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Melissa Shiroma

Como ir direto de Arica (Chile) para Arequipa(Peru)?

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Oi pessoal, tudo bem?

 

Estou planejando ir do Chile para o Peru em outubro e estava com a rota: Iquique (CH) --> Arica (CH) --> Tacna (PER) --> Arequipa (PER), tudo de ônibus.

 

Pesquisando em sites, blogs, etc, vi que essa é o trajeto mais comum. Porém, já achei gente que foi direto de Arica para Arequipa, mas sem informações detalhadas...

 

Enfim, alguém sabe me dizer se tem ônibus direto mesmo? E se de fato eu ganho tempo indo dessa forma?

Ou, ainda, tem algum outro trajeto direto entre essas cidades?

 

Obrigada!!

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Enfim, alguém sabe me dizer se tem ônibus direto mesmo? E se de fato eu ganho tempo indo dessa forma?

Ou, ainda, tem algum outro trajeto direto entre essas cidades?

 

Já vi relatos de quem foi direto, mas dizem ser mais caro.

Acho q vc não ganhará tempo, e se ganhar será insignificante. Com certeza tem muito mais horários de ônibus a partir de Tacna do que de Arica (se realmente tiver). Melhor ir de taxi para Tacna, pois enquanto de ônibus vc tem aguardar os outros 45 passageiros passarem pela fronteira, de taxi vc só aguarda os outros 4 passageiros (sim, os taxis levam cinco).

De Tacna para Arequipa fui de avião (fim de viagem, fui luxar um pouco). Comprei a passagem pela manhã na própria Peruvian Airlines (fica no Centro de Tacna e não no aeroporto) e embarquei à tarde. Trinta minutos e 50 dólares depois eu estava em Arequipa. Compra a passagem e aproveita o tempo pra dar uma visitada na praça centra e igreja de Tacna. Tem tb alguns museus sobre a Guerra entre Chile-Peru-Bolívia, bem interessantes e gratuitos.

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    • Por Alisson&Ione
      Bom galera, aqui vai mais um relato nosso, mas desta vez é o primeiro mochilão mesmo (mochila nas costas, nada de malas), mas ainda preferindo uns hotéis com um pouco de conforto.
       
      Esse relato é principalmente sobre o sul do Peru, de ônibus, tendo culturas pré-Inca, Inca e Coloniais, então aqui vocês encontrarão dicas sobre: Cusco (Tipon, Pikillaqta e Andahuaylillas), Rota do Sol Cusco-Puno (Andahuaylillas, Raqchi, Juliaca, Sicuani, La Raya e Pukara), Puno (Lago Titicaca e Ilha Uros), Arequipa (Museu Andino – Juanita, Canion del Colca em 01 dia, Convento de Santa Catalina e casa colonial de Moral), Nasca ou Nazca (aquedutos, los Paredones, El Telar, cemitério Chauchilla e voo sobre as linhas de Nazca), retorno a Cusco; tudo de ônibus.
       
      DICA: fizemos essa viagem graças a mais uma megapromo da TAM anunciada no site Melhores Destinos. Fechamos todos os trechos de ônibus comum pela CRUZ DEL SUR pelo site deles. Esta companhia é uma das melhores do Peru. Eles possuem dois tipos de ônibus (Cruzeiro e Cruzeiro Suite). Nos trechos Puno-Arequipa e Arequipa-Nazca fomos no ônibus Cruzeiro, este você pode comprar por dois valores: piso inferior (mais caro) ou segundo piso (mais barato). Em todos os pisos ha serviço de bordo (comida e entretenimento). O trecho Nazca-Cusco só possui Cruzeiro Suite (mais caro, mas com poltronas maiores e serviço de comida melhor). Sempre despachamos as mochilas, com meu netbook dentro e não aconteceu nada. Claro que, se for algo que quebre com facilidade, é bom levar na mão. A rota do sol Cusco-Puno fizemos com a companhia Inka Express, fechamos antes por e-mail e pagamos no dia anterior a viagem. Detalhe importantíssimo: os banheiros são apenas para urinar, não se pode fazer o número 2, independente do preço e tipo de ônibus, então é bom ter cuidado com o que se come hehehehehe.
      FOTO da ROTA

