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Tadeu Pereira

(RELATO) Mochilão Uruguay - 15 dias - ônibus - 26/12/17 a 09/01/18 - (São Paulo, Porto Alegre, Chuy, Punta del Diablo, Valizas, Cabo Polônio e Montevidéu)

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Ola Dan, sim foram $600 Pesos por pessoa a diária, ficamos 5 dias no Bo!Hostel... muito bom este hostel. Valew...

1 hora atrás, Dan Wollker disse:

600 pesos no bo! Hostel foi quantas as diárias e esse calor para um pessoa?  Ótimo relato

 

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22 horas atrás, Tadeu Pereira disse:

Ola Dan, sim foram $600 Pesos por pessoa a diária, ficamos 5 dias no Bo!Hostel... muito bom este hostel. Valew...

 

vlw man, gostei da vibe!!

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Gostei muito do relato, e adorei as fotos! Com certeza uma viagem muito bem aproveitada! Mas fiquei curiosa se suas amigas conseguiram voltar pro Brasil sem serem multadas por estarem sem visto de entrada.

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@Iamlully Que bom que gostou... aproveitamos muito mesmo, mas sempre fica uma sensação de que poderíamos ter conhecido mais. As duas garotas que foram comigo voltaram em datas diferentes, a primeira voltou dia 2 de Janeiro fazendo Montevidéu até o Chui. Na Aduana não lhe pediram nenhum documento. O ônibus para na imigração, o motorista avisa os passageiros porém nenhum responsável solicita os documentos de entrada no país. Já a outra voltou da mesma forma porém em um ônibus saindo de Santa Teresa para o Chui e também não foi solicitado o documento. O lance é ir de tardezinha saca, os ônibus ficam vazios e a parada na Aduana é rápida... 

Vlw espero ter ajudado... qq coisa estamos aew!

 

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Cara curti o relato, vou usar como base para ir na mesma data esse ano.
É tranquilo o fim de ano.? Fiquei meio confuso com a parte do (firmado a entrada na ADUANA ) rsrs

Mais valeu o relato, abraço, paz

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Primeiramente obrigado por ter lido o relato... vlw 

Então @Rodolpho Faiska o lance da ADUANA - (Administración de Aduanas de Chuy) que é responsável pela fiscalização e imigração de fronteira funciona da seguinte forma. Assim que pegar o ônibus do chuy para ir a Punta Del Diablo como eu fiz, o ônibus é obrigado a fazer a parada na ADUANA. O motorista irá até os passageiros e gritara "imigracion"! Neste momento eu aconselho a descer do ônibus e solicitar o documento que comprove que você deu entrada no país, no caso no Uruguai, pois na volta eles poderão solicitar este documento e caso você não tenha, uma multa será cobrada. A falta do documento também impossibilita comprar passagens de ônibus cuja rota atravessa o país,  por exemplo de Montevidéu para São Paulo, no próprio guichê será solicitado o documento e caso não tenha eles não poderão vender a passagem.

Espero ter ajudado, qualquer dúvida só chamar! 

Abraço!

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    • Por Mari D'Angelo
      A experiência de conhecer o Uruguay foi especialmente interessante, pois exceto uma pisadinha no Paraguay e na Argentina em uma viagem à Foz do Iguaçu, quando ainda era criança, nunca tinha viajado para outro país da América do Sul.
       
      Chegamos em um sábado de manhã no pequeno e moderno aeroporto de Carrasco. No começo foi engraçado pedir informações pois não falo espanhol (e pra ser sincera, não é uma língua que me agrada muito) e a técnica do “portunhol” soa ridícula demais! Enfim, com o tempo passamos a usar o português mesmo, que eles conseguem entender se falamos devagar, as poucas palavras que sabemos em espanhol e as vezes até alguma coisa em inglês para ajudar.
       
      É bem simples chegar ao centro, não acho que seja necessário taxi ou van, a não ser que você tenha muitas malas ou prefira algo mais confortável. Bem em frente à saída do aeroporto tem um ponto onde passam vários ônibus com os nomes dos destinos finais, no nosso caso pegamos o “Montevideo” mesmo, caso não vá para o centro é só se informar por lá. O valor é 45 pesos uruguaios (R$4,50) e demora menos de 1h. Ah, caso o motorista não abra a porta quando você der o sinal, grite “Puerta!”, funciona como o “Vai descer!” que usamos aqui em São Paulo rs.
       
      Escolhemos ficar no Hotel California (claro que eu cantei mentalmente a música cada vez que li o nome em algum lugar! Rs), achei o custo benefício bastante bom! A localização é ótima, paralela à principal avenida e apenas alguns minutos da Cidade Velha (onde tinham algumas opções menos caras mas pelos comentários no Booking.com não é uma região muito segura à noite.).
       
