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  1. Oi galera! Estou aqui (depois de alguns poucos meses) pra compartilhar com vocês sobre a minha primeira (de muitas kkk) solo trip. Se me perguntassem há uns 2 anos atrás se eu teria coragem de viajar sozinho, eu certamente responderia que não faria isso (por medo+tensão+acho que não consigo). Até que a vontade de romper essa barreira passou a me consumir e comecei então a trabalhar a mente e me preparar aos poucos pra que eu realizasse isso que se tornou um sonho, uma necessidade. Minhas férias do trabalho venceram mas decidi que só as tiraria quando definisse um destino bacana, que tivesse praias lindas (e que eu acreditasse ser capaz de me virar sem companhia rs). Foi aí que decidi ir em abril para #Cartagena e #SanAndrés (aquele paraíso onde fica o famoso mar de 7 cores). Comecei então a olhar as passagens, lugares para me hospedar, definir rotas, pesquisar sobre a moeda e preços locais e assim fui me familiarizando com cada detalhe e adquirindo a segurança necessária pra embarcar na minha #primeiraviagemsozinho. Comprei minhas passagens de Brasília > Panamá > Cartagena / Cartagena > San Andrés / San Andrés > Cartagena / Cartagena > Panamá > Brasília... E FUUUI!!! Ao chegar no aeroporto de Brasília, bateu aquele leve medo de: é agora! Embarquei e durante o voo, devido a tensão, me lembro que tive até um pesadelo. Cheguei ao Panamá, celular sem bateria, sem adaptador de tomada mas feliz e empolgado, confiante e pronto pra continuar. Lá estava eu desembarcando no aeroporto de Cartagena arrepiado e sorrindo ao mesmo tempo. Sem celular e sem voucher de onde eu me hospedaria, fui até o balcão de informações e pedi pra que olhassem pra mim o endereço do hostel... deu certo. Que cidade linda, que energia boa, cheia de pessoas felizes, contagiante!!! Conheci lugares incríveis, conheci pessoas legais (sou tímido pra isso, mas estar sozinho e naquele lugar maravilhoso acabou mudando isso até sem eu percebesse). Dica: se hospedem no Bourbon St Hostel Boutique. Depois de 3 dias muito bem vividos, bora pra San Andrés conhecer o Caribe... Chegando no aeroporto (que tumulto!!!), eu só queria ver aquele mar das fotos que me fizeram chegar até lá... E WOOOOOOOOOW!!! Inacreditável! "P**rra, eu realmente tô no Caribe!" Dica: se hospedem no El Viajero. Depois de uma semana, de conhecer a beleza surreal da ilha e nadar bastante, partiu voltar pra Cartagena (com todo prazer!) por mais 3 dias. Em San Andrés, assim como em Cartagena, conheci outros viajantes que estavam viajando sozinho pela primeira vez também e compartilhar as experiências e momentos foi fundamental. Talvez se eu estivesse esperado alguém pra me acompanhar, eu não teria tido essa experiência sensacional, nem conhecido tais lugares e ainda estaria me questionando: será que eu consigo viajar sozinho? Sobre os lugares que visitei, recomendo e recomendo de novo. *A única coisa que me contrariou durante a viagem foi que comprei um sombreiro (esse das fotos) de um vendedor ambulante por 20.000COP e pouco depois achei numa loja por 7.000COP... aff, kkk... Se tiverem curiosidades ou quiserem dicas, é só me contactar :) Estou pronto pra próxima... a dificuldade agora é escolher algum destino dentre tantos maravilhosos pelo mundo... porque meu medo, eu já venci \o/
  2. IsabelAlgebaile

    Salento

    Olá galera!!! Estou indo para a colombia e gostaria de saber se alguém sabe como faço para chegar em Salento. Quel seria o melhor aeroporto para eu chegar (bogotá, cali ou medelin) e qt tempo levaria para chegar a salente desses lugares. muitissimo obrigada, Isabel
  3. Pessoal, Como forma de retribuir o que li aqui, trago o meu relato, com as minhas visões, para auxiliar quem for visitar a Colômbia em breve. Passagem/Transporte Legenda: BOG - Bogotá / SMR - Santa Marta / CTG - Cartagena / ADZ - San Andres Pela Avianca: 18/08 RIO>BOG 19/08 BOG > SMR 1/9 ADZ > RIO (com escala em BOG) Para esses trechos da Avianca, paguei quase R$ 1.700,00. Paguei meio caro, pois eu estava monitorando a passagem antes e esses trechos estavam a R$ 1.500,00 e já vi gente pagando até menos que isso. Pela Viva air (antiga Viva Colombia) 25/08 CTG > ADZ Para esse trecho, paguei USD 57,33, na tarifa Super, que dá direito à fila rápida e bagagem despachada de 15Kg. A tarifa mais básica só dava direito a 6kg de bagagem de mão. As tarifas dessa cia, para o voo de 8h57, eram sempre as mesmas, pelo menos nas vezes que eu consultei (que foram várias rs). Para o trecho SMR > CTG, fui via terrestre, pelo serviço porta a porta*, pagando COP 50.000 pela Marsol (whatsapp +57 319 7601810). Recomendo muito o serviço! A van é bem nova e o ar condicionado funciona bem até demais (ficamos até com frio, mesmo em Santa Marta e Cartagena estarem um calor infernal). Cotei várias empresas de transporte e todas apresentavam um preço maior que esses COP 50 mil. *Várias empresas oferecem esse tipo de serviço, que te leva da porta do hotel de Santa Marta para o de Cartagena. Porém, o serviço que a Marsol faz não é exatamente porta a porta. Eles te pegam no seu hotel em Santa Marta mas te deixam em pontos específicos em Cartagena (não é bem na frente do hotel), dentro da rota da van. Eles dizem que você negocia com o motorista, vendo qual ponto da rota fica mais perto do seu hotel. No meu caso, me deixaram a 5 minutos andando de onde fiquei em Cartagena, achei que valeu a pena. Resumindo, paguei de transporte por volta de R$ 2.000,000, considerando todos esses trechos. Eu poderia ter comprado tudo pela Avianca, mas pegando esse trecho pela Viva Air me economizou uma graninha. Quando vocês forem fazer as suas cotações, considerem todas os arranjos possíveis para ver qual será o mais barato. Em relação ao voo da Avianca, não tenho o que reclamar, com exceção do voo de BOG para o RIO, que atrasou e nos deixaram dentro do avião com o ar condicionado desligado por cerca de meia hora antes de decolar. Em relação ao da Viva Air, achei tudo bem tranquilo, mas fui com receio já que os relatos aqui no Mochileiros são os piores possíveis para essa companhia. Não tive problemas, mas até porque tomei alguns cuidados. Quando for comprar a passagem, reparei que eles estavam me cobrando a escolha de assentos, impressão de cartão de embarque no aeroporto e outros são serviços adicionais PAGOS. Você tem que limpar a seleção que o site te faz te cobrando a mais, para que chegue à tarifa que você viu inicialmente. Se você chegar no aeroporto sem o cartão de embarque, vai ter que pagar uma taxa bem alta para imprimi-lo. Sugiro que, se você estiver em Cartagena, peça para seu hotel imprimir ou vá até um local que imprima (tem vários lá, eu mesmo paguei 500 pesos pela impressão). Outra coisa importante é a quantidade de bagagens. Quando eles falam que é UM artigo de bagagem de mão é só um mesmo! Não apareça com uma mala e uma mochilinha pois você vai ter que pagar adicional. Em relação ao tamanho da bagagem, as minhas estavam comportadas. Então, não pediram para eu colocar no modelo deles para verificar se a bagagem está fora do padrão deles. Caso estivesse, pagaria mais por isso. Câmbio Esse foi um dos pontos de mais atenção da viagem, considerando que o real anda muito desvalorizado pelo mundo afora. Quando viajo, para economizar, utilizo sempre o dinheiro vivo para realizar os pagamentos, já que as outras opções nos trazem um IOF maior (cartão de crédito, travel money etc), caso o dinheiro acabe, uso o crédito, como emergência. No caso da Colômbia a dúvida era: levar real ou comprar dólar aqui e levar pra trocar lá?. Para tomar essa decisão, consultei um site de casa de câmbio que mostra as cotações dessas duas moedas para peso colombiano (COP) em tempo real, esse: cambiosmultidivisas.com.co. Quando vi, o dólar estava mais barato que hoje (R$ 3,87) e valia mais a pena levá-los em detrimento do real, mesmo com duas trocas de moeda. E assim o fiz. Comprei US$ 1.000,00 e troquei US$ 800,00 (se eu precisasse de mais, trocaria os US$ 200,00 em San Andres) a uma cotação de 2.770 COP cada dólar, o que me gerou COP 2.216.000. Troquei o dinheiro na New York Money, no Avenida Chile Shopping Mall (ou Avenida Chile Centro Comercial y Financiero). Nesse shopping tem váááárias casas de câmbio, vale a pena entrar de uma em uma para perguntar a cotação da moeda que você está levando. Uns amigos meus estavam somente com reais e conseguiram a cotação de COP 670 por real, em uma outra casa de câmbio (a que eu troquei nem reais aceitava). Ou seja, trocando os dólares que comprei a R$ 3,87 cada um, isso me gerou uma cotação de 716 COP por real, superior aos COP 670 que eu teria por real se eu tivesse levado a nossa moeda. De toda forma, sempre faça os cálculos antes de levar. Hoje mesmo, como o dólar subiu muito (papel moeda a R$ 4,29 aqui no Rio), tá compensando levar reais mesmo. Chip Colombiano Para comprarmos o chip colombiano, tínhamos a indicação de ir a uma loja Claro também no Shopping Avenida Chile. Porém, depois de trocarmos o dinheiro, almoçamos e a loja fechou (era sábado e a loja fechava 17h). Encontramos outra loja, bem maior, na mesma avenida desse shopping, descendo-a um pouco. Lá, conseguimos obter os chips ao apresentar nosso passaporte. Pagamos COP 29.000 pelo chip e por um plano de 1Gb por 15 dias, com Facebook, Whatsapp e Twitter sem consumir nada do pacote. No final da viagem, sobrou saldo no meu pré pago e eu ainda ativei um pouco mais de internet pois os meus 1Gb haviam acabado. Vale lembrar que o chip funcionou bem em toda a Colômbia. Só senti uma variação negativa no sinal quando cheguei em San Andres, mas, mesmo assim, correspondeu às expectativas. Hospedagem (Booking) Bogotá: Hotel Casona Del Pátio (uma diária) - COP 138.375 em quarto privativo para 3 pessoas. Em função de termos viajado no dia, optamos por um lugar um pouco mais caro para relaxar. Gostei do hotel, a localização é excelente, no bairro Chapinero, a poucos passos do Shopping Avenida Chile. O café da manhã é bem simples, você tem que escolher as opções possíveis no cardápio e a atendente traz para você. O chuveiro é quente (essencial para o frio de Bogotá) e os atendentes são bem atenciosos. Santa Marta: La Sierra Hostel (três diárias) - COP 270.000 em quarto privado para 3 pessoas (duas camas estão em beliche). O hostel tem uma estrutura boa, uma piscina ótima e um ar condicionado potente. Como pontos negativos, considerei o café da manhã (só poderia comer UM pão, UM ovo, UM iogurte e um pouco de cereal). Nós mesmos preparávamos o café da manhã, já que o ovo oferecido estava cru, o que não considero um problema. Além disso, o ar condicionado do meu quarto pingou água nos dois últimos dias. Uma das recepcionistas (não foi nenhuma das duas que citarei mais à frente) disse que ia chamar alguém para resolver mas isso não aconteceu até o fim da nossa estadia. Além disso, achei que o varal do hostel poderia ser maior. Outro ponto negativo foi que, no primeiro dia, havia uma música muito alta do lado de fora e mesmo o quarto sendo meio distante da rua, a gente conseguia ouvir o barulho, além de ouvir a conversa do quarto ao lado. Como pontos positivos, destaco as recepcionistas Manuela e Carolina, sempre dispostas a nos ajudar e, muito simpáticas, nos deram várias dicas!! As camas eram grandes (cama de viúva) e a escada para a cama de cima da beliche era bem segura. O quarto parece bem menor nas fotos do que realmente é, foi uma surpresa positiva. O ar condicionado funcionava muito bem. Apesar de ter pingado, gelava em pouco tempo, essencial no calor infernal de Santa Marta. Cartagena: Santa Cruz Hotel (três diárias) - COP 442.800 em quarto privado para 3 pessoas. Foi uma odisseia encontrar uma hospedagem com preço bom e localização perto de tudo, para quarto privativo para 3 pessoas, em Cartagena e San Andres. Esse hotel fica muito bem localizado, dentro da cidade amuralhada (recomendo que fiquem nela, achei fora dela meio inseguro). Dias antes da viagem, fiquei achando que esse hotel não existia pois a reserva que fiz no Booking previa um pré-pagamento do valor total, coisa que não aconteceu. Chegamos lá e pagamos tudo na hora, em COP. De todos os hoteis, acho que esse foi o melhor. Boa estrutura, corredores cheio de plantas, café da manhã "a la carte", no mesmo esquema do de Bogotá. No quarto, havia espaço para cinco pessoas, pois havia uma cama de casal, uma de viúva e uma beliche. O banheiro era ok, apesar do box ser "cortininha", que acabava deixando o banheiro bem molhado. San Andres: Posada J & J Forbes 2 (sete diárias) COP 1.249.500 - Essa pousada diz na propaganda que é a "sua família em San Andres" e quando cheguei lá entendi o motivo: a "pousada", na verdade, fica numa vila onde há vários apartamentos que moram nativos de San Andres. Algumas acomodações são oferecidas para serem alugadas. Fomos recepcionados pelo Sr. Mário e pela Sra Salvadora, responsável pela limpeza, ambos extremamente simpáticos. Como ponto positivo, destaco as instalações do quarto, pois me parece que o tudo foi reformado recentemente já que está tudo bem novo. A localização é excelente! Cheguei lá andando do aeroporto (economizei COP 15.000 de táxi) e o centrinho comercial e a praia também ficam a menos de 5 minutos andando. Como pontos negativos, destaco a quantidade de pessoas circulando pela área em comum. Ao longo do dia, vários adultos e crianças ficam circulando pelo condomínio e fazendo barulho. Acho que isso só não incomodou mais porque o quarto que ficamos era bem recuado e também porque à noite era bem silencioso. Outro ponto que pode ser negativo, é a ausência de café da manhã. Porém, a cozinha era relativamente bem equipada e tem vários mercados colados na pousada, então não gastamos muito para "desayunar" todos os dias. Todas as hospedagens nós pagamos em dinheiro (COP), não sei informar se recebem em cartão ou outro meio de pagamento. Dia 18/08 – Bogotá – Câmbio e Chip Chegamos e trocamos um dinheirinho pequeno na casa de Câmbio do aeroporto de Bogotá para o táxi. Vá na casa de câmbio do lado de fora do embarque. Lá, pegamos a cotação a COP 650 para cada real. Depois de trocar dinheiro, fui pedir um Uber (que é um serviço ilegal no país) com medo dos relatos de táxi que li por aqui. Porém, a experiência não foi boa, de toda forma. Veio uma motorista chamada Margoh, que ficou toda atribulada com medo dos policiais nos verem e nos "molestarem". Depois de termos entrado, ela nos vendeu a ida e a volta para a catedral de sal (passeio que fizemos no dia seguinte) por COP 250 mil, um valor muito acima de um Uber normal (que daria uns COP 150 mil). Para nos convencer a aceitar, ela disse que tinham muitos ladrões no TransMilênio dizendo que seriamos assaltados (Ônibus parecido com o BRT - do Rio - e o tubo - de Curitiba). Óbvio que não quisemos. Mas, para piorar, o celular dela desligou totalmente e não queria ligar de jeito nenhum. Como ela, nem nós (muito menos nós) sabíamos o caminho, foi um sofrimento até ela achar a pousada pois a numeração das ruas de Bogotá é super confusa. Na hora de pagar, pagamos COP 30 mil, em dinheiro (o uber tem essa opção lá também). Na estimativa, tinha dado 27, mas como o celular dela não ligava e dividir 30 para 3 é mais fácil para conseguirmos troco, pagamos 30 mesmo. Ao chegar em Bogotá, em pouco tempo, já senti os efeitos da altitude: dor de cabeça leve, enjoo e falta de ar. Ao caminhar, não poderia conversar pois me faltava ar. Esses sintomas foram melhorando aos poucos, mas realmente é uma sensação bem ruim. Depois do check in na pousada, fomos ao Avenida Chile Shopping para trocar o dinheiro, almoçarmos e compramos o chip colombiano, como já expliquei acima. À noite, descansamos para acordarmos cedo no dia seguinte pois iriamos à Catedral de Sal. Dia 19/08 - Catedral de Sal em Zipaquirá, saindo de BOG Para irmos, pegamos a linha 8 do Transmilenio, com destino ao Portal Norte (Portal Del Norte). Cada passagem custa COP 2.300. Na estação que pegamos (Flores, da linha azul), compramos o cartão com as passagens, pagando em COP no guichê. Pegamos o ônibus cheio, mas não entupido. Chegando lá, basta seguir a indicação para as linhas intermunicipais, onde você vai ver o ônibus indo para Zipaquirá (linha ZIPA), cuja passagem custa uns COP 5.300 (não lembro ao certo, mas é quase isso). O primeiro bus leva uns 25 minutos e o segundo, por volta de uma hora. As viagens foram tranquilas, com exceções da quantidade enorme de pedintes que entraram no TransMilênio (vou falar de um probleminha que tivemos com um pedinte no tópico de Santa Marta). Ao descer do bus, basta caminhar em direção à Catedral. Tem gente que pega táxi, eu não achei necessário pois não anda tanto e você vai conhecendo a cidade. Esse é o caminho de entrada na Catedral Ao passar por esse caminho, você compra o ingresso básico de COP 55 mil (valor para não colombianos). Esse ingresso dá direito a áudio guia (tem em português-brasileiro), a assistir um filme sobre a história da Catedral e a entrada na Catedral, obviamente. Quando fui, estava tudo muuuuito cheio (era um domingo). Então, pegamos uma fila relativamente grande para comprar o ingresso e outra, menor, para pegar o áudio guia. Ainda havia uma terceira fila com uns serviços adicionais, que não quisemos comprar. Após entrarmos, vimos que a Catedral é realmente bem linda e grandiosa. Com sal por todos os lados, o percurso da catedral mostra toda a via crucis feita por Jesus Cristo. Incluído no roteiro, há o que eles chamam de espelhos d’agua, que é uma piscina com espelho no fundo que causa uma ilusão de ótica bem legal! Há, também, um filme 3D que passa numa sala estilo cinema, contando a história da Catedral (em espanhol com legenda em inglês). Ao final dela, tem uma lojinha com artesanatos lindíssimos feitos de sal. Vejam as fotos! Fiquei abismado com o tamanho da coluna (eu sou aquela sombra ali rs) E as lindas artes com sal!!! Decidimos levar mantimentos para comermos pois talvez não desse tempo de almoçarmos (nosso voo para SMR era às 20h do mesmo dia). Porém, dentro do complexo da Catedral tem alguns restaurantes e no caminho da catedral até o terminal da linha ZIPA tem vários outros com preços bem convidativos (por volta de COP 12 mil). Se eu tivesse almoçado, teria escolhido algum do lado de fora pois estavam mais convidativos e tinham mais opções. Voltamos para Bogotá e pegamos um táxi para o aeroporto, pelo aplicativo Easy Taxi, já que a experiência do Uber não tinha sido boa. Não adiantou nada... O motorista não seguiu o GPS e ficou dando voltas com a gente pela cidade, pegando um caminho mais longo, ao invés de entrar na avenida que leva direto ao aeroporto. No final da corrida, ele ligou o GPS, mas continuou não seguindo o percurso ali. Ficamos com um pouco de receio, mas ele nos levou ao destino e cobrou uns COP 26 mil, mais ou menos o que daria mesmo. Mas que deu medo, deu... Fora que o trânsito de Bogotá é caótico, buzina por todos os lados e parece não haver uma regra como temos aqui. Fizemos reclamação no aplicativo mas de nada adiantou... não recebemos resposta nenhuma da avaliação/comentário que eu fiz. Chegamos em Santa Marta e pegamos um taxi até o nosso hostel. O preço é tabelado em COP 30 mil e pegamos o táxi oficial mesmo. A corrida foi tranquila (o aeroporto não é perto do centro), o carro estava em bom estado e com ar condicionado bom funcionando, essencial em Santa Marta já que, mesmo à noite, fazia mais de 30 graus. 20/08 - Santa Marta Decidimos andar por Santa Marta para conhecer a cidade e fechar o passeio do dia seguinte. A cidade em si é meio feinha, com vários pontos de sujeira e buracos nas ruas. A orla era até bonitinha. A água é de um azul escuro, tinham umas pessoas tomando banho mas nem dá vontade de entrar, mesmo com calor. Orla SMR Porém, assim que começamos a andar, esbarramos em um problema: o calor excessivo. Por conta disso, decidimos procurar logo o passeio do dia seguinte, almoçar num lugar com ar condicionado e ficar à tarde na piscina do hostel. Fechamos um passeio para o Bahia Concha, por algo em torno de COP 70 mil, com a entrada no parque incluída e "aluguel de snorkel" (vou falar disso mais à frente). Não me lembro o nome da agência. Em relação à comida, gostei bastante dos restaurantes de Santa Marta. Comi um arroz com camarões maravilhoso com batata frita por apenas COP 19 mil, no restaurante La Cucharita, na orla. Tem vários pratos bons, baratos e muito bem servidos. Jantamos lá duas vezes, recomendo! 21/08 - Santa Marta - Bahia Concha A van nos pegou no hostel com um atraso de uns 40 minutos e nos levou até o Bahia Concha. Pelo caminho, vi que seria, realmente, muito difícil fazer por conta própria pois passa por uma estradinha de terra bem acidentada e eu não vi transporte público por ali. Chegando lá, tem umas barracas na praia principal, onde o guia nos mandou deixar nossas coisas lá e seguir com ele para pegarmos o barco para fazermos o snorkel. Ele insistiu, apressadamente, para que deixássemos tudo lá e fossemos pegar o barco, mais à frente, para o tal passeio de barco e que ele olharia as nossas coisas. Um dos meus amigos não quis ir (até para não deixar as coisas sozinhas) e eu o outro amigo fomos. Pegamos o barco e chegamos na parte de snorkel. Lá, os "snorkels" eram, na verdade, apenas a parte de cima (óculos do snorkel) que ficava em uma bacia com sabão, onde as pessoas ficavam largando e deixando os "snorkels" que usavam. Era meio nojento... rs. Nessa parte, era obrigatório o uso dos salva vidas. O lugar era bonitinho, foi possível ver vários peixes e nadar um pouco naquela área, que era bem limitada. Voltamos de barco, ficamos mais um pouco na praia e voltamos. Meu amigo que ficou na barraca me disse que o guia não ficou de olho nos pertences de quem foi fazer o passeio de barco, ou seja, se sumisse algo já era! Como não ouvimos reclamações, supomos que ninguém teve nada levado, mas basta dar sorte ao azar... À noite, andamos pela cidade e jantamos no mesmo restaurante da noite anterior. Praia de Bahia Concha Parte do passeio de lancha para snorkel do Bahia Concha. Uma pena eu não lembrar o nome da agência, pois eu não recomendo nadinha esse passeio com eles. O guia era meio mal humorado e eu não entendia uma palavra que ele falava, parecia mais um dialeto do que espanhol. Fora o atraso de 40 minutos para buscar a gente. 22/08 - Santa Marta - Playa Del Ritmo No dia 21/8, perguntamos à Manuela, recepcionista do Hostel, sobre o que fazermos em Santa Marta além do Bahia Concha e do Parque Tayrona em si (optamos por não ir pois leva duas horas para chegar, além do transporte. Por isso muita gente recomenda dormir no parque). Ela nos indicou uma praia chamada Playa Del Ritmo, que tem um acesso pelo Hostel que leva esse nome. Esse hostel tem uma estrutura de bar, com mesas e cadeiras que você pode usar mesmo não sendo hospede. A única limitação por não ser hóspede é não pode usar as espreguiçadeiras que estão na areia. Você não paga nada para entrar e é obrigado a consumir alguma coisa. Lá eles servem almoço e tem várias bebidas. Para comer, pedimos a famosa limonada de coco (uma das melhoras da viagem, por sinal) e eu pedi um hamburguer de falafel com maionese de alho, que estava divino. Ah, o restaurante é vegetariano. Não lembro os preços, mas sei que não paguei mais de COP 30 mil por tudo o que consumimos. Para chegar lá, pegamos um ônibus na orla de santa marta em direção ao aeroporto, que custa só COP 1.600. Fui acompanhando no GPS e, quando estava chegando perto, pedi para o motorista parar. Depois que descemos, andamos uns 5 minutos até a entrada do hostel. Na volta é que rolou emoção... Entrou um pedinte no ônibus que o motorista não permitiu e mandou ele descer. Assim que ele desceu, o pedinte deu um chute na roda do ônibus. Nisso, o motorista pegou um porrete e desceu para dar no cara, que saiu correndo. Logo assim que o motorista voltou, o pedinte voltou também e ameaçou tacar uma pedra enorme no ônibus. Por sorte, ele não jogou a pedra e voltamos com tranquilidade depois disso rs. Interior do ônibus da ida Estrutura do Hostel Playa Del Ritmo Playa Del Ritmo Banho na Playa Del Ritmo Sei que minhas fotos não estão muito boas, mas vocês podem buscar melhores no site do hostel. 23/08 - Santa Marta - translado para Cartagena A van da MarSol chegou na hora combinada e embarcamos para Cartagena. O trajeto demorou umas 5 horas, porque pegamos um engarrafamento no caminho. Paramos uma vez para descanso/banheiro de uns 15 minutos em Barranquilla e mais uma vez porque teve um problema com a outra van da Marsol que estava junto. Quando vi que estava chegando, negociamos com o motorista em relação a qual seria o ponto da rota mais próximo para nós. Descemos e andamos cerca de 5 minutos. 24/08 – Cartagena Tomamos o café no hostel e fomos em direção ao Castillo San Felipe de Barajas. Da cidade amuralhada é possível ir andando para lá, apesar de ser uma caminhada de uns 20 minutos, que foi sofrida por causa do calor excessivo de Cartagena. Sugiro passarem no mercado e comprarem água, pois o risco de desidratação é alto. Recomendo também usarem boné/chapéu, pois o Sol castiga muito, mesmo dentro do Castillo. Pagamos uma entrada de COP 25 mil. A construção é bem bonita e dá pra ter uma visão ampla de Cartagena. Vejam! Pela nossa sorte, começou a chover e o clima ficou bem mais agradável. Porém, pelo que notei nas cidades que fui, as chuvas não duram muito na Colômbia. Chove mas logo para, o que é ótimo pois fica menos calor e não prejudica as nossas andanças pela cidade. Saindo do Castillo, almoçamos em um lugar qualquer e fomos andar pelo muro da cidade, terminando no Café Del Mar para admirar o mar e o por do sol (meio prejudicado pelas nuvens). Teve arco-íris sim À Noite, jantamos no D’Alex Restaurante, que tem algumas opções de refeições a COP 12 mil. Tem outras opções mais caras, mas só esse menu do dia já era o suficiente. Ficamos andando um pouco pela cidade para conhecer a graça de Cartagena à noite. Tem umas coisas meio sinistras... mas, em geral, a cidade é bem iluminada e graciosa. 24/08 – Cartagena – Bendita Beach Eu queria um dia de praia para relaxar, meus amigos preferiram ficar na cidade. Então, fui sozinho para a Bendita Beach, que é uma opção menos lembrada pelos turistas em função do seu preço e da distância (não é tão perto quanto a Playa Blanca, por exemplo). Paguei COP 150 mil (negociando) + COP 16,5 mil de imposto no porto pelo passeio. Inclui tudo o que está aí nessa foto de um panfleto que peguei de outra agência que também faz esse passeio. Não me lembro a agência que fiz, prometo que da próxima vez eu anoto direitinho rs. No dia do passeio, fui ao ponto de encontro indicado pela menina com a qual eu fechei o passeio e encontrei o representante da empresa para irmos à Muelle (tipo um porto de onde saem os barcos). Ele me levou lá, andando mesmo, me deixou na fila para pagar o imposto e foi embora. Apesar dele ter me deixado na fila errada, consegui me achar e encontrar onde seria a saída para quem iria para a Bendita Beach. Pegamos uma lancha de uns 50 minutos e chegamos lá na tranquilidade da Bendita Beach. Fomos cerca de 36 pessoas na lancha, que tinha capacidade de 45 pessoas. E só tínhamos nós na ilha toda. Lá tem opção de fazer snorkel, SUP e jet ski. Vou só mostrar as fotos... O almoço eu não tirei foto, mas você tinha que escolher entre frango e peixe, e vinha arroz branco ou com coco, saladas à vontade e um refrigerante. Eu achei suficiente, mas para quem come muito, talvez seja pouco. Na volta do passeio, andei pelas ruas de Cartagena, até à noite. Engarrafamento de charrete 25/8 Ida à San Andres Nosso voo era cedo (umas 9h), então chegamos bem cedo no aeroporto de Cartagena. O hotel pediu um taxi, que rapidamente nos deixou lá. Não lembro ao certo, mas a corrida custou cerca de COP 25 a 30 mil. Chegando lá, despachamos as bagagens na Viva Air (Viva Colombia) e pagamos a taxa para entrar em San Andres (paguei para uma atendente da cia aérea). Essa taxa custa COP 108.600 mil e é obrigatória para todos que forem ficar mais de 24 horas em San Andres. Interior do avião da Viva Air Chegando em San Andres, fomos andando do aeroporto para a pousada que ficamos. Deu uma caminhada de uns 10 minutos, basta atravessar o estádio que fica em frente ao aeroporto. Depois de fazer check in na pousada, almoçamos num lugar qualquer e fomos andando para a praia, doidos para ver os tons de azul. E, realmente, é estonteante. Ficamos lá até o fim do dia. Passeamos pelas lojas da ilha e compramos as sapatilhas para andarmos nas pedras sem nos machucarmos e o snorkel para vermos embaixo d’agua. Paguei COP 12 mil pelas sapatilhas mais simples e COP 28 mil pelo snorkel da Intex. Pesquisem bastante, pois tem muitas lojas vendendo esses itens bem mais caros. Uma coisa curiosa é que os colombianos não usam sunga na praia. Todos (ou quase todos) os que estavam de sunga eram brasileiros. Inclusive, quando voltamos da praia, andamos pela parte comercial da ilha só de sunga e todo mundo ficou olhando como se fossemos extraterrestres. Até uns peões de obra ficaram mexendo com a gente (todos homens), depois disso, tivemos um aperitivo do que as mulheres passam no Brasil quando passam em frente a uma obra. 26/8 – Volta à Ilha de Mula. Alugamos uma Mula (um carro da Kavasaki) para dar a volta à ilha por COP 170 mil. Esse carrinho tinha espaço para umas 5 pessoas confortavelmente, mas vi alguns andando na ilha com muito mais que isso. Fora isso, ainda tinha que devolver o carro com o tanque cheio, que deu COP 16 mil, ao final do passeio. O trânsito na parte mais movimentada da ilha é bem bizarra, são muuuitas motos (transporte mais popular de San Andres), onde eles buzinam para tudo, não usam capacete, não tem limites para colocar pessoas em cima das motos e os retrovisores são artigos opcionais. Nas vias maiores (nas pontas das ilhas) tem bem menos motos e o trânsito é mais tranquilo. Além dessas mulas de 5 lugares, ainda tem a opção de alugar mulas de 2 lugares, motos e bicicletas. Estradas mais tranquilas em volta da ilha I love San Andres, um dos locais que paramos para fotos Outra parada obrigatória é o West View. Paga-se COP 5 mil para entrar lá e você ganha um pãozinho para dar para os peixes. Lá você tem um trampolim, um pequeno toboágua e a opção de fazer o mergulho com capacete (AquaNautas) e tirar uma foto com uma estátua de Poseidon, que fica pregada no fundo do mar. Esse mergulha custa COP 100 mil por 25 minutos. Eu não fiz pois achei caro demais por pouco tempo. De toda forma, tive um certo contato com Poseidon... Brincando com os peixes Meu contatinho com Poseidon Lá é meio muvucadinho, sugiro chegarem cedo para aproveitar bem e pegar o local mais vazio O West View tem restaurante dentro, serve comidas, bebidas e aluga colete salva-vidas (COP 5 mil). Do lado de fora também tem algumas opções de restaurante, vale a pena cotar cardápios e valores para decidir onde vão comer (se forem comer por ali). Um lugar que geralmente fazem na volta à ilha é o La Piscinita, que fica do lado de West View. Mas como fizemos esse passeio no domingo, a Piscinita estava fechada. Porém, li um relato que fala que o West View tem muito mais coisas que lá e que seria perder tempo fazer um lugar tão igual ao outro. Passamos pela Cueva de Morgan, e por um Museu onde tem umas dançarinas, mas não nos interessou entrar. Fomos até o Hoyo Soplador, mas não tivemos a sorte de pegar ele soprando. Lá no Hoyo, inclusive, que ouvi relatos daqui dizendo que os donos dos bares querem cobrar estacionamento por você parar o carro lá. Então, quando você for, estacione o carro um pouco mais à frente, para evitar esse abuso dos donos dos estabelecimentos. Voltando, passamos por algumas paisagens e fomos tirando fotos: Passamos também pela Playa San Luis, mas é bem sem gracinha, nem deu muita vontade de entrar. 27/08 e 28/08 – Praias do Centro O tempo fechou em San Andres... decidimos pegar as praias próximas para não gastar dia de passeio com tempo feio, considerando que ficaríamos sete dias lá. Ficamos na praia e chegou a chover em alguns momentos, parando logo depois. Apesar de ter parado, o tempo não abriu. Quase não tirei fotos... Nesse dia, encontramos um grupo de brasileiros de Fortaleza que tinham feito um passeio de lancha privativa. Eles disseram que, mesmo com tempo feio, foi bom pois lá no meio do mar San Andres continua sendo bonito. Pegamos o contato do dono da lancha (Diego Olsen Whatsapp +57 318 3762841) e fechamos com ele por COP 830 mil, com condutor e gelo incluído. A embarcação foi essa, chamada de ponton: A embarcação suporta 15 pessoas, porém, estávamos em um grupo de 10 pessoas. Nesse mesmo dia, à noite, o Diego foi até a nossa pousada e recebeu metade do valor, como sinal, e me mostrou onde era o ponto de encontro para o dia seguinte, onde sairíamos com a lancha. Algumas pessoas do meu grupo estavam fechando com o Diego o passeio do Parasail junto com Johnny Cay (ilha pertinho de San Andres), que ele fez por COP 145 mil + 5 mil de imposto de entrada em Johnny Cay. Eu não fechei, não quis ir no parasail, apesar de talvez estar arrependido até agora... rs 29/08 – Passeio de Lancha Privativa – Acuário, Arraias e muito mais Chegamos no ponto de encontro e Diego nos apresentou ao condutor da lancha. Vimos que a lancha era bem confortável, com assentos acolchoados, tudo bem novo. Tinha espaço para colocarmos nossa comida/bebida, que compramos no mercado no dia anterior. Pagamos a diferença ao condutor. Para a nossa felicidade, o Sol apareceu com força o que ajudou para que o dia fosse o melhor da nossa estadia em San Andres!!! Vejam as fotos!! Essa cor de água chega a dar raiva Ilha do lado do Acuário Arraias... Me cagando de medo das arraias https://vimeo.com/288555840 Video incrível do acuário https://vimeo.com/288556520 Vídeo da piscina-mar em San Andres https://vimeo.com/288556833 Nadando com os peixes 30/08 – Johnny Cay A ilha de Johnny Cay fica bem perto de San Andres. Você pega um barquinho de uns 20 a 25 minutos e já chega lá. Em geral, as pessoas fazem Johnny Cay junto com Acuário, mas como o Johnny estava fechado por 3 dias e só reabriu dia 30/08, fizemos ela isoladamente. Para ir, usamos os serviços da Cooperativa Multiactiva de Transporte Marítimo, ela fica na orla, na altura da praia, sentido boate Coco Loco (tem no google). Vejam a lista de preços deles: O preço só para Johnny Cay é de COP 15 mil + COP 5 mil de imposto que se paga para entrar na ilhota. Paga-se tudo no guichê da cooperativa e eles te dão uma guia que você tem que guardar para apresentar quando chegar à ilha. Chegando lá, não tem nada de muito surpreendente, ainda mais para quem passou por tanta coisa linda no dia anterior. O ruim é que a ilha estava extremamente lotada e não parava de chegar barco cheio de gente. Lá, tinham umas barracas para ser alugadas a COP 40 mil e o almoço custava COP 30 mil (decidimos não almoçar na ilha e voltar no barco de 13h). Além disso, tinha banana boat a COP 10 mil (é um passeio bem curto, mas vale muito a pena pois não é caro e você se diverte). Lá tinham várias iguanas sem medo de humanos E um amiguinho loiro... É lindo, mas lotado demais Ainda tinha uma pedra para tirar foto. O difícil foi conseguir exclusividade e uma foto “sem populares” rs Na volta, ainda pegamos um toró dentro do barco Deu medo, mas até assim esse mar é lindo Na volta, comemos no Kirikiki, tipo um KFC de lá. Preferi pois paguei COP 16 mil por um combo com refrigerante contra os COP 30 mil sem bebida lá de Johnny Cay. Vejam a cara dos pratos e os preços. Compras Em relação a compras, achei San Andres um pouco caro. Só os perfumes (alguns) estavam um pouco mais baratos. Como exemplo, comprei um 212 Sexy man 100 ml a COP 158 mil, que dá uns 236 reais. No Brasil, tá bem mais caro. Porém, cuidado com as falsificações! Lá tem lojas que vendem perfumes com o mesmo cheiro, “inspirados” nos mais famosos. Lá vendia One trillion (similiar ao one million), 717 (similar ao 212)... Eu senti o cheiro e era exatamente igual. Mas como é bem mais barato, alguma coisa de ruim deve ter rs. 31/08 – Volta à ilha de bicicleta Em função de termos muitos dias em San Andres e pela ilha ter só 25 km² de área, decidimos fazer a volta a ilha de novo, explorando outros cantinhos. Alugamos uma bike a COP 20 mil de 9h até 19h com uma senhora chamada Iris, que fica nas imediações da orla, perto da Lanchonete Sandwich Qbano. De bike a gente começa a reparar mais em coisas que passam batido Bem do lado do West View, tem um restaurante/bar chamado Reggae Roots, que tem uma estruturazinha de cadeiras, trampolim e acesso ao mesmo mar que West View, servindo almoço de frango (COP 25 mil) e peixe (COP 30 mil) com refrigerante a COP 5 mil. Se você consumir qualquer coisa, não precisa pagar nada. Deixamos as bicicletas lá, curtimos o local, descansamos e retomando nossa pedalada. Fomos de novo no Hoyo Soplador e ele seguia soprando fraco e não fazendo aquele efeito de soprar água do buraco. 1/9 – Volta para casa Nosso voo era às 17h, então tivemos bastante tempo para aproveitar a cidade ainda. Eu preferi ir em um restaurante melhorzinho, já que ao longo da viagem acabei optando por comer onde tivesse oportunidade. Meus amigos preferiram curtir um último dia da praia do centro, que estava assim: Já eu, fui atrás de um restaurante legal e encontrei o La Bong Del Sinu (ele fica entrando em umas ruas na altura do movimento que tem perto do quiosque do juan valdez, na praia). Lá, pedi um arroz com cerdo (porco) que tava bem temperado. O prato acompanhava aipim (mandioca) e uma torta doce de plátano (banana), que eu não gosto. De entrada, tinham os famosos pantacons, que acompanham várias (quase todas) as comidas colombianas. Pantacons são bananas verdes fritas que tem gosto de batata. Para beber, escolhi uma maravilhosa limonada de coco. Tudo isso por menos de COP 40 mil. Fui ao aeroporto para ir embora, fui no guichê da Avianca, despachei as bagagens e imprimi o cartão de embarque (eles não cobram como a Viva Air rs). Aproveitei e vi a cotação de moeda na casa de câmbio de lá: horrível! Cada real estava dando 570 pesos (conseguimos 670 em Bogotá) e cada dólar dava 2620, contra 2770 em Bogotá. No avião, fiquei no lado direito, na janela e pude me despedir de San Andres com uma vista aérea. Hasta luego, San Andres. E é isso! Me desculpem qualquer erro de português e os esquecimentos. Se tiverem alguma dúvida e eu puder ajudar, me avisem! Bjos
  4. Jotadany

