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Marcela Guimaraes

**** EXPERIÊNCIA EM JERICOACOARA ****

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EXPERIÊNCIA EM JERICOACOARA
Vou fazer aqui um resumão da viagem😉. Começando pelo transfer. Existem duas formas de chegar até Jeri, uma é saindo de Fortaleza e a outra é saindo de Cruz, uma cidade que fica bem mais próxima de Jeri. Saindo de Fortaleza o translado dura em torno de 6 horas, são 5 horas de Fortaleza até Jijoca e mais uma hora de Jijoca até a Vila de Jeri. Saindo de Cruz o translado até a Vila de Jeri dura em torno de uma hora e meia. Só lembrando que Jericoacoara não tem aeroporto, é em Cruz o aeroporto mais próximo de Jeri.

Chegando em Jijoca é cobrada uma taxa de turismo, o valor é de 5 reais por cada dia que você vai ficar na cidade. Bom, tem 3 opções de Passeios em Jeri, são os seguintes: Passeio do Lado Leste, Passeio do Lado Oeste e o Passeio de Barrinha. Esses passeios são feitos de buggy ou de Jardineira(Hilux). O Passeio do Lado Oeste inclui: Mangue Seco, Cavalo Marinho, Tirolesa, Tobogã e Lagoa da Tatajuba. O passeio do Lado Leste inclui: Pedra Furada, Árvore da Preguiça, Praia do Preá, Lagoa Azul e Lagoa do Paraíso. Vou agora um falar um pouco de cada um dos passeio👇👇👇.

O Mangue Seco tem um cenário incrível, bem diferente, você não encontra um cenário como esse em nenhum outro lugar, dá pra colocar a criatividade pra funcionar e tirar várias fotos perfeitas📸. Pena que a parada é rápida de apenas 20 minutos, por isso tem que correr pra poder aproveitar bem. O passeio do cavalo marinho optamos por não fazer, pra fazer o passeio você tem que pagar R$ 15, além disso não é certeza encontrar os cavalos marinhos, tem a possibilidade de fazer o percurso sem encontrar nada.

Pra quem gosta de aventura tem a tirolesa e o tobogã, os dois fazem parte do passeio do Lado Oeste. Pra você participar dessa brincadeira tem que pagar R$ 15. Pagando esse valor você tem direito a descer duas vezes na tirolesa ou duas descidas no tobogã. A última parada do passeio do Lado Oeste é na Lagoa da Tatajuba, lá você pode tirar aquela tradicional foto na rede📸. Além disso, em Tatajuba também tem passeio de canoa e de standup, quem optar por fazer esses passeios tem que pagar R$ 30 por 30 minutos.

Na Tatajuba é o ponto de parada para o almoço. Sinceramente, não gostamos da comida, além de muito cara não tem qualidade nenhuma. O peixe mais barato lá é R$ 120, tem porções minúsculas de camarão ou de lagostas por R$ 100, tudo um absurdo. A dica é levar alguma coisa pra comer por lá e deixar pra almoçar quando voltar para Vila, é bem melhor.

A Pedra Furada é o cartão postal de Jeri, o passeio até a Pedra pode ser feito de duas formas, uma delas é caminhando da Vila até o local que fica a Pedra, normalmente essa caminhada está inclusa no transfer das agências de turismo. A outra forma de ir até a Pedra Furada é no passeio do Lado Leste, onde o bugueiro deixa você em um ponto mais próximo da Pedra, o restante do trajeto tem que fazer caminhando, são mais ou menos uns 20 minutos de caminhada pra ir e mais 20 pra voltar, todo esse trajeto é feito pela praia. No trajeto da Pedra Furada que sai caminhando da Vila, o percurso é bem mais longo, são mais ou menos uns 40 minutos pra ir e mais 40 pra voltar. A caminha até a Pedra Furada é bem longa e cansativa, por isso é bom ir preparado e bem hidratado. Lá na Pedra você vai poder usar a criatividade para tirar fotos nas mais diversas poses📸, dá pra fazer muitas fotos legais.

