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Eurotrip Econômica de 28 dias: Paris/Londres/Bruxelas/Amsterdam/Fussen/Hallstatt/Itália/Grécia/Lugano e Lisboa (Relato + Fotos + Gastos) - Junho/2018

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Em 09/10/2018 em 00:51, Karen Marcelli disse:

Nossa, que demais! 

Me adiciona! Quero viajar que nem vc!

Hahaha!

Que bom que esta curtindo o relato, estou tentando passar todas as dicas e claro que vc pode viajar assim! ;)

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Oi Cris, parabéns elo relato tão rico de detalhes, isso faz a diferença!!

Você trocou real por euro onde? Você levou tudo em espécie?

Os Hostels você reservou algum ou foi todos na hora ?

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47 minutos atrás, Talita Peixoto disse:

Oi Cris, parabéns elo relato tão rico de detalhes, isso faz a diferença!!

Você trocou real por euro onde? Você levou tudo em espécie?

Os Hostels você reservou algum ou foi todos na hora ?

Olá Talita, td bom? 

Então, todos hostels eu reservei antecipadamente e com isso consegui bons preços. Eu sempre focava mais na localização, pois acho essencial pra economizar com transporte. 

O dinheiro troquei em uma casa de câmbio aqui do Rio mesmo, mas troquei 2x e acho legal vc ir trocando aos poucos pra não perder muito. Muita gente falou que não era bom levar tudo em espécie, mas levei e usei doleira que comprei pelo mercado livre, da deuter, usava ela o tempo todo e levava o passaporte, cartões e dinheiro pois pra mim deixar no hostel era arriscado. Foi bem tranquilo, doleira te dá segurança e apesar de ver muitos golpes por lá, com a gente não aconteceu nada (amém) rsrs... esteja sempre ligada em tudo!

Que bom que esta gostando do relato. Qualquer dúvida só falar!

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Opa, encontrei alguém como eu!!!

Sempre começo a planejar/monitorar preços com bastante antecedência.

E foco as experiências culturais, e não conforto de hospedagem e/ou ficar comendo.

Ainda não li todo o post, mas percebi que me ajudará bastante na minha próxima viagem à Europa!

muito tri!

