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Olá viajante!

Bora viajar?

A INCRÍVEL PATAGÔNIA! Duas semanas sozinho entre Ushuaia, El Calafate e El Chaltén (Janeiro/2025)

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Olá pessoal!

Acabo de retornar de uma viagem incrível à Patagônia Argentina, em que visitei Ushuaia, El Calafate e El Chaltén. Foram 14 dias intensos de viagem, entre 06/01 e 19/01, em que aproveitei ao máximo cada momento vivido nestes lugares maravilhosos. Voltei ao Brasil ontem (19/01) e já vou começar a escrever o relato para aproveitar que todas as informações ainda estão frescas na mente hehe mas tudo que vivi na Patagônia foi inesquecível e especial, então, dificilmente vou esquecer tão cedo essas duas semanas incríveis que pude experienciar.

Só posso dizer uma coisa sobre essa viagem: SÓ VÁ! Sozinho ou acompanhado, a experiência será igualmente extraordinária. Voltei desta viagem renovado e transformado, tendo superado limites físicos e psicólogicos que nem eu mesmo achava que conseguiria.

CONTEXTO 

Visitar a Patagônia já estava na minha mente há muitos anos, e eu já tinha o roteiro para esta viagem pronto há muito tempo. Porém, faltaram oportunidades para que eu pudesse ir, até que consegui em janeiro de 2025. No final de 2019, eu cheguei a comprar passagens para visitar a Patagônia em abril de 2020. Mas, como todos sabemos, no ano em questão tivemos a fatídica pandemia de COVID-19 que praticamente paralisou todos os serviços de turismo. Na época, a Aerolineas me deu a opção de remarcar a viagem ou reembolso. Tendo em vista a falta de perspectiva quanto à pandemia, decidi pedir o reembolso e, desta forma, a viagem a Patagônia ficou de escanteio.

Anos depois, a ideia de visitar a Patagônia me voltou à cabeça e em setembro/24, após uma aula apocalíptica no 6º ano (professores entenderão), resolvi comprar as passagens praticamente de maneira impulsiva e sem pensar muito kkkkk mas já estava feito! Finalmente viajaria para aquele lugar que seria a viagem mais especial da minha vida.

Além do roteiro pronto que eu já tinha, comecei a ler e reler os relatos aqui do Mochileiros. Gostaria de agradecer, em especial, a @JanaCometti e o @Alan Rafael Kinder que foram muito prestativos e solicitos ao me ajudarem com dúvidas e questões.

ROTEIRO

O roteiro que montei seguiu certinho até chegar em El Chaltén, quando tive que fazer algumas alterações depois da árdua trilha da Laguna de Los 3. Mas, no geral, consegui visitar todos os pontos planejados e não tive grandes perrengues. Segue o roteiro:

06/01/2025 - SP x USHUAIA (conhecer a Ushuaia, placas, espaço Pensar Malvinas)

07/01/2025 - USHUAIA (Glaciar Martial e Pinguinera)

08/01/2025 - USHUAIA (Laguna Esmeralda e Museo Del Fin del Mundo)

09/01/2025 - USHUAIA (Parque Nacional da Terra do Fogo)

10/01/2025 - USHUAIA X EL CALAFATE (conhecer El Calafate, placas)

11/01/2025 - EL CALAFATE (Navegação Todo Glaciares)

12/01/2025 - EL CALAFATE (Minitrekking e passarelas do Perito Moreno)

13/01/2025 - EL CALAFATE X EL CHALTÉN (conhecer El Chaltén e Mirador de los Condores/las Aguilas)

14/01/2025 - EL CHALTÉN (Laguna de Los 3 - Fitz Roy)

15/01/2025 - EL CHALTÉN (Chorrillo del Salto)

16/01/2025 - EL CHALTÉN (Lago del Desierto e Glaciar Huemul)

17/01/2025 - EL CHALTÉN (Mirador Cerro Torre e Mirador El Chaltén)

18/01/2025 - EL CHALTÉN X EL CALAFATE (visita a Glaciarium)

19/01/2025 - EL CALAFATE X SP (RETORNO)

CÂMBIO E VALORES

Que a Argentina está cara, todo mundo já sabe. Mas eu não imaginaria que estaria tãaaaaaaaaao cara! Chega a ser surreal os preços praticados na Patagônia. Para ter uma noção, um mísero chaveiro custa 7.000 pesos, que na cotação de hoje, é R$ 40,00!!!! Soa absurdo para nós, mas é a realidade argentina de hoje. Então, se pretende visitar a Patagônia, vá bem preparado financeiramente falando.

