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Travessia Marins x Itaguaré

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Essa é o tipo de travessia que todo montanhista gosta de ter no currículo, a Travessia Marins x Itaguaré é uma das travessias mais técnicas da Serra da Mantiqueira, com diversos obstáculos naturais que dão um toque especial ao caminhar pelas belas paisagens da Serra que chora.

 

Características

 

Dificuldade: Alta

Distância: 17,78 km

Altitude Máxima: 2.432 m

Circular: Não

 

Como Chegar

 

Piquete fica localizada nas encostas da Serra da Mantiqueira na região do Vale Histórico ou Fundo do vale e fica praticamente no centro do eixo Rio-SP, estando a 243 km do Rio de Janeiro e 240 km de São Paulo.

Para chegar até Piquete o acesso é feito pela Rodovia Presidente Dutra até a cidade de Lorena/sp no Km 51 e de lá através da BR – 459, Rodovia que liga Lorena/SP a Itajubá/MG, passando a cidade de Piquete segue-se em direção a serra e após 2 km se inicia a subida para a base do pico. As condições da estrada vicinal são muito boas, com asfalto até a Vila dos Marins, depois de passar a vila a estrada passa ser de bloquetes e alguns trechos de terra, recomenda-se um carro 4×4 para pegar esse caminho.

 

Outra alternativa é passar a cidade de Piquete sentido a Marmelópolis/MG e pegar a entrada para a estrada do Saequi, uma estrada de terra muito bem conservada que chega até o acampamento base do Marins.

 

A Travessia

 

Fizemos a travessia no feriado da páscoa, de 3 a 5 de abril de 2015. Essa travessia já estava planejada desde o ano passado e faz parte de um projeto nosso de fazer 4 travessias famosas no Brasil esse ano. O Luan que sempre me acompanha nas trilhas não pode ir devido ao trabalho, então ficou de apoio na logística nos levando até Piquete e depois fazendo o resgate em Passa Quatro, dessa forma quem me acompanhou nessa aventura foi meu pai Mario.

 

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Antes mesmo de entrarmos na trilha já tivemos a primeira aventura, contratamos um cara para nos levar de Piquete até o acampamento base do Marins pelo Bairro dos Marins, combinamos tudo e estava tudo certo, porém, ao chegar no trecho ruim da estrada o carro não subia e nada que fazíamos convencia ele a tentar subir, nisso chegou mais um carro com três chineses super gente boa que também parou no mesmo lugar da estrada. Arrumamos a estrada colocando umas pedras, madeiras e mato para o carro deles subir e depois ajudamos a empurrar no fim da subida até o carro sair do atoleiro, vendo nosso problema eles nos ofereceram carona até o acampamento base. Adoro esse espirito de companheirismo do montanhismo.

 

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Bom graças a ajuda chegamos ao acampamento base, pegamos água e começamos a subida, o plano para o primeiro dia era acampar no cume do marins.

 

O inicio do trajeto é bem tranquilo por dentro da mata em uma trilha bem definida, depois de 15 minutos já começa uma bela subida em direção ao Morro do careca já sem proteção de arvores, bem exposta. O Morro do Careca esta a 1.608m de altitude e é realmente o inicio da trilha do Pico dos Marins.

 

Desse ponto em diante a vegetação se transforma, deixando para trás o aspecto de mata atlântica, passando para pedra, muita pedra, vegetação rasteira, capim elefante e algumas flores como o Ypê Astro. Vale lembrar que não existe ponto de água potável no caminho até o cume, então tenha água suficiente para a subida.

 

A trilha inicial é bem nítida e vai acompanhando a crista do morro de forma bem acentuada. Ao longo da subida a alguns mirantes e após alguns minutos já é possível avistar o morro do careca novamente.

 

Boa parte da navegação é feita através de totens e alguns desenhos no chão(se for seguir as setas, siga as amarelas), o ponto de referencia para continuar até o primeiro maciço é o Grande Totem, uma enorme pedra que se equilibra sobre outra.

 

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O caminho é passando por ela e seguindo em direção a Pedra da Andorinha. Passando esse ponto, o topo do Pico do Marins deixará de ser avistado, do lado direito ficarão os paredões e outros maciços e do lado esquerdo as montanhas de Minas Gerais.

 

Sempre siga os totens ou seu GPS, principalmente nas bifurcações para evitar entrar em locais de difícil navegação ou áreas de risco como as bordas dos maciços. Para quem é montanhista não precisa nem falar, mas nunca destrua os totens ou crie novos totens em qualquer lugar, isso atrapalha a navegação dos demais.

Você deve sempre observar que o Pico dos Maris estará a sua direita praticamente a trilha toda e você irá contornar os outros picos menores pela esquerda, qualquer coisa diferente disso vocês esta no caminho errado .