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    • Por Roberto Tonellotto
      No mês de maio de 2018 viajei para a Itália com o objetivo de assistir a duas etapas do Giro d’Italia, uma das competições de ciclismo mais importante do mundo ao lado do Tour de France. Ao todo são 21 etapas. Nessa edição as três primeiras etapas foram em Israel antes de chegar na Sicília, já na Itália, e subir até o Norte e depois retornar ao Sul para a última disputa em Roma.
      Meu objetivo era assistir a 14ª etapa, com partida de San Vito Al Tagliamento com chegada no Monte Zoncolan. Assistir de perto uma final de etapa sobre o mítico Zoncolan na região do Friuli é o sonho de qualquer ciclista ou apreciador do esporte.  Considerada a montanha mais dura da Europa, com 10,2km e com ganho de elevação de 1.225 metros, torcedores do mundo todo disputam espaço ao longo de toda subida para ver de perto o sofrimento e a garra dos melhores ciclistas de estrada do mundo. Na tarde do dia 19 de maio eu e o amigo Tacio Puntel, que mora no país há 13 anos, estávamos estrategicamente colocados sobre a Montanha para assistir à chegada. Milhares de pessoas chegaram cedo ou até acamparam no local, onde a temperatura mínima naquela madrugada tinha ficado abaixo de zero. Mas tudo é festa. Ali ficou evidente para mim como a cultura do ciclismo é tão importante para a sociedade italiana e europeia. Mas para a alegria de alguns e a tristeza de outros quem ganha a etapa é o britânico Chris Froome (que se tornaria o campeão do Giro) seguido de perto por Simon Yates e em terceiro colocado o italiano Domenico Pozzovivo.
      No outro dia fomos até Villa Santina para assistir a passagem da 15ª etapa com 176km, que teve início em Tolmezzo e chegada em Sappada, também na região do Friuli. A passagem dos ciclistas ocorreu dentro da cidade. Sentados em um bar ao lado rua, podemos ver toda a estrutura envolvida para dar suporte as 22 equipes que somam quase 180 ciclistas. Ônibus, Vans, Carros de abastecimentos, motos, equipes de televisão, ambulâncias. Uma grande logística para um negócio milionário que percorreu mais de 3.571 mil quilômetros em terras israelenses e italianas.
      Mas nem só de assistir ao Giro se resumiu essa viagem. Após passar alguns meses planejando roteiros para pedalar na Itália, Áustria e Eslovênia, chegava a hora de pôr em prática. Narro a partir de agora alguns trechos de cicloturismo que realizei nos três países.
      Cleulis (Itália) –  Passo Monte Croce - Dellach (Áustria) – 70km.
      Acordei decidido que iria almoçar na Áustria. Para chegar até lá teria que enfrentar o Passo do Monte Croce Carnico, ao qual já tinha subido e tinha noção que não era muito difícil. O retorno porém, era uma incógnita. O dia estava bonito, a minha frente a espetacular Creta de Timau, a montanha de 2218m, me mostrava o caminho. Uma parada rápida para foto na capela de Santo Osvaldo e cruzo Timau, a última frazione antes de chegar à fronteira. A partir dali, só subida e curvas. Muitas curvas. Eram incontáveis os grupos de motociclistas, trailers e cicloturistas que desciam a montanha. A cada curva um novo panorama se abria. Placas indicavam a altitude, 900m, 1000m, 1200m, até alcançar os 1375m na fronteira Itália/Áustria. Depois, só alegria... Descida de 12km até Mauthen.
      Parada em Kotschach para foto e planejar o próximo passo. Viro à direita na 110 e o vale que se abre a minha frente (e que se estende por quase 80km até Villach) me faz recordar da Áustria dos cartões postais e filmes. Campos verdes infinitos e montanhas que ainda conservavam a neve do inverno. O que mais me impressionou foi o aroma. Um frescor no ar. Uma mistura de terra molhada com lenha verde recém cortada. Segui por esse vale até encontrar a primeira cidade, a segunda, a terceira. Resolvi que era hora de voltar. Encontro a Karnischer Radweg R3, uma ciclovia que acompanha um belo Rio de águas cristalinas. Chego novamente em Mauthen, compro um lanche reforçado e quando vejo já estou subindo os 12km em direção a Itália. Começa a chover faltando poucos quilômetros para a fronteira.
      Parada obrigatória no Gasthaus Plockenhaus. Tempo depois a chuva diminui e começo o último trato até a fronteira. Mais um túnel congelante. Pedalo forte para esquentar o corpo. Na fronteira, já aquecido, vou beber um café no Al Valico, no lado italiano. Como ainda tinha algum tempo até anoitecer e querendo aproveitar ao máximo a viagem, deixo a bicicleta no restaurante e parto rumo a um trekking montanha acima, rumo ao Pal Piccolo. O local foi cenário de um dos episódios mais sangrentos da Primeira Guerra Mundial e hoje abriga um museu a céu aberto, onde mantém em perfeito estado as trincheiras e equipamentos utilizados nas batalhas entre o Império Austro-Húngaro e Itália. Seria uma caminhada de 2km com quase 600m de subida. Logo comecei a ver alguns animais selvagens e neve.
      Nenhuma palavra pode descrever o que eu senti lá. É emocionante estar em um local de Guerra tão bem preservado a quase 2 mil metros de altitude. Ali as trincheiras ficam a menos de 30 metros umas das outras. A bateria da Gopro e do celular já tinha acabado. A minha também. Apenas uma foto registrou a chegada. Não demorei muito e comecei a descer. Depois de 40 minutos de descida até a fronteira, pego a bicicleta e desço em direção a Cleulis, sob chuva e vento forte.
      Grossglokner Alpine Road – Áustria – 30km
      O corpo cobrava o preço do esforço dos últimos pedais e do cansaço da longa viagem. O sábado amanheceu bonito na região da Carnia na Itália e fazia calor quando partimos rumo a Heiligenblut na Áustria. O contraste do verde das montanhas com alguns pontos de neve com o céu azul e a brisa leve nos lembravam que a primavera havia chegado e não iria demorar muito para o verão dar as caras. Por volta do meio dia chegamos a Heiligenblut. A partir dali eu seguiria pedalando. Rapidamente preparo a Mountain Bike, me visto, respiro fundo e começo a “escalar” os 15 quilômetros até o mirante do Grossglockner, a maior montanha da Áustria e a segunda da Europa, com 3797m de altitude. Os primeiros metros, com uma inclinação de 15% já demonstravam que o desafio seria vencido com paciência e força. O calor me surpreende, o Garmin marca 33 graus e uma altitude de 1295m, o que só aumenta o desconforto, que iria diminuir conforme ganharia altura. Pra quem já subiu a linha São Pedro, Cortado, Cerro Branco, Lajeado Sobradinho, Linha das Pedras ou Linha dos Pomeranos pode ter uma pequena ideia do que foi. Chegava na marca dos 11km de subida, na altitude de 2000 mil metros. Pausa para hidratação e para admirar a paisagem. Picos nevados, cachoeiras, mirantes, campos verdes. Impossível não ficar hipnotizado com tamanha beleza de uma das estradas alpinas mais bonitas do mundo. Depois de 2 horas e 15 minutos e algumas paradas para hidratação chegava a 2.369m com uma visão espetacular do Glaciar Pasterze com 8,5km de comprimento e do imponente Grossglockner. Depois de comprar alguns souvenires e comer um pouco, iniciei a descida que em alguns pontos era possível ultrapassar facilmente os 80km/h.