    Medellín

    Quero saber como faço pra achar alguem que me faça companhia em Medellin pra mostrar a cidade mas nao quero um guia turisitico
  5. Para quem vai vir curtir a Oktober Fest, nada melhor que um camping Indoor a poucos metros da OktoberFest no Parque Vila Germânica ( serviços 24 horas, serviço de bar, banheiros, wi-fi, sinuca, local murado, segurança, estacionamento privado) R$50 por dia/noite O Camping é dentro de um ginásio de esportes radicais, com espaço para churrasco e festas! Quem tiver interesse, entrar em contato: +55 47 99196-0638
  6. Oiee genteee! Olha eu aqui de novo! Então... tô aqui pra fazer mais um relato, dessa vez sobre a Colômbia, mais especificamente, San Andrés!!! Um lugar incrível que eu sempre tive muita vontade de conhecer e quando vi uma oportunidade no valor de passagens super em conta e que batia com meu período de férias, não pensei duas vezes!!! Masssss, eu já havia comprado passagens para ir novamente a Fernando de Noronha e achei que ficaria super caro ir para esses dois lugares em uma única férias, mas pesquisei bastante, fiz meus cálculos e quem já acompanhou algum relato meu aqui sabe como sou de economizar muitooooo...rsrs! Enfim, comprei logos as passagens e depois ia me virar e foi o que fiz! Vi que San Andrés não era um lugar muito caro q comecei a investigar tudo sobre o lugar...hehehe! Já fechei a minha meta de gastos e o passeios que desejaria fazer, infelizmente as vezes é preciso abrir de algumas coisas para realizar uma viagem assim, mas eu nunca me arrependo, pois quero mais é curtir o local e pensar em coisas supérfluas depois... Bom, as passagens custaram pela Copa Airlines a bagatela de R$1.083,00 (incluindo as taxas) saindo do Rio de Janeiro, e já que o preço real foi de R$689,00 e o restante foram taxas, então vc vê que foi super em conta! Mas só depois que comprei é que vi as pessoas comentando que setembro é um mês mega chuvoso em San Andrés e já me desanimei bastante, poxa vida... será que eu ia me dar mal? Mas já estava feito e agora era rezar pro tempo ajudar....rsrs... fui na fé mesmo, minha gente! Não sou muito exigente com hospedagem, mas para mim uma boa localização é o ideal e como vi também que a ilha era muito quente, eu optei para ao menos o lugar ter ar condicionado e não precisava ser de frente para o mar ou um super hotel nem nada, eu fui pra curtir as praias e não os quartos e a estrutura do hotel, mas como eu sempre disse, existem vários perfis de viajantes, o meu é esse! Eu ficaria no El Viajero, o hostel mais famoso e procurado de lá, cheguei a fazer a reserva pelo booking e tudo, mas uns 10 dias antes eu estava olhando novamente e encontrei uma pousada por uma diferença pouca em quarto privativo com banheiro compartilhado que ficava na rua ao lado do El Viajero, uma localização boa e não pensei 2x!!! Cancelei a reserva anterior e fechei com essa pousada e não me arrependi, pelo contrário, gostei muito! Na verdade, não era uma pousada e sim uma casa de morador que alugava alguns quartos, assim como acontece em Noronha e como já tinha passado por essa experiência não achei problema algum. O lugar se chama Jackson House Inn e tem até página no face, paguei em 5 diárias a bagatela total de Cop 292.500!!! Muitoooo baratooo! Até fiquei meio receosa...rsrs... mas olha o quarto é arrumadinho, possui ar condicionado, frigobar, tv a cabo, cama de casal e a limpeza é feita todos os dias... Eles deixam vc usar a cozinha da casa que possui todos os utensílios necessários e era lá que eu fazia meu jantar de cada dia....rsrs... o banheiro, apesar de ser compartilhado não vi ninguém usando, parecia até que só eu usava, estava sempre muito limpo! Eu pagaria no El Viajero o valor de Cop 270.000 então vc vê como a diferença é pouca, apesar que no hostel eu teria café da manhã e lá não possui, mas isso não é problema pra mim! Fica perto do comércio e possui mercados próximos e foi lá que fiz uma comprinhas para passar os dias... Ah, não precisei comprar água pois o pessoal de lá também deixa vc utilizar a água potável para beber, eu enchia minhas garrafinhas todos os dias e deixava no frigobar e também levava para as praias, que beleza né?! Hehehe.... Eles lhe dão as chaves, uma do quarto e a outra da porta da casa e assim vc fica a vontade para entrar e sair a hora que quiser e a casa estava sempre vazia, foi bem tranquilo. De onde eu estava para a praia principal eram uns 5min caminhando, bem pertinho! Então, dá pra ver que bela economia eu tive com a hospedagem né?! Eu sempre coloco uma meta de gastos e dessa vez não foi diferente, acreditem se quiser, eu gastei U$200,00 com tudo, quando digo tudooo, eu digo tudo mesmo! Passeios, hospedagem, alimentação e taxa de entrada na Ilha! Mas ainda voltei com U$10 então na verdade gastei U$190!!! Hahahaha! Mas Cris, como vc consegue? Gente, mantenha o foco e controle seus gastos, ainda mais eu que tinha acabado de voltar de Fernando de Noronha e juntei uma viagem na outra, ou era assim ou não ia....rsrs! Bom, como economizar? Em tudo que vc vê que dá pra fazer sem gastar seu dinheirinho suado, eu por exemplo não gastei com táxi do aeroporto para a pousada e vice-versa, pois vi pelo google maps que dava pra ir andando e deu mesmo, eram 10 min apenas do aeroporto e foi super simples, eu gastaria no táxi Cop 15.000 ida e Cop 15.000 volta! Ah, mas isso é bobagem, pra mim não é não... pois de bobagem em bobagem vc nem vê seu dinheiro indo embora! Eu levei dólares para trocar na ilha e o cambio estava péssimo nas casas, fiquei xoxa mas lembrei q tinha o contato de um rapaz que consegui nas minhas pesquisas e procurei por ele... na mesma hora ele levou o dinheiro na pousada e fez a troca pra mim, estava bem melhor do que nas casas de cambio neste dia e ele é super de confiança, todos o conhecem e foi tudo certinho. Eu tive que pagar a taxa de entrada na ilha em Bogotá, onde foi minha escala e lá já troquei U$35,00 para pagar a taxa que era de Cop 99.000 e só aceitava em pesos, então tive que trocar no aeroporto mesmo, mas a taxa não estava tão ruim. Sendo assim cheguei em San Andrés apenas com U$165,00 e consegui me virar com isso.... hauahauhah!!!! A fila é imensa para fazer a imigração, mas anda bem rápido e olhaaaa, a ilha é bem quente mesmo, parece até o Rio no verão...rsrs! O aeroporto é muito pequeno, mas dá pra atender a todos e já achei o pessoal bem simpático! Eles pedem o comprovante de pagamento da taxa e vc guarda o outro com vc, pois vai precisar mostrar para sair da ilha, ou pagará novamente, então guarde-o muito bem!!! 1º Dia: Fui andando para a pousada, arranhei um portunhol e consegui encontrar a dita cuja, foi fácil até! Olha gente, eu em momento algum tive receio de andar na ilha, nem mesmo a noite, achei tudo super tranquilo, é bem policiado e por isso tive total segurança em andar sozinha, mesmo com uma mochila gigante nas costas...hahahaha! Guardei as coisas, e fui conhecer a praia principal, chama Peatanol e já fiquei bestaaaaa!!! Que coisa lindaaaaaa! Vê se não tenho razão? Estava sol, a praia não estava muito cheia, era baixa temporada e um dia de semana né, então já viu...rsrs Pesquisei os valores dos passeios e vi que é tudo a mesma coisa, nem adianta pechincar, é tudo tabelado! Passei no mercadinho, abasteci o frigobar, comprei pães, biscoitos, presunto, ovos, sorvete (amooooo) e etc... e fui dormir cedo, pois estava cansada! 2º Dia: Acordei cedo e já fui direto para o cais comprar algum passeio, compre direto lá no cais mesmo, pois é mais fácil e vc já saí logo no primeiro barco! Não precisa reservar, comprei o meu na hora e foi ok! Escolhi fazer o Aquário e Johnny Cay que custa Cop 15.000 + 5.000 de taxa em Johnny Cay e foi só pra ter uma idéia de como era, gostei muito dos dois, mas achei pouco tempo no Aquário e já resolvi fazer novamente em outro dia, porém Johnny eu achei suficiente e não gostei muito da muvuca na hora de ir embora e por isso não fiz de novo. O lugar é realmente muito lindo! 3º Dia: Neste dia resolvi Ir para West View, peguei o ônibus no centro que deixa bem em frente e na volta vc pega no mesmo lugar para voltar ao centro. A entrada custa Cop 4.000 e vc ganha um pedaço de pão para os peixes, eles possuem estrutura como restaurante e um trampolim onde o pessoal fica o tempo todo saltando...rsrs! Neste dia desabou uma chuva daquelas e me desanimou totalmente, tinha muita gente chegando na hora que fui embora, não sei se foi por causa da chuva, mas não curti muito o lugar, achei as praias bem melhores! Mas vale a pena conhecer! 4º Dia: Acordei cedo, mais uma vez peguei o ônibus e segui para a Playa de San Luis, fica próximo e é muito bonita, o tempo não estava muito legal, sol com muitas nuvens e achei que ia chover novamente, mas depois abriu maior solzão e o dia ficou perfeito! Fiquei alí curtindo aquela praia que estava praticamente deserta ainda e era praticamente toda minha. Depois fui esperar o ônibus, pois queria seguir para Rocky Cay, mas ele estava demorando tanto que resolvi ir andando mesmo e foi uma caminhada boa, já que estava muito quente, mas quando cheguei no lugar valeu a pena!!!! Adorei simplesmente maravilhosa! Vc pode usar a estrutura ou só ficar na praia mesmo e eu apenas aluguei um locker na praia para guardar as coisas, eles cobram Cop 5.000 e vc pode utilizar o dia todo. Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí! Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí! 5º Dia: Mais uma vez acordei cedo e neste dia resolvi ir novamente ao Aquário, custou Cop 10.000 e cheguei lá por volta das 08:30 e só saí as 13:00h, foi muito bom!! Estava bem cheio, mas deu pra encontrar alguns lugares mais desertos e aproveitar bastante! Algumas pessoas não queriam atravessar para o outro lado, na ilha de Haynes Cay, que é maior e mais bonita (na minha opinião), passei a maior parte do tempo lá e estava muito melhor, no Aquário é muita muvuca!! Dá pra atravessar de boa, pois a água chega somente até a cintura! Não guardei as coisas nos armarios, mas eles tem pra alugar e custa Cop 5.000, também tem mascaras e sapatilhas, mas eu já tinha tudo isso e não comprei na Ilha, levei as minhas mesmo, aqui do Brasil! Na volta fiquei pela praia do Peatanol, ela é uma delícia e eu adorei, super tranquila! Eu deixava minhas coisas na areia e ficava de boa na água... Passei o resto do dia nessa praia e depois curti o pôr do sol, foi ótimo! 6º Dia: Era meu último dia e meu voo era a tarde, então fui comprar uma lembrancinhas pelo centro e depois arrumei minhas coisas pra ir embora. Deu pra aproveitar tudo muito bem e com calma, economizei, pois não comi em restaurantes (não faço questão) e sempre procurando priorizar o que estava dentro do meu orçamento. Andei de ônibus, não aluguei mula, pois estava sozinha e sairia bem caro pra mim, mas indico, pois vc deve ver mais coisas e pode dar a volta na ilha. O ônibus custa Cop 2.000 e apesar de serem bem velhos e alguns até quebrados, te leva onde vc quiser...rsrs! Amei a ilha e a energia que vc sente é incrível! As pessoas são maravilhosas e muito gentis, apesar de não falar espanhol, vc conseguirá se virar muito bem! Voltaria de olhos fechados pra lá e aconselho a quem deseja conhecer o mar do caribe, vistá-la, pois é barata e muito mais acessível! espero que meu relato tenha ajudado vcs! Até a próxima, pessoal!
  7. Antes tarde do que nunca resolvi me debruçar para escrever meu relato aqui no fórum. Este é o principal instrumento para o planejamento dos meus mochilões. Como gratidão só posso compartilhar a minha experiência. A Colômbia tem sido muito procurada pelos brasileiros ultimamente. Graças a Deus a quantidade de relatos aqui é enoooorme! E mais uma vez quero encorajar as pessoas a viajarem sozinhas, em especial, a mulherada! Vá... Vá porque a vida é muito curta para ficar esperando alguém para fazer alguma coisa por você. O mundo é legal, vai por mim. E a maior arma contra a insegurança é o planejamento e o estudo. Tanto aqui no fórum, quanto no grupo do face, como na internet inteira, a quantidade de material para subsidiar viagens para qualquer lugar do mundo é enorme. Então não espere ter dinheiro, companhia e tempo ideais para fazer seu sonho de viajar acontecer... Condições ideais geralmente não existem. Apenas VÁ. Se estiver com medo também vá assim mesmo. O medo é real, mas a satisfação de conseguir completar a sua saga é impagável. Pois bem, essa viagem para a Colômbia foi concebida em cima da hora (não sou de fazer isso, mas como macaca velha no ramo, me permiti). Fiquei esperando meu namorado decidir se poderia ou não viajar comigo nas férias. Enquanto isso namorava (relacionamento aberto rs) uma passagem a um preço muito bom para a Colômbia (pela copa airlines). Quando ele resolveu que não poderia ir, comprei a passagem só para mim. PS 1 - O preço se manteve o mesmo durante todo o tempo e comprei a passagem 20 dias antes de viajar. PS 2 - O consentimento e o apoio que meu namorado me dá para que eu viaje só me faz amá-lo cada vez mais. Comprei ida e volta, Brasília - Cartagena, por 1200 mangos. Escolhi conexões longas no Panamá, na ida e na volta, propositalmente para dar um rolé por lá. Para efeitos de organização, escrevi sobre minha parada no Panamá no tópico do próprio país, porque tive MUITA dificuldade de achar como circular no Panamá de forma econômica DE VERDADE, principalmente em como sair do aeroporto (e não tentem me convencer que pagar 100 dólares para um taxista circular com você pela cidade é o modo econômico, porque viajei com 700 dólares, então 100 dólares representava parcela significativa do meu orçamento). Para ler mais sobre, o link é: https://www.mochileiros.com/topic/66761-conexão-no-panamá-aproveitando-o-tempo/ Passado isso, escolhi as cidades que gostaria de ir com base em um globo repórter da Colômbia que passou este ano e por curiosidade de conhecer alguns lugares, por exemplo Medellin. Selecionadas Cartagena, Bogotá, Medellin e San Andrés, hora de resolver como viajar dentro do país na maior barateza possível. Quando é assim, faço um super rascunho com as cidades, mudando-as de ordem, e faço a cotação das passagens para cada conjunto de cidade em ordens diferentes (ficou meio confuso, né, mas é tipo raciocínio lógico para pessoas de humanas, escrevendo todas as sequências de cidades possíveis no papel...) o que der o total mais barato é a minha escolha. A passagem de avião de Bogotá para Medellin estava muito cara e optei fazer esse trecho de busão. Ficou assim: Cartagena: 3 dias Cartegena - Bogotá - Wingo - 73.000 COP (sem bagagem despachada, bagagem de mão inclusa - 1 volume de até 10 Kg e 1 volume de 6 Kg) - Distribui minhas coisas em uma mochila de 60L não muito cheia e uma de 18 L cheia e foi sossegado. Bogotá - 3 dias Bogotá - Medellin - Expreso bolivariano - 65.000 COP Empresa topíssima, foi recomendada pela staff do hostel. Dá pra comprar por outras empresas por menos. Inclui sala vip na rodoviária com água, TV, wifi e tomadas pra carregar o telefone. O ônibus tinha TV individual, tomada para dividir com o vizinho e era confortável. 10 horas de viagem, conforme o prometido. Medellin - 2 dias (o planejado era 3, mas tive um problemão que me comeu 1 dia) Medellin - San Andrés - Avianca (inicialmente) 140.000 COP com bagagem despachada. Meu BO foi aqui... Os pilotos da avianca entraram em greve e meu voo foi remarcado para o dia em que voltaria para o Brasil. Fui ao aeroporto, dei um show e consegui uma passagem pela Viva Colômbia. Nessa, perdi 1 dia em Medellin. San Andrés - 5 dias San Andrés - Cartagena - Wingo - 68.000 COP Cartagena e San Andrés parecem o inferno de tão quente. Medellin tem clima ameno e Bogotá é fria. Então precisei levar roupa de verão e inverno e consegui fazer isso muito bem, obrigada, em 8Kg de bagagem, propositalmente despachada em Brasília para que eu pudesse passear pelo Panamá sem gastar com guarda volumes (5 dólares dá um lanche, gente!) Já tinha o cartão da vacinação de febre amarela e ele foi solicitado tanto no Panamá, quanto na Colômbia. Na verdade, no check in em Brasília já me pediram ele. Creio que não seja possível embarcar sem ele (a empresa não quer ter problemas com ingresso negado de passageiros).
  8. casal100