      Quase de véspera a dona TAM liga avisando que o voo FOR-REC-RJ tinha sido cancelado , então fomos remanejados ao voo FOR-RJ pela madrugada, ou seja, 10h no aeroporto do RJ para embarcar a Cusco. Chegando em Cusco na manhã do dia seguinte, por volta das 07h, fomos direto ao Sumac Wasi (fechamos pelo Decolar, como já conhecíamos na nossa primeira vez no Peru, gostamos do local, principalmente por ser a poucos metros na Praça de Armas, contudo estava mais caro, U$ 40).
      Já tentamos fechar o passeio de ônibus para Tipon, Pikillaqta e Andahuaylillas, que o funcionário viu se tinha vaga e confirmou saída as 09:30h (35 soles por pessoa mais 10 soles para entrar em cada local). Antes de sair do hotel um funcionário do Inca Express veio pegar o pagamento da Rota do Sol (U$60 por pessoa). Ônibus lotado de turistas partimos para Tipon. Não bastasse a altitude de Cusco, Tipon fica encima de uma montanha. Local lindo, de agricultura e caminhos d'água. Como tínhamos acabado de chegar, no primeiro lance de escada quase morremos hehehehehe . Ione passou mal e tivemos que parar várias vezes, em uma dessas, lá se vai a máquina pequena cair dentro de um dos caminhos de água. Minutos depois de eu ter que tirar tudo das costas e tentar pegar a máquina... pescamos a máquina novamente mas acreditávamos que “já era” . Tipon é um sítio arqueológico muito bonito e era praticamente para agricultura.
      FOTOS



      De lá fomos a um vilarejo conhecer a igreja colonial de Andahuaylillas. Belíssima igreja, com árvores de mais de 300 anos na praça. Aqui não se pode tirar fotos, mas achei uma pelo Google. No caminho passamos por Lucre.
      FOTOS


       
      De lá partimos para Pikillaqta (Cidade das Pulgas), local pré-inca do povo Wari. Já estávamos mortos pela altitude logo no primeiro dia. Interessante ver como eles já dominavam o gesso. Bem próximo a este sítio existe um paredão (portão) de controle de entrada e saída a época que merece umas fotos.
      FOTOS



       
      Retornamos a Cusco no comecinho da tarde. Almoçamos por Cusco, dormimos um pouco e curtimos a noite pela Praça de Armas.
       
      Manhã do dia seguinte tínhamos que estar as 07h no ponto de saída do ônibus turístico com destino a Puno. Primeira parada: Andahuaylillas (isso mesmo, paramos aqui novamente heheheheh ). Só que desta vez com a entrada já paga e ida ao museu (que fica ao lado da igreja e que o guia do ônibus simples, que pegamos no dia anterior, nem citou ). Esse museu é legal, tem um esqueleto que uma criança com o crânio alongado onde este crânio representa mais de 25% do corpo da criança. Aqui conhecemos nosso amigo e companheiro mochileiro Fabrício. Gente muito boa. Muita conversa boa pra passar o tempo. Adivinhem quem estava funcionando como se nada tivesse acontecido? Isso mesmo, a máquina batizada em Tipon funcionava normalmente heheheheheh . Geralmente ha vendedores durante a rota. Compramos um guia com fotos e explicações da rota por 10 soles.
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      Próxima parada: Raqchi. Simplesmente sensacional!!!. Templo ao deus Wiracocha que merece ser visto com calma. Novamente as entradas já estavam incluídas. O paredão continua em pé (com reformas) e aqui é o único sítio que tem torres redondas (uma única ainda está em pé). DICA: se for comprar artesanatos de barro compre aqui, Raqchi era conhecida pelas suas peças de barro e argila, considerado as melhores pelos Incas.
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      Nova parada: Sicuani para almoçar. Ótima música, comida divina, com sobremesa, quase tudo já pago (somente as bebidas geladas não estão incluídas).
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      Parada seguinte: La Raya, o ponto mais alto (4335 metros de altitude). Pense na sorte, assim que chegamos começou a cair NEVE!!!! Isso pra quem mora em Fortaleza é simplesmente sensacional kkkkkkkkk .
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      De lá passamos pela “famosa” Juliaca e, sinceramente, nada vale a pena aqui. O próprio guia avisa que tudo na cidade é informal, perigoso, muitos crimes, etc etc. Aqui vale uma DICA: no Peru, quando se conclui uma obra você paga impostos, sobre a obra acabada e sobre todo o material usado, então qual foi o jeitinho brasileiro, digo, peruano?! Não concluir a obra e informar ao governo que a obra ainda não está concluída. Você verá praticamente todas as casas e prédios com vigas de ferro sobrando pra cima e as laterais e fundos no tijolo ainda. Até hotéis, com a frente bonita e acabada, mas as laterais no tijolo. Sinceramente fica feio e não leva o governo a lugar nenhum. Deveriam rever essa lei. O problema maior é que, em Juliaca, tudo esta em “construção” (ruas e praças destruídas, parece um guerra).
       