      Triglav - Kranjska Gora (Eslovênia) Tarvisio - Pontebba - Chiusaforte - Moggio Udinese (Itália)
      Parque Nacional Triglav, Eslovênia. Passava do meio dia quando inicio mais uma pedalada. O trajeto do dia seria quase todo em ciclovias através de vales. Segui até a fronteira em Ratece e dali até Tarvisio na Itália onde encontrei a ciclovia Alpe Adria que inicia em Salsburgo na Áustria e vai até Grado no litoral do mar Adriático. Feita sobre uma antiga ferrovia, asfaltada e bem sinalizada é considerada uma das mais bonitas da Europa. Diversos túneis, pontes, áreas para descanso e pontos para manutenção das bikes com ferramentas a disposição. Durante o dia cruzei por centenas de ciclistas e fui cumprimentado por japoneses, espanhóis, alemães, holandeses e claro, italianos.
      É um parque de diversão só para ciclistas. Um ponto de encontro de apaixonados por bicicleta de diferentes nacionalidades. Ali famílias pedalam tranquilamente, sem pressa. Mais do que uma atividade física, percorrer a Alpe Adria é uma viagem na história e nos valores culturais e ambientais do Friuli.
      A paisagem mudava constantemente, ao fim de cada túnel se abriam bosques selvagens, montanhas rochosas e rios com água em tons de azul. Parei na antiga estação de Chiusaforte que foi transformada em um bar para cicloturistas. Dessa cidade as famílias Linassi, De Bernardi e Pesamosca emigraram para a Quarta Colônia na década de 1880. Recarreguei as energias com café e cornetto e segui em frente encantado com a beleza do Rio Fella. Após alguns quilômetros, ao lado do Rio Tagliamento encontrei a cidade medieval fortificada de Venzone. Próximas paradas: Buia terra das famílias Tondo e Comoretto e a cidade de Gemona Del Friuli das famílias Copetti, Forgiarini, Baldissera, Londero, Brondani, Papis, Rizzi, Patat e tantas outras que dali saíram para colonizarem a região central do nosso Estado.
      Nos últimos quilômetros encontrei a belíssima planície friulana e Údine, Palmanova e Aquileia, a antiga cidade romana fundada em 181 a.C. que conserva vestígios arquitetônicos do Forum, do porto fluvial e os 760 metros quadrados de mosaico do século III na Basílica de Santa Maria Assunta.
      Já era tarde da noite quando cheguei em Grado. Degustei uma pizza e um bom vinho tocai friulano e adormeci ao som do Mar Adriático.
      Pendenze Pericolose
      Pendenze Pericolose é um hotel para ciclistas de estrada em Arta Terme. Estrategicamente localizado próximo das subidas mais desafiadoras da Europa como o Zoncolan e o Monte Crostis é também cenário para diversas competições esportivas. Foi ali que conheci seu idealizador, o romano Emiliano Cantagallo que deixou o emprego de Guarda do Papa para se dedicar inteiramente ao ciclismo e a hotelaria na região da Cárnia.
      Eu já acompanhava seus vídeos na internet com ciclistas profissionais em lugares incríveis onde ele demonstrava a paixão que sentia por aquela terra. Estando tão perto eu não poderia perder a oportunidade de ter essa experiência. Através dos amigos Tácio e Marindia Puntel o encontro foi marcado. No outro dia já estávamos na estrada, eu, Emiliano e Alessandra que também veio de Roma e estava hospedada no hotel. Fiquei espantado com seus níveis de condicionamento físico. Normal para quem faz por volta de 150km todos os dias. Nesse dia aliviaram para mim, seriam 100km e “apenas” duas montanhas.
      Foi um dia inesquecível, apesar do ritmo forte, conversamos muito. Emiliano contava sobre cada lugar: Sella Nevea, Tarvisio, Montasio... Falamos sobre o acaso da vida. Dois romanos e um brasileiro nas montanhas da Cárnia unidos por um esporte e com visões de mundo semelhantes. No meio do caminho, fizemos uma parada no Lago del Predil. Contemplamos o lago cercado por montanhas e nos abraçamos como velhos amigos.
      Foram mais de 500 quilômetros pedalados entre Áustria, Itália e Eslovênia durante a primavera do hemisfério norte. Foram 15 dias de imersão cultural, descobrindo e aprendendo. Permaneci a maior parte do tempo entre Arta Terme e Paluzza. Sentia-me em casa convivendo com pessoas que possuem uma ligação genealógica e afetiva com nossa região. Daquela área saíram as famílias Anater, Prodorutti, Puntel, Maieron, Dassi, Muser e Unfer. Se não fosse pela língua e pelas montanhas, diria que estava na Linha dos Pomeranos ou na Serraria Scheidt.  Na fração de Cleulis, em Paluzza, conheci as casas que foram de alguns emigrantes. Construções em sua maioria de dois pavimentos e que ainda se mantem intactas e bem cuidadas.
      Foi de Cleulis que iniciei mais uma pedalada, agora até o Lago Avostanis. Não fazia ideia do que ia encontrar quando parti às 7 horas de um domingo ensolarado e frio. Logo comecei a subir por uma estrada de terra que serpenteava a Floresta de Pramosio. Muitas curvas. Seriam mais de cinquenta nos dez quilômetros até o topo. A inclinação era absurda. A mata fechada permitia que apenas alguns raios de sol atingissem a estrada. Quanto mais alto, mais a temperatura diminuía e a paisagem se transformava. Parei em uma placa indicativa que mostrava em detalhes como a vegetação se dividia conforme a altitude. Assustei-me quando percebi que havia percorrido apenas um terço do caminho. O silêncio era quase total, ouvia apenas a minha respiração e o barulho do atrito dos pneus com o cascalho.  O ambiente, muito bem preservado, é lar de cervos e coelhos selvagens que saltavam de um lado para o outro. Na altitude de 1500 metros está a Malga Pramosio. Malga é uma espécie de estabelecimento alpino de verão, geralmente um restaurante ou bar com produtos típicos. Segui em frente. O caminho a parti dali só é possível ser feito a pé ou de bicicleta. Ainda havia muita neve em alguns pontos, o que exigia colocar a bicicleta nas costas e caminhar sobre o gelo ao lado de um precipício. Foi assim que cheguei a quase 2 mil metros de altitude no Lago Avostanis que ainda estava congelado. Foi o lugar mais bonito de toda a viagem, uma beleza que só se revela para aqueles dispostos a enfrentar a si mesmos e a respeitar o poder da natureza em sua forma bruta.
      Durante esse tempo pedalando por antigas estradas romanas, cidades medievais, atravessando fronteiras e exposto a uma diversidade de culturas e tentando me adaptar a cada uma delas, percebi uma coisa que mais me chamou atenção: o respeito. O respeito não só com o ciclista, mas com o ser humano em si. E o respeito se transformava em solidariedade, em empatia. Por diversas vezes, em bares e restaurantes principalmente no Friuli, recusavam-se que eu pagasse a conta. Não sofri qualquer tipo de preconceito por ser brasileiro ou por não ter sangue “puro” italiano. Havia apenas curiosidade e fascínio de ambas as partes.
      Foram tantos os detalhes que me chamaram atenção durante esses dias que são difíceis de enumerá-los. Desde beber água direto das fontes à beira da estrada até a generosidade daquele povo. É poder conhecer coisas assim quer torna o ciclismo tão especial. Não é apenas o lugar em si. Mas o modo que você o visita. As pessoas e as histórias que conheceu. O que você precisou fazer para chegar até ele e o quanto dele ficou em você quando foi embora.
       
