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Excelente dicas. Apenas duas vezes me pediram algo além do que você citou como obrigatório e curiosamente foi a mesma coisa:

- Em 2012 na região de Jujuy, um policial da caminera pediu o "certificado de la revision tecnica" e um adesivo no vidro do carro com a data dessa revisão. Como eu sabia que não era obrigatório para carros estrangeiros, falei isso e depois mostrei o adesivo da troca de oleo e o manual do carro com a data da revisão. O policial nem insistiu e me liberou.

- Em 2016 na viagem ao Peru, voltando de Lima, na região de Asia, o policial parou e pediu a mesma coisa. Falei que o carro era brasileiro e não precisava disso, ele olhou com uma cara de interrogação, mas liberou em seguida.

Normalmente ao demonstrar conhecimento das normas e equipamentos obrigatórios, além mostrar respeito e tranquilidade durante a abordagem, eles acabam liberando sem maiores problemas. 

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Boa tarde Mateus.

Saberia dizer-me sobre as faixas refletivas que muitos dizem ser obrigatório, inclusive aquelas com 100 ou 110Km/h, coladas atrás do veículo. 

Já fui 2 vezes para a Argentina uma delas indo até Santiago (Cl) e sempre coloquei aquelas porcarias:

1) Curitiba - Uruguaiana - Las Lenhas - Mendoza - Curitiba (julho. 2017)

2) Curitiba - Uruguaiana - Mendoza -  Santiago (Chile) - Mendoza - São Borja (SC) - Curitiba (janeiro 2018)

Obs: percebi que vc vai para Bariloche na mesma época que nós - Julho 2019 (que data vc irá ?) 

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@Andre Luiz Mylonas Martins pelo que sei essas placas reflexivas são obrigatórias em veículos mais pesados. Veículos de passeio não sao obrigados a usar. 

Eu nunca utilizei,  na época levantei essa questão na aduana argentina. 

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8 horas atrás, Andre Luiz Mylonas Martins disse:

Boa tarde Mateus.

Saberia dizer-me sobre as faixas refletivas que muitos dizem ser obrigatório, inclusive aquelas com 100 ou 110Km/h, coladas atrás do veículo. 

Já fui 2 vezes para a Argentina uma delas indo até Santiago (Cl) e sempre coloquei aquelas porcarias:

1) Curitiba - Uruguaiana - Las Lenhas - Mendoza - Curitiba (julho. 2017)

2) Curitiba - Uruguaiana - Mendoza -  Santiago (Chile) - Mendoza - São Borja (SC) - Curitiba (janeiro 2018)

Obs: percebi que vc vai para Bariloche na mesma época que nós - Julho 2019 (que data vc irá ?) 

Boa noite André, realmente para veículos de passeio não são obrigatórios.

Saio de viagem dia 13 de Julho, vai estar por lá tbm? Abraços.

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Saímos de Curitiba dia 12/07 por volta das 06:00h. (01 Pajero Dakar: eu a esposa e 3 filhos (11, 8 e 3 anos) e uma Touareg com 3 adultos (meu vizinho, esposa e sua filha de 21anos)

Caminhonete (Pajero Dakar) precisa das placas reflexivas?

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2 horas atrás, Andre Luiz Mylonas Martins disse:

Saímos de Curitiba dia 12/07 por volta das 06:00h. (01 Pajero Dakar: eu a esposa e 3 filhos (11, 8 e 3 anos) e uma Touareg com 3 adultos (meu vizinho, esposa e sua filha de 21anos)

Caminhonete (Pajero Dakar) precisa das placas reflexivas?

Que bacana, sairemos de São Miguel Arcanjo interior sul de SP em 3 carros com 4 pessoas cada;Toyota Corolla, Volkswagen Virtus e Hyundai HB20 sedã. Quem sabe não nos encontramos por lá.

Não precisa das placas de velocidade na Pajero, abraços.

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4 minutos atrás, Juliana Champi disse:

Vcs estão falando do Atacama @Andre Luiz Mylonas Martins e @@mateusmaps ?

Nós partiremos de Londrina-PR dia 6, mas vamos dar um tempo no norte da Argentina e chegar no Atacama 13 de julho. Quando chegam lá?

Juliana, estamos falando de Bariloche, saio dia 13 e chego dia 15.

Esse do Atacama deve ser show o road trip tbm, manda aí seu relato pós viagem, quem sabe próximo ano faço esse tbm, abraços.

