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EUROTRIP – MARÇO/17 – MADRID – LISBOA – PARIS – ROMA – 15 DIAS

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Oi, gente!

 

Depois de ter feito diversas viagens pegando muitas dicas aqui no Mochileiros, tomei vergonha na cara para escrever o meu primeiro relato.

 

Eu já tinha definido que iria fazer uma Eurotrip em 2017 e, como sou autônoma, tenho uma boa flexibilidade de datas para viajar. Por isso, quando retornei da minha ultima trip pro Chile, comecei a monitorar as promoções de passagens até que, em agosto de 2016, encontrei uma promoção com voo Salvador – Madrid direito e com taxas por R$ 1533,00, pela AirEuropa para uma data que seria viável pra mim.

Vale dizer que esse valor ainda incluía as taxas do Viajanet, pq mesmo com a comissão deles ficava mais barato que comprando diretamente pelo site da companhia.

 

Assim, 07 meses antes da viagem, estava eu com as passagens em mãos para passar 15 dias viajando pelo velho continente!!!! ::hahaha::

 

Logo após a compra das passagens, surgiu uma promoção de seguro da Mondial para a Europa dando 50% de desconto! Assim, paguei R$ 197 pelo seguro por 15 dias.

Então comecei a pensar mais ou menos no roteiro: não abria mão de Paris e Roma e pensava em incluir Londres.

 

Foi ai que minha mãe, que sempre teve o sonho de viajar para a Europa e nunca pôde realizar, cerca de 01 mês depois da minha compra de passagem, decidiu que ia também já que ela não fala outra língua e sairia mais em conta do que ir pela CVC hahaha. Vale dizer que a passagem dela, comprada um mês depois, ficou cerca de R$ 350 mais cara para o mesmo vôo e que o seguro também, pois só consegui depois uma promoção de desconto de 30%.

 

Ai veio um porém: eu queria MUITO ficar em hostels. Prá mim, a integração que um hostel proporciona é um dos pontos mais altos da viagem. E claro que não dava pra ficar em quarto privado a viagem toda, pq sairia muito caro e seria até melhor ficar em um hotel pelo preço. Conversei direitinho com ela, expliquei meus motivos e falei que escolheria os hostels com carinho e que ficaríamos em quartos femininos e com menos camas.

 

Sobre os hostels, um parênteses: foram muito maravilhosooos! ::love::::love:: Recomendo todos os que fiquei. Vou colocando mais infos a medida que for escrevendo, mas vale dizer desde já que recomendo de olhos fechados: Ok Hostel Madrid, Home Lisbon Hostel, Generator Paris e The Yellow Roma. Minha mãe não cansa de repetir o quanto eu acertei em todas as escolhas.

Bom, sobre minha mãe, a única coisa que ela interferiu no roteiro foi me pedir pra incluir Lisboa, pois ela queria muito conhecer. Assim, fechei o roteiro da seguinte forma:

 

Dia 01 – Chegada em Madrid as 11h

Dias 02 e 03 – Madrid

Dia 04 – Ida para Lisboa com chegada as 14h

Dia 05 e 06 – Lisboa

Dia 07 – Ida para Paris com chegadas as 17h

Dias 08, 09, 10 – Paris

Dia 11- Ida para Roma com chegada as 19h

Dias 12, 13, 14 – Roma

Dia 15 – Ida para Madrid com chegada as 19h

Dia 16 – Retorno para o Brasil

 

Ainda na fase pré-viagem, vale dizer que em razão de eu não ter rendimentos fixos, preferi ir comprando tudo que podia comprar antecipadamente aqui do Brasil mesmo (ingressos das atrações), ainda que tivesse que pagar o IOF do cartão. Sério, foi a melhor coisa que fiz (no meu caso). Antes da viagem eu já estava com tudo praticamente pago, o que foi ótimo, além de ter conseguido tudo pros horários que ficariam melhor na minha programação, além de bons descontos (como na Disney Paris que comprei dois parques pelo preço de um). Também vale dizer que o euro sempre estava fechando abaixo no cartão do que os valores que encontrei nas casas de cambio da minha cidade, o que acabou compensando.

 

Como decidi fazer os deslocamentos de avião, também fui monitorando as passagens e consegui valores razoáveis, incluindo em todos eles o despacho de uma mala de porão para cada uma.

 

Outra observação é que tinha reservado sempre dormitórios em todos os hostels. No entanto em Roma consegui uma promoção no Booking para quarto privado por um preço que valia a pena. Como era o último destino da viagem, pensando no conforto de minha mãe, acabei pegando o privativo e foi ótimo (eu também estava bem cansada e todos os dias acabando dormindo até tarde hahaha). ::hãã::

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Abaixo seguem meus gastos de antes da viagem (gastos individuais):

 

Passagem aérea SSA – MADRID IDA E VOLTA: R$ 1533,00

Seguro viagem – R$ 196,47

Ok Hostel Madrid (quarto feminino, 03 noites, 06 camas com imposto incluído) - € 59

Ok Hostel Madrid (quarto feminino, 01 noite, 06 camas com imposto incluído) - € 18

Home Lisbon Hostel (quarto feminino, 03 noites, 06 camas, com café da manhã) - € 50 (em Lisboa tem um imposto de 1 euro por diária)

Generator Paris (quarto feminino, 04 noites, 08 camas) - € 106,20

The Yellow Roma (quarto privado com banheiro, 04 noites) - € 106,57 (Observação: em Roma tem um imposto de €3,50 por diária – mais caro que o quarto ::grr:: ).

 

Voo Madrid – Lisboa (já incluindo o valor da bagagem paga) – R$ 179,30

Voo Lisboa – Paris (Orly) (já incluindo o valor da bagagem paga) – R$ 182,61

Voo Paris (CDG) – Roma (FCO) (já incluindo o valor da bagagem paga) – R$ 208,34

Voo Roma (CIA) – Madrid (já incluindo o valor da bagagem paga) – 74,55 EUR

 

 

Scavi Tour - € 13,00 – Melhor coisa que eu fiz em toda a Europa. Se for pra Roma, tem que ir, independentemente de religião!!!!

Disney Paris - € 47,00 para os dois parques

Torre Eiffel - € 11,00

Louvre - € 17,00

Coliseu - € 14,00

 

Fora isso tive que comprar umas roupas de frio, pois a previsão estava bem tensa para uma baiana hahaha. Comprei um casaco em Madrid que me salvou, pois peguei bastante frio em Paris. ::Cold::

Enfim, essas são as informações gerais. Já começo o relato de verdade!

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Meu voo de Salvador para Madrid partiria as 22h30, então neste dia saí de minha cidade às 17h30.

Não canso de dizer quanto o aeroporto de Salvador está uma VERGONHA! Ar condicionado, elevadores, escadas rolantes: nada funciona. Esperamos abrir o embarque internacional e só havia dois policiais para fazer o controle de passaportes. Fila enorme. Na espera, duty free sem funcionar, quase nenhuma opção de alimentação e poucas cadeiras para todos que esperavam o voo. A cada dia que eu embarco em SSA sinto como se tudo estivesse pior..

 

Embarcamos no horário programado. O avião que fomos tinha configuração 2 – 4 – 2 e era bem apertadinho. Além disso, não tinha entretenimento a bordo. Quem quisesse, teria que alugar um Ipad que eu não me recordo agora o valor, mas obvio que não pagaria por isso.

Tomei meu remedinho, dormi por alguns momentos, acordando sempre pra comer, claro hahaha.

 

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Chegamos em Madrid antes do horário previsto e corri pra fila da imigração já tensa.

Sério, devo ter lido uns 1000 depoimentos sobre o quanto a imigração de Madrid é severa e tudo mais. Levei tanto papel para provar que eu era uma menina boazinha que não queria ser ilegal na europa que até pesava!