      Roberto Tonellotto
      Vice presidente do Fogolar Friulano de Sobradinho - RS - Brasil
































    • Por iceflame23
      Hey pessoal! Td bemcom vcs??
      Seguinte, depois de ter feito um mochilão de 2 meses pela Europa com meu brother, gastando 10-15 libras/dia, wild camping, workaway, bem roots mesmo, estou planejando ir, no próx. Ano, pro sudoeste asiático, especialmente Tailândia e Vietnã onde vou fazer voluntariado num centro de cuidado com os animais e depois numa escola de inglês pra crianças. Após isso, eu pretendo lançar algum tipo de livro ou doc.
      Nesses meses que passei lá, resolvi fazer um ebook ensinando como comer de graça em Paris e Londres, pra quem é vegetariano/vegano pode se beneficiar também, aplicativos pra conseguir comida de graça, etc.
      Pra conseguir arcar com os custos da viagem pra Ásia, em um primeiro instante, eu coloquei um valor simbólico de 25 reais no ebook. Quem não puder, sem problemas. Se puder compartilhar com amigos, eu agradeceria imensamente.
      Pras primeiras 80 pessoas que comprarem, vão receber um Bônus extra de como ganhar $$$ comendo em restaurantes e pub’s na Europa (especialmente em Londres) e os aplicativos pra conseguir comida de graça. Só mandar um email pra [email protected] ou vc  pode deixar o seu email aqui que te envio o link de pagamento (via mercado pago).
      Gratidão.
       

    • Por anselmoportes
      Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse:
      São Paulo - Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga.
      ***DICA IMPORTANTE: Levei o meu celular e usei MUITO o Google Maps. Mesmo sem um chip local, eu consegui internet em quase todos os lugares usando redes wifi abertas. Além dos bares, cafés e restaurantes, muitos transportes públicos também oferecem esse serviço. Uma vez que vc acessa o Google Maps estando online, ele carrega o mapa da região. Depois, mesmo OFFLINE, é possível ver sua localização no mapa e achar os lugares que procura.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de SOFIA.
      LEGENDA
      USD - Dólar Americano
      EUR - Euro
      BRL - Real Brasileiro
      RON - Leu Romeno
      BGN - Lev Búlgaro
      Depois de 3 dias em Bucareste (Romênia) segui minha viagem até Sofia, na Bulgária. Lá eu fiquei no esquema Couchsurfing então nesse relato não há nenhuma dica ou avaliação de hostel, hotel ou pousada.

