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Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros.

Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas.

Em breve relato completo.

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Estive trabalhando por 20 dias na região sul do país(porto alegre e interior RS e florianopolis-SC), neste ano.

No ano passado estivemos fazendo a volta da ilha de florianópolis a pé, mas como estava acontecendo a copa do mundo no Brasil, a maioria das pousadas, principalmente nas praias mais afastadas estavam fechadas, o que comprometeu a logística.... algumas trilhas estavam fechadas, conforme informações dos moradores, naquela oportunidade abortamos a maioria das trilhas, pois confiamos nas informações dos moradores.

Na verdade desta vez foi a mesma coisa, as informações dos moradores davam conta que as trilhas estavam fechadas e com muitas cobras venenosas..... se vc perguntar a eles, quase todos vão falar a mesma coisa....não sei a razão disso, mas a verdade é essa.

 

Segundo alguns pescadores, neste período é realizada a pesca da tainha.

Para essa pesca ter resultado satisfatório, os pescadores se reúnem em grandes equipes(em praticamente todas praias) e montam grandes estruturas de barcos, redes, homens...... e nisso tem que ter OLHEIROS nos morros para visualizar a chegada dos cardumes de tainha, assim esses olheiros emitem sinais para os pescadores na praia e, eles, vão atrás pegá-las com barcos...funciona assim.

Como os olheiros ficam na parte alta da costa, os pescadores tem que abrir as trilhas existentes para acessar esses pontos, por isso essa é a melhor época para fazer a volta da ilha pelas trilhas. Pois a maioria estão abertas por eles, não acontecendo no restante do ano(acredito).

Portanto, antes de programar viagem para fazer a volta completa, se informe primeiro.

 

1º dia 05/07/2015 - Domingo

 

Saída do Aeroporto de Florianópolis e chegada ao centro da cidade(praça da matriz).

+- 9 kms em aprox. 02:15 hrs

 

Minha parceira chegou no aeroporto de florianopolis, vindo de São Paulo-SP, por volta das 11 horas da manhã.

Já veio preparada para começarmos um pequeno trecho até o centro da cidade.

Trecho fácil, somente reta..... o problema foi o forte calor que estava fazendo, e o grande público que saiu do jogo do Avai(estádio perto do aeroporto), muitos carros...até quase o centro da cidade.

 

Hospedagem: Hotel Valerin, centro, camas boas, tv, wifi ruim, banheiro privado, café da manhã ótimo. Preço: R$140,00 casal com cafe da manhã.

 

Algumas fotos:

Na estrada, depois do jogo entre Avai x Sport recife.... duas pistas para o centro...

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Forte calor e linda ponte Hercílio Luz...

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2º dia - 06/07/2015 - Segunda-feira

 

Saída do Centro de florianopolis e chegada a Praia do forte

+- 26 kms em aprox. 06 horas

 

1ª PARTE - centro até Sambaqui(estrada + trilha):

Tomamos um excelente café da manhã antes da 06 da manhã.

Passamos em frente rodoviária e pegamos avenida beira mar, logo a seguir passamos embaixo da ponte Hercílio Luz toda iluminada(linda).

Seguimos na beira mar até viaduto... contornamos, à esquerda, um mangue e entramos numa rodovia com bastante movimento com algumas partes sem acostamento, atá entrada para Santo Antônio Lisboa pista a esquerda.

Algumas subidas/descidas fortes até St. antônio, lindo visual de toda orla e do centro da cidade e algumas cidades do continente norte de SC...

Depois de Santo Antonio entramos em outra estrada na beira do mar até Sambaqui.

Após Sambaqui pega-se uma estradinha de terra, até uma porteira(final do trecho e início da trilha).... trilha bem demarcada com subida/descida fortíssima, como choveu na noite anterior tinha muita lama, na subida escorregavámos muito.

No final da trilha chegamos até a Barra de Sambaqui, pequeno bairro onde compramos, num mercadinho, alguns petiscos.... como era baixa estação o serviço de barcos até a praia de Daniela esta inoperante....