Levei R$ 4.100,00 no cartão Wise e R$ 500,00 em espécie, e gastei tudo. A comida, principalmente, é muito cara.

Para os valores em pesos que eu falar ao longo do relato, considerem a conversão de 1 real = 170 pesos argentinos.

O cartão Wise teve aceitação de praticamente 100% em toda a Patagônia, até mesmo em El Chaltén. Usei o dinheiro em espécie para pagar propina ou comprar coisas de baixo valor, como empanadas e lanches. 

Para usar o Wise na Argentina, deve-se manter o dinheiro na carteira de dólares, pois a maquininha automaticamente converterá os pesos argentinos. Achei mais vantajoso do que carregar bolos e bolos de notas, o câmbio estava ruim de qualquer forma, não tinha muito o que fazer. Mas é a velha história: quem converte não se diverte. Bora aproveitar a Patagônia como dá kkkkkk

Ordenando, da cidade menos cara para a mais cara, fica:

Ushuaia - El Calafate - El Chaltén

SEGURO VIAGEM

Fiz o seguro viagem com a Allianz Travel, por R$ 170,00, mas felizmente não precisei usar.

HOSPEDAGENS

Nesta viagem, fiquei apenas em hostels e todos foram ótimos. Não tive nenhuma experiência desagradável e a troca cultural foi enorme, pois havia gente de todo mundo. Fiquei em quartos com gregos, alemães, franceses, australianos, estadunidenses e até mesmo brasileiros. Sempre fui muito bem tratado e tentava me comunicar com meu inglês da fisk kkkkkkk. Segue o feedback das hospedagens

USHUAIA - ANUM HOSTEL: Foi o hostel que mais gostei da viagem. É um hostel novo, que tem apenas dois anos, mas fica muito bem localizado na esquina com a avenida San Martin, que é a principal de Ushuaia. Os quartos coletivos possuem camas com cortinas, o que lhes dá uma aparência de cápsula, o que achei bem legal e não atrapalha o próximo quando estamos com a luz acesa. Também tem armários espaçosos. O café da manhã também é bom, com pães, frios, medialunas, sucos, café, sucrilhos, leite, etc. Staff bem atencioso e espaço comum suficiente. Nota 10!

EL CALAFATE - FOLK HOSTEL: Outro excelente hostel. O Folk foi indicação do Alan aqui do fórum e o hostel possui um excelente custo benefício. Os quartos possuem armários espaçosos para cada cama, e os banheiros são enormes com bons chuveiros. O espaço comum é bem grande e o café da manhã é honesto, com pães, doce de leite, geleia, suco, frutas, café e leite. A localização é fora do eixo do centro (fica a 10 minutos da caminhada), mas bem próximo do terminal de ônibus. Nota 10!

EL CHALTÉN - CONDOR DE LOS ANDES: Um bom hostel. Fica localizado próximo da entrada da cidade, perto do terminal de ônibus, o que não foi um problema, já que El Chaltén é um ovo e se faz tudo a pé. Staff extremamente prestativo e atencioso, camas confortáveis e armários espaçosos. Os quartos possuem banheiro privativo e aqui tem algo que me incomodou. O espaço para o banho é bem pequeno e, a cada tomada de banho, o banheiro inteiro ficava uma molhadeira enorme! A moça da recepção já até sabia que eu queria um pano toda vez que descia kkkk O box do chuveiro era de cortina, então a água inevitalmente passava para fora. Enfim, apenas um detalhe. Café da manhã honesto também, com pães, manteiga, geleia, doce de leite, frutas, café e suco. Nota 9!

PASSAGENS

Paguei R$ 3.600,00 pela Aerolineas Argentinas. Sendo professor, não tem como fugir da alta temporada, então eu já sabia que seria um valor salgado. Fora da alta temporada, o valor média das passagens está em R$ 2.700,00. 