      12º dia de viagem: Bucareste -> Sofia (Terça-feira, 18 de Setembro de 2018)
      Por volta das 23h30 meu ônibus Flixbus (USD 12,70) estava deixando Bucareste com destino à Sofia, capital da Bulgária.
      O ônibus não é NADA confortável e foi muito difícil dormir nele. Ao menos o wifi funcionava razoavelmente bem. Por volta das 2h o ônibus parou na fronteira mas nem precisamos descer: pegaram nossos passaportes, deram saída da Romênia e entrada na Bulgária e depois nos devolveram.
      Distância percorrida no dia: 20km 🚶‍♂️
       
      13º dia de viagem: Sofia (Quarta-feira, 20 de Setembro de 2018)
      Por volta das 6h30 estava chegando em Sofia. A estação principal fica ao lado da estação de chegada do ônibus da Flixbus. Entre as duas estações há um banheiro (BGN 0,6) e uma casa de câmbio. Dentro da estação central há também uma casa de câmbio, mas a cotação estava pior do que a do lado de fora. Fui no câmbio de fora e troquei RON 40 (peguei BGN 16,50) e EUR 50(BGN 95).
      Comi na estação central um salgado (BGN 1,30) e tomei 1 capuccino e 1 mocaccino numa máquina automática (BGN 0,6 cada). No subsolo da estação há um LEFT LUGGAGE e deixei minha mochila lá por BGN 2.
      Deixei a estação às 8h15 e fui caminhando até o centro. Depois de uns 30 minutos de caminhada cheguei até o PALÁCIO DA JUSTIÇA. Ao lado fica a CATEDRAL DE SVETA-NEDELYA. Entrei nela e estava tendo uma missa com um canto gregoriano (?) muito bonito. Tirei umas fotos e saí. Segui caminhando pelo centro e passei pela IGREJA DE SÃO NICOLAS. Andei mais um  pouco e voltei para o Palácio da Justiça, onde iria começar o FREE WALKING TOUR.
      Quem conduziu o tour foi o KRIS e ele foi um dos melhores guias que eu encontrei em toda a minha viagem. Passamos por umas ruínas romanas encontradas na escavação da estação de metro SERDIKA. Ali perto está também a PRAÇA DA TOLERÂNCIA, que tem esse nome pq fica próxima a 1 igreja ortodoxa, 1 igreja católica, 1 sinagoga e 1 mesquita. Passamos por vários outros lugares históricos.Terminamos o tour da Igreja de SANTA SOFIA que dá o nome a cidade.
      Depois do tour fui até o Centro de Informação Turística que fica passagem subterrânea da estação SOFIA UNIVERSITY. Peguei uns mapas da cidade e o rapaz que me atendeu escreveu um bilhete em búlgaro para me auxiliar a comprar o SOFIA CARD, que é o cartão de transporte. O guichê de compra do cartão fica ao lado do centro de informação turística. Comprei o cartão válido por 3 dias e paguei BGN 12.
      Ali perto da estação fica o KNYAZHESKA GARDEN onde tem o MONUMENTO AO EXÉRCITO SOVIÉTICO. Do outro lado do parque está o ESTÁDIO NACIONAL VASIL LEVSKI. Não há nenhum tour, museu ou centro de informação. Pedi para alguns guardas para entrar e tirar umas fotos mas nenhum deles deixou.
      Voltei para a estação Sofia University e peguei o metrô até Serdika. Fui até um supermercado chamado BILLA e comprei 1 sanduíche de salame e verduras, 1 pacote com 3 chocolates Mars e 1 cerveja DAMBURGER (BGN 5,20). Fiz meu almoço num banco em frente ao supermercado e por volta das 14h fui até o MUSEU DE HISTÓRIA REGIONAL. Para entrar custa BGN 8 e se quiser tirar foto tem que pagar mais BGN 15. Só paguei a entrada e deixei minha mochila num armário de lá. O museu fala como a cidade de Sofia foi formada e tem algumas peças da civilização que viveu lá há muitos anos. 
      Deixei esse museu e fui para outro: o MUSEU DE ARQUEOLOGIA. Lá tem várias peças de quando a Bulgária fazia parte do Império Romano e de até muito antes disso. Vi jarros, estátuas, potes, jóias, espadas, esculturas, etc.  Saí do museu e fui descansar um pouco no CITY GARDEN, que é um parque que fica em frente ao TEATRO IVAN VASOV.
      Fui para a estação central e peguei a minha mochila. Voltei para o Palácio da Justiça e atrás dele fica um ponto de bondes. Peguei o tram 5 que ia para a casa do Slavi, meu anfitrião em Sofia. Fui acompanhando o caminho do tram no Google Maps do celular. Um rapaz ao meu lado percebeu que eu não era de lá e disse que me avisaria quando chegasse a estação que eu deveria descer. Desci na estação certa e agradeci o rapaz. Fui chegar no apto do Slavi por volta das 19h. Ele me apresentou sua esposa, a Maria que nos serviu um delicioso jantar: feijão branco, almôndegas, pão, antepasto de pimentão, azeitonas e queijo branco. Depois de comer fomos num bar ali perto. Tomamos umas cervejas, conversamos bastante e voltamos. Tomei banho e fui dormir por volta das 23h.
      Distância percorrida no dia: 27km 🚶‍♂️