Na Árvore da Preguiça é feita uma paradinha rápida para poder tirar fotos. A árvore fica no meio do nada, é bem interessante. Dá pra tirar muitas fotos bacanas também📸. Outro ponto do passeio é a praia do Preá, nessa praia também a parada é rápida, apenas para algumas fotos📸. O Preá tem uma estrutura muito boa de restaurantes, por isso optamos por almoçar lá, pois os preços são bem mais em conta que na Lagoa do Paraíso.

No período que fomos (no final de maio agora), as lagoas estavam muito cheias, devido as fortes chuvas do primeiro semestre, por isso não deu pra aproveitar muito, principalmente a Lagoa Azul, pois a água estava muito turva, não estava legal nem pra tomar banho e nem pra tirar fotos. Na Lagoa do Paraíso fomos no Alchymist. O Alchymist é o local mais badalado e mais procurado de Jeri, as pessoas costumam ir lá pra tirar aquela foto que vai arrasar no insta📸. A barraca tem uma estrutura extraordinária, coisa de outro mundo, é tudo muito lindo lá, parece coisa de cinema. Pena que dessa vez a Lagoa estava muito cheia, por causa das fortes chuvas que aconteceram no primeiro semestre, isso acabou comprometendo um pouco a beleza do lugar. Mas a vibe da Alchymist é surreal, é um ambiente muito agradável, com um dj tocando músicas bem animadas. A barraca fica na Lagoa do Paraíso, além dessa barraca tem várias outras opções, por isso, se você não quiser ir na Alchymist, é só pedir ao bugueiro para lhe levar em outra barraca. Os preços da barraca são bem elevados, por isso vá com seu bolso preparado💸💸💸.

A Lagoa do Amâncio é um dos pontos em Jeri onde você pode encontrar água bemmmmm cristalina. Por incrível que pareça, essa Lagoa é formada por água das chuvas, e com o passar do tempo, conforme o período de chuvas vai passando a Lagoa vai sumindo. Atualmente a Lagoa do Amâncio é um dos poucos locais onde você pode encontrar água cristalina. Devido às chuvas intensas do primeiro semestre, as demais Lagoas estão muito cheias e com a água turva, por isso, na hora do passeio vale a pena priorizar e reservar mais tempo para Lagoa do Amâncio. Nós fomos na Lagoa do Amâncio quando fizemos o passeio do Lado Leste. Essa Lagoa não está inclusa no passeio do Lado Leste, mas pedimos o bugueiro para nos levar até lá, pois é caminho dos demais passeios. O guia gentilmente nos levou sem cobrar nenhum custo adicional. Tomem cuidado pois alguns bugueiros querem cobrar para fazer apenas o passeio da Lagoa do Amâncio.

Em Jeri também a duna do pôr do sol, que é onde as pessoas se reúnem no final da tarde para apreciar um belo pôr do sol. Como tudo que é bom dura pouco😁😁😁, é bom chegar cedo na duna, por volta das 17 horas, pois o sol se põe muito rápido. Você não vai querer perder uma belezura dessas né?! Apesar da duna ficar lotada, não se preocupe, tem espaço pra todo mundo tirar aquela fotinha especia 📸. Esse é um cenário que vale a pena apreciar todos os dias que você estiver por lá, cada dia é um espetáculo diferente da natureza😉

Um ponto de destaque de Jeri é a segurança, você pode andar a qualquer hora do dia ou da noite, é tudo muito seguro por lá. A Vila é bem pequena, os hotéis e pousadas que ficam dentro da Vila são todos bem localizados, não precisa se preocupar. A gastronomia de Jeri também é maravilhosa, tem opções para todos os gostos e bolsos, desde os tradicionais frutos do mar até massas, pizzas e tudo mais que você imaginar. Os restaurantes que mais gostamos foram o Na Casa Dela e o Dona Amélia,  nos dois a experiência foi incrível. Resumindo, Jeri é uma cidade incrível, tem uma energia muito boa, vale muita a pena conhecer😍😍😍. Quem tiver alguma dúvida é só deixar aqui nos comentários.😉

No meu instagram tem dicas, fotos, vídeos e os preços dos principais passeios e restaurantes de Jeri. Quem quiser pode conferir minha viagem completa lá: www.instagram.com/turistainiciante