A Aerolineas Argentinas me surpreendeu positivamente. Vi várias reclamações e estava bem receoso quanto aos voos, mas foram pontuais em todos e não tive qualquer problema. Ao longo do relato falarei mais sobre isso.

DOCUMENTOS

Fui com passaporte, mas também poderia ter entrado apenas com RG. A imigração na Argentina é bem tranquila, conforme falarei logo mais.

O QUE LEVEI?

Viajei somente com a bagagem de mão + 1 mochila comum. Minha mala ficou em torno de 8 kg, então não tive qualquer problema, mas ela foi pesada em todos os voos pela Aerolineas. Eles são bem chatos quanto a isso, então, se for somente com a bagagem de mão, tente não passar dos 8 - 10 kg.

Para uma viagem à Patagônia, as roupas de frio devem ser prioridade. Usei praticamente tudo que levei, e não levei nenhum short/bermuda pois sabia que seria ocupar espaço na mala porque não usaria (sou friorento). Aquilo que dizem que a Patagônia pode ter "as quatro estações do ano em um dia" é pura verdade, o tempo muda demaaaaaaais e o clima é bem hostil.

Levei roupas para 7 dias, e quando cheguei em Calafate, pedi para a lavanderia do hostel lavar as roupas que eu tinha usado até então. Dessa forma, tinha roupas limpas para os 7 dias seguintes. Na minha mala teve:

  • 7 cuecas
  • 2 pares de meias para trekking (selene) - foram bem úteis no dias do minitrekking em diante. Seguraram o tranco e protegeu meus pés contra bolhas maiores (mas mesmo assim, teve).
  • 4 pares de meias comuns
  • 1 fleece (não usei, só ocupou espaço)
  • Conjunto segunda pele (usei todos os dias, extremamente útil. Confortável, comprei na Amazon e é unissex: https://www.amazon.com.br/dp/B0C9FN5K8T?ref=ppx_yo2ov_dt_b_fed_asin_title)
  • 2 jaquetas. Uma mais fina e outra com fleece por dentro, ambas imperméaveis. (item obrigatório. A mais fina foi essa e deu conta: https://www.decathlon.com.br/jaqueta-ecodesign-impermeavel-masculina-de-trilha/p)
  • 1 calça imperméavel (item obrigatório também. Fiquei muito na dúvida sobre comprar ou não, mas ainda bem que levei a calça impermeável. Fiz a maior parte do minitrekking sob chuva e a calça/jaqueta me protegeram bem e aguentaram o tranco. Segue link: https://www.decathlon.com.br/sobrecalcas-impermeaveis-masculina-de-vela-inshore100-navy/p).
  • 3 calças de tactel comuns
  • 1 calça jeans
  • 4 camisetas dry fit (as melhores! Ocupam pouco espaço na mala e são respiráveis).
  • 2 camisetas de algodão
  • Chapéu/boné
  • Gorro
  • Cachecol
  • Luvas
  • Pasta para documentos
  • Bolsinha de remédios (importante!!!)
  • Protetor solar (importante também)
  • Itens de higiene pessoal
  • Doleira
  • Powerbank 10000 mah
  • Garrafinha de água de 1L (para as trilhas de El Chaltén, 1L é o mínimo)
  • Chinelo
  • Bota de trekking (Usei a Vento Finisterre e aguentou muito bem o tranco em todo tipo de terreno, além de boa impermeabilidade. Aprovadíssima!).

O que não levei e levaria:

HIDRATANTE/PROTETOR LABIAL! A Patagônia, sobretudo El Calafate, é bem seca e árida. Logo, os lábios sofrem com a umidade baixa. Fiquei (e estou) com várias feridas na boca que dói até para comer. Comprei um protetor labial em Chaltén, mas o estrago já estava feito, fui até o final da viagem com as feridas na boca me acompanhando hahaha

Mas agora, vamos ao relato! (vou tentar escrever um pouco por dia, e deixo algumas fotos como entrada hahahah)

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"Foi a trilha de El Chaltén onde mais vi idosos e crianças"

Verdade, é uma trilha bem familiar mesmo. Mas o mais engraçado disso é que eu fui humilhada por vários idosos beirando seus 80 anos, vestidos de roupa social e me ultrapassando na subida do Fitz Roy. Eram muitosss. Sério, parecia tão fácil pra eles, quero ser assim quando crescer 😅

