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Pedro Víctor1502434952

Alguém já foi pra Jericoacoara?

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Alguém que já foi pra Jericoacoara e visitou outros lugares, além da Pedra Furada e da Lagoa Azul, pode me dizer quais são esses outros destinos?

Estou indo semana que vem para lá. Mas quero saber outros lugares que eu possa visitar. Pois no TripAdvisor aparece apenas estes.

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Existem 2 passeios de buggy,1 feito cada dia,um para um lado e outro para o lado contrário.

Por isso normalmente as pessoas passam apenas 2 dias lá.

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Existem 2 passeios de buggy,1 feito cada dia,um para um lado e outro para o lado contrário.

Por isso normalmente as pessoas passam apenas 2 dias lá.

Obrigado pela sua resposta. Mas saí cedo no dia dois e só voltei antes de ontem.

Achei o passeio bem legal! Realmente há estes dois passeios que são ótimos. Poder curtir as redes na água, as dunas que lembram um deserto (à caminho de Camocim), apreciar a paz que as logoas trazem para nosso espírito, é muito gratificante. Mas além disso tem a trilha da Pedra Furada que também é um ótimo lugar para tirar fotos. Não somente da Pedra Furada em sí, mas dos campos abertos da serra do Serrote (trilha da Pedra Furada) que possibilita uma visão perfeita da cidade, de um lado; e uma linda visão dá orla marítima da cidade, vista no sentido Pedra Furada. A própria praia de Jericoacoara me deixou muito surpreso. Não sei se é pq em Fortaleza-Ce, onde moro, as praias tem uma maré muito agitada. Mas em Fortaleza, a pessoa não pode andar muito a dentro do mar, pois pode se afogar facilmente, devido o grande desnível da areia.

Em Jericoacoara podíamos andar por mais de 10/15 metros e a água não ultrapassava a cintura.

Gostei muito. Com certeza voltarei lá. O ar leve das pessoas e as descobertas constantes de atividades me deixaram bem empolgado.

Mais uma vez obg pela sua ajuda.

Abraços.

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    • Por SteMVA
      PROCURO DUAS PESSOAS PARA COMPARTILHAR UM TRANSFER 4X4 PRIVATIVO QUE SAIRÁ NA MADRUGADA DO DIA 15/11/2018. 
      ESSE HORÁRIO SÓ 4X4 PRIVATIVO. 
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    • Por joycepsantos83
      Desembarco dia 29/10 em Fortaleza aluguei um carro abaixo deixarei descriminado os meus trajetos caso tenha interesse em carona em algum deles só chamar!
      Dia 29/10 - Fortaleza para Jijoca de Jericoacoara 
      Dia 01/11 - Jericoacoara para Barreirinhas MA (Lençóis Maranhenses)
      Dia 05/11 - Barreirinhas para Parnaíba PI
      Dia 07/11 - Barreirinhas para Barra Grande
      Dia 08/11 - Barra Grande PI para Fortaleza (Posso Passar em Jijoca)
       
    • Por isaribeiro
      Por muitos anos eu e minha família adiávamos Jeri pelo “mito” de que tudo é caro demais, mas aquela pedra furada sempre foi um sonho meu e depois de reservar bastante dinheiro, tomamos coragem e fomos. Sempre digo que quem mora em Brasília não se assusta com os preços de lugar nenhum e dessa vez não foi diferente, achamos os preços super normais para uma vila simples e de difícil acesso. Usei menos da metade do dinheiro que juntei. Como essa viagem foi feita no final de junho do ano passado, com meus pais, final da baixa temporada, não me organizei para mostrar os preços exatos, mas vou tentar fazer uma estimativa.
      Importante dizer que não estávamos no perfil mochileiro, então minha intenção é dizer o que realmente achei da cidade e dos passeios.
      CHEGADA:
      Peguei um Voo LATAM ida e volta BSB -> FOR por volta de R$ 400,00, sem promoção. Saímos rumo à Jeri no ônibus superconfortável da Fretcar (passagens compradas antecipadamente pelo site, pegamos o ônibus semi-leito no aeroporto por 140,00 ida e volta/pessoa sem o transfer para a vila). 
      Os tranfers apenas de ida em uma Hilux custam entre R$ 450,00-R$500,00 até dentro da vila. Vale a pena? Talvez, se dividir por 4 pessoas e se quiserem chegar logo, já que a diferença para chegar é de umas 3hrs, mas como já tínhamos programado para “perder” o dia, decidimos economizar.
      A viagem é tranquila, estrada no estilo “retona”, asfalto bom, o ônibus não vai pelo litoral, mas em compensação passa por parques eólicos bem interessantes! O ônibus faz apenas uma parada para um lanche/almoço rápido e segue até um posto de gasolina, onde fica o estacionamento, para pegar o “pau de arara” e seguir para a vila. Quem não comprou o transfer para a vila, compra lá na hora mesmo sem nenhum problema.
      Dica: Fomos à noite e o vento estava forte, para quem não conseguir ou não preferir ficar dentro do carro, recomendo levar uma blusa de frio leve e um lenço para segurar os cabelos. A ida até Jeri a noite é mágica, um céu cheio de estrelas indescritível!
      O transfer deixou cada pessoa em seus devidos lugares de hospedagem.