    San Andrés

    Lojudice, São 3 hotéis Portobelo na ilha, esse plaza, fica numa travessa da rua da praia, os outros dois são próximos e ficam defrente a praia, o padrão é quase o mesmo. Ficamos no Portobelo JR(http://portobelohotel.com/portobelo_jr.php), simples mas limpo e confortável(tv a cabo, ar condicionado, camas boas, alguns apartamentos são com vista para o mar(o maior problema é que sai pouca água do chuveiro, mas é água doce). ficam perto de tudo, aeroporto, centro, zona franca, supermercados, lojas, restaurantes, bancos, internet, agências de turismo, barqueiros que levam ao aquario............ Preferi pagar hospedagem mais café da manhã(simples) (em julho/2010 - pagamos aprox. R$149,00 o casal. Pois cada dia faziámos passeios, e neles, nossas refeições, à noite a ilha tem alguns restaurantes, uns sofisticados, outros simples(a partir de R$6,00).
  9. Como esse destino se popularizou entre os brasileiros e ficou mais acessível ($) acho que algumas informações com base na minha experiência de viagem podem auxiliar, principalmente, quem não está acostumado com viagens internacionais. Vou então tentar detalhar um pouco os procedimentos de imigração também. Antes de ir fiz umas pesquisas e tive que acessar vários blogs e sites para definir o roteiro, saber quanto e qual moeda levar, etc. Algumas informações estavam bem desatualizadas, principalmente, quanto aos valores dos aluguéis de veículos. Ah, uma coisa importante é entrar em contato com seu banco para solicitar autorização do uso do cartão internacional no período da viagem, além de consultar como estão as taxas para saque e compras no exterior para evitar surpresas. Com passagens e hospedagem não me preocupei porque comprei com a Agência Aventureiros de Nova Iguaçu. O pacote foi para o período de 03 a 08/06/2017 com hospedagem na Hosteria Mar y Sol. Ficou em US$ 902,55 = R$ 2.960,35 para duas pessoas (passagem, traslado e hospedagem com café da manhã). O hotel é afastado do Centro, uns 35 minutos de carro, isso foi ruim (se for possível, sugiro ficar no Centro), mas era bonito, a cinco minutos da praia Los Chaquitos e tinha traslado gratuito com ida para o Centro de manhã e retorno no final da tarde. A comida também era bem gostosa. O voo do Rio de Janeiro a San Andrés durou cerca de 8h20, com conexão em Bogotá (vale lembrar que não precisou de passaporte, mas se a conexão fosse no Panamá precisaria). Bastou levar RG com menos de 10 anos de emissão e certificado internacional de vacina contra febre amarela (foi uma exigência quando viajei, precisava estar vacinado há pelo menos 15 dias, então é bom sempre verificar com antecedência). No avião você recebe um formulário para declarar alguns itens da bagagem e a quantidade de dinheiro que está levando (foto abaixo). Posteriormente você entrega esse formulário preenchido quando desembarca e também preenche uma “tarjeta de migración”, com nome, sobrenome, identidade e data de nascimento. Essa tarjeta é solicitada novamente no retorno, então tem que guardar com cuidado. Já no portão de embarque vendem a “tarjeta de turismo” exigida no desembarque em San Andres. Custou 105.000 pesos por pessoa, pode ser pago com cartão, em dólar ou em peso colombiano. Na saída da ilha também solicitam essa tarjeta, então também guarde com cuidado. Bom saber que em comparação com o horário de Brasília o fuso horário tem diferença de 2h. Em San Andres é mais cedo. Com relação à quanto e que moeda levar, sugiro levar dólares do Brasil e trocar por pesos colombianos no aeroporto de Bogotá – tem várias casas de câmbio no aeroporto, então vale uma pesquisa antes para comparar os preços, eram bem diferentes de uma casa para outra. Comprei na que tem logo quando você passa para área de embarque, Alcansa S.A., saiu a U$1 = 2.700 pesos. Outra dica é levar ou comprar snorkels (cerca de 20.000 pesos) e os sapatinhos flexíveis que se usa muito lá para entrar no mar (de 12.000 a 15.000 pesos). Nas lojinhas do Centro é fácil encontrar. É bom comprar uns lanches no mercado para os passeios, tem praias que não possuem muita infraestrutura. Também sugiro levar uma bolsa impermeável ou com material plástico, para usar nos passeios de lancha e fazer as travessias pelo mar, isso vai proteger melhor seus pertences. Quanta às reservas de passeio, na recepção do hotel que fiquei era possível reservar, exceto o voo de parasail. Os preços não variam muito na ilha, mas sempre dá para negociar e conseguir um desconto. Caso seu hotel não reserve, sugiro a lojinha Sun Island, na Av. Colombia Frente Hotel Tres Casitas – contatos: (57) 312 232 5050 / 318 759 3375 / 317 751 2212 (whatsapp) / e-mail: [email protected] - lá que reservamos o voo de parasail e os funcionários são muito simpáticos. Agora, vamos ao roteiro. DIA 01 (SÁBADO) Chegada na ilha por volta de 17h20. Do aeroporto ao hotel que fiquei o táxi custou 35.000 pesos, mas tem hotéis no Centro que dá para ir andando do aeroporto. Chegamos no Hotel por volta de 18h, guardamos as coisas e pedimos um táxi para ir ao Centro. Custou 30.000 pesos a ida e 40.000 a volta. Essa era a média do preço cobrado pelo taxistas no trajeto hotel-centro-hotel. Por isso, achamos melhor alugar um transporte. Na ilha é comum o uso de motos, carrinhos de golfe e mules (um carrinho mais potente que o de golfe), os preços eram em média, 60.000, 120.000 e 160.000, respectivamente, para o aluguel das 8 às 18h. Lá as leis de trânsito ficam um pouco de lado, só vi policiais usando capacete e quando você aluga eles não te dão nenhum. Também é feita vista grossa se sua habilitação é pra moto ou carro. Então, dificilmente, alguém terá problema para alugar se quiser. Não vi acidentes, nem blitz, mas há muitos policiais circulando na ilha. Optamos por alugar uma moto no dia seguinte. Visitamos algumas lojinhas no Centro e compramos os sapatos flexíveis, snorkels, lanches. Achei as coisas baratas para um lugar turístico. A ideia inicial era irmos no Coco Loco, única boate da ilha. Mas ficamos muito cansados e só demos uma volta no Centro, que estava bem movimentado, com várias opções de bares e restaurantes. Paramos no Bocca de Oro – Av. New Ball, em frente a praça - que estava tendo reggae ao vivo, tem todas sextas e sábados. Comemos crema de lagosta, que é tipo um caldinho, e um prato chamado Trilogia Del Sabor, que vem com carnes vermelha, de frango e de porco na chapa acompanhadas de arroz de coco e legumes refogados. Tava bom, amei o arroz de coco, o mais gostoso que comi foi nesse restaurante. Bebemos umas Coronas e água. A conta deu cerca de 110.000 pesos. Para quem prefere não jantar, tem várias opções de lanches na ilha, sanduíches e cevicherias, que também sai mais em conta. As principais cervejas além da Corona, que é em média 8.000 pesos, são a Club Colômbia, no mesmo valor ou um pouco menos, e a Aguila, que varia de 4 a 5.000 pesos. Então não é caro se embebedar na ilha.rsrs DIA 02 (DOMINGO) Tomamos café no hotel e pegamos a van do hotel para o Centro às 8h30 para alugarmos a moto. Conseguimos por 140.000 pesos, pegando as 10h e entregando as 18h do dia seguinte. Reservamos o dia para dar uma volta na ilha. Paramos primeiro na praia Cocoplum de onde você pode ir andando até a ilhota Rocky Cay. A entrada é gratuita, mas o estacionamento foi 5.000 pesos. É possível levar alguns pertences da praia até a ilha se você não for muito baixinho(a), a água fica no máximo até o peito, pelo menos no horário que eu fui, por volta de 10h30, mas tem armários que podem ser alugados no restaurante a 5.000 pesos. Fomos andando com a bolsa até a ilha e lá ficamos mergulhando com snorkels por um tempo, comparado aos outros lugares, não tinha tantos peixes, mas foi bem legal o primeiro contato com o famoso mar de 7 cores de San Andres. Voltamos depois de 1h e pedimos um petisco de frutos do mar e algumas cervejas no bar da praia. Deu cerca de 75.000 pesos. Depois seguimos até San Luis que tem diversos trechos de praia, paramos em uma que água estava bem clarinha e tranquila. A infraestrutura nas praias de San Luis é menor e nem sempre os quiosques estão abertos, alguns servem apenas drinks e cervejas. Em seguida, fomos ao West View. A entrada foi 4.000 pesos para cada um e lá é possível mergulhar num mar azul lindo e com muitos peixes. Na entrada você ganha uns pães para os peixes ficarem próximos, mas nem precisa. Tem um toboágua e um trampolim para a piscina natural, mas o acesso também pode ser por uma escada. Oferecem mergulho com cilindro e outros serviços no local. Lá que experimentei o drink famoso da ilha, o Cocoloco, que é um monte de cachaça, vodka e outras coisas que resultam numa bebida vermelha docinha. Os drinks custam entre 10 e 18.000 pesos, dependendo do lugar e do sabor. Depois fomos rapidamente ao Hoyo Soplador, paramos em uma parte que o atendimento era ruim e não foi dessa vez que conhecemos bem o lugar, só tiramos umas fotos da vista para o mar e saímos meio sem entender porque pagava para entrar. Pagamos 5.000 pesos pelo estacionamento, mas se tivéssemos consumido os drinks do local, não precisaria ter pagado. Aproveitamos o final da tarde para dar uma volta no Centro e ver uma lojas do Free Shop da ilha, algumas coisas estavam mais em conta que nos Free Shops do aeroporto de Bogotá e do Brasil, principalmente, eletrônicos, já outras estavam no mesmo preço. Vale visitar várias lojas antes de comprar porque os preços variam um pouco. Pode-se pagar em dólar, peso ou cartão na maioria das lojas. Fomos para o hotel e saímos a noite para jantar no Centro. Fomos no restaurante Café Café que fica bem movimentado, tinha até fila. Mas demos uma volta e logo a fila já havia acabado. O cardápio tem várias opções, mas as massas tinham sido recomendadas por algumas pessoas então comemos uns croquetes de peixe e o macarrão com camarão e com lula. Os pratos são individuais. Também experimentei lá a famosa Limonada de Coco, bebida maravilhosa e refrescante, sem álcool. Viciante! A conta deu cerca de 110.000 pesos. Valeu à pena. Tudo uma delícia. Recomendo. DIA 03 (SEGUNDA) Tomamos café e fomos ao centro reservar o jantar no La Regatta, um restaurante super famoso da ilha. É fundamental fazer a reserva porque ele realmente lota. Reservamos para a noite seguinte. É necessário ser pontual. Depois fomos até a loja Sun Island e reservamos o voo de parasail, que saiu a 150.000 pesos para cada um. Queríamos agendar para as 12 ou 14h porque falaram que era o melhor horário, mas só conseguimos para 16h. Então fomos conhecer a La Piscinita antes do voo. Na La Piscina há uma piscina natural nos mesmos moldes que no West View, mas estava com menos pessoas e o restaurante não vende bebidas alcoólicas. Lá também havia muitos peixes e o pão foi desnecessário de novo, levei até uma mordida no dedo, mas não foi nada demais, só um arranhão ardido (kkkkk). Em seguida, voltamos para o Centro. No caminho paramos num restaurante simples e dois pratos individuais, cervejas e refrigerante saiu por 30.000 pesos. Antes da refeição ainda serviram uma sopa de legumes, o que é comum por lá, apesar do calor de quase 40 graus. Suei horrores e descobri que pechuga não é costela, e sim peito de frango. Falha na comunicação... (é bom treinar palavras básicas em espanhol antes de ir, não é tão parecido com o português como a gente pensa! kkkk) Depois de almoçar paramos um pouco na praia Sprat Bright, no Centro, que é bem movimentada, mergulhamos um pouco, não tinha muitos peixes, e seguimos para o local de saída do passeio. O lado positivo do horário das 16h é que o barco foi vazio, só a gente e mais um casal. Pode ter até 16 pessoas e o voo é sempre feito em dupla. Você deve informar a diferença de peso com relação a seu acompanhante, eles te colocam no equipamento, você senta no fundo do barco, eles aceleram e você voa sem muitos problemas. O passeio é fantástico, visual lindo demais e você ainda pode se molhar no mar durante os míseros 10 minutos que duram o voo. Ao final, eles te puxam de volta para o barco e você aterrissa em pé. Achei o preço salgado e o tempo curto, mas sem dúvida, foi o passeio que nos proporcionou a vista mais incrível do mar e suas diversas tonalidades de azul e verde. Amei e recomendo! Depois fomos devolver a moto e pegamos a van para o hotel na Praça do Centro (foto) às 18h30. Jantamos no hotel mesmo (bem bom!) e tiramos a noite para descansar. Reservamos o passeio para o Acuario no dia seguinte. DIA 04 (TERÇA) – 06/06/17 Tomamos café e às 8h30 saímos para o Acuario. Foi 20.000 pesos para cada e na hora cobram mais 5.000 pesos de entrada. A van nos levou ao local de embarque, pegamos um barco que nos levou até a ilha em uns 10 minutos. Chegando lá, há duas ilhotas, uma conhecida como Acuario, porque é mesmo um aquário natural, com muitos peixes de diferentes espécies, e a outra, Haynes Cay, que você atravessa caminhando pelo mar, e lá há vários restaurantes. Acabou que ficamos só no Acuario e só vimos a Haynes Cay de longe, foi um ato falho porque entendemos que tínhamos que ter comprado ingresso para ir nela também, mas foi só um mal entendido (falha na comunicação de novo!kkkk). Há armários para guardar as suas coisas enquanto mergulha, mas deixamos no chão atrás de um quiosque como muitos estavam fazendo e foi tranquilo. Para atravessar também é possível levar suas coisas na mão, então o armário é opcional, o aluguel estava 8.000 pesos. Serviam almoço nos quiosques, mas compramos só cervejas e comemos os biscoitos que tínhamos levado, então nem tenho noção dos preços. Retornamos por volta de 15h30, apesar deles terem avisado que nos pegariam as 13h. Então não confiem nos horários, essas idas e voltas são bem desorganizadas lá. Optamos por alugar a moto das 16h desse dia até as 8h30 do dia seguinte, para irmos em outra praia de San Luis e jantarmos no La Regatta. Então fomos no mesmo lugar que reservamos o voo e fizeram o aluguel por 80.000 pesos nesse período. Depois que curtimos a praia de San Luis de novo (dessa vez fomos na parte que tem um bar do Bob Marley com as cores do reggae, mas estava fechado), passamos novamente no Hoyo Soplador. Dessa vez foi bem legal e entendemos o nome do lugar. Realmente tem um olho soprador na pedra (rs). Com as ondas um buraco na pedra sopra um vento forte, é bem divertido, sua roupa voa e as vezes sai até água, tem que ter cuidado. Em seguida, voltamos para o hotel, reservamos o passeio para Ilha de Johnny Cay para o dia seguinte e nos arrumamos para ir ao La Regatta. O lugar é simples, mas tem uma ornamentação fofa e o pessoal vai mais arrumadinho, algumas mesas ficam no deck, e ficamos numa dessas. Tem luz de velas e o cardápio é uma tortura com tantas opções que parecem deliciosas. Escolhi o risoto de camarão e meu marido um peixe com purê. Os pratos são muito bem arrumados, de comer com os olhos, e bem servidos apesar de não parecer nas fotos. Bebemos cervejas e pedi outra limonada de coco (divina!). A conta deu uns 144.000 pesos. Achei que valeu muito a pena e me arrependi de não ter deixado outro espaço no roteiro para comer lá de novo. DIA 05 (QUARTA) Tomamos café, fomos entregar a moto e seguimos para o passeio à Ilha de Johnny Cay. Foi o mesmo valor do passeio ao Acuario e Haynes Cay, 20.000 pesos. E também é necessário pagar a entrada de 5.000 pesos antes de embarcar. É possível fazer esses dois passeios no mesmo dia por 35.000 pesos, mas me indicaram fazer separado porque ficava muito corrido, então se tiver menos dias ou quiser incluir outros passeios pode juntar. Essa ilha tem alguns restaurantes, passeio de banana a 10.000 pesos (uma volta bem rapidinha) e a água é mais agitada e com menos peixes, comparado aos outros lugares que fomos. O aluguel de tenda e espreguiçadeiras foi 35.000 pesos, e havia cadeiras e guarda-sol a 25.000, mas já estavam ocupadas. Depois vimos que vai fazendo sombra na areia em alguns pontos, então se quiser economizar é só jogar a canga e ser feliz. O almoço custou 25.000 pesos para cada e tinha algumas opções. Escolhemos robalo sem espinha com arroz de coco e bananas fritas. Bom. Voltamos da ilha por volta das 15h30 novamente, compramos algumas lembrancinhas e ficamos na Sprat Bright de novo até dar o horário da van que nos leva para o hotel. Recomendo o sorvete do quiosque no início da praia (lado próximo ao Cafe Cafe), é bem gostoso e tem sabores exóticos. Reservamos o jantar no hotel de novo para descansarmos e arrumarmos as malas. DIA 06 (QUINTA) Tomamos café e a ideia era ficarmos na piscina, mas colocaram produtos de limpeza e ficou interditada. Decidimos então caminhar até a praia mais próxima do hotel. Foram cerca de 10 minutos e chegamos na praia Los Chaquitos. A areia estava bem suja, andamos mais um pouco em direção a um quiosque e melhorou. Tinha vários peixinhos e a água era azul bem clarinho. Tomei um Coco Fresa, drink com vodka, um pouco parecido com o Coco Loco, achei mais gostoso, e voltamos para o hotel, pois o check out era as 13h. Almoçamos no hotel. O táxi chegou para nos levar ao aeroporto as 15h, nosso voo era 17h55. Despachamos as malas e fomos andar mais um pouco na orla da Sprat Bright, paramos num restaurante para beber umas cervejas, limonada de coco e beliscamos um camarão com arroz de coco. A gente tinha acabado de almoçar, mas era clima de despedida de todos esses sabores (saudade!). Voltamos para o aeroporto e depois de ficarmos mofando sem entender nada, como todos os outros passageiros, nos informaram que nosso voo ia atrasar e perderíamos o voo de Bogotá para o Rio de Janeiro. Só tinha outro voo para o Rio às 22h18 do dia seguinte, ou seja, tivemos que dormir uma noite em Bogotá. A Avianca se responsabilizou pela hospedagem, traslado ao hotel e alimentação nesse período. Falam que isso costuma acontecer com certa frequência então é bom não ter compromissos próximos à data de retorno. DIA 07 (SEXTA-FEIRA) – BOGOTÁ Tomamos café no hotel e apesar de alguns transtornos e compromissos ameaçados, aproveitamos para visitar uns pontos turísticos em Bogotá. Pedimos um UBER (o app que usamos no Brasil funcionou normalmente) do Hotel Movich Buró 26 para La Candelaria, deu cerca de U$4,52 no cartão, a cotação do dólar estava R$3,44 nesse período, então ficou por uns R$15. O motorista era muito atencioso e foi nos falando da cidade e de alguns museus, nos orientou a tomar cuidado e pedir informação apenas para policiais, pois a cidade andava violenta (logo eu? carioca kkkk). Acabamos soltando próximo ao Museu del Oro, o ingresso estava 4.000 pesos, não entramos, fomos apenas numa galeria de artesanatos que tem em frente. Decidimos ir andando até a Plaza de Bolívar, onde ficam a Catedral Primada de Colombia, Palacio de Justicia e o Congresso de La Republica. Achei estranho o povo brincando com os pombos na praça (tem muitos!!), vendem até milho para os turistas atraírem os bichinhos e tirarem fotos com eles nos corpos (de onde eu vim pombo é rato com asa kkkk). Próximo, ficam vários cafés e lojas. Fomos andando até o Museo Botero e a Casa da Moeda de Bogotá, uns 5 minutos da praça e a entrada foi gratuita. Bem legal lá e tem um jardim fofo também. Tínhamos almoço no hotel às 16h30 e decidimos voltar quando era umas 15h, mas foi bem na hora de um dilúvio, que só serviu para complicar nossa vida. Não consegui pedir o UBER sem internet, porque as zonas de WiFi ficavam na chuva e tivemos que pegar um táxi, o motorista falava enrolado e disse que sabia onde era o hotel mas estava tendo uma manifestação de professores e estava tudo engarrafado, ele nos deixou num lugar que não conhecíamos a umas 20 quadras do hotel e tivemos que ir andando porque o trânsito estava interrompido. Foi bem estressante, mas chegamos bem, almoçamos, descansamos e seguimos para casa. Bogotá tem seu charme, valeu o pequeno tour e os artesanatos que comprei (lindooos!). Então foi isso, pessoal! Espero ter contribuído. Mais roteiros e dicas no Instagram @viajagora e na minha página do facebook: Sobre Lugares e Destinos (@sobrelugaresedestinos)
  10. A la orden mochileiros!!! Vamos pra Colômbia? Eu fui, se vc quiser viajar na leitura chega aee Fui sozinho, mas sempre tive boas companhias. A vida mochileira te permite conhecer lugares, paisagens, culturas, mas principalmente pessoas bacanas, que marcaram aqueles momentos e quero levar pra vida toda. Gosto de colocar o nome das pessoas que conheci, pois foram importantes pra mim. Alguns deles podem talvez até ler esse relato e se seu nome estiver aqui, meu caro, saiba que eu curti demais os momentos com você e espero te rever pelo mundo, para aquele abraço, aquela cerveja, enfim...quando eu me lembrar de você vou lembrar da Colombia, quando me lembrar da Colômbia me lembrarei de você!! Geralmente escrevo as coisas que fiz, costumam ser o que a maioria faz, então serve como dica pra quem vai. Coloco preços das coisas, digamos, mais obrigatórias, como passeios, taxas, hospedagens. Comida e quinquilharias varia muito de cada pessoa, então não acho relevante colocar como gastos, mas no geral a Colômbia é barata. Quanto a dinheiro, usei todas as formas possíveis. Levei dólar, a cotação lá variava entre 2760 e 2810. Real sempre na casa de 700 a 740. Só levei real pra caso de emergência, não usei. Compensa muito mais levar dólar. Real é prejuízo certo. Fiz um saque que com taxas ao final saiu na cotação de 763 pra real, então compensa mais o saque do que o real físico. Mas a melhor opção é o cartão de crédito. Minhas compras no crédito saíram na cotação de 825 pra real, compensa mais que o dólar físico, pois troquei dolar aqui a 3,43 e trocando lá os dolares me davam uma cotação de real próxima a 805 pesos. Resumindo, pra não parecer tão confuso: 1 real trocado na Colombia – 740 pesos 1 real sacado na Colômbia – 763 pesos 1 real trocado aqui em dólar e lá por pesos – 805 pesos 1 real no crédito – 825 pesos. Consegui explicar? Então minha dica pra grana é: Leve dólar, porque nem tudo dá pra passar no crédito, mas o que der, vai no crédito. Vou colocar os preços em COP, pra converter em real só dividir por 800 pra facilitar. Ou só tirar o mil e pensar que é um pouco mais q isso em real, porque você não vai sair andando na rua e olhando preços com uma calculadora né 18 de novembro de 2017, sábado Cheguei em Bogotá 11 da manhã, vindo pela Copa de BH via Panamá. Imigração OK, só perguntaram em qual lugar eu ia ficar Fui atrás de câmbio. Na parte do desembarque o câmbio é pior, tava entre 2700 e 2740 pro dólar. O melhor era no 2º andar, no setor de embarque nacional, lá tinha uma casa de câmbio, Aerocambiar, que tava 2760. Troquei um pouco lá. Dali desci pra comprar o cartão do Transmilenio. Vende numa tenda verde na saída do desembarque internacional. Ele sai com seu nome, bacaninha. O cartão é 3000 pesos e coloquei carga pra 3 viagens, ao todo 9900 pesos. Tranquilo ir de Transmilenio. Fiquei no Hostel Fátima, na Candelária e se você vai pra Candelária geralmente é tudo perto e o percurso é o mesmo. Na saída do aeroporto pega um onibus vermelho, linha M86 até a estação Portal El Dorado. Lá é integração, dali você pega a linha 1 – Universidades e vai até o final. A estação Universidades é integrada com a estação Las Aguas a pé mesmo, por um tunel, pertinho. Saindo da estação Las Aguas só andei umas 4 quadras e cheguei no hostel. O Fátima hostel é tranquilo, tem umas atividades de noite, bar, aula de salsa, cuba libre de boas vindas, essas coisas...O ambiente é bom, o café da manhã é só café, frutas e pão de forma. Tem café e chá disponível o dia todo. Problema era o caimento de agua do banheiro porque o box não fechava direito, a agua do banho ia pro resto do banheiro e dali pro corredor e fazia uma poça na porta do quarto. Locker não cabe mochilão, só mochilas menores. Diária 27000 Virei a noite viajando, então…fui dormir? Não, já fui bater perna Só reconhecer o território mesmo. Fui procurar câmbio pensando que ia achar muito melhor que o aeroporto, mas não. Vi alguns igual onde troquei e outros a 2770. Troquei mais um pouco de dólar e fui pra Plaza Bolivar. Fui pela Carrera 7, muito movimentada, animada, muitos artistas de rua. Na praça tava tendo uma missa, tinha muita polícia lá, mais de 50 sem duvida, quase 1 pra cada fui entrando pra praça atrás de umas senhoras distintas...elas passaram e eu, cara de terrorista já fui parado pra revista por um policial. Lá eles são bem bitolados com essa parada de segurança. Ainda bem A praça não tava muito cheia. Digo de gente. Porque pombos……. Fui procurar comida Nas minhas ultimas viagens, Patagônia, Uruguai, tudo tão caro que passei a base de lanche… Colombia? Almoço e janta ué Ali perto da Plaza Bolivar, Calle 12 Bis, uma travessinha sem saída, tinhas uns restaurantezinhos, tudo com preço e cardápio bem igual. Sopão de entrada, que só esse sopão já te enche, arroz, salada, patacones, abacate e pechuga a la plancha (filé de frango) e limonada, por 9000 pesos Voltei pro hostel e enfim descansar um pouquinho. Aos fins de semana tem um tour pro Andres Carnes de Res em Chia e eu tava afim de ir. Reservei uma vaga e 22h passaram pra me pegar. O tour é 80mil pesos. É bastante mas compensa pois é transporte ida e volta e Chia fica longe pra [email protected]#, inclui a entrada lá no restaurante e as biritas na van, rum com coca. Foram poucas pessoas mas foram animadas. Três peruanas, Jhessenia, Maria e Adriana, uma argentina e 2 canadenses. O restaurante lá é bem bacana mesmo, decoração foda, balada animada, salsa, reggaeton, pop, show de bola. Termina 3 da manhã. Mais uma hora animada na van com birita pra voltar pra Bogotá. Cheguei no hostel 4 da manhã, completando 45 horas acordado. Dormir pra caramba agora né? Nada! 7 da manhã já tava pronto a desbravar a cidade. 19 de novembro de 2017, domingo Acordei ligeiramente de ressaca, com aquele gosto de cabo de guarda chuva na boca como dizem por aqui Toma um café que passa! Tava afim de fazer o free walking tour. Tô num grupo de zap de viagens pra Colombia e lá uma menina do grupo, a Luciana, me disse que tava em Bogotá e meio em dúvida do que fazer, então convidei ela pra ir pra lá fazer o free walking. O free walking é da Gran Colômbia Tours e sai da praça do Chorro de Quevedo as 10 da manhã. Tinha outra brasileira lá, Luciana também, uns canadenses, alemães, por fim o tour acabou sendo em inglês. Mais uma vez um tapa na minha cara pra ver se eu tomo vergonha e melhoro meu inglês very basic hahaha O free walking começa ali nos grafites e depois é mais degustativo que turistico. Primeiro paramos num restaurante onde provamos a chicha, uma bebida fermentada de milho, azedinha, pra quem gosta de sabores exóticos e fortes, como eu, é boa…Fomos pra uma feirinha onde provamos umas frutas lá, lulo, guanabana...Depois uma loja de coca, chá de coca, mascar folha de coca, bala de coca, tudo de coca e tal…Passamos pela Plaza Bolivar e terminamos numa cafeteria pra provar os cafés da Colômbia. Eu achei os cafés de lá mais fracos e adocicados. Eu prefiro sabores mais fortes, mas o café de lá não é ruim. O tour levou umas duas horas e fomos almoçar no mesmo lugar que paramos pra tomar a chicha. Almoço padrão com sopa, prato principal e suco por 10mil pesos. Galera do Free Walking Grafites de Bogotá Segui andando com a Luciana, queria ir no museu do Ouro que domingo é grátis, porém, pra meu azar, tava tendo eleições na Colombia esse dia. Não exatamente eleições, tipo uma prévia de partidos ou coisa assim, e por isso quase todos museus estavam fechados . Só achamos dois museus abertos, o Colonial e o da Independencia. Segui andando até a Igreja de Nossa Senhora del Carmen, muito bonita com aquele estilo árabe, me despedi da Luciana e fui pro Monserrate. A subida ao Monserrate é mais barata no domingo, 11mil pesos ida e volta, contra 18mil nos outros dias. O preço tanto faz se de teleférico ou funicular. Subi de teleférico e desci no funicular. O tempo não tava abertão (coisa rara em Bogotá), mas também não tava fechadão. Dava pra ter uma panorâmica boa. Aí fui fazer o meu tour gastronomico, Café Juan Valdez, Crepes&Waffles, Bogotá Beer Company...tudo muito bom Fui pro hostel tomar minha Cuba Libre de boas vindas e descansar um pouquinho afinal nas ultimas 60 e poucas horas só tinha dormido pouco mais de 3. Bora dormir, certo? Errado! O hostel tava lotado de um colégio de adolescentes do interior da Colombia que vieram pra algum congresso e elas tavam super animadas. Tinham se acabado na aula de salsa e fizeram algazarra a noite inteira o australiano no meu quarto esbravejava a cada 5 minutos ahhhh fucking girls durma-se com um barulho desses… hostel lifestyle… 20 de novembro de 2017, segunda Assim que o batalhão de adolescentes desocupou a cozinha, desci pro café, fiz o checkout, deixei o mochilão no comodo de bagagem e fui pra Zipaquirá. O roteiro pra chegar de bus é o mesmo q outros relatos aqui já tinham me contado: saindo da Candelária, vai de Transmilenio na estação Universidades, pega a linha B74 pro Portal Norte, dá uma hora de onibus até lá. Lá desce e pega o onibus pra Zipaquirá do outro lado da roleta, geralmente tá escrito só Zipa no onibus. Paga dentro do onibus mesmo 5100 pesos. Ida e volta 10200. Mais uns 40 minutos até Zipaquirá. Geralmente o motorista dá um grito Catedral de Sal quando chega no ponto. Dali vai andando umas 6 quadras até a entrada. A entrada é 50mil pesos, mas eu comprei com a rota do mineiro que dá 56mil pesos e recomendo. Como o tour é guiado, a gente fica na entrada esperando dar a hora do guia juntar aquele grupo e entrar. Do meu lado tinha um casal gente fina de Santa Catarina, Glauciano e Elaine, ficamos trocando ideias la enquanto esperamos. O tour segue pela via crucis, descendo pela galeria até o salão da catedral e depois um show de luzes no final. O lugar é incrível, superou minha expectativa. O efeito das luzes nas fotos é muito maneiro, você olha pra parede e tá uma cor, mas na foto sai de outra cor, é espetacular. Depois do tour fomos pra rota do mineiro. Aí é outra história, sai a parte turistica e entra uma parada mais de aventura. Te colocam aquele capacete de mineiro com lanterna, mas a lanterna vai apagada e você entra numa galeria escura, coloca a mão no ombro de quem tá na frente e a outra na parede e não vê absolutamente nada!!! bate a cabeça algumas vezes, porque o negócio vai ficando mais baixo e é muito bacana. Recomendo muito fazer isso, 6mil pesos a mais e bem divertido. O Glauciano e a Elaine também compraram a entrada pro museu da salmoura e com isso o deles deu 59mil, eu não sou muito adepto de museus então não fui mas depois eles me falaram q também não era lá isso tudo. Rota do mineiro Fui almoçar e parei num restaurante não muito longe da saída da catedral. O almoço mais barato da viagem. 7000 pesos o sopão, o prato com pechuga a la plancha e limonada. Fiquei circulando ali pelo centro. A praça de Zipaquirá é linda, lembra um pouco as plazas de armas do Peru. Depois segui circulando e perguntando onde era o terminal de buses. Lá voltei pra Bogotá, pegando já um pouco do transito do fim de tarde. Uma hora pro terminal Norte depois mais uma hora de Transmilenio até a Candelária. Ia trocar dinheiro mas já era umas 19h e as casas de cambio já tinham fechado, daí tive que fazer o saque que falei no início. Cheguei no hostel, tomei um banho, peguei o mochilão e pedi um táxi pro terminal de buses. Não tava muito certo sobre como fazia pra ir de Transmilenio pra rodoviária e já era umas 21h, preferi o táxi. A corrida até a rodoviaria, que fica em Salitre, tipo um pouco depois da metade do caminho até o aeroporto, deu 22mil pesos. Na rodoviária, várias empresas fazem o trecho a Medellin: Rápido Ochoa, Bolivariano, Magdalena...optei pela Rapido Ochoa por ser mais recomendada nos relatos. A passagem comprada na hora, no guichê, era 55mil pesos, mais barata que o preço no site que era 65mil. Só aceita dinheiro, não passa crédito, ainda bem que eu tinha sacado mais grana… Saindo do guichê, andando aleatório pela rodoviária, dou de cara com a Luciana. Essa garota tá me seguindo fomos comer alguma coisa, tomar uma cerveja...a cerveja nas lanchonetes da rodoviária não ficam expostas na geladeira, é na surdina A Luciana comprou passagem pela empresa Magdalena por 50mil pesos. Saí de Bogotá as 22:30. Onibus de 2 andares, wifi mais ou menos, não fez nenhuma parada pra lanche mas tem um “rodomoço” que faz um serviço de bordo se você quiser comprar alguma coisa. TV individual em cada poltrona e ar condicionado no talo prepare-se Tomei um Dramin e capotei
