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  1. Pessoal, Como forma de retribuir o que li aqui, trago o meu relato, com as minhas visões, para auxiliar quem for visitar a Colômbia em breve. Passagem/Transporte Legenda: BOG - Bogotá / SMR - Santa Marta / CTG - Cartagena / ADZ - San Andres Pela Avianca: 18/08 RIO>BOG 19/08 BOG > SMR 1/9 ADZ > RIO (com escala em BOG) Para esses trechos da Avianca, paguei quase R$ 1.700,00. Paguei meio caro, pois eu estava monitorando a passagem antes e esses trechos estavam a R$ 1.500,00 e já vi gente pagando até menos que isso. Pela Viva air (antiga Viva Colombia) 25/08 CTG > ADZ Para esse trecho, paguei USD 57,33, na tarifa Super, que dá direito à fila rápida e bagagem despachada de 15Kg. A tarifa mais básica só dava direito a 6kg de bagagem de mão. As tarifas dessa cia, para o voo de 8h57, eram sempre as mesmas, pelo menos nas vezes que eu consultei (que foram várias rs). Para o trecho SMR > CTG, fui via terrestre, pelo serviço porta a porta*, pagando COP 50.000 pela Marsol (whatsapp +57 319 7601810). Recomendo muito o serviço! A van é bem nova e o ar condicionado funciona bem até demais (ficamos até com frio, mesmo em Santa Marta e Cartagena estarem um calor infernal). Cotei várias empresas de transporte e todas apresentavam um preço maior que esses COP 50 mil. *Várias empresas oferecem esse tipo de serviço, que te leva da porta do hotel de Santa Marta para o de Cartagena. Porém, o serviço que a Marsol faz não é exatamente porta a porta. Eles te pegam no seu hotel em Santa Marta mas te deixam em pontos específicos em Cartagena (não é bem na frente do hotel), dentro da rota da van. Eles dizem que você negocia com o motorista, vendo qual ponto da rota fica mais perto do seu hotel. No meu caso, me deixaram a 5 minutos andando de onde fiquei em Cartagena, achei que valeu a pena. Resumindo, paguei de transporte por volta de R$ 2.000,000, considerando todos esses trechos. Eu poderia ter comprado tudo pela Avianca, mas pegando esse trecho pela Viva Air me economizou uma graninha. Quando vocês forem fazer as suas cotações, considerem todas os arranjos possíveis para ver qual será o mais barato. Em relação ao voo da Avianca, não tenho o que reclamar, com exceção do voo de BOG para o RIO, que atrasou e nos deixaram dentro do avião com o ar condicionado desligado por cerca de meia hora antes de decolar. Em relação ao da Viva Air, achei tudo bem tranquilo, mas fui com receio já que os relatos aqui no Mochileiros são os piores possíveis para essa companhia. Não tive problemas, mas até porque tomei alguns cuidados. Quando for comprar a passagem, reparei que eles estavam me cobrando a escolha de assentos, impressão de cartão de embarque no aeroporto e outros são serviços adicionais PAGOS. Você tem que limpar a seleção que o site te faz te cobrando a mais, para que chegue à tarifa que você viu inicialmente. Se você chegar no aeroporto sem o cartão de embarque, vai ter que pagar uma taxa bem alta para imprimi-lo. Sugiro que, se você estiver em Cartagena, peça para seu hotel imprimir ou vá até um local que imprima (tem vários lá, eu mesmo paguei 500 pesos pela impressão). Outra coisa importante é a quantidade de bagagens. Quando eles falam que é UM artigo de bagagem de mão é só um mesmo! Não apareça com uma mala e uma mochilinha pois você vai ter que pagar adicional. Em relação ao tamanho da bagagem, as minhas estavam comportadas. Então, não pediram para eu colocar no modelo deles para verificar se a bagagem está fora do padrão deles. Caso estivesse, pagaria mais por isso. Câmbio Esse foi um dos pontos de mais atenção da viagem, considerando que o real anda muito desvalorizado pelo mundo afora. Quando viajo, para economizar, utilizo sempre o dinheiro vivo para realizar os pagamentos, já que as outras opções nos trazem um IOF maior (cartão de crédito, travel money etc), caso o dinheiro acabe, uso o crédito, como emergência. No caso da Colômbia a dúvida era: levar real ou comprar dólar aqui e levar pra trocar lá?. Para tomar essa decisão, consultei um site de casa de câmbio que mostra as cotações dessas duas