 

Chegando ao segundo pico os trechos de escalaminhada se intensificam e o primeiro desafio é “escalar” uma rocha, de aproximadamente 4 metros de altura, por uma fenda. Logo após contornar este segundo pico a trilha segue em direção ao cume do Pico dos Marins e você irá passar pelo vale dos cristais.

 

A trilha que vai para o Marins e o caminho da travessia é o mesmo até pouco depois do vale dos cristais, a travessia em si não vai até o cume do Marins, ela segue direto sentido Marinzinho. A bifurcação fica marcada em uma “parede” inclinada de pedra com tinta amarela, mas não é muito fácil de se visualizar, o ponto de referencia se você for fazer o caminho direto para a travessia é a área de camping que existe assim que se chega à base do Pico dos Marins e que fica antes da nascente do Ribeirão Passa Quatro, ali você deve ir para a esquerda. Nós seguimos a direita sentido ao Marins e descemos no dia seguinte. Passando o acampamento ande para a direita e você já verá a descida para a nascente com um escorrega, não beba essa água, ela esta contaminada, mais para frente explico onde tem água potável(ou pelo menos bebível já que estamos vivos rsrsrs) para você seguir a travessia.

 

Passando a nascente já esta próximo, agora basta seguir os totens e tocar para cima. Devido ao feriado a montanha estava muito cheia, o cume do Marins estava com mais ou menos 24 barracas, então decidimos que não iriamos dormir no cume e montamos acampamento em um plato a cerca de 10 minutos do cume.

 

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Ali ficamos acampados sozinhos no maior sossego , bem de frente com os dois últimos paredões, com uma vista privilegiada para o Pico do Itaguaré de onde surgiu a lua cheia e para as serras do Vale do Paraíba onde o sol se pôs.

 

Nós saímos do acampamento base as 10:30h e por volta das 16:00h já estávamos com a barraca montada, o jeito foi deitar um pouco para descansar e ir mostrando o caminho até o cume para quem passava por nós e claro ir preparando tudo para curtir e fotografar o pôr do sol.

 

O pôr do sol ali é uma visão incrível, ele clareia o Pico do Itaguaré com raios por trás do Pico do Marinzinho o que deixa uma faixa espetacular no Itaguaré com varias tonalidades incríveis, deixando o Pico ainda mais belo e a visão do vale também é de tirar o folego.

 

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A lua cheia também foi um belo espetáculo surgindo bem ao lado do Itaguaré e clareando tudo, fizemos comida praticamente sem lanternas graças ao brilho dela.

 

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Com a lua cheia também veio o frio, ficamos mais um tempo tentando tirar algumas fotos das estrelas mas o frio estava demais, jantamos e fomos dormir cedo para estar descansado para o que viria no dia seguinte. O frio estava demais, meu saco de dormir aguenta até 10º e não foi uma boa escolha a temperatura devia estar muito abaixo disso, coloquei segunda pele, blusa, meia, toca e deu para dormir rsrsrsrs

 

No sábado acordamos as 6:30h e ainda estava bem frio, começamos a arrumar o café da manhã e desmontar as coisas, as nuvens no vale estavam incríveis, um lindo visual para começar o dia.

 

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Barraca desmontada, mochilas prontas, era hora de descer o Marins e seguir para o Itaguaré. Em todos os relatos que lemos sempre falavam que não existia água potável durante a travessia e devido a isso já subimos o Marins carregados com 4l cada um imaginando que essa água teríamos que guardar até chegar no Itaguaré. Porém no fim de tarde da sexta encontramos o Guto Guia, ele já guia o pessoal lá a um bom tempo e ele nos informou que antes do platô sentido Marinzinho havia uma grota com água e que ele já bebia essa água a 20 anos, isso nos animou e desanimou ao mesmo tempo, se soubéssemos dela antes o peso da subia até o Marins seria bem menor, mas tudo bem.

 

Descendo o Marins quando você passar a nascente do rio Passa Quatro que é contaminada, você vai virar a direita sentido a área de camping e seguir reto em direção ao plato antes do Marinzinho, antes de começar essa subida, na esquerda você verá bastante árvores que se destacam da vegetação na travessia, a água esta ali, entre na trilhazinha por entre as árvores e você vai chegar no riacho, entre nele pisando nas pedras até uma pequena queda d’agua e pode pegar água ali, ela é uma água amarelada mas o Guto já havia dito que sempre consumia e nós também consumimos sem nenhum problema, foi bom para trocar por uma água mais gelada.

 

Voltando para a trilha, o caminho é subir o maciço em direção ao Marinzinho, até esse trecho sem erro basta subir seguindo os totens e ai começa a jornada de sobe e desce até o Itaguaré. Ao chegar no topo desse maciço, o caminho é descendo pela esquerda e passar no meio do capim elefante até a lateral do Marinzinho, cuidado com os pés, o terreno estava encharcado, tivemos que andar apoiando no capim para não afundar a bota inteira.