      14º dia de viagem: Sofia (Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018)
      Acordei 8h50 e por volta das 9h estava saindo em direção ao centro. Resolvi visitar com calma os lugares que eu havia passado com o Free Walking Tour do dia anterior.
      Primeiro fui até a MESQUITA BANYA BASHI, que é bonita mas como havia passado por várias outras em Istanbul não me chamou muito a atenção. Depois fui SINAGOGA DE SOFIA. Para entrar há um guarda que faz uma revista nas bolsas e mochilas e é cobrado BGN 4. A sinagoga é muito bonita mas estava em reforma então tinha muita coisa coberta.
      Saí da sinagoga e fui para a ST. GEORGI ROTUNDA CHURCH que é a igreja católica mais antiga de Sofia. Depois fui até o teatro Ivan Vasov mas estava fechado.
      Caminhei até a CATEDRAL DE ST. ALEXANDER, que é a 2ª maior catedral ortodoxa dos Balcãs e uma das 5 maiores do mundo. Nela cabem até 10.000 durante a missa. A entrada é gratuita, porém tem que pagar BGN 10 para tirar foto. A catedral é muito bonita e imponente.
      Ali perto está a Igreja de Santa Sofia que não é tão grande, mas é bonita. Sob a igreja há um museu arqueológico.
      Depois fui até um supermercado BILLA que fica na passagem subterrânea da estação Sofia University e comprei 1 salgado de salsicha, 2 waffles tipo “bis” e 1 cerveja ASTIKA. A conta toda ficou em apenas BGN 1,78! Fiz meu lanche numa mesa do McDonald’s que tem ao lado do supermercado.
      Peguei o metrô até a estação DIMITROV e fui até o MUSEU DE ARTE SOCIALISTA. Caminhei uns 10 minutos e o museu fica meio escondido, ao lado de um prédio comercial com um café no térreo. O museu (entrada é BGN 6) tem 3 partes: um jardim com estátuas de líderes socialistas ao céu aberto, uma pequena sala de exibição que passa 2 filmes (aprox. 15 min. cada) sobre as conquistas e desenvolvimento do socialismo na Bulgária. A 3ª parte é uma sala que exibe vários pôsteres de propaganda socialista e outros eventos ligados como: A queda do muro de Berlin, Primavera de Praga, fim da I Guerra Mundial, etc. Eu gostei muito desse museu e recomendo a visita!
      Voltei ao centro e fui até o Palácio da Justiça pegar o COMMUNIST TOUR que saiu às 16h. Nosso guia foi o VASIL (ou VASCO) e ele foi muito bom! Explicou muita coisa sobre a era comunista da Bulgária, desde a arquitetura dos prédios e as manobras que o governo fazia para manter a população longe das igrejas. Os principais líderes comunistas foram GEORGI DIMITROV e THEODORE JIVKOV. O tour terminou por volta das 19h30 no belíssimo PARQUE  PALÁCIO NACIONAL DA CULTURA.
      ***Nota: Como o nome diz, os Free Walking Tours são gratuitos e vc não tem obrigação nenhuma de dar a gorjeta no final. No entanto, a maioria dos guias depende exclusivamente dessa atividade para viver. Eu costumo dar de gorjeta algo em torno de EUR 10 (ou esse valor convertido na moeda local). Mas isso, claro, vai de cada um.
      Caminhei pela VITOSHA BULEVARD até o ponto de tram atrás do Palácio da Justiça. No caminho peguei uma fatia de pizza de pepperoni no GRAB N’ GO (BGN 2,20).
      Cheguei em casa e conversei um pouco com o Slavi. Saí para comprar umas cervejas e uns salgadinhos para assistirmos o jogo entre LUDOGORETZ (time da Bulgária e tem vários jogadores brasileiros) x Bayern Leverkusen. Assistimos ao jogo que terminou Ludogoretz 2 x 3 B. Leverkusen. 
      Antes de dormir me despedi do Slavi pois eu iria partir no dia seguinte e não iria mais ver ele.
      Distância percorrida no dia: 21km 🚶‍♂️
       
      15º dia de viagem: Sofia -> Belgrado (Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018)
      Acordei as 8h50 e as 9h30 estava deixando a casa do Slavi e da Maria. Como meu vôo para Belgrado era só às 16h, fui até a estação central e deixei minha mochila mais uma vez no guarda-volumes.
      Peguei o metrô até o PALÁCIO NACIONAL DA CULTURA (a estação se chama NDK). A entrada é pelo lado esquerdo do prédio mas só tem acesso à bilheteria. Até pedi para ver como era o prédio por dentro mas não deixaram.
      Caminhei pela parque em frente (onde terminou o Communist tour do dia anterior) e voltei à Vitosha Bulevard. Peguei uma fatia de pizza (BGN 2,20) e comprei uma cerveja num supermercado na rua paralela (BGN 1,20). Enquanto fazia meu almoço um bêbado veio falar comigo. Apesar de não falar coisa com coisa, ele mandava muito bem inglês.
      Por volta das 13h voltei para a estação, passei no supermercado BILLA e comprei uns chocolates (BGN 2,50) e às 13h30 estava pegando o metrô para o aeroporto. A viagem do centro ao aeroporto leva uns 45 minutos e fui chegar lá 14h15.
      Fiz check-in e 16h10 estava decolando sentido Belgrado.
      FIM DE SOFIA
      Próximo relato: Belgrado
       