moedas para peso colombiano (COP) em tempo real, esse: cambiosmultidivisas.com.co. Quando vi, o dólar estava mais barato que hoje (R$ 3,87) e valia mais a pena levá-los em detrimento do real, mesmo com duas trocas de moeda. E assim o fiz. Comprei US$ 1.000,00 e troquei US$ 800,00 (se eu precisasse de mais, trocaria os US$ 200,00 em San Andres) a uma cotação de 2.770 COP cada dólar, o que me gerou COP 2.216.000. Troquei o dinheiro na New York Money, no Avenida Chile Shopping Mall (ou Avenida Chile Centro Comercial y Financiero). Nesse shopping tem váááárias casas de câmbio, vale a pena entrar de uma em uma para perguntar a cotação da moeda que você está levando. Uns amigos meus estavam somente com reais e conseguiram a cotação de COP 670 por real, em uma outra casa de câmbio (a que eu troquei nem reais aceitava). Ou seja, trocando os dólares que comprei a R$ 3,87 cada um, isso me gerou uma cotação de 716 COP por real, superior aos COP 670 que eu teria por real se eu tivesse levado a nossa moeda. De toda forma, sempre faça os cálculos antes de levar. Hoje mesmo, como o dólar subiu muito (papel moeda a R$ 4,29 aqui no Rio), tá compensando levar reais mesmo. Chip Colombiano Para comprarmos o chip colombiano, tínhamos a indicação de ir a uma loja Claro também no Shopping Avenida Chile. Porém, depois de trocarmos o dinheiro, almoçamos e a loja fechou (era sábado e a loja fechava 17h). Encontramos outra loja, bem maior, na mesma avenida desse shopping, descendo-a um pouco. Lá, conseguimos obter os chips ao apresentar nosso passaporte. Pagamos COP 29.000 pelo chip e por um plano de 1Gb por 15 dias, com Facebook, Whatsapp e Twitter sem consumir nada do pacote. No final da viagem, sobrou saldo no meu pré pago e eu ainda ativei um pouco mais de internet pois os meus 1Gb haviam acabado. Vale lembrar que o chip funcionou bem em toda a Colômbia. Só senti uma variação negativa no sinal quando cheguei em San Andres, mas, mesmo assim, correspondeu às expectativas. Hospedagem (Booking) Bogotá: Hotel Casona Del Pátio (uma diária) - COP 138.375 em quarto privativo para 3 pessoas. Em função de termos viajado no dia, optamos por um lugar um pouco mais caro para relaxar. Gostei do hotel, a localização é excelente, no bairro Chapinero, a poucos passos do Shopping Avenida Chile. O café da manhã é bem simples, você tem que escolher as opções possíveis no cardápio e a atendente traz para você. O chuveiro é quente (essencial para o frio de Bogotá) e os atendentes são bem atenciosos. Santa Marta: La Sierra Hostel (três diárias) - COP 270.000 em quarto privado para 3 pessoas (duas camas estão em beliche). O hostel tem uma estrutura boa, uma piscina ótima e um ar condicionado potente. Como pontos negativos, considerei o café da manhã (só poderia comer UM pão, UM ovo, UM iogurte e um pouco de cereal). Nós mesmos preparávamos o café da manhã, já que o ovo oferecido estava cru, o que não considero um problema. Além disso, o ar condicionado do meu quarto pingou água nos dois últimos dias. Uma das recepcionistas (não foi nenhuma das duas que citarei mais à frente) disse que ia chamar alguém para resolver mas isso não aconteceu até o fim da nossa estadia. Além disso, achei que o varal do hostel poderia ser maior. Outro ponto negativo foi que, no primeiro dia, havia uma música muito alta do lado de fora e mesmo o quarto sendo meio distante da rua, a gente conseguia ouvir o barulho, além de ouvir a conversa do quarto ao lado. Como pontos positivos, destaco as recepcionistas Manuela e Carolina, sempre dispostas a nos ajudar e, muito simpáticas, nos deram várias dicas!! As camas eram grandes (cama de viúva) e a escada para a cama de cima da beliche era bem segura. O quarto parece bem menor nas fotos do que realmente é, foi uma surpresa positiva. O ar condicionado funcionava muito bem. Apesar de ter pingado, gelava em pouco tempo, essencial no calor infernal de Santa Marta. Cartagena: Santa Cruz Hotel (três diárias) - COP 442.800 em quarto privado para 3 pessoas. Foi uma odisseia encontrar uma hospedagem com preço bom e localização perto de tudo, para quarto privativo para 3 