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1 hora atrás, Nani84 disse:

"Foi a trilha de El Chaltén onde mais vi idosos e crianças"

Verdade, é uma trilha bem familiar mesmo. Mas o mais engraçado disso é que eu fui humilhada por vários idosos beirando seus 80 anos, vestidos de roupa social e me ultrapassando na subida do Fitz Roy. Eram muitosss. Sério, parecia tão fácil pra eles, quero ser assim quando crescer 😅

Hahahahah simmmmmm, eu também vi vários idosos na mesma vibe! Quando eu tava descendo o Fitz Roy, vários me ultrapassaram numa velocidade de cair o queixo 😅 espero ter essa disposição aos 70 kkkk

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11º DIA - 16/01/2025 - EL CHALTÉN (GLACIAR HUEMUL/LAGO DEL DESIERTO)

O tempo amanheceu bem fechado, mas eu já tinha trilha organizada, então bora lá! Esse foi o dia em El Chaltén em que o tempo ficou mais nublado, quase não teve sol. No hostel, conversei com algumas pessoas que fizeram a Laguna de Los Tres nesse dia e disseram que chegou a nevar durante a subida e na laguna. E a mulher do centro de visitantes havia me dito quando cheguei que esse seria o melhor dia pra fazer o Fitz Roy... Imagina se eu tivesse ido na dela? Ainda bem que segui minha intuição, o guardaparque e o windguru kkkkkkkkk

Voltando, acordei às 08:00 e desci para tomar café da manhã, pois o transfer da Frontera Sur estava marcado para passar às 09:30. Paguei ARS 25.000 por esse serviço e eles foram bem competentes. Cumpriram todos os horários e pontualidade. Por volta das 09:30, a van passou e estava bem cheia, pois além dos passageiros que iriam ao Lago del Desierto, ela também levava aqueles que iniciariam a trilha da Laguna de Los Tres pela ponte do Rio Elétrico.

O Lago del Desierto fica a cerca de 37 km de El Chaltén. É uma distância curta, porém, a estrada que leva até lá (ruta 23) é totalmente de rípio e ela não estava 100% seca depois das últimas chuvas, ou seja, o veículo teve que ir só desviando. Depois de cerca de 40 minutos de viagem, chegamos ao Rio Elétrico e ali, parte do grupo desceu para seguir seu rumo ao Fitz Roy. Seguimos pela ruta 23, sempre rodeados de montanhas nevadas, e em determinado momento o motorista faz uma parada de 10 minutos para que possamos observar uma queda d'água de cor turquesa que fica a poucos metros da pista. Bem bonita.

Voltamos para a van e andamos mais umas meia hora para, finalmente, chegar ao Lago del Desierto. Aqui, eu já tinha em mente que iria fazer a trilha do Glaciar Huemul e sabia que, por ser propriedade privada, deveria pagar uma taxa de ARS 10.000 para realiza-la. Tem um estacionamento e uma espécie de quiosque por lá que vende bebidas, comidas, doces e, nesse mesmo local, se faz o pagamento para a trilha. O motorista da van disse que tinha até as 15:50 para curtir a região e ficar a vontade para fazer a trilha do Glaciar Huemul e percorrer as margens do Lago del Desierto.

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Início do trekking

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Altimetria do local. É só subida!

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Cuidado com o Huemul!

Com o ingresso da trilha em mãos, passei no banheiro e comecei a faze-la. Essa não é uma trillha movimentada, pois fica mais afastada de Chaltén e para chegar somente com transfer ou veículo próprio mesmo. o trekking possui cerca de 2 km, mas sempre em subida, o que a torna um pouquinho cansativa. No entanto, foi a que achei mais bonita em El Chaltén. Serve muita beleza cênica, com a caminhada sendo sempre em meio ao bosque rodeado a um rio com águas de azul turquesa. Parece coisa de filme da Disney. É muito linda!