       
      HOSPEDAGEM: 
      Para economizar, escolhemos Airbnb e demos a sorte de achar a Casa da Lydie (https://goo.gl/Ee8BdA) O total, com as taxas foi de R$1359,42 para 3 pessoas, 6 dias. Não acredito que tenha uma opção melhor para hospedagem, nem mesmo no famigerado Essenza  . A casa é muito bem localizada, superequipada, limpa, linda de morrer! 3 quartos (2 suítes), varanda com rede e sofá, cozinha, e vista para o por do sol. Acredito que é importante detalhar estadias em Airbnb, então tirei muitas fotos da experiência. Acho que a casa é um “puxadinho” do hotel La Villa, pois tem o mesmo estilo do hotel. Nossa hospedagem dava direito de aproveitar as dependências e café da manhã do hotel ao lado se houvesse consumo. O café da manhã supercompleto e delicioso custou R$60,00 por pessoa, que aproveitamos uma vez. Os drinks e petiscos bem servidos estavam em torno de R$ 18 – R$20 e R$20 – R$30, respectivamente. Salvou em um dia que voltamos do passeio mortos de cansaço!

      Entrada da casa






       

      Dependências do Hotel La Villa:

      Café da manhã

       
      PASSEIOS:
       PEDRA FURADA: Fomos a pé, de manhã com a maré baixa saindo da praia principal. Não demora muito para chegar, cerca de 40 minutos, e o percurso é lindo, mar quentinho, rochas coloridas, cavernas e piscinas naturais, e é tranquilo. 
      No caminho, paramos para tomar banho na praia malhada que, na minha opinião, é a melhor da vila, mas infelizmente quase não tem estrutura de barraca, apenas um senhor que aluga guarda sol e vende água/água de coco/refri e cerveja, a preços de quem não tem concorrência. Enfim chegamos na pedra e... LOTADO DE TURISTAS! Estava lotaaaaaaado! Chega bateu um desânimo... Mas logo vimos que era um grupo dos passeios e logo foram embora, deixando o lugar praticamente vazio. Chegaram outros, e também logo foram embora, e assim foi. É só ter paciência.
      O cartão postal é bem bonito, a rocha tem coloração rosada, não decepcionou!
      Porém na volta... SOCORRO! A maré tinha subido e não havia mais caminho pela praia, então tivemos que subir um morro bem íngreme para voltar por “cima”! Aí sim é difícil de verdade! O sol de matar só piorou a situação! Se for fazer esse passeio a pé, leve muita água e abrigo! Não recomendo para idosos.
      Praia de Jeri com a maré baixa.
      Caminho para praia malhadaPraia malhadaCaminho de volta
       DUNA DO POR DO SOL:
      É lindo, apenas!
      Dica: Uma boa opção é alugar um cavalo para andar na encosta da duna por R$50,00/1h (preste atenção na condição dos cavalos, caso decida alugar. Verifique se o animal tem machucados e se está bem nutrido, limpo e escovado. Próximo a casa tinha um senhor que cria e vimos que eram bem tratados).
      Atenção: venta muito mesmo e é um pouquinho frio. Fica lotado apenas em uma parte da duna, o começo, mais pro final praticamente não tem gente.