      Sábado a tarde e domingo quase tudo fecha na cidade (inclusive casas de câmbio e locadoras de carro), então caminhamos pela avenida 18 de Julio até o Teatro Solís, que fica aberto. A primeira parada foi na Fuente de los Candados, a tradição é a mesma de alguns lugares da Europa, como a Pont des Arts em Paris, onde casais colocam cadeados com seus nomes para que o amor seja eterno.
       
      A arquitetura da capital Uruguaia me chamou muito a atenção, a mistura de estilos arquitetônicos do moderno com o antigo é muito interessante, vale parar alguns minutos diante de alguns prédios só para observar todos os detalhes. Inclusive um dos melhores lugares para notar esse contraste é chegando na Plaza Independencia, onde se encontra o Palácio Salvo, um dos prédios mais lindos de Montevideo, que funciona tanto para escritórios quanto para fins residenciais. Essa praça, que tem como monumento central uma homenagem ao general José Artigas, divide a área central e a Cidade Velha. Na entrada da área mais antiga da capital está a Puerta de la Ciudadela, único resquício de uma antiga fortaleza que protegia a cidade. É bastante interessante pela história, mas não me empolgou muito como ponto turístico.
       

       
      Continuando o caminho, agora já dentro da Cidade Velha, seguimos pela rua Sarandi, onde ficam algumas banquinhas de artesanato, lojas, cafés e restaurantes. A Plaza Constitución, que abriga uma feira de antiguidades, é a mais antiga da cidade. Logo em frente está a Catedral Metropolitana de Montevideo. Na rua da catedral há um lugar chamado Café Brasilero, havia lido em alguns lugares como algo imperdível mas quando cheguei lá não me empolguei em entrar, não sei se seria diferente de qualquer outro café.
       
      Finalmente chegamos ao nosso destino, o Teatro Solís. Às 16h há uma visita guiada por 50 pesos (R$5,00), três jovens funcionários super simpáticos nos apresentaram, em português, aos pontos mais importantes do local. Com certeza a sala principal de espetáculos é a parte mais incrível, inclusive suas cadeiras são feitas com uma tecnologia brasileira que se auto-destrói em caso de incêndio para que o fogo não se espalhe. Os guias contam a história do teatro e curiosidades como essa numa visita que dura aproximadamente 1 hora.
       

       
      A Cidade Velha também é um pólo interessante de arte de rua, eu como apaixonada por grafites, não resisti e tive que registrar alguns.
       
      Como em outubro o sol se põe lá pelas 20h, aproveitamos para caminhar mais um pouco pela Cidade Velha. Entramos para conhecer o famoso Mercado del Puerto (onde estava passando um Palmeiras x Corinthians na TV!), a estrutura é semelhante ao Mercadão de São Paulo, porém dentro (e ao redor) funcionam diversos restaurantes, mas achei bastante caro. Aliás, comer e beber em Montevideo não é exatamente uma pechincha. Acabamos parando para uma cerveja em um simpático café + loja de design chamado Sinestesia, que fica pelos arredores do mercado.
       
      Descemos então para a Rambla (avenida que beira o Rio da Prata) e encontramos um lugarzinho para admirar o fantástico pôr-do-sol entre os uruguaios com suas cuias de chimarrão (todos eles vivem tomando seu chimarrão, em qualquer lugar, à qualquer hora).
       

       
      Como a viagem foi para comemorar o aniversário do namor(i)do, fomos procurar um lugar legal para jantar, pegamos a dica da Avenida Dr. L. A. de Herrera, no bairro de Buceo e fomos de ônibus até lá (uma curiosidade sobre os ônibus, geralmente eles deixam tocando música ou notícias, é como se o motorista tivesse no carro dele, aumentando e diminuindo o som de acordo com seu gosto, chega a ser engraçado! Rs). Bom, essa rua tem diversas opções que parecem bem legais, escolhemos o Barba Roja, uma mistura de bar e restaurante. A dica aqui é, peça um prato para 2, sério, o tamanho deles é realmente absurdo, dá até dó pois não conseguimos comer nem metade.
       
      No segundo dia fizemos um bate e volta em Punta del Este, mas isso será assunto para outro texto. Era domingo de eleições por lá também e foi muito interessante ver o comportamento deles em relação a isso. Desde que chegamos no aeroporto, vimos pelo caminho bandeiras, propagandas, muros pintados, manifestações (pacíficas), enfim, a cidade respirava campanha política. Quando voltamos ao hotel, passando pela 18 de Julio, ficamos impressionados com a festa! Já haviam saído as parciais e o sucessor de Mujica (o atual presidente, que na minha opinião é um exemplo a ser seguido) ganharia. A impressão que dava é que eles realmente estavam felizes e satisfeitos com sua escolha, que tinham confiança no partido que apoiavam, e não eram apenas os mais velhos, crianças e muitos adolescentes e jovens comemoravam efusivamente, o clima era leve, de alegria e paz. Olhando tudo aquilo fiquei com inveja (no bom sentido), eu gostaria muito de poder apoiar um partido que me representasse desta maneira.
       