O percurso continua numa subida bem firme até que, em determinado momento e quase no fim dela, há uma subida mais íngreme em que existe corda nas árvores para ajudar a pegar impulso. Mas nada comparada a subida do Fitz Roy, tá? Essa é mil vezes mais tranquila. Ao final desse aclive, saímos em uma área aberta e aqui já se avista o Glaciar Huemul todo lindo. Essa chegada à área aberta é uma das partes mais lindas da trilha, pois se tem a visão do glaciar de um lado e, do outro, as montanhas nevadas da cordilheira. Eu ameeeeeeei!

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Início em meio ao bosque

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Poderia ser a trilha da Branca de Neve, lindissima!

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Sobe!

Caminhei por alguns minutos e logo cheguei em uma das paisagens mais lindas que meus olhos viram em El Chaltén: o Glaciar Huemul e sua laguna de degelo, esverdeada, em meio ao silêncio das montanhas. Quando cheguei, haviam duas águias no local recepcionando os visitantes. Se aproximavam sem medo algum só de olho no que o pessoal tava comendo kkkkk Fiz os 2 km da trilha em 50 minutos. O Glaciar Huemul é uma boa pedida para quem deseja beleza + nível fácil/moderado no mesmo lugar. 

Como tinha tempo e ainda era por volta de 12:00, fiquei cerca de 1:30 por lá. Lanchei tranquilo, explorei os arredores do lago, conversei com algumas pessoas que estavam por lá. Teve uma hora que o sol até ensaiou aparecer, mas o tempo ficou nublado mesmo. No entanto, o Glaciar Huemul é um lugar que fica bonito de qualquer forma, imagino em um dia ensolarado ou com neve como deve ser magnífico. Durante todo o tempo que fiquei lá, apareceram no máximo umas 15 pessoas. É uma trilha bem vazia e talvez isso até seja um diferencial.

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A recepção da águia!

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Lugar maravilhoso!

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Por volta das 13:30 resolvi descer e, ao chegar ao estacionamento, fui caminhar nas margens do Lago del Desierto. Daqui tem diversos passeios de barco para explorar outros glaciares da região, como o Vespignani, e atividades náuticas como caiaque e rafting. Atravessando um ponte suspensa para a outra margem do lago, existe uma trilha de aproximadamente 12 km que leva a Punta Norte, caminho que alguns aventureiros mais corajosos usam para seguir para o Chile através de O'Higgins.

Por volta das 15:00, voltei para o estacionamento e ali há um restaurante também. Aproveitei para tomar um refri até aguardar dar o horário da van sair. Também tem wi-fi gratuito, para quem se interessar. A van partiu pontualmente perto das 16:00 e seguiu direto para El Chaltén, chegando lá por volta das 17:30.

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Lago del Desierto

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Ponte do rio que cai kkkkk

No hostel, tomei banho e mandei mensagem para o Gabriel para combinarmos de jantar juntos. As bolhas do meu pé que consegui lá no Fitz Roy e uma leve dor no calcanhar estavam me incomodando, e resolvi passar na farmácia e pegar curativos para tentar minimizar o incômodo, além de tomar dorflex. Fiz os curativos e fui com o Gabriel e a noiva novamente no Butch, é de fato a melhor carne de El Chaltén! Não tem melhor!

Voltei para o hostel às 21hrs pensando no que faria no dia seguinte, que seria o meu último dia cheio em El Chaltén. A Laguna Torre estava nos meus planos, mas com meu pé todo estragado, não sabia se ia dar conta da trilha toda. Fui dormir e decidi que, quando acordasse, pensaria melhor no que fazer.

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12º DIA - 17/01/2025 - EL CHALTÉN (MIRADOR CERRO TORRE E MIRADOR EL CHALTÉN)

Último dia completo em El Chaltén. Acordei às 07:00 e decidi tentar fazer a trilha da Laguna Torre, indo até onde conseguisse mesmo com meu pé meio ruim. Tomei um banho, me troquei e desci para tomar um café reforçado. No dia anterior, eu já havia passado na padaria Que Rika e comprado um lanche pronto para levar para alguma trilha, independente do que eu decidisse fazer, então já tava meio que preparado.

A trilha da Laguna Torre fica na direção diferente do sendero Fitz Roy. Ela começa do lado oeste da cidade, no final da rua Huemules. Iniciei a trilha por volta das 08 da manhã e ainda estava bem vazia neste horário. Não há nenhuma guarita ou guardaparques realizando cobranças neste sendero, não sei se ainda pretendem construir, mas não há nenhum sinal disso por lá. O começo da trilha é de subida e em área aberta. 

