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luizh91

Curitiba + litoral do Paraná (Estrada da Graciosa, Morretes e Antonina) - FOTOS E VALORES

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adorei o relato de vcs. estava pensando em pegar o trem, mas realmente é muito caro. Adorei que colocaram os valores, assim posso me programar para ir de onibus. Abraço

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@Maryl Carvalho Olá!

Se for de ônibus, pegue o horário das 09 da manhã pela Viação Graciosa. É o único do dia que desce pela Estrada da Graciosa e demora um pouco mais, mas vale a pena! 

Quando pesquisei, o trem estava R$ 95,00 apenas o básico e achei muito caro. Quando fiz o trajeto de BH-Vitória a distância era bem maior e o vagão econômico custava R$ 73,00. 

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Olá! Muito bacana seu relato, conseguiu aproveitar bem os dias por aqui.

Você pode me passar por mensagem o contato desse flat, do  Airbnb? Estou pesquisando hospedagens para uns amigos que virão de SP. Abraço

 

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@Franciellen Cardoso Oi Franciellen!

Particularmente falando, não acredito que tenha problema.

Quando fomos a Morretes, a cidade estava bem movimentada. É turística e sempre tem bastante gente que desce a serra de trem ou que vai fazer um bate e volta para comer o barreado.

Antonina já é mais sossegada, mas em momento algum nos sentimos inseguros.

Qualquer dúvida só perguntar!

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    • Por Andreaz Herz
      se tromba na trip, só dá um slv ;
       
      ✌️
       
       
    • Por samysam
      Esse vai ser mais um relato do que não se deve fazer do que o que se deve fazer...
      Como ir até São Luíz do Purunã ou Recanto dos papagaios de ônibus...
      Aquela região de São Luíz do Purunã é bastante frequentada por ciclistas, escaladores e pessoas de carro, por isso resolvi por meu relato da trip de busão.
       
      Eu já tinha ido para o Recanto dos Papagaios à 3 anos atrás de bicicleta, mas como a magrela ta meio dodói, a gente foi de ônibus dessa vez.
       
      O que a gente fez: Pegamos o ônibus Princesa dos Campos até São Luiz do Purunã (linha Curitiba Palmeira) (R$13,74) e descemos antes do pedágio na esperança de que encontraríamos algo para fazer lá.
      Talvez tivessemos encontrado caso aquelas inocentes e doces vaquinhas não estivessem conspirando contra nós.
      Como o sol estava forte pra andar no meio do pasto (é sim... a temperatura mais alta dos últimos 6 anos), resolvemos ir pro Recanto dos Papagaios.
      Carona? Difícil.
      Ônibus? Difícil também, mas passou. Uma linha da Princesa dos Campos que sai de Campo Largo e passa dentro de São Luíz do Purunã e Colonia Witmarsun e para 3Km longe do Recanto.
       
      continua...
    • Por LarissaBenjamin
      09/07 - quinta-feira
       
      Chegamos no aeroporto de São José dos pinhais. Um amigo nosso nos buscou de carro, de lá fomos na rodoferroviária comprar a passagem de trem para Morretes (dia seguinte) e a volta de ônibus de Paranaguá para Curitiba (dia13/07). Compramos a classe turística do trem. Saindo de lá fomos para o Hotel Savoy, onde fizermos uma reserva de um dia. A noite conhecemos o Bar do Alemão, ponto turístico de Curitiba, famoso pela culinária alemã e principalmente pelo chopp "Submarino", uma caneca de chopp, com uma pequena canequinha de cerâmica típica alemã com steinehegen dentro dela. Cada caneca sai por 15,00, bem gostosa e forte. Comemos joelho de porco com 2 guarnições e Pato recheado com 2 guarnições também. Éramos quatro pessoas. Todos satisfeitos. Muito bom!
       
      Gastos:
      Trem - 99,00 × 2 pessoas = 198,00
      Ônibus de volta - 29,55 × 2 pessoas = 59,50
      Bar do Alemão - 180,00 para duas pessoas
       