Peguei um agente bonitão que me fez várias perguntas e por vezes me olhou com cara desconfiada. Minha mãe estava comigo. Perguntou quantos dias eu ficaria na Europa, quantos em Madrid, pra onde eu iria, hospedagem em Madrid, se nós eramos parentes, se iriamos e voltaríamos juntas.. olhou meu passaporte página por página (parou na página da Colômbia, olhou nos meus olhos..) e depois carimbou. Ufa!

 

Desci no terminal 01 e para sair do aeroporto teria que ir até o 04 (o aeroporto de Madrid é enorme!!). Há ônibus gratuito entre os terminais. Entre o 01 e o 02 leva menos de 03 minutos de ônibus. Já até o 04 dura uns 08 minutos.

Tinha planejado a saída do aero de metrô. Teria que fazer apenas uma baldeação para chegar até o hostel. Um mês antes da viagem descobri que a linha do metrô que sai do aeroporto estaria fechada até abril para reformas.

Assim, optei por sair do aero usando a combinação Trem + metrô. O trem me custou €2,60 e o metrô €1,22 (explicação abaixo). Aqui vale uma observação: o sistema de transporte de Madrid é ótimo (trem e metrô, que foi o que usei). Limpo, vazio, pontual.

Para locomoção no metrô compramos um passe que se chama Metrôbus. Pode ser usado por mais de uma pessoa e dá direito a 10 viagens de metrô. Custou 12,20 euros e foi tranquilo comprar nas máquinas de autoatendimento.

 

Enfim chegamos ao Ok Hostel, antes do horário do check in. Grata surpresa nas aéreas comuns: o hostel parecia ser ótimo!

 

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Largamos nossas malas e partimos para bater perna.

Seguimos andando do hostel até a Plaza Mayor, depois Puerta del Sol e Grand Via. Andamos por todo o centro – é tudo muito perto.

Fomos até o terraço do El Corte Inglés, que oferece uma linda vista do centro da cidade, com uma pequena praça de alimentação. Lá tomei meu primeiro Amorino da viagem (de muitos). Aquele formato de flor acaba com meu emocional.

 

Para as meninas, vale um adendo sobre a Primark da Grand Via (gente, sério. Fiquei doida!!). Se não quiser gastar, nem passe lá. São cinco andares e é tudo MUITO BARATO! Ficamos meio surtadas pensando como poderíamos comprar a loja toda hahaha

 

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Na volta pro Hostel, passamos pela Plaza Mayor e nos deparamos com a torcida do Bayern Leverkusen. A Plaza Mayor de Madrid é fechada por construções e eles gritavam tanto que o barulho ficou ensurdecedor. Foi lindo de ver! Naquela noite o Bayern encararia o Atletico de Madrid pela Champions.

 

Voltamos para o hostel para tomarmos um banho e ocupar nosso quarto. Era um quarto feminino com 06 camas e banheiro interno. A cama era ótima e o locker enorme. Pagamos € 2 pelas toalhas e mais €5 pelas chaves, que foram devolvidos no check out.

 

A noite fomos ao mercado de San Miguel mas não jantamos por lá – tudo bem caro, apesar do lugar ser ótimo. Fomos a um restaurante próximo a Plaza Mayor e ficamos tomando umas cervejas e degustando umas tapas.

 

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Ainda a noite as ruas eram movimentadas e foi ótimo circular pelo centro de Madrid. Quando o cansaço bateu, voltamos pro hostel.

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Depois de um sono dos justos, acordamos para o nosso primeiro dia oficial em Madrid. Já tínhamos aproveitado muito o dia da chegada e percebi, inclusive, que o roteiro que fiz ficaria leve.

O Hostel não incluía café da manhã. Eles cobram €3 com buffet livre. Vale muuuuito a pena – sério!!! Tem frutas, pães, cereais, iogurte, queijo, presunto, geleias, máquina de crepe, nutella.. meu Deus, eu comia demais!!! ::hahaha::::hahaha::

 

Pegamos o metrô e seguimos para um passeio que eu e minha mãe estávamos ansiosas: o tour pelo Santiago Bernabéu. Sério, tem que ir, independentemente de gostar ou não de futebol!!! Nós amamos e era o passeio mais certo que faríamos em Madrid – e não decepcionou em nada!

 

O metrô para na porta do estádio e já é impactante a chegada junto a ele. O ingresso do tour custou €24 e levamos mais de 2 horas lá dentro, percorrendo todo o estádio.

 

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Você vai passando por um circuito que inclui museu, vestiários, etc até chegar no gramado.. é sensacional!

 

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Saindo do Bernabeu, almoçamos em um pequeno centro comercial ao lado que foi um ótimo custo benefício. Fomos num restaurante chamado Café e Tapas, que depois descobri ser uma rede espalhada por toda a cidade. Pegamos um menu do dia (entrada, prato principal e sobremesa) mais bebidas (refrigerantes e mojito), pagando no total €25,50 para eu e minha mãe.

Pegamos o metrô até a estação Banco de España. De lá seguimos andando até a Puerta de Alcalá, Fuente de Ciebeles, chegando até Parque de El Retiro.

 

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O parque é enorme e lindíssimo. Andamos por horas! Fico imaginando como seria no auge da primavera!

 

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Para completar, ainda abriga o Palácio de Cristal que é um encanto!

 

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Ficamos por horas e já estávamos bem cansadas de tanto andar, mas ainda assim, com muito fôlego neste primeiro dia de viagem. Resolvemos, então, pegar o metrô para ver o pôr do sol no Templo de Debod, o que só faríamos no dia seguinte.

Obs: O app do metrô de Madrid é ótimo e funciona off-line. Me ajudava muito nas mudanças de roteiro.

 

O templo estava fechado para visitas quando chegamos e já tinha muita gente à espera do por do sol na área externa. Olhei no celular e faltava algum tempinho para o sol se por. O que fizemos? Fomos atrás de um barzinho para tapear. Esse costume de ganhar petiscos ao beber já estava incorporado em nós hahaha.

 

A área do templo é linda e oferece uma ótima vista da cidade. Vale a pena pegar um por do sol por lá!!

 

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Após escurecer, resolvemos que íamos andar até onde aguentarmos. Assim passamos por Plaza de España, Grand Via, Plaza Mayor e quando vimos, já estávamos de volta ao hostel.

Vale ressaltar que nesse trajeto ai passamos na Chocolateria San Gines, comer o tradicional churros com chocolate quente! ::love::

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O dia anterior tinha sido bem puxado (o app do celular apontava que andamos mais de 15km) então acordamos um pouco mais tarde.

Fomos andando do hostel até o Palácio Real.

 

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Das 16h as 18h (outubro a março) e das 18h as 20h (abril a setembro) o palácio oferece visita gratuita para algumas pessoas (cidadãos da união europeia, ibero-americanos, etc – vale consultar o site, pois tem informações detalhadas). Fora isso, a visita custa 11 euros. A ideia seria voltarmos nesse horário para entrarmos gratuitamente (o que acabou não acontecendo hahaha). ::putz::

 

Toda a região do Palácio é linda e ele é cercado por jardins que merecem a visita (Jardins de Sabatine, Campo del Moro, Plaza de Oriente). Na sua frente está o Teatro Real e ao lado a Catedral de Madrid.

 

A Catedral tem visita gratuita no seu interior. Há também a possibilidade de subir na cúpula, mas preferimos não subir. A parte de dentro é bem bonita e, pra quem é católico, vale procurar pela Capela onde fica o Santíssimo. É linda!

 

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Saindo da Catedral e seguindo no sentido oposto ao Palácio há as ruinas da antiga Muralha Árabe. È uma área pequena, mal sinalizada.. poderia ser melhor explorada, até mesmo pela localização.