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El Chaltén vista do início da trilha da Laguna Torre

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Início da trilha

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Nessa trilha tem uma grande variedade de visuais. Antes do primeiro km, já é possível avistar a esquerda um grande canyon cortado pelo Rio Fitz Roy e perto dali há o mirador da Cascata Margarita. Essa cascata é bem pequena, parece mais um filete de água, até demorei um pouco para identifica-la em meio a paisagem kkkkkkkk mas o conjunto cênico por ali é bem bonito. O tempo estava um pouco melhor que o dia anterior.

Continuei pela trilha e ela segue com subidas e descidas até perto do km 3, quando fica mais plana. Quando cheguei ao km 4 por volta das 09:20, que é onde há o mirador Cerro Torre, tem uma área com bancos para descanso e um mirador das montanhas. O Cerro Torre estava encoberto neste dia, ou seja, não consegui vê-lo. Eu fiquei ali por um tempo e decidi não continuar a trilha, parando por ali mesmo.

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Canyon visível no primeiro km

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As montanhas teimando em aparecer...

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Mais um alerta de Huemul! Pena que não vi nenhum...

O meu pé esquerdo, principalmente o calcanhar, estava bem incômodo e eu estava sozinho fazendo a trilha desta vez, então, fiquei com receio de ir mais longe e acabar dando ruim. Decidi voltar dali mesmo. Viajar é isso gente, nem sempre conseguimos fazer 100% de tudo que foi planejado e está tudo certo. Eu estava bem satisfeito com o que havia vivido em Chaltén e não fiquei frustrado por não conseguir concluir a Laguna Torre. Acontece.

Demorei cerca de 1 hora para retornar os 4 km que havia percorrido e por volta das 10:30 já estava na entrada da trilha novamente. A essa hora, a fome já havia batido e fui até o hostel para comer aquele lanche que eu havia comprado para a trilha. Como era meu último dia em Chaltén, passei também nas lojas de lembrancinhas para comprar um chaveiro da cidade e algum souvernir que simbolizasse o Fitz Roy.

Depois do almoço, decidi ir ao Mirador de El Chaltén que fica às margens da ruta 23. Pouco antes de chegar na cidade, tem um mirador a direita da rodovia que é de onde saem aquelas fotos icônicas com a estrada e o Fitz Roy ao fundo. Como era uma caminhada bem leve até lá, decidi ir. Saindo da cidade, demora cerca de 30 minutos para chegar ao mirador, sempre indo pelo acostamento da rodovia.

Como já falei, o Fitz Roy estava encoberto, o que não impediu que a visão de lá fosse belíssima. Ventava muuuuuuuuuuuuito e fiquei ali por uns 40 minutos, com alguns carros chegando e saindo em certos momentos para turistas descerem e fazerem seus cliques. Como o vento não cessava (e só piorava), resolvi voltar. Passei da rodoviária para imprimir a minha passagem de volta para El Calafate, que seria no dia seguinte.

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Vista do Mirador El Chaltén

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Ruta 23!

O resto do dia foi destinado a arrumar minhas coisas para ir embora e dar as voltas finais pela cidade. A noite, fui num restaurante chamado La Wafleria para jantar e pedir um waffle de mussarela, que estava bem gostoso. De lá, passei na sorveteria Domo Blanco e tomei o último sorvete de El Chaltén 😪 

Eu gostei muito de El Chaltén! Me proporcionou o momento mais desafiador da viagem ao passo que trouxe também os momentos de descanso que eu precisava. Eu gosto de sossego, e mesmo com seus milhares de visitantes em busca das montanhas, El Chaltén ainda oferece esse sossego de cidade pequena que não vemos em outros lugares. Depois da janta fiquei enrolando no hostel até dar sono, pois o dia seguinte seria o último na Patagônia. A viagem estava chegando ao fim. 😭

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13º DIA - EL CHALTÉN X EL CALAFATE (GLACIARIUM)

O tempo amanheceu maravilhoso em El Chaltén, mas eu estou indo embora. Tirando o dia que subi a Laguna de Los Tres (que foi na terça), somente neste outro dia o Fitz Roy apareceu novamente na sua totalidade (que já era um sábado). Então vejam, quem tentou fazer a trilha do Fitz Roy de quarta a sexta, não conseguiu ver nada e possivelmente pegou tempo ruim na subida, por isso reafirmo: reservem uns bons dias para El Chaltén, pois as chances de sequer ver o Fitz Roy existem e não são baixas.