 

2ª parte: Barra de Sambaqui até Praia do Forte:

Decidimos ir até praia de Daniela de busão..... pegamos até o terminal de Sto antonio, outro até praia de Daniela, descemos no ponto final.... caminhamos até a praia de mesmo nome, no final após a barraca de um pescador começa trilha até praia do Forte.

Chegando numa pedra preta, descemos uma escada andamos +- 50 metros (entramos trilha que começa em cima de uma pedra grande), depois subidas/descidas até a praia, uma placa sinalizava que ali havia jacarés.

Passamos em frente ao forte(ponto turístico), numa subida forte..... após outra descida até avenida onde tem ponte de ônibus..... como pousadas naquela região estavam caras, resolvemos pegar outro busão e dormir na praia de canasvieira, onde tem melhor estrutura.

 

Hospedagem: Hotel das nações(canasvieira) na entrada, em frente ao supermercado e centro do bairro, acomodações novas, camas ótimas, tv, ar, wifi, limpíssimo. Preço: R$100,00 o casal sem café da manhã. RECOMENDO

 

Canasvieira: Praia grande, com ótima estrutura turística, apesar de estarmos na baixa temporada, alguns restaurantes/lanchonetes estavam abertas.....

 

Algumas fotos:

Ponte iluminada

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Tempo encoberto, visual do centro de Florianópolis

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Trilha após Sambaqui

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Trilha escorregadia devido a chuvas

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Trilha entre praia de Daniela e praia do forte

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3º dia - 07/07/2015 - Terça-feira

 

Saída de Canasvieira e chegada a Praia dos ingleses

+-23 kms em aprox. 04:25 horas

 

1ª Parte: de canasvieira até Praia do Forte:

No dia anterior compramos nosso café da manhã no supermercado em frente.

Saimos bem cedo com o tempo nublado, fomos pela praia até Jurerê internacional(ou seja fizemos sentido anti-horário) e de lá até praia do forte.

Pegamos busão no mesmo ponto do dia anterior até terminal de ônibus canasvieira e de lá outro até onde iniciamos.

 

2ª parte: de canasvieira até praia brava(e depois busão até praia ingleses):

Agora sim, tocamos sentido praia Brava nosso destino final.

Trecho largo de praia, andamos muito até final da praia de canasvieira, entramos numa pequena trilha até avenida asfaltada, andamos um bom trecho nela(até praia de ponta de canas), segundo moradores a trilha entre ponta de canas a lagoinha estava fechada, portanto seguimos pela rua asfaltada.

Na praia pescadores estavam preparando para pescar tainha.

Na praia de Lagoinha os moradores afirmaram que a trilha até a Praia brava estava fechada pelo mato e com muitas cobras venenosas. Devido as informações, seguimos novamente pela rua asfaltada até o final da praia brava.

No ponto final do ônibus nos informaram que a trilha entre praia brava x praia dos ingleses estava fechada.......De novo abortamos a travessia.

Resolvemos, então, dormir na praia dos ingleses, assim no outro dia cedo tocariámos até barra da lagoa, e deixariámos as trilhas ao norte para fazer no final da volta, isso se obtivessemos informações seguras sobre todas trilhas.... o que no final aconteceu FIZEMOS TODAS, menos a trilha de ponta de canas até praia de lagoinha....conferimos pessoalmente, e realmente estava fechada(fomos até o meio do percurso, depois estava totalmente fechada pelo mato alto) FICA A DICA.

Da praia brava pegamos um busão até o terminal de canasvieira e de lá outro até a praia dos ingleses, chegamos lá e caiu um diluvio.....molhamos tudo!

 

Hospedagem: Cia inglesa hotel, centrinho, ar, tv ruim, micro-ondas, frigobar, wifi ruim. Preço: R$75,00 o casal sem café da manhã. Hotel um pouco velho, mas pelo preço compensa,

 

Praia dos ingleses: grande estrutura turística.