      Total gasto: R$437,50
       
      10/07
       
      Acordamos às 7:00hs pontualmente, tomamos café da manhã no hotel e fomos para a rodoferroviária. Café da manhã bem servido. Pegamos um táxi para rodoferroviária que era bem perto. Chegamos às 7:50hs, esperamos um pouco e pontualmente, às 8:15hs saiu o trem. Linda viagem! Maravilhosa! O tempo ajudou bastante, pois estava aberto com sol. O guia de turismo que foi falando durante a viagem era muito simpático, sabia bem o que estava falando sobre os atrativos turísticos, histórias e dados geográficos da região. Um lanche foi distribuído no início com biscoitinhos e uma água, refrigerante ou chá gelado, a sua escolha. Essas bebidas e o kit de biscoito era vendido se alguém quisesse, como cerveja também. Bebidas por 3,00. Souvenirs eram vendidos também pelo guia, compramos um kit de imãs de geladeira e kit de postais. Tinha um fotógrafo que tirava uma foto sua e revelava na hora com um cap de condutor de trem. Uma recordação bem bacana por 10 reais. Durou quase 4 horas. Mas foi incrível! Belas vistas, túneis, pontes que parecia q o trem estava voando, cidades e vilarejos da região e montanhas e muito verde.
      Chegando em Morretes procuramos um restaurante para comer o famoso prato típico da região, a Barreada. Carne cozida por um dia dentro da terra. Tem esse nome porque antigamente fechavam a panela com barro, como se fosse um durepoxi para vedar a panela, daí o nome. A comida é nada de mais, como se fosse uma carne assada misturada com farinha, ficando uma "massa" bem consistente, é servido com arroz branco e salada de maionese. Fomos em um restaurante que cobrava 40 reais pelo prato, mas lá tinha outros a partir de 25 reais.
      Tínhamos visto pelo site da ilha do mel que sairia ônibus de Morretes para Paranaguá direto às 13:40hs, mas tinha saído às 13:20hs, ou seja, cuidado com o site, pois não estava atualizado. Para conseguirmos pegar uma barca para a Ilha do Mel, tivemos que pegar o ônibus para Paranaguá, mas de lá a última barca era às 15:30hs, já não contávamos com ela, de lá pegamos outro ônibus para pontal do Sul e de lá pegar a barca para a Ilha do Mel. Cada ônibus com duração de uma hora e uma hora e meia, respectivamente.
       
      Pegamos a barca, durou meia hora. Chegamos na pousada Bob pai Bob filho, era bem perto do trapiche da Encantadas, parte da ilha que escolhemos ficar. Deixamos as coisas e fomos comer em um restaurante-bar que a moça da pousada indicou, chamado zham. Comemos anéis de cebola, Vinagrete Burger e Kebab de frango temperado e com batata frita dentro do kebab, criado pelo restaurante. Bebemos 3 garrafas de Amstel. No restaurante teve voz e violão de um cantor da região chamado Rael, tocando música brasileira, bem bacana. Comida boa também.
       
      Gastos:
      Táxi - R$8,50
      Souvenirs - R$15,00
      Foto - R$10,00
      Almoço Morretes(2 pessoas) - R$100,00
      Ônibus para Paranaguá(2 pessoas)- R$10,20
      Ônibus pra pontal - R$10,20
      Pousada 3 diárias para casal - R$507,00
      Janta para dois - R$ 100,00
       
      Total: R$760,90
       
      11/07
       
      Acordamos às 8:30hs, tomamos café da manhã, com pães, ovo mexido, presunto, queijo, pão salgado, bolo de cenoura com chocolate, sucos e café, havia também banana e laranja, granola, Sucrilhos e leite.
      Iniciamos a caminhada para o outro lado da trilha, Nova Brasília.
      Saímos da pousada às 10:00hs, estava frio, saímos de casaco, calça e tênis, levando uma mochila com capa de chuva, água, biscoito, barras de cereal, etc, também um guarda chuva, pois a previsão era que chovesse mais tarde. Passamos pela praia do Mar de Fora, ao ver umas bandeirinhas vermelhas subimos o morro do sabão, um pouco escorregadio, para chegar na praia de são Miguel, mas bem leve. Entre a praia de São Miguel e a praia Grande havia uma parte com pedras, tranquila, porém um pouco cansativa, paramos pra tirar foto, fazer filmes, demoramos uns 25 minutos para atravessar as pedras.
      Passamos pela Praia Grande e na altura de um resort de surfistas (Grajagan Surf Resort), entramos em uma trilha beirando a Ponta do Joaquim. Chegamos na Praia de Fora. Caminhamos por ela e subimos a escada do grande Farol da ilha. Diversas fotos de vários ângulos da ilha. De lá de cima pescadores ficam avistando cardumes de tainha e com Walk-talk avisam os pescadores que ficam na Praia do Farol para lançar as redes do barco. Essa é a pesca artesanal da praia do Farol (Farol das Conchas). Na parte da ilha que é chamada de Farol tem uns restaurantes, pousadas e campings e tb um trapiche com saída de barcos para os outros lugares da ilha e para o continente também. Além disso, tem o aluguel de bicicletas, onde você paga 15 reais a hora. Pegamos duas e fomos em direção a Fortaleza que tem na ilha (Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres). Uma pedalada de vinte minutos onde se atravessa a pequena faixa de areia que se chama Praia do Istmo, indo pela direita da ilha, onde o caminho é mais próximo. Passa também pela parte da ilha que se chama Nova Brasília. Uma linda pedalada pela ilha. Chegando na Fortaleza, você pode deixar a bicicleta na lateral ou na frente da fortaleza. Lá ainda existem canhões, um museu falando sobre a história da ilha, a biblioteca da ilha e banheiros. Também tem uma trilha de 13 minutos para o mirante da Fortaleza. Lá do Mirante você pode observar mais uma linda paisagem da ilha, além de passear pelo labirinto dos canhões, se assemelhando a paisagem do filme jardim secreto, podendo até se divertir fazendo esconde-esconde. Rs
      No caminho de volta demos um mergulho que lavou a alma e esfriou o corpo do longo e maravilhoso passeio. Deixamos a bicicleta e pegamos o último barco para Encantadas às 17:00hs. Depois disso apenas os "táxis", que custam 60 reais. Essa barca custa 10 reais por pessoa.
      Chegando em Encantadas jantamos no restaurante de frente pra praia chamado Estrela do Mar. Comemos moqueca de um peixe da região para dois. Lá o próprio dono do restaurante faz um voz e violão para seus clientes. Fomos bem atendidos pelo jovem e simpático garçom, Lucas.
      Paramos pela praia, compramos um vinho no mercadinho e terminamos a noite em frente ao trapiche tomando um vinho e vendo as estrelas.
       