       
      LITORAL LESTE, as Lagoas:
      Contratamos o passeio com o pessoal da própria associação de bugueiros (fica uma barraquinha na frente do Supermercado Tem Tudo, ao lado do Samba Rock). Custou R$250,00 as 3 pessoas. Acaba que é tudo tabelado e preferimos ajudar a comunidade.
       LAGOA PARAÍSO:
      Fomos direto para lá, com uma parada em uma pequena lagoa que não sei o nome, só para fotos. É bem bonita. Chegamos no paraíso por volta de 10h e como não fomos primeiro para a Pedra Furada, o lugar estava bem vazio.
      O lugar é um Beach Club badalado, ótima estrutura, com comidas e bebidas caríssimas. Porém não paga para sentar nas cadeiras normais e nem para usar os banheiros, pelo menos.  Fica tocando uma música meio lounge, meio eletrônica (bem chata e enjoativa para quem não curte). 12hrs é o horário ideal para observar a lagoa, já que o sol está a pino. É realmente belíssima, um verdadeiro oásis e ficar naquelas concorridas redes é maravilhoso .
      10hrsR$100,00 para ficar nas espreguiçadeiras  
      12hrs
       
       LAGOA AZUL:
      Fomos depois da Paraíso e sinceramente? Muito sem graça! Talvez por que ela estava com muita água e por que fomos no Paraíso antes! Talvez seja melhor ir nessa antes para manter a expectativa lá em cima, depois da Lagoa do Paraíso todas as outras perdem um pouco da graça. A água é bem parada, funda e cheia de peixes. Em compensação, é notavelmente mais barato do que a Paraíso. Almoce e beba por lá, se preferir, a comida parece boa e bem servida! Cerveja bem gelada, 600 por R$9,00! Não tocou música, então o lugar é bem tranquilo. As mesas e cadeiras ficam dentro da água.

       PREÁ:
      Vila de pescadores bem simples. Mar agitado e areia cheia de conchas. Almoçamos na Barraca da Mônica por recomendação do guia. O lugar é bonito, mas achei que veio pouca comida para o valor (R$ 70 o prato com camarões pequeníssimos), serve pouco, mas é gostoso.  Na vila compramos peixinhos e camarões para abastecer nossa geladeira, o preço é ótimo e é tudo fresco!
       
       ÁRVORE DA PREGUIÇA:
      Parada de 5 minutos. Apenas uma árvore seca (apesar de viva) retorcida e deitada. É bem bonita, mas é só um lugar para tirar foto (Se você der sorte de pegar o lugar vazio...). Para falar a verdade, você vê muitas dessas árvores pelo caminho, acredito que essa seja a maior.
       
      LITORAL OESTE:
      Também pela associação, R$150 3 pessoas.
      Não fomos ver os cavalos marinhos e seguimos direto ver as árvores secas, é um ambiente bem interessante! Nunca tinha visto nada parecido. As fotos ficam lindas.

       DUNAS:
      O motorista do bugue fez umas voltas bem legais, passeio com emoção! Você pode parar nas lagoas que ficam no caminho para fazer um skibunda.

       LAGOA DE TATAJUBA:
      É aqui que tem o cardápio vivo. Quando fomos, só tinham 2 famílias além da nossa. A lagoa é uma delícia, existem redes dentro da água também. Comida muito bem servida e muito gostosa, para 3 pessoas sobrou e foi R$ 80,00 o peixe mais guarnições a vontade! Se acabasse era só pedir que traziam mais. Aluguei um SUP por R$40,00 o tempo que eu quisesse. É um lugar para relaxar. A cor da água não se compara com a das outras lagoas, mas é tão paradisíaco quanto! Ficamos até cansar.

       
      CIDADE:
      A vila é simples, cheia de areia. Não há asfalto, então nem considere levar salto ou sapatos elaborados, lá só andam de tênis, chinelo ou descalço mesmo. Como estávamos com uma casa, não gastamos muito com comida, apenas no mercado (os preços são bons!). Comemos na excelente hamburgueria EAT On The Street uma noite, preço normal em torno de R$25-30 e na famosa pizza de metro Peperino, também bem gostosa. E pela vila tem em vários barzinhos legais e restaurantes do “PF” ao gourmet.
      Nem cogitamos alugar uma cadeira na praia principal, pois é cobrado por hora e a praia não é lá essas coisas, achamos coisa de gringo desavisado. Há várias lojinhas e boutiques, tudo bem caro e nada de especial. Porém, quero chamar atenção para a Associação das Crocheteiras. Nunca na vida achei que iria comprar um vestido de crochê belíssimo por R$40,00. Tudo feito a mão, impecável. Comprei porta guardanapo, vestidos, bolsinhas, tops e lembrancinhas.