      Próxima parada: Pukara, novamente uma cultura pré-inca. O nome veio da cor avermelhada da montanha e ainda da maioria das casas. Aqui os espanhóis “fizeram, goela abaixo,” a mudança da cultura da lhama pelo touro (é comum no Peru você cer um casal de touros nos telhados). O museu é simples mas vale a pena ver as peças. A igreja estava fria devido as paredes de pedras.
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      Chegamos em Puno a noite. Nos perdemos do Fabrício. Tínhamos que fazer um pagamento até as 18h no banco BCP (pois tínhamos feito a reserva do Cañion del Colca com a empresa Colcadina Tour pelo site mas eles informam que o pagamento tem que ser feito até o dia anterior). A Ione passou muito mal. Estava frio e a altitude ainda nos afetava . A praça de Armas é bem simples. Comi uma pizza na Pizzaria Andina, na rua ao lado da praça de Armas, onde fica os restaurantes (pizza boa por 20 soles).
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      Fechamos na mesma noite um passeio para as ilhas flutuantes de Uros na manhã seguinte (40 soles por pessoa). DICA: fechando com antecedência dá pra fechar por 30 soles ou até 20 soles.
      As 09h do dia seguinte foram nos pegar e levar ao passeio de barco. O Lago Titicaca impressiona. Totoras por todos os lados. Chegando nas ilhas flutuantes há toda uma explicação de como elas surgem. Aqui é tudo muito turístico e eles praticamente pedem pra você ajudar (comprando artesanatos, lembranças, passeios de barco, etc). Como não há agricultura na ilha e turistas não vão o ano todo eles precisam se manter. Passeamos por um barco de Totora e conhecemos Katerina, italiana que esta no Peru para trabalho voluntário com crianças. Chegamos na ilha de Utama onde se pode carimbar o passaporte (adoramos isso!). Esse passeio dura em media 3h a 3h e meia.
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      Fomos a rodoviária de Puno pela tarde rumo a Arequipa, onde chegaríamos por voltas das 20:30h. Viagem tranquila. Chegando em Arequipa logo notamos a diferença: Arequipa é enorme, cidade grande mesmo, muito bonita mas de transito um pouco caótico. Estávamos tensos pois não tínhamos recebido a confirmação do pagamento para o Canion, que chegou por volta das 22h por e-mail, informando que nos pegariam entre 2h e 3h da manhã, ou seja, pouquíssimas horas para dormir. Nos pegaram as 2h em ponto hehehehehe (muito sono) . A Topic saiu pegando turistas em vários hotéis e hostels (turistas de todo canto do mundo, inclusive Rodrigo, carioca que mora em São Paulo e Soimer, peruano, aos quais fizemos amizades).
      La pelas 3h estávamos pegando estrada, tão frio que a janela congelou pelo lado de dentro kkkkk . Entramos em Chivay (cidade que começou a ficar aberta para turismo por volta dos anos 70) e tomamos café por aqui (muito frio, devia esta uns 03 graus negativos ). Seguimos para a mirador Cruz del Condor mas fazendo várias paradas (paramos em Maca com sua igreja de espelhos; vários miradores com vista belíssimas do Canion; Yanque com sua igreja enorme; a passagem pelo túnel é bem divertida, etc etc). Quando chegamos ao mirador pense na alegria, era dia de voos. Demorou um pouco mas depois os condores começaram a voar, dando rasantes nas cabeças dos turistas; foi lindo. Tem gente que vai e não ver nada, tivemos a sorte de ver inúmeros voando.
      FOTOS, MUITAS FOTOS