pessoas, em Cartagena e San Andres. Esse hotel fica muito bem localizado, dentro da cidade amuralhada (recomendo que fiquem nela, achei fora dela meio inseguro). Dias antes da viagem, fiquei achando que esse hotel não existia pois a reserva que fiz no Booking previa um pré-pagamento do valor total, coisa que não aconteceu. Chegamos lá e pagamos tudo na hora, em COP. De todos os hoteis, acho que esse foi o melhor. Boa estrutura, corredores cheio de plantas, café da manhã "a la carte", no mesmo esquema do de Bogotá. No quarto, havia espaço para cinco pessoas, pois havia uma cama de casal, uma de viúva e uma beliche. O banheiro era ok, apesar do box ser "cortininha", que acabava deixando o banheiro bem molhado. San Andres: Posada J & J Forbes 2 (sete diárias) COP 1.249.500 - Essa pousada diz na propaganda que é a "sua família em San Andres" e quando cheguei lá entendi o motivo: a "pousada", na verdade, fica numa vila onde há vários apartamentos que moram nativos de San Andres. Algumas acomodações são oferecidas para serem alugadas. Fomos recepcionados pelo Sr. Mário e pela Sra Salvadora, responsável pela limpeza, ambos extremamente simpáticos. Como ponto positivo, destaco as instalações do quarto, pois me parece que o tudo foi reformado recentemente já que está tudo bem novo. A localização é excelente! Cheguei lá andando do aeroporto (economizei COP 15.000 de táxi) e o centrinho comercial e a praia também ficam a menos de 5 minutos andando. Como pontos negativos, destaco a quantidade de pessoas circulando pela área em comum. Ao longo do dia, vários adultos e crianças ficam circulando pelo condomínio e fazendo barulho. Acho que isso só não incomodou mais porque o quarto que ficamos era bem recuado e também porque à noite era bem silencioso. Outro ponto que pode ser negativo, é a ausência de café da manhã. Porém, a cozinha era relativamente bem equipada e tem vários mercados colados na pousada, então não gastamos muito para "desayunar" todos os dias. Todas as hospedagens nós pagamos em dinheiro (COP), não sei informar se recebem em cartão ou outro meio de pagamento. Dia 18/08 – Bogotá – Câmbio e Chip Chegamos e trocamos um dinheirinho pequeno na casa de Câmbio do aeroporto de Bogotá para o táxi. Vá na casa de câmbio do lado de fora do embarque. Lá, pegamos a cotação a COP 650 para cada real. Depois de trocar dinheiro, fui pedir um Uber (que é um serviço ilegal no país) com medo dos relatos de táxi que li por aqui. Porém, a experiência não foi boa, de toda forma. Veio uma motorista chamada Margoh, que ficou toda atribulada com medo dos policiais nos verem e nos "molestarem". Depois de termos entrado, ela nos vendeu a ida e a volta para a catedral de sal (passeio que fizemos no dia seguinte) por COP 250 mil, um valor muito acima de um Uber normal (que daria uns COP 150 mil). Para nos convencer a aceitar, ela disse que tinham muitos ladrões no TransMilênio dizendo que seriamos assaltados (Ônibus parecido com o BRT - do Rio - e o tubo - de Curitiba). Óbvio que não quisemos. Mas, para piorar, o celular dela desligou totalmente e não queria ligar de jeito nenhum. Como ela, nem nós (muito menos nós) sabíamos o caminho, foi um sofrimento até ela achar a pousada pois a numeração das ruas de Bogotá é super confusa. Na hora de pagar, pagamos COP 30 mil, em dinheiro (o uber tem essa opção lá também). Na estimativa, tinha dado 27, mas como o celular dela não ligava e dividir 30 para 3 é mais fácil para conseguirmos troco, pagamos 30 mesmo. Ao chegar em Bogotá, em pouco tempo, já senti os efeitos da altitude: dor de cabeça leve, enjoo e falta de ar. Ao caminhar, não poderia conversar pois me faltava ar. Esses sintomas foram melhorando aos poucos, mas realmente é uma sensação bem ruim. Depois do check in na pousada, fomos ao Avenida Chile Shopping para trocar o dinheiro, almoçarmos e compramos o chip colombiano, como já expliquei acima. À noite, descansamos para acordarmos cedo no dia seguinte pois iriamos à Catedral de Sal. Dia 19/08 - Catedral de Sal em Zipaquirá, saindo de BOG Para irmos, pegamos a linha 8 do Transmilenio, com destino ao Portal Norte (Portal Del Norte). Cada passagem custa COP 2.300. Na estação que pegamos (Flores, da linha azul), compramos o cartão com as passagens, pagando em COP no guichê. Pegamos o ônibus cheio, mas não entupido. Chegando lá, basta seguir a indicação para as linhas intermunicipais, onde você vai ver o ônibus indo para Zipaquirá (linha ZIPA), cuja passagem custa uns COP 5.300 (não lembro ao certo, mas é quase isso). O primeiro bus leva uns 25 minutos e o segundo, por volta de uma hora. As viagens foram tranquilas, com exceções da quantidade enorme de pedintes que entraram no TransMilênio (vou falar de um probleminha que tivemos com um pedinte no tópico de Santa Marta). Ao descer do bus, basta caminhar em direção à Catedral. Tem gente que pega táxi, eu não achei necessário pois não anda tanto e você vai conhecendo a cidade. Esse é o caminho de entrada na Catedral Ao passar por esse caminho, você compra o ingresso básico de COP 55 mil (valor para não colombianos). Esse ingresso dá direito a áudio guia (tem em português-brasileiro), a assistir um filme sobre a história da Catedral e a entrada na Catedral, obviamente. Quando fui, estava tudo muuuuito cheio (era um domingo). Então, pegamos uma fila relativamente grande para comprar o ingresso e outra, menor, para pegar o áudio guia. Ainda havia uma terceira fila com uns serviços adicionais, que não quisemos comprar. Após entrarmos, vimos que a Catedral é realmente bem linda e grandiosa. Com sal por todos os lados, o percurso da catedral mostra toda a via crucis feita por Jesus Cristo. Incluído no roteiro, há o que eles chamam de espelhos d’agua, que é uma piscina com espelho no fundo que causa uma ilusão de ótica bem legal! Há, também, um filme 3D que passa numa sala estilo cinema, contando a história da Catedral (em espanhol com legenda em inglês). Ao final dela, tem uma lojinha com artesanatos lindíssimos feitos de sal. Vejam as fotos! Fiquei abismado com o tamanho da coluna (eu sou aquela sombra ali rs) E as lindas artes com sal!!! Decidimos levar mantimentos para comermos pois talvez não desse tempo de almoçarmos (nosso voo para SMR era às 20h do mesmo dia). Porém, dentro do complexo da Catedral tem alguns restaurantes e no caminho da catedral até o terminal da linha ZIPA tem vários outros com preços bem convidativos (por volta de COP 12 mil). Se eu tivesse almoçado, teria escolhido algum do lado de fora pois estavam mais convidativos e tinham mais opções. Voltamos para Bogotá e pegamos um táxi para o aeroporto, pelo aplicativo Easy Taxi, já que a experiência do Uber não tinha sido boa. Não adiantou nada... O motorista não seguiu o GPS e ficou dando voltas com a gente pela cidade, pegando um caminho mais longo, ao invés de entrar na avenida que leva direto ao aeroporto. No final da corrida, ele ligou o GPS, mas continuou não seguindo o percurso ali. Ficamos com um pouco de receio, mas ele nos levou ao destino e cobrou uns COP 26 mil, mais ou menos o que daria mesmo. Mas que deu medo, deu... Fora que o trânsito de Bogotá é caótico, buzina por todos os lados e parece não haver uma regra como temos aqui. Fizemos reclamação no aplicativo mas de nada adiantou... não recebemos resposta nenhuma da avaliação/comentário que eu fiz. Chegamos em Santa Marta e pegamos um taxi até o nosso hostel. O preço é tabelado em COP 30 mil e pegamos o táxi oficial mesmo. A corrida foi tranquila (o aeroporto não é perto do centro), o carro estava em bom estado e com ar condicionado bom funcionando, essencial em Santa Marta já que, mesmo à noite, fazia mais de 30 graus. 20/08 - Santa Marta Decidimos andar por Santa Marta para conhecer a cidade e fechar o passeio do dia seguinte. A cidade em si é meio feinha, com vários pontos de sujeira e buracos nas ruas. A orla era até bonitinha. A água é de um azul escuro, tinham umas pessoas tomando banho mas nem dá vontade de entrar, mesmo com calor. Orla SMR Porém, assim que começamos a andar, esbarramos em um problema: o calor excessivo. Por conta disso, decidimos procurar logo o passeio do dia seguinte, almoçar num lugar com ar condicionado e ficar à tarde na piscina do hostel. Fechamos um passeio para o Bahia Concha, por algo em torno de COP 70 mil, com a entrada no parque incluída e "aluguel de snorkel" (vou falar disso mais à frente). Não me lembro o nome da agência. Em relação à comida, gostei bastante dos restaurantes de Santa Marta. Comi um arroz com camarões maravilhoso com batata frita por apenas COP 19 mil, no restaurante La Cucharita, na orla. Tem vários pratos bons, baratos e muito bem servidos. Jantamos lá duas vezes, recomendo! 