 

http://OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:

1) - da Praia lagoinha até praia dos ingleses têm duas trilhas, todas bem demarcadas e de fácil acesso:

a primeira começa dentro do quintal de uma casa na rua asfalta que liga lagoinha x brava(essa é bem curta sem grandes dificuldades);

a segunda trilha: no final da praia tem uma caminho de pedra que passa próxima murro das casas, segue até chegar numa pedra grande(à esquerda), chegando nela, do lado direito tem uma escada bem ingreme de concreto, suba ela até o final da rua, vire a esquerda e siga sempre reto(vai passar numa casa com um muro bem longo)....começa logo a seguir uma trilha bem demarcada, mas com subidas /descidas fortes..... no meio dela vc chegará na rampa de asa delta com lindo visual de ingleses, jurere, canasvieira, brava, lagoinha....LINDA TRILHA(RECOMENDO FAZER ESSA, apesar de ser mais difícil).... o final dela coincide com a outra trilha(mais curta)

Algumas fotos:

Trilha entre canasvieira x jurerê(estava muito escorregadia) resolvemos desviar pequeno trecho e ir pelo asfalto, depois entramos novamente na praia até o forte

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Tempo encoberto praia jurerê indo para praia do forte

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Praia de Canasvieiras indo para ponta de canas

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Praia lagoinha

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Chegada praia brava(nb.: trilha termina do lado esquerdo, e vimos que estava aberta)

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Praia brava, lugar refinado

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4º dia - 08/07/2015 - Quarta-feira

 

Saída da praia dos ingleses e chegada a Barra da Lagoa-SC

+- 22 kms em aprox. 05:20 horas

 

Preparamos nosso café da manhâ comprado num supermercado próximo ao hotel.

Saimos bem cedo, com tempo frio e nublado, no dia anterior choveu muito.

No final da praia vira a direita com sentido ao Santinho, chegamos numa avenida, viramos a esquerda. Chegamos no Hotel Costa do Santinho, ali resolvemos ir pela trilha mais fácil(no ano passado fizemos pela costa), como estava chovendo fino, as pedras deveriam estar muito escorregadia).

A outra trilha começa dentro do Hotel, tem que entrar pela portaria, logo a seguir tem uma placa a esquerda indicando a trilha. Muito bem demarcada de aprox. 2 kms.

Chegamos na praia, caminhamos um bom trecho nela, como começou a ventar muito e chover mais forte com raios, entramos na rodovia que é paralela a praia.

Um lindo cachorro preto, nos seguia.... vimos um camping do lado esquerda da rodovia, tinha um restaurante com ótima comida(Prato feito R$15,00 por pessoa). Nisso o cachorro sumiu. O problema do cachorro que ele de vez em quanto ia pra o meio da estrada, o que causava stress.

Chegando na Barra da Lagoa, a chuva apertou mais ainda.

 

Hospedagem: Pousada Mariazinha, barra da lagoa, avenida principal, camas boas, tv, wifi ótimo, cozinha completa, ar condicionado, limpíssimo. Preço: R$80,00 o casal sem café da manhã. RECOMENDADÍSSIMO!

 

Algumas fotos:

Praia dos ingleses, tempo nublado e frio

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Início da trilha dentro do hotel(cachorro companheiro)

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Ótima trilha coberta

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Praia e nosso companheiro

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Logo a seguir entrando no asfalto, a partir dai, com chuva forte não temos fotos

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5º dia - 09/07/2015 - Quinta-feira

 

Saída da Barra da Lagoa-SC e chegada a Armação do Sul-SC

+- 26 kms em aprox. 06:30 horas

 

Saimos bem cedo, pois o trecho era complicado(subidas/descidas fortes e grande trecho na praia).

Logo de cara enfrentamos uma pequena mas forte subida/descida até a praia de galeta, atravessamos a praia e pegamos outra pequena trilha(fácil) até a praia Mole, curtimos um lindo visual........ paramos um pouco ali pra curtir as manobra dos surfistas....

Pegamos asfalto, e logo a seguir subida forte/descida até a Lagoa da conceição.

Fomos conhecer o hostel che lagarto, que fica na saída da lagoa indo para praia da joaquina.

Dali pegamos pequeno trecho em asfalto, chegando a praia......

Longoooooo trecho de praia até campeche, saimos da praia pois havia um paredão e não tinha como passar por ali..... resolvemos almoçar um PF a R$15,00 num restaurante próximo a praia.

Descansamos um pouco, resolvemos andar até a praia da armação do sul..pegamos novamente estrada asfaltada até a praia onde andamos mais alguns kms na areia....