      Almoçamos no Urinsaya e voltamos pelos Pampas Cañahuas até Arequipa. A Praça de Armas é uma das mais linda que já vimos. As vistas dos vulcões é algo sensacional. Arequipa tem tanta coisa pra se ver que o tempo se torna pouco. Sugiro uma olhada neste link para se programar http://www.minube.com/que_ver/peru/arequipa?page=1
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      No dia seguinte tínhamos que aproveitar bem o tempo. Começamos pelo Museo Andino (Casa de la Cultura de la Universidad Católica de Santa Maria, não procure pelo nome Museo Andino nas paredes que você não vai achar, procure por Casa de la Cultura) e Juanita estava presente. Sensacional !!!! (pena não poder bater fotos). O documentário que passa antes é muito bom. As entradas são agendadas pela língua do documentário.
      De lá fomos para o Monastério de Santa Catalina (35 soles por pessoa). Muito interessante ver como as freiras dedicavam suas vidas enclausuradas aqui.
      Depois almoçamos em um restaurante argentino. Infelizmente não deu para conhecer as Picanterias (restaurantes típicos de Arequipa). Andamos pelos mercados e igrejas próximo a Praça de Armas. Fomos também a Casa del Moral (Casa Colonial, 05 soles por pessoa). De noite fomos a rodoviária para pegarmos o ônibus para Nasca. Noite inteira viajando, chegando em Nasca próximo as 07h.



      Como não tínhamos fechado nada aqui, saberíamos que os preços não seriam convidativos e tínhamos que fazer tudo no dia, pois a noite retornaríamos a Cusco. Existe alguns vendedores de passeios na rodoviária onde fechamos um passeio pelos Aquedutos de Cantalloc, El Telar, Los Paredones, Cemitério de Chauchilla, oficina de barro e ouro. Começou com um preço absurdo e foi caindo até menos da metade. Fechamos também um monomotor para 04 pessoas por U$95 (cada pessoa, mais 25 soles da taxa do aeroporto).
      FOTOS









      Passei muito mal no voo, enjoos e uma vontade de desmaiar, mas no fim deu tudo certo e foi inesquecível (apesar de nós imaginarmos outra coisa quando falávamos das famosas linhas de Nasca).
      A noite novamente na rodoviária para passar mais uma noite no ônibus, agora regressando a Cusco. A viagem estava quase perfeita mas faltava algo, quando, no meio do nada, o ônibus para em um local devido a obras, abre a porta e ouvimos: “papas rellenas y choclo com queso”... acordamos na hora e nos olhamos: “Choclo!!!” kkkkkkkkkkkkk ir no Peru e não comer Choclo é um crime. Compramos e comemos, ai sim, viajem perfeita kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      No aeroporto fomos informados que o voo de volta foi cancelado mas nos colocaram em outro mais cedo. Em Lima um atraso inesperado e nos colocaram em outro voo. Parece ruim mais no final foi até melhor, chegamos em Fortaleza 1h30min antes do esperado.
      Amamos o Peru, falta ainda mais duas mochilada por aqui: uma pelo norte e uma pra fazer a trilha Inca.
      Qualquer dúvida ficamos a disposição e lembrem-se: Mochilar é viver, então vá viver rapaz, não perca mais tempo!
      A&I
    • Por hlirajunior
      Olá pessoal, após a leitura de muitos relatos de viajantes que foram ao Peru de carro ou moto e não tiveram maiores problemas, decidimos encarar uma viagem de carro até lá. Foram alguns meses de preparativos até a definição do roteiro final (que alteramos pouca coisa no decorrer da viagem), no qual pretendíamos visitar os principais pontos turísticos acessíveis com o nosso veículo, procurando realizar uma viagem econômica mas sem passar apertos. Decidimos ir pelo norte da Argentina e norte do Chile, assim passamos novamente por locais já visitados na viagem que fizemos em 2012 ao Atacama http://www.mochileiros.com/atacama-de-carro-video-com-a-filmagem-completa-da-estrada-pelo-paso-de-jama-t75603.html. Dentre os principais objetivos da viagem estavam: Salta, Tilcara, San Pedro de Atacama, Antofagasta, Iquique, Arequipa, Nasca, Lima, Cusco, Machu Picchu e Puno. Irei fazer um relato para cada dia da viagem, com fotos e gastos com hotéis e combustíveis. Filmei toda a viagem com uma câmera no parabrisa do carro, pretendo colocar em cada relato um video com o trecho percorrido. Nesse primeiro post vou colocar o mapa do trajeto percorrido, os documentos que levamos para cada país e algumas dicas.
       
