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Olá viajante!

Bora viajar?

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Em breve iniciarei o relato da aventura que está acontecendo neste momento.

Estou hoje em Chile Chico, Chile. Seguindo para a Carretera Austral.

Muitos perrengues, problemas da viatura, mas lugares maravilhosos para compensar tudo isso.

Vou tentar fazer um relato com os custos de quase tudo que eu lembrar.

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  • @vitorv para evitar as estradas ruins aqui do BR sugiro sair do BR por Foz do Iguacu ou Dioniosio Cerqueira. Acabei de voltar da carretera austral e fui de VW up, da para fazer a viagem tranquilamente

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1° dia 25/12/19 - De Curitiba/Araucária a Ponta Grossa. - 120 km

Meu amigo Gerson veio de Curitiba a minha casa em Araucária para deixar o seu carro lá e seguirmos juntos a Ponta Grossa.

Lá chegando deixei ele na casa da nossa segunda integrante do grupo de viagem, a Rosângela e fui dormir na casa de minha namorada.

Custos: R$ 15,20 do pedágio

R$ 263,00 de diesel s500

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2° dia 26/12/19 - Ponta Grossa a Uruguaiana - 1080 km.

Dia 2 — A longa puxada até a Argentina

Para encarar essa longa puxada saímos bem cedo, às 5h15 da manhã, assim que chegou a quarta integrante da tripulação, a Jucélia. Com o grupo finalmente completo dentro do carro, colocamos o pé na estrada ainda com o dia nascendo.

Seguimos em direção a Irati e depois a Paulo Frontin. A manhã ainda estava tranquila quando paramos em um posto antes de União da Vitória, onde encontramos o segundo carro do comboio. Nele vinham Vera, Maria, Adrilely e Rogéria. Ali o grupo começou a ganhar forma de verdade.

Até aquele ponto as estradas estavam muito boas e o deslocamento fluía fácil. Porém, ao chegarmos a União da Vitória, a realidade mudou. A estrada passou a apresentar muitos buracos, espalhados por todos os lados, o que nos obrigou a reduzir bastante a velocidade e seguir com muito mais atenção.

Ao entrar em Santa Catarina a situação continuou parecida por muitos quilômetros. Logo depois já estávamos no Rio Grande do Sul, pois nesse trecho Santa Catarina é bem estreita.

A estrada seguiu razoável até passarmos por Passo Fundo, mas depois disso a situação piorou bastante. Os buracos se tornaram frequentes e profundos, e a viagem começou a render menos do que esperávamos. Já próximo de São Borja a estrada continuava castigada, obrigando o comboio a avançar devagar.

Quando a noite caiu a situação ficou ainda mais complicada. A visibilidade menor somada às más condições do asfalto reduziu ainda mais nossa velocidade. Com isso, a previsão inicial de chegar por volta das 20h foi por água abaixo.

Acabamos cruzando a fronteira apenas às 22h30 e, vinte minutos depois, às 22h50, finalmente chegamos ao hotel em Paso de Los Libres. Lá já nos esperava o terceiro carro do grupo, com André e Neusa, que vinham de Minas Gerais.

Depois de um dia longo de estrada, fomos comer algo em um barzinho ao lado do hotel. Entre conversas sobre a viagem e uma Quilmes bem gelada, encerramos o dia antes de ir dormir para recuperar as energias.

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Editado por Marcelo Manente

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Acompanhando, este ano está tudo pronto para seguir para o Peru em Outubro, e a Carretera está na agenda para o ano que vem. Boa viajem.

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@xexelo Putz cara, lendo seu relato até me desanimou em fazer uma viagem dessas com o meu Prisma. Não achei que as estradas seriam tão ruins. Claro que prefiro fazer uma rota dessas com um 4x4, mas poder utilizar meu veículo me pouparia muito os custos de uma locação de um veículo mais alto.

Acompanhando também. Manda mais ;)

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18 minutos atrás, vitorv disse:

@xexelo Putz cara, lendo seu relato até me desanimou em fazer uma viagem dessas com o meu Prisma. Não achei que as estradas seriam tão ruins. Claro que prefiro fazer uma rota dessas com um 4x4, mas poder utilizar meu veículo me pouparia muito os custos de uma locação de um veículo mais alto.