 

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De lá, seguimos andando, passamos pela Plaza de Espana e chegamos até a Grand Via novamente.

Fizemos um tour de compras e gastronomia nesta tarde :lol: por isso deu preguiça de retornar para a visita gratuita no Palácio.

 

Fomos para o Hostel para participarmos do jantar lá. Além do café da manhã caprichado, todas as noites o hostel oferece um jantar coletivo por €10, com direito a entrada, prato principal, sobremesa e OPEN BAR (sangria e cerveja)! Optamos por jantar nesta noite porque era a Noite da Paella!! ::love::

Eles também organizam Pubcrawl todas as noites por €15. Querendo jantar e ir para o pubcrawl na mesma noite fica tudo por €20.

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Nosso voo para Lisboa era no começo da tarde. Acordamos, arrumamos as malas, tomamos nosso café e fizemos o check out no hostel, seguindo de metrô + trem até o aeroporto.

 

Embarcamos às 14h20 e chegamos em Lisboa às 14h45 (Lisboa tem o fuso de 1h a menos). Voo pela TAP, super tranquilo.

 

Para locomoção em Lisboa compramos o cartão Viva Viagem (€0,50) – necessário um para cada uma – e recarregamos com €10 cada cartão (sobrou e perdemos dinheiro ::putz:: ) na modalidade Zapping. Fizemos a compra e recarga nas máquinas de autoatendimento no próprio aeroporto.

A recarga nessa modalidade permite que o cartão possa ser utilizado em qualquer tipo de transporte (ônibus, metrô ou bonde). O cartão é de papel e é bom ter cuidado, pois se estragar não há reembolso dos valores.

 

Fomos de metrô do aeroporto até bem próximo ao Hostel, na estação Baixa-Chiado. O Metrô de lisboa também é ótimo e tranquilo de usar.

A recepção no Home Lisbon Hostel foi com uma Ginginha, bebida típica portuguesa.

 

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O hostel é bem charmoso e super bem localizado, próximo à Rua Augusta.

 

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Já estavámos azuis de fome e fomos até o Armazens do Chiado, um shopping bem próximo ao hostel, pois queríamos comer rápido. Há boas opções de restaurantes com um precinho bacana. A partir daí, passamos a percorrer o centro de Lisboa.

 

No fim da tarde, achamos um barzinho que fica no canto esquerdo da Praça do Comércio com uma vista linda para o por do sol chamado Cais da Favorita. A estrutura do bar é em um barco e tem umas cadeiras de praia ao ar livre, voltadas para o Tejo (gostamos muito e acabamos voltando outro dia também!).

 

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A noite fomos até o Mercado da Ribeira onde funciona o Time Out Market. Assim como o Mercado de São Miguel em Madrid, eles revitalizaram o local, dando um ar mais gourmet e convocando grandes chefs para colocarem seus stands.

 

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Vale dizer que os preços não são dos melhores – gourmetizaram, né? Mas tem excelentes opções pra comer e tomar uns drinks.

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No roteiro que havia traçado para este dia estava previsto conhecer as atrações do centro de Lisboa e ir até o castelo de São Jorge.

Como havíamos chegado cedo ontem, já havíamos passado por vários lugares que estavam programados. O dia então ficou mais leve..

 

A diária do hostel incluía café da manhã. O café era muito bom: pães, iogurte, queijo e presunto, geleias, sucos, café, cereais, etc.

Assim como em Madrid, todas as noites ele fazem um jantar pelo custo de €10 que é feito pela mãe do dono do hostel, a Mama, com entrada, prato principal e sobremesa.

O Home Lisbon Hostel é um charme!

 

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De barriga cheia, saímos andando com destino ao Castelo de São Jorge. No caminho, passamos pela Catedral da Sé.

 

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O interior da Igreja não me conquistou – e olhe que sou fã delas, então não demoramos muito.

 

Seguimos para o Castelo. O ingresso custa €8,50 e a área é grande e muito agradável, com vários espaços bem arborizados, jardins, locais para tomar vinho..

 

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Lá dentro há banheiros, lanchonete, restaurante. Fizemos uma parada na lanchonete e os preços eram ok – ainda tivemos a companhia de muitos pavões durante nosso lanche (e pombos também :?).

 

As vistas lá de cima são lindas (e talvez por isso eu não tenha achado graça nos demais Miradouros por onde passei).

 

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Ainda estava cedo e eu e minha mãe cogitamos aproveitar pra passar a tarde em Belém (o que faríamos no dia seguinte). Por sorte, encontramos um casal que conhecemos no aeroporto de Salvador que nos informou que estava acontecendo a Maratona de Lisboa em Belém e que estava um caos por lá.

 

Assim, mantivemos a programação e seguimos andando em direção à Praça do Rossio e Elevador Santa Justa (€5,50 a viagem – caro demais!!!). Almoçamos nesta região, que oferece várias opções de restaurante por um preço bacana – pagamos €9 euros em um bacalhau com natas (gratinado com batatas).

 

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Passamos no hostel, tomamos um banho e fomos para o outro lado do bairro do Chiado, passando pelo Café a Brasileira e chegando até a Praça Luis de Camões. No Caminho, Amorino ::love::

 

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Voltamos andando para a Praça do Comércio para vermos o por do sol no mesmo local do dia anterior.

 

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Ali na praça mesmo fica o Museu da Cerveja – além de Museu, eles funcionam como bar. Decidimos encerrar nossa noite por lá, assistindo futebol português, tomando cerveja e comendo o delicioso Pastel de Bacalhau com Queijo Serra da Estrela (é o mesmo da famosa Casa Portuguesa do Pastel de Bacalhau, vez que as empresas são do mesmo grupo). Os preços são salgados, mas achamos o lugar agradável.

 

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Logo ao lado do Museu tem um quiosque da famosa Ginginha do Carmo, onde você pode tomar a ginginha num copinho de chocolate (tirei foto mas não sei onde foi parar). Vale pela tradição – a ginginha do hostel era mais gostosa! hahaha ::otemo::

 

Uma coisa que notei em Lisboa é que mesmo nessa região da Rua Augusta e da Praça do Comércio as coisas encerram bem cedo. Por volta de 21h30 não tinha mais quase ninguém pelas ruas – e olha que estávamos por lá no fim de semana.

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Para chegarmos à parte mais moderna de Lisboa, pegamos o metrô na estação Baixa-Chiado e fomos até a estação Oriente.

A estação é interligada com o Centro Comercial Vasco da Gama, um shopping bem charmoso e com wi-fi grátis.

Atravessando o shopping, saímos de frente ao Parque das Nações com uma linda vista pra o Rio Tejo.

Demos uma volta pela região, que conta com restaurantes, espaços de eventos, teleférico (ou telecabine, como eles chamam - €3,95 só ida ou €5,90 ida e volta).

 

De lá fomos ao Oceanário. Li muitos relatos falando o quanto o passeio valia a pena – e realmente vale! O ingresso comprado na hora custa €15. Ficamos por umas 2h lá dentro.. eu tenho paixão pelo mar e não cansava de observar o grande aquário central. Indo com crianças, acredito ser indispensável na programação.

 

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No oceanário há um restaurante com preços acessíveis – não posso dizer o mesmo da loja de souvernirs. ::ahhhh::

Decidimos almoçar no shopping, pois tinha mais opções. Minha mãe acabou achando um restaurante que servia churrasco e vinha feijão, arroz e batata frita. O prato era enooorme e custou €8 com suco e cafezinho.