      A planilha de gastos está disponível para baixar como anexo
       
      Documentos necessários:
      Argentina: Passaporte ou RG, Carteira de motorista, CRLV do veículo em nome de algum dos viajantes, Seguro Carta Verde
      Chile - Passaporte ou RG, Carteira de motorista, CRLV do veículo em nome de algum dos viajantes e seguro SOAPEX
      Peru - Passaporte ou RG, Carteira de motorista, CRLV do veículo em nome de algum dos viajantes, Seguro SOAT
       
      Dica: Não é obrigatório, mas recomendo levar a Carteira Internacional de Motorista (PID). Os policiais olham e já percebem que você está mais preparado. Recomendo levar também o passaporte, agiliza os trâmites na fronteira. Levamos também o manual do carro com o carimbo da última revisão para comprovar que revisamos antes da viagem e o CRLV do ano anterior para as abordagens policiais. Assim quando éramos parados entregávamos a PID e CRLV do ano anterior e deixamos o CRLV atual e a carteira de motorista guardadas para mostrar somente nas aduanas.
       
      Além dos documentos, levamos os seguintes equipamentos para o veículo: 2º triângulo, cambão e um kit de primeiros socorros. Nenhum desses itens foram solicitados (nessa e nas outras duas viagens que fizemos pela Argentina e Chile), mas como já tínhamos, levamos assim mesmo. Antes da viagem fizemos uma boa revisão no carro, trocamos o óleo, filtro de gasolina, óleo, ar condicionado, fizemos geometria, balanceamento e alinhamento das rodas e pedimos para dar uma olhada geral na suspensão e freios. Também compramos duas lâmpadas reservas para o farol baixo, já que é obrigatório circular com elas ligadas mesmo de dia nas estradas.
       
      O seguro Carta Verde adquirimos pela nossa seguradora, Porto Seguros sem custo adicional. Foi solicitado logo na entreda da Argentina, é possível fazer nas cidades fronteiriças também. Já o seguro SOAPEX para o Chile, emitimos online pelo site: http://www.magallanes.cl/magallaneswebneo/index.aspx?channel=8212 e o pagamento pode ser feito pelo Paypal e você escolhe o período de vigência. O seguro SOAT, obrigatório para o Peru, fizemos em Tacna (La Positiva no endereço Calle Apurímac 201 - 209), mas é possível fazer logo após a aduana de Santa Rosa, que faz fronteira com o Chile. Duzentos metros depois da aduana a direita há uma placa indicando o local onde é vendido o seguro. Por 30 dias pagamos o equivalente a 40 soles. É fundamental fazer esse seguro para não ter problemas nas estradas peruanas. No decorrer dos relatos vamos contando sobre as abordagens dos policiais nas estradas do Peru. O seguro do nosso carro só tem extensão de perímetro para os países do Mercosul e Chile, não conseguimos fazer a cobertura para o Peru, acabamos indo sem.
       
      Com relação ao dinheiro, preferimos levar dólares para trocar no Chile e Peru. Para a Argentina, levamos reais e fizemos o cambio na fronteira, a cotação estava AR$ 1,00 = R$ 0,27 ao passo que em Tilcara estava AR$ 1,00 = R$ 0,53. O ideal é trocar todo o dinheiro a ser usado na Argentina logo na fronteira. Para o Chile e o Peru íamos trocando conforme a necessidade. O real tem uma boa cotação am Arequipa, Lima, Cusco e Puno, nos demais locais a cotação estava péssima.
       