21/08 - Santa Marta - Bahia Concha A van nos pegou no hostel com um atraso de uns 40 minutos e nos levou até o Bahia Concha. Pelo caminho, vi que seria, realmente, muito difícil fazer por conta própria pois passa por uma estradinha de terra bem acidentada e eu não vi transporte público por ali. Chegando lá, tem umas barracas na praia principal, onde o guia nos mandou deixar nossas coisas lá e seguir com ele para pegarmos o barco para fazermos o snorkel. Ele insistiu, apressadamente, para que deixássemos tudo lá e fossemos pegar o barco, mais à frente, para o tal passeio de barco e que ele olharia as nossas coisas. Um dos meus amigos não quis ir (até para não deixar as coisas sozinhas) e eu o outro amigo fomos. Pegamos o barco e chegamos na parte de snorkel. Lá, os "snorkels" eram, na verdade, apenas a parte de cima (óculos do snorkel) que ficava em uma bacia com sabão, onde as pessoas ficavam largando e deixando os "snorkels" que usavam. Era meio nojento... rs. Nessa parte, era obrigatório o uso dos salva vidas. O lugar era bonitinho, foi possível ver vários peixes e nadar um pouco naquela área, que era bem limitada. Voltamos de barco, ficamos mais um pouco na praia e voltamos. Meu amigo que ficou na barraca me disse que o guia não ficou de olho nos pertences de quem foi fazer o passeio de barco, ou seja, se sumisse algo já era! Como não ouvimos reclamações, supomos que ninguém teve nada levado, mas basta dar sorte ao azar... À noite, andamos pela cidade e jantamos no mesmo restaurante da noite anterior. Praia de Bahia Concha Parte do passeio de lancha para snorkel do Bahia Concha. Uma pena eu não lembrar o nome da agência, pois eu não recomendo nadinha esse passeio com eles. O guia era meio mal humorado e eu não entendia uma palavra que ele falava, parecia mais um dialeto do que espanhol. Fora o atraso de 40 minutos para buscar a gente. 22/08 - Santa Marta - Playa Del Ritmo No dia 21/8, perguntamos à Manuela, recepcionista do Hostel, sobre o que fazermos em Santa Marta além do Bahia Concha e do Parque Tayrona em si (optamos por não ir pois leva duas horas para chegar, além do transporte. Por isso muita gente recomenda dormir no parque). Ela nos indicou uma praia chamada Playa Del Ritmo, que tem um acesso pelo Hostel que leva esse nome. Esse hostel tem uma estrutura de bar, com mesas e cadeiras que você pode usar mesmo não sendo hospede. A única limitação por não ser hóspede é não pode usar as espreguiçadeiras que estão na areia. Você não paga nada para entrar e é obrigado a consumir alguma coisa. Lá eles servem almoço e tem várias bebidas. Para comer, pedimos a famosa limonada de coco (uma das melhoras da viagem, por sinal) e eu pedi um hamburguer de falafel com maionese de alho, que estava divino. Ah, o restaurante é vegetariano. Não lembro os preços, mas sei que não paguei mais de COP 30 mil por tudo o que consumimos. Para chegar lá, pegamos um ônibus na orla de santa marta em direção ao aeroporto, que custa só COP 1.600. Fui acompanhando no GPS e, quando estava chegando perto, pedi para o motorista parar. Depois que descemos, andamos uns 5 minutos até a entrada do hostel. Na volta é que rolou emoção... Entrou um pedinte no ônibus que o motorista não permitiu e mandou ele descer. Assim que ele desceu, o pedinte deu um chute na roda do ônibus. Nisso, o motorista pegou um porrete e desceu para dar no cara, que saiu correndo. Logo assim que o motorista voltou, o pedinte voltou também e ameaçou tacar uma pedra enorme no ônibus. Por sorte, ele não jogou a pedra e voltamos com tranquilidade depois disso rs. Interior do ônibus da ida Estrutura do Hostel Playa Del Ritmo Playa Del Ritmo Banho na Playa Del Ritmo Sei que minhas fotos não estão muito boas, mas vocês podem buscar melhores no site do hostel. 