 

De lá, pegamos um ônibus até Belém (nº 728). O ônibus vai direto e você para em frente ao Mosteiro dos Jerônimos. O local pra pegar é na lateral do shopping Vasco da Gama, onde tem um ponto mais escondido debaixo de um viaduto – ele não passa no terminal que fica no fundo do shopping.

 

Chegando ao Mosteiro, descobrimos que estava fechado. Olhaaa, quase me bato.. ::toma::

Eu pesquisei tanto sobre essa viagem e nem acreditei que não olhei os horários de funcionamento do Mosteiro. Então, segue a dica: o Mosteiro e a Torre de Belém não abrem às segundas.

 

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O ingresso custa €12 junto com a Torre e €10 só o Mosteiro ou €6 só a Torre.

 

Do Mosteiro, fomos até o melhor lugar de Belém: os Pastéis de Belém (fica ao lado do Mosteiro). Eu achava que era exagero quando falavam o quanto era bom: É MUITO BOM MESMOOO!!!! ::love::::love::

Quando você vê a frente da confeitaria, você acha que é pequeno e a fila te desanima a entrar. Pode entrar sem medo: o local é enoooooooorme. Você vai entrando e tem muitas salas, jardim interno e muitas mesas. Fora que você vai passando pela cozinha e vendo as fornadas de pastéis saindo bem quentinhos.

 

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Comemos até quando a barriga aguentou.

 

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Esta região tem muitos museus: Arqueologia, de Arte Popular, dos Combatentes, dos Coches.

Em frente ao Mosteiro, fica a linda Praça do Império, o Jardim de Belém e o Jardim Afonso Albuquerque. É uma região muito agradável.

 

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Seguimos até o Padrão dos Descobrimentos, que fica logo em frente (tem uma passagem subterrânea pra atravessar a avenida Brasília).

 

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O ingresso para subir custa €4.

De lá seguimos andando até a Torre de Belém. Tinha um artista de rua tocando violino e o clima estava uma delícia. Fica muita gente sentada curtindo a música e o visual.. ficamos um bom tempo por lá.

 

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Voltamos então para onde? Para os Pastéis. Decidimos que íamos fazer uma jantar típico com pastéis de bacalhau com queijo serra da estrela e de Belém de tomar ginginha no Hostel mesmo para celebrar nossa última noite em Lisboa. Compramos vários pasteis e assim fizemos.

 

O retorno para o Hostel também foi de ônibus (nº 714). Pegamos na frente dos Pastéis de Lisboa e descendo na Praça do Comércio (cuidados com os horários de pico - lotaaado!).

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    • Por rkoerich
      Bom dia!!
       
      Em maio deste ano eu e minha esposa fizemos uma viagem pelas cidades acima e somente agora consegui um tempinho pra preparar um relato para o pessoal do mochileiros. A viagem teve o seguinte cronograma/itinerário:
       
      05/05 - Saída do Brasil
      06/05 a 12/05 - Paris
      12/05 a 17/05 - Londres
      17/05 a 21/05 Amsterdam (com um dia indo a Bruxelas de trem).
       
      A viagem toda foi comprada pela Air France direto no site deles com preço promocional para múltiplos destinos. Chegada em paris, Voo Interno de Paris para Londres e Londres para Amsterdam e retorno ao Brasil de Amsterdam por 699 dólares.
       
      Essa foi minha primeira viagem que usei o Airbnb para fazer minhas reservas de hospedagem e foi fantástico. Simplesmente viciei no negócio. Abaixo aproveito para passar o link dos apartamentos que fiquei (todos super indico):
       
      Paris:
      https://www.airbnb.com.br/rooms/4557450
       
      Londres (dei sorte de pegar um apto de um Brasileiro):
      https://www.airbnb.com.br/rooms/1530246
       
      Amsterdam:
      https://www.airbnb.com.br/rooms/2799966
       
      Para quem já me conhece, sabe que tenho um ponto fraco para com as fotografias, então o relato em si pode ficar um pouco prejudicado pela quantidade de fotos do post. Logo, se surgir alguma dúvida podem perguntar que irei responder com o maior prazer.
      Minhas fotos estavam hospedadas em um site que passou a cobrar pela hospedagem e caiu todas as imagens que tinha upado aqui. Vou colocar o link da minha galeria da viagem caso alguem queira ver alguma foto:
      https://goo.gl/photos/KZKhTbjL3VnpFHcg8
       
      Dia 01
      Nosso voo foi tranquilo, embora achei que a Air France deixou muito a desejar. Espaço interno da econômica o pior que já voei, menor do que os da TAM. Aeronave com sistema de entretenimento bem precário e serviço de bordo muito fraco.
       
       
      Dia 02
      Chegando em CDG peguei um RER a 10 euros para chegar ao meu apartamento e fazer Check in. A localização do meu apartamento foi escolhida propositalmente ao lado da torre para sempre que fosse sair e pegar um metrô pudesse passar por lá e fazer fotos. Como a torre é um pouco mais afastada do grande centro, optei por esta logística. Após deixar as coisas no apartamento, saí para logo de cara ver a magnífica...
       
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      5 - Escuela Militar, na outra ponta da Champs de Mars

       
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      Minha ideia era fazer boa parte do deslocamento usando o sistema do Velib (bicicletas). Queria curtir pedalar por Paris e a facilidade em pegar as Bikes tinha me conquistado. Mas chegando lá, a velha comodidade do metro aliado ao cansaço de carregar mochila me pegou. Toda Paris ou caminhei, ou andei de metro.
       
      Como fiquei muito tempo na Torre quando cheguei, das 13:00 até umas 16:00, me joguei para o Louvre pois era o único dia da semana em que ele fechava mais tarde e dava pra ficar quase 5 horas lá dentro.
       
      Eu comprei o Paris Museum Pass de 05 dias, então tive acesso sem fila a alguns lugares e o Louvre foi um deles. Apenas apresentei na entrada, passei pelo scanner e cai dentro. O museu é fora de série, enorme e lotado. Aqui o importante é ver o seu perfil. Se você gosta de história e de arte, separe um dia inteiro, pois vai bater muita perna e tem que ter paciência.
       
      Eu particularmente gostaria de ter voltado um outro dia (até porque tinha o Paris Museum Pass), mas os dias em Paris passaram voando e vou ter que voltar de novo em uma próxima oportunidade. Seguem algumas fotos:
       
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      12 - A famosa

       
      13 - Venus de Milo

       
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      Após sair quase 10 da noite do Louvre (estava anoitecendo por volta das 21:30 em Paris), pegamos um metrô e fomos direto para o apartamento comer algo e descansar. A essa hora o fuso + a caminhada do Louvre estava fazendo efeito e estávamos acabados.
       
       
      Dia 03
      Como tinha uma ótima padaria na rua do meu apartamento, acordei um pouco mais cedo e dei uma folga para a mulher para ir até lá e comprar algumas delicias locais e preparar um café. Saímos do apartamento por volta das 09:30 da manhã e pegamos o Metro até chegar na famosa igreja do Código da Vinci, a Igreja de São Sulpício.
       
      Na frente uma bela fonte e a entrada da igreja é de graça. Algumas fotos:
       
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      Após sair da Igreja, fomos caminhando até os Jardins de Luxemburgo que era perto. Entramos no acesso ao lado da Fontana de Medice e aproveitamos para fazer algumas fotos. Uma pena que a fonte estava desligada.
       
      Ficamos no jardim por volta de umas duas horas. Levamos uma toalha e aproveitamos para fazer um lanche na área que era permitida para pic nic. O jardim vale muito ficar um bom tempo curtindo o clima do lugar e esquecer o tempo por um pouco.
       
