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Olá viajante!

Bora viajar?

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Em breve iniciarei o relato da aventura que está acontecendo neste momento.

Estou hoje em Chile Chico, Chile. Seguindo para a Carretera Austral.

Muitos perrengues, problemas da viatura, mas lugares maravilhosos para compensar tudo isso.

Vou tentar fazer um relato com os custos de quase tudo que eu lembrar.

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  • @vitorv para evitar as estradas ruins aqui do BR sugiro sair do BR por Foz do Iguacu ou Dioniosio Cerqueira. Acabei de voltar da carretera austral e fui de VW up, da para fazer a viagem tranquilamente

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Em 29/02/2020 em 13:51, xexelo disse:

Não abasteci no Chile pois enchi o tanque na Argentina onde era mais em conta e tbm enchi o galão. Minha ideia era não abastecer no Chile por causa do preço mais alto e porque só tem diesel S10 e minha Ranger usa s500. No fim acabei tendo que colocar uns 5 litros em Futaleufu para chegar até Trevelin na Argentina.

Você cruzou a fronteira com galão cheio? Sabia que era proibido cruzar fronteiras com galão cheio

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Em 28/02/2020 em 14:24, digo23 disse:

Ele continua , me parou agora no feriado de carnaval voltando de Posadas , dei 20 pesos pra não me encomodar.

Putz :( Naquela barreira foi a primeira vez que um policial na Argentina pediu dinheiro para mim, mas ele aceitou o não de boa hehe.

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@xexelo Esse trecho de Chile Chico até Puerto Rio Tranquilo é realmente espetacular, dei um pouco de azar nesse trajeto. Desde a saída do litoral argentino em Caleta Olivia até pouco depois de Chile Chico tinha sol, mas depois o tempo ficou nublado :( . Por sorte no dia seguinte de manhã tinha sol até Puerto Rio Tranquilo e deu para aproveitar bem as paisagens e o passeio as catedrais de mármore.

Acompanhando o relato. abraço

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Agora, geovanih disse:

Você cruzou a fronteira com galão cheio? Sabia que era proibido cruzar fronteiras com galão cheio

Geovani,

 

Tivemos uma revista rigorosa em Chile Chico, tivemos que baixar todas as bolsas para passar por raio x. Eles viram o galão cheio e não falaram nada.

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20º dia – 13/01/2020 – De Puerto Río Tranquilo a Coyhaique – 215 km

Acordamos sem pressa em Puerto Río Tranquilo. Tomamos café na cabaña onde estavam hospedadas as meninas e, por volta das dez da manhã, finalmente pegamos a estrada. Seguimos pela Carretera Austral, que nesse trecho ainda é quase toda de terra.

Avançávamos devagar, como quem não tem motivo para correr. Parávamos com frequência para tirar fotos, admirar o lago e as montanhas, absorvendo aquela paisagem patagônica que parece ter sido desenhada com calma pela natureza.

Já havíamos passado pelo chamado “bosque morto”, um trecho curioso onde troncos secos e esbranquiçados ficam espalhados pela paisagem, quando comecei a sentir um cheiro estranho de borracha queimada. Ao mesmo tempo ouvi um ruído incomum vindo do motor.

Parei imediatamente — justamente em um ponto meio ingrato da estrada: uma subida e com pouco espaço lateral.

Abri o capô e o problema apareceu rápido. A polia da bomba da direção hidráulica estava torta e encostando na ventoinha da Ranger. Para piorar, a correia estava sendo raspada por causa disso e já havia perdido uns dois milímetros de material.

Os outros carros também pararam. Fui conversar com o André e voltamos juntos para examinar melhor a situação. Foi quando descobrimos algo ainda mais preocupante: dos três parafusos que prendiam a bomba, apenas um ainda estava no lugar — e mesmo assim já quase espanado.

O acesso aos parafusos era extremamente apertado. Depois de procurar nas ferramentas e peças soltas da caminhonete consegui encontrar dois parafusos que poderiam substituir os que faltavam. O problema era chegar até o local para colocá-los.

A única solução seria remover o radiador.

Eu e o André tínhamos as ferramentas necessárias, então arregaçamos as mangas. Primeiro esgotamos a água do radiador e começamos a desmontagem. Mexe daqui, solta dali, tira mangueira, afrouxa suporte… até que finalmente conseguimos retirar o radiador e ter acesso ao maldito suporte da bomba.