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    • Por cassizanon
      Fala Galera, finalmente to tomando coragem pra fazer minha primeira viagem sozinho. Sempre fiquei dependendo de ter alguém pra viajar comigo mas datas, orçamentos e disposição nunca bateram, e nunca consegui viajar. ACHO QUE AGORA VAI, tenho um certo receio de estar por conta própria, mas acho que faz parte da experiência.
      Sempre quis viajar pra Argentina e há anos tenho pesquisado e feito vááários roteiros que nunca se concretizaram. 
      Agora, pesquisando preços de passagens, achei valores que achei incrivelmente baixos e antes de reservar, queria confirmar com vocês se meu (pouco) planejamento até agora está nos conformes e se os valores realmente valem a pena.
      Bem, moro em Florinópolis/SC, mas achei as seguinte passagens:
      Porto Alegre para Buenos Aires
      FLYBONDI
      Ida: 14/04 (19:25 - 20:10)
      Volta: 30/04 (17:05 - 18:40)
      Total: R$426,91
      A Flybondi não tem bagagem incluída, porém eles mencionam isto: A piece of hand luggage of up to 6kg is included. If you are flying to or from Brasil, 10kg are included for hand and cabin luggaged combined.
      Então eu teria 10kg para levar na cabine. Vocês acham que é possivel passar 16 dias (no possível frio de Bariloche) com 10kg de bagagem só? Eu teria que pagar 110 reais por trecho pra levar mala de 20kg.
       
      Buenos Aires para Bariloche
      AEROLINEAS ARGENTINAS
       
      Ida: 17/04 (13:00)
      Volta: 29/04 (15:25)
      Total: R$316,43*
      *Aqui que pega, esse voo não inclui nenhuma bagagem, apenas "mochila que caiba embaixo do assento", não achei peso nem nada, porém para poder levar bagagem adicional, que também não sei ao certo o peso, pelo site da Cia, seria cerca de R$50 por trecho, então o total poderia ficar em R$ 416 +-. O que acham?
       
      HOSPEDAGEM:
       
      No Booking.com, encontrei o Hostel HOPA-Home Patagonia Hostel & Bar, a 1,1km do centro (no site deles diz 700m).
      12 dias - R$371 + R$78 de ISS (Quarto compartilhado com 8 camas)
       
      Alguém já se hospedou neste hostel? Parece ser bom e bem completo, porém queria opiniões da galera daqui. O preço está ok também?
       
      O QUE FAZER:
      Bem, aqui eu teria que com tempo reler meus guias, comprar guias novos (o que tenho é de 2013), e meus roteiros antigos, porém tenho uma boa noção do que quero conhecer, até locais mais distantes, como El Bosón, Ventisquero Negro, Rota dos 7 Lagos, etc.
      O problema é que dessa vez meu planejamento vai ser sem carro, e estou 100% desatualizado em como tá a situação lá pra usar Uber, 99, Bla bla car, etc, qualquer tecnologia que facilite transporte. Ou se ainda devo me focar em tours, passeios contratados pra conhecer certos lugares, tipo fazer o circuito chico, grande, rota dos 7 lagos, e idas pra lugares mais longe. E até mesmo transporte dentro da cidade. Vocês poderiam me dar um help nisso? Eu queria muito conhecer alguém lá e fazer esses passeios juntos.
       
      Mas enfim, para conhecer bem Bariloche e região, vocês acham que 11, 12 dias dá com tranquilidade? Não sei que tipo de viajante sou, mas sei que quero apreciar muito o lugar.
      E também, coloquei uns 3 dias para Buenos Aires, acho que vai ser meio corrido, mas como meu foco é Bariloche mesmo, acham que é suave deixar esse tempo pra capital?
       
       
      Eu queria muito incluir Mendoza e o Aconcágua nessa viagem, mas acho que encareceria muito, mas fazia parte do meu roteiro dos sonhos, mas acho que fica pra uma próxima.
      Desculpem o post longo, mas tentei organizar o máximo possível!
      Valeu galera!
       