No início muitas nuvens, mas muito quente.... no final chuva fina!

 

Hospedagem: Pousada Pires(048) 3237-5370 e 9971-2299, Armação do sul, simples, camas boas, tv aberta, sem wifi, cozinha completa, ventilador, preço: R$90,00 o casal sem café da manhã. Tem supermercado próximo pra comprar mantimentos e café da manhã.

 

Algumas fotos:

Lindo visual da praia de galeta(praia de nudismo)...

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Trilha entre galeta e Praia mole

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Praia de Joaquina...laaaá na frente moro que chegamos...

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Chegada a campeche, à frente paredão...

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Praia armação do sul...olhem o morro que visualizamos a uns 15 kms....

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Depois de muito sofrimento chegamos...

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6º dia - 10/07/2015 - Sexta-feira

 

Saída de Armação do sul e chegada Costa de dentro-SC

+-22 kms em aprox. 05:30 horas

 

Como pegaríamos trilha logo no começo, resolvemos sair com dia claro....

 

1º trecho: Armação x Lagoinha: Até matadero trilha em concreto(em alguns lugares o concreto estava muito escorregadio, então íamos pela grama ao lago), após trilha com subidas/descidas fortíssimas(curtas) com muitas pedras escorregadias. +- 02:30 horas

 

2º trecho: Lagoinha x Costa de dentro: Início subida fortíssima com muitas pedras, no topo lindo visual...logo a seguir descida forte, com muitas pedras(se estiver molhada, tomem muito cuidado, pois escorrega muitoooo).

 

Após trilhas, pegamos pequeno trecho em asfalto até as areias da Praia do Pântano do Sul.

resolvemos ir pela areia mesmo.... depois de um tempo vimos um hostel no final da praia da costa de dentro.

Dia de muito calor e no final céu encoberto.

 

Hospedagem: Hostel pousada da Praia, Costa de Dentro, não tem ar condicionado(muito calor), bem simples, cama razoável, tv só na sala, banheiro privado. Preço: R$120,00 casal com café da manhã.

O hostel fornece refeição: R$15,90 comercial por pessoa...ótima comida.

Obs.: apesar do hostel ser simples, a administradora, Juliana, é de uma educação ímpar, esquecemos completamente da estrutura, e aproveitamos cada momento na companhia dela e de seu esposo...pessoas educadíssimas...

 

Algumas fotos:

Pedras e mais pedras....

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Subindooooo....Lindooo visual

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Chegando a praia da lagoinha

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Trilha subindo após lagoinha

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Pedras e mais pedras...

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Chegada a praia do Pântano do Sul

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Praia de costa de dentro e uma vaca curtindo....

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7º dia - 11/07/2015 - Sábado

 

Saída da Costa de dentro-SC e chegada caldo cana estrada caieiras do sul-SC

+-23 kms em aproximadamente 06:40 horas.

 

Novamente saimos mais tarde, devido a alguns trechos de trilhas.

Pequeno trecho na praia da Costa de dentro depois entramos noutra praia.

 

1º trecho: Trilha em cimento(+- 3kms) com muito lodo, muito escorregadio, tivemos que fazer parte pela grama....depois trecho em trilha bem demarcada mas com mato alto, o que dificultava o rendimento, muitas pedras.... alguns tombos... mas no geral foi tranquilo... Lindo visual da praia de joaquina ao norte....terminamos no pastinho.

 

2º trecho: No pastinho começa a trilha que vai até naufragados, tem que ficar bem atento: quando vc chega no pastinho, passa dentro de um pequeno alagado, logo a esquerda tem uma linda formação rochoça que adentra o mar.....nesta formação vc visualiza uma trilha bem demarcada que sai do lado esquerdo, margeando o mar(numa praia cheia de pedras), NÃO ENTRE NELA. Erramos aqui, e perdemos um tempão!

A trilha correta é a que sai bem defronte ao pastinho, ela fica meio escondida, mas é só procurar depois de um lindo gramado com vegetação rasteira....No início subido bem forte, algumas bifurcações complica um pouco, mas tenha em mente que é sempre seguir morro acima, no topo outra bifurgação vc vira a esquerda..... daí é somente acompanhar o mar(que fica encoberto pela vegetação, mas dá pra ouvir o barulho das ondas.....)