      Gastos:
       
      Três horas de bicicletas para duas pessoas - R$90,00
      Volta de barco para duas pessoas - R$20,00
      Muqueca para duas pessoas - R$65,00
      Refri, suco e duas latinhas - R$20,00
      Total - R$93,50
      Duas garrafas de vinho no mercadinho - R$59,80
       
      Total gasto: R$263,30
       
      12/07
       
      Acordamos, tomamos o café da manhã da pousada e fomos conhecer a Gruta das Encantadas que era dez minutos da pousada, em direção a Praia Mar de Fora. Foi construída uma passarela que facilita bastante a chegada até a Gruta, bem fácil o acesso. É o patrimônio natural mais importante da Ilha. Ficamos um tempo na Praia Mar de Fora e fomos almoçar.
      Antes paramos em um restaurante na beira da praia para tomar uma cerveja e comer um siri.
      Almoçamos no restaurante Fim da Trilha, onde há um ótimo cardápio do chef do restaurante com pratos nos valores entre 40 e 55 reais. Comemos duas massa, uma era com Camarões com ervas finas e Camarões ao fim da Trilha. No cardápio há vinhos, cervejas, sucos etc. Tomamos uma Baden Baden que custava 28 reais antes do almoço.
      Voltamos a noite nele por ser muito bom, lá também funciona uma pousada. O garçom, com uma roupa bem simples fez um dos melhores atendimentos que já presenciei, simpático sem exageros, solícito e super atento a todas as mesas do restaurante. A noite, comemos panqueca de camarão e spaghetti de frutos do Mar. Tomamos uma garrafa de Itubaína, um refri paulista de tuti-fruti. É um espaço super agradável, com áreas internas e externas, tem até uma cama de casal na parte de fora para quem quiser dar uma descansada depois da refeição.
       
      Gastos:
       
      Siri e duas garrafas de cerveja - 30,00
      Dois pratos - 90,00
      Baden Baden - 28,00
      Água - 4,00
      Total - R$134,00
      Spaguetti - R$35,00
      Panqueca - R$25,00
      Itubaína - R$6,00
      Total: R$72,60
       
      Total gasto - R$236,60
       
      13/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos pegar a barca das 8hs para o pontal. A barca demora 30 minutos e as 9hs pegamos o ônibus direto para Curitiba. Duas horas e meia de viagem. A passagem já tinha sido comprada na rodoferroviária no primeiro dia.
      Chegamos no hotel e fomos pegar o ônibus de turismo que passa por vários pontos turísticos de Curitiba, custa R$35,00 e você tem o direito de parar em 4 pontos a sua escolha. Ele passa de meia em meia hora nos pontos. Pegamos no ponto do Museu da Ferrovia. Nossa primeira parada foi no Jardim Botânico, muito bonito e um dos pontos turísticos mais famosos de Curitiba. Segunda parada foi na Ópera de Arame, parada rápida, bem bonito lá também. A Pedreira Paulo Leminski só é aberta quando há algum evento. De lá fomos andando até o Parque Tanguá, uma caminhada de 15 minutos. Não recomendamos fazer a pé pq tem uma subida íngreme... Melhor ficar no ponto e pegar outra jardinheira, como é conhecido o ônibus de turismo. O parque tanguá é bem bonito também, com dois paredões de pedra onde se tem vista de baixo e de cima. Próxima parada foi no bairro típico italiano, Santa Felicidade. Era segunda feira, a maioria dos restaurantes estavam fechados. Fomos para a avenida das torres para jantar em uma churrascaria. O nome é Boi Dourado, muito fraca a churrascaria. Esperávamos mais.
       