      CONSIDERAÇÕES:
      Há muito hype em cima de Jeri, percebi que transformaram uma simples vila de pescadores em um lugar com desnecessária fama de badalada. Realmente, há uma estrutura meio hippie-chic mas em sua maior parte, Jeri continua sendo uma vila de pescadores, e ainda é tudo muito simples, não há nem necessidade de extravagância, eu só usei biquíni e shorts o tempo inteiro. Há um rebulinho de pessoas ricas que chegam por lá de helicóptero e ficam hospedados no Essenza com suas festas barulhentas, mas fica por isso mesmo. O clima de simplicidade é predominante.
      Separe e leve dinheiro em espécie, lá não tem caixa eletrônico (meio impossível para um carro forte chegar lá, né?) e muita coisa só vende no dinheiro mesmo, inclusive o transfer da vila para pegar o ônibus de volta!
      Ficamos 6 dias inteiros lá e no final das contas achamos muito. O ideal são 3 a 4 dias inteiros, ou 6 dias com passeio ao delta ou lençóis maranhenses. Acaba que depois de fazer os passeios não tem mais muita coisa para fazer.
      Me arrependi de não ter feito o passeio para Barrinha e ter ido no restaurante Komaki. Considerem incluir esse passeio no roteiro!
       
      Com muito planejamento dá pra fazer uma viagem custo-benefício e única!




    • Por Daniel Sousa 12
      Pessoal, tô planejando viajar pra Jericoacoara saindo de Teresina-Pi. Quero dicas de hostel, saber como funciona o transporte, valores, onde desço (planejo ir de ônibus), passeios... Pode me procurar no insta @daniellucas.s.s 
    • Por Érica Martins
      DATA DA VIAGEM: FERIADO DE TIRADENTES, ABRIL DE 2017
      Informações Iniciais:
      Trecho 1: João Pessoa/PB – Parnaíba/PI, dormindo em Maracanaú/CE, ~ 1.160 km, via BR-101 e BR-304, ambas em boas condições com trechos ruins no litoral norte do Ceará. Trecho 2: Parnaíba/PI – Jijoca de Jericoacoara/CE, ~ 230km Trecho 3: Jijoca de Jericoacoara/CE – João Pessoa/PB, dormindo em Maracanaú/CE, ~ 980km. Gasolina (preço médio do litro R$ 3,80): ~ R$ 900,00 (~ R$ 225/Pessoa) Transporte: Carro (Sandero motor 1.6) Grupo: 4 Mulheres Hospedagem em Parnaíba: Pousada Chalé Suíço, via Booking, Quarto quádruplo R$ 160/dia (R$ 40,00/dia/pessoa) com excelente café da manhã, piscina e quartos bem simples mas ok. Hospedagem na Vila de Jericoacoara: AirBnb, belíssima casa de revista da Lydie, uma moça francesa (https://www.airbnb.com.br/rooms/633549) super solícita, R$ 225/dia (R$ 56/dia/pessoa), sem café mas com camas, rede, banheiro moderno e tudo muito confortável. Guia no Delta: Léo dono da lancha (86) 9 94850-5680 (whatsapp) e Tito (guia e barqueiro) DETALHE IMPORTANTE: TODO O LITORAL TEM PLACAS GRANDES E NOVAS DE INDICAÇÃO PARA TODAS AS ATRAÇÕES. NÃO TEM ERRO
      DIA 1 (Noite) – CENTRO HISTÓRICO DE PARNAÍBA E CALÇADÃO CULTURAL
      O centro histórico fica às margens do Rio Parnaíba, junto ao Porto das Barcas e conta com bons restaurantes, barzinhos, lojas de artesanato e hotéis, instalados nos antigos galpões e casarios do porto que são do século 16. Aqui é onde se concentram os turistas.
      O centro histórico tem influência arquitetônica inglesa e está muito bem preservado. Saindo das margens do rio e entrando pela cidade é possível ver prédios de órgãos públicos, bancos e centros comerciais nos casarios antigos, além da igreja matriz e praças bem bonitinhas. A cidade surpreende e tem boa infraestrutura de turismo, mas sem muitas opções para badalação.
      O Calçadão Cultural é um espaço com bares diversos que vão até mais tarde, música ao vivo e outras opções de lazer e comida, situado na beira rio norte, uns 20 minutos a pé do Porto das Barcas. Tem opções mais baratas que o Porto das Barcas e é mais frequentado pelos moradores.
      Charmoso Centro Histórico de Parnaíba/PI