23/08 - Santa Marta - translado para Cartagena A van da MarSol chegou na hora combinada e embarcamos para Cartagena. O trajeto demorou umas 5 horas, porque pegamos um engarrafamento no caminho. Paramos uma vez para descanso/banheiro de uns 15 minutos em Barranquilla e mais uma vez porque teve um problema com a outra van da Marsol que estava junto. Quando vi que estava chegando, negociamos com o motorista em relação a qual seria o ponto da rota mais próximo para nós. Descemos e andamos cerca de 5 minutos. 24/08 – Cartagena Tomamos o café no hostel e fomos em direção ao Castillo San Felipe de Barajas. Da cidade amuralhada é possível ir andando para lá, apesar de ser uma caminhada de uns 20 minutos, que foi sofrida por causa do calor excessivo de Cartagena. Sugiro passarem no mercado e comprarem água, pois o risco de desidratação é alto. Recomendo também usarem boné/chapéu, pois o Sol castiga muito, mesmo dentro do Castillo. Pagamos uma entrada de COP 25 mil. A construção é bem bonita e dá pra ter uma visão ampla de Cartagena. Vejam! Pela nossa sorte, começou a chover e o clima ficou bem mais agradável. Porém, pelo que notei nas cidades que fui, as chuvas não duram muito na Colômbia. Chove mas logo para, o que é ótimo pois fica menos calor e não prejudica as nossas andanças pela cidade. Saindo do Castillo, almoçamos em um lugar qualquer e fomos andar pelo muro da cidade, terminando no Café Del Mar para admirar o mar e o por do sol (meio prejudicado pelas nuvens). Teve arco-íris sim À Noite, jantamos no D’Alex Restaurante, que tem algumas opções de refeições a COP 12 mil. Tem outras opções mais caras, mas só esse menu do dia já era o suficiente. Ficamos andando um pouco pela cidade para conhecer a graça de Cartagena à noite. Tem umas coisas meio sinistras... mas, em geral, a cidade é bem iluminada e graciosa. 24/08 – Cartagena – Bendita Beach Eu queria um dia de praia para relaxar, meus amigos preferiram ficar na cidade. Então, fui sozinho para a Bendita Beach, que é uma opção menos lembrada pelos turistas em função do seu preço e da distância (não é tão perto quanto a Playa Blanca, por exemplo). Paguei COP 150 mil (negociando) + COP 16,5 mil de imposto no porto pelo passeio. Inclui tudo o que está aí nessa foto de um panfleto que peguei de outra agência que também faz esse passeio. Não me lembro a agência que fiz, prometo que da próxima vez eu anoto direitinho rs. No dia do passeio, fui ao ponto de encontro indicado pela menina com a qual eu fechei o passeio e encontrei o representante da empresa para irmos à Muelle (tipo um porto de onde saem os barcos). Ele me levou lá, andando mesmo, me deixou na fila para pagar o imposto e foi embora. Apesar dele ter me deixado na fila errada, consegui me achar e encontrar onde seria a saída para quem iria para a Bendita Beach. Pegamos uma lancha de uns 50 minutos e chegamos lá na tranquilidade da Bendita Beach. Fomos cerca de 36 pessoas na lancha, que tinha capacidade de 45 pessoas. E só tínhamos nós na ilha toda. Lá tem opção de fazer snorkel, SUP e jet ski. Vou só mostrar as fotos... O almoço eu não tirei foto, mas você tinha que escolher entre frango e peixe, e vinha arroz branco ou com coco, saladas à vontade e um refrigerante. Eu achei suficiente, mas para quem come muito, talvez seja pouco. Na volta do passeio, andei pelas ruas de Cartagena, até à noite. Engarrafamento de charrete 25/8 Ida à San Andres Nosso voo era cedo (umas 9h), então chegamos bem cedo no aeroporto de Cartagena. O hotel pediu um taxi, que rapidamente nos deixou lá. Não lembro ao certo, mas a corrida custou cerca de COP 25 a 30 mil. Chegando lá, despachamos as bagagens na Viva Air (Viva Colombia) e pagamos a taxa para entrar em San Andres (paguei para uma atendente da cia aérea). Essa taxa custa COP 108.600 mil e é obrigatória para todos que forem ficar mais de 24 horas em San Andres. Interior do avião da Viva Air Chegando em San Andres, fomos andando do aeroporto para a pousada que ficamos. Deu uma