    • Por anselmoportes
      Entre Setembro e Outubro de 2018 viajei para a Turquia, Balcãs e Europa Central. Meu roteiro foi esse:
      São Paulo - Goreme - Istambul - Bucareste - Sófia - Belgrado - Budapeste - Varsóvia - Cracóvia - Praga.
      ***DICA IMPORTANTE: Levei o meu celular e usei MUITO o Google Maps. Mesmo sem um chip local, eu consegui internet em quase todos os lugares usando redes wifi abertas. Além dos bares, cafes e restaurantes, muitos transportes públicos também oferecem esse serviço. Uma vez que vc acessa o Google Maps estando online, ele carrega o mapa da região. Depois, mesmo OFFLINE, é possível ver sua localização no mapa e achar os lugares que procura.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de BUCARESTE.
      LEGENDA
      USD - Dólar Americano
      EUR - Euro
      BRL - Real Brasileiro
      TRY - Lira Turca
      RON - Leu Romeno

      Depois de 5 dias na fantástica cidade de Istanbul, segui minha viagem até Bucareste na Romênia. Lá eu fiquei no esquema Couchsurfing então nesse relato não há nenhuma dica ou avaliação de hostel, hotel ou pousada.
       
      9º dia de viagem: Istanbul -> Bucareste (Domingo, 16 de Setembro de 2018)
      Acordei as 7h, tomei café, arrumei minhas malas e me despedi do Emre, meu anfitrião em Istanbul.
      Fui até a Taksim Square e lá eu peguei o HAVABUS (14TRY) das 8h e por volta das 8h40 estava chegando ao aeroporto de ATATURK.
      ***Dica: o Havabus não sai EXATAMENTE da Taksim Square, mas de um ponto há umas 3 quadras de lá. Mas se vc perguntar em qualquer hotel ao redor da praça vão saber te indicar o ponto.
      Meu avião decolou às 10h40 e 11h40 estava chegando e, Bucareste. Peguei minha mochila e fui consultar as casas de câmbio no aeroporto. Todas estavam com uma cotação muito ruim então saquei 300RON no caixa eletrônico (meu cartão é do Banco do Brasil e cobrou uma tava de 14RON).
      O Vlad, meu anfitrião que iria me hospedar em Bucareste, já tinha me alertado sobre os táxis de lá. Disse para não pegar os táxis comuns e, ao invés disso, chamar um UBER.
      Tentei acessar o wifi aberto do aeroporto mas não estava funcionando. Fui até uma cafeteria SEGAFREDO que tem no saguão principal e pedi a senha do wifi. A caixa, muito simpática, me passou a senha e consegui chamar um UBER.
      A corrida me custou 36RON e no GPS do Uber marcava uma distância de 23km do aeroporto até o apto que eu iria ficar.
      Cheguei por volta das 13h no apto do Vlad, mas ele não estava lá. Já havia me informado disso e que um amigo dele chamado Mihai iria me receber.
      Deixei minhas coisas no apto e fui para o centro com o Mihai. Pegamos o bonde 21 até o centro. O percurso levou 30 min e chegando lá comprei um cartão para usar o bonde com 4 passagens por 10RON. Me despedi do Mihai e segui para o centro.
      Fui até a CIDADE VELHA, que é cheia de pubs, bares e restaurantes. Decidi almoçar num restaurante chamado EXCLUSIVE. Comi um hambúrguer de gorgonzola acompanhado de batatas wedges e tomei 2 chopps da casa por 65RON.
      Passei pela IGREJA DE SÃO DEMÉTRIO e depois no MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA, que tinha uma exposição bem legal sobre a Romênia na II Guerra Mundial. Caminhei até o ATHENEUM onde fui pegar o COMMUNISM vs MONARCHY FREE WALKING TOUR. Nossa guia se chamava DANIELA e além do inglês impecável, ela também falava muito bem português.
      O tour passa por vários monumentos e prédios históricos. A monarquia na Romênia começou quando o país ficou independente do Império Otomano. Tiveram apenas 4 reis quando NICOLAE CEAUSESCU assumiu o poder e começou a era Comunista. Com o final dessa era em 1989, Ceausescu e sua mulher foram fuzilados! O tour terminou numa praça próxima ao gigantesco parlamento romeno.
      Cheguei em casa por volta das 21h30. O Vlad e sua namorada foram chegar só às 23h30. Ficamos conversando e bebendo cerveja até as 1h30 quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 22km 🚶‍♂️