Instalamos os dois parafusos que eu havia encontrado na capota de fibra da Ranger e, para garantir que não se soltariam novamente, passamos um pouco de Loctite nas roscas. Depois veio todo o trabalho de remontar o sistema.

No total, duas horas de mecânica improvisada à beira da estrada.

Eu já estava preocupado com o horário de fechamento da estrada, que acontecia às 13h por causa de obras. Completamos o radiador com água e seguimos viagem o mais rápido possível.

Como eu temia, chegamos 30 minutos atrasados à barreira.

O André ficou indignado e queria tentar passar de qualquer jeito, mas não teve negociação. Teríamos que esperar a reabertura.

Em vez de ficar ali parados na “porteira”, voltamos alguns quilômetros até a beira de um rio, onde havia uma pequena chácara. Decidimos aproveitar o tempo para improvisar algo para comer.

Cada um começou a vasculhar o que tinha no carro. Entre salgadinhos e mantimentos esquecidos, descobrimos que só havia arroz.

As meninas foram conversar com os donos da chácara — gente muito simples e hospitaleira — para ver se tinham algo que pudessem nos vender. Eles tinham apenas ovos.

Pronto.

Compramos uma dúzia e o cardápio virou o famoso “Rozcovo” — arroz com ovo.

Montamos as cadeiras de camping, acendemos os fogareiros e ali mesmo, à beira do rio, começamos a cozinhar. Entre panelas improvisadas, conversa solta e algumas taças de vinho, o tempo foi passando sem pressa.

Quando percebemos já eram quinze para as cinco da tarde.

Recolhemos tudo e voltamos para a barreira. Assim que chegamos os funcionários já estavam liberando o tráfego, e seguimos em frente justamente pelo pior trecho da Carretera Austral. O segundo pior ainda viria no dia seguinte.

A estrada exigia calma: muita pedra, poeira e buracos. Seguimos devagar até que, já perto de Villa Cerro Castillo, a terra finalmente terminou e surgiu o asfalto.

Mas a paz durou pouco.

Apenas dois quilômetros antes da vila, o pneu traseiro da Ranger estourou.

Lá vamos nós de novo: parar o carro, pegar ferramentas, baixar o estepe, levantar a caminhonete no macaco, retirar o pneu destruído e montar o reserva.

Depois da troca entramos na vila e paramos para consertar o pneu furado e recolocá-lo como estepe.

Com tudo resolvido seguimos finalmente rumo a Coyhaique. No caminho tivemos ainda um pequeno presente da natureza: avistamos da estrada um casal de huemuls, os raros cervos andinos que são símbolo do Chile.

Já em Coyhaique encontramos hospedagem na casa de uma senhora que alugava quartos. Havia espaço para oito pessoas, o que resolveu a situação da maior parte do grupo. Apenas o André e a esposa preferiram ficar em outra hospedagem.

À noite fomos jantar no centro da cidade, em um restaurante chamado Mama Gaucha. Pedi um prato de bife com batatas fritas que parecia não ter fim de tão grande.

Depois de um dia que teve de tudo — mecânica, estrada fechada, almoço improvisado, pneu estourado e até encontro com animais selvagens — aquela refeição farta parecia a melhor recompensa possível.

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21º dia – 14/01/2020 – De Coyhaique a Puerto Puyuhuapi – 233 km

Acordei mais cedo naquele dia. Depois dos episódios mecânicos recentes, resolvi não dar mais sorte ao azar. Minha missão da manhã era simples: ir até o centro de Coyhaique comprar uma correia nova para a Ranger, caso a que estava no carro resolvesse arrebentar no meio da estrada.

Tomei café rapidamente e, assim que as lojas abriram, às nove da manhã, fui até uma autopeças. Comprei a correia e voltei ao hostal. Pouco depois já estávamos todos prontos para seguir viagem rumo a Puerto Puyuhuapi.

Diferente dos dias anteriores, o tempo havia mudado completamente. O céu estava fechado e uma chuva persistente caía sobre a região, dando à paisagem um ar mais dramático — quase melancólico.

Seguimos pela estrada acompanhando o GPS. Mas, em algum momento, algo estranho aconteceu. O aparelho começou a nos direcionar para Puerto Cisnes, o que não fazia muito sentido para o nosso trajeto. Quem percebeu o erro foi o André, que vinha no final da fila. Ele acelerou até nos alcançar e avisou que deveríamos ter feito uma curva cerca de 10 quilômetros atrás.