      DIA 2 – LAGOA DO PORTINHO + LITORAL (LUÍS CORREIA)
      O acesso à Lagoa do Portinho é fácil, indo sentido Luís Correia + estradinha de terra, cujo acesso tem placa na beira da rodovia PI-116.
      Devido ao excesso de gado no entorno, a água está eutrofizada e imprópria para banho. Têm infraestruturas de lazer mas algumas estão abandonadas. Destaque para as vaquinhas vivendo livremente por aqui.
      Vale a pena pela belíssima vista e para começar a sentir as dunas da região.
      Duna tomando a estrada p/ Lagoa do Portinho (tem desvio)

      Belíssima Lagoa do Portinho - Luís Correia

      Seguimos sentido Luís Correia, para o litoral de fato, até onde deságua um dos braços do Parnaíba na região do Porto de Luís de Correia. Tem bares onde os pescadores ficam mas a área não é muito boa para banho. Destaque aqui para um imenso parque eólico na outra margem do rio.
      Porto de Luís Correia

      Paramos para banho e água de coco na primeira e mais lotada praia de Luís Correia (Praia de Atalaia) onde tem infraestrutura ao longo de toda a avenida beira-mar. O mar é de aluvião, formando uma longa planície de areia, com água marrom por influência do Rio. Qualidade da água é super boa, temperatura é quentinha. Vendedores ambulantes passam e as coisas tem ótimos preços.
      Praia de Atalaia - Av. Beira Mar - Luís Correia

      A partir daqui seguimos pela estrada da costa (PI-116) parando onde tinham placas indicando as praias para ver e fotografar até a Praia do Farol (UAU). Praia deserta, belíssima e ótima para banho, com um farol super preservado e todo cercado, em pleno funcionamento, sob responsabilidade da Marinha.
      Ótima sinalização - Praia do Farol - Luís Correia
       

      Praia do Farol deserta - Luís Correia

      Voltamos para a PI-116 e continuamos seguindo pela costa até a Árvore Penteada, atração famosa da região resultado da ação do vento sobre a vegetação. Destaque para as dunas, a vegetação rasteira e para uma enorme quantidade de jegues e outros animais domésticos vivendo livremente. Dirigir com cuidado por causa dos animais.
      Árvore Penteada - Luís Correia

      Logo a frente saímos da rodovia e seguimos por uma estrada local pavimentada até a Ponta do Anel, nas Praias de Maramar e de Macapá, local onde deságua o Rio São Miguel e onde termina o município de Luís Correia.
      Praia de aluvião também belíssima, com boa infraestrutura de restaurantes e pousadas. Para quem quiser um lugar mais sossegado sugiro o Dunas Bar que fica um pouco afastado do burburinho e onde toca um bom reggae. Almoçamos aqui um PF de peixe frito a R$ 15/pessoa.
      Além de banho de mar aqui rola banho de rio. Também vimos bem o efeito da maré que recua e forma lagoas transparentes por quase 1km mar adentro. E depois o mar sobe rapidamente, momento que os pescadores colocam os barcos na água. É incrível!!!
      Rio São Miguel desaguando no mar - Praia de Macapá  - Luís Correia (vista a partir do Dunas Bar)

      Fenômeno do recuo da maré e lagoas que se formam - Praia de Macapá - Luís Correia

      Maré subindo e pescadores - Praia de Macapá - Luís Correia

      Na volta da Praia de Macapá paramos na cidade de Luís Correia para conhecer o centrinho comercial e tomamos o melhor sorvete do mundo (SÉRIO!!) na SORVETERIA DO ARAÚJO. Sabores convencionais e regionais (bacuri) maravilhosos. R$ 10,00 a casquinha grande.
      DIA 03 – LAGOA DE SOBRADINHO + LITORAL (BARRA GRANDE E CAJUEIRO DA PRAIA)
      Novamente saímos de Parnaíba sentido a Luís Correia, pela PI-116 rumo à outra lagoa famosa da região. Do lado oposto ao conjunto de dunas e areal da Lagoa do Portinho está a Lagoa de Sobradinho, no povoado de Sobradinho. O acesso a ela fica na PI-116, mas não tem placa grande, logo após o acesso da Praia de Macapá.
      O povoado de Sobradinho é bem simpático, com igrejinha antiga e povo tranquilo, lugar parado no tempo. A Lagoa de Sobradinho sofre com eutrofização assim como a Lagoa do Portinho e está imprópria para banho. Também vale a visita pela vista.
      Lagoa de Sobradinho - Luís Correia - Povoado de Sobradinho