  11. Foi fundada a 6 de agosto 1538 por Gonzalo Jiménez de Quesada, após a vitória sobre o povo muisca. Bogotá tem origem na palavra indígena “Bacatá”, nome da capital do povo chibcha, mas a cidade já teve vários nomes, como Nuestra Señora de la Esperanza, Santa Fé e Santa Fé de Bogotá.Em 1717 é criado o vice-reinado de Nova Granada na cidade. É também aqui que se declara pela primeira vez a independência, em 1810, apesar de esta só se concretizar no ano de 1819, com Simón Bolívar e Santander. Foi também a capital da Grã-Colômbia (Colômbia, Equador, Panamá e Venezuela), um sonho de Bolívar que se desfez em 1830. Foi capital porque era fácil de defender, mas tornando também difícil o acesso de outras partes do país. A cidade é rodeada por montanhas, o que durante o tempo colonial serviu de proteção e dificultava os ataques à cidade, funcionando como muralhas, juntamente com o clima inóspito da cordilheira dos Andes. Aproveitámos a nossa assinatura de Netflix para ver um filme sobre a história do libertador Simón Bolívar, que nos ajudou a reconhecer algumas zonas da cidade enquanto a percorríamos. O filme chama-se Libertador, foi gravado em 2013, e romanceia a vida de Bolívar e a sua luta pela independência do Novo Mundo contra o império espanhol. A par com San Martin, no Sul, Bolívar é a cara mais conhecida da luta contra a colonização espanhola, no norte. E já falámos de ambos em diversos artigos. Simón Bolívar está registado na história como o homem que lutou contra a coroa espanhola para que os crioulos pudessem controlar o seu país. Formou alianças, exércitos, amigos e inimigos, foi traído e ajudado, fugiu e perseguiu, declarou a independência, sonhou alto com um só país, ambicioso, declarou-se ditador e caiu, como muitos heróis. Será sempre uma das figuras mais importantes na América latina, relembrada em todas as cidades por onde passámos. Não podemos também deixar de referir Francisco Santander, um dos fundadores da Nova Granada e aliado de Bolívar, lutou pela independência de 1810-19. Sob o comando de Bolívar, presidiu à Grã-Colômbia de 1819 a 1826, libertando Bolívar para o comando das tropas. Os conflitos de ideologia entre ambos levariam a que fosse acusado da tentativa de assassinato de Bolívar, a 25 de setembro de 1828. Após a morte de Bolívar regressa do exílio e é nomeado presidente, de 1832 a 1836. Reparem nas bandeiras dos edifícios públicos. A Grã-Colômbia deixou marcas na Venezuela, Colômbia e Equador. As suas bandeiras continuam a ter as mesmas cores: amarelo (ouro), azul (água) e vermelho (sangue). Figura incontornável da cidade é também Gaitán, candidato a presidente. Não era da elite e ia ganhar as eleições, mas “El Negro” morreu a 9 de abril de 1948 à saída do escritório, onde agora é o McDonald’s (antigo edifício Agustín Nieto). A morte do candidato gerou uma onda de tumultos conhecidos como El Bogotaso. Os seus apoiantes destruíram a cidade e mataram Juan Roa Sierra, o executante do assassinato. As guerrilhas começaram nesse dia, replicadas para várias cidades do país, tendo-se prolongado durante vinte anos em conflitos entre conservadores e liberais. Ainda se sentem as marcas que ficaram na população, nas conversas as pessoas vão assumir um lado e criticar o outro. Vão relembrar histórias que viveram, ou que lhes foram contadas por familiares, e vão ter uma opinião política sobre o assunto. É a cidade mais fria que conhecemos no país, com a temperatura média de 14ºC, devido à altitude. Apanhámos dias muito chuvosos, que nos alteraram um pouco os planos, mas tentámos conhecer o mais possível. Ficámos surpreendidos com o sistema de transportes, pareceu-nos que o nome das rotas varia consoante o percurso, ou seja, a rota pode ser B74 para ir e J72 para regressar, o que achámos confuso. Há vários tipos de transporte, desde os autocarros semelhantes aos de Lima, que circulam em circuito e têm paragens fechadas, tipo estação de metro, autocarros mais pequenos, pequenas carrinhas e, claro, os táxis. Quanto a aplicações, a Uber funciona. Não é muito agradável andar de transportes públicos, porque os colombianos amontoam-se para entrar, não facilitando a saída dos que querem sair, e passando à frente uns dos outros. O truque é fazer o mesmo e empurrar. O centro é calmo, relativamente seguro, mas houve bairros em que caminhámos de forma mais desconfortável, tendo dado meia volta sorrateiramente e regressado para zonas mais abertas e limpas. Adorámos a comida de rua, conversámos com o dono do nosso alojamento, fugimos da chuva, procurámos tours que nos levassem às minas de esmeraldas e imaginámos a cerimónia que criou o mito do El Dorado. Deve-se andar a pé, caminhar com ou sem destino, olhar e sentir a vibração da cidade. Os bairros como La Macarena e La Candelaria são cheios de charme e pitorescos, onde graffitis e edifícios coloniais dão cor às ruas. Devem comprar arepas na rua, naquele vendedor que as cozinha na hora à nossa frente, experimentar os tamales ou o chocolate quente com queijo no Puerta Falsa. A capa ou guarda-chuva devem estar sempre na mochila, quem sabe quando começa um novo dilúvio? Chegámos a Bogotá de avião, como temos feito na Colômbia, e fomos até ao alojamento de táxi. Os preços são acessíveis, as nossas mochilas seguem no porão, envolvidas nas capas de transporte, e até agora não temos tido problemas. Pagámos 28.000COP (8€) de táxi. O taxista cobrou-nos todos os suplementos possíveis: domingo, fora de horas e recolha a partir do aeroporto. Pagámos quase tanto de suplementos como de viagem. Tentámos reclamar com o motorista, porque achámos estranho que os suplementos se somem todos, mas não nos valeu de nada. À saída para o Panamá tentámos pedimos um Uber e foi graças ao motorista que não perdemos o voo, porque o trânsito estava caótico. Fomos os últimos passageiros admitidos na fila do check-in. Onde comer: Café Casa Galeria, um hostel com café/restaurante. A chicha foi proibida durante anos. Após 1958 culparam-na pela violência dos consumidores, mas nunca se perdeu o hábito de a consumir. Entrámos neste espaço no free tour, onde recebemos um totuma, a casca do fruto totumo, que serve de copo onde nos foi servida a chicha, composta por água, milho e panela (cana de açúcar). Vendem também chá de folhas de coca e chucula, que leva milho, cacau, canela, etc. O copo custa 4.500COP e uma embalagem de seis custa 10.000COP. Experimentámos o copo, mas não ficámos fãs, é demasiado denso, mas houve pessoas que vibraram, tendo levado várias caixas. Quinua y Amaranto, um espaço agradável, de comida saudável, que serve menus de almoço, com entrada, prato, sobremesa e sumo. Almoçámos aqui e recomendamos. La Puerta Falsa, onde a ementa tem que passar pelo chocolate com queijo e pelos tamales. Fomos experimentar o chocolate com queijo a pensar que ia ser muito mau, mas, ao contrário dos nossos queijos, os deles são suaves. Por serem suaves, é quase como juntar leite ao chocolate quente feito com água. Não altera o sabor e até sabe bem com o pão que o acompanha. Não pode falhar também o ajíaco, uma sopa de batata, frango e milho, servida com arroz e abacate. Na rua não faltam vendedores de arepas. Há mais de 40 receitas e são dos snacks mais baratos. Experimentem as recheadas com queijo. No último dia comemos bem e barato num restaurante de sumos de frutas, o Patty. Comemos Mei Thai de frango e salmão, acompanhados de uns sumos enormes, brownie de chocolate e gelado de sobremesa, tudo por 31.000COP (9€) para os dois. Quando fomos a Monserrate almoçámos primeiro no Andrés Exprés. O espaço era engraçado, com uma decoração fora do vulgar, e o seu forte são as carnes. Nós comemos lomo de rés servido numa espécie de pedra e acompanhado de uma arepa. Onde dormir: Escolhemos um Airbnb, não no centro, mas numa zona habitacional. O dono era simpático, mora sozinho e aluga 3 quartos. A queixa que temos é que o quarto estava anunciado como tendo WC privado, mas na verdade era partilhado. A cozinha era bem equipada, os restantes hóspedes (um israelita e um inglês) eram simpáticos e o Santiago deu connosco uma volta ao quarteirão para nos mostrar onde podíamos ir às compras. Ficava perto das paragens de autocarro/ônibus. Fernweh Photography Hostel e Hostel Fatima foram hostels sugeridos por turistas no tour que estavam contentes com o serviço. São os dois muito centrais. Vale a pena: É uma capital vibrante, com muita história, cultura, palco de grandes acontecimentos que marcaram a história do país e da América Latina. Tal como o resto do país, reergue-se da fama negativa que a acompanhou nas últimas décadas e mostra como pode ser um bom destino de férias e, acima de tudo, barato. Vale a pena! O QUE FAZER EM BOGOTÁ (COLÔMBIA) Bogotá Graffiti Tour Para os amantes de street art, este tour é para vocês. É preciso reservar no site. Nós começámos um tour, vimos graffitis muito interessantes, mas não é uma área que dominemos. O tour é apresentado por artistas que falam das obras, do autor e um bocadinho da história da street art na cidade. A meio do tour começou a chover torrencialmente e ao fim de meia hora presos numa pequena loja sobrelotada decidimos desistir e apanhar o táxi para o alojamento. Os tours são em inglês, duram 2h30 e o ponto de encontro é no Parque de los Periodistas. Há várias técnicas e vários artistas em foco no tour, desde um australiano que coloca máscaras nas paredes (não são desenhos, são uma espécie de esculturas), pai e filhos que trabalham juntos, um professor universitário que usa stensil e muitos outros. A mensagem, na sua maioria, é política. A história mais famosa com os graffitis é terem permitido a Justin Bieber grafitar uma parede, onde ele tentou (mas não foi muito capaz) fazer uma folha de marijuana e uma homenagem ao seu hamster morto. Enquanto que aos artistas locais sempre foram confiscados os materiais e alguns passaram noites na cadeia, ao artista canadiano nada aconteceu. Este caso, em 2013, criou polémica e revolta, e fez com que houvesse abertura para a verdadeira street art nas cidades colombianas. Free Walking Tour Nós fizemos o tour com a Beyond Colombia e reservámos no site. A guia era muito simpática e conhecia Portugal. O incrível era que tinha estado no Porto o ano passado e lembrava-se bem dos incêndios e da cinza na região. Mal sabíamos nós que uma semana depois haveria incêndios bem piores (Pedrógão Grande). O tour, no fim, fornece pulseiras que dão acesso a descontos em vários locais da cidade. Deram-nos muitas dicas de restaurantes e coisas para fazer. O tour dura 3h, pode ser em inglês ou espanhol, e o ponto de encontro é no Museo del Oro. É só procurar o guarda chuva vermelho. Também fazem tours gastronómicos grátis e outros pagos, como à Catedral de Sal, é só ver no site. Tours Minas de Esmeraldas Colombian Emerald Tour – Visita a Chivor, cidade onde ficam as minas de esmeraldas. Permite experimentar ser um verdadeiro mineiro, recebendo material e informação técnica para experimentar. É um tour de dia inteiro que inclui pequeno-almoço, almoço e snack, guia bilingue, transporte e seguro. Ficámos espantados com o preço: 1.600.000COP + 19% de impostos para 2 pessoas (470€). Encontrámos outros mais baratos, se conseguíssemos chegar até Chivor, mas não tivemos tempo. Sendero verde Esmeralda – Tour semelhante ao de cima, mas com início em Chivor. Realiza-se de segunda a sábado e dura todo o dia. Não sabemos o preço, mas faz parte de um projeto de desenvolvimento e integração da população, o GAL Vallentenzano. Deduzimos que seja mais barato, que envolva mais a população local e que seja sustentável, sendo sempre mais vantajoso e correto alimentar a economia local em vez de grandes grupos turísticos. Contactos: 3143824901 (Hugo) / 3142082060 (Sonia) Museo del Oro O museu do Banco de la República não expõe só peças de ouro, mas também cerâmica, pedra, joalharia. Trabalha para preservar, catalogar e dar a conhecer a cultura do país. A sua missão é preservar a identidade dos colombianos. Nós tivemos a sorte ou azar de ir em dia de visita escolar. Se, por um lado, tínhamos as vitrines cobertas de crianças a tirar selfies, por outro, o ambiente era bastante animado. Abre de terça a domingo. De terça a sábado a entrada custa 4.000COP (1,2€) e ao domingo é grátis, podem consultar o site. O museu tem mais de 3000 peças, sendo a peça chave deste museu a “Balsa de El Dorado” encontrada numa gruta, dentro de um vaso, em 1969, que se pensa que representa a lenda do “el dorado” (o homem dourado). A lenda do El Dorado, a mítica cidade de ouro, tendo existido poderá ter sido em vários locais (México, Guianas, Colômbia ou Venezuela), mas há quem pense que a história comece na lagoa Guatavita, onde decorriam as cerimónias de coroação dos reis de Bacatá. O jovem era coberto de ouro e entrava na lagoa na sua jangada de juncos, enfeitada, e oferecia ouro e esmeraldas à deusa do lago, atirando-os à água. Sendo uma lenda, tem várias versões, e não se sabe qual a verdadeira. Já se tentou drenar o lago várias vezes. Em 1578, Antonio Sepulveda encontrou algum ouro e, em 1898, foi criada uma empresa para explorar o lago. O lago, depois de drenado, tornou impossível a exploração, pela quantidade de lama. Em 1965 o governo protegeu a lagoa para evitar novas tentativas. Há quem diga que a lenda começa na lagoa Siecha, perto da pirâmide del sol, onde foi encontrada uma peça em ouro que representa uma jangada redonda. O certo é que a história fez brilhar os olhos gananciosos de alguns conquistadores e se foi propagando pelos anos. Diversas expedições procuraram minas na esperança de encontrar a fonte de todo o ouro. É possível visitar Guatavita e sonhar com a cerimónia de coroação, imaginando o ouro no fundo da lagoa. Plazoleta del Rosário Fica próximo do museu do ouro e da Universidade El Rosario. A universidade foi criada em 1653 e é privada. Encontram-se muitos homens na praça reunidos que vendem esmeraldas sem certificados. A praça em si não tem grande graça, sendo a atração principal a venda de esmeraldas. Torre Colpatria O arranha-céus mais alto do país, com 50 andares. No telhado existe um miradouro (mirante). A entrada custa 7.000COP (2€), de sexta a sábado. La Macarena Bairro a visitar, seja para jantar ou beber um copo. Bastante colorido, boémio, fazendo lembrar outros locais de vários países que já visitámos. Se querem conhecer um local da moda não podem perder. É aqui que fica o Parque La Independencia, um dos mais antigos da cidade, criado para comemorar o centenário da independência. O planetário da cidade fica dentro do parque. O museu do planetário custa 10.200COP (3€) e o bilhete mais barato custa 5.100COP. Fecha à segunda e podem consultar o site para mais informações. A Plaza de Toros La Santamaria também fica no bairro. Tem cerca de 14000 lugares e abriu em 1931. Não é usada apenas como praça de touros, sendo também recinto de concertos. Também recinto de concertos, bailados e teatros é o Teatro Jorge Eliécer Gaitán, com a agenda divulgada todos os meses. O Museo Nacional também fica em La Macarena. É o museu que tem mais peso cultural e histórico do país. É um ótimo local para aprender sobre as comunidades pré-hispânicas, a história da independência e as caras que a fizeram. A entrada custa 4.000COP, fecha à segunda feira, e também podem consultar o site. Para terminar de falar sobre o bairro, acabamos com o Mercado de Las Pulgas de San Alejo. Aos fins de semana é possível comprar de tudo. Recomenda-se ir de estômago vazio para comer comida de rua. Fica na Carrera Séptima, rua essa que fecha ao domingo a circulação automóvel e funciona como ciclovia das 7h às 14h. Plaza de Mercado de Paloquemao O típico mercado de cidade e destino ideal para turistas que querem conhecer a alma da cidade e comprar ingredientes frescos a bons preços para cozinhar. La Candelaria Este bairro é património histórico, tendo muitos edifícios coloniais e republicanos. É neste bairro que fica a sede do governo nacional e a residência do presidente. O Palacio Presidencial ou Casa de Nariño, residência oficial do presidente, pode ser visitada com marcação prévia através do site e há troca da guarda às segundas, quartas, quintas e domingos, às 16:30h. Deve-se visitar o Chorro de Quevado, praça onde os espanhóis montaram o primeiro quartel. Quando estávamos no free tour havia uma atividade do governo regional, com jovens a tocar e cantar. Mas a atração principal é a Plaza Bolívar, onde a cidade foi fundada e Simón Bolívar foi recebido em 1919, após a vitória contra os espanhóis na Batalha de Boyacá. Como habitualmente, a praça começou por chamar-se Plaza Mayor (a influência de Espanha), mas depois da independência mudou-se o nome para Plaza de la Independencia, até que, em 1846, recebeu a estátua do Libertador e o nome atual. Continua a ser a praça escolhida para os eventos políticos e foi palco dos grandes acontecimentos que marcaram o país, como a independência de 1810 (a 20 de julho) e o Bogotazo, em 1948, após a morte de Gaitán. Na praça temos o Palacio de la Justicia, o Capitolio Nacional, a Catedral Primada, a Casa de Cabildo Eclesiástico, a Capilla del Sagrario, o Palacio Arzobispal, o Palacio Liévano e o Colegio Mayor de San Bartolomé. Um pouco acima da praça fica o Teatro Colón e, em frente, a famosa janela do Palacio San Carlos, por onde Bolívar fugiu pela calada da noite, dizem que despido, para não ser assassinado, após alerta da sua amante. A guia diz que este acontecimento terá marcado um decréscimo de popularidade de Simón. Durante a nossa paragem em frente ao teatro passámos a ter um estrangeiro que interagia imenso no free tour, fazendo perguntas e dando detalhes à explicação da guia, tendo explicado que conhecia alguns pormenores da história da cidade pelos livros de Garcia Marquez. Esse jovem é músico e, estando a ensaiar com a sua orquestra no teatro, aproveitou o intervalo para se infiltrar no nosso tour durante cerca de 15 minutos. A graça deste tipo de viagem é também isto, pessoas que surgem do nada e que de repente mudam toda a dinâmica do que estava a acontecer. Faltou-nos dizer que na praça vimos imensos militares, vestidos com uma espécie de armadura assustadora, que os deixa com ar de transformers. Deixou-nos impressionados a idade dos militares, alguns com ar de ainda estarem na adolescência. Não deixem de procurar a Iglesia de Nuestra Señora del Carmen, de estilo gótico, construída entre 1926 e 1938. Visitem também a Iglesia de la Candelaria, de 1686, parte do convento com o mesmo nome. E, para terminar, visitem o Museo Botero e Casa de la Moneda. Fernando Botero, o mesmo que falámos em Medellín, doou no ano 2000 123 pinturas, desenhos e esculturas da sua autoria e de 85 de artistas internacionais, ao Banco de la Republica, obras que estão expostas neste museu de forma gratuita. Neste edifício funcionou o Arzobispado, desde 1733 até 1955. É um belo local para os apreciadores da obra de Botero, da sua criatividade, ironia e visão. O museu fecha à terça-feira. Na Casa de la Moneda é oferecida a todos os visitantes uma moeda. O free tour termina no Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez. O espaço tem 9500m² e apresenta diversas atividades culturais grátis durante o ano. O centro foi criado para estreitar as relações com o México, país onde Gabriel se exilou após ser acusado de financiar as guerrilhas e ter sido considerado inimigo do país. Não foi aceite nos EUA, por ser amigo de Fidel Castro, viveu e morreu no México, onde escreveu 100 Anos de Solidão. Monserrate Monserrate fica no cimo da cidade e, tal como a Torre Colpatria, permite uma vista panorâmica sobre a cidade, os seus edifícios e a densa floresta em redor. A subida pode ser feita de duas formas, de teleférico ou de funicular, e custa 9.500COP/percurso (2,8€). Fomos para lá num autocarro qualquer, porque o que queríamos não aparecia, e uma pessoa atrás de nós, percebendo que estávamos a tentar perceber o trajeto pelo mapa do telemóvel, ajudou-nos a sair e indicou o caminho mais curto para o destino. Já vos dissemos que os colombianos são prestáveis? Chegámos a base do teleférico e funicular e decidimos almoçar primeiro. Este tempo “perdido” a almoçar deixou-nos limitados ao teleférico, porque o funicular só sobe até às 11:30h. A viagem é engraçada, deve-se tentar ir junto aos vidros ou não se vê nada toda a viagem. Em cima há uma igreja com um mercado e barraquinhas de comida. Fomos em hora de jogo da seleção, o que tornou o espaço um bocadinho deserto, até os polícias estavam refugiados na pequena esquadra em frente à TV. Vale a pena passar mais de uma hora no cimo de Monserrate. A vista é bonita, a viagem até cima é engraçada e fica barato. Parque Metropolitano Simón Bolívar Considerado o pulmão da cidade e o parque mais importante, com as suas ciclovias e caminhos pedonais. Foi o palco principal da visita do papa Paulo VI e a sua Praça de Eventos recebe vários festivais. Catedral do Sal Única e singular, feita apenas de sal, esta catedral é uma das atrações da cidade. Fica a 180 metros de profundidade, longe da agitação da vida diária. No espaço encontra-se o parque Temático de la Sal, o Museo de la Salmuera, o Muro de Escalada, a Ruta del Minero, é possível ver a película Nucuma em 3D e fazer visitas guiadas (ver no site). O preço é de 47.500COP (14€) e inclui a caminhada “Huellas de Sal”, a visita guiada, o show de luzes e a projeção 3D. Os bilhetes podem ser comprados online. Na cidade vendem-se vários tours, mas podem optar por ir de carro alugado, táxi (caro) ou autocarro, a opção mais barata. De autocarro deve-se ir na linha B74 para Portal Norte. Aí devem procurar os autocarros intermunicipais com o destino “Zipaquira” ou “Zipa”. Se pedirem ao motorista ele pára o mais perto possível e depois é só seguir a pé. Para regressar, o autocarro a partir do Portal Norte será J72, direção Museu del Oro. Laguna Guatavita Vejam novamente a descrição do museu do ouro para entender o fascínio de muitos turistas com esta lagoa. Seguindo o mesmo percuro até ao Portal Norte da descrição acima, é só procurar um autocarro para “Guatavita”. Mais uma vez, devem pedir ao condutor para vos deixar no sítio mais próximo. Da paragem até à lagoa são 7 km de caminhada ou 60.000COP (18€) de táxi. A entrada custa 17.000COP (5€). Aproveitem para conhecer a pequena vila de Guatavita, mas a atração é, sem dúvida, a lagoa, por remeter ao El Dorado. 365 dias no mundo estiveram 4 dias em Bogotá, de 10 a 14 de Junho de 2017 Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ Preços: barato Categorias: cidade, cultura, arquitetura Essencial: Catedral de Sal, Museo del Oro, Casa de la Moneda, Guatavita, La Candelaria, La Macarena, Monserrate, Carrera 7, Plaza Bolivar, Museo Botero Estadia Recomendada: 7 dias https://365diasnomundo.com/2018/01/12/bogota-colombia/
  12. Olá pessoal!! Sempre busco por relatos aqui antes das minhas viagens, porém esse é o primeiro que compartilho, espero que ajude os próximos viajantes. No ano passado decidi que deixaria meu trabalho porque assim como a grande maioria das pessoas que conheço, estava totalmente descontente e aquilo acabou se tornando um fardo. Depois de me privar de muitas coisas, consegui juntar o suficiente para passar dois meses fora, levando em consideração que teria que economizar bastante durante a viagem e também fazer trabalho em troca de moradia por algumas semanas. Sendo assim começo meu relato, com experiencias, dicas e gastos: Fiz a compra da passagem bem em cima da hora e paguei R$1500 pela COPA. Uma semana depois as passagens estavam por menos de R$1300. O voo para San Andres fiz pela Viva Colombia, e ficou por R$350. Vale a pena ficar de olho porque são muitas promoções para o país e eu já vi por bem menos que esses valores. O mesmo vale para a Viva Colombia, fiz a pesquisa num dia e o valor estava mais baixo, porém deixei para comprar dois días depois e já tinha subido. Minhas impressões das duas cias aéreas. Sempre viajo na clase econômica, porém o aviao da COPA me pareceu ter bem menos espaço que as demais, o que tornou o voo um pouco desconfortável para mim, porém fora isso nao tive problema algum. Voar com a Viva Colombia é uma confusão, primeiro para comprar a passagem, eles te cobram por tudo. Apenas uma mala de mao pode ser levada “de graça” e essa tem que ter o tamanho definido por eles, caso contrário você paga um extra. Se você escolher a opção de fazer o check in diretamente no aeroporto paga extra. Para escolher o assento, paga extra. E se você escolher fazer o check in online e nao levar o Boarding Pass impresso, tamém vai acabar pagando uma taxa na hora, então fiquem atentos a tudo isso no momento da compra. Meu voo saiu de Guarulhos no dia 31/03 as 01:10 e teve conexão no Panama. Vale lembrar que caso seu voo faça conexao fora da Colombia, você precisa sim de um passaporte. Tambem pediram por minha carteira de vacinação internacional, porém conheci pessoas que nao tiveram que mostrar em momento nenhum. Acredito que o melhor seja evitar problemas e levar a sua. Cheguei em Cartagena pela manhã e fiz o câmbio mínimo (R$50) no aeroporto somente para pagar o Taxi. O câmbio era COP 686,50. Encontrei uma casa no AirBnB bem baratinha que ficava próxima ao aeroporto. Como não sabia como chegar e era perto, gastei somente COP 3000 num Bicitaxi que encontrei fora do aeroporto. Essa é uma dica muito válida, se você optar por tomar o taxi diretamente no aeroporto os valores são mais altos, mas se você atravesar a rua e chegar na avenida, pode encontrar taxis para o centro (onde ficam a grande maioria de hoteis e Hostels) por COP 10.000 ao invés de COP 15.000. Depois de descansar um pouco e me refrescar, finalmente criei coragem de ir ate o centro, digo criar coragem porque o calor é realmente massacrante. A humidade faz com que a sensação térmica seja muito maior e você nunca para de suar… Fiz esse caminho de taxi e me custou COP 8.000. Há muitas opções de casas de câmbio na cidade velha e não se deixem enganar!! Todos dizem ter o melhor valor, porém a verdade é que encontrei câmbios desde 730 até 805. A melhor que encontrei fica bem próxima a entrada da Torre Del Reloj, é só atravessar a quadra e entrar na primeira direita. Não perguntei muito a respeito, mas se não me engano, o câmbio de dólares estava COP 2.750. Por conta do cansaço e a fome que já tinha batido acabei desistindo de procurar uma opção de restaurante e almocei no SubWay. Eles tem o menú do dia que custa COP 7.800. Para voltar optei por pegar um ônibus. O terminal fica na mesma rua da Torre, é só sair e seguir para a esquerda. Porém para pegar este ônibus que custa COP 2.100, é preciso ter um cartão que custa COP 4.000. Como eu só descobri isso quando chegou minha vez na fila, uma alma boa disse que podía fazer a recarga no seu cartão para que eu pudesse entrar. Na rua dessa casa que fiquei, tinha um homem que fazia pizzas e vendia por fatias, comprei pra todas da casa por COP 16.000 e esse foi o jantar. Gastos Cartagena: Bicitaxi: 3.000 Taxi: 8.000 Subway: 14.800 Onibus: 2.100 Mercado: 9.456 Pizza: 16.000 Total: 56.356 No dia seguinte tinha um voo para San Andres as 7:45. Como eu disse anteriormente, a Viva Colombia é uma confusão. Eles não te perguntam da sua bagagem de mão, nao te falam sobre a taxa que precisa ser paga para entrar na ilha… então pergunte. O pagamento só pode ser feito em dinheiro. Nos relatos que havia lido antes de ir o valor era de COP 99.000, porém quando fui paguei COP 105.000 Chegando na ilha, mais uma vez sai do aeroporto para encontrar um taxi com um precinho melhor e paguei COP 8.000. No aeroporto me ofereceram por COP 10.000, mas tinha um outro brasileiro no Hostel que pagou COP 15.000. Ou seja, eles falam um valor diferente para cada pessoa, por isso vale a pela negociar o valor antes, alguns ficam bravos, mas deixa ele para trás e vai pro próximo que você com certeza consegue um preço melhor. Também tem a opção de pegar um Mototaxi, não se assuste porque é super comum na ilha. Eles andam em 3 pessoas, carregando coisas enormes e sempre sem capacete. Eles passam pelas ruas buzinando para todo mundo e o valor geralmente é de COP 2.000. Por estar próximo ao feriado da páscoa, a Ilha estava bem lotada e as opções que haviam sobrado de hospedagem não eram as melhores… O Hostel famosinho da ilha, El Viajero estava lotado. Vale lembrar que é lá que ficam a maioria dos brasileiros, então se quer fugir dos seus conterrâneos e da música brasileira, procure outro lugar hahaha Me hospedei no Blue Almond Hostel e preciso dizer que a primeira impressão nao foi das melhores, mas depois amei! O Hostel é pequeno, os donos sao bem amigaveis e fazem questão de apresentar todos os hóspedes, o que faz com que o ambiente seja otimo. No final todo mundo fica amigo e faz tudo junto. Então se esta viajando sozinho acho que é uma ótima opção. Preço por 7 noites COP 360.000 O Wifi nao era muito bom, caia o tempo todo e banho só gelado! Mas depois descobri que em todos os lugares o chuveiro é