Que bobeira minha…

Demos meia-volta e retomamos o caminho correto.

Mais adiante, já no início do Parque Nacional Queulat, o asfalto terminou novamente. Começava ali o segundo pior trecho de terra de toda a Carretera Austral.

A estrada subia pela serra em meio à chuva que ficava cada vez mais intensa e ao frio que começava a apertar. O piso estava em péssimo estado: buracos grandes, trechos escavados e intermináveis costelas de vaca, que faziam o carro vibrar sem parar.

Conforme ganhávamos altitude — algo entre 1000 e 1300 metros — a chuva começou a vir acompanhada de pequenos pedaços de gelo. Aquilo já era quase neve.

Perguntei para a Vera, que vinha no HR-V, e ela confirmou pelo marcador do carro: 3 graus.

Por muito pouco não pegamos neve naquela subida. Confesso que fiquei até um pouco decepcionado — teria sido a cereja do bolo da viagem.

Depois de atingir o ponto mais alto da serra começamos a descida, que não era menos desafiadora. Um zigue-zague apertado, com a estrada em condições ainda piores, exigindo muita atenção. Para complicar, havia também vários caminhões subindo e descendo a serra, o que obrigava a redobrar o cuidado nas curvas estreitas.

Quando finalmente chegamos ao final da descida, a estrada melhorou bastante. A partir dali até Puerto Puyuhuapi já havia vários trechos asfaltados, o que tornava a condução bem mais tranquila.

Chegamos à pequena cidade no meio da chuva. Saímos do carro e começamos a procurar hospedagem a pé, andando de um lugar para outro com os casacos encharcados.

Batemos em várias portas, mas não conseguimos encontrar um único lugar com vagas suficientes para todo o grupo. No fim tivemos que nos separar: cada carro ficou em uma hospedagem diferente.

Nós conseguimos uma cabaña pequena para quatro pessoas, simples, mas aconchegante. O melhor de tudo era o forninho a lenha, que logo tratamos de acender para espantar o frio da noite patagônica.

Depois de nos instalarmos fomos jantar na cidade e, em seguida, voltamos para a cabaña.

Do lado de fora a chuva continuava caindo.

Dentro, o calor do fogão a lenha e o cansaço da estrada faziam o resto do trabalho: era hora de dormir.

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Editado por Marcelo Manente

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22º dia – 15/01/2020 – Puerto Puyuhuapi – 50 km

Choveu quase a noite inteira em Puerto Puyuhuapi. O som constante da chuva no telhado da cabaña acabou virando uma espécie de trilha sonora da madrugada.

Pela manhã, o plano inicial era voltar ao Parque Nacional Queulat para conhecer o famoso Venti­squero Colgante, uma geleira suspensa que despenca das montanhas formando uma cachoeira impressionante. Mas quando acordamos ainda chovia, e o tempo fechado não parecia prometer muita melhora.

Diante disso tomamos a decisão mais sábia possível em um dia chuvoso de viagem: ficar mais um pouco na cama.

Cochilamos, descansamos e deixamos a manhã passar sem pressa. Quando finalmente levantamos e tomamos café, por volta das 10h30, a chuva já havia parado. Mesmo assim resolvemos mudar os planos e fazer algo mais relaxante naquele dia.

O destino seria as Termas del Ventisquero.

Pegamos o carro e seguimos pela estrada no sentido sul. Pouco mais de 10 quilômetros depois de Puyuhuapi já estávamos chegando ao complexo. As termas ficam praticamente à beira de um braço do Oceano Pacífico, em um cenário que mistura montanhas, floresta e mar.

O ingresso custava 20.000 pesos chilenos, um valor um pouco salgado. Mas bastou entrar nas piscinas para perceber que valia cada peso.

O lugar tem quatro piscinas de água termal, todas voltadas para o mar. Enquanto a água quente relaxa o corpo, os olhos ficam presos na paisagem do fiorde, onde rios de degelo descem das montanhas e se misturam com as águas geladas do Pacífico.

Para os mais corajosos — ou mais inconsequentes — há ainda uma escada que desce direto para o mar.

Claro que eu não resisti.

Entrei duas vezes naquele oceano gelado. A sensação é quase um choque térmico: primeiro o frio brutal da água, depois o alívio delicioso de voltar para a piscina quente.

Ficamos ali simplesmente aproveitando o momento, lagarteando nas piscinas, conversando e olhando a paisagem. O tempo foi passando sem que ninguém percebesse.