caminhada de uns 10 minutos, basta atravessar o estádio que fica em frente ao aeroporto. Depois de fazer check in na pousada, almoçamos num lugar qualquer e fomos andando para a praia, doidos para ver os tons de azul. E, realmente, é estonteante. Ficamos lá até o fim do dia. Passeamos pelas lojas da ilha e compramos as sapatilhas para andarmos nas pedras sem nos machucarmos e o snorkel para vermos embaixo d’agua. Paguei COP 12 mil pelas sapatilhas mais simples e COP 28 mil pelo snorkel da Intex. Pesquisem bastante, pois tem muitas lojas vendendo esses itens bem mais caros. Uma coisa curiosa é que os colombianos não usam sunga na praia. Todos (ou quase todos) os que estavam de sunga eram brasileiros. Inclusive, quando voltamos da praia, andamos pela parte comercial da ilha só de sunga e todo mundo ficou olhando como se fossemos extraterrestres. Até uns peões de obra ficaram mexendo com a gente (todos homens), depois disso, tivemos um aperitivo do que as mulheres passam no Brasil quando passam em frente a uma obra. 26/8 – Volta à Ilha de Mula. Alugamos uma Mula (um carro da Kavasaki) para dar a volta à ilha por COP 170 mil. Esse carrinho tinha espaço para umas 5 pessoas confortavelmente, mas vi alguns andando na ilha com muito mais que isso. Fora isso, ainda tinha que devolver o carro com o tanque cheio, que deu COP 16 mil, ao final do passeio. O trânsito na parte mais movimentada da ilha é bem bizarra, são muuuitas motos (transporte mais popular de San Andres), onde eles buzinam para tudo, não usam capacete, não tem limites para colocar pessoas em cima das motos e os retrovisores são artigos opcionais. Nas vias maiores (nas pontas das ilhas) tem bem menos motos e o trânsito é mais tranquilo. Além dessas mulas de 5 lugares, ainda tem a opção de alugar mulas de 2 lugares, motos e bicicletas. Estradas mais tranquilas em volta da ilha I love San Andres, um dos locais que paramos para fotos Outra parada obrigatória é o West View. Paga-se COP 5 mil para entrar lá e você ganha um pãozinho para dar para os peixes. Lá você tem um trampolim, um pequeno toboágua e a opção de fazer o mergulho com capacete (AquaNautas) e tirar uma foto com uma estátua de Poseidon, que fica pregada no fundo do mar. Esse mergulha custa COP 100 mil por 25 minutos. Eu não fiz pois achei caro demais por pouco tempo. De toda forma, tive um certo contato com Poseidon... Brincando com os peixes Meu contatinho com Poseidon Lá é meio muvucadinho, sugiro chegarem cedo para aproveitar bem e pegar o local mais vazio O West View tem restaurante dentro, serve comidas, bebidas e aluga colete salva-vidas (COP 5 mil). Do lado de fora também tem algumas opções de restaurante, vale a pena cotar cardápios e valores para decidir onde vão comer (se forem comer por ali). Um lugar que geralmente fazem na volta à ilha é o La Piscinita, que fica do lado de West View. Mas como fizemos esse passeio no domingo, a Piscinita estava fechada. Porém, li um relato que fala que o West View tem muito mais coisas que lá e que seria perder tempo fazer um lugar tão igual ao outro. Passamos pela Cueva de Morgan, e por um Museu onde tem umas dançarinas, mas não nos interessou entrar. Fomos até o Hoyo Soplador, mas não tivemos a sorte de pegar ele soprando. Lá no Hoyo, inclusive, que ouvi relatos daqui dizendo que os donos dos bares querem cobrar estacionamento por você parar o carro lá. Então, quando você for, estacione o carro um pouco mais à frente, para evitar esse abuso dos donos dos estabelecimentos. Voltando, passamos por algumas paisagens e fomos tirando fotos: Passamos também pela Playa San Luis, mas é bem sem gracinha, nem deu muita vontade de entrar. 