      Retornando à PI-116 seguir nela até o encontro com a BR-402. Da rotatória da BR-402 seguimos sentido Ceará por ~ 2,5km até o acesso para o município de Cajueiro da Praia. Nessa estrada local pavimentada seguimos por ~ 7km até o entroncamento que indica Cajueiro da Praia (12km indo reto) e Barra Grande (14km a esquerda). Atenção redobrada porque a quantidade de bichos domésticos (vacas, bois, jegues, porcos, galinhas) cruzando a estrada não é brincadeira.
      Seguimos sentido Barra Grande até o ponto final na praia que, segundo se especula na região, é a nova Jericoacoara.
      Barra Grande pertence ao município de Cajueiro da Praia e está na outra margem do Rio São Miguel (oposta à Praia de Macapá em Luís Correia). À primeira vista a vila não é arrumada, mas na medida que você vai entrando a coisa vai se ajeitando.
      E realmente valeu a pena. É lindíssima!! Uma boa infraestrutura e muito bem preservada. Vimos muitos bichos nativos, até arraias. Aqui também é possível ver bem o fenômeno do recuo da maré e formação de lagoas mar adentro. Almoço PF por R$ 14,00 no Bar e Restaurante da Paula.
      Sugiro caminhar da praia de Barra Grande até a Praia da Barrinha e ir apreciando as lagoas, bichos e água limpa e quentinha.
      Equinodermo - Praia de Barra Grande

      Animais cruzando a estrada todo o percurso

      Belíssima Praia de Barra Grande e o fenômeno de recuo da Maré

       
      De Barra Grande retornamos na estrada até o cruzamento e entramos sentido Cajueiro da Praia, para conhecer a sede do município e a última praia do litoral piauiense.
      Passeamos da cidadezinha que é bem precária até a orla, na vila dos pescadores. De todas as vilinhas e cidades, esta foi a mais pobre. Vimos inclusive uma “escola” que era uma única sala de aula e crianças de diversas idades misturadas. Coisa que não via pelos interiores desde a década de 90. É uma tristeza, mas a paisagem é belíssima, apesar de saneamento e recolha de lixo precários.
      Cajueiro da Praia - Última praia do litoral piauiense

      Voltando para Parnaíba, via Luís Correia, pelo mesmo caminho da ida, paramos para uma cervejinha e para apreciar o pôr-do-sol de cair o queixo na Praia de Coqueirinho.

      E antes de voltar para Parnaíba, mais uma parada obrigatória na Sorveteria do Araújo.
      DIA 04 – DELTA DO RIO PARNAÍBA
      Enfim, o dia D da viagem.
      Por toda a cidade de Parnaíba tem agências de turismo que fazem os passeios pelo Delta e são várias as opções de percurso e de preços.
      O passeio clássico, que tem saída todos os dias, é de catamarã do Porto dos Tatus seguindo pelo braço principal do Rio Parnaíba na divisa dos estados (PI/MA) até o mar. Custa R$ 70, com almoço incluso servido no barco, música e duração de umas 2h. Para quem está só ou com pouco tempo pode ser uma opção. Eu acho furada (risos).
      Nós contratamos um passeio particular de lancha que ficou R$ 450 (R$ 112,50/pessoa) e durou de 9 as 19:00 com o melhor barqueiro/guia do mundo (Tito). Ele guia pesquisadores pela região e tem profundo conhecimento da fauna e flora locais, além de ser super educado e confiável, visto que éramos mulheres “sozinhas”.
      Fizemos dois circuitos: Baía do Feijão Bravo (manhã) e Revoada dos Guarás (tarde).
      Seguimos de manhã de Parnaíba sentido ao Porto dos Tatus e encontramos o Tito logo cedo. Dali seguimos de lancha sentido à Baia do Feijão Bravo, em alto mar, passando por braços principais e canais secundários do Delta, contornando a Ilha dos Poldros e parando em dunas com lagoas e nos manguezais.
      Ao longo do percurso passamos por alguns grupos de homens trabalhando nos mangues na catação do caranguejo, principal atividade econômica das comunidades ribeirinhas que ali vivem. O Tito parou e nos ensinou como é que faz (só não aprendemos..rs)
      Catação do caranguejo - Atividade de subsistência - Delta do Rio Parnaíba - Ilha dos Poldros

      Percurso (~1km) entre Dunas e Lagoas do Rio até o Mar - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba

      Alto Mar Deserto - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba 

      Ovo de Gaivota - no meio do caminho entre o rio e mar - Baía do Feijão Bravo - Delta do Parnaíba