      Barca duas pessoas - R$20,00
      Ônibus de Turismo de Curitiba para duas pessoas - R$70,00
      Duas águas - R$6,00
      Táxi - R$30,00
      Janta - R$27,00 por pessoa
      Total - R$65,00
       
      Total de gastos: R$218,00
       
      14/07
       
      Acordamos, tomamos café e fomos dar uma volta pelo centro. Andamos pela Rua das Flores e passamos por alguns pontos turísticos, compramos roupas de frio já que havia umas lojinhas que estavam em promoção. Conhecemos um projeto bem legal. É o bonde da cultura, uma biblioteca dentro de um vagão de trem na Rua das Flores parado. Onde você pode levar o livro pra casa e depois devolver. Bem legal!
      Almoçamos no aeroporto, prato executivo no Lanches jatinho. E seguimos de volta a nossa amada Cidade Maravilhosa.
       
      P.f - R$27,00
       
      Total gasto: R$65,00
       
      Relato por Rafael Cassel e Larissa Benjamin.





























    • Por thsouthier
      Amigos,
       
      Com grande satisfação compartilho com vocês nosso sincero relato de viagem, na certeza de que a lembrança do passeio levará às lágrimas os que já visitaram os lugares extraordinários pelos quais passamos.
       
      No resumo: saímos de Chapecó-SC, passamos por Curitiba, Morretes, Ilha do Mel, Guaratuba, Balneário Camboriú, no Beto Carrero World em Penha e na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Muller, numa aventura de sábado a sábado, em abril de 2014.
       
      1º dia: Sábado na estrada.
       

       
      Arrumamos as malas, enchemos o tanque, calibramos os pneus, fizemos quatro sanduíches de mortadela pra viagem e embarcamos no auto rumo à liberdade com grande alegria. Saímos de Chapecó-SC ao meio-dia e meio, precisamente, com destino à capital do Paraná.
       
      Viajamos a tarde inteira e não chegamos. Estávamos quase lá quando o sol se pôs.
      Como estava escurecendo, decidimos passar a noite em Campo Largo-PR, cidade vizinha da capital, e nos hospedamos no ótimo Hotel Campo Largo. Confortável, limpo, bonito, barato e com um bom atendimento. Sendo sábado, conseguimos um desconto bacana num quarto executivo. Que maravilha.
       
      Jantamos por lá mesmo, no restaurante do hotel, com música ao vivo e o pessoal dançando tango. Bem legal.
       
      2º dia: Domingo na capital.
       

       
      Acordamos sem pressa de acordar, tomamos um excelente café da manhã colonial no Hotel Campo Largo, e nos despedimos.
       
      Entramos no auto rumo à Curitiba. Sendo domingo, trânsito tranquilo.
      Pela localização em frente à Rodoferroviária, preferimos o Hotel Novo Vernon. Igualmente confortável, limpo, bonito e barato. A recepção estava em reformas para melhor nos atender em breve. O café da manhã não era muito variado, mas cumpria com a sua função. Deixamos o auto na garagem e saímos passear. Era quase meio dia.
       
      Passamos no Mercado Público, ali pertinho, assistimos uma bonita apresentação gratuita do grupo que representa a cultura polonesa em Curitiba, que, diga-se de passagem, é a segunda maior colônia de poloneses no mundo, e almoçamos um delicioso pastel frito na hora, barato e muito bem servido por um garçom sincero, gente fina e careca. De sobremesa, um gelato Diletto.
       
      Saímos correndo pra alcançar o ônibus da Linha Turismo que para ali na frente, para passar a tarde fazendo um tour pela capital mais verde do país. Este ônibus é o seguinte: você paga um embarque e tem direito a outros quatro. O ônibus passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba e você pode descer ou subir em quais quiser. Entenda melhor aqui: http://www.curitiba.pr.gov.br/idioma/portugues/linhaturismo.
       
      Interessantíssimo. Tem que se fazer.
      Como a Ópera de Arame estava fechada e o Museu Oscar Niemeyer não era muito a nossa praia, descemos no Parque Tanguá, que é um parque bem legal assim como todos os outros parques de Curitiba; no Centro Histórico, que é... histórico; no Museu Ferroviário, onde também fica o shopping Estação; e no Jardim Botânico, lógico. Curitiba é uma cidade bem bacana.
       
      3º dia: Segunda de trem.
       

       
      Acordamos cedo com pressa de acordar, ou perderíamos o trem que sai exatamente às 8:15h da Rodoferroviária.
      É o mundialmente famoso Trem da Serra do Mar, que desce até Morretes. Mais informações aqui: http://www.serraverdeexpress.com.br/site/Index.aspx.
       
