fecha pacote com agência ou já fecha tudo com a pousada na reserva.
 

Damine,

Tudo bem? Fiz essa viagem em 2011, acho. Foi em outubro. Era uma trip de Manaus a São Luiz. Foi incrível. O povo do Norte é extremamente gentil. Aí na região de Manaus, aluguei um carro e fui a Novo Airão. Lá é possível ver mtos botos e fazer passeios a P N Jaú (não fiz), Airão velho (tb não fiz, acho que pelo preço) e P N Anavilhanas (esse eu fiz, mas achei só mais ou menos pois não é possível ter uma visão de mihares de ilhas - um sobrevoo seria mais interessante). A ponte que liga Manaus a Iranduba havia acabado de ser inaugurada e balsas eram dispensadas. Fiquei alguns dias na capital também. A região de Ponta Negra vale mto a pena. Não fiz o passeio do encontro das águas pq pegaria o barco para Santarém e nesse percurso é possível ver o encontro - mto legal. Neste ano voltarei para conhecer as belezas naturais de Presidente Figueiredo.

Lembro que abril é época das cheias. Os rios estarão com volume máximo.

inté,

jaumz

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Boa noite, amigos

Estou pensando em conhecer a Amazonia em outubro, tenho 15 dias mas queria gastar no maximo uns 8 viajando.

 

Mas estou tendo dificuldade em achar informações. Nao queria nada de City Tour com exploração de bicho preguiça nem nada disso.

 

Gostaria de conhecer mais a selva, ver animais, paisagens e etc. Voces acham que pra isso é melhor ficar em Manaus ou ir pra Novo Airão? Pelo que li, em Novo Airão se consegue ver mais natureza, e dependendo do preço da pra ir até Anavilhanas.

 

Enfim, Novo Airao tem hospedagem ok? Uma semana é muito pra ficar la?

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Reserva de Mamirauá. Cinco dias de sonho na Casa do Caboclo.

Faz tempo, descobri quase por coincidência na net uma foto dum macaco extraordinário, quase charmoso, de longo pelo branco e rosto dum vermelho intenso; nunca o tinha visto antes, e imediatamente cogitei que devia ir visita-lo na sua “residência”. O tal macaco é o Uacari, e a sua única “residência” é a reserva sustentável de Mamirauà; isto é, o único lugar do Mundo onde ele existe. Finalmente a oportunidade aparece, Agosto de 2018: após uma longa viagem intercontinental que me traz da Africa ao Brasil, e vários voos internos no Brasil cheguei finalmente a Tefé, continuando de barco, pouco menos que duas horas, para a Casa do Caboclo, na Boca do Mamirauà.

 

O pessoal da Casa do Caboclo recebe-me no aeroporto de Tefé e partimos para a pousada. Sendo a minha primeira vez no Amazonas, que sempre imaginara (erroneamente) como selva intricadíssima, fico surpreendido em encontrar um mundo aquático. A agua e a selva se abraçam em todo o lado; aprendo nestes dias maravilhosos que é a várzea, a floresta inundada por vários meses do ano. A Casa do Caboclo é o retiro ideal para explorar à Reserva; situada no seio da comunidade da Boca do Mamirauá, é um ambiente simples e muito relaxado, quase familial; os donos Waldenilson (chamado normalmente de Choca) e sua esposa Ruth, e todo o pessoal da pousada são extremamente atenciosos e carinhosos. A comida excelente (especialmente os peixes, fritos ou assados, as tapioquinhas, a banana frita, sem falar das sobremesas e dos sucos) e os guias muito preparados e atentes às preferências de cada visitante.

 

Passei quatro dias andando pela várzea de canoa, de barquinho em alumínio a motor, e também marchando bastante, a pé pelas trilhas nas zonas da selva não inundadas. Acompanhou-me o Agewan, guia espetacular, jovem nos anos mais com conhecimento profundo da zona, da sua selva, das suas aguas e seus animais. Passamos horas navegando entre as arvores, caminhando (as vezes na lama, pois as aguas ainda se estão retirando), em busca dos habitantes da selva, em primeiro lugar o nosso macaco branco de rosto escarlate. A floresta e seus canais e lagoas são, de facto, maravilhosos; mas oferecem aos seus animais amplíssimas oportunidades para se esconderem….. somente a experiência e a persistência do Agewan me permitem de ver de perto (ou quase-perto 😊) o mundo dos animais da várzea. Pássaros, infinitos. Jacarés, omnipresentes nas aguas. E preguiça e macacos do cheiro, guaribas (chamado também de bugio em outras partes do Brasil: um macacão muito barulhento, você poderá escuta-los diariamente de grandes distancias) e pegadas da onça pintada na lama das trilhas, botos cor de rosa e tucuxi cinzento (os golfinhos do Rio) e muitos outros. E, pacientemente, naturalmente, finalmente, felizmente: o dono de casa, o Uacari, ao qual se deve a constituição da reserva de Mamirauá.