Acompanhando também. Manda mais ;)

@vitorv para evitar as estradas ruins aqui do BR sugiro sair do BR por Foz do Iguacu ou Dioniosio Cerqueira. Acabei de voltar da carretera austral e fui de VW up, da para fazer a viagem tranquilamente, apenas nos trechos de estrada de chao eh que tem que ir com mais calma. De estrada ruim so peguei a 290 no RS e um pouco da 280/373 no PR.

 

Boa viagem @xexelo

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Em 13/01/2020 em 15:13, vitorv disse:

@xexelo Putz cara, lendo seu relato até me desanimou em fazer uma viagem dessas com o meu Prisma. Não achei que as estradas seriam tão ruins. Claro que prefiro fazer uma rota dessas com um 4x4, mas poder utilizar meu veículo me pouparia muito os custos de uma locação de um veículo mais alto.

Acompanhando também. Manda mais ;)

Colega,

Essas estradas que eu citei são todas de asfalto, qualquer carro vai desde que com muito cuidado. Agora alguns lugares por onde eu passei eu não recomendo um carro baixo. Vai passar , mas vai sofrer bastante com as pedras e os buracos da estrada.

Está seguindo o meu comboio um hr-v que não é um carro muito mais alto.

Está sofrendo um pouco nas estradinhas de terra mas passa sem problemas, não tivemos nenhum atoleiro no caminho.

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Pessoal eu gostaria de fazer esse relato em tempo real mas a viagem está muito corrida vou passar a relatar apenas quando eu voltar.

Assim posso dar dicas de hotéis restaurantes pousadas com os preços.

Devo retornar lá pelo dia 23 ou 24.

  • 2 semanas depois...
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3º dia - 27/12/2019 - De Paso de Los Libres a Azul - 940 Km

Dia 3 — A temida Ruta 14

Esse era o dia de enfrentar a famosa — e temida — Ruta 14.

Temida não pela estrada em si, mas pelos policiais que costumam “morder” os brasileiros que passam por ali. Há muitos relatos de viajantes que foram extorquidos e também de outros que receberam multas corretas segundo a legislação argentina. De qualquer forma, era um trecho que exigia atenção.

Pela manhã acabamos saindo um pouco mais tarde do que planejado. Eu e o André, do outro carro, tentamos sacar dinheiro que havíamos enviado pelo aplicativo da Western Union. No dia da transferência a cotação estava excelente: 17,21 pesos por real. Porém, quando chegamos às lojas, elas tinham acabado de abrir e ainda não tinham em caixa o valor que enviamos.

Como dali para frente chegaríamos sempre tarde às cidades, acabamos deixando para retirar o dinheiro apenas no dia 30, em Comodoro Rivadavia.

Para nossa surpresa, logo na saída da cidade, perto da aduana, havia vários cambistas. O câmbio ali estava ainda melhor: 1 real por 18 pesos. Foi o melhor câmbio que encontramos em toda a viagem pela Argentina. Todos do grupo trocaram algum dinheiro ali, mas olhando depois, devíamos ter trocado muito mais.

Já um pouco atrasados, pegamos finalmente a estrada. Vieram então aqueles intermináveis retões das estradas argentinas, que parecem cortar o horizonte sem nunca terminar.

Na Ruta 14 também há muitos pedágios. Foram sete ao todo, de 80 pesos cada, até sairmos dela na cidade de Campana.

Mas não sem antes termos um encontro com a polícia da província de Entre Ríos.

Nossa colega Vera, que vinha no HR-V, esqueceu de acender os faróis e acabou levando uma multa justa. Já comigo, que estava de caminhonete, tentaram implicar dizendo que eu deveria ter o adesivo de 110 km/h e faixas refletivas. Expliquei que isso vale apenas para veículos comerciais e que não consta nas leis de trânsito para pickups particulares. Disse que não pagaria nenhuma multa, pois conhecia a legislação deles. Acabaram me liberando, mas ainda soltaram aquela frase clássica: disseram que poderia haver outra blitz mais à frente e que poderia ser pior.

Por via das dúvidas, quando soube de outra barreira policial adiante, tratei de desviar do caminho. Melhor prevenir… kkkkk.

Com meu colega que vinha na Renegade a situação foi diferente. Os policiais implicaram com o extintor vencido — falha dele mesmo. A multa seria justa. Mas por sorte eu tinha levado dois extintores. Um deles estava com o selo meio rasgado e achei que poderiam implicar, então comprei um novo antes da viagem e levei os dois. Emprestei o reserva para ele mostrar na fiscalização e assim seguimos todos liberados.