gelado… Neste dia andei pelo centro que mais parece um freeshop a céu aberto. Vale lembrar que San Andres é livre de impostos, mas não sei dizer ao certo se os preços realmente valem a pena porque não fui na intenção de comprar muita coisa. Decidi comprar também um snorkel para ficar livre dos alugueis diários e paguei COP 10.000, enquanto os alugueis geralmente saem por COP 15.000 . Porém posso afirmar que me arrependi horrores e numa próxima vou deixar de ser tão mão de vaca e comprar uma melhorzinha hahaha Pagando um pouco mais você encontra mascaras melhores e ainda assim vale mais a pena do que o aluguel porque lá da para usar todos os días em quase todos os lugares. Procurei por um restaurante em conta para almoçar e encontrei uma boa opção perto do centro que servia pratos executivos. Pelo que vi todos os restaurantes com esse tipo de almoco serve mais ou menos a mesma coisa, uma sopinha do dia de entrada, a refeição que tem carne, peixe ou frango, arroz, salada, batatas fritas ou patacón que é uma banana frita, e um suco que em lugar nenhum consegui definir do que era. Inclusive tem um bem perto do El viajeiro. Os valores vão de COP 11.000 até 16.000 ou mais para pratos mais elaborados. Provei frango e peixe de várias formas e tudo estava delicioso, então acho que vale super a pena. Mas se você busca algo mais refinado, há muitas opções pela Ilha, porém não posso recomendar já que nao fui em nenhum… Alias, muitos dos dias vocês vão notar que não cito nenhum restaurante, mas não é porque não me alimento ou algo do tipo, e sim porque afim de economizar compramos diversas coisas no mercado como pão e frios para fazer sanduiches, frutas e macarrão. E para terem noção de alguns gastos, uma garafa de agua no supermercado varia entre COP 850 – 1000. Uma de 1 L COP 1.100 – 3000. Tem um bom supermercado chamado Supertodo próximo ao El viajeiro, foi lá que encontei os melhores preços. Passei o resto do dia na Praia central, Spratt Bight. Ali é possível alugar umas cabaninhas e cadeiras, mas também é super tranquilo ficar na sombra dos coqueiros. No dia seguinte fui ate o aeroporto receber uma amiga australiana que iria viajar comigo por duas semanas. Depois fomos mais uma vez ao mesmo restaurante com pratos executivos e passamos o resto do dia na Praia central. No terceiro dia decidimos dar a volta na ilha e optamos pelo carrinho de golfe. Só por curiosidade para dar a volta sao aproximadamente 40Km. Tem muitos lugares para alugar os carrinhos e scooters. Encontramos um por COP 90.000, mas nos demais lugares os preços são a partir de COP 120.000. Os carros que eles chamam de mula tem os preços a partir de COP 160.000 e as Scooters COP 55.000. Os melhores preços que encontrei são nos estacionamentos próximos ao Sunrise Beach Hotel. Mas como disse anteriormente, sempre tente negociar, eles acabam chegando num preço mais agradável. Gente, os carrinhos de golfe andam no máximo a 20Km/h, então se você não tem paciência, alugue uma mula! Mas como eles mesmo dizem, para que pressa quando se está no Caribe. Nossa primeira parada foi na Praia San Luis, mas ficamos por somente uns 10min. Seguimos e paramos na “La Piscinita”, que cobra COP 4.000 pela entrada e você já ganha uns pedaços de pão para alimentar os peixes. Foi lá que descobri que o Snorkel não prestava hahahaha Caso precise, eles alugam por COP 15.000 pelo tempo que você ficar por lá. A cor da agua é maravilhosa!! A visibilidade é incrível e tem muitos peixes por lá brigando por um pedaço do seu pão. Da para passar um bom tempinho por lá só relaxando e nadando com eles. Seguimos e paramos para ver o Hoyo Soplador, que nada mais é do que um buraco no chão. Toda vez que uma onda bate nas pedras faz o ar soprar com força por esse buraco. Já li relatos de pessoas que tiveram a experiência de se molharem pois a onda era forte, mas nao presenciei. Nao considero que seja uma parada obrigatória nesse passeio, mas se tiver curiosidade da uma parada e quem sabe tem mais sorte que eu. Depois chegamos no West View, que é como se fosse um clube. A entrada também é COP 4.000. Eles tem um toboágua, que é de procedencia muito duvidosa, mas fui e sobrevivi. Um trampolim para os corajosos (diferentes de mim) e também da pra fazer snorkel por lá. Mais uma vez fiquei completamente encantada pela água, em alguns pontos a profundidade chega a uns 7mts e vocêpode ver claramente o fundo. Os coqueteis custam COP 10.000, e foi lá que provei pela primeira vez o famoso Coco Loco. Eu pessoalmente nao curti porque não tem gosto de nada além de álcool, preferi a pina colada. Seguimos viagem e chegando de volta ao centro percebemos que não vimos nenhuma placa para a famosa Rocky Cay e então ficamos sem passar por lá nesse dia. Na noite nos juntamos com o pessoal do Hostel e fomos para o El Viajeiro. Eles tem um bar no último andar e todos podem entrar, mas como era segunda estava bem vazio. As bebidas tem um preço bom, COP 5.000 pela Corona, COP 4.000 outras cervejas como Aguila e Club Colombia e COP 10.000 alguns coqueteis. Infelizmente nesta noite minha amiga acabou exagerando na bebiba o que comprometeu nosso dia seguinte… Sai em busca de uma casa de câmbio, porém não tem nada além de um Western Union e eles só trocam Dólar e Euro. Acabei descobrindo meio que sem querer que algumas pessoas fazem a troca, mas nada oficial. Então caso você precise e assim como eu ficar com preguiça de voltar no aeroporto, pergunte para uma das vááárias pessoas que ficam pelas ruas oferecendo passeios e com certeza uma delas conhece alguém para indicar. Mas já aviso que o câmbio não é dos melhores, consegui por COP 710 porque chorei um pouco. Com o dia comprometido pela ressaca da amiga, somente saimos para jantar e comemos hamburguer com fritas por COP 15.000, também em frente ao Sunrise Beach Hotel. No dia seguinte haviamos decidido fazer o passeio de barco até Jhonny Cay, porém por conta do mal tempo a ilha estava fechada. Então ai vai uma dica importantíssima!! Não deixe para fazer esse passeio no seu último dia pois podem ter esse mesmo problema e acabar voltando sem visitar a ilha, o que seria uma pena. Todos os días as 08:30 os hoteis recebem uma notificação dizendo se a ilha esta aberta ou não, então pergunte na recepção antes de ir até o porto. Decidimos então dar mais uma vez a volta na ilha, mas dessa vez com uma scooter. Eu nunca tinha dirigido uma antes e também nao tenho habilitação para motos, mas mesmo assim me alugaram uma hahahaha São todas automáticas, a pessoa te explica direitinho e no meu caso me deixou dar uma volta no quarteirão para ver como era antes de pagar. No começo fiquei com bastante receio, mas depois que você pega o jeito é bem fácil, mas lembrando que ninguém usa capacete por lá e o trânsito no centro é um tanto quanto caótico. Dessa vez fomos bem atentas e decididas a visitar Rocky Cay. Na verdade é a Praia mais próxima do centro, ou seja, seria a primeira parada da volta. Realmente não tem sinalizacao nenhuma e para entrar na Praia você estaciona na rua ou num estacionamento que cobra COP 5.000 e entra por um Beach Club. É possível almoçar por lá e alugar barracas, mas se assim como nós não estiver disposto a pagar por esas regalias, saiba que é muito fácil achar uma sombrinha para ficar. De lá você pode ir andando a ilhota que fica a frente da Praia e tem também um navio naufragado. No dia que fomos estava nublado e ventando bastante, mesmo assim quisemos nadar até próximo ao navio, mas para ser sincera nao recomendo se no dia o mar estiver bem agitado. Mesmo não estando tão distante da ilhota o mar nessa parte é fundo e não vi nenhum salva vidas nessa Praia. Eu já tinha visto fotos de pessoas nesse navio, inclusive pulando de cima dele e para ser sincera não tenho a mínima idéia de como conseguiram subir nele. Ah e vale lembrar que o sapatinho horrível que acaba com qualquer look é sim bem útil pela ilha porque todo lugar parece ser cheio de pedras. Pudemos usar de graça os que tinham no Hostel, mas é possível comprar por menos de COP 15.000. Quisemos ir ao West view mais uma vez e passamos um tempão fazendo snorkel por lá. Gente a delícia é fazer essa volta sem pressa e parar nos lugares para adimirar a paisagem e também tirar muitas fotos, o lugar é super fotogênico hahahaha Para devolver as scooters o tanque precisa estar cheio, porém fiquei chocada com o pouco de gasolina que gastamos. Para completar pagamos COP 3.000 Depois de entregar as Scooters fomos jantar num restaurante também próximo ao Hotel Sunrise. Eles tem ceviches, sucos naturais, sanduiches e pizzas. Gastei COP 19.000 numa pizza e num suco natural. Mais uma vez tentamos fazer o passeio de barco e felizmente a ilha estava aberta neste dia. Os primeiros barcos saem por volta das 9hrs do porto. O camino até Jhonny Cay é impresionante, porque nele é possível ver as mudancas de cor na agua e finalmente entender porque é conhecido por “El mar de 7 colores”. Pelo que nos explicaram no barco, as mudanças nas cores são por conta da profundidade e também recifes. Mais uma curiosidade, em San Andres está o terceiro maior recife de coral do mundo. Pagamos COP 35.000, já com a taxa de COP 5.000 para entrar em Jhonny Cay pelo passeio VIP. Então se quem te vender o passeio não falar sobre essa taxa, pergunte, pois caso contrário você será surpreendido quando chegar na ilha e terá que pagar por lá, melhor evitar o susto. Neste passeio está incluso Jhonny Cay, El acuario, Mantarrayas e os Manglares. Eles vendem como se fosse super diferente e exclusivo, mas na verdade você vai aos mesmos lugares de quem paga COP 25.000 pelo Jhonny Cay + El Acuario, somente passa pelos mangues no final, mas realmente não tem muito o que ver lá. Acho que a maior diferenca é mesmo o horário, você fica mais tempo em cada lugar. Chegando na ilha levamos um susto, as ondas estavam grandes e todos estavam tendo dificuldades para descer dos barcos. Segundo o nosso guía, a ilha deveria ter sido fechada também naquele dia e acabou acontecendo 30min depois que chegamos. Eles avisam que vão parar o barco na beira e que todo mundo precisa descer o mais rápido possível. E realmente é assim, você se joga do barco e eles jogam as suas coisas para fora. A ilha estava completamente lotada, mas nem isso tira sua beleza. Acho que não consegui tirar nenhuma foto que faz juz ao lugar… Tem restaurantes por lá e o almoço sai por COP 25.000 em todos eles e os drinks COP 12.000. Tem lockers por COP 5.000 para deixar suas coisas e dar uma volta na ilha, que leva uns 15min. E também as barraquinhas com cadeiras para alugar, mas se você andar para a esquerda assim que sair do barco consegue encontrar uma boa sombra nas árvores e quase ninguem te incomoda. Se você andar para dentro da ilha tem uma área verde cheia de iguanas. Ai sim chegou a parte complicada do passeio, voltar para dentro do barco, sem brincadeira, é uma batalha! As ondas estavam grandes e jogavam o barco contra a areia. Um homem caiu, eu também quase cai e uma onda molhou todas as minhas coisas, então é bom saber se você tem algo que não pode molhar, coloque em bolsas estanque ou sacolas plásticas, porque durante o trajeto também entra muita agua no barco. De lá fomos até o El Acuario, que é lindooo!! Dois mocinhos ficam com arraias e você pode chegar perto para “segurá-las”, tirar foto, ficar com medo e tudo mais hahahah Eu pessoalmente amei, achei uma graça e faria de novo. Fazendo snorkel também vimos um tubarão de coral e muitos peixes. Na verdade por chamar ser chamado de acuario, eu esperava que fosse ver muito mais peixes, mas mesmo assim valeu super a pena. Por último passamos muito rápiro pelos mangues e retornamos as 17:30/18hrs. Mais uma vez jantamos um executivo que custou COP 11.000. No último dia, acreditem se quiserem já estavamos cansadas então optamos por relaxar na Praia central o dia todo. Almoçamos no Subway e o sanduiche do dia era de carangueijo, achei bem estranho mas decidi encarar e adorei, COP 7.800. Para quem se interesar por outras atividades: Antes de ir quería fazer Parasail, mas acabei desistindo por conta do preço, COP 160.000. Para alugar um Jetski por 30 min, COP 120.000. Mergulho com cilindro também é consideravelmente barato na ilha COP 140.000, e esse valor se não me engano era para duas pessoas. Tem também um tour em caiaques transparentes que parece muito interessante, porém acabei não perguntando o valor. Vi uma plaquinha quando estava fazendo a volta na ilha. Gastos San Andres: Hostel: 360.000 Taxa de entrada: 105.000 Taxi/ Mototaxi: 15.000 Mascara: 10.000 Restaurantes: 81.000 Mercado: 54.311 Aluguel carro de golf: 30.000 Aluguel Scooter + gasolina: 29.000 Las piscinita/ West View: 12.000 Aluguel Mascara: 30.000 Bebidas: 90.000 Souvenir: 21.000 Total: 822.311
  13. Entre agosto e setembro de 2015 viajei pela Colombia por 18 dias inteiros, passando por Bogotá, Cartagena e San Andrés. O destino havia sido escolhido em razão, inicialmente, do meu amor por praias e do desejo de conhecer o Caribe.. cheguei então a San Andrés, o destino “mais barato” do Caribe. Adicionei a capital, porta de entrada, e Cartagena, a joia do Caribe. Resultado? Voltei COMPLETAMENTE APAIXONADA pelo país. Por tudo: lugares, pessoas, comida, música, clima.. Sério. É muito perigoso ir a Colômbia: você corre um sério risco de não querer sair daquele país. Depois de riscar outros destinos do meu caderninho com algumas boas viagens em 2016 e 2017, decidi que em 2018 voltaria à Colombia. Qual não foi minha surpresa quando na madrugada do dia dos namorados desse ano recebo uma notificação do Melhores Destinos com uma promoção de passagem ida e volta para Bogotá, saindo do RJ e com taxas por R$ 480,00. Sim, R$ 480,00 com taxas! Eu também achei que tinha lido errado, afinal estava um pouquinho “alegre” depois de um jantar “comemorativo” da data entre amigas solteiras. Mas não.. estava certo!!! E tinha passagens para a semana do feriado de 07 de setembro. Então unimos esse valor surreal, minha leve embriaguez e meu amor pela Colombia e, depois de algumas tentativas (congestionou o site), comprei minha passagem. Como eu ia pagar essa viagem? Só Deus pra dizer.. hahaha Uma amiga também conseguiu comprar e deixei por conta dela escolher os destinos que ela queria conhecer no país. Com base nisso, montaria o roteiro, adaptando o roteiro de 18 dias da viagem anterior para uma semana. Eu iria matar a saudade e ela iria conhecer o básico. Também aproveitamos e ganhamos, de bônus, algumas horas na Cidade do Panamá, com um Stopover de 15 horas, já que o voo era pela Copa. Nosso roteiro ficou assim: Dia 02/09 – Ida de SSA para o Rio – Ida Rio para Bogotá – Chegada em Bogotá as 20h Dia 03/09 – Bogotá Dia 04/09 – Ida a Cartagena pela manhã Dia 05/09 – Cartagena Dia 06/09 – Ida a San Andrés pela manhã Dia 07/09 – San Andrés Dia 08/09 – San Andrés Dia 09/09 – Ida San Andrés para Bogotá fim da tarde – Ida Bogotá para Cidade do Panamá – Chegada no Panamá as 00h Dia 10/09 – Cidade do Panamá – Retorno Brasil Dia 11/09 – Retorno Rio – SSA. Vale dizer que neste relato eu vou fazer um comparativo entre minha viagem completinha de 2015 e essa mais curtinha, atualizando o que mudou e dando dicas de viagem das duas maneiras. Se eu recomendo um roteiro como o meu para uma semana? Não! Foque em duas cidades apenas (Bogotá e Cartagena ou Bogotá e San Andrés, por exemplo). Fazer três cidades em uma semana é cansativo e caro. Eu já sabia que seria, mas minha amiga queria muito ir e eu queria matar a saudade de tuuudo, ai fiz essa loucura. hahaha Só um pequeno SPOILLER: sabe como voltei de lá dessa vez? Ainda mais apaixonada por esse país.
  14. Em Maio de 2017, passei 7 dias no Equador e 14 dias na Colômbia, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também! Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia por lá(até porque tenho péssima memória). Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais lá no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/ Colômbia O roteiro ficou meio bagunçado rs, comecei em Bogotá, apena 1 dia(poderia ter ficado mais 1, não mais que isso) e depois avião para Medellín, eu li que as estradas são bem ruins nesse trajeto, e levaria 13 horas, achei uma passagem pela Viva-Colômbia saiu por COP $150.000 pesos, compensou pois de ônibus ficaria quase esse preço. Então passei 3 dias em Medellín(o ideal seria 5!), minhas passagens para San Andrés tinham o trajeto Medellín > San Andrés / San Andrés > Cartagena(deveria ter ido direto pra Santa Marta), com isso passei 4 dias na ilha(achei tempo ideal), chegando em Cartagena já fui pra Santa Marta de van(fiquei 1 dia por lá) e depois Parque Tayrona(1 dia, seria melhor 2), então voltei pra Cartagena onde fiquei os últimos 2 dias(queira ter ficado 3), já que meu voo de volta sairia de lá. Dicas Gerais: Sobre gastos, eu levei dólares, achei que foi melhor pois consegui uma cotação boa no início do ano(R$3,21) e porque eu estava no Equador antes de ir pra Colômbia(a moeda de lá é dólar), mas pelo que vi os Reais tem boa cotação, nem pense em trocar nas casas de cambio dos aeroportos, ali tem as piores taxas. Gastei +ou- os $500,00 dólares que levei, com hospedagem/passeios/comida/transporte, fora as passagens para os trajetos internos que havia comprado antes de ir, os 3 trechos ficaram em R$400,00, achei que foi OK para 14 dias, poderia ter gasto menos, principalmente em Santa Marta/Tyrona, mas tudo bem, fiquei satisfeito com tudo. Ainda sobre dinheiro, a moeda na Colômbia é o Peso, e atualmente eles estão num processo de trocar as notas, então vc vai encontrar algumas antigas com as novas ao mesmo tempo, as antigas tem escrito "5.000" já a nova vai estar escrito "5 MIL", mas o maior problema são as cores não são iguais, então a nota de 2.000 velha não tem a mesma cor que a de 2.000 nova, pior!, ele vai ter a mesma cor da nota de 20.000 nova! isso gera muita confusão, então, sempre que receber troco, confira os valores, algum espertinho pode ter de dado troco errado "por engano". Sempre que chegar num aeroporto, você vai precisar passar por uma parede de pessoas tentando te oferecer táxi ou carro executivo, em todas as cidades que visitei me deparei com a mesma coisa, tente ignorá-los e encontrar a fila de táxis oficiais que tem do lado de fora, são mais seguros e às vezes até mais baratos, eles têm taxímetro(o preço você ver comparando o número que aparece no taxímetro com uma tabela que deve estar visível dentro do táxi). Em Cartagena principalmente, esse assedio com os turista é bem pesado, a dica que nos deram lá é "Nada é de graça!", pois muitos vendedores dão uma "amostra grátis" mas se você não comprar nada, precisa pagar rs, então não tenha medo de falar "no grácias", pois eles costumam ser chatos. Sobre a organização dos nomes das ruas na Colômbia, de inicio parece complicado, mas na real é bem fácil, as ruas estão organizadas em forma de "grade", existem dois "tipos" de nomes,as Calle, que são as travessas de leste a oeste(ou as ruas na horizontal se vc estiver vendo um mapa), e as Carrera são as de norte a sul(ou as ruas na vertical), e todas elas tem nome com números crescentes, tipo: Calle 1, Calle 2, Calle 3, se vc está na esquina da Calle 4 com a Carrera 6, é facil achar a Carrera 8, basta andar dois blocos em direção ao norte. Ainda sobre a localização, os endereços por lá costumam ser algo como "Cra. 50 #42-30", traduzindo, o lugar ficar na Carrera 50, depois da travessa com a Calle 42(no quarteirão depois que essas ruas se cruzam), no numero 30. Um outro exemplo, o endereço "Cl. 36 #53-43,", traduzindo, fica na Calle 36, na quadra depois da travessa com a Carrera 53, no numero 43. Parece confuso de inicio, mas quando vc acostuma percebe que fica mais fácil se localizar do que se as ruas tivesse nomes comuns. Bogotá Fiz o Free Bogotá Walking Tours, este é o do site Gran Colombia Tours. recomendo bastante, diferente do outro mais famoso(do site Beyond Colombia), que costuma ter muito mais pessoas, nesse éramos apenas 8, o que fez o passeio ficar bem melhor. Além de toda a parte histórica de Bogotá, tivemos também um "Tasty Tour", parávamos para experimentar as frutas e sucos típicos colombianos, paramos também numa loja que vendia tudo feito a base da folha de coca(site deles, gostei de lá), e no final numa cafeteria "gourmet" para ver o processo de preparo do café, recomendo bastante esse passeio. Depois do tour, fui no Museo del Oro(entrada por COP $4.000), vale a pena ir nele, assim que entrar, pergunte sobre o tour guiado(tem em inglês e espanhol), é algo que acrescenta em muito na experiência, tem muita coisa da história pré-colombiana pra aprender, vale a visita. Outro lugar bacana é o Cerro de Monserrate fui a pé para lá, e subi de funicular, a vista de lá é a melhor, além de ser um espaço bem tranquilo para passar um tempo. Medellín O aeroporto fica bem longe da cidade, umas 2 à 3 horas de viagem, táxi ficou fora de cogitação pra mim, por sorte tem um micro-ônibus que te deixa no centro da cidade, caso já esteja em Medellín e precise ir para o aeroporto, volte nessa mesma rua, o ponto de referencia é atrás do Hotel Nutibara, onde tem vários micro-ônibus parados lá. Sem dúvida foi minha cidade favorita nessa viagem, no primeiro dia fiz o free walking tour do Real City Tours, recomendo muito esse, a parte histórica aqui foi muito boa, a guia que nos acompanhava falou de tudo, tanto as partes boas como as ruins da história de Medellín, além da distinta relação do povo de Medellín com o resto da Colômbia, e como sempre as melhores dicas de onde comer e o que visitar. Finalizado o tour, eu fui para o Cerro Nutibara, uma colina dentro da cidade, que tem um parque bem bonito em volta, além de uma réplica de algumas casas do tempo colonial no topo, tem também um museu, e uma ótima vista da cidade, é um lugar muito bom pra finalizar o dia, para chegar lá, pode ser de táxi, ou descer na estação Industriales do metrô e caminhar uns 20 minutos. Guatape, um passeio de bate-volta de um dia inteiro, obrigatório pra quem visita Medellín, uma cidade toda colorida, e onde fica a famosa La Piedra, também chamada de El Peñol, onde você tem uma visão de toda a área em volta, que tem uma represa artificial, a entrega para subir são COP $18.000. Para chegar lá, vá até a estação de metro de Caribe, saia dela, e caminhe até a estação de ônibus que é do lado, e procure pelo guichê da companhia que faz o trajeto, tem apenas duas, a passagem custa COP $20.000, e você pode escolher ir pra cidade primeiro ou já subir a pedra, o ideal é subir e depois almoçar e caminhar pela cidade, no meu caso, quando cheguei o tempo estava fechado(a vista não seria muito boa) então resolvi visitar a cidade primeiro, o que acabou ficando mais caro pegar os tuk-tuk de ida/volta, mas fazer o que né. Eu até pesquisei sobre o tal do passeio para conhecer as casas do Pablo Escobar, mas sinceramente, não me interessou, ele não é uma figura que mereça esse tipo de homenagem ou atenção(o cara matou muita gente inocente poxa), então eu deixei pra lá, prefira assistir o seriado Narcos da netflix que compensa mais que visitar túmulo de traficante. San Andrés Eu havia lido antes de ir, e pude constatar lá, a ilha começou a receber muito mais turista que do que estava preparada, muitos dos serviços são bem mal organizados, e falta de informação(mesmo no hostel) era bem frequente. Um outro ponto que vale avisar, é que a ilha toda é uma espécie de Duty Free, no centro tem muitas lojas(muitas mesmo) de produtos por preços mais baratos, então separe uma grana caso queira comprar algo. A ilha tem 3 linhas circulares de ônibus, dá pra chegar em qualquer lugar usando elas, passagem custa COP $2.000, se estiver pelo centro, vá pra esquina da Calle 6 com a Avenida 20 de Julio, pois todas as 3 passam lá, além de ter um fiscal que fica monitorando os horários dos ônibus, ele é gente boa, pode te ajudar com qual pegar para o destino você queira ir. Lugares que visitei por lá e recomendo: West View, você paga pra entrar numa área mais "reservada", com mesinhas e cadeiras, onde pode deixar suas coisa, e pode nadar numa pequena encosta para o mar(não é praia, não tem areia), com vários peixes, tem até prancha pra saltar na água e um toboágua, eles também alugam colete e snorkel. Aqui também fica o passeio de Aquanautas, onde tu coloca um capacete pra respirar em baixo d'água e vai andando, não fiz pois achei sem graça rs, apesar dele ser bem famoso o passeio. La Piscinita, o mesmo que o acima, mas sem a prancha e o toboágua, e mesmo valor pra entrar, achei OK. Rocky Cay, uma praia bonita, aberta, tem boa estrutura de restaurante, e possui uma ilhazinha a algumas minutos de distância atravessando pela água, vale passar algumas horas ali, a água é bem clara e tranquila pra nadar. Johnny Cay e Acuario: é o passeio padrão, são duas ilhas com as praias mais bonitas de San Andrés, água cristalina para fazer flutuação, areia branca e limpa, uma parte no meia das ilhas tipo um oásis com coqueiros, para deitar e até tirar um cochilo. Tem passeio pra ficar um dia inteiro em cada uma, ou o que eu fiz, que foi metade do dia no Acuario e a outra metade Johnny Cay, onde tem almoço. recomendo visitar os dois. Mergulho, ficou em COP $160.000, só não gostei pois era um instrutor para 3 pessoas, e passamos mais tempo tirando fotos(o próprio instrutor tirava) do que explorando o lugar, ainda cobra COP $50.000 pelas fotos, bem mal tiradas por sinal, mas no geral é um passeio legal, vale a pena fazer se você tem o curso, já que a visibilidade lá é boa. No último dia, eu queria ter feito o parapente, porém o tempo não estava bom, então aluguei uma moto(apenas COP 70.000) e fiquei andando pela ilha, dei uma volta completa parando nos pontos mais bonitos, compensa bem mais do que o alugar o buggy se você estiver em até duas pessoas. Fuja dos passeios que são pega-turista, tu vai pagar e ver umas coisas bem sem graça: El Hoyo Soplador, Morgan's Cave e Big Pond. Santa Marta e Parque Tayrona Eu fiz apenas um bate-volta para o parque Tayrona, mas acho que o custo acabou sendo grande pra passar pouco tempo, compensa ficar pelo menos duas noites, para explorar mais e aproveitar as praias. Partindo do aeroporto de Cartagena, peguei um táxi até uma companhia de micro-ônibus chamada Marsol, custa COP 44.000 a passagem até Santa Marta, e eles te deixam na porta da sua hospedagem. No outro dia de manhã(erro meu, deveria ter ido no mesmo dia que cheguei), com apenas uma mochila menor de ataque(com uma troca de roupa) fui até a parte de trás do Mercado Central de Santa Marta, é fácil achar o ponto certo, tem várias pessoas gritando "tayrona", a van custa COP 7.000, vai até o portão El Zaino, que é o principal do parque. Dica importante: Nesse portão tem uma galera vendendo reservas para ficar no camping Don Pedro, eu acabei comprando ele, por não conhecer bem o parque, o problema é que este camping fica a uns 40 minutos de caminhada da praia, melhor ficar no Cabo San Juan, que fica do lado de uma praia, e tem uma estrutura bem melhor para banho, tem restaurante, armários para guardar suas coisa. Do portão El Zaino, você pode pegar uma van ou caminhar 2 horas por uma subida em estrada de asfalto, até chegar na entrada de verdade do parque, nesse ponto, do lado esquerdo, tem umas cabanas e um museu, e também um caminho para um mirante(deve levar uns 30min pra fazer) ou pode ir direto para entrar no parque. Ainda nesse ponto, você pode dar uma caminhada de umas 2:50 numa trilha bem tranquila e sinalizada, ou ir de cavalo(leva uns 40min custa COP 40.000). Depois dessa caminhada, o primeiro ponto que vc chega é no setor de Arrecifes, aqui é onde revistam suas coisa pra ver se você está levando drogas, bebida ou muitas sacolas(isso mesmo, sacolas plásticas). Só depois desse ponto você vai encontrar as praias indicadas para banho(antes disso, nenhuma é permitida, pois o mar é bem agitado e já houveram casos de morte), mais uns 20 minutos de caminhada para chegar na praia La Piscinita, onde já dá pra dar uma refrescada na água, apesar do mar um pouco agitado. Depois de ficar um pouco por lá, mais uns 30 minutos de caminhada pra chegar no Cabo San Juan, um camping bem bonito, tem uma cabana no alto de uma pedra em frente a praia(dá pra ficar por lá também), você pode escolher ficar nas barracas ou nas redes, existem outros camping por lá, sem duvida esse é o melhor. Tem mais caminho pela frente, mas eu fiquei por lá mesmo, e no outro dia fui embora pela manhã, voltei de cavalo pois havia chovido muito à noite e a trilha estava muito difícil de caminhar, foi bem tranquilo cavalgar, os bichos são bem calmos. Para ir embora, do parque Tayrona, fiz o mesmo caminho na volta, não sei por que, mas o ônibus para voltar era bem maior e tinha ar condicionado, e cobrou o mesmo preço do que paguei na ida, que era apertado e sem ar condicionado. E peguei um transfer no hostel de Santa Marta para Cartagena(COP 50.000). Cartagena Prepare-se que Cartagena é uma cidade bem cara, principalmente se você ficar na parte mais turística que é bairro da cidade murada, porem em compensação é a parte mais bonita, tem muitos restaurante que cobram bem acima da média, até dá pra encontrar alguns em conta, que cobram menos de COP $20.000, como o Atahualpa na Cra. 7 com a Calle 37 e o Dorotea ca Cra 9, os mais baratos que achei. A maioria dos restaurantes nessa parte da cidade, são muito mais "chiques", com pratos mais rebuscados, você vai deixar no mínimo uns COP 50.000, fácil fácil, então, pesquise bem, ou aproveite se tiver um bom orçamento. Fiz o Walking Tour aqui, mas não achei tão bom como nos outros, pelo que vi, o guia que fez o tour deve trabalhar para prefeitura, nem fez questão de pedir gorjeta no final, e era um cara mais velho, um senhorzinho(deve ser professor de história), não deu muitas dicas da cidade, focou mais na parte histórica. Praias: Dentro de Cartagena mesmo, não tem praia que vale a pena ir, você precisa sair da cidade se quiser conhecer alguma. Eu fiz um passeio com a empresa Backpackers Cartagena que incluía: uma van pra te pegar na hospedagem e te levar de volta no final do dia, o transporte de barco para as Islas del Rosario, com parada no caminho para fazer flutuação em volta das ilhas menores(e particulares) do arquipélago(com snorkel incluído), mais uma parada numa praia que não anotei o nome rs, e terminava na Playa Blanca, a praia mais bonita da região, onde almoçamos(incluído no pacote), tudo isso ficou em COP $60.000, achei que compensou. Outro passeio que gostei foi o Castelo de San Felipe de Barajas, dá pra ir andando ou de táxi, a entrada custou COP 25.000, e tem muita coisa pra explorar lá dentro, além de ter uma boa vista de toda a cidade.
  15. anarayssa