 

No fim das tardes, relaxando nos arredores da pousada, tomando um café e olhando para os jogos sempre animadíssimos das crianças da comunidade, ou visitando o centro de artesanato local, ou conversando com os pescadores, dá para recuperar das marchas na selva e preparar o dia seguinte. A Casa do Caboclo é o lugar ideal para visitar uma floresta encantadora, para relaxar, para ganhar o passo da vida normal esquecendo por poucos dias as conexões internéticas e redes sociais e a agitação das cidades hipercongestionadas. Um lugar de maravilha, que todo o pessoal da Casa do Caboclo ajuda a conhecer de forma amigável e muito experiente. Voltarei, um dia 😉  www.casadocaboclo.com

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Em abril de 2019 estarei indo para Belém do Pará e depois Manaus. Alguém que ainda não conhece, podemos combinar para irmos e nos encontrarmos em Belém. A ideia é conhecer o gigantesco Rio Amazonas entre Belém e Manaus e voltar pela trans-Amazônica.

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    • Por joshilton
      Safári Amazônico.
      O passeio chamado Safári Amazônico, um tour de um dia que sai de Manaus e percorre de barco as principais atrações da região do rio Negro: Tribo indígena, Botos cor de rosa (Boto Vermelho para os amazônidas), Lago Janauari (almoço), Ponte Sobre as Árvores e Encontro das Águas.
      Saídas: terça, quinta, sexta, sábado e domingo. Horário: 8:00 às 16:30
      Embarcação: Lancha Rápida (Speed Boat)
      Pagamento: Visa / Master / Amex / Cash: 120 reais, com tudo incluso.
      Incluso: almoço, guia bilíngue, taxa de embarque e de visitação.
      A viagem segue com destino à uma comunidade indígena onde participamos de um ritual de apresentação e conhecemos um pouco sobre sua cultura.
      Logo após descemos o Negro passando pela orla da cidade em direção ao Parque Ecológico Janauary, no local foi servido um almoço regional (cardápio à base de peixes, carne ou frango, saladas e acompanhamentos, buffet self-service), depois fomos uma visita às vitórias-régias caminhando sobre uma passarela palafita na selva, em seguida visitamos a feira de artesanato local. Muitos animais silvestres, entre eles muitos macacos.
      Após isso, vamos ao mais esperado do passeio, o Encontro das águas, Rio Negro e Solimões, que correm juntos 7 kms para se misturarem e formar o Imenso Rio Amazonas, com o segundo encontro, lá no Pará, em frente a Santarém e desaguar no Oceano Atlântico, perto de Belém do Pará, porém isso já é outra história, farei um novo tópico.
      Saindo em direção a Ponte Sobre o Rio Negro.
      As fotos são de 2 modelos, que fui fazer os books para os portfólios delas.

       




      Roteiro:
      Saindo do porto (Roadway), subimos o rio Negro em direção à plataforma flutuante de interação com os botos, onde tivemos a oportunidade de nadar com esses animais incríveis e dóceis e observá-los ao serem alimentados por um nativo.
      Vamos aos detalhes:
      Primeira parada: Tribo indígena - a primeira parada foi na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível.
      E os Tapurus, isso nós já estamos acostumados, desde que servimos ao exército e fazemos o "Boina Verde" um tipo de sobrevivência na selva.
      E como não poderia faltar, o peixe assado.
       




      Depois vem o convite para dançarmos como os índios,é sensacional.
       