      Se você for a Curitiba, precisa fazer este passeio.
      Embarcamos no vagão turístico, que inclui alguns biscoitos e uma água ou um refri. Não menos importante que o lanche é o guia que nos acompanha e explica o que está acontecendo, conta histórias, imita o canto de passarinho e nos mostra essa paisagem à esquerda em 1, 2, 3 e... passou... Quem viu, viu.
       
      O passeio é muito legal. Imperdível.
      Passa pela Mata Atlântica em uma ferrovia centenária, com pontes de ferro, com estações abandonadas e tudo o mais. O problema é que demora, e aí a gente vai cansando.
       
      Mas tudo bem.
      O trem chega em Morretes perto do meio-dia e aí o pessoal sai louco para experimentar o famoso barreado, que também experimentamos e não achamos nem bom nem ruim. Há muitos restaurantes na cidade que servem o legítimo barreado, alguns com vista para o rio que corre sem cessar.
       
      Feito o passeio e comido o barreado, se você for voltar pra Curitiba tem o seguinte, querido: você pode voltar de trem, de ônibus, de táxi ou de van. Nós optamos por voltar de ônibus, com a Viação Graciosa. O bus é bom e veio cheio. A volta dura cerca de 1:30h até a Rodoferroviária e a passagem custou 20 e poucos pilas.
       
      À noite fomos no shopping Estação. Minha noiva decidiu comer um prato feito. E comeu mesmo.
      Já eu estava curioso pra saber como era o best burger in the world e por este motivo e não querendo mais nada, fui ao Madero e comi muito bem. Senhores, experimentem uma vez na vida.
       
      4º dia: Terça na ilha.
       

       
      Saímos de Curitiba com destino à belíssima e rústica Ilha do Mel.
      No caminho passamos em Paranaguá pra conhecer, que é uma cidade histórica e tem o segundo maior porto do Brasil. Nunca vi tanto caminhão graneleiro todos juntos reunidos. Passeamos de carro pela cidade histórica, que é realmente histórica, mas não paramos. Bastante poeira. Seguimos em frente.
       
      Não vou contar o que aconteceu pelo caminho porque não aconteceu nada.
       
      Certo. Chegamos em Pontal do Sul pelo meio-dia. Deixamos o auto num estacionamento duvidoso por R$ 10. Passei a tarde com dúvidas.
      Corremos e subimos no barco para Encantadas, que é uma das vilas na Ilha do Mel. No barco, só nós, uma mulher e os pilotos do barco. Praticamente vip. O passeio é tranquilo. Chegamos na ilha e fomos almoçar umas iscas de peixe. Minha noiva quis um prato feito outra vez.
       
      Depois de satisfeitos, fomos passear e conhecer o máximo que podíamos no pouco tempo que ficaríamos na ilha. Estava deserta. Não achamos bike pra alugar, então fomos caminhando até a Gruta das Encantadas, que, sinceramente, é só uma gruta de frente pro mar. Subimos e descemos uns morros, caminhamos pra lá e pra cá, tiramos algumas fotos e curtimos o visual bacana da ilha. A praia é bonita mesmo! Outra hora vamos com mais tempo.
       
      Pegamos o penúltimo barco pra voltar ao continente, ansiosos, com dúvidas se o auto ainda estava lá no estacionamento.
      Como sou muito esperto, bolei uma tática e disse exatamente o seguinte: 'minha querida e amada noiva que tanto amo, você fica aqui e eu vou buscar o auto sozinho. Se eu demorar mais do que 10 minutos você chama ajuda e vai me buscar'. Não precisou. O auto estava bem. Pode ficar tranquilo querido.
       
      De volta para a estrada.
      Passamos o ferryboat em Guaratuba e ficamos no Hotel Santa Paula, que é um hotel bem bonito. O hotel me pareceu um pouco antigo, mas é um ótimo hotel. Boa estrutura, confortável, limpo, bom e barato. Estava lá também hospedada uma excursão de senhoras, curtindo uma prainha.
       
      5º dia: Quarta jantamos galeto.
       
      Acordamos tarde, tomamos café e fomos dar uma volta na praia. Só que o dia estava nublado. Então subimos o Morro do Cristo pra dar uma olhada, e foi isso. Almoçamos num buffet por kg e seguimos viagem.
       
      No caminho, entramos em Itapoá para ver como é que é. É uma praia que nem as outras praias: tem a areia e tem o mar e tem o porto que eu queria ver mas não vimos. Certo.
       
      Seguimos em direção a Balneário Camboriú pela BR-101 que é uma boa estrada pra se dirigir. Nem lembro onde almoçamos. Talvez nem almoçamos.
       