      Retornamos para o braço principal do rio. Parada para almoço e descanso no restaurante da Pousada Casa de Caboclo, na comunidade Canárias. Surpreendentemente chique. Quando vi pensei que ia deixar um rim para almoçar, mas um peixe com ensopado de caranguejo que serviu bem as 4 mais 2 refri lata ficou R$ 100 (R$ 25/pessoa). Só aceitam dinheiro.
      Restaurante - Comunidade das Canárias - Delta do Parnaíba

      Após o almoço seguimos direto por quase 3:00 na lancha por braços principais e canais secundários já Maranhão adentro até enormes dunas e lagoas próximas à área de refúgio dos guarás, num dos braços principais do Delta pouco antes do alto mar. Novamente subimos dunas e tomamos banho de rio e nas lagoas.
      Canais pelos mangues - Delta do Parnaíba - Maranhão

      Sem comentário  - Delta do Parnaíba - Maranhão

      Sem Comentários [2]   - Delta do Parnaíba - Maranhão

      Sem Comentários [3]   - Delta do Parnaíba - Maranhão

      Ao entardecer seguimos daqui para uma pequena ilhota, onde o barco fica parado na água com motor desligado e a gente de boca aberta vendo o espetáculo dos Guarás chegando para pousar e adormecer. Os guarás são aves nativas de manguezais que medem entre 50 e 60cm, com bico fino, longo e curvado. A plumagem colorida, praticamente florescente se deve à alimentação a base de caranguejo-uçá, rico em pigmentos do tipo carotenos. É um espetáculo de chorar para os apreciadores da natureza.
      Revoada dos Guarás - Delta do Parnaíba - Maranhão

      Retornamos pelo delta já entre o escurecer e a noite. Dá medinho, mas é bem legal.
      DIA 05 – PRAIA PEDRA DO SAL + ESTRADA PARA JIJOCA DE JERI
      De malas prontas, seguimos para conhecer a única praia que pertence ao município de Parnaíba, a Pedra do Sal. Atravessamos a ponte sobre o rio no Porto das Barcas e seguimos pela PI-116 até o seu marco zero. A praia é diferentona das outras, com faixa de areia pequena e muitas rochas. Porém, construíram bares, e tem casas abandonadas até perto da água, degradando a paisagem, além de torres eólicas.
      Almoçamos PF com bife por R$ 10 num quiosque grande que não fica na areia.
      Praia da Pedra do Sal - Parnaíba

      Na estrada para Jijoca de Jericoacoara (cidade base para conhecer a Vila de Jericoacoara) choveu muito e a ponte que faz a divisa do Ceará com o Piauí, na altura do município de Chaval/CE, desabou uma parte. Tivemos que fazer um desvio em estrada de terra, com muita chuva e lama que atrasou a viagem em mais de 2h. A ponte do desvio já estava praticamente submersa. Foi para deixar o Piauí com emoção.
      Ponte submersa - desvio - divisa PI/CE

      Chegamos em Jijoca de Jeri mais de 19:30 e deixamos o carro no Estacionamento do Joel (R$ 15/diária).
      Naquele horário já não tinham jardineiras que custam barato para vila, daí tivemos que contratar uma caminhonete. Por isso, se tiver que ir pra Jeri, trate de chegar durante o dia.
      Enfiaram a faca quando viram nosso cansaço e desespero para chegar. R$ 120 (R$ 30/pessoa). O trajeto é todo em areal e dunas. Ao chegar na vila vi carros populares normais estacionados, mostrando que é possível fazer o percurso de carro comum. Mas optamos por não arriscar por causa do horário e porque na Vila o carro é totalmente dispensável.
      A caminhonete nos deixou no airbnb onde guardamos as malas e seguimos para jantar na vila. R$ 45 (~ R$12/pessoa) Pizza + umas cervejas. A vila é realmente uma gracinha, com opções para bolsos muito cheios e para viajantes comuns como nós. Basta procurar. Cheia de baladas e ótima para curtição noturna.
      A primeira avaliação é que saímos de um paraíso bruto e selvagem onde tínhamos praias praticamente só nossas (litoral do Piauí) para badalação e turismo de massa, logo, houve um certo estranhamento..rs. Mas conseguimos fugir bem dos trotes ao turista.
      DIA 06 – VILA DE JERICOACOARA + PEDRA FURADA + FAROL
      De manhã passamos para conhecer a igrejinha de Jericoacoara e seguimos pela encosta e praias até a famosa Praia da Pedra Furada.
      Muita gente oferece passeio de bugue até lá, mas a caminhada é tão sossegada que NÃO vale a pena. Levar água e lanches. Na Pedra Furada em si tem vendedores ambulantes.
      Por todo o percurso o mar é de ondas "picadas" e não é muito agradável para o banho. Dá pra molhar, mas não dá pra ficar de molho na água.
      Igreja Nossa Senhora de Fátima - Igreja de Pedra - Vila de Jericoacoara