      Na Tribo Indígena Tucanas, onde fomos recebidos com uma pequena demonstração da cultura, costumes e rituais indígenas da tribo. Dançamos, comemos e apreciamos o estilo de vida deles.
      Curiosidade: As formigas fazem parte da alimentação deles, assim como peixes e raízes. As formigas que provei na aldeia, tinham gostinho de amendoim, bem crocantes, como um salgadinho. Além de tudo o que vivenciei e aprendi, fiquei impressionado com o visual da aldeia. A vista do rio Negro, é fantástica. Uma sensação de paz e tranquilidade incrível. 
      Depois foram as fotos com os índios e dos índios Tucanas.




      Aperta a fome, é hora do lanche, pois teremos muito chão pela frente, opaaa, muita água.

      Segunda parada: Interação com os Botos

      Obs.: Não tem saídas para interação com os botos às quartas-feiras, considerando a necessidade de promover o turismo responsável, estimulando o equilíbrio natural da espécie dentro de seu habitat conforme determinação do Ibama.
      A parada seguinte foi no flutuante do boto. Os animais ficam livres no rio Negro, não ficam em cativeiros e "aparecem" no local pois são alimentados, sendo que não é permitido encostar nos animais.
      Sugestão: Levar dinheiro trocado para o caso de compras de artesanato, toalha e roupa de banho.
      Assim que chegamos, fomos orientados de como nos conduzir na água. Após orientação do pessoal do flutuante, colocamos coletes e entramos na água em pequenos grupos, 6 por vez. Os visitantes são convidados a entrar na água para sentir a movimentação dos animais, mas é estritamente proibido encostar ou alimentá-los. Somente os monitores, podem alimentar os botos. Não é possível avista-los, quando estão submersos, pois a água do Rio Negro é escura, como já diz o nome do rio. Se leva sustos com os botos, passando ao lado das perna e braços da gente.
       

      Terceira parada: Restaurante Flutuante.

      Já era quase meio dia e a fome estava apertando. A próxima parada foi em um restaurante flutuante, onde almoçamos. O restaurante totalmente flutuante. A comida era deliciosa. Comi peixe, muito peixe Tambaqui e Pirarucu, deixei o frango e carme de lado, pedi como bebida, um delicioso suco de cupuaçú.
       

      Apo's o almoço, vamos a "feira de artesanatos dos nativos", ali próximos, é como se fosse passar de uma balsa a outra.
      Não dei muita importância, pois como mora na região, já não me chama a atenção esses produtos, porém os turistas ficam muito tempo vendo esses produtos.
      Então convidei a minha modelo, e fomos para a Ponte Sobre as Árvores, onde poderíamos encontrar alguns animais.
      Quarta Parada: Ponte Sobre as Árvores:

      Alguns animais que  se encontram na mata próximo ao restaurante, tem o bicho preguiça, jacaré e muito, mais muito macaco e pássaros de todos os tipos e cores.
      Aqui é quase certo de encontrarmos muitos macacos, e eu já sabia disso, então sai na frente com a modelo para as fotos, bem antes dos turistas chegarem.
       








      Iniciando as fotos da modelo, vem um dos macacos e se aproxima dela, como dizendo, "Eu também sou modelo", claro, um modelo de macaco. Ficou até engraçado a foto da modelo com ele ao lado.
      Vale lembrar, que esses animais ficam soltos na selva. Observe que tem mães macacas, carregando seus filhotes nas costas.
       

      No final da Ponte sobre as Árvores, você vai encontrar o Lago das Vitórias Régias, é super lindo esse local, e se der sorte, vais ver além das Vitórias Régias e sua belíssimas flores, pássaros e jacarés "dentro" das imensas folhas dessa planta aquática.
       



      Finalmente, o Maravilhoso encontro das Águas.
      Esse encontro se dá, entre os Rios Solimões e Negro, sendo o Solimões de águas barrentas e o Negro, com águas escuras, por isso fica um dos encontros mais lindos do mundo. A noite, esse encontro é mais lindo ainda, como se fosse óleo diesel jogado na água, é fantástico.
      Os dois rios, correm juntos aproximadamente 7 kms, se juntando e formando o imenso Rio Amazonas, e lá no Pará, mais precisamente em frente a Pérola do Tapajós (Santarém), outro belo encontro das águas, om os Rios Amazonas e Tapajós, desaguando no Oceano Atlântico, próximo a Belém.
       

       




























      Chegando no Porto de Manaus, se dirija ao Mercado Municipal e saboreie um delicioso peixe frito, Pacú e Jaraqui. Isso já é por sua conta, não está incluso no pacote.
       