       
      No fim da noite, caímos sem querer no Facal, um café-restaurante em frente à fonte dos cadeados que diz ser o mais antigo da cidade. Recomendo muito comer as empanadas de lá, são deliciosas! Além delas, outra iguaria típica do país é o Chivitos, que não passa de um sanduíche com diversos recheios para escolher, como não como carne, não posso dizer se é algo que vale a pena ou não.
       
      No dia seguinte começamos pelo Mirador de la intendencia, um mirante 360º que fica no último andar do prédio da prefeitura e é de graça, basta retirar a entrada no centro de informações turísticas que fica bem em frente.
       
      De lá seguimos para o Parque Rodó, bastante agradável e bem cuidado. Nossa ideia era continuar a pé pelas Ramblas até a Playa Pocitos, mas o calor estava insuportável e foi realmente impossível completar o trajeto, acabamos conhecendo apenas a Playa Ramirez e passando em frente ao Memorial del Holocausto.
       

       
      Não dá pra ir embora sem trazer na mala vinhos e alfajores né? Então pegamos a indicação do Ta-ta, um mercado barato onde encontramos bons vinhos por uma média de R$15,00 e uma infinidade de opções de alfajores e doces de leite, ficamos com os da marca Lapataia, indicação de uma brasileira (e são mesmo muito bons!).
       
      Esse é o tipo de viagem diferente que é possível fazer em um fim de semana, fique de olho nas promoções de passagens aéreas e vá aproveitar toda a simpatia do Uruguay.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/uma-escapadinha-para-montevideo/
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos e mapas aqui: http://www.queroirla.com.br/bate-volta-em-punta-del-este/
       
      Durante nossa viagem à Montevidéu, resolvemos fazer um bate-volta para Punta del Este, afinal, é quase obrigatório já que é tão pertinho e fácil de chegar. A maioria das pessoas vai atrás das praias, cassinos (que são liberados por lá) e badalação. Eu confesso que a parte da cidade que mais me chamou atenção foi justamente a que era o oposto disso. Não foi um lugar que me encantou, mas tem lá seu charme!
       
      Saímos no domingo cedo e pegamos um ônibus até o aeroporto para buscar o carro alugado na Budget. A estrada é bem tranquila e o caminho é basicamente uma reta só, o trajeto dura aproximadamente 1h30. Ah, uma dica importante, logo que chegamos no hotel em Montevidéu, um funcionário já nos alertou sobre a lei seca, disse que haveriam muitos comandos na estrada e que lá não há tolerância, qualquer sinal de álcool (e até maconha) no bafômetro é problema e para jamais propormos “dar um jeitinho”, pelo jeito lá as coisas funcionam um pouco diferentes daqui… Bom, o fato é que tinham mesmo muitas blitz, então se for beber, vá de ônibus!
       
      O primeiro lugar que paramos foi uma mega furada! Um conjunto de esculturas de sereias sobre as pedras na beira do mar na Plazoleta Gran Bretania. Com todo respeito ao artista, aquilo é horrível! Fala a verdade, dá medo, não dá??? Mas o interessante desse lugar é que ele fica bem na pontinha da península, onde ocorre o encontro do Rio da Prata com o mar.
       
      Ali pertinho fica a parte mais fofa da cidade, a que mais gostei! Pra começar, as casas não tem números, e sim nomes. Elas são enormes e lindas, mas sem ostentação. Os atrativos desse simpático e aconchegante “bairrinho” são o farol e a Parroquia Nuestra Señora de la Candelaria, uma graça de igrejinha em homenagem à padroeira da cidade.
       
      Seguimos para o porto pois a ideia era pegar um barco até a Isla de Lobos para ver leões marinhos, mas chegamos um pouco tarde e os barcos só saiam até 12h se não me engano. Queria taaanto fazer esse passeio, fiquei decepcionada, se quiser ir, lembre-se de chegar cedo! Ah, e verificar a época também, não é sempre que os animais aparecem na ilha. Pelo menos chegamos a ver alguns deles ali mesmo, perto das bancas de peixes esperando pra ganhar as sobras (e rola uma briga pra ver quem vai ficar com elas!).
       
      Paramos para almoçar no El Pobre Marino, o ambiente do restaurante é bem kisth, mas até que combina com o clima de Punta rs. Meu prato estava meio sem graça, pedi panquecas de espinafre, mas o Dan pediu carne e gostou. O valor era Ok então saímos satisfeitos.
       