    Cali

    Olá! Estou morando aqui em Cali na Colômbia, fazendo intercambio acadêmico, resolvi postar aqui para contar um pouco sobre as coisas que se pode fazer na cidade, que é conhecida como a capital da Salsa. A cidade é grande, tem 3 milhões de habitantes, é muito conhecida por em seu passado ter existido o cartel de Cali...mas isso já tem uns 20 anos e já não existe mais, no seu passado era uma cidade muito perigosa e violenta, mas isso já não é mais assim atualmente, é lógico que como toda cidade grande tem uma certa violência, mas para mim, que estou vivendo aqui há 3 meses e meio, sinto que é menos perigosa que muitas cidades brasileiras que tem o mesmo porte. A noite aqui é sempre muito animada e regada a muita salsa, que é o ponto forte da cidade, as pessoas aqui dançam muito bem, sempre há festivais e concursos de salsa pela cidade. Um bom lugar para se conhecer é o Tin Tin Deo, que fica na Calle 5, uma das principais ruas da cidade, se pode chegar pelo corredor de ônibus, que nada mais é que uma cópia dos corredores de ônibus que tem em Curitiba. Há também o Parque del Perro, que é uma zona cheia de restaurantes muito legais, é um lugar cheio de gente bonita, há muitos estrangeiros que visitam essa parte da cidade.... porém os preços são salgados. Tem também a famosa "Feria de Cali" que acontece do dia 20 ao dia 31 de dezembro, é um evento que inclui feira de artesanato, apresentações de dança, etc.. A medida que for conhecendo mais coisas, eu vou postando aqui. Ficam aqui as dicas iniciais, para essa cidade da Colômbia, que infelizmente tem um passado que afugenta e que faz medo em muita gente, mas que na verdade é uma cidade que se parece com muitas cidades do brasil, principalmente pelo povo acolhedor que vive aqui.
  16. Salve, salve galera mochileira! Estou de volta aqui pra relatar mais uma viagem que fiz, eu já postei um relato aqui sobre meu primeiro mochilão em 2014 (http://www.mochileiros.com/bolivia-e-peru-setembro-outubro-2014-meu-primeiro-mochilao-historias-gastos-fotos-e-videos-t103803.html), depois fiz um entre Chile, Argentina e Uruguai em 2015, mas acabei esquecendo de fazer anotações para relatar aqui; mas no ano passado em resolvi não deixar passar em branco e fiz um diário para poder escrever aqui sobre o destino da vez: a Colômbia. Só peço desculpas por só postar agora, quase um ano depois, pois meu ano foi bem corrido e quase não tive tempo para poder escrever, mas antes tarde do que nunca! A Colômbia já era pra ter sido meu destino no ano anterior, mas as passagens estavam muito caras. Aliás, elas continuavam caras, porém, eu participei de uma promoção da Avianca que acumulava milhas, e portanto consegui as passagens praticamente de graça, só tive que pagar as taxas, que me custaram singelos R$ 333,66. O problema é que promoção é daquele jeito, minhas férias eram entre setembro e outubro, e o único período disponível para adquirir as passagens pela oferta era de 10/09 a 08/10, ou seja, praticamente um mês de viagem. Além disso, o vôo não era direto, faria uma peregrinação tanto na ida quanto na volta: embarcaria em GRU às 5h da manhã, faria uma parada de meia hora em Juazeiro do Norte, depois uma conexão de 7h em Fortaleza e aí sim Bogotá; já na volta a única diferença é que a conexão em Fortaleza era só de 3h. Passagens compradas, comecei a elaborar o roteiro, fazer as pesquisas sobre hospedagens, passeios, transportes, fazer uma estimativa de gastos, tudo isso me pouco mais de um mês. A princípio, eu visitaria as cidades de Bogotá, Medelín, Cartagena e Santa Marta, e como teria que encher um pouco de linguiça, planejei passar uma semana em Quito, no Equador, no intervalo entre Bogotá e Medelín. Como também sabia que real seria mais complicado de trocar na Colômbia, principalmente em Cartagena e Santa Marta, resolvi levar dólares para não ter dor de cabeça, levei no total US$ 1.200 baseado no cálculo de despesas que fiz. Tudo certo e nada resolvido, bora começar o relato, que além de detalhar despesas, dar dicas, tem alguns perrengues interessantes (agora, claro). DIA 01 – 09/09 Decidi começar o relato antes mesmo de chegar à Colômbia porque conforme disse, essa viagem teve alguns perrengues e o primeiro deles já começou na ida para o aeroporto. Eu havia comprado pela Internet as passagens de ônibus da Viação Cometa tanto da rodoviária de PG para Guarulhos quanto o caminho inverso e o ônibus sairia às 17h30, então terminei minha mochila com calma, fui cortar meu cabelo, tudo dentro do horário, tomei banho e resolvi até sair um pouco antes do horário que previ para pegar o ônibus. O problema é que estava chovendo, e choveu sabem como fica o trânsito né, e pra quem pega ônibus multiplica o B.O. por dois. Resultado: o busão demorou muito pra passar, o motorista foi igual uma tartaruga e perdi o Cometa por 5 minutos . E era o último que saia de PG (sexta à noite ninguém deve ir pra aeroporto pelo jeito), eu teria que ir até São Vicente pegar o que saia às 20h30. Chamei um UBER e corri pra lá. Comprei a passagem e fiquei aguardando até dar a hora, bora pra Guarulhos! Mas a peregrinação só estava começando, cheguei no aeroporto por volta das 22h30, e o vôo era só às 5h. Fui fazer o check in no balcão e depois de passar um puta tempo na fila descubro que estava no lugar errado , ali era pra quem ia pra Bogotá direto, quem ia pra Fortaleza tinha que aguardar que ia abrir lá pra umas 2h, e eu louco pra despachar logo o mochilão. A hora não passava, tomei acho que uns 2 ou 3 cafés daquelas máquinas (que por sinal só tinham de um tipo, não importava qual tu escolhia). Estava cansado e entediado, até conseguir despachar a mochila e tentar descansar um pouco nos bancos do aeroporto. Continua...
  17. willgittens