 

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A subida até o cume do Marinzinho(que na verdade é mais alto que o Marins) é muito técnica, ela é feita pela lateral esquerda do pico, com muito, mas muito trepa pedra, se você tem medo de altura, esquece, chegou a hora de desistir, em varios trechos é preciso subir nas pedras na “beira do abismo”.

 

Chegando ao cume do Marinzinho, a trilha passa sob algumas rochas grandes e inicia uma forte descida em direção ao vale que separa o Pico do Marinzinho da crista que segue para a Pedra Redonda, tenha em mente que seu ponto de referencia é a pedra redonda, você precisa chegar até ela.

 

Passando esse ponto vem uma das partes mais tensas ou mais divertidas, depende do seu estado emocional. Existe uma descida quase vertical de cerca de 5m que é feita com a ajuda de cordas, não sabemos quando elas foram instaladas, mas são três cordas diferentes e em diferentes estados de conservação, é bom dar uma testada na corda antes de descer.

 

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Após a descida da corda, a trilha é íngreme terreno abaixo até chegar no fundo do vale, e logo em seguida uma pesada subida também íngreme em direção a crista que vai chegar na pedra redonda.

 

Terminando a subida existe um ponto bom para descansar já praticamente de frente para a famosa pedra redonda, dali até ela são menos de 10 minutos.

 

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O caminho até ela segue o mesmo esquema, desce o pico e sobe o pico, chegando na pedra redonda você fica inconformado, a pedra não tem nada de redonda rsrsrs

 

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Dependendo do seu cansaço existe um ponto de camping em um pequeno vale atrás da pedra, nada muito grande, devem caber umas 5 barracas e um pouco mais para frente, cerca de 350m existe outro espaço para umas 3 barracas.

 

Descendo a pedra redonda, passa por um vale e depois começa um caminho incrivelmente chato por entre bambus que fecham e criam um túnel, mantenha tudo muito bem preso na mochila, não deixa nada além da linha da mochila pois vai enroscar nos bambus e te atrapalhar.

 

Passando os trechos de bambu se inicia uma nova subida de onde já é possível avistar a crista em direção ao Itaguaré, nós nos perdemos um pouco nesse trecho devido a altura do capim que tampou a trilha e enquanto estávamos procurando o caminho para iniciar a descida, encontramos um grupo de 4 pessoas que também estavam perdidos, encontramos a descida e o grupo se juntou a nós no caminho até o Itaguaré, ali é uma longa descida até chegar ao fundo do primeiro dos últimos 3 vales que se tem que atravessar, nesses trechos os totens ajudam bastante e da para confiar neles, como são menos pessoas que passam por esses trechos e não existem tantos caminhos a seguir, o número de totens também fica reduzido.

 

Como agora estávamos em maior número, já tínhamos nos perdido uma vez e o caminho era só subida e descida, o ritmo foi menor e ao final do terceiro vale qual a surpresa? para continuar a trilha é necessário tirar as mochilas das costas e passar no meio das pedras carregando(ou arrastando elas), o que nesse trecho da trilha depois de tanta subida e descida faz a mochila pesar uns 15kg a mais.

 

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Depois dessa ainda chegamos em um ponto onde a seta indicava que o caminho era por cima de uma pedra muito alta e do lado dela havia um buraco(uma mini caverna), como estava complicado subir na pedra que a seta indicava, eu entrei no buraco e andei de coque pela esquerda até achar um buraco no teto entre as pedras, subi nele, voltei por cima das pedras em direção a onde a seta indicava, peguei a mochila de todos e ai sem peso nas costas uns subiram a pedra direto e outros foram pelo mesmo caminho.

 

Passando essa pedra falta pouco, mas como em todo caminho, falta uma subida bem ingrime, vá seguindo os totens que não tem erro, essa é a subida final até a base do Itaguaré. Ao final dessa subida, a direita você vai sentido cume do Itaguaré e a esquerda, contornando uma grande pedra redonda pela esquerda você vai sentido a vários platos que são as áreas de camping e a nascente de um rio.

 

Chegamos nesse ponto as 18:30h, já escuro, esfriando e uma chuva ameaçando cair, tudo o que eu queria era pegar água nova, montar a barraca e dormir. O primeiro camping era pequeno e antes do rio, então decidimos continuar com a mochila cargueira até o rio e ver como estavam as outras áreas de camping, o grupo que encontramos decidiu parar por ali mesmo, então fomos só meu pai e eu.