       


    • Por joshilton
      O Teatro Amazonas é, sem sombra de dúvidas, o cartão postal de Manaus. Não dá para passar pela cidade sem conhecer o seu principal ponto turístico. Tivemos a sorte de pegar a temporada do projeto “Duetos Populares” com apresentações de teatro, música e dança gratuitos. Dessa forma, conhecemos o interior do teatro e o vimos em pleno funcionamento. Foi espetacular!

      Essa preciosidade completou 202 anos de existência em 2018 e hoje é o principal Patrimônio Artístico Cultural do estado do Amazonas. A construção reflete perfeitamente o período de modernização e glamour dos tempos áureos da borracha. A fachada segue o estilo neoclássico e uma belíssima cúpula com escamas de cerâmica nas cores da bandeira do Brasil.
      Não deixe de fazer a visita guiada, que é gratuita em todas as terças-feiras.
      Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 9 às 14 h.
      Preço: R$20, sendo que estudantes, professores e militares têm direito a meia-entrada. Visita guiada gratuita às terças-feiras.

    • Por joshilton
      Passar por Manaus e não fazer um passeio de lancha para ver o impressionante encontro das águas é como se a viagem tivesse sido em vão.
      Pode-se colocar as mãos na água, para sentir esse milagre da natureza.
      As águas dos rios Negro e Solimões correm por mais de 7 quilômetros em paralelo antes de formarem o grandioso Rio Amazonas
      Os rios são muito importantes para as pessoas que moram na região, pois é de onde vem o que elas comem, além de servirem como vias de deslocamento, chegada e saída de produtos do comércio local, fonte de pesquisas para cientistas do mundo inteiro e, claro, lazer.
      Os rios, são as estradas, aqui na Amazônia
      Saindo do Porto do CEASA, em menos de 10 minutos já está diante desse fenômeno que se expande por uma faixa de 7 quilômetros até que os dois rios se transformam em um só: o Rio Amazonas, o mas extenso e com maior volume de água do mundo.
      Por que as águas não se misturam ?
      Essa é a pergunta que nunca cala. Os turistas arriscam alguns palpites, mas por não ser estudiosos da área, então émelhor esper a explicação de alguém que pudesse falar com propriedade a respeito.
      Diversos elementos contribuem para que as águas dos rios não se misturem.
      * A começar pela velocidade de suas correntezas, que no Rio Negro é de 2 km/h, enquanto no Solimões, mais rápido, é de 6 km/h.
      * Outro fator importante é a temperatura das águas, que no rio escuro é maior que no rio barrento.
      * Densidade.
      * Composição e acidez são outros aspectos que influenciam nesse fenômeno.
      O Rio Negro nasce na Colômbia, onde é chamado de Rio Guainia. É o rio de águas negras mais extenso do mundo e o segundo maior em volume de água, desbancado apenas pelo Rio Amazonas, o qual ele ajuda a compor com o Solimões.
      O Solimões, por sua vez, nasce no Peru com o nome de Vilcanota, ao longo do caminho é chamado de Uicaiali, Urubamba e Marañón, até entrar no Brasil na cidade de Tabatinga, onde começa a ser chamado de Solimões. Ele tem esse aspecto barrento devido aos muitos sedimentos que acumula ao longo do trajeto que faz desde a Cordilheira dos Andes.
      O interessante, é que, em lugares banhados pelo Rio Negro a proliferação de mosquitos é menor, pois a água é mais ácida devido à grande quantidade de matérias orgânicas provenientes da decomposição da vegetação. Sendo assim, as chances de se contrair doenças tropicais como dengue, malária e zika são muito remotas. Para se ver livre dos poucos pernilongos que aparecem, use repelente e roupas compridas.
      Quantas informações para um único passeio, né ? Aprendemos muitas coisas novas e aos poucos vamos compartilhando todo conhecimento adquirido