O meu ônibus para El Calafate estava marcado para as 11:30, então não levantei tão cedo e me organizei devagar para partir. Fiz o checkout no hostel, passei na padaria Que Rika para comprar alguns alfajores e me dirigi para a rodoviária. Mas antes, tirei uma última foto do Fitz Roy na entrada da cidade. Era a despedida! Aprendi muito em El Chaltén! Superei meus limites físicos e psicológicos e saí de lá bem melhor do que cheguei. Pode parecer um discurso meio piegas, mas não é. Uma viagem desse porte realmente tem o poder de transformar muitos aspectos do nosso viver.

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Tô indo embora e o Fitz Roy apareceu!

O ônibus partiu pontualmente e dessa vez foi direto para El Calafate, não havendo paradas para banheiro. Ele só faz uma parada no aeroporto e depois no terminal de ônibus de El Calafate. Cheguei em Calafate por volta das 14:00 e eu ainda tinha mais noite na cidade, já que meu voo seria só no dia seguinte. Novamente, fiquei no Folk Hostel e já tinha deixado essa diária reservada com eles no dia em que eu saí anteriormente.

Como ainda era cedo, fui ao Big Pizza almoçar empanadas e havia um passeio em El Calafate que eu já queria ter feito, mas não tive tempo antes, que era uma visita ao Museu Glaciarium. A ida a esse museu é interessante de ser feita ANTES de visitar o Perito Moreno, pois o Glaciarium é totalmente voltado para falar de glaciares, geleiras e glaciologia. O museu conta com um transfer gratuito que sai do centro da cidade, em frente a secretaria de turismo.

Por volta das 15:30 fui para o local e o transfer sairia às 16:00, já que ele parte de hora em hora. Embarquei na van, esperei e logo deu o horário. O Glaciarium fica a cerca de 7 km de El Calafate, no meio da estepe patagônica e em frente ao Lago Argentino. É uma localização deveras interessante, pois foi construído no meio do "nada".

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Localização do Museu Glaciarium, no meio do nada

Chegando lá, passei no guichê e havia a opção de visitar somente o museu ou o combo museu + ice bar. Optei somente pelo museu, pois acho esses bares de gelo meio pega turista em qualquer lugar do planeta kkkkkkk a entrada do Glaciarium custou ARS 20.000. O local conta com lanchonete e loja de souvenirs. O Glaciarium é um museu suuuuuuuper interessante e foi um dos que mais gostei de visitar na Patagônia. Eu sou um interessado nos assuntos dos glaciares, então a visita valeu a pena para mim, mas talvez não seja tão legal assim se não for a sua vibe.

No entanto, o museu em si é super bem organizado, com informações ricas e visitas guiadas. São diversos paineis interativos que contam sobre a formação dos glaciares, os tipos, as denominações específicas das suas características (sumidouros, gretas, icebergs), além de possuir muitos mapas e detalhar a situação atual de todos os glaciares do campo de gelo da Patagônia Sul, fora a história dos exploradores que tiveram os primeiros contatos com as geleiras da região. Tem também é um mini-cinema que passa curta-metragens de até 10 minutos falando sobre o Perito Moreno e uma outra área com óculos de realidade virtual. É um passeio que eu recomendo muito, principalmente antes de visitar as geleiras da região, pois serve como complemento.

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Painel bem bonito na entrada no museu

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Maquete dos glaciares no Glaciarium

Demorei cerca de duas horas na visita e peguei o transfer das 18:30 de volta para El Calafate. Aproveitei em passei novamente da sorveteria Acuarela para tomar o sorvete de calafate e fui ao mercado La Anônima comprar um lanche pronto de presunto e queijo para servir como janta. Não tava afim de comida neste dia. Depois voltei para o hostel e organizei minha mala para partir para o Brasil no dia seguinte, pois o meu voo já era pela manhã.