      Pagamos os hotéis em dólares e fazíamos as reservas pelo Booking durante o decorrer da viagem. No Chile e Peru ao efetuar o pagamento em dólares não é necessário pagar o imposto local os viajantes que ficam menos de 60 dias no país. Na Argentina, estava compensando pagar em pesos, por que na conversão ficava mais barato o hotel. Todos os hotéis que ficamos possuem estacionamento e no decorrer dos relatos vamos colocando o nome, localização e preço na data que ficamos.
       
      A viagem durou cerca de 30 dias e percorremos em torno de 11500km. Optamos por ir e voltar pelo Atacama e norte da Argentina por ser um trajeto conhecido e relativamente tranquilo, mas é cansativo ir e voltar pelo mesmo caminho. Segue abaixo os mapas com o trajeto da ida e da volta.
       
      Indice de postagens:
      Dia 01 - 25/12/2015 - Mais dicas importantes e primeiro dia da viagem Dia 02 - 26/12/2015 - De Curitiba a San ignacio[AR] Dia 03 - 27/12/2015 - De San ignacio a Salta Dia 04 - 28/12/2015 - De Salta a Tilcara Dia 05 - 29/12/2015 - De Tilcara[AR] a San Pedro de Atacama[CH] Como chegar ao posto Copec em San Pedro Dia 06 - 30/12/2015 - Passeios em San Pedro de Atacama Dia 07 - 31/12/2015 - Passeio nas Lagunas Antiplánicas Dia 08 - 01/01/2016 - De San Pedro de Atacama a Antofagasta Dia 09 - 02/01/2016 - De Antofagasta a Iquique Dia 10 - 03/01/2016 - De Iquique[CH] a Tacna[PE] Dia 11 - 04/01/2016 - De Tacna a Arequipa Dia 12 - 05/01/2016 - Passeios em Arequipa Dia 13 - 06/01/2016 - De Arequipa a Nasca Dia 14 - 07/01/2016 - De Nasca a Lima Dias 15,16 e 17 - 08-09-10/01/2016 - Passeios em Lima Dia 18 - 11/01/2016 - De Lima a Nasca Dia 19 - 12/01/2016 - De Nasca a Abancay Dia 20 - 13/01/2016 - De Abancay a Cusco Dia 21 - 14/01/2016 - Passeios em Cusco Dia 22 - 15/01/2016 - De Cusco a Ollantaytambo - Vale Sagrado Dia 23 - 16/01/2016 - Machu Picchu Dia 24 - 17/01/2016 - De Ollantaytambo a Puno Dia 25 - 18/01/2016 - Passeio as Ilhas de Uros e viagem de Puno a Tacna Dia 26 - 19/01/2016 - De Tacna[Peru] a Calama[Chile] Dia 27 - 20/01/2016 - De Calama[Chile] a General Guemes[Argentina] Dia 28 - 21/01/2016 - De General Guemes a Corrientes Dia 29 - 22/01/2016 - De Corrientes a Foz do Iguaçu Dia 30 - 23/01/2016 - Ida ao Paraguai e viagem de Foz do Iguaçu a Curitiba  
       
       
      Trajeto da ida

       
      Trajeto da volta

       
      Vídeos das estradas percorridas na viagem, 12000km de filmagens:
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
      https://www.youtube.com/watch?v=YONvHjLMuvo
       