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      Não tenho como fazer uma zerada no motor(sinceramente nao me aparenta precisar), mas deixarei o veiculo em dia com suspensão, freios, pneus e alinhamento. Farois em funcionamento tambem, e de que me faltaria além da coragem? Deixem, por favor, sua colaboração de experiencia!
      Meta: Campo Mourão -> Uruguai -> ? -> Campo Mourão
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    • Por CarolBO
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      divido meu tempo entre Int de São Paulo e Rio de Janeiro. Quem se interessar pode me chamar... gosto de aventurais e coisas ligadas à natureza. 
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/brela-e-baska-voda-paraisos-escondidos-na-croacia/
       
      Brela e Baska Voda, uma do lado da outra, são minúsculas cidadezinhas na Croácia que escondem praias verdadeiramente paradisíacas banhadas pela imensidão azul do mar adriático! Na verdade mesmo, não havia nada pra fazer lá, o único atrativo era uma ilhota de pedra com árvores no meio do mar que parecia incrível no Google Images (e que praticamente foi o motivo de escolhermos esse lugar tão fora do roteiro) e que ao vivo era bem menos pitoresca. Mas havia calmaria, simpatia sincera e cenários que fazem meu coração palpitar até hoje, e o melhor, tudo isso só pra nós dois, ou quase.
       
      Depois de passar pelas paisagens mais lindas das estradas croatas (fizemos praticamente a costa toda nessa viagem), chegamos em Baska Voda. Nosso “hotel” era na verdade era um flatzinho que os próprios moradores alugam (já falei um pouco sobre isso aqui no post de Split), o nome era Haus Bilic e reservamos pelo Booking.com. O lugar era grande e super aconchegante. Aliás, entrando na cidade já era possível sentir o clima de aconchego que pairava por lá. A mulher que veio nos receber era de uma simpatia extrema, deixou uma cestinha com bananas e ainda se ofereceu para lavar nossas roupas. Muito amor, muita simpatia!
       
      Como eu disse, não havia muito o que fazer, foi um dia totalmente relax (o único, em uma intensa programação de 30 dias e aproximadamente 10 cidades) e foi maravilhoso! As vezes, tão bom quanto um dia cheio de novidades e cultura é parar e simplesmente andar a toa, sentar nas pedras (lá não tem areia, são praias de pedras), ouvir o mar e se sentir totalmente realizada, naquele momento não queria estar em nenhum outro lugar além daquele!
       
      Passamos pelo modesto porto, algumas lojinhas e uma estátua virada para o mar que ainda estou tentando buscar o significado. Andando pelas poucas ruas da cidade vimos muitos carros modelo Renault 4, muito comuns na época comunista, antes da antiga Iugoslávia se desmembrar em países separados, sendo um deles a Croácia.
       
      Antes do pôr-do-sol pegamos o carro para ir até Brela e ver a tal pedra! Parece até mentira de tão poética a paisagem que íamos tendo no caminho, as casas em frente a gigantes montanhas com seus topos encobertos por nuvens. O visual do sol se pondo então, foi espetacular! Aliás, a Croácia está lá em cima na minha lista de pores-do-sol maravilhosos!
       
      Voltando para Baska Voda, já de noite, observamos um caixa eletrônico no meio do “calçadão”, é engraçado pra nós que estamos sempre preocupados com segurança a ideia de tirar dinheiro assim, tão “abertamente”… é outro modo de viver!
       
      Pra terminar nosso day-off da viagem do melhor jeito possível paramos num restaurantezinho pra tomar uma cerveja e comer os melhores cogumelos-recheadinhos-de-queijo-sobre-arroz do mundo! (não faço ideia do nome desse prato e também nunca mais achei igual em outro lugar, mas era divino). O Dan foi de carne de porco com fritas, bem tradicional por lá.
       