Chegamos por volta das 15 horas e acabamos ficando até as 20 horas, quando já estavam praticamente fechando o complexo.

Nós quatro — eu, Gerson, Jucélia e Rosângela — fomos os últimos a sair da água.

Voltamos então para a cabaña, já com aquela sensação boa de cansaço relaxado que só água termal consegue dar. Mais tarde saímos para comer algo na cidade.

No dia seguinte a estrada nos chamaria novamente.

E, pelo que sabíamos, ainda havia alguns bons trechos de terra pela frente.

Custos: 

Termas: R$ 108,00

Alimentação: R$ 50,00 de almoço e mais R$ 50,00 de janta.

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23º dia – 16/01/2020 – De Puerto Puyuhuapi a San Carlos de Bariloche – 547 km

Acordamos cedo em Puerto Puyuhuapi e combinamos de nos encontrar todos na frente da pequena praça dos bombeiros da cidade. Antes de sair ainda fiz uma pequena economia estratégica: peguei o galão de combustível que havia abastecido na Argentina alguns dias antes e coloquei cerca de 15 litros no tanque da Ranger. Não queria abastecer no Chile, onde o combustível era bem mais caro.

Com tudo pronto, pegamos novamente a Carretera Austral rumo ao norte.

Logo depois de sair de Puyuhuapi há um trecho de 10 a 15 quilômetros de terra, mas em seguida o asfalto retorna e acompanha a estrada até a Villa Santa Lucía. A paisagem nesse trecho é simplesmente impressionante: montanhas nevadas surgindo no horizonte, lagos imensos de água azul profunda e visuais que obrigavam a diminuir a velocidade só para absorver tudo com calma.

Depois da vila o asfalto termina novamente e voltamos para a estrada de terra que segue até os arredores de Futaleufú. E mesmo sendo rípio, o caminho continua oferecendo algumas das paisagens mais bonitas de toda a viagem.

Perto da cidade o asfalto aparece outra vez. Foi também nesse momento que comecei a ficar preocupado com o combustível. A Ranger estava consumindo muito naquele trecho — provavelmente por causa das subidas, das curvas intermináveis e do piso irregular da estrada. Calculando por alto, aquele deve ter sido o maior consumo de toda a viagem, algo em torno de 7,8 a 8,5 km por litro.

Não teve jeito: precisei abastecer. Ainda assim coloquei apenas 10 litros, só o suficiente para chegar novamente à Argentina.

A travessia da fronteira foi tranquila como quase sempre acontece naquele lado da Patagônia. Em cerca de 20 minutos já estávamos liberados para seguir viagem.

Rodamos mais uns 40 quilômetros até chegar a Trevelin, onde decidimos parar para almoçar. Escolhemos um restaurante chamado Oregon, e ali tive uma das maiores surpresas gastronômicas da viagem.

Me serviram a maior milanesa com batatas fritas que já vi na vida.

Era um prato praticamente impossível de terminar. Acabei guardando metade para levar comigo — ela ainda serviria de jantar mais tarde.

Pelo planejamento inicial, nossa parada da noite deveria ser em El Bolsón, o que deixaria o dia seguinte mais tranquilo. Mas dessa vez fui voto vencido. O pessoal que estava no meu carro preferiu seguir direto até Bariloche, mesmo sabendo que isso poderia significar dificuldade para encontrar hospedagem.

Seguimos então serpenteando pelas estradas que atravessam as montanhas da região andina, sempre com lagos e bosques aparecendo entre uma curva e outra.

Depois de muitas horas de estrada finalmente chegamos a San Carlos de Bariloche.

Como já era esperado, encontrar hospedagem não foi tão simples. Rodamos um pouco pela cidade até conseguir resolver a situação: dois carros ficaram em um hotel, enquanto o André e a esposa acabaram indo para outro.

Nesse momento surgiu também um pequeno estresse envolvendo a divisão de custos de hospedagem, algo que sempre pode acontecer em viagens em grupo. Nada grave, mas o suficiente para me deixar um pouco irritado naquele momento.

No fim das contas, respirei fundo e segui a filosofia básica de qualquer viagem longa: bola pra frente.

À noite não fizemos nada muito elaborado. Eu mesmo resolvi uma parte da janta com a metade da milanesa gigante que havia guardado do almoço.

Antes de dormir combinamos o plano para o dia seguinte: bater perna por Bariloche com calma, sem estrada, sem poeira e sem mecânica improvisada.

 

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