Chegamos diretamente na praia, uns pescadores estavam armando rede para pesca da tainha....uma festa.

Seguimos toda a praia e fomos conhecer o farol de naufragados, após subir uma escada caindo aos pedaços, vimos um lindo visual da praia e do continente....retornamos a trilha até caieiras do sul(trilha tradicional), trecho com muitas pedras, e algumas subidas/descidas moderadas, mas bem demarcada.

No final desta trilha chegamos a um estacionamento, tinha um ponto de ônibus, mas resolvemos tocar o máximo neste dia, pois era somente em asfalto, com o mar a nossa esquerda...lindos visuais das praias, e de montanha no continente.....

Conseguimos chegar num caldo de cana(que é servido com açaí, muito gostoso).....

Como não havia hotel aberto nesta região, resolver pegar um busão e dormir no centro da cidade.

 

Hospedagem: Ibis hotel, centro, cama boa, ar condicionado, wifi, tv..Preço: R$160,00 sem café da manhã.

Obs.: estava acontecendo um grande exame na cidade, e a maioria dos hotéis do centro estavam lotados.

 

Algumas fotos:

Saída da praia da costa

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Trilha de concreto entre praia da costa até matadero

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Algumas pedras

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Mato alto, lindo visual do mar, pastinho do lado esquerdo da foto

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Entramos errado aqui.....

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Trilha bem demarcada até naufragados...

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Pesca da tainha

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Praia de naufragados visto da trilha que leva ao farol

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Trilha entre naufragados x estacionamento

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8º dia - dia 12/07/2015

 

Resolvemos mudar o roteiro, como dormimos no centro da cidade, pegamos um busão no terminal central até o TICAN(terminal de canasvieira), de lá pegamos outro busão até a Praia Brava... descemos no mirante da praia brava(entrada).

 

Quando fizemos o roteiro praia do forte x praia brava, moradores da praia da lagoinha, dizeram que a trilha estava fechada e com muitas cobras.... então resolvemos fazer o caminho inverso(prais brava x praia lagoinha).

 

1ª trilha:

Esta trilha começa um pouco abaixo do mirante....demarcada, bem curta, com uma subida/descida forte.... ela termina praticamente dentro duma casa.

Obs.: se tiverem vindo da praia da lagoinha para Praia Brava, o certo é seguir a estrada asfaltada até a casa de número 728(lado esquerda da via), entrar ali e subir a trilha que começa do lado esquerdo da casa.....é somente uma subida e uma descida até o mirante da praia brava.

 

Quando chegamos na casa(final da trilha), viramos a direita e fomos direto a praia, resolvemos fazer a outra trilha que leva, também a Praia Brava.

 

2ª trilha

Essa outra trilha começa no final da praia, subimos uma escada feita em pedra, seguimos uma trilha bem demarcada no fundo das casas e chegamos até uma pedra bem grande, vc avistará do seu lado direto, uma escada em concreto construida ao lado de umas casas....suba nela e vá até o final da rua, vire a esquerda.....no final da rua começa uma trilha bem demarcada, com subidas e descidas fortíssima, no topo tem a rampa de asa delta, com lindo visual das praias do norte(jurerê, canasvieira, brava, ingleses......).... após a rampa começa descida forte, como choveu muito na noite anterior tinha muito barro, ficando muito escorregadia.... no final ela encontra com a outra trilha que vem daquela casa que citei acima.

Chegamos novamente ao mirante, então decidimos ir até o final da Praia Brava e fazer a trilha até a Praia dos Ingleses.

 

3ª trilha:

Praia Brava x Praia dos Ingleses(trilha no costão): subimos uma escada na pedra até o inicio da trilha, tinha uma placa informando o perigo de assaltos(segundo pescadores, somente no verão que acontece assaltos nesta trilha, mas é bom se cuidar).

Alerta: a uns 150 metros tem uma pedra, com uma trilha subindo e outra descendo rumo ao mar, pegue essa(rumo ao mar), erramos novamente e subimos, no final não chegava a lugar algum.