14º DIA - 19/01/2025 - RETORNO AO BRASIL

Hora de voltar para casa. Neste dia, de madrugada, comecei a me sentir meio mal, com calafrios e febre. Não acionei o seguro viagem, pois era o último dia e já estava de retorno. Novamente, chegando ao aeroporto, tive que pesar minha mala no guichê da Aerolineas e o mesmo foi feito durante a conexão em Buenos Aires. Então, mais uma vez destaco: sigam as regras de bagagem da Aerolineas, pois eles são bem chatos quanto a isso.

Meu voo partiu pontualmente às 10:30 da manhã de El Calafate, e a viagem até Buenos Aires durou cerca de 2:40, pousando perto das 13:00. Minha conexão era curta no Aeroparque, mas deu tudo certo. O outro voo partiu às 15:00 e cheguei em São Paulo por volta das 17:30. O retorno todo foi com mal estar, e quando cheguei em casa fui direto pra UPA, que diagnosticou que eu estava com a garganta bem inflamada (mal cheguei e já tomei uma benzetacil 😅). Bom, ainda bem que foi no último dia de viagem, então nem deu tempo de estragar nada. Logo me recuperei e já estava pronto para a próxima.

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Bom galera, finalmente finalizei o relato. 

Estou aberto a dúvidas ou questionamentos. Fiquem a vontade, que terei o maior prazer em responder.

A Patagônia é extraordinária, eu sei que existem milhares de lugares no mundo para conhecer ainda, mas dificilmente uma viagem vai ser tão especial para mim como esta. Atendeu e superou todas as expectativas que eu guardava há anos, e é uma viagem que recomendo de olhos fechados para qualquer um fazer (só esperem os preços na Argentina melhorar).

A Patagônia me marcou muito e vivi intensamente cada segundo que estive por lá. Em nenhum momento ir sozinho foi um problema, até porque a solitude nem sempre é ruim (e nunca estamos sozinhos! Sempre aparecem pessoas especiais e gentis na jornada).

Quem ainda não foi, se organize e, quando puder, só vá. Sozinho ou não. 😁

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3 horas atrás, luizh91 disse:

 

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Fiquei hospedada nessa casinha branca a esquerda 😅

Vc nao foi o único contemplado. No meu penúltimo dia em El Chalten comecei a ficar mal tb e evoluiu pra uma sinusite, que nunca tenho. E eu ainda tinha mais 3 dias em Buenos Aires. Os ventos patagonicos sao cruies 😅

Sempre fico feliz em fazer uma viagem e triste por acabar. Mas deixar El Chalten acho que foi a vez mais triste. Eu amei demais esse lugar.

 

 

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3 horas atrás, Nani84 disse:

Vc nao foi o único contemplado. No meu penúltimo dia em El Chalten comecei a ficar mal tb e evoluiu pra uma sinusite, que nunca tenho. E eu ainda tinha mais 3 dias em Buenos Aires. Os ventos patagonicos sao cruies 😅

Sempre fico feliz em fazer uma viagem e triste por acabar. Mas deixar El Chalten acho que foi a vez mais triste. Eu amei demais esse lugar.

 

 

Pois é! Os ventos patagônicos deixaram a sua marca em mim 😅😅😅

Nem me fale, a Patagônia é mágica, mas El Chaltén supera essa magia! É demais! A despedida foi triste 🥹

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Luiz, que bacana teu relato! 
Minha primeira (e única) viagem sozinha foi para o Atacama e amei. Ushuaia está na minha lista faz tempo e também pretendo ir sozinha. Tuas dicas são sensacionais!!

 

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44 minutos atrás, Graziele Dulius disse:

Luiz, que bacana teu relato! 
Minha primeira (e única) viagem sozinha foi para o Atacama e amei. Ushuaia está na minha lista faz tempo e também pretendo ir sozinha. Tuas dicas são sensacionais!!

 

Oi Graziele!

A Patagônia é super segura, em nenhum momento senti insegurança ou algo do tipo. Tinha muita gente viajando sozinho e sempre encontramos gente nova pela jornada. Se planeje e vá, com certeza será inesquecível.

E olha, eu também já fui ao Atacama e a Patagônia é tão incrível quanto. Foram os dois lugares mais especiais para mim quando falo de viagem.

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