      Em Balneário Camboriú ficamos no Hotel Melo, que é um hotel muito bom de se ficar. Confortável, limpo, bom e barato. Aí achamos uma baita oferta, que foi o passaporte e o transfer pro Beto Carrero World no balcão de uma agência de viagens que fica no andar térreo do BIG. Cara, por um preço ótimo.
       
      Passeamos de bondindinho pela linda e bem iluminada Av. Atlântica e jantamos na Cantina Dilda. Amigo, o galeto primo canto de lá é bom demais. De entrada tem pão caseiro com vinagrete, e o galeto vem acompanhado de massa seca-barriga, polenta frita diet, maionese light e rúcula com bacon. Sempre somos muito bem atendidos lá. Comemos até envergar e fomos embora satisfeitos.
       
      6º dia: Quinta na Firewhip.
       

       
      Como combinado no dia anterior lá na agência de viagens, a van apareceu e nos levou segura e confortavelmente até a entrada do Parque Beto Carrero World. Pra você ter uma ideia, tinha até um alerta que disparava quando a van passava de 90km/h. Interessante, me senti ainda mais seguro.
       
      Cara, aqui vai a dica mais preciosa que você pode precisar: se você estiver em Balneário, vá de van ao Beto Carrero. Penso que não te vale a pena ir de carro, e de ônibus é muito demorado. Fomos e voltamos tranquilos, sem o stress de trânsito e sem pagar estacionamento. Perfeito.
       
      O Parque é muito legal e se você não conhece, precisa conhecer. Sendo quinta-feira e com o tempo nublado, acredite meu amigo: não pegamos fila nenhuma, a não ser na Firewhip, montanha-russa que me fez tremer a base. Minha noiva gostou e queria ir de novo, e depois ainda queria me levar junto pra passear na Big Tower, hahaha. Vê se pode. Não fui.
       
      Demos muita sorte. Conhecemos o parque inteiro, fomos em todos os shows que queríamos, e não perdemos tempo em filas. Parabéns. Obrigado.
      Cara, não perca o Velozes e Furiosos Show. É muito fera, bicho.
       
      Tem o seguinte também: os restaurantes da praça de alimentação estão todos combinados. O almoço livre estava em R$ 32. Eu comi uma fatia de pizza por uns R$ 9 e minha noiva um prato cheio de yakisoba por R$ 19, muito bom por sinal, segundo ela.
       
      Às 19h, depois do espetáculo Sonho de Cowboy, a van nos esperava no mesmo lugar onde nos havia deixado, para um retorno tranquilo.
      De volta à Balneário, como se não houvessem outras opções, jantamos no Madero. Depois de experimentar um pedaço do best burger in the world lá em Curitiba, minha noiva não quis mais saber de prato feito.
       
      7º dia: Sexta na Serra.
       

       
      Acordamos cedo, tomamos um ótimo café da manhã no Hotel Melo, nos despedimos com lágrimas nos olhos de Balneário Camboriú, e seguimos para o sul. Almoçamos um xis salada muito bom no Panifício e Lanchonete Real, lá em Tubarão, e pegamos a estrada até Lauro Muller. A gasolina estava um pouco cara em Lauro Muller.
       
      Subimos a Serra do Rio do Rastro com tempo nublado.
      Encontramos alguns caminhões e ciclistas pelo caminho. Até que deu um friozinho na barriga pilotar naquelas curvas. No Mirante, tiramos fotos e curtimos o visual. A Serra é coisa mais linda. É um negócio incrível. E bem gelada também. Lá em cima venta muito e é frio pra caramba.
       
      Pegamos a estrada novamente até Campos Novos. Dormimos no Bebber Hotel. Confortável, limpo, bom e barato também. Seguindo a dica do recepcionista do hotel, jantamos uma picanha gaúcha no Restaurante Candelábro. Bá, que coisa bem boa.
       
      8º dia: Sábado em casa.
       
      Depois de tudo isso, cheguei a conclusão de que todos os hotéis que ficamos eram confortáveis, limpos, bons e baratos também.
      Se você leu até aqui, muito obrigado.
    • Por George Leonardo
      Olá! Estou fazendo esse relato não somente com a intenção de contar a história, mas também de ajudar a quem procura uma trip mais simples, de poucos dias. Quando estava querendo dar essa escapada eu procurei algo sobre algum lugar legal por perto para ir e não achei muita coisa, então espero que isso aqui ajude alguém.
       
      O Recanto dos Papagaios leva esse nome pois em um certa época do ano (agora) vários papagaios vão para lá.
      Pelo menos foi o que contou a Dna. Maria, moradora de uma propriedade dentro do recanto. Segundo ela o local fica realmente cheio de papagaios. Nós levamos azar e não vimos nenhum se quer, mas ela nos disse que era devido a quantidade de gente e barulho no local. O lugar bomba final de semana, na entrada tem churrasqueira e etc que só da farofada! Mas não foi por ali que ficamos não!
       