Essa trilha tem que tomar muito cuidado, apesar de ser bem curta, ela é perigosa, pois vc segue beirando o costão, como choveu muito, estava muito escorregadia.

No início trilha normal sem grandes problemas, assim que a trilha chega em uma laje é que complica um pouco...... tem que descer, como é nas pedras, a trilha fica complicada, mas é só seguir observando mais a frente que verá a trilha quando sai das pedras.... assim vai até o final.

No final chegamos diretamente na praia dos ingleses, caminhamos um bom trecho na areia da praia até o centrinho. De lá pegamos um busão direto a barra da lagoa, pois no outro dia faríamos o resto da volta a ilha(do caldo de cana até o aeroporto).

Obs.: procure não fazer essa trilha em epóca das chuvas, pois são bem escorregadias mesmo...

 

Tempo aproximado: 05 horas essas 3 trilhas e a parte das praias.

 

Hospedagem: Hotel Mariazinha, na barra da lagoa...ver detalhes no início do relato. Foi engraçado, quando chegamos, a proprietária(que cobrou R$80 no outro dia), queria cobrar R$100 por dia, dizendo que ela tinha lavado as roupas de cama e banho..... e nós com isso, iríamos ficar mais um dia..... no final negociamos ficar mais 2 dias com ela..... ao preço "antigo". só no Brasil mesmo!

 

Algumas fotos:

1ª trilha...subindo(praia brava x lagoinha)

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1ª trilha chegada na casa 728 da estrada que liga praia da lagoinha a praia brava

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2ª trilha (praia da lagoinha x praia brava) início(escada de concreto)

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Lindo visual

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Do lado esquerda da foto praia brava(dá pra avistar ingleses) do lado direto(jurerê, canasvieira...) Um dos mais lindos mirantes da ilha

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Outra foto do mirante(ao fundo ingleses)

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3ª trilha(Praia brava x Praia dos ingleses), pelo costão - início do costão, ficar atento aqui.

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Trilha termina nesta laje, daqui pra frente tem muita pedra....

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Trilha um pouco complicada

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Avistando ingleses

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Praia dos ingleses

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      8° Dia: C. das Pedras/Cristina (36km).
      Mais um dia com uma serra a ser vencida, talvez a maior inclinação do trecho, porém esse trecho é o mais belo do caminho, passa por mata nativa, pelo bairro Sertãozinho e Vargem Alegre onde há muitas plantações de banana e café, em Vargem Alegre (km18) há uma pousada, seguindo adiante, o caminho até Cristina revela-se magnífico com suas belas paisagens, Cristina é uma cidade turística e charmosa, a mais bela do caminho...
      9° Dia: Cristina/Carmo de Minas Carmo de Minas (20km)/ Soledade de Minas (16km).
      Pretendia fazer os 36km mas entre Cristina e Carmo de Minas é por uma rodovia movimentada e sem acostamento, portanto peguei uma carona até Carmo e de lá iniciei os 16 km até Soledade, o trecho é por terra e plano, não tem a beleza dos trechos anteriores mas é bonito, ali já estamos caminhando pela famosa Estrada Real, Soledade de Minas é uma cidade bem pequena, há um trem turístico que vem de São Lourenço até lá...
      10° Dia: Soledade de Minas/Caxambu/Baependi (30km).
      Pra sair de Soledade é necessário subir uns 4 km de asfalto (trecho movimentado) até a estrada de terra que leva a Caxambu, alguns km depois encontra a Estrada Real e segue até a cidade por trechos tranquilos, com matas preservadas, consegui ver alguns saguizinhos nas árvores, ao chegar em Caxambu segue pela rua de cima da rodoviária rumo a Baependi, terra de Nhá Chica, devido a proximidade das cidades, os 7 km finais não tem muita beleza, com alguns lixos no meio da estrada mas ali o importa é chegar ao Santuário de Nhá Chica e agradecer pela jornada perfeita, conhecer o local, comprar lembranças, carimbar e pegar o certificado, foi o que fiz depois segui para um hotel p/ descansar e voltar pra casa no dia seguinte...
      POUSADAS QUE PERNOITEI: Preços em 2019...
      Santa Varanda: Inconfidentes: $50 Tem janta 👍
      Nossa Senhora de Fátima: Borda da Mata: $60 Tem janta 👍
      Hotel Silva: Congonhal: $50🙁 sem janta (é melhor ficar no JS).
      Pousada do Adão: Espírito Santo do Dourado: $50🙁sem janta (Na verdade é ponto apoio onde vc pousa, não tem outra opção por enqto).
      Hotel Luciana: Silvianópolis: $50👍 Tem janta no comércio embaixo do hotel.
      Pousada Castelo: Careaçu: $50👍 Tem janta na praça da Matriz.
      Hotel Vilarejo: Heliodora: $50😒 (Única opção na cidade, tem o suficiente, conseguimos janta mas não sei se é sempre que consegue).
      Natércia: Pousada do Juliano: $?👍Tem janta, eu não fiquei lá mas vi que é bonita.
      Conceição das Pedras: Pousada da Dona Fininha ☹️ $50 sem janta, fica atrás de um posto de gas.
      Bairro rural Vargem Alegre: Zé Toco $?( Por ser casa de família, provavelmente serve janta, eu não fiquei lá).
      Cristina: Pousada Casarão: 👍🤑$100 (belíssima pousada mas é cara e não oferece janta, é melhor ficar na Pousada Real, do Célio, $50 + janta).
      Carmo de Minas: Hotel São Lucas:👍$? (Não fiquei mas vi que o hotel é muito bom).
      Soledade: Solar das Montanhas: 👍$60(boa mas não serve janta).
      Caxambu: Hotel São Francisco 👍$80 não oferece janta.
      Baependi: Pousada Instituto Nhá Chica: 👍$? (não fiquei, não sei se serve janta, a pousada é bonita).
       