      O próximo ponto foi o cartão postal de Punta, o Monumento ao afogado, ou popularmente conhecido como Los dedos. A escultura é do artista chileno Mario Irarrázabal e fica na primeira parada da Playa Brava (as praias são todas divididas assim, P1, P2, P3…). Apesar de clichê, achei bem interessante e lógico que quis fazer umas fotos ali também, mas é preciso paciência pra conseguir clicar os dedinhos sem ninguém na frente!
       
      Um pouco mais afastado do centro fica a Puente Leonel Vieira, seu diferencial é ser ondulada, dando um friozinho na barriga de quem passa de carro por lá, mas também nada de tão interessante, não sei se vale a visita.
       
      Antes de ir embora ainda passamos pelo bairro de Beverly Hills, dominado por enormes mansões com lindos jardins, mas sinceramente, prefiro mil vezes a parte mais simples da cidade, que falei aqui no começo do post!
       
      Na volta para Montevidéu paramos para ver o pôr-do-sol na Casapueblo, em Punta Ballena, um dos mais incríveis que já vi!
    • Por TainaraFerrugem
      Olá [email protected] de viagem,

      Fiquei 7 dias em Montevidéu, o que posso dizer sobre essa viagem? Surpreendente.

      De fato é lindo e caro rsrs

      Fiquei hospedada no Circus Hostel&Hotel Montevidéu, custo (em média de R$350) e localização muito boa.

      Mas não costumam trocar os lençóis, se você esquecer a toalha e precisar de uma lá, você consegue alugar uma toalha de rosto por US$2.

      Fui para um evento que era em um Hotel em frente a praça da independência, então era bem pertinho do Hostel, pontos turísticos e alimentação barata.

      Dei muita sorte de chegar no final de semana em comemoração ao Dia do Patrimônio, que a maioria dos museus estavam abertos no final de semana e melhor ainda 0800, nessa hora tenha foco e escolha muito bem o que deseja visitar, pq os Uruguaios costumam ir e as filas ficam enormes.

      A maioria das publicações que eu li, não indicavam local de refeições bons e baratos. Esse é o fator que mais me motivou a fazer o relato.

      Na maioria dos restaurantes você vai encontrar refeições individuais em uma média de 400 pesos para cima (acima de 40 reais) e no café você consegue gastar um pouco menos.

      Mas como todo brasileiro que não desiste nunca nas caminhadas da vida encontrei um café muito charmoso “Rincón Café” é uma portinha, mas com bom atendimento, tortas maravilhosas e um bom café, oferece um desayuno por 145 pesos (com café, suco, pedaço de torta e tipo um pão de queijo ou cookie), se não tiver um desses na hora, ele faz sanduiche ou qualquer coisa para complementar seu desayuno que mais parece um almoço. Ele tbm oferece almoço, mas não tive a oportunidade de provar, mas pelo cardápio parecia ser bom e com preço melhor ainda.

      Depois de 4 dias na cidade encontramos um almoço muito bom e barato o restaurante da Tia Maria (intimidade de quem ia com uma galera de 10 pessoas) que chama “Coristanco - Casa de Comida” fica na rua Ituzaingó, próximo a praça Matriz/ Constituição, ela é muito simpática e adora brasileiros.

      Para jantar, foi um probleminha, como fiquei bem no centro da cidade velha, a maioria dos locais fecham até as 19 horas, então nesse horário ainda não estava com fome, na maior parte dos dias, jantei poucas vezes. Mas em uma das vezes após a chegada do passeio em Punta, jantamos no Bar Sarandi, preço muito bom e boa comida, ele fica na esquina entre a rua Washington com rua Colón.

      Minha preferência de bebidas é a cerveja artesanal visitei apenas dois bares o “Ciudadela Bar de Cervezas” na rua Ciudadela e um barzinho na rua Bartilomé Mitre (não é o El Pony Pisador – meus amigos foram e não indicam jamais). Meus amigos foram em uma que chama “Baika Birras Uruguayas” na rua da Piedras.


       
      Graças ao destino fomos parados na praça por uma moça chamada Melissa que nos ofereceu pacotes de turismo. De fato galera não encontramos melhor preço, melhor guia e melhor agência (Master Turismo). Para Punta pagamos R$ 160, tbm oferecem outros pacotes. Nosso guia foi o Sérgio (@bemvindobrasileiro) é um baiano, muito gente boa e paciente, vale muito a pena seguir o instagram dele e tbm se tiver a oportunidade de fazer um passeio com ele.

      Agora para as comprinhas nada como fortalecer o empreendimento de nossos amigos brasileiros no Uruguai, Ana é uma das proprietárias, nos atendeu com honestidade, carinho, respeito e simpatia, a loja se chama “Gaúchos – Uruguay” localizada na rua Pérez Castellaño, nas proximidades do Mercado do Porto.


       
      Acho que é isso, qualquer dúvida só perguntar.

      Abraço



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