 

Para entrar no rio você segue uma trilha pela direita que forma um túnel e vai caminhando por ela em direção a esquerda sempre seguindo o que deve ser um rio em época de muita chuva. Pegamos só um pouco de água ali pois ainda tínhamos um pouco e fomos em direção ao camping subindo por entre as pedras no escuro só com o headlamp o que não é tão legal assim. Para nosso alivio havia um pequeno espaço nessa área para uma barraca, já havia uma galera acampada lá.

 

Assim que chegamos já comecei a montar a barraca e o pessoal que já estava acampado nos ofereceu um macarrão que eles tinham acabado de fazer, como tudo que eu queria era realmente deitar, só meu pai foi comer. Tudo arrumado, comi só um atum e cama. Essa noite foi bem menos fria que a noite no Marins, mas os ventos foram bem fortes durante a madrugada.

 

Nosso plano era acordar cedo, subir até o cume do Itaguaré e ai ir embora até o ponto de resgate, porém, ao acordamos tudo estava nublado, com ventos fortes, sem visibilidade nenhuma e ai nosso ataque ao cume do Itaguaré já era.

 

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Desmontamos tudo então e ai vem a duvida, sem conhecer o caminho, seria uma boa partir por entre as pedras no meio daquela neblina até o ponto de resgate? Nessa o pessoal que estava acampado ali antes já estavam indo embora e perguntaram se queríamos ir com eles pois já conheciam o caminho. Nem precisaram perguntar duas vezes, já colocamos as mochilas rapidinho e os seguimos.

 

Esse primeiro trecho saindo da área de camping é muito ruim, são descidas por pedras grandes e lisas, tinha trecho que era mirar em alguma coisa e descer escorregando e a ajuda deles foi muito bem vinda devido a baixa visibilidade. Como eu disse no outro post, adoro esse espirito do montanhismo de ajuda e por isso nunca negue ajuda a alguém que precisa se estiver ao seu alcance, logo na frente pode ser você a precisar.

 

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Após passar as pedras a trilha entra na mata e a descida fica muito bem demarcada, mais ou menos em 2 horas em ritmo tranquilo e estávamos no descampado onde é a área de regaste, já praticamente no fim da descida existem três riachos para pegar água caso necessário.

 

Como chegamos muito cedo, por volta das 10:00h e nosso resgate só deveria chegar lá pelo meio dia ficamos lá conversando com o pessoal que nos ajudou na descida, troca telefone, troca facebook e ai quem sabe novas companhias para outras trips, depois ainda chegou um grupo grande do Rio de Janeiro que também conhecemos na trilha.

 

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Em resumo a travessia é espetacular, bem pesada, não recomendo para qualquer pessoa, existem muitos trechos bem técnicos e se for a primeira vez vá com alguém que conheça a região ou contrate um guia. Mesmo não subindo até o cume do Itaguaré valeu muito a pena, tivemos um pôr do sol e uma lua cheia de tirar o folego, fora as belas paisagens que só a Serra da Mantiqueira proporciona e já estava passando da hora de ter essa travessia no currículo.

 

Dicas

 

Planeje bem como será a logística da travessia, quem irá levar e quem irá resgatar se não quiser caminhar bastante em estradas de terra, mais abaixo vou deixar alguns contatos para ajudar nesse planejamento.

Leve protetor solar, existem raros pontos com sombra.

Sempre caminhe de calça e se possível vá de luva, o capim elefante corta bastante e subir as rochas com a luva ajudam um pouco.

Mesmo com os pontos de água indicado, se for fazer a travessia em época de seca leve um pouco de água reserva, melhor sobrar do que faltar.

É uma travessia pesada, só leve o que realmente for usar para evitar peso extra.

 

Contatos

 

Carlos Moura:

 

E-mail: [email protected]

Telefones:(12) 98109.3292

Facebook: carlos.moura.3998

 

Milton:

 

E-mail: [email protected]

Telefones:(11) 99770.1991 / (11) 98214.1992

Facebook: milton.gouveafranco

 

Guto Guia:

 

Telefones:(35) 3371.3355 / (35) 9169.9878

Facebook: guto.guia

 

Paulo e Marcia(Novos donos do acampamento Base do Marins):

 

Telefones:(12) 3152.4077 / (12) 3152.4977 / (12) 99606.2531

Facebook: alojamento.marins

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Ae Tiago, o feriado foi bem legal para a travessia! Pôr do sol e nascer do sol épicos no 1o dia... e o 2o dia inteiro com receio de que chovesse forte.

 

Eu fiz no mesmo período (apareço na última foto) e tb não subi o Itaguaré por causa da falta de visibilidade.

 

Parabéns pelo excelente relato...

 

Abs

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Pelo menos uma delas tá boa. Na hora de descer, optei por segurar as três que estão lá.

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Alguém conhece um camarada local pra fazer resgate lá na travessia? se tiver alguém me passa o contato... O camarada que iria nos buscar não pode mais...agradeço!

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