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      Aproveitando a disposição de início de viagem, seguimos o dia (agora já no início de tarde) caminhando pelos arredores. Fomos ao Pantheon (que infelizmente a fachada estava em obras). Aqui mais uma vez consegui entrar sem fila devido ao Paris Museum Pass, que me deu acesso inclusive a cripta. De lá avistamos uma igreja e resolvemos ver o que era, pois não estava no nosso roteiro.
       
      Nos deparamos no fundo do Pantheon com a igreja aonde estão os restos mortais da padroeira de Paris, a Igreja de Santa Genoveva.
       
      Continuamos caminhando pela Boulevard Saint-German des Press passando pelos seus bares e restaurantes até chegar no coração de Paris, na Catedral de Notre-Dame. Entramos na igreja mas não conseguimos subir até o domo pois já havia passado da hora limite de subida (eram mais de 16:00).
       
      27 - Pantheon

       
      28 - Pantheon

       
      29 - Cripta do Pantheon

       
      30 - Fontaine St. Michel

       
      31 - Notre Dame

       
      32 - Notre Dame

       
       
      Com pouca energia mas muita disposição, encaramos ir aos Jardins de Tuilerie fazer a glamourosa caminhada da Champs Elysees até o arco do triunfo. Pessoal, sério... Faça com energia de sobra. Acredito que o passeio ia ter sido muito agradável se tivéssemos feito descansados. Aqui estávamos sentindo o ritmo forte do dia e ficamos bem pregados.
       
      Chegamos no Arco por volta das 21:45 e conseguimos subir as escadas para pegar a torre iluminada a noite, um espetáculo!!!
       
      33 - Jardins de Tuilerie

       
      34 - Jardins de Tuilerie

       
      35 - Jardins de Tuilerie

       
      36 - Place de La Concorde

       
      37 - Champs Elysees

       
      38 - Champs Elysees

       
      39 - Arco do Triunfo

       
      40 - Arco do Triunfo

       
      41 - Arco do Triunfo

       
      42 - Torre Eiffel do alto do Arco do Triunfo

       
      Após essa maratona, pegamos um metrô para voltar ao nosso apartamento pois no dia seguinte seria a nossa ida para Versailles e não poderíamos acordar muito tarde.
       
       
      Dia 04
      Levantamos por volta das 07:30 e tomamos um café rápido para poder pegar o trem para Versailles. Fomos até a estação Champ de Mars Tour Eiffel e pegamos um RER C para Versailles. Aqui não tem muito erro, você chega lá e a maioria das pessoas estão indo para o mesmo lugar. A passagem se não me engano ficou algo em torno de 3 a 5 euros por pessoa.
       
      A viagem dura em torno de uns 35 a 40 minutos e é bem agradável, você passa por uma Paris mais moderna, com prédios comerciais e depois aos poucos vai vendo a periferia e o interior chegando. A estação de Versailles é bem tímida mas existem boas indicações para você chegar até o castelo (qualquer coisa é só seguir o fluxo).
       
      Chegando lá nos deparamos com aquela fila imensa e aqui, por mais que o Paris Museum Pass isente o pagamento de entrada, a fila não deu para escapar. Foram uns 45 minutos no pátio até conseguirmos entrar no castelo. Pausa para umas fotos enquanto isso.
       
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      A entrada se dá por uma porta lateral na direita e ali já tem opções de banheiro e lanchonetes para quem quiser (eu recomendo) fazer uma pausa antes do tour.
      O Castelo é impressionante... A ostentação dos quartos, lustres e decoração é algo impressionante. Tudo muito bem conservado, o circuito é sempre feito na presença de monitores que ficam de olho se alguém está fazendo algo inapropriado... Cuidado com os paus de selfie, lá não é permitido!
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      Após o tour, fomos até a entrada dos jardins. A Atração é paga a parte, mesmo com o Paris Museum Pass. Se não me engano foram 9 euros de entrada por pessoa. Infelizmente peguei o jardim central em obras e aí acabei não me animando em ir até o final do espelho d’água para fazer aquela foto tradicional do chateu com o jardim na frente. Mas deu para curtir bastante, explorar os jardins secundários, tomar um sorvete e descansar nos vários bancos espalhados pelos jardins.
       
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      55 – O jardim central estava em obras

       
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      57 – Quase um labirinto de jardins

       
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      No retorno para Paris, foi bem confuso saber qual trem embarcar na volta. Versailles é a estação final do RER que vem de Paris, mas outros trens passam por la e não tem nenhuma indicação ou ninguém para ajudar. Eu entrei em um trem com mais pessoas e demos sorte, nem marquei qual era o destino deste trem para ajudar aqui, mas é importante saber qual o trem pegar sentido Paris.
       
      Chegamos em Paris por volta das 16:00 e fomos direto para o apartamento descansar um pouco pois queríamos ir a noite na torre ver ela iluminada após as 22:00. Aproveitamos para fazer uma janta e chegamos lá por volta das 22:30). Sempre caminhando para a torre, pois nosso apto ficava bem pertinho.
       
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      Ficamos até quase meia noite aproveitando e curtindo cada momento único que ali vivemos...
       
      Dia 05
      Conforme a viagem ia passando, nosso cansaço físico ia piorando pois o ritmo em viagem sempre é bem puxado. Aqui já estava difícil ficar acordando antes das 08:00. O Soneca começou a funcionar no despertador do celular e acabamos saindo do apartamento por volta das 09:30.
      Nosso sábado pela manhã estava comprometido com a feirinha de antiguidades e o mercado de pulgas de Saint. Ouen. Super fácil de chegar e encontrar, ele fica na estação final da linha 4 (port clignancourt). Basta sair reto da estação e passar por baixo do viaduto. Cuidado para não confundir a o mercado de pulgas com as barracas de camelô antes do viaduto.
      Para nós foi super bacana olhar os moveis antigos, roupas de grife usadas a venda, louças, entre outros. São vários mercados com dezenas de lojas vendendo de tudo. Mas os preços são bem “inacessíveis”. Vale a pena conhecer, mas caso tenha pouco tempo na cidade acho que deva reconsiderar.
      Curtimos o lugar até umas 13:00 e seguimos para Montmartre (que era caminho) de metrô. Subimos a ladeira até chegar na maravilhosa igreja de Sacré Coeur. Acho que após a torre Eiffel, foi o lugar com mais pessoas que vimos em Paris. As escadarias estavam lotadas e foi uma loucura.
       
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      Após uma rápida entrada na igreja (estava tão cheio que você tinha que caminhar junto com o fluxo dentro da igreja pois não dava para parar, parecia uma manada de búfalos, rs) resolvemos subir no Domo para ver o visual de Paris. O ingresso foi 6 euros por pessoa e a subida é bem divertida. Se for claustrofóbico ou se tiver problemas com esforço não suba... Deve dar uns 15 minutos de subida e é super apertado e sem ventilação por boa parte da subida.
       
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      Saímos e fomos direto para a praça central de Montmartre, onde tem dezenas de restaurantes, bares, artistas de rua. O Bairro é super boêmio e numa outra oportunidade quero poder explorar melhor. Ficamos para o almoço, passeamos um pouco mais pelo bairro e fomo para o apartamento tomar um banho e trocar de roupa para sair para jantar.
       
      Escolhemos ir para Rue de la Huchette, que são dois quarteirões (bem próximo a Fontaine St. Michel) com bares e restaurantes de todos os tipos. Antes demos uma parada na Ponte Alexandre III para pegar o fim de dia (que na verdade eram 21:00) antes de ir jantar.
       
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      Dia 06
      Domingo de manhã, tempo meio chuvoso, arriscamos ir a bastilha ver a feira de domingo que, aliás , recomendo a todos... Quem estiver em Paris em um domingo tem que ir na feira de Bastilha.
      Centenas de barracas oferecendo de tudo, frutas, verduras, café, queijos, frutos do mar... Um passeio imperdível!! Quase compramos uma lagosta para fazer no apartamento, se tivéssemos mais tempo em Paris com certeza seria algo que faria...
       