      https://www.youtube.com/watch?v=AQd5D_jPLTI
       
      https://www.youtube.com/watch?v=2_Rhrro_UxA
       
      https://www.youtube.com/watch?v=VyrmKHBqEyM
       
      https://www.youtube.com/watch?v=msWEf08eEK8
       
      https://www.youtube.com/watch?v=SXT08k1E1MQ
       
      https://www.youtube.com/watch?v=Rr_F5LcxRuI
       
      https://www.youtube.com/watch?v=Bjxx2GfF4rw
       
      https://www.youtube.com/watch?v=_wt0e_PNv6g
       
      https://www.youtube.com/watch?v=sBM6Wdcmcr4
       
      https://www.youtube.com/watch?v=O4e877RVuq8
       
      https://www.youtube.com/watch?v=k969QIa3xTM
       
      https://www.youtube.com/watch?v=Th_ike28o7Q
       
      https://www.youtube.com/watch?v=AtL-UCZhvO8
       
      https://www.youtube.com/watch?v=N1SJV43F1v0
       
      https://www.youtube.com/watch?v=XQMlBuwxplw
      despesas.xls
    • Por MariaEmilia
      [align=justify]Meu último mochilão (2013/2014) foi diferente dos anteriores, afinal viajamos somente eu e Jailson, as crianças estavam passando férias com outros parentes (Maria Clara com a bisa em Belém do Pará e João Pedro com a mãe em Cáceres)
       
      Então nosso percurso seria “alternativo” nesses 22 dias na “estada”
       
      Como sempre nosso ponto de partida foi o percurso Cuiabá > Cáceres > Corixa (fronteira) > San Matias > Santa Cruz de la Sierra. Para depois seguir Santa Cruz de la Sierra > Cochabamba > Iquique (via Pisica) > Arica > La Paz (via Tambo Quemado) > Santa Cruz de la Sierra > San Matias > Cáceres > Cuiabá (como gostei do mapa postado pela camilalisboa, vou "roubar" sua ideia e postar a rota do meu mochilão, como não sou boa de mapas ele foi elaborado pelo meu amigo Viktor, então quero pedir licença à Camila, pelo "plagio" e ao Viktor pela elaboração do mapa)

      Saímos de Cuiabá dia 22.12 (domingo) com destino à Cáceres em uma van da empresa Meira Tur, que busca o passageiro na residência e pode deixar você diretamente na sede da PF em Cáceres, para os tramites alfandegários, pois agora (desde de outubro 2013) é obrigatório o carimbo da PF no passaporte ou a papeleta de autorização para quem viaja somente com RG (isso é um problema em minha opinião, pois durante alguns meses eles ? ? ? ? bolivianos da Aduana em San Matias exigem esse documento e depois de algum tempo já não exigem mais, então você fica sem saber se é necessário ou não, eu para evitar contratempos e ter de voltar 100 km, sempre passo lá para solicitar essa autorização)
       
      Dia 23.12 madrugamos para poder sair no ônibus da 5 horas rumo a fronteira, o dia estava chuvoso e com bastante neblina na estrada, chegando em Corixa é hora de negociar com os taxista bolivianos a ida até o Terminal com uma parada antes na migracion, nessa negociação tem que deixar claro a parada para os tramites burocráticos, se não vão querer cobrar duas corridas. Chegamos a Aduana ainda estava fechada mais já tinha um brasileiro esperando (esse por sinal teve que voltar até Cáceres pois estava sem a autorização da PF), depois de mais de meia hora a responsável chegou e demos entrada no país, saindo fomos até a casa de câmbio trocar alguns poucos reais e seguimos para o Terminal.

       
      Tenho dois chips boliviano, um da Entel e outro da Tigo, essas duas operadoras, além da Viva, agora estão com cobertura em praticamente todo o percurso que realizamos, na estrada o sinal era “ótimo” e não lembra em nada o sinal das operadoras brasileiras. :'> :'>
       
      Quatro empresas fazem o percurso até Santa Cruz, saindo às 8:30 (Trans Velasco), 9 (Expreso Matieño) e 9:30 (Expreso San Matias) além de 14 horas (Trans Bioceanico). Compramos passagem para às 9:30 e ficamos no Terminal “matando” o tempo até o horário da viagem. Chegamos em Santa Cruz de la Sierra por volta das 2 horas da madrugada depois de 16 horas de viagem sem “atropelos”. Minha cunhada não tem mais apartamento na cidade, então atravessamos a rua e fomos procurar hotel, como era madrugada e não queríamos “perambular” com mochilas nas costa, aceitamos pagar “uma fortuna” no Hotel Jenecherú, em frente ao Terminal Bimodal. Nesse horário já tem vans na frente do Terminal aguardando passageiros para saírem para Cochabamba (nosso próximo destino), Sucre e outras localidades, mais resolvemos ficar na cidade até à tarde, pois tínhamos que trocar reais por bolivianos e a melhor opção era Santa Cruz, pois conforme vamos adentrando na Bolívia mais o câmbio para reais é desfavorável. Pela manhã fomos ao Terminal ver quanto estava o câmbio e já comprar as passagens para Cochabamba, como sempre o câmbio em rodoviária não é favorável, então seguimos até a zona 7 Calles, na plaza 24 de Septiembro e fizemos o câmbio, 1 real por 2,75 bs. O melhor horário para cambiar é no começo da manhã, quando as bolsas de valores então começando a operar. Na volta almoçamos na praça de alimentação do Terminal, essa foi uma das melhores refeições da viagem = arroz, salada, batata frita e bife em porções generosas. Retornamos ao hotel para descansar até às 15:30 horas (a diária tem uma tolerância, basta conversar na recepção) e retornamos ao Terminal para seguir viagem.
       