    Extremos da América do Sul

    Olá amigos e amigas! Queria divulgar uma aventura que estou partindo agora na semana que vem e me apresentar. Me chamo Will Gittens, tenho 34 anos, apaixonado por veleiros, camping selvagem, mochilões e aventuras. Já atravessei 5 países da América do Sul com menos de 800 reais, atravessei o Atlântico e o Mar do Norte em navio de carga, fiz uma volta ao mundo atravessando a América do Sul, Europa, Rússia e Ásia por terra, conseguindo ir daqui de SP até o Vietnam sem pegar avião nenhum e gastando muito pouco. Estou partindo para finalizar um plano antigo meu, conhecer todos os extremos da América do Sul e nesse 3° mochilão longo pelo nosso continente pretendo atingir essa meta. Ponto mais alto, mais ao sul, mais ao norte, mais ao leste, mais ao Oeste, Amazônia e Cataratas do Iguaçu. Juntando com outras expedições que eu fiz pelo Atacama, Uyuni, Titicaca, Pantanal e Machu Picchu ( vou novamente dessa vez por Salkantay ), terei conhecido por terra todos os cantos desse continente incrível que moramos. Convido vocês à acompanharem a expedição, farei uma cobertura no youtube e no blog mostrando como é viver e trabalhar enquanto se viaja, como sempre, gastando o mínimo possível. Grande abraço e um 2018 de grandes aventuras para todos nós.
  18. Colômbia Parte 1 – Bogotá Cheguei em Bogotá as 5 horas da manhã, morta com a longa conexão em São Paulo, muito bem aproveitada com minhas amigas de lá. O problema é que tive um choque climático e a gripe voltou com tudo. Cheguei na imigração, onde a agente perguntou quantos dias ficaria no país e eu disse que ficaria os 90 dias mesmo. E ela: “O quê? Como? Onde?” E eu disse prontamente: “Bogotá, Bucaramanga, Santa Marta, Cartagena, Medellín, Cali e onde mais der”, em seguida perguntou onde me hospedaria e dei o endereço de um hostel, que realmente pretendia me hospedar, porém, ao conseguir uma hospedagem com o couchsurfing cancelei a reserva, pois em uma viagem de 3 meses é preciso economizar cada centavo. O primeiro dia apenas dormi e fui a Candelária tomar água panela (água quente com rapadura e limão), dizem que cura a gripe e logo depois fomos comer um prato do tipo Executivo. Fiquei chocada por ter custado 6.500 cop (+/- R$ 7,00), prato de sopa de legumes, depois outro prato principal com arroz, abacate, patacones, lentilha e carne de porco. Ainda veio uma limonada. Adorei. No segundo dia, já um pouco melhor da gripe tirei o dia para conhecer os Museus Botero, Museu do ouro (vale visitar mais de uma vez) e o cerro Monserrate. Por sorte, o final do dia estava lindo. Comprei o chip para o telefone e fiquei procurando as atrações com o Google maps mesmo. Nada guiado. Tendo conhecido as principais atrações, descansei no final de semana e na segunda fui à cidade de Zipaquirá, de Transmilenio mesmo. Peguei o Transmilenio sentido Portal Norte, é um pouco longe do centro, depois, dentro do terminal peguei um ônibus para Zipaquirá. A passagem do Transmilenio é de 2.000 cop e a do ônibus para Zipaquirá é 6.000 cop. A entrada para Zipaquirá foi de 50.000 pesos para turistas estrangeiros. Mas o valor salgado vale a pena, pois o tour é todo guiado e em pequenos grupos. A estrutura da atração é impecável. Na volta peguei muito trânsito, porém consegui chegar 17 horas e ainda deu tempo de visitar o Museu Nacional. É importante, pois lá conta toda a história da Colômbia, desde o império do Reino de Granada e de ter se tornado Grã Colômbia, após ter sido libertada por Simon Bolívar. Terminada a parte turística, tirei dias com amigos que conheci em Bogotá, eles me levaram para a zona G e zona T, a parte mais nobre da cidade, fomos no Bogotá Brew Company, que tem em toda a cidade, depois ficamos caminhando sempre pela região. Eu gosto muito do cuidado que se tem com os parques, vejo muita semelhança com os parques da Europa. No meu último dia na cidade, me sugeriram conhecer o El Teatron, uma casa noturna GLS, porém muitos héteros vão também porque acham o lugar muito legal e tinham razão. Infelizmente não fui no sábado, mas sim na quinta. No sábado há muitos ambientes em funcionamento, na quinta apenas 2 ambientes estavam funcionando, mas mesmo assim, garanti muita risada ouvindo música ranchera na cantina. Achei o lugar barato também. Não paguei para entrar e a cerveja era 5.000 cop. No dia seguinte já era o dia da minha partida para a cidade Villa de Leyva. Comprei a passagem rodoviária para a cidade por 26.000 cop e levei 4 horas para chegar. Em Bogotá o trânsito é caótico. Perdão por te xingar, Rio de Janeiro! A estimativa era de no máximo 2 horas de viagem, mas levei o dobro. Mas, pelo pouco tempo que fiquei na cidade, valeu a pena sentir a tranquilidade e o ar puro. O valor da hospedagem foi de 50.000 cop e achei muito caro, mas é o lugar onde os bogotanos fogem do caos, por isso o preço justifica. No dia seguinte já era hora de viajar para Bucaramanga, em Santander, uma viagem rodoviária de 8 horas.
  19. Fala galera.. Estou aqui para relatar a minha viagem a 4 cidades colombianas (Bogota, Cartagena, San Andres e Providencia). Fui somente eu e minha namorada, embarcamos dia 06/05/217 e retornamos dia 21/05/2017. Em anexo coloquei uma planilha de custos e planejamento onde temos detalhes de tudo relatado, inclusive com endereços e valores de hospedagens. Embarcamos dia 06/05 de Guarulhos com destino a Bogota pela companhia aérea Avianca. Cheguei a pesquisar por outras empresas, mas essa era a que tinha voos mais baratos e aceitava o plano de milhas que tinhamos. O voo teve uma escala em Fortaleza e a duração total foi de aproximadamente 9 horas (incuindo duas horas de escala em Fortaleza. Ótima agencia e os voos ocorreram sem problemas. O valor da passagem foi de 20000 milhas mais R$600,00 de taxas para cada pessoa. VOOS [*] O trecho São Paulo – Bogota e Bogota São Paulo realizamos atra´ves da empresa Avianca, onde utilizamos milhas para compra de passagens; [*] Para os trechos internos de Bogota – Cartagena, Cartagena – San Andres e San Andres Bogota utilizamos ua empresa de Low Cost chamada Viva Colombia, onde adquiri todas as passagens pela internet com atecedencia e não tive nenhum problema. Detalhe: qualquer bagagem despachada ou escolha de assento é pago. Fique atento; [*] Para o trecho San Andres – Providencia e Providencia – San Andres realizamos pela empresa Satena (empresa unica que faz esse trecho). Avião teco-teco para 12 pessoas porem muito tranquilo o voo. Apenas a bagagem que é limitada e foi preciso deixar parte da bagagem no hostel de San Andres. OBSERVAÇÕES [*] É necessário o comprovante da anvisa de vacina de febre amarela (verificaram isso na entrada da Colombia); [*] É necessário um passaporte com no mínimo mais 6 meses de validade na data de embarque (também verificaram isso no embarque); [*] Moeda local se chama Pesos Colombianos (COP). A cotação estava em aproximadamente R$1,00 para COP 938,00. [*] Todos os dados de hostel estão na planilha em anexo. [*] Aeroportos de Bogota e Cartagena possuem guiche de taxi, que definem o valor quando vc pede o taxi. Pegue no guiche; [*] Não trocar dinheiro no aeroporto; [*] Compre assim que possivel um par de sapatilhas para entrar no mar. São baratas (uns 10 mil pesos) e são indispensaveis para algumas praias e mergulhos (mesmo que snorkelling); [*] Nas lanchas, procurar sempre o fundo que é mais calmo; BOGOTA Dicas da cidade [*] Ponto de informações turisticas: Palacio Liévano (Carrera 8 com a Calle 10) onde diariamente há walking tours gratuitos pelo centro em dois horários 10h e 14h. Muito prestativos e tour imperdivel; [*] Pegar taxis amarelos pois rodam com taximetros. Outros mais caros. Negociar valor antes de embarcar; [*] Próximo à estação Museo del Oro do Transmilenio ficam várias casas de câmbio; [*] Pegamos dias agradaveis, porém sem calor. Temperatura em volta de 22 graus e com neblina durante parte do tempo. Pouca chuva, apenas esporadicas. Hospedagem Ficamos hospedados no hostel SC House e fizemos reservas pelo site Booking.com. Tudo com sucesso e sem problemas. Quarto privado para duas pessoas com banheiro compartilhado. Hostel limpo e com atendentes muito prestativos. Sem alimentação. Excelente localização. Dia a dia Chegamos a Bogota ja a noite (dia 06/05 as 20:00) e fomos direto ao nosso hostel de taxi. Fizemos check in e saimos para jantar nas proximidades (varias opções). Fizemos um passeio a pé e logo voltamos ao hostel para descansar para o dia seguinte. Primeiro dia (07/05), acordamos e tomamos café da manhã próximo ao hostel e logo fomos em busca do Walking tour. Ele é gratuito e tem como ponto de partida o Ponto de Informações Turisticas (PIT) que fica na praça principal (basta perguntar que logo se encontra). Endereço na planilha. O tou inicia as 10:00 e termina por volta de 12:00. Muito bom, guia muito atenciosa e com vasto conhecimento. Excelente oportunidade para conhecer toda a região central. Após o tour, almoçamos e partimos para passeios caminhando pelo centro, desta vez entrando nos pontos. Fizemos a visita guiada ao Museo Botero, sendo muito bom com toda historia e obras de Botero. Em seguida fizemos a visita guiada ao Casa de Moneda que fica ao lado e mostra toda a historia e modos de cunhar as moedas colombianas. Visitamos tambem o Museo Del Oro, onde é possivel ver toda historia de mineração de ouro e as peças. Por fim, visitamos o Cerro Monserrate, onde subimos de bondinho (tem a opção de teleferico tambem) de onde é possivel ter uma visão de toda Bogota. Uma pena que neste dia esta nublado e atrapalhou nossa vista. Aproveitamos o fim de tarde para realizar compras na Galeria Artesanal de Colombia, ao lado do museu do Ouro. Muitas opções de lembranças, otimo para compras. A noite fomos jantar no conceitudo restaurante Andres DC, com excelente decoração e muita animação. Apenas o valor que é um pouco elevado. Plaza Bolivar Andres DC Segundo dia (08/05), acordamos e fizemos nosso check out, deixando apenas as malas na recepção. Saimos e tomamos café da manhã na rua e partimos para a catedral de sal de Zipaquira. Passeio imperdivel, onde voce visita uma mina de sal desativada e que se tornou uma catedral. Toda ela é construida de sal e é impressionante. Zipaquira fica cerca de uma hora de Bogota. Utilizamos o transporte publico para ir e voltar e foi muito tranquilo e econimico. Fomos até o ponto do transmilênio (proximo ao museo de Ouro), sendo que basta tomar qualquer um que tenha como ponto final o Portal del Norte. No hotel nos sugeriram que na estação da Calle 26 tomássemos qualquer um com a letra B, com exceção ao B1 e ao B3, pois os mesmos parariam em todos os pontos, ao passo que os demais pulariam algumas paradas (passagem de ida e volta 3.400 COP). Chegando ao Portal del Norte basta entrar em um dos diversos ônibus com destino a Zipaquirá, sendo que assim que chegamos tomamos um que logo saiu (passagem 3.700 COP), o trajeto é de cerca de quarenta minutos até Zipaquirá. Chegando em Zipaquirá caminhamos da parada do ônibus ao centro histórico da cidade e seguimos diretamente para nosso destino, o Parque de la Sal. A caminhada até a entrada do parque é tranqüila. Chegando na parte das atrações, compramos as entradas, sendo que dentro das opções que haviam optamos por fazer o passeio pela catedral e a rota do mineiro, com valor de 26.000 COP (preço básico apenas da catedral 20.000 COP + 6.000 COP da rota do mineiro). Vale a pena!! Após a visita fizemos exatamente o caminho inverso e retornamos ao nosso hostel para um banho e retirar nossa bagagem. Partimos ao aeroporto com destino a Cartagena. Nosso voo era as 20:15 com a agencia Viva Colombia. Catedral de Sal CARTAGENA Dicas da cidade [*] Vale muito a pena passar todos os fins de tarde no Cafe Del Mar. Por do sol maravilhoso e clima muito agradavel; [*] Pegamos dias muito quentes, com muito sol. Temperatura em volta de 30 graus. Necessario protetor para os passeios. Hospedagem Ficamos hospedados no hostel Casa Alejandria, que mais parece um hotel comum. Excelente, o melhor hostel para quem deseja tranquilidade. Quarto super limpo e organizado, com frigobar. Funcionarios atenciosos. Unico ponto negativo é que não possui cozinha e nem ao menos um microndas para qualquer tipo de refeição. Excelente localização. Dia a dia Após uma viagem muito tranquila, chegamos em Cartagena e voce logo percebe a diferença de temperatura. Muito quete e abafado. Fomos direto ao nosso hostel utilizando um taxi e fizemos nosso check in. Nesta noite aproveitamos para sair para jantar e tomar umas cervejas. Cidade muito tranquila e nosso hostel tinha uma excelente localização, tendo todas as opções caminhando. Primeiro dia (09/05), decidimos realizar o passeio da Isla Del Rosario com Playa Blanca. Tomamos uma barca no pier Muelle de Los Pegasus por volta das 09:00 comprando la mesmo o passeio com direito a almoço. Decidimo não ir ao Oceanario, onde tem uns animais represados. Uma praia linda, otima para snorkeling. Retornamos por volta das 16:00 e fomos ao hostel tomar um banho para depois passar o fim de tarde no Cafe Del Mar. Bar otimo a beira mar com um por do sol imperdivel. Passamos varios fins de tarde neste local. Não me recordo onde jantamos, mas em Cartagena temos uma opção a cada esquina. Isla Del Rosario Cafe Del Mar Segundo dia (10/05), foi o dia de realizar o Walking Tour. Parte da Plaza Santa Teresa as 10:00 e teve duração de duas horas. Gratuito. Muito interessante e passa pelos principais pontos da cidade muralhada. A tarde realizamos a visita aos Museu Naval (não vale a pena, apenas historias de guerra da região e material naval) e o Palacio de La Inquisicion (este vale a pena, com vasto material e historia da inquisição). Casa de Francis Drake (para quem conhece de Uncharted, rs) Palacio de La Inquisicion Terceiro dia (11/05), iniciamos com um passeio a Isla Cocoliso, agendado no hostel. Partimos logo cedo, por volta das 09:00. Ilha muito bonita, com muita estrutura inclusiva de piscinas. Porem não tem faixa de areia e o principal atrativo nosso foi um passeio para snokeling muito bom. Almoço incluso. Retornamos a cidade por volta das 15:00 e pegamos um Bus Tour que valeu muito a pena. Nele vc roda a cidade em um onibus com ar condicionado e audio guia em portugues explicando cada ponto turistico. Desembarcamos em um ponto e fomos realizar um dos melhores passeios de Cartagena: Castillo de San Filipe. Pagamos por uma guia para nos acompanhar e vale muito a pena (não me recordo do valor, mas não foi nada abusivo). Ela explicou parte a parte do castelo e toda historia dele. Sem ela o passeio não teria o mesmo valor. Recomento demais. O passeio durou cerca de duas horas com muito sol e calor. Vá preparado. Ao fim do passeio, pegamos novamente o Bus Tour (o ticket vale por dois dias, basta apresentar ao embarcar) e retornamos ao hostel. A noite fomos jantar no restaurante Juan Del Mar. Espetacular! Recomendo. Isla Cocoliso Castillo de San Filipe Castillo de San Filipe Quarto dia (12/05), foi um dia livre que utilizamos para ficar na praia do centro no periodo da manhã (utilizamos o Bus Tour novamente) e a tarde realizamos mais um passeio pelas principais praças de Cartagena. SAN ANDRES Dicas da cidade [*] Para entrar na ilha você tem de comprar, antecipadamente, a sua carta de turista. É uma forma de controle de entrada e saída na ilha, já que há um problema migratório interno. A carta custou 45000 COP para cada um. Você precisa providenciar isso antes do check-in no aeroporto, no nosso caso havia um policial antes da fila que era o responsável pela emissão da carta. [*] Sente na frente do avião e saia logo para a fila da imigração pois, o processo é meio lento e depois as malas ainda passam por raio – x e revista [*] É zona franca, livre de impostos. Vale a pena perfumes, cosmeticos, etc; [*] Quando fomos o passeio a Cayo Bolivar estava proibido, porem dize que é imperdivel. Se estiver disponivel, faça. Hospedagem Ficamos hospedados na Posada Nativa Lizard House. De todas, a pior que ficamos. Quarto individual com banheiro. Porém com infraestrutura ruim e o pior atendimento que tivemos (muitas vezes não tinhamos ninguem para nos auxiliar). Localizaçao razoavel. Possui cozinha aberta, porém sem alimentação inclusa. Dia a dia Partimos de Cartagena logo cedo, com voo agendado para 07:45 e chegada a San Andres as 09:15. Chegamos e fomos direto ao hostel de taxi. Primeiro dia (13/05), alugamos uma moto para dar a volta na cidade e contamos com auxilio da pousada (custo de 70000 COP). Foi a melhor coisa que fizemos e aproveitamos muito. Passamos por toda a extensão da ilha: Plays Rock Cay, Playa San Luis, SoundBay, Hoyo Soplador e West View. Paramos para almoçar no resturante Punta Sur e vale muito a pena. Hoyo Soplador nos decepcionou, pois é um simples “buraco” que sopra agua do mar, porém neste dia a maré não colaborou e não estava soprando. West View voce paga 4000 COP para entrar e tem um trampolim e toboagua disponiveis. Se trata de um aquario a ceu aberto, com muitos peixes e agua impecavel (voce ganha pedaços de pães para atrair ainda mais peixes). É lindo demais. E destaque mais que especial para Rock Cay (praia coma cesso gratuito). Praia sensacional, que tem um navio encalhado a poucos metros da praia perfeito para realizar snorkling. Otimo para passar uma tarde inteira, com estrutura de barraquinhas vendendo aperitivos e bebidas a preço acessivel. Para terminar o dia, fomos jantar na cervejaria Beer Station. Muito bom. West View Rock Cay Rock Cay Segundo dia (14/05), dia de passeio a um lugar chamado de Aquario/Mantarraya. Na verdade, enquanto estavamos em Rock Cay no dia anterior conhecemos um rapaz smpatico que nos ofereceu um passeio de barco a pontos de snorkeling e topamos fazer. Ele nos levou a diversos pontos, entre eles conhecemos pontos de agua vivas, estrelas do mar e snorkeling com muitas arraias. Após isso fomos a um ponto conhecido por Aquario que se trata de uma pequena ilha com muitos peixes e muito bom para mergulho, onde podemos ver até mesmo um pequeno tubarão. Após o passeio passamos o resto do dia em Rock Cay apreciando a paisagem e seu mar. A noite fomos jantar no restaurante La Regata. Sensacional apesar de um valor mais salgado. Vale a pena. Detalhe, não pode entrar de camiseta regata (me cederam uma camisa de manga para poder jantar no local). Tubarão em Aquario/Mantarraya Aquario/Mantarraya Terceiro dia (15/05) foi o dia que reservamos para visitar Johny Cay. Uma ilha perfeita com animais diversos e uma praia deslumbrante. Passeio inclui almoço. Muito gostoso para relaxar e curtir a praia e sua vista sensacional. Retornamos a tarde e aproveitamos para realizar compras no centro uma vez que San Andres é livre de impostos e tem procutos com valores atrativos. A noite jantamos no restaurante Peru Wook com comidas tipicas peruanos e um ceviche delicioso. Lagarto em Johny Cay Quarto dia (16/05), aproveitamos nosso ultimo dia para conhecer La Piscinita, que nada mais é do que um West View localizado em outra região. Voce paga 4000 COP e tem acesso a praticamente um aquario natural. Vale muito a pena para realizar snorkeling. Muitos peixes e pontos para saltar de uma altura de 3 metros de altura. Uma delicia para relaxar entre peixes. Aproveitamos o resto do dia em Rock Cay e realizando compras no centro. A notie fomos mais uma vez jantar no centro, porem não me recordo o restaurante. La Piscinita PROVIDENCIA Dicas da cidade [*] Sentar do lado esquerdo do avião, onde as cadeiras são individuais e a vista na chegada a Providencia é sensacional; [*] Roland´s bar: Bar muito legal com clima de Jamaixa. Cerveja gelada a beira mar com um som de Reggae. Comida razoavel, mas o clima prevalece. A noite rola shows que acabamos por não ir; Hospedagem Ficamos hospedados na Posada Ocean View. Nada mais é do que uma casa de familia que possui quartos extras para hospedes. Descobrimos ao chegar que o dono da casa é secretario de cultura da cidade. Fomos muito bem recebidos e tratados pela sua esposa, que nos auxiliou da melhor forma com todas as dicas e roteiros na cidade. Café da manhã satisfatório incluso. Dia a dia A bagagem para o voo a Providencia é limitada e foi preciso deixar parte dela no hostel em San Andres. Embarcamos em um avião teco-teco para doze pessoas as 08:30 e chegamos a Providencia as 09:15. A ilha é pobre e com pouca infraestrutura, porém suas belezas naturais compensam tudo. Ao chegar pegamos um taxi e fomos direto ao hostel. Primeiro dia (17/05), alugamos uma moto para dar a volta a ilha e conhcer ela no geral. Fizemos diversas paradas em torno de toda a ilha, entre elas no Roland´s Bar, lugar agradavel com um mar lindo onde conhecemos um casal de brasileiros que nos fez parceria durante os proximos dias. No fim da atarde aproveitamos para curtir o por do sol na nossa pousada que ficava a beira mar (imperdivel). Providencia Por do Sol na pousada Segundo dia (18/05), realizamos um passeio de barco junto a outros brasileiros. O passeio dava a volta na ilha, com diversas paradas para snorkeling, inclusive na conhecida Cabeça de Morgan. Lugares muito lindos, onde pudemos ver todo tipo de peixes, como arraias, lagosta, esterlas do mar e peixes diversos. Nossa pousada vista do barco Terceiro dia (19/05), decidimos fazer o passeio a Cayo Cangrejo. Uma pequena ilha, que ao subir voce tem uma vista sensacional do mar e todo redor. O mar é cristalino e tivemos a oportunidade indescritivel de fazer um snorkeling cercado de tartarugas em seu habitat natural, claro que tomando todo o cuidado para não afetar elas. Simplesmente sensacional e inesquecivel. No fim da tarde decidimos através a pontos dos namorados e conhecer a ilha Santa Catalina até sua trilha a caebça de Morgan. A trilha não tem nada demais e nem mesmo a vista da cabeça de Morgan me entusiasmou, acredito por ter visitado Cayo Cangrejo no mesmo dia. Para jantar, fomos com amigos brasileiros no restaurante Divino Nino, muito bom e preço aceitavel alem de um som ao vivo agradavel. Cayo Cangrejo Cayo Cangrejo RETORNO Dia (20/05), nossa saga de retorno iniciou com um voo de Providencia-San Andres as 09:30 e chegada as 10:10. Sai do aeroporto e fui buscar o resto de nossa bagagem deixada no hostel. Voltei ao aeroporto em seguida pois nosso voo San Andres – Bogota partia as 12:10. Chegamos a Bogota as 14:15 e tivemos a maior espera de nossas vidas no aeroporto porem sobrevivemos. Nosso voo Bogota-Guarulhos saiu as 23:10 e finalmente chegamos a São Paulo por volta de 14:30 muito cansados, porém extermamente satisfeitos com noss viagem. Recomendamos a todos este roteiro e qualquer duvida podem me procurar por email. Grande abraço. Colombia.docx Colombia.xlsx
  20. yancesar

    comprar pesos colombianos e mexicanos (sp)

    olá vou fazer uma viagem pela América latina e preciso muito comprar pesos colombianos e mexicano a um preço acessível. mesmo que em pouca quantidade eu me interesso
  21. Antes de você começar a ler preciso avisar três coisas: 1. É meu primeiro relato. Vou tentar fazer o meu melhor, mas não garanto o mesmo espetáculo dos relatos que já li por aqui! 2. Eu não anotei os preços de nada muito menos o câmbio (ainda não tinha tido a expertise de entrar aqui antes e roubar as dicas... conseqüentemente não tinha aprendido as manhas de escrever um bom relato para vocês!) 3. Sou dessas que tira foto de si com a paisagem e pouca coisa só da vista.. então se preparem para ver a minha carinha em muitas fotos por aqui haha Da decisão pela viagem. Sou viciada em futebol. Conheci meu marido dentro do estádio do Coritiba e desde então estamos sofremos e comemoramos juntos. Dia 28/09/2016 o Coritiba ganhou do Belgrano pelas oitavas de final do Campeonato Sulamericano e se classificou para as quartas de final, contra o Nacional, jogo marcado para o dia 26/10/2016, em Medellín. Na primeira semana eu e o meu marido ficamos nessa de vamos-não-vamos. Ele entrou em um grupo no whatapp de torcedores/amigos que iriam e ficavam azucrinando as idéias, msa, por fim, foi quando um casal de compadres nossos – somos padrinhos mútuos de casamento - também doentes pelo Coritiba decidiram ir que batemos o martelo e confirmarmos nossas férias pela Colômbia!! Compramos as passagem e as hospedagens para nós 04 eu, Vinicius meu marido, Cris e Fabinho nossos comprades e nos primeiros dois dias tivemos a participação especial dos outros amigos/torcedores Coritiba que estavam em Medellín. Da decisão pelo roteiro. Acabamos decidindo muito correndo qual seria o roteiro e as cidades que visitaríamos. Tínhamos que obrigatoriamente estar em Medellín dia 26/10, não poderíamos viajar antes de 22/10 e nem voltar depois do dia 02/11, em ambas as datas tínhamos casamento. Utilizamos o balizador ~preço das passagem~ e compramos ida 25/10 e volta dia 31/10. A passagem por Bogotá estavam muito mais em conta do que direto para Medellín, mesmo precisando comprar o trecho interno, então compramos Curitiba-São Paulo-Bogotá e a volta Bogotá-Lima-São Paulo-Curitiba. Eu fazia questão de conhecer Cartagena ( no TLC fica passando propaganda de lá TODOS os intervalos ) e como nós só tinhamos 07 dias não faria sentido incluir mais cidades Então ficamos com Medellín, Cartagena e Bogotá! Do roteiro. 1. 25/10 – Curitiba-São Paulo-Bogotá-Medellín 2. 26/10 – Medellín 3. 27/10 – Medellín – Cartagena 4. 28/10 – Cartagena 5. 29/10 – Cartagena – Bogotá 6. 30/10 – Bogotá 7. 31/10 – Bogotá-São Paulo-Curitiba Das bagagens. Compramos passagens pela VivaColômbia para fazer os trechos internos Bogotá/Medellín, Medellín/Cartagena e Cartagena/Bogotá. É uma companha de LowCost e, sendo assim, não tínhamos franquia de bagagem. E sim, optamos por economizar R$ 60,00 e não compramos bagagem extra Ou seja, foi uma mochila de 6kg por cabeça – descobri aqui no Mochileiros que se chama mochila de ataque haha – e boa sorte!
  22. samy Álvarez

    Guatapé - Antioquia

    Um lugar muito bonito, não pode perder de um paraíso de este país bonito
  23. patymarquis