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      Depois de caminhar um pouco mais pelas ruas do bairro, passamos em frente a ópera e o monumento principal da Bastilha, local onde acontecem as principais manifestações culturais e políticas de Paris.
      Em seguida fomo até a Place de los Vogues, uma bela praça toda simétrica, com construções de casas históricas ao redor dela. Ali parece que já é outro bairro, Marais. Mas fui caminhando desde o centro da Bastilha. Como o tempo ameaçava a melhorar , ficamos ali sentados um pouco descansando e organizando o nosso roteiro do dia...
       
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      Como o tempo acabou abrindo e se tornou o dia mais bonito que estivemos em Paris, aproveitamos para fazer algumas coisas a pé e bater perna. Pegamos um metro e saímos na beira do rio e ali foi caminhando pelo GPS para ir nos principais pontos que havíamos destacado:
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      82 – Ponte Neuf

       
      83 – Hotel de Ville

       
      84 – Notre Dame

       
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      86 – Pont des Arts

       
      87 – Voltamos ao Louvre para aproveitar o sol

       
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      90 – A Torre vista pelo lado do Trocadero

       
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      Como já era por volta de 19:00 e estávamos ao lado do nosso apartamento, resolvemos encerrar o dia mais cedo para poder descansar um pouco e fazer uma janta para poder aproveitar mais o último dia cheio em Paris.
       
      Dia 07
      Enfim havia chegado um dos grandes momentos da viagem, a subida na Torre Eiffel. Me perguntei muito antes (enquanto planejava a viagem) se valia a pena ir ao topo, pois quando você está em Paris você sobe nas construções para ter uma vista melhor da torre, e da torre o que seria interessante ver? Mas encarei e não me arrependi nenhum pouco, pois foi incrível.
      Aconselho a comprar antes os ingressos até o topo pelo site oficial da torre Eiffel (http://ticket.toureiffel.fr/index-css5-sete-pg1-lgen.html ). Não desistam! Eu tentei por 03 semanas comprar os ingressos e sempre dava que todas as datas que estaria lá estavam cheia (e tentei comprar com uns 02 meses de antecedência), mas em uma das vezes consegui comprar os ingressos sem fila até o topo e valeu muito a pena. Paguei 15 euros por pessoa.
       
      Cheguei um pouco mais cedo para não correr risco de alguma confusão eu perder meu horário e claro que aproveitei para tirar mais algumas fotos.
       
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      O acesso foi super tranquilo. Tem uma fila inicial das pessoas que reservaram no mesmo horário, mas é super de boa, pois todos vão subir naquele horário. Passando pela revista e detector de metais você entra no primeiro elevador que vai levar até o segundo nível da torre. De lá a vista já é bem legal e você pode comprar um ingresso só até lá que fica mais barato, mas no meu caso queria ir até o topo. Fiquei bem pouco tempo ali no segundo nível e já encarei a nova fila que se forma no segundo nível para entrar no elevador que vai até o topo.
       
      Chegando no topo, é impossível não ficar alucinado com a torre em si, os metais entrelaçados... A vista panorâmica para a Champs de Mars, para o Louvre, para o Arco do Triunfo... Me arrependi de não ter ido na torre no primeiro dia, pois esta vista panorâmica faz você entender melhor Paris.
       
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      Após vivenciar essa experiência fantástica, aproveitamos para dar uma passeada sem um itinerário, apenas curtindo as ruas de Paris até a hora do Gran Finale que seria fazer o Pic Nic na Torre.
      Deixamos para ir lá por volta das 18h, então passamos em um mercado e compramos tudo o que precisávamos... Conseguimos descolar uma cesta no apartamento em que estávamos e digo sem sombra de dúvidas que foi a melhor experiência que já tive... Sentar lá com a pessoa que você ama, curtindo sem preocupação com o tempo, bebendo um espumante deitado em uma toalha... Se você não sentir vontade de morar em Paris depois disso você não é humano... Por mais clichê que seja, é foda mesmo viu!?
       
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      E assim encerramos nossa estadia em Paris. Dormiríamos mais esta noite e no dia seguinte embarcaríamos para Londres com aquela sensação de quero mais, de que é uma cidade para se voltar sempre... E como em todo lugar, sempre algumas coisas ficaram para a próxima oportunidade como:
      - Passeio de barco no Sena
      - Pegar um fim de dia na torre Montparnass
      - Catacumbas
      - Moulin Rouge
      - Subir no alto da Notre Dame
      - D’Orsay (esse fiquei chateado por não ter conseguido ir)
       
      Dia 08
      Nosso voo para Londres saia as 10:30, então acordamos por volta das 06:00, organizamos nossas coisas e pegamos um RER direto para o aeroporto sem maiores problemas. Avião saiu no horário e as 10:45 (horário local, 1 hora de fuso) pousamos em solo inglês.
      Diferentemente da minha passagem anterior por Londres, a imigração estava bem tranquila (desta vez pousei em Heathrow ao invés de Gatwick). No aeroporto já pegamos o metrô para chegar ao nosso apartamento alugado em Broadhurst Gardens, Hampstead.
      Nos organizamos com as malas, e passamos em um mercadinho próximo ao metrô para comermos algo e irmos para Camden Town. Escolhemos o nosso apartamento próximo ao metrô (zona ½) e também a estação de trem para termos uma abrangência ainda maior do sistema público. Portanto compramos um Oyster e só usamos metrô ou trem.
      Chegando em Camden, aquela loucura independente da hora ou do dia. Eram aproximadamente 16:00 quando chegamos e começamos a curtir o local, explorando os mercados, lojas e as comidas típicas espalhadas.
       
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      Como o dia estava bonito e, Londres é foda, resolvemos ir até as margens do Tamisa para tirar umas fotos do Parlamento e da London Eye, como sempre de metrô.
      Infelizmente a fachada frontal inteira do parlamento estava em reforma e coberta com lona (aliás que sorte que eu estava com isso...). Ficamos ali até o cair da noite, mas não deu para ficar muito tempo mais pois começou a esfriar bastante e não estávamos tão agasalhados assim.
       
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      Por volta das 21h encerramos o nosso primeiro dia em Londres e voltamos para descansar no apartamento.
       
      Dia 09
      Neste dia, resolvemos explorar a região do Palacio de Buckingham, junto com o Green Park e o Hyde Park. Foi um dia bem agradável aonde conseguimos diminuir um pouco o ritimo e descansar bastante. Acabamos não vendo a troca dos guardas, então no Palácio ficamos bem pouco tempo. Já no Hyde Park atravessamos ele todo até chegar no Kensington Palace (residência do Principe William) e passear nos jardins do palácio, Kensington Gardens. Acabamos não entrando no palácio, o valor era meio salgado (18 libras acho) e também o dia estava muito bonito e resolvemos não fazer um passeio interno.
       
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      130 – Hyde Park

       
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      132 – Kensington Palace

       
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      136 – Kensington Gardens

       
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      Resolvemos dar uma esticada e caminhar até Notting Hill (no mapa parecia perto, mas foi uma bela de uma caminhada, quase uns 45 minutos) até chegarmos na famosa Portobello Road. Achamos o bairro uma graça, super movimentado e vibrante. Ao longo da Portobello Road várias barracas de feira que são itinerantes conforme o dia da semana. Ficaria hospedado aqui facilmente em uma outra oportunidade.
       
      138 – A famosa rua

       
      139 – A livraria do filme virou um gift shop

       
      140 – As clássicas casas de Notting Hill

       
      Por volta de umas 19:30 resolvemos pegar um ônibus para o nosso bairro, passar em um mercado e comprar uns ingredientes para fazer uma bela janta e repor as energias.
       