      Nosso próximo destino seria Cochabamba e de lá para Iquique, no Terminal Bimodal achamos duas empresas que fazem o percurso Santa Cruz de la Sierra x Iquique, mais todas com “baldeação” em Cochabamba ou Oruro e a passagem se torna bem mais cara, estavam cobrando 600 e 580 bs.
       
      Era 24.12, véspera de natal e estranhei a pouca movimentação do Terminal em comparação com outros anos na mesma época.

       
      Saímos de Santa Cruz com pouco atraso e chegamos em Cochabamba antes das 3 horas da manhã, ficamos no ônibus aguardando a abertura do Terminal, o que ocorreu por volta das 4 horas. Fomos para a parte internacional procurar passagens para Iquique e todos os guichês ainda estavam fechados mais já tinha passageiros aguardando, depois das 5 horas chegou uma senhora da empresa Trans Paraíso e ofereceu passagem para às 8:30 horas por 320 bs. com direito a almoço e lanche e previsão de chegada em Iquique às 18 horas. Aguardamos mais um pouco para ver se os outros guichês abriam, pois outras empresas tinham horário mais cedo, começando às 6:30, mais o único que abriu depois tinha saía para às 8 horas e custava 350 bs. Pouca diferença de horário por 50 bs. a mais, pois compramos as passagem por 300 bs. cada, mais depois vimos no ônibus pessoas que pagaram até 260 bs.

       
      Passagens compradas, saímos do Terminal e nos dirigimos até a Feira La Cancha, que fica bem em frente e apesar de ser dia de natal, estava bastante movimentada, passeamos, tomamos nosso desayuno e compramos cobertores para viajar “a moda” boliviana.

       
      No horário marcado saímos, ônibus (buscama leito 3 filas) novo e confortável com tv e rodomoço, paramos em Oruro, por cerca de 30 minutos, na saída foi servido o almoço (delicioso) e seguimos viagem por cerca de 50 km em estrada de terra, depois que voltamos a estrada asfaltada o rodomoço entregou os papeis para serem preenchidos e entregues nas aduanas boliviana e chilena, chegando na fronteira paramos em Pisiga, lado boliviano, onde cambista e vendedores, ficam com suas bancas, na beira da estrada, ávidos por fazerem “negócios” com os viajantes. Cerca de 15 minutos depois, seguimos até o Complejo Fronterizo Colchane (aduana conjunta Bolívia/Chile) policiais educados de ambos os países e aparatos eletrônicos de segurança modernos e carabineiros acompanhados de cães farejadores (uma família que embarcou no ônibus em Oruro, ficou na revista, provavelmente por porte de drogas, a polícia do Chile é “super discreta” depois de uma espera maior que o normal, um carabineiro entrou no ônibus e se dirigiu até o local onde a família (5 pessoas) estava sentada, na parte traseira do ônibus, fez uma revista rápida e saiu, sem dizer uma palavra, então o ônibus foi liberado para seguir viagem, sem “aqueles” passageiros) O Complejo Fronterizo Colchane, mesmo estando no “meio do nada” é equipado com raio x, portal detector de metais e cães farejadores, além de outros aparatos eletrônicos de segurança de última geração. Aqui o chip boliviano ainda funciona normalmente. :'>[/align]











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