      Mapa para chegar ao Recanto dos Papagaios
      Segue abaixo o mapa de Curitba até o recanto. Ele fica em direção a Ponta Grossa, alguns kilometros após o pedágio (R$5,90)
      http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=Curitiba+-+Paran%C3%A1,+Brazil&daddr=BR-277&hl=en&geocode=FXz-e_4dXCYQ_SnxDwn89ePclDFHtysJsIN6PA%3BFd9we_4dzp4I_Q&mra=me&mrsp=1&sz=17&sll=-25.465313,-49.764719&sspn=0.004301,0.009645&ie=UTF8&ll=-25.420331,-49.516754&spn=0.275354,0.617294&z=11
       
      http://maps.google.com/maps?f=d&source=s_d&saddr=Curitiba+-+Paran%C3%A1,+Brazil&daddr=BR-277&hl=en&geocode=FXz-e_4dXCYQ_SnxDwn89ePclDFHtysJsIN6PA%3BFd9we_4dzp4I_Q&mra=me&mrsp=1&sz=17&sll=-25.465313,-49.764719&sspn=0.004301,0.009645&ie=UTF8&ll=-25.465071,-49.766816&spn=0.00215,0.004823&t=h&z=18
       
      Eram umas 15hrs quando começou o toró, uma puta trovoada, chuva pra caralho e tudo o que não precisávamos, mas não abalou a galera não, tava todo mundo na pira, mesmo que fosse pra dormir no lago. Partimos tarde. Fomos em três, eu, Kalil e o Thiago. Sai do trabalho as 19hrs numa fissura do caralho! Já estava a semana toda na vibe, mas na sexta, foi exepcional! Cheguei em casa pra dar os ajustes finais na mochila (uma Acampar Itatiaia 75) e parti rumo a casa do Thiago!
       
      Esse ai foi meu checklist, na segunda foto é a mochila que emprestei pro Kalil, uma Hummer 45 (PÉSSIMA) mas era tudo o que tínhamos! (Foto celular = )

       
      Passei no Thiago e fomos pegar o Kalil na facul, isso já eram 9hrs. Era pra ele sair mais cedo mas deu que ficamos até umas 10 e pouco lá esperando, eu já tava pirado. Mas enfim estava todo mundo no carro rumo ao recanto, a chuva tinha acabado. Se não tivéssemos andado 40km na direção errada tudo teria sido mais simples, mas fazer o que. Era só 127 hours feelings naquele momento.
       
      Acabou que chegamos no recanto era 1h da manhã! Um puta brêu, não dava pra ver nada. Chegando lá já se da de cara com o bar/mercearia/aluguel de bóias que fica ali. Eles vendem algumas coisas com uma faquinha de brinde e alugam bóias, aquelas de pneu de caminhão, para os farofeiros tirarem uma pira no rio (cuidado com a corredeira 3, ela é mais do que parece!). Enfim, estava tudo fechado e com certeza o seu Russo e a Dna. Maria estavam no 10° sono. Ficamos lá na frente um pouco, fizemos um barulho e nada. O esquema é que ali tem um portão com um estacionamento, e é ali o caminho para onde iríamos. Eles cobram R$15,00 por carro, mas acho que não é por dia não.
       
      Não queríamos acordar os dois e acabamos indo procurar um lugar por ali mesmo, atravessamos a ponte e estacionamos o carro ali por perto. Achamos um lugar ótimo para ficar, umas árvores boas e do lado de uma nascente irada. Não podia ser melhor, tinha um latão para mandar ver em um fogueira e muita lenha pelo chão. A lanterninha de cabeça que adquiri no mesmo dia não podia ter servido de maneira melhor.
      Depois de não muito tempo fizemos um miojão para testar as espiriterias recém fabricadas e meu novo fogareiro (Guepardo alguma coisa), Depois do rango já fiquei meio podre e acabei indo dormir, o Kalil e o Thiago ficaram lá um bom tempo, tomando umas biritas e tocando viola.
       
      Da esquerda pra direita, Eu, Kalil e o Thiago.

       
      Acordei cedo, fui o primeiro é claro, eram umas 6:30h e tava friozinho. Nada de sol mas também nada de chuva, tempo nublado, ótimo para começar a nossa caminhada. Mandei ver em umas barrinhas de cereais e começamos a ajeitar as coisas para partir.
       
      Local onde passamos a noite.

       
      Chegando no bar/mercearia/etc a Dna. Maria já estava ali, mulher mais simpática tá pra nascer ainda, é incrível como essa galera mais distante da cidade é gente boa, não tem essa poluição urbana da maioria. Conversamos um pouco com ela, e depois já encontramos o seu Russo, (Ainda to em dúvida se é mesmo Russo pois é meio complicado de entender quando ele fala ). Tentamos arrancar o estacionamento mais barato, mas foi tudo em vão.
       