      Dia 10
      Neste dia, o mundo resolveu desabar em Londres. Era chuva que não acabava mais. Portanto, nada melhor do que ir ao Museu Britânico. Ficamos no museu por volta das 10:00 até umas 15:00 e dali resolvemos esticar do ladinho na Primark da Oxford Street para gastar algumas libretas...
       
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      Dia 11
      Este dia era de grande expectativa para mim, pois era o dia que tinha um Tour reservado previamente na Fuller’s (na minha opinião uma das melhores cervejas do mundo). Como o Tour estava marcado para as 13:00 e o bairro é um pouco distante de metrô, optamos por fazer algo rápido pela manhã, então fomos até a Tower Bridge fazer umas fotos.
       
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      Para quem gosta de cerveja, o Tour da Fuller’s é imperdível. O Tour é em inglês (aqui precisa de um inglês intermediário ao menos, pois a explicação é bem técnica e quem não entender vai ficar boiando e não curtir a essência do lugar). O passeio dura aproximadamente 75 minutos e é finalizado com chave de ouro em uma degustação open bar por 30 minutos. Isso mesmo, você pode beber todas as cervejas a disposição o quanto quiser por 30 minutos. Pensa no estrago...
       
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      Após o Tour, e quase carregado pela minha esposa, paramos em uma Hamburgueria muito legal no bairro da Fuller’s para dar uma forrada no estomago. Dali resolvemos ir ao apartamento dar uma cochilada pois o porrete foi severo...
      Depois de umas duas horas de sono, partimos para explorar o Covent Garden, Leicester Square, Trafalgare Square, Picadilly Circus e o Soho, tudo na base da caminhada. Aliás, caminhar do Covent Garden passando pela Leicester Square até a Picadilly Circus, é uma das melhores chances que você vai ter de curtir a vida Londrina...
       
      152 – Covent Garden

       
      151 – Picadilly Circus

       
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      153 – National Gallery

       
       
      Dia 12
      Era sábado e o nosso último dia inteiro em Londres. Optamos em dar um pulo no Borough Market, uma feira incrível que fica próximo a Tower Bridge que abre poucos dias da semana e que possui uma diversidade de comidas impressionante. Aqui dá pra você matar a fome apenas pegando provinhas dos quiosques que ficam lá dentro. Sábado é sempre uma loucura, então o lance é ter paciência e ir cedo.
       
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      Após matar umas horinhas por lá e sair com a barriga cheia, resolvemos dar uma passada na St. Paul Cathedral para fazer alguns registros. Foi minha segunda vez lá e ainda assim não criei coragem de pagar 20 libras pra entrar nela... Por enquanto ainda somente fotos externas...
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      Pra encerrar o dia passamos no museu de história natural (o que não recomendo fazer em um sábado, estava completamente lotado!!)... Já no final do dia era hora de voltar ao apartamento, tomar umas geladas e arrumas as malas para ir para o aeroporto no dia seguinte.
       
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      Dia 13
      Nosso voo para Amsterdam era bem cedo, senão me engano umas 07:00 da manhã. Como era domingo o sistema de metrô aqui não ia nos ajudar. Tivemos que apelar para o Taxi (único momento da viagem). Fiz a reserva um dia antes pelo aplicativo MiniCabIt, informei o numero de passageiros e bagagens e voilá! No horário marcado chegou uma van para nos levarmos para o Heathrow...
       
      Chegamos em Amsterdam perto do meio dia (devido ao fuso horário) e já tinha comprado com antecedência os ingressos + Passagens para o Keukenhoef (famoso parque das tulipas que só abre 40 dias por ano). Como a saída para o parque é do aeroporto, deixamos as nossas malas nos lockers e fomos diretos para lá. Até chegar fora uns 40 minutos de ônibus.
       
      Se você está nesta época do ano em Amsterdam este programa é imperdível. O parque é maravilhoso, enorme e super bem cuidado. Dá para perder um dia inteiro vendo tudo o que é tipo de flor...
       
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      Ficamos no parquet até umas 16:30 e voltamos para o aeroporto. De lá compramos um single ticket do Sprint (trem de superfície) até uma estação de metro e pegamos um metrô até o nosso apartamento que ficava em frente ao RembrandtPark.
      Depois de nos acomodarmos, fomos jantar nas proximidades da Leidspleim ondem comemos um delicioso festival de costelinhas de porco ao barbecue. E claro sempre tirando algumas fotos pelo caminho, pois Amsterdam é uma das cidades mais fotogênicas do mundo.
       
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      Dia 14
      Amanheceu o dia com o tempo bem ruim, nublado para chuvoso... O que limitou um monte as nossas opções. Acordamos um pouco mais tarde, o cansaço da viagem já estava pesando no corpo.
      Fomos caminhando até o Vondelpark e fomos presenteados com o letreiro do Iamsterdam itinerante dando bobeira lá sem ninguém. Ótimo para fazermos os nossos registros...
       
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      Continuamos a nossa caminhada até a Museumpleim, onde fica o famoso letreiro (este não é itinerante) junto com o museu do Vangogh e o Rijksmuseum.
       
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      Depois do almoço o mundo desabou… Foi muita chuva até a noite. Acabamos comprando um guarda chuva e ficamos caminhando pelo centrinho, vendo lojas e principalmente comprando cerveja. A noite nem saímos do apartamento, fizemos uma janta e relaxamos.
       
      Dia 15
      Acordamos super cedo pois este dia iriamos de trem para a Bélgica (Bruxelas). Eu comprei as passagens com bastante antecedência no Brasil pelo site da Tallys (operadora de trem na Europa) e dei muita sorte. Na estação de trem tinha um brasileiro querendo dar um “migué” e pegar o meu trem que era bem mais rápido do que o da NS (trem holandês) e não conseguiu e falou que o preço da passagem na hora do meu trem estava 4x mais caro do que eu paguei com antecedência.
       
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      A viagem foi super tranquila e bem rápida. Acredito que o trem deva beirar os 400km/h pois foi de longe o trem mais rápido que já andei. Chegando em Bruxelas fui para o metrô para fazer o meu deslocamento até a estação central e começar a bater perna.
      O tempo estava bem esquisito, momentos tinha sol, momentos vinha a chuva. E o frio era de lascar pois tinha muito vento. A nossa primeira parada foi a igreja de St. Michel e Gudule. Imponente por fora e muito bonita também por dentro (não paga nada para entrar).
       
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      Nessa região, tem muita coisa perto e dá pra fazer tudo caminhando quase... Foi o que fizemos. Dali fomos caminhando até o Parque de Bruxelas, o Palácio de Bruxelas, descemos até o Jardin du Monts des Arts passando pela Place Royale até chegar ao Manneken Pis
       
      186 – Senado Belga

       
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      188 – Palacio real

       
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      190 - Jardin du Monts des Arts

       
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      192 – Manneken Pis

       
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      Saímos do Manneken Pis por volta do meio dia e fomos direto para a Grand Place. A praça é algo fora do comum, é de ficar com o queixo caído... a Beleza por tudo, a ostentação, os restaurantes... É cenário de filme mesmo. Aproveitamos e almoçamos em um restaurante ali na praça, a dica aqui é ver os pratos do dia. Sempre tem boas opções por um preço bem em conta.
       
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      Após um fantástico almoço, fomos na Galeria Saint-Hubert (se não me engano é o centro comercial mais antigo da Europa) onde tem lojas magnificas de relógios, chocolates e outras coisas mais. Ali fica muito perto da Rua dos bares da Delirium, mas acabei não indo... Depois pegamos um metrô e fomos para o Arco do Triunfo, no Parque do Cinquentenario. Este lugar é lindo, mas os Belgas aqui deram uma de portugueses e fizeram um estacionamento na frente e atrás do Arco, ou seja, as fotografias ficam completamente comprometidas em um dos lugares mais belos de Bruxelas.
       