    • Por joshilton
      Conheça o serviço de city tour gratuito em Manaus
      O serviço é para turistas nacionais, estrangeiros e para moradores de Manaus. O roteiro inclui os principais pontos turísticos da capital.
      Que tal passar duas horas em um ônibus confortável, visitando os principais pontos turísticos de Manaus, totalmente de graça? Pois é,  a equipe do Portal Amazônia embarcou no Amazon Bus mostra o passeio panorâmico pelas ruas da capital do Amazonas.
      Muitas pessoas que residem em Manaus, não sabem que existe esse passeio inteiramente GRÁTIS.
      O ônibus turístico que passa pelos principais pontos turísticos, casarões, arena, praia da Ponta Negra e ponte Rio negro.
      A saída é na praça são Sebastião, onde fica o Teatro Amazonas, é preciso pegar o ingresso com 2 hs de antecedência do embarque, na casa do turista que fica na mesma praça, é gratuito tanto para turistas quanto para locais, são feitos em 2 horários, pela manhã as 9 hs e a tarde as 15hs, somente 50 ingressos por viagem. Duração do passeio é de 2 a 2:30, parando 15min na praia de ponta negra e assim retornar ao mesmo local de partida.
      Obs. Ao formar a fila é bem desorganizado, pessoas despreparadas q não sabem tratar turistas e a sequência de espera, ficar atentos pois os mesmos priorizam os que estão em prioridade (idosos, grávidas, crianças de colo e etc.)
      Prestigiem vale a pena mesmo.

      Dois ônibus de dois andares, climatizados e com capacidade para 70 passageiros cada, está fazendo City Tour gratuito por Manaus. Os ônibus circulam de quinta-feira a domingo e terão horários diferenciados neste feriadão.
      Segundo a assessoria da Amazonastur, os horários neste feriadão são os seguintes:
      Quinta-feira (31/05) – um ônibus às 9h30
      Sexta-feira (1º/06) – um ônibus às 9h30 e outro às 14h;
      Sábado (2/06) – dois ônibus às 9h30 e dois às 14h;
      Domingo (3/06) – 1 ônibus às 9h30 e outro às 10h.
      Por enquanto o serviço é gratuito, já que o Governo do Estado ainda não finalizou a licitação para contratar a empresa que irá operar o Amazon Bus, como é chamado o serviço.
      Como fazer o passeio
      Como o serviço está sendo muito procurado é preciso chegar com antecedência para pegar o tíquete da viagem, que é distribuído no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) da avenida Eduardo Ribeiro.
      O itinerário dura aproximadamente duas horas e passa pelos principais pontos turísticos da cidade. Durante o percurso, um guia de turismo vai indicando os pontos turísticos e contando curiosidades sobre cada um deles.
      O Amazon Bus é destinado aos turistas nacionais e estrangeiros e também para os moradores de Manaus. Fora do feriadão, os horários de saída dos ônibus são às 9h30 e às 14 h, da avenida Eduardo Ribeiro, ao lado do Teatro Amazonas, no Largo São Sebastião.
    • Por joshilton
      Venha conhecer Manaus, tem ao redor várias cachoeiras em Presidente Figueiredo.
       