      10º dia de viagem: Bucareste (Segunda, 17 de Setembro de 2018)
      Acordei as 8h50 e como não tinha comprado nada para o café da manhã, fui comer na rua. Passei no supermercado MEGA IMAGE e comprei 3 salgados, um achocolatado Mars e 1 água (16RON). Tomei um cappucino de máquina que tinha no supermercado (2RON). Terminei meu café da manhã e segui para o centro.
      Chegando na Cidade Velha peguei o free tour OLD TOWN LEGENDS & STORIES. Passamos por vários pontos na cidade velha: A IGREJA E MONASTÉRIO DE STAVROPOLEOS, PASSAGEM VILLAROSSE (ou “Valley of the Kings, como é conhecida), estátua LUPA CAPITOLINA. A guia explicou que a Romenia é a união de 3 regiões: Transylvania, Moldavia e Wallachia e que Vlad The Impaler, também conhecido como Drácula, era na verdade de Wallachia e não da Transylvania como o lenda conta.
      A guia também nos contou que quando Bucareste tinha 150.000 habitantes chegou a ter 300 igrejas. O tour terminou 12h30 e fui com o Iris (brasileiro que também fazia o tour) fomos no restaurante CARUCU BERE. Como tinha batido um café da manhã reforçado, resolvi apenas beber 2 cervejas (22RON).
      ***Nota: O CARUCU BERE é tradicional restaurante romeno no coração da cidade velha. O ambiente é agradável e a cerveja estava ótima (não posso falar da comida pq não comi nada). Mas o atendimento é MUITO LENTO. A minha 2ª cerveja levou 30 minutos pra chegar. Então, acho válido uma passada lá desde que vc não tenha pressa. 
      Deixamos o restaurante às 14h30 e fomos até o MUSEUM OF SENSES. No site do museu havia apenas o endereço, sem nenhuma referência. Olhei no google maps e vi a estação de metro mais próxima de lá. Pegamos o metro em Piata Romana e fomos até a estação Politehnica. Depois de caminhar pela área fomos ficar sabendo que o museu fica dentro de um Shopping. A entrada custa 35RON e o Iris decidiu ir embora. 
      O Museum of Senses, como o nome diz, explora nossos sentidos. Há várias ilusões de ótica bem legais e o staff do museu foi muito simpático e solícito. O espaço não é grande e dá pra ver tudo com calma em menos de 1 hora.
      Deixei o museu e fui até o CISMIGIU PARK. O parque é interessante e tem um lago com patos e outros pássaros. Muitas pessoas passeiam com seus cachorros e correm por ele.
      Por volta das 19h30 voltei pra casa. No caminho de volta passei no supermercado e comprei cerveja e salgadinhos (46RON). Jantamos um delicioso suflê preparado pela Alex. Depois do jantar lavei a louça e ficamos bebendo e conversando até 1h, quando fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 24km🚶‍♂️

      11º dia de viagem: Bucareste -> Sofia (Terça, 18 de Setembro de 2018)
      Acordei 8h50 e fui ao supermercado Mega Image tomar café. Comi 2 salgados e tomei um café com leite de máquina (6RON). Peguei o tram 21 por volta das 10h estava chegando ao centro. Caminhei por uns 30 minutos até o PARLAMENTO ROMENO. Existem 2 tipos de tours para conhecer o parlamento: o STANDARD (40RON) e o STANDARD+UNDERGROUND (45RON). O próximo tour Stantard em inglês era às 12h e o Standard+Underground só as 14h15. Decidi pegar o primeiro.
      O tour começou as 12h em ponto e para entrar no prédio passamos por uma segurança igual de aeroporto com detectores de metal e raio-x para as mochilas.
      O Parlamento Romeno é o 2º maior prédio do mundo, ficando atrás somente do Pentágono nos EUA. Ele tem 1.100 salas e custou USD 3 BILHÕES para ser construído. Como ele foi feito em uma área que era residencial, cerca de 40.000 pessoas tiveram que se mudar e suas casas foram demolidas. 
      Passamos pelo salão de apresentação que parecia uma ópera, pelo escritório do Ceausescu, escadarias e uma gigante sacada que dá vista a uma avenida que seria uma réplica da Champs Elyseés de Paris. O custo de manutenção do parlamento é de EUR 5 MILHÕES por ano. O tour levou uns 40 minutos e vimos apenas 4% de todo o prédio. Super recomendada a visita a esse gigantesco prédio! Sugiro tentar fazer a reserva do tour antecipadamente nesse site: http://cic.cdep.ro/en/visiting/visiting-routes
      Deixei o parlamento por volta das 13h e fui até a MANSÃO CEAUSESCU.  Peguei o metro na estação de IZVOR e desci na AVIATORILOR. Caminhei por uns 10 minutos até chegar na Mansão. Peguei o tour em inglês das 14h (50RON).
      A mansão que serviu de residência para Nicolae Ceausescu, sua esposa e 3 filhos é muito ornamentada. Cada filho e até a Elena (esposa) tinha seu próprio quarto. Há também uma adega de vinhos, cinema, jardim de inverno, spa, jardim de verão e uma piscina de 20 metros. Apesar de ser um pouco caro eu acho que vale uma visita.
      Deixei a mansão e peguei o metrô até a estação PIATA ROMANA. Caminhei por uns 15 minutos até o MUSEU NACIONAL DE ARTE DA ROMÊNIA. A entrada custa 15RON e ele tem 3 andares e 2 alas. Havia pinturas de artistas romenos e de outros países também, desenhos, móveis antigos, tapeçaria, louças, porcelanas, esculturas, etc. Deixei o museu as 17h30 e voltei pra casa.
      No caminho passei no supermercado e comprei umas cervejas. Eu, Vlad e Alex ficamos bebendo as cervejas até às 20h quando a Alex preparou pra gente uma deliciosa sopa de iogurte. Por volta das 22h o Vlad me levou até a estação rodoviária onde peguei o ônibus (Flix Bus - USD12,70) para Sofia, Bulgária.
      Distância percorrida no dia: 20km🚶‍♂️
       
      FIM DE BUCARESTE.
      Próximo relato: Sofia
       











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