    • Por [email protected]
      Ter uma história com uma Kombi é bem comum entre os brasileiros. Eu mesma me recordo das histórias de infância, onde uma Kombi era utilizada como transporte escolar na minha cidade. Tenho certeza que que muitos de vocês já se depararam com uma Kombi com aquela faixa amarela escrito “ESCOLAR”, não é mesmo?!
      Kombi Escolar
      Nenhum outro veículo já produzido tem tantas histórias para contar como a Kombi. No Brasil ela foi fabricada de 1953 a 2013, completando 60 anos de produção, sendo um dos veículos que mais participou da vida dos brasileiros. Uma “senhora” com mil e uma utilidades, que vão desde sua utilização no comércio à fins particulares. Diversos jornais e revistas vinham em kombis, assim como outros segmentos que a utilizaram: aviação, correios, imprensa, exército, hospitais, supermercados, entre outros.
      Hoje é muito comum vermos Food-Trucks (traduzido do inglês para “caminhão de comida”) ou MotorHomes (“Casa sobre Rodas”) sendo adaptados em Kombis. A versatilidade desse veículo não tem limites!
      Food Truck
      A criatividade do povo brasileiro em usar a kombosa vai além de “casas sobre rodas” ou “carros de comida”. Hoje já existem Kombi adaptadas como estúdios fotográficos, choperias móveis, lojas ambulantes, escritórios sobre rodas e uma infinidade de usos que revelam que mesmo que a produção desse veículo tenha se encerrado, sem dúvida continuará participando de nossas vidas por muitas décadas.
      No entanto, uma das facetas da “Kombi” que mais vem chamando atenção nos últimos anos é a sua utilização como “motorcasa”, ou como já é conhecida popularmente: Kombihome. É cada vez mais comum vermos notícias de pessoas que decidiram transformar a Kombi em Motorhome e utilizá-la para viajar ou até mesmo morar dentro desse veículo adaptado.
      E os motivos desse “movimento” estar ocorrendo, particularmente no Brasil, entrelaça a história da Kombi com as características do nosso povo.
      Antes de mais nada, é importante ressaltar que a cultura dos Motorhomes nunca foi muito popular na nossa terrinha. Diferente dos Estados Unidos e Europa, o Brasil possui poucas fábricas especializadas em construção de Motorhomes (a maioria localizadas na região sul do nosso país). Não consultei nenhum artigo ou pesquisa que explique essa realidade brasileira, mas poderia “chutar” algumas razões, como: estradas mal cuidadas, postos de gasolina sem infraestrutura, o preço dos combustíveis, falta de segurança, e talvez o principal motivo na minha opinião, que é a situação financeira e a renda per capita do trabalhador brasileiro. Afinal, pra quem ganha um salário mínimo (a maioria da nossa população), adquirir um veículo apenas para viajar com a família é um sonho muitas vezes inalcançável.  
      Típico Motorhome Americano
      Os valores variam muito, mas a média de preço de um motorhome básico está na casa dos R$70.000,00. Isso porque esses veículos muitas vezes são adaptados em vans ou chassis de caminhão, o que já torna o custo inicial muito elevado. No entanto, o brasileiro parece ter “redescoberto” um veículo barato, com razoável espaço interno e muito popular em nosso país: a Kombi. As vantagens dessa velha senhora não param por aí: mecânica simples, fácil acesso a peças de reposição e principalmente: manutenção barata. Para se ter uma ideia, certos reparos no sistema de transmissão de uma van são mais caros que o motor inteiro de uma kombi.
      E é por se adaptar a realidade financeira da população brasileira, que as Kombihomes estão virando febre por aqui, e ganhando cada vez mais o coração das pessoas.
      Nós adquirimos a nossa em março de 2017. Trata-se de uma Kombi ano 2010/2011, modelo Standard, motor flex 1.4. Inicialmente estávamos de olho em modelos mais antigos, fabricados entre 2003 e 2009. No entanto, as opções que encontramos não estavam bem conservadas, apresentando pontos de ferrugem na lataria e alguns problemas mecânicos. Ao encontrarmos com a Chica (nome carinhoso com que batizamos nossa Kombi), foi amor à primeira vista. E mesmo com o preço de venda estando um pouco acima do planejando, acabamos ficando com ela. Levamos ela para a casa por R$20.500,00, pagos à vista.
      Muitos parentes e amigos questionaram a escolha da Kombi, em detrimento de veículos com maior espaço interno, como as Vans, ou com motores mais potentes, como as caminhonetes 4x4. A verdade é que a Kombi foi a escolhida por ser a única que se encaixava no nosso orçamento. Apesar das boas lembranças que eu e meu marido tínhamos da Kombi, não nos considerávamos “fãs” do veículo, assim como alguns colecionadores e amantes de Kombi.
      Basicamente o que nos levou a escolher a Kombi foi seu baixo custo. Claro que depois de 1 ano viajando, a Chica acabou se tornando parte da família, recebendo muito mais carinho que um carro comum está acostumado.
      Entretanto, nem tudo são flores! Assim como qualquer veículo, a Kombi também tem seus pontos negativos. Mas isso é assunto para o próximo post...
      Mesmo não sendo o melhor, o maior ou o mais bonito motorhome, a Kombi vem atendendo perfeitamente nossas demandas de uso e nos proporcionando a oportunidade de realizar o sonho de viajar por nosso país.  
      Para saber mais sobre o universo de motorhomes e Kombihomes, acesse nosso canal no Youtube ou nosso perfil no Instagram. Eu tenho certeza que você vai se encantar com esse estilo de vida que vem seduzindo cada vez mais pessoas.
      Kombihome Chica - Na Estrada  
      Youtube:https://www.youtube.com/naestrada
      Instagram: https://www.instagram.com/naestradadekombi
       
       
    • Por Roberto Bessa
      Olá pessoal, estou planejando fazer uma viagem com meu Chevette 1981 saindo de Petrópolis RJ indo até a cidade de Quevedo no Equador em Abril de 2020, alguém já fez esse trajeto sabe informar quais documentações preciso para o carro circular nos países que vou passar? (Argentina, Chile, Peru, Equador e talvez Bolívia)
      Obrigado!
       



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