27/08 e 28/08 – Praias do Centro O tempo fechou em San Andres... decidimos pegar as praias próximas para não gastar dia de passeio com tempo feio, considerando que ficaríamos sete dias lá. Ficamos na praia e chegou a chover em alguns momentos, parando logo depois. Apesar de ter parado, o tempo não abriu. Quase não tirei fotos... Nesse dia, encontramos um grupo de brasileiros de Fortaleza que tinham feito um passeio de lancha privativa. Eles disseram que, mesmo com tempo feio, foi bom pois lá no meio do mar San Andres continua sendo bonito. Pegamos o contato do dono da lancha (Diego Olsen Whatsapp +57 318 3762841) e fechamos com ele por COP 830 mil, com condutor e gelo incluído. A embarcação foi essa, chamada de ponton: A embarcação suporta 15 pessoas, porém, estávamos em um grupo de 10 pessoas. Nesse mesmo dia, à noite, o Diego foi até a nossa pousada e recebeu metade do valor, como sinal, e me mostrou onde era o ponto de encontro para o dia seguinte, onde sairíamos com a lancha. Algumas pessoas do meu grupo estavam fechando com o Diego o passeio do Parasail junto com Johnny Cay (ilha pertinho de San Andres), que ele fez por COP 145 mil + 5 mil de imposto de entrada em Johnny Cay. Eu não fechei, não quis ir no parasail, apesar de talvez estar arrependido até agora... rs 29/08 – Passeio de Lancha Privativa – Acuário, Arraias e muito mais Chegamos no ponto de encontro e Diego nos apresentou ao condutor da lancha. Vimos que a lancha era bem confortável, com assentos acolchoados, tudo bem novo. Tinha espaço para colocarmos nossa comida/bebida, que compramos no mercado no dia anterior. Pagamos a diferença ao condutor. Para a nossa felicidade, o Sol apareceu com força o que ajudou para que o dia fosse o melhor da nossa estadia em San Andres!!! Vejam as fotos!! Essa cor de água chega a dar raiva Ilha do lado do Acuário Arraias... Me cagando de medo das arraias https://vimeo.com/288555840 Video incrível do acuário https://vimeo.com/288556520 Vídeo da piscina-mar em San Andres https://vimeo.com/288556833 Nadando com os peixes 30/08 – Johnny Cay A ilha de Johnny Cay fica bem perto de San Andres. Você pega um barquinho de uns 20 a 25 minutos e já chega lá. Em geral, as pessoas fazem Johnny Cay junto com Acuário, mas como o Johnny estava fechado por 3 dias e só reabriu dia 30/08, fizemos ela isoladamente. Para ir, usamos os serviços da Cooperativa Multiactiva de Transporte Marítimo, ela fica na orla, na altura da praia, sentido boate Coco Loco (tem no google). Vejam a lista de preços deles: O preço só para Johnny Cay é de COP 15 mil + COP 5 mil de imposto que se paga para entrar na ilhota. Paga-se tudo no guichê da cooperativa e eles te dão uma guia que você tem que guardar para apresentar quando chegar à ilha. Chegando lá, não tem nada de muito surpreendente, ainda mais para quem passou por tanta coisa linda no dia anterior. O ruim é que a ilha estava extremamente lotada e não parava de chegar barco cheio de gente. Lá, tinham umas barracas para ser alugadas a COP 40 mil e o almoço custava COP 30 mil (decidimos não almoçar na ilha e voltar no barco de 13h). Além disso, tinha banana boat a COP 10 mil (é um passeio bem curto, mas vale muito a pena pois não é caro e você se diverte). Lá tinham várias iguanas sem medo de humanos E um amiguinho loiro... É lindo, mas lotado demais Ainda tinha uma pedra para tirar foto. O difícil foi conseguir exclusividade e uma foto “sem populares” rs Na volta, ainda pegamos um toró dentro do barco Deu medo, mas até assim esse mar é lindo Na volta, comemos no Kirikiki, tipo um KFC de lá. Preferi pois paguei COP 16 mil por um combo com refrigerante contra os COP 30 mil sem bebida lá de Johnny Cay. Vejam a cara dos pratos e os preços. Compras Em relação a compras, achei San Andres um pouco caro. Só os perfumes (alguns) estavam um pouco mais baratos. Como exemplo, comprei um 212 Sexy man 100 ml a COP 158 mil, que dá uns 236 reais. No Brasil, tá bem mais caro. Porém, cuidado com as falsificações! Lá tem lojas que vendem perfumes com o mesmo cheiro, “inspirados” nos mais famosos. Lá vendia One trillion (similiar ao one million), 717 (similar ao 212)... Eu senti o cheiro e era exatamente igual. Mas como é bem mais barato, alguma coisa de ruim deve ter rs. 31/08 – Volta à ilha de bicicleta Em função de termos muitos dias em San Andres e pela ilha ter só 25 km² de área, decidimos fazer a volta a ilha de novo, explorando outros cantinhos. Alugamos uma bike a COP 20 mil de 9h até 19h com uma senhora chamada Iris, que fica nas imediações da orla, perto da Lanchonete Sandwich