    Bogotá

    Bogotá é uma cidade ótima, apesar de ser capital e uma cidade grande (tem uns 7 milhões de habitantes) é relativamente organizada e dá pra se virar bem sozinho. O tranporte público lá funciona bem, o principal tranporte publico lá é o Transmilenio, uma linha expressa de ônibus que funciona basicamente como um metrô (a cidade não tem metrô): tem várias linhas com paradas pré determinadas, estações fechadas que vc compra o bilhete antes de passar na roleta, faz baldeação, etc. Olhando os mapas das linhas na estação é super tranquilo de se mover pela cidade, e o melhor é que é barato. pra cobrir rotas que o Transmilenio não faz tem minionibus que andam pela cidade, mas nao andei neles entao nao sei preço e nem como funciona. Táxi em Bogotá é uma das únicas cidades no país que usa taxímetro (que eu saiba é só lá e em Medellin), então cuidado com o horario de rush pq tem engarrafamentos enormes na cidade e nesses horarios fica bem caro. Na rodoviária é um dos poucos lugares que o preço do taxi é fixo. Ao chegar la, antes de sair do saguão tem uma cabinezinha de taxi, vc diz seu endereço de destino e o cara emite um boleto com o numero da placa do carro que vc vai pegar e quanto vai custar. Não é caro não, da rodoviária até o albergue eu paguei menos de 10.000 pesos. Mas vc não vai usar mto taxi na cidade, da pra se virar bem com o Transmilenio. O Platypus é o albergue mais famoso de Bogotá, eu acabei ficando lá também. A localização é boa, na Candelaria, bem perto de uma estação do Transmilenio, supermecado, banco, e dá pra ir caminhando por todo o centro historico. Gostei do lugar, tem uns 3 ou 4 quartos de casal (mas nenhum tem banheiro privativo) e o resto é dormitório, os banheiros são medíocres mas dá pra usar sem problema, tem uma cozinha razoável que a gente pode usar, uma area pra comer e socializar tipo uma copa, alguns computadores com internet (tem q pagar), caixa forte pequena (só pra documentos, dinheiro e ipod - leve seu proprio cadeado), café e chá de graça à vontade o dia todo, e uma geladeira cheia de cerva que vc pega e paga quando fechar a conta. Ah e vc ganha uma cerva gratis de boas vindas no dia que chega. Mas o que é mais legal lá é o dono, o Germán, ele é um super mochileiro e conhece tudo da Colômbia e de quase qualquer país, e fala umas 6 línguas. ele é super bem disposto e dá dicas valiosas de viagem. Se ficar hospedado lá, não deixe de trocar uma idéia com o cara e pedir opinião e dicas sobre o seu roteiro. As vezes ele fica empolgado em ficar trocando idéia e oferece cerveja por conta da casa=) Mas tem que fazer reserva antes, pq lá quase sempre tá lotado. Mas se não der pra ficar lá tem mais uns 3 ou 4 albergues na mesma rua, também parecem bem legais. Ficando em La Candelaria dá pra conhecer a pé todo o centro histórico da cidade, que é lindo. Quando eu fui o museu do ouro estava fechado pra restauração, iria reabrir só em setembro, então provavelmente vc já vai pegar aberto! Leve casaco, lá faz frio. A temperatura é em torno de 9, 10 graus o ano todo. As pessoas são simpáticas e super hospitaleiras e, apesar de os colombianos do resto do país dizerem que eles são frios e esnobes, isso não é verdade. Bogotá é uma cidade grande como outra qualquer, então tome os mesmos cuidados que vc tomaria ao andar no Rio ou em São Paulo. Não carregue muito dinheiro na rua, não fique expondo sua super maquina fotografica na rua, ande sempre com cara de quem sabe onde vai, cuidado com sua bolsa especialmente em onibus lotados, cuidado com "falsos policiais" que podem pedir seus documentos (sempre peça pra ele mostrar o distintivo primeiro), não ande sozinha à noite, essas coisas que brasileiro já sabe de cor =))
  24. Estive na Colombia entre agosto-setembro de 2015, passando por Bogotá, Cartagena e San Andrés durante 20 dias. Na minha passagem por Bogotá, aproveitei para conhecer o Parque Jaime Duque, que na verdade fica no Município de Tocancipá, mas com fácil acesso por transporte público a partir da capital. Como foi uma das experiências que mais gostei no país e como não vejo muita gente citando a visita ao Parque por aqui, decidi relatar um pouco e trazer algumas informações sobre minha visita. Jaime Duque é o precursor da aviação na Colômbia (em razão disso, haverá muitas referencias a este meio no Parque) e decidiu fundar esse parque que mistura diversão e história, que tem parte da renda voltada para ações sócio-ambientais. O que me causou maior encantamento pelo Parque foi que ele conta a história da Colômbia de forma bem lúdica – sem você perceber: é um museu sem cara de museu. Brincando, você tem aulas de história, geografia, biologia do país.. Tem museu de trajes típicos; tem réplica de navio pirata em meio a um mar do Caribe que conta um pouco das invasões e guerras da região; tem um mapa gigante do país dentro de um aviário enorme.. Mas, claro, que o maior destaque fica com a réplica do Taj Mahal, em tamanho real, bem no meio do parque. Eu estava hospedada na Zona Rosa, em Bogotá. Peguei um Transmilênio (BRT) até a estação Portal Norte, que é um terminal de onde saem os ônibus para cidades vizinhas (o mesmo que vc vai usar pra ir pra Catedral de Sal, passeio também indispensável!) Chegando na estação, basta perguntar onde sai a “buseta” para Tocancipá – quando fui, peguei na última plataforma do lado direito. Os ônibus tem uns adesivos no para brisa informando o roteiro, não tem muito erro. Basta informar ao cobrador onde você vai parar que ele vai te informar na hora e o valor a pagar. Na época, paguei 4000COPs cada trecho (8, ida e volta). O ônibus te deixa em uma rodovia. Não tem erro para chegar no parque – basta ir na direção do Taj Mahal. Fui num sábado e tive que aguardar até a abertura do parque para comprar o ingresso e entrar, o que aconteceu às 10h. Dias de semana, ele abre as 09h – é bom consultar o funcionamento no site. Atualmente o ingresso custa entre 38 e 29000COPs (paguei 25 em 2015). Eu passei o dia inteirinho no Parque e não consegui visitar tudo. Das minhas atrações preferidas, estão o Grand Mapa da Colombia, o Museu do Homem e as réplicas das Sete Maravilhas do Mundo antigo. Com relação as refeições, os preços eram ótimos. Levei uns lanches e por lá almocei um cachorro quente (enorme! Era lanche, mas acabei não conseguindo almoçar depois), refrigerante e sorvete. Por lá ainda tem pedalinho e mini-zoo. Nem preciso dizer que se for viajar com crianças tem que incluir a visita ao Parque, né?
  25. Relato de viagem para Bogotá, Medellín e Cartagena realizada por um casal. A viagem inicia dia 01 de fevereiro de 2017 e encerra dia 16 de fevereiro. Bogotá - Dia 01 (quarta) - saímos de Florianópolis as 10:20 com destino a São Paulo (GRU) e depois Bogotá. A passagem custou 1899,83 reais. O voo foi tranquilo e com um atraso em SP de uns 40 min. Chegamos às 19:45 em Bogotá, na passagem pela alfândega foi tranquilo, porém tinha uma fila imensa. Só perguntaram nossas profissões, o motivo da viagem, para onde iriamos, os nomes dos hostels e quanto tempo ficaríamos ali. Após você chega na aduana, onde tem alguns guichês antes, onde você preenche um formulário simples e entrega. Ok chegamos! Ali na saida já procuramos o primeiro cambio para trocar algum dinheiro. A cotação ali estava 1 real = 800 pesos colombianos. Trocamos um pouco e saimos. Nosso hostel fica na candelaria então fomos procurar o ônibus até o portal El Dorado. O ponto do alimentador é perto da porta de saída do aeroporto, em frente a uma placa verde com um ônibus desenhado. O ônibus também é verde e na frente está escrito El dorado. Você entra no ônibus e não paga nada, só vai pagar para entrar no terminal, que é o ponto final. O ônibus faz algumas paradas mas o ponto final é o terminal. Quando você chegar ao terminal, é só comprar o bilhete para entrar, se quiser já pode comprar mais passagens para usar outros dias, o cartão custa 3000 e a passagem 2000, ai vc só vai recarregando o cartão conforme for usando. No terminal é bem confuso, o mapa do ônibus também, mas para ir para candelaria você pega o ônibus J6, que vai do terminal até a estação las aguas. A estação museo del oro estava fechada no momento. Os ônibus são bem confusos e os terminais tem várias plataformas o que fica pior ainda. Pegamos o ônibus e descemos na estação universidades, de lá é só seguir andando por um caminho chamado de transbordo que sai na las aguas. Lá vc está na candelária, porém até sair do aeroporto e fazer tudo isso, já eram quase 10hs da noite. A estação las aguas fica numa praça da cidade onde ficam vários andarilhos e gente esquisita andando pra todo lado. Enfim, tentamos achar a bendita rua do hostel que é a Carrera 3 n. 11 - 32, mas foi impossível, falta sinalização nas ruas e até chegamos perto do hostel mais achar não foi possível devido ao horario e a quantidade de andarilhos ficamos com um pouco de medo. Então paramos um taxista que nos deixou na frente do hostel (pagamos 6000). Basicamente estavamos a duas quadras do hostel, mas não iriamos conseguir achar a noite. No hostel que haviamos reservado pelo booking o atendende informa que o valor da reserva não estava correto, e que ele daria um desconto para ficarmos. Acabamos ficando essa noite para decidir o que fazer. Só furadas hoje, mas enfim chegamos. A primeira impressão foi de um cidade grande e bem bagunçada.. vamos ver amanhã… Uma coisa importante é baixar o mapa do local e deixar salvo off line no google maps, assim quando vc chega no lugar consegue se achar. Nesse dia não fizemos isso, ou seja ficamos perdidos e sem direção por isso não chegamos ao hostel. Com o mapa com certeza conseguiríamos nos localizar. Bogotá - Dia 02 (quinta) - acordamos e depois de pesquisar o valor dos hostels da região optamos por ficar nesse mesmo, o valor ficou em 58000 a diária para o casal com quarto duplo privativo com banheiro coletivo. O hostel é o SC House, os atendente são bons e atenciosos, os banheiro com agua quente e digamos em ordem, os quartos simples e sem luxo e algum. Como sou meio digamos “chata” achei que no quesito limpeza deixa a desejar, mas isso é minha opinião. A localização é muito bom, perto de tudo e tranquilo de se locomover. Saimos do hostel e pegamos um mapa e fomos caminhando.. as ruas são cheias de ambulantes chatos, o que enchem o saco, eles ficam o tempo todo vendendo e oferecendo coisas, no primeiro dia já da vontade de mandar todo mundo a merda… pq eles realmente são chatos e insistentes… Andando, paramos para comer algo, sanduíche e refrigerante saem por 2000 a 3000 cada. Continuando passamos pelo Museo Botero que é grátis e bem legal, vale a pena ver as obras do artista, após chegamos a Plaza Bolívar, que é bem movimentada e onde tem a catedral e o palácio da justiça. Apos seguimos pela Carrera 7 que é uma rua onde não passam carros, ali tem muitos ambulantes e lojas, após chegamos ao museu do ouro, porém resolvemos não entrar, pois voltaríamos a Bogota e preferimos deixar para depois. Almoçamos pela rua mesmo, na rua as opções são empanadas, arepas, espetinhos etc. A tarde fomos para o cerro de monserrate. O cerro fica bem perto da candelária para ir caminhando.. no dia a única opção para subir era de teleférico (que seria nossa escolha), o valor é de 18000. Chegando lá você tem a vista da cidade, a catedral, e uma feira de artesanato e depois várias barraquinhas com venda de comidas. Ali comemos nossa primeira bandeja Paisa para experimentar. A bandeja nada mais é do que uma travessa com arroz, salada, banana, feijões, carne de porco, boi e linguiça. Não achamos nada de especial… Apos algumas fotos, descemos e voltamos ao hostel. A segunda impressão continua de uma cidade meio mal sinalizada e como toda cidade grande com ruas sujas e vários pedintes e andarilhos perambulando e encomodando o tempo inteiro. Realmente você cansa de falar “no gracias” e tem vontade de manda pra put… que pariu… rsssssss A noite fomos na Carrera 4 na BBC (Bogota Beer Company), uma cervejaria de Bogota, com varias opções de cerveja, e drinks, além de petiscos ótimos. Vale a visita, porém o preço é meio salgado comparado as outras opções…pedimos uma pizza para dois por 22000 e mais uma porção de machos po 23000. A cerveja é vendida em copos, canecas e jarras de 3,5 litros, os preços são a partir de 9000 os copos. Meio salgado, brincando gastamos uns 170000. Bogota - dia 03 (sexta) - acordamos e nosso destino é a catedral de sal que fica a 50km de Bogotá. Para quem vai de ônibus o passeio começa na estação de ônibus Transmilenio de Las aguas, caminhando fizemos o transbordo para estação Universidades, ali pegue a linha B74 sentido Portal Norte, o ônibus começa a funcionar a partir das 9hs, você vai descer na última estação que é a Portal Norte esse primeiro trecho custa 2000 pesos e dura uns 40 minutos. No Portal Norte, você sai ejá vai ver placas indicando os ônibus para zipaquira, ai foi só atravessa a catraca e ja tinha o ônibus para lá. Esta escrito na frente do ônibus Zipaquira e tem uma pessoa na frente gritando tb, só confirmamos e entramos. A ida custou 10200 para dois. A viagem dura 1 hora e eles te deixam bem no centro de zipaquira, num cruzamento de rua, ali o rapaz do ônibus nos indicou o caminho e atravessamos a rua, caminhamos um pouco e chegamos num posto de informações turísticas. La tem um mapa para chegar a catedral de sal. O caminho é cheio de lojinhas, e ambulantes, resolvemos ir caminhando… não tem muita sinalização e perguntamos para pessoas na rua e em 15min chegamos a entrada da catedral. La você encontra a escadaria com a famosa linha branca que lhe leva ate a entrada e a taquilla (bilheteria). A entrada para estrangeiros é de 50000 o pacote básico. Tem mais opções que incluem trabalhar como um minerador ou um passeio pelo centro da cidade, ai é só escolher…. Na catedral a visita é guiada e achei bem legal, vale a pena.. no caminho eles vão contando a história de sua construção. O passeio dura 1:30hs. Na volta, voltamos a pé pelo mesmo caminho e o ônibus de retorno para Bogota você pega próximo onde ficamos na ida, só do outro lado da rua, no mesmo cruzamento. Não se preocupe pois os cobradores ficam gritando o tempo todo para onde vão. Passagem de volta mais 10200 para dois. Voltamos ao hostel, banho e sair para jantar. Optamos por comer coisas baratas na rua,,, comemos pollo frito (musle) coxa de frango frita, e hambúrguer. Os preços da comida simples é muito bom, 3000 um pedaço de frango, 7000 um hambúrguer gigante ou 3000 arepas recheadas. A cerveja na rua tb é muito barata, 2000 Águila ou Club Colombia. Nos restaurantes as mesmas saem por 5000 a 7000. Depois disso começamos a entender pq o povo fica todo na rua, bebendo e comendo qualquer porcaria, pois o preço é muito diferente. Bogota - Dia 04 (sábado) - descemos para tomar um café na padaria de rua. Lá as coisas são super baratas, tomamos café e comemos salgados por 10000 para duas pessoas, após voltamos, arrumamos as coisas e saímos do hostel meio dia. Almoçamos pelo caminho, enrolamos um pouco e fomos para o aeroporto, pois hoje vamos a Medelin. Sobre Bogotá, durante o dia você tem as 4 estações do ano, de manhã é fresco com sol, de repente o tempo fecha e venta, ai cai uma pancada de chuva, ai fica frio e você tira o casaco e assim vai, bem inconstante o tempo. Os vendedores chatos, bem, são muito chatos.. vá preparado, pq realmente é um saco! A candelária tem sua beleza, mas juro que esperava mais… Medelin Medelin - Dia 05 (domingo) - o aeroporto de Medelin fica em um cidade próxima, na saída no aeroporto você ja encontra uns ônibus, a galera forma uma fila e os ônibus vão encostando e a galera entrando. A passagem custa 9500 ate o centro de Medelin, demora cerca de 1 hora. O ônibus para perto da estação de metro parque berrio. Na saída do ônibus puxei papo com um senhor que nos ajudou para irmos para o metro. O ônibus para numa rua paralela ao parque berrio (onde tem as esculturas do botero), a praça é uma zona, cheio de vendedores, e barraquinhas, tivemos sorte que esse Sr. nos guiou ate o metro e foi nos mostrando inclusive pontos turísticos, super gente boa, e como era caminho dele, ele foi nos levando. No parque berrio a passagem custa 2300 e você também pode comprar mais de uma, para não pegar fila. Em medelin o cartão do metro não é pago, pois quando você zera o cartão insere na catraca. O metro em medelin é super fácil e tranquilo, basta ter o mapa do metro e você vai para qualquer lugar. A direção é indicada pelo nome da ultima estação, muito fácil. Enfim descemos na estação Poblado e de lá fomos caminhando até o hostel. Com a ajuda do google maps fomos nos localizando e chegamos la. Ficamos no Panela hostel, na Calle 9, 43b-68. Custou 220.000 (4 diárias) com quarto privativo e banheiro coletivo. Bem localizado e próximo a um grande mercado chamado Exito. Apos deixar as coisas no hostel fomos sair para comer e dar uma volta no bairro, lá achamos a Medelin beer factory e comemos um porção com costelinha de porco barbecue, asas de frango e batatas e bebemos de leve, pois o preço era normal cerca de 27000 a porção e 9000 os copos de chop. Saimos andando e nos deparamos com várias mini baladinhas…. E paramos num tal Chupa Shots que é um bar que prepara shots (uma infinidade), vende cervejas e tipo frozens alcoólicos… Bem divertido e cheio de turistas. Bem, a região é toda cheia de baladas e bares, com infinitas opções para todos os gostos e bolsos. A rua principal é a Calle 10 e nos arredores tb tem diversas opções em especial ao redor das praças onde o povo se reúne. Como sempre a galera bebe na rua, compra as cervejas em espécies de conveniências que são bares com grades na frente onde você pede e paga ali mesmo. Ha um observação, na Colombia você não pode beber em locais públicos, só nos estabelecimentos, mas você ve a galera bebendo.. enfim, coisas que não se explica. Medelin - dia 05 (domingo) – acordamos, fomos tomar cafe no mercado Exito, lá tem varias opções, pegamos o desayuno omelet, custa 7000 e vem um omelete grande, um pãozinho e café ou chocolate quente. Apos fomos para o metro ate a estação de acevado – após cable K, e L e chega no parque Arvi. O Cable é uma atração a parte, é um bondinho aéreo que passa por um bairro pobre da cidade, cabe umas 6 pessoas e com um tiquete de metro de 2300 você anda nele, super legal, fiquei super impressionada com a facilidade. Iriamos ate o parque Arvi, mas como não tínhamos interesse em entrar no parque e só iriamos para conhecer, acabamos indo até o final da estação K e voltando. Vale a pena passear pelo Cable! Ele em si é uma atração. Na volta paramos na estação Universidad e lá você tem o Parque de los deseos, Jardin botânico Joaquim, Planetário de Medellín e Parque explora. Optamos por ir no parque explora, a entrada custa 25000 e vale a pena. Ficamos a tarde inteira lá, são muitas coisas diferentes, tem um aquário bem legal, após a parte dos anfíbios, e várias salas com atividades interativas e lúdicas, como a sala da mente, a sala do tempo.. bem legal e interativo para adultos e crianças. Após demos uma passada rápida no parque e no jardim, lá também ficam vários ambulantes e vendedores de comidas. Comemos o que não sabemos o que é, mais era bommmm, um banana frita com queijo em cima, arepas e raspadinha de gelo e suco. Só porcaria rssss… Apos retorno de metro para poblado. Medelin - Dia 06 (segunda) – Hoje novamente cafe no Exito e seguimos para o metro Parque berrio. Lá tem o Museo de Antioquia que não entramos, o Parque botero (com as esculturas das gordinhas), Parque Bolívar, Catedral basílica metropolitana. Resolvemos seguir a pé pelo centro da cidade meio sem rumo, nos guiando pelo google maps e chegamos ao Parque de las luces – Plaza de cisneros, Centro cívico, Plaza mayor. Almoçamos pelo caminho e comi um tal de “ajiaco” uma sopa de frango, milho com acompanhamentos, custa 15000, bem gostosa. Nesse dia tambem fomos visitar o estadio de Medelin, fomos de metro desce na estação em frente ao estádio. As visitas acontecem somente a tarde e são guiadas, porem como tinha mais gente lá o segurança liberol nossa entrada e de outras pessoas. O estadio é bem legal, a lojinha do time fica junto ao estadio mais do lado de fora. Continuamos andando e seguimos para o Cerro nutibara, o caminha é fácil porem sem sinalização ai você tem que ir perguntando, mas chegando lá você sobe uma escadaria e chega no topo. La você consegue ter uma vista da cidade e ao lado tem o Pueblito paisa (pequeno povoado que foi montado para mostrar como o povo Paisa vivia), junto a varias lojinhas e vendedores ambulantes. No final de tarde retornamos ao hostel e comemos a noite pelo poblado. Medelin - dia 07 (terça) – resolvemos caminhar pelo poblado, conhecer as ruas, fomos pesquisar coisas diferentes no mercado e resolvemos ir ao Centro comercial Santa Fe, um shopping grande, fomos caminhando e conhecendo as coisas. O shopping tem lojinhas famosas de grife, porém com os preços do Brasil. Medelin - dia 08 (quarta) - dormimos ate tarde e depois rumo ao aeroporto sentido cartagena. Para ir ao aeroporto, novamente pegamos o metro, descemos na estação parque berrio e após pegamos o ônibus no mesmo lugar sentido aeroporto. Passagem 9500, duração de 1 hora. Bem, medelin me surpreendeu muito, sistema de transporte público excelente e super fácil, várias atrações, tem algumas linhas que vão anunciando inclusive as atrações que tem em cada parada, super facil e tranquilo e com muitas coisas gratuitas para se fazer, o poblado é bem turístico e tem diversas opções, inclusive achei as pessoas mais receptivas com os turísticas. A saga dos ambulantes chatos continua, eles insistem em querer nos vender qualquer coisa…rssss… Cartagena - dia 08 (quarta) chegamos no aeroporto que é bem diferente, digamos meio tropical, ai fomos tentar achar um onibus. Bem perguntamos para várias pessoas e nada, saimos na rua principal e parecia que ninguem sabia de nada. acabamos pegando um taxi e fomos parao hostel. Hotel marlin que fica na Calle De La Media Luna #10 - 35, Getseman. Pagamos 15000 pelo táxi. No hotel tudo ok, pegamos um quarto com banheiro privativo, 500.000 as 5 diárias. Chegamos deixos as coisas e fomos buscar algo para comer. Bem proximo tem varias opções de mercadinhos e lanches pela rua. Prox tem um praça, onde a galera fica noite e acabamos comendo por la. Cartagena - 09 (quinta) - acordamos, tomamos café na rua e fomos caminhando sentido Castillo San Felipe: o castelo fica fora da Cidade Velha, é bem bonito, a entrada custa 25000, mas não entramos. Após seguimos andando e fomos na praça no monumento Los Sapatos Viejos. Estava muito quente, o sol insuportável entao resolvemos voltar. Na volta paramos no Centro comercial mall plaza, e lá tem o famoso Crepes & Waffles no qual almoçamos. Otimo custo beneficio, uma delícia e um prato custa uns 20000. Bem mais caro que na rua, mas a qualidade, excelente. Recomendo. Após passeamos por esse shoping e voltamos para sair mais tarde pois estava muito quente. Saímos final de tarde e fomos em direção a cidade muralhada. Antes passamos no muelle e compramos o passeio de barco para playa blanca e oceanário para o dia seguinte. Custou 50.000. Após na cidade murada ficamos passeando e curtindo o lugar, muitas ruazinhas para você se perder fácil e é uma delícia, cada rua é uma descoberta. Além de várias lojinhas e ambulantes. Fora várias pracinhas fofas e o tempo todo charretes fazendo passeios de cavalo pelas vielas. Bem legal. Cartagena - dia 10 (sexta) fomos para o passeio de barco. Chegando lá eles identificam vc e vão chamando para os barcos. O passeio começou tranquilo, mas depois foi o caos. Mar mexido demais, muita agua dentro do barco, nossa juro que senti medo. A primeira parada é no oceanário onde voce pode visitar ou fazer o mergulho. Após 1:00 parados fomos para Playa blanca. Muito linda, areia branca e mar maravilhoso. O almoço estava incluso, e era um peixe frito, arroz de coco e salada, bem gostoso. Após ficamos curtindo a praia ate o barco sair. Na volta de novo, mar mexido e passar medo. Saí de la arrependida pq tava muito ruim. Odiei, pq senti muito medo e nao curti nada no barco. Depois do passeio voltamos pro hostel para banho e a no fim de tarde fomos cafe del mar. De lá a vista da cidade é muito bonita. A noite fomos no hard rock café de lá. Bem grande e legal. Cartagena - dia 11 (sábado) - hoje fomos passear pelos arredores do Getsemani, passeando meio sem rumo e no final passamos por outra entrada na cidade murada. Fomos em Las Bóvedas: pra quem quer comprar lembrancinhas e artesanatos, são várias lojinhas uma ao lada da outra. Ficamos andando pelas muralhas, e curtindo a paisagem. Na cidade murada tem várias pracinhas e só andando pra descobrir. Cartagena - dia 12 (domingo) - dia livre, dormimos ate tarde, e passeamos sem rumo. Cartagena - dia 13 (segunda) - hoje vamos pegar um voo para bogota. Aproveitamos para dar a última passeada e pegamos um taxi até o aeroporto. Voo tranquilo, chegamos muito tarde a bogota e o metro já estava fora. Ai pegamos um taxi ate o hostel na candelaria. Ficamos no Iku hostel, calle 12f por 153.000 as 3 diárias com cafe da manhã e quarto com banheiro compartilhado. Bem localizado e gostamos muito desse hostel. Sobre Cartagena, o legal é a cidade murada, acho que vale a visita, porém nada de muiiito especial. Ha todos os relatos que li falam pra ficar em Getsemani, mais acho que vale a pena pegar um hostel dentro da muralha. Vi vários e são muito legais e acho que ficar la dentro tem seu encanto. Sobre o mar e a praia, realmente Playa blanca é linda mais tivemos azar no passeio de barco. Bogota - dia 14 (terça) resolvemos pegar o ônibus e ir para bairro Usaquem passear meio sem rumo. Descemos e fomos nos guiando pelo google maps e fomos caminhando e nos perdendo e nos achando, fomos caminhando em direção a zona T e acabamos no Andrés Carne de Res DC onde almoçamos. Bem legal, ambiente show porém meio caro. Mas vale e visita. Depois paramos num mercado Exito para ver se tinha algo diferente, ai compramos cafes Juan valdez. No Exito é mais barato que qualquer lugar. Após pegamos um ônibus e voltamos para candelaria. Curtimos a noite por lá. Bogota - 15 (quarta) fomos novamente explora a candelaria e dar aquela passeada bem light, comprar umas lembrancinhas na carrera 7 e comer o que tínhamos vontade e gastamos nossa última grana pq amanha cedo será nosso voo de volta. Bogota - 16 (quinta) acordamos cedo, pegamos metro e fomos para aeroporto pegar nosso voo para SP. OBS: desculpe se alguma foto esta fora de ordem, mais é meio chato e complicadinho fazer as postagens aqui... Sobre alguns gastos: passagens: Latam - florianopolis a bogota (ida e volta) 1899,83 reais voos internos pela viva colombia: Bogota - medelin - 107,98 reais Medelin - cartagena - 85,77 reais Cartagena - bogota - 194,72 reais Seguro viajem pela Real seguros, custou 190,00 para duas pessoas. A cotação fiz por aqui, mas na internet tem varios sites de busca. https://www.seguroviagem.srv.br/?agency=505 Hostel: Bogota SC house - 247,72 reais - 3 diárias Medelin Panela hostel 2 - 237,00 reais - 4 diárias Cartagena Hotel Marlin - 542,00 reais - 5 diárias Bogota Iku hostel - 167,00 reis - 3 diárias Além disso levamos em torno de 2000 reais para gastos com alimentação, transporte e ingressos e foi o suficiente.
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