      E assim foi um dia pacato, numa cidade pequena e totalmente desconhecida do qual não vamos nos esquecer jamais.
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/as-incriveis-falesias-de-etretat/
      Tenho uma verdadeira atração por lugares paradisíacos (quem não, né?), assim que coloco o nome de um desses lugares no Google Images, já sei que não vou sossegar até conhecê-lo pessoalmente! É verdade que essa lista é muito maior na coluna de “quero ir” do que na de “já fui”, mas é meu objetivo mudar isso ao longo da vida.
      E foi assim que decidimos conhecer Étretat! A pequena cidade litorânea fica na região da Alta-Normandia, no norte da França. O mais comum para chegar à partir de Paris é pegar o trem (aproximadamente 2h30) até à cidade portuária de Le Havre e de lá um ônibus até Étretat.
      Ao chegar descobrimos que o ônibus demoraria quase 1h pra sair e não tínhamos tanto tempo assim, pois era só um bate-volta. Fomos então ver o valor da corrida de taxi. Não tínhamos muita noção da distância mas sabíamos que não era tão longe.
      Aqui começa um episódio cômico, se não tivesse sido tão deprimente e despendioso no dia! Não me lembro o motivo, mas negociamos o preço em inglês. Eu o ouvi dizendo sixteen, e achando um bom valor, entramos no carro. Quando o taxímetro passava dos 20€,  comecei a ficar brava, achando que o taxista tinha nos enganado, quando chegou a 30€ e ele nos mostrava feliz e tranquilo as vaquinhas na estrada, comecei a perceber que tinha algo errado… sempre tive problemas em diferenciar o som do sixteen e do sixty!
      Resumindo, gastamos 60€ em alguns minutos de carro! Ao chegar no tão sonhado destino, só conseguia chorar de desespero pela minha estupidez. Enfim, acontece!
      Passado o choque, olhei para a incrível paisagem à minha frente e vi que mesmo assim, o dia seria maravilhoso! A praia de Étretat é de pedras, como em grande parte da Europa, o mar em tons de azul e verde é cercado pelas enormes falésias brancas de calcário, que são as atrações principais do lugar.
      Com a maré baixa é possível entrar em uma de suas grutas e ter uma vista diferente, “de dentro” do mar, porém o responsável por este local é bem enfático ao pedir para as pessoas se retirarem quando chega o horário de a maré subir. Há inclusive uma placa dizendo que na parte superior da “caverna” é seguro, e que caso você esteja lá dentro é necessário esperar ali até a maré baixar para descer.
      Um calçadão (se é que se pode usar no superlativo) separa a praia da cidade, e liga as duas subidas para caminhar por cima das falésias. Começamos pela da esquerda, a falaise d’Amont. Certa vez o escritor francês Guy de Maupassant a comparou a um elefante molhando a tromba no mar, e depois de vê-lo, fica difícil enxergar outra coisa!
      A vista quase completa de todo aquele conjunto natural com a pequenina cidade de Étretat no meio é magnífica! A caminhada é longa, mas com tantas paradas para admirar o visual, não fica tão cansativo.
      De volta à base, passamos no mercado para fazer um lanchinho rápido e continuar. Se tiver com tempo (e gostar), a especialidade da região são as ostras. Para os mais básicos, a gallete (uma variação do crepe) também é muito tradicional.
      A falaise d’Aval, do lado direito da praia, é menos extensa. Depois de uma subida íngreme e cansativa, avista-se a charmosa capela de Notre-Dame de la Garde, toda de pedra! Ela foi destruída durante a 2ª Guerra mundial e reconstruída em 1950.
      Atrás dela um monumento homenageia os aviadores Nungesser e Coli, os primeiros a tentar cruzar o oceano atlântico norte.
      Étretat, que já foi uma vila de pescadores, é hoje destino comum dos parisienses nas férias de verão. Além da natureza exuberante, o conjunto de casinhas de madeira no centro da cidade parece ter saído de um cenário de filme.
      Tenho certeza que esse foi um dos melhores bate-volta que já fiz na vida! E garanto que Monet concordaria comigo, ele era um grande fã de Étretat e a retratou em diversos quadros, como esses das imagens abaixo.
      No site oficial há informações sobre as atrações, assim como hospedagem e alimentação: www.etretat.net
      Relato original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/as-incriveis-falesias-de-etretat/


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