      Se quiserem um relato bem detalhado visite o site abaixo:
      http://www.oswaldobuzzo.com.br/Home/caminho-de-nha-chica
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Marcos Tavares
      <PT>
      Olá galera, me chamo Marcos e moro na Barra da Lagoa em Florianópolis, um dos lugares mais lindos do Brasil. Adoro este lugar e poder compartilhar oque há de bom aqui. Se estiverem afim de se divertir contem comigo! me chamem no whasapp +55 19 981652554
      <EN>
      Hi guy, i am Marcos, and i live at Barra da Lagoa beach in Florianópolis (BR), one of the most Brazil's beautifull place. I love this place, and i love to share what is good in here. Whether you are up to enjoy tell me, let's do it! Call me on whatsapp +55 19 981652554.
       
    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉
    • Por Jackson Branco
      Boa noite. Peço desculpa pelo textão se alguém puder ler e tiver algo a contribuir, fico agradecido. É que sou absolutamente novato nesse hobby, aliás, nunca fiz nada parecido. Faz um tempo que to procurando alguma forma de sair da rotina, e por acaso o grupo apareceu na minha TL. Eu tenho 10 dias de ferias para tirar até dezembro, e cogitei fazer um mochilinho (10 dias não da pra nada ne?).   Eu tava procurando algo por SC (moro em Chapecó), que fosse um trajeto curto, porém não achei nada que parecesse interessante aqui perto da minha cidade. Então pensei em pegar ônibus até Florianópolis (cerca de 550km daqui), e subir pela praia de Floripa até Balneário Camburiú. O caminho mais curto, pela BR-101, daria 85km, pela praia aumentaria um pouco.   As dúvidas iniciais, são: alguém um pouco acima do peso ideal, conseguiria fazer esse trajeto? Pensei em andar no mínimo uns 20km/dia. Quais seriam os itens básicos que eu deveria levar? Eu tenho uma barraca (nunca nem usei, nunca acampei, no máximo fiz trilha curta), pessoas que usam barracas para pernoitar, como fazem com relação a higiene básica? Qual a solução para banhos, roupas...? Um dos maiores medos é com relação a segurança, sobre onde acampar e tal, porque eu não teria grana pra pagar por hospedagens todos os dias.   Espero que alguém leia, se tiver alguma dica, conselho, indicação, fico feliz em receber.


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