      Logo partimos explorar o lugar, já havíamos estado ali antes mas não fomos muito longe, dessa vez o objetivo era outro! Eu tava louco para testar a minha Nômade que havia comprado no dia anterior!
       
      Nota para o Thiago lá na frente com sua mochila escolar com os trecos tudo pendurado (o que importa é a vontade!!)

       
      A trilha é muito tranquila, o único problema é a lama, mas minha querida bota resistiu tranquilamente! É um caminho bonito, e passamos por vários locais interessantes.

       

       

       
      Por fim chegamos no final da trilha, depois de passar por uma parte pelo meio da mata, que não era nenhum pouco demarcada acabamos em uma pedra de cara para o rio.
       

       
      Como não sabíamos o quanto fundo era aquela parte decidi sair para dar uma olhada, tinha locais que deveria estar com 2,5 à 3m de profundidade, então não seria boa idéia passar com mochilas hehe.
       

       
      Acabamos deixando as mochilas na pedra e resolvemos ir nadando para ver o que tinha por ali.
       

       
      Ótima escolha! Dava para ouvir um barulho de água saindo no meio da mata, e queríamos saber o que era. Conseguimos subir pela lateral do rio e entramos na mata. Encontramos uma fonte (ou algo do tipo) irada!
      A parada saida de dentro de umas pedras, e havia uma certa luminozidade lá no fundo, mas ninguém teve a coragem de entrar lá para ver o que era.
      Para quem já assistiu LOST, nem preciso falar nada! hahaha.
       

       
      Obs: Como era um tanto perigoso subir por ali sem as botas, acabei entrando no rio com elas, visto que já havia molhado dentro um pouco antes atravessando uma porte. Escolha ERRADA! Minhas botas ficaram enxarcadas! Passei o resto da trip sem poder usar elas, e ainda demoraram uns 5 dias depois que voltei para secar (beleza de clima de Curitiba).
       
       
      Ficamos um pouco por ali, nos abastecemos de água e partimos para um lugar mais alto para tentar achar outros lugares.
      Foi meio complicado, mas subimos todo o morro que tinha ali, o mato tava bem alto e todo mundo de bermuda, subimos de mochila e correndo pra não ficar muito muito tempo no mesmo lugar naquela porra hahaha, resultado chegamos morrendo lá em cima, rendeu uma bela vista e um belo descanço. Na volta coloquei minha bela calça jeans já que era a única calça comprida que eu tinha em casa, desci bem mais tranquilo, enquanto meu dois queridos amigos estavam fodendo as pernas naquela coisa!
       

       

       
      Lá em cima achamos uma espécie de plantação, e algo parecido com ervilhas. Não conheço nada dessas coisas mas se não me engano eram feijões, ainda verdes. Mas fazer o que, colhemos a parada e tentamos cozinhar depois. Resultado = FAIL
      Não fui de cobaia, o Kalil que comeu o primeiro e falo que tava uma merda, jogamos tudo fora e partimos para o miojão!
      Pelo menos deu pra testar a espiriteira que fabricamos, funcionou muito bem! A água ferveu rapidão!

       
      Depois do rango a galera ficou bodiada, eu e o kalil fomos tirar um cochilo, o Thiago ficou perambulando pelo lugar dando uma se selvagem hahaha.
       
      Minha bela barraca MOR, realmente horrível, nem sobreteto tem nem nada, mas até que tinha espaço. Ainda bem que ela é apenas passado agora! (Viva Manaslu!)

       
      Depois de descançados fomos dar um mergulho que o calor tava massa, finalmente tinha acabado aquele tempo nublado e o sol tava rolando. O esquema do lugar que a gente estava era essa pedra, segundo o que nos falaram era a tal da "pedra cortada" pois parecia que havia um corte mesmo na horizontal do rio, no fim toda a água que vinha lá de cima passava somente por essa parte, pressão do caralho, fui inventar de descer ali pra curtir, o negócio é realmente muito forte! É até tranquilo se segurar, mas não tem como ficar parado sem estar agarrado nas pedras, mas é uma sensação muito legal. Só não tem como fazer sozinho, na hora de levantar não tem como, se você ficar de pé não tem onde se apoiar, precisei de uma mão pra sair, mas foi tranquilo! Valeo a pena a experiência!
       

       
      Logo ali na frente a "pedra cortada"

       
       
      Por fim começou a anoitecer, fizemos uma boa fogueira, e rolou um violão, a galera fico ali trocando uma idéia e logo foi todo mundo dormir

       
       
      Acordamos, arrumamos tudo, tiramos todos os lixos e partimos pra casa! Renovados!
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