Entre paradas mais demoradas para comprar alguns recuerdos e também para almoçar, acabamos chegando relativamente tarde à cidade de Azul. Felizmente encontramos com facilidade um hotel simples de beira de estrada, bem razoável para passar a noite. Ali encerramos mais um longo dia de estrada.

Hotel Los Álamos — Hotel simples de beira de estrada, aceitável para apenas uma noite.

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Editado por Marcelo Manente

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4º dia - 28/12/19 - Azul a Puerto Piramides - 1080 Km

4 Dia — Ventos da Patagônia e um susto no caminho

Saímos de Azul às sete da manhã. Durante a noite, o vento havia soprado com força, desses que fazem portas baterem e lembram que a Patagônia nunca dorme em silêncio. Pela manhã, porém, restava apenas um céu nublado e um ar fresco que convidava a seguir viagem.

Logo voltamos às estradas intermináveis da Argentina, aquelas retas que parecem desenhadas com régua sobre o mapa. Aos poucos, a paisagem começou a mudar. A vegetação foi ficando cada vez mais baixa, quase rente ao chão, como se também tentasse se proteger dos ventos constantes. E o horizonte… o horizonte parecia se afastar cada vez mais, abrindo uma sensação de imensidão difícil de explicar.

Em certos trechos da estrada surgiam pontos de wi-fi livre, espaçados um do outro. Não estavam ali por conforto, mas por necessidade. Naqueles confins secos e quase desabitados da Patagônia, serviam para que algum viajante pudesse pedir socorro caso algo desse errado. Um pequeno sinal de civilização no meio do nada.

Foi então que algo chamou a atenção no painel. Uma luz se acendeu: check gauge. Apagou quase imediatamente. Segundos depois, acendeu de novo. Instintivamente olhei para o marcador de temperatura — e o ponteiro estava no vermelho.

Encostei a viatura no acostamento na mesma hora.

Abri o capô e a primeira coisa que fiz foi olhar o reservatório de expansão. Estava cheio. Aquilo me trouxe uma lembrança imediata de outra viagem, anos antes, na Carretera Austral. Naquela ocasião acontecia exatamente isso: o reservatório permanecia cheio, mas o radiador ficava vazio.

Esperei o motor esfriar e então abri um pequeno caninho que fica sobre o radiador. Não saiu absolutamente nada de água. Mas no instante em que fiz isso, a água do reservatório desceu toda para dentro do motor.

Não conseguimos localizar de onde vinha o vazamento. Para garantir, completei o sistema usando a garrafa térmica de cinco litros que sempre levo comigo. Um daqueles hábitos de estrada que às vezes parecem exagero… até o dia em que deixam de ser.

Depois de tudo resolvido, o motor voltou a trabalhar normalmente. Não percebi perda de potência, nem novo aumento de temperatura. Mesmo assim, o episódio deixou todos mais atentos pelo resto do dia.

Entre paradas para lanche, almoço e a longa pausa causada pelo problema da Ranger, o cronograma voltou a escorregar para mais tarde. Quando finalmente chegamos a Puerto Pirámides, já eram 23h30.

Nosso destino era a hospedagem da ACA — Automóvil Club Argentino. A estrutura era ótima, mas ainda nos aguardava uma pequena confusão.

Quando fizemos as reservas, havíamos combinado que todos ficaríamos no mesmo hotel. Porém, em algum momento devo ter passado a data errada para a Vera, do outro carro. Elas haviam reservado para o dia seguinte, não para aquele.

Como os quartos disponíveis eram apenas dois duplos e não havia mais vagas no hotel, improvisamos. Espalhamos colchões pelo chão e os oito acabaram dividindo aqueles dois quartos.

Assim terminou mais um dia de estrada: tarde, cansados, sem jantar — mas ainda com o bom humor que só as viagens em grupo conseguem preservar.

Dormimos ao som do vento patagônico, com o mar ali por perto e a sensação de que, no dia seguinte, a jornada continuaria.

Hotel
Hospedagem ACA – Estrutura muito boa, quartos grandes e limpos, vista para o mar e bom atendimento.

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Editado por Marcelo Manente

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