      197 - Galeria Saint-Hubert

       
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      Para encerrar o nosso dia em Bruxelas fomos até o Atomium (tivemos que pegar o metrô novamente, pois é um pouco mais afastado). Confesso que fui surpreendido, pois ele é muito imponente... Super alto, bonito e se tiver sol o efeito é muito louco dos reflexos. Uma pena que acabei não subindo, vai ficar para a próxima.
       
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      Encerramos o dia por volta das 18:00 e voltamos para a estação de trem para o retorno a Amsterdam.
       
      Dia 16
      Nosso último dia de viagem, queríamos curtir mais a cidade do que ficar batendo perna que nem louco e fotografando. Amsterdam amanheceu com um belo sol e saímos sem muito compromisso para curtir os canais, ir na Heineken Experience, fazer um passeio de canal e encerrar o dia em um dos meus lugares prediletos de Amsterdam, a cervejaria Brouwerij’t IJ, a famosa cervejaria do moinho.
       
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      Após algumas cervejas voltamos para o nosso apartamento para organizar as nossas coisas e preparar a nossa ida no dia seguinte para o aeroporto.
       
      Dia 17
      Pegamos um metrô até a estação de Sprint e depois pegamos o trem até o aeroporto. Amsterdam é tudo muito fácil em relação aos deslocamentos, até o aeroporto é super perto. Chegamos no horário certo, despachamos as malas e voltamos para a realidade, afinal uma hora acaba!!
    • Por ana.gonzaga1
      Hello mochileiros!!
       
      Demorei um pouquinho para começar a escrever o relato do meu primeiro mochilão,mas eis-me aqui rs.
       
      Eu sempre achei que viagem internacional fosse apenas um sonho,que não era pra mim,seja por falta de grana,por medo do desconhecido ou por não ter companhia.Via amigos viajando e ficava pensando se um dia o meu dia chegaria mas não fazia nada para tornar isso realidade.Isso ficou pior depois de começar a trabalhar num aeroporto e ver as pessoas indo e voltando.Mas ano passado depois de mais uma vez ter férias frustrantes,decidi correr atrás do prejuízo
      Eu já tinha uma ideia da viagem que queria fazer,a principio só pelo leste europeu.Comecei a pesquisar como funcionava um mochilão e aqui achei muiiiiitas informações que me ajudaram muito.
      Eu passei 1 ano pesquisando cada detalhe sobre cada destino,montei planilha com várias abas para ir colocando as informações e graças a tanta pesquisa a cada mês ia reduzindo o orçamento e aumentando a quantidade de cidades e dias que poderia ficar viajando.
      Acabei fechando o roteiro com Berlim-Praga-Karlovy Vary-Budapeste-Paris e Roma.
      A parte do planejamento foi cansativa mas muito prazerosa também.Eu pesquisei tudo sobre transportes,atrações,melhores locais para se hospedar,dias de funcionamento e distância das atrações já que com essas informações eu podia montar um cronograma prático,preços de supermercado ( SUPERMERCADO = ECONOMIA = DINHEIRO SOBRANDO PRA PASSEAR ),que tipo de roupa levar,como se comportar num hostel,como perceber situações de risco já que ia viajar sozinha e fora outras pesquisas que estão salvas até hoje nos favoritos do pc.
      A parte financeira é complicada,euro caro,problemas aparecendo no meio do caminho que levavam meu dinheiro pro ralo.O dinheiro só diminuía mas eu não queira desistir.Por isso foi tão importante pesquisar bastante,pra saber de onde eu podia cortar gastos e deu certo,deu muito certo!!!!
      No inicio eu tinha calculado 2800 euros pra levar e no fim levei 1700 euros.Todas as passagens internas estavam pagas,com esses 1700,eu pagueis os hostels,alimentação,transporte,atrações e acreditem ainda comprei roupinhas porque não sou de ferro.
      Passando essa introdução gigantesca,vou começar a falar da viagem.Ufa!
    • Por Rachel Travel Tips
      E aí pessoal, beleza?
       
      Esse ano de 2017 resolvi fazer uma Eurotrip com foco no Leste Europeu... Passei por vários países num total de 45 dias de viagem.
      A ordem foi:
      Finlândia >> Suécia >> Estônia >> Letônia >> Lituânia >> Bielorrússia >> Polônia >> Rep. Tcheca >> Eslováquia >> Croácia >> Eslovênia >> Suíça >> França
       
      Fiz a viagem sozinha e foi super tranquilo.
      O roteiro foi sendo feito durante a própria viagem... se gostava do local ficava um dia a mais, se não eu ia embora pro novo destino. Por isso todas as viagens foram de ônibus principalmente noturno (quando a distância era maior) pra poder economizar no hostel!!
       
      Tenho um canal no youtube onde estou compartilhando todas as informações, então vou ir postando os vídeos aqui pra vcs tá?? Depois vou postar outros vídeos com mais dicas então se vc tá interessado recomendo se inscrever no canal e ativar as notificações pra ficar sabendo quando os vídeos novos foram lançados
      Inscreva-se: Rachel Travel Tips
       
      "Mas Raquel, quanto você gastou????"
      Essa é a fatídica pergunta que todos temos né? Então vou falar pra vcs tudinho!!! 
      Eu fiz um mochilão com low budget e sou muquirana na viagem, ou seja, gastei relativamente pouco para o tanto de dias que fiquei por lá!
      E como eu sou controlada financeiramente e adoro uma planilha fui escrevendo tudinho durante a viagem, desde o hostel, o ônibus até a pizza que comprei... Vcs podem ver todos os gastos tim tim por tim tim acessando esse link aqui >>> Gastos da minha EUROTRIP
       
      Agora vamos aos vídeos... quem tiver dúvidas só postar que vou respondendo!!
       
      Começando com um resuminho das partes mais legais da viagem!! Tem um pouquinho de cada lugar..

       
      E sobre os países:
       
      Finlândia e Suécia:

       
       
    • Por brunocsl
      Por Lid Costa
      Ei pessoal, tudo bem? O post de hoje é um roteiro com o que fazer em Nápoles em 1 dia. A cidade é um pouco esquecida pelos turistas brasileiros e não tão querida por todos os italianos, mas eu recomendo demais uma visita a cidade, curti muito lá!
      Enquanto estava pesquisando por informações sobre o que fazer em Nápoles, vi alguns blogs falando que ela era mais barra pesada, suja e que o os italianos de lá eram sem educação. É claro que depois de ler tudo isso, eu fui um pouco com o pé atrás. Porém, a cidade me surpreendeu positivamente, mesmo passando apenas duas noites lá. Adorei! E, posso até criar polêmica, gostei mais de Nápoles do que de Florença! Isso mesmo!
      O que fazer em Nápoles em 1 dia
      Nápoles é a 3ª cidade mais populosa da Itália, ficando atrás apenas de Roma e Milão. Fica situada ao sul de Roma, são apenas 220 km, cerca de 2h30m se você optar por ir de ônibus/carro ou 1h30m se for de trem. Eu fui de ônibus, que era a forma mais barata, e desci na rodoviária.
      Fiz esse roteiro em apenas um dia, foi bem tranquilo. Se iniciarem o tour por volta das 10:00 da manhã dá pra fazer tudo com muita calma. Eu cheguei no último ponto a ser visitado por volta das 17:00, aproveitei que o dia estava lindo e comecei a escrever o post lá mesmo!
      Continue a leitura em https://partiuviajar.blog.br/o-que-fazer-em-napoles-em-1-dia/



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