      Trilha para a Pedra Furada - Vila de Jericoacoara

      Trilha - Praias pelo caminho - Rumo a Pedra Furada

      Pausa pro lanche - Praia da Pedra Furada - Mar Bravio - Vila de Jericoacoara

      Daqui atravessamos toda a praia até encontrar o ponto onde os bugueiros param com os turistas e subimos a encosta sentido à vila rumo ao farol.
      De um lado do percurso tem o mar e do outro tem a vista das dunas e do Parque Nacional. É uma vista espetacular e vale muito a pena a subida. Os jegues e cavalos são companheiros de caminhada todo o percurso.
      Trilha para o Farol - Companheiros de Percurso - Mar ao fundo - Vila de Jericoacoara

      Topo do Morro - Farol de Jericoacoara - Fim da subida

      Vista de cima - Dunas - Lagoas - Parque Nacional de Jericoacoara

      Seguimos a trilha pelo farol que acaba em uma estrada e dá no cemitério da Vila.
      Mesmo sem nenhuma placa ou indicação em nenhum momento nos perdemos ou achamos que fosse necessário ter guia.
      Na Rua São Francisco tem várias barraquinhas com comidas de rua e restaurantes MUITO mais simples do que as opções da Rua Principal e da Rua do Forró. Jantamos no Restaurante da Nêga, uma maravilhosa moqueca de arraia num PF a R$ 15 e a cerveja custava R$ 4 a lata. Ainda rolou de sobremesa um bolo de chocolate R$ 2 a fatia e um cafezinho de cortesia.
      Contratamos o passeio para as lagoas em um stand em frente ao Restaurante da Nêga. R$ 60/pessoa para ver duas lagoas e a praia de Preá.
      DIA 7 – LAGOA AZUL + LAGOA DO PARAÍSO + PRAIA DO PREÁ + DUNA DO PÔR-DO-SOL
      O bugueiro veio nos buscar às 9:00 no airbnb e seguiu pela faixa de areia até a localidade de Preá e daí até a Lagoa Azul, onde tomamos banho e uma água de coco.
      Eu, particularmente, acho errado o fluxo enorme de bugues e caminhonetes na areia. Passamos por uma carcaça de tartaruga marinha morta. Daí fico pensando: como esses animais fazem desova nessa areia pisoteada? Não fazem. A forma como o turismo todo é feito na região está ambientalmente errado. Uma tragédia anunciada.
      Carcaça de Tartaruga Marinha - Turismo Predatório - Jericoacoara

      Lagoa Azul - Localidade de Preá

      Da Lago Azul seguimos para a mais famosa Lagoa do Paraíso. O bugueiro, como é de praxe, parou no famoso, chiquérrimo e carérrimo Alquimista, das famosas redes (e super disputadas) e águas transparentes. Aqui fica o famoso pega-turista.
      Estava lotado, mas entramos pra ver o movimento e dar um primeiro mergulho. Por dica da nossa anfitriã do airbnb seguimos (depois de insistir com o péssimo bugueiro) de bugue do famoso ponto onde todos ficam para o Restaurante Aquários onde tinham as redes exatamente iguais (mas de sobra pra todo mundo), menos de um quinto das pessoas e muuuuito mais barato para comer e beber. Ponto amplamente frequentado pelos locais e por turistas que querem sossego.
      É uma delícia para passar o dia inteiro.
      Lagoa Paraíso - Restaurante Aquários - Jericoacoara

      Lagoa Paraíso - Transparente (mesmo com chuva) - Jericoacoara

      Na volta das lagoas paramos na Praia de Preá, uma vila de pescadores bem movimentada e não tão bonita, com fluxo enorme de carros na faixa de areia.
      Ao retornar para a vila de Jericoacoara seguimos direto para a praia principal e para a Duna do Pôr-do-sol ver o belíssimo.
      Vista - Duna do Pôr-do-Sol - Jericoacoara

      Jantamos de novo no restaurante da Nêga e fomos curtir um forrozin na vila. De manhã pegamos o transporte comum (R$ 15/pessoa) pra Jijoca de Jeri e pegamos a estrada. Achamos Jericoacoara muito mais fama do que realmente é. A forma como o turismo é feito é totalmente predatória contra o parque nacional. O que é uma pena.
       
       


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