      Trilhas, camping, rapel, tirolesa e paisagens de tirar o fôlego são algumas das atrações que misturam aventura e preservação na Terra das Cachoeiras - Por Lucas Raposo da Câmara, Portal Amazônia.
      Conhecido como 'A Terra das Cachoeiras', o município, que fica a 120 Km de Manaus, abriga mais de 100 cachoeiras bem preservadas que atraem turistas do mundo inteiro.
      Cachoeira de Iracema
      Cenário da novela 'Além do Horizonte', da Rede Globo, a famosa cachoeira conta com trilha e estacionamento próprio. O volume d'água impressiona. Com boa profundidade é possível mergulhar nas águas geladas.
      Valor: R$ 10 por pessoa - Local: Km 115 da BR 174
      Cachoeira do Santuário
      Composta por por três quedas d'água, a cachoeira recebe este nome porque abriga uma pequena imagem de Santa Clara na primeira queda d'água. Conta com trilha, chalés e restaurante.
      Valor:R$ 10 por pessoa
      Local: Km 12 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
      Cachoeira da Porteira Muito procurada pelos amantes de acampamentos, esta cachoeira conta com área de camping, mesas, banheiros e lixeiras. O local cobra um valor diferenciado para os turistas que optarem pelo pernoite.
      Valor: R$ 8 por pessoa
      Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa
      Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina) Cachoeira da Pedra Furada É a mais distante entre as cachoeiras de Presidente Figueiredo. A distância, porém, é recompensada com um visual único e marcante. As quedas d'água são formadas por três grandes furos na pedra e forma uma piscina natural de águas calmas e preservadas.
       Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 57 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira Asframa Localizada em propriedade particular. Possui queda d'água com aproximadamente 5m de altura, piscinas naturais e corredeiras. Infraestrutura conta com restaurante com opções de peixes, saladas e vinagrete.
      Valor: R$ 30 por veículo
      Local: Km 96 da Rodovia BR 174
       Cachoeira das Araras Está localizada dentro da área do complexo turístico Cachoeira de Iracema. Caminhando pelas trilhas  do complexo, os visitantes encontram uma das cachoeiras mais populares do município, além de diversas grutas.
      Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 115 da BR 174
       Cachoeira da Neblina É a maior cachoeira de Presidente Figueiredo, com aproximadamente 30m de altura. Apesar disso ainda é praticamente desconhecida, devido o difícil acesso. Para chegar nela os visitantes têm que enfrentar uma trilha de 7 Km floresta a dentro. Para quem encara a aventura, a recompensa é um imenso paredão de água e piscinas naturais.
      Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 51 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira dos Pássaros Cachoeira de fácil acesso e sem necessidade de trilhas. Por isso, é comum ver a presença de famílias e crianças. O local permite a prática de acampamentos e conta com atrações como tirolesa, passeio de boia e restaurante.
      Valor: R$ 5 por pessoa
      Local: Km 13 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira de Sussuarana Está localizada na Vila de Balbina. Coma aproximadamente 15m de altura é bastante procurada por praticante de rapel. Para acessar a trilha é preciso caminhar por uma hora dentro da floresta.
      Valor: Gratuito
      Local: Km 86 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira do Mutum Para chegar à cachoeira de carro recomenda-se veículo com tração 4x4 para evitar atolamentos. Já quem prefere chegar a pé terá de percorrer 6 Km de trilha. Tudo isso, porém, é recompensado pelo cenário único que é a marca do município, com piscinas naturais encravadas na rocha. Na área é permitida a prática de camping.
      Valor:R$ 10 por pessoa
      Valor do pernoite: R$ 20 por pessoa
      Local: Km 54 da Rodovia AM 240 (Estrada de Balbina)
      Cachoeira da Onça
      De fácil acesso, a Cachoeira da Onça conta com trilha que passa sobre o rio Urubuí. Com quase 10 metros de altura, a queda d'água não é forte, mesmo em tempos de cheia, o que garante um banho seguro para pessoas de todas as idades.
      Valor: R$ 10 por pessoa
      Local: Km 108 da Rodovia BR 174
      Cachoeira Natal
      É a cachoeira mais extensa de Presidente Figueiredo, com 50m de comprimento. A altura aproximada é de 10m. A queda forma uma piscina com águas calmas. Por ser distante do centro da cidade é um local reservado e oferece maior tranquilidade.
      Valor: R$ 20 por veículo
      Local: Ramal do Urubuí
       Cachoeira Salto do Ipy A queda d'água tem mais de 20m. Um paredão de rocha, grutas e vegetação selvagem completam um dos mais belos cenários naturais da Amazônia. Com ar de mistério, também foi locação da novela 'Além do Horizonte".
      Valor: R$ 5 por pessoa
      Local: Km 57 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina)
      Cachoeira Berro D'água
      De fácil acesso. As águas são rasas e quedas d'água baixas, ideias para pessoas de todas as idades. Infraestrutura conta com restaurante, estacionamento e banheiros.
      Valor: R$ 10 por pessoa (crianças e idosos pagam meia)
      Local: Km 11 da rodovia AM-240 (Estrada de Balbina)
       Cachoeira das Orquídeas
      Cachoeira de fácil acesso e entrada gratuita. Após trilha de 1,5 Km os visitantes podem desfrutar de uma tranquila piscina natural, formada pelas águas que descem pelas rochas.
      Valor: Gratuito
      Local: Av. Onça Pintada, Galo da Serra, Presidente Figueiredo
       Parque do Urubuí
      Ponto central de Presidente Figueiredo. As fortes correntezas da corredeira atraem praticantes de boia cross. O local reúne os principais restaurantes e hotéis da cidade, além de atrair milhares de turistas. O Monumento que identifica a Corredeira é o índio Waimiri saindo de dentro da casca do cupuaçu - principal referencia do local.
      Valor: Gratuito
      Local: Estrada Municipal Da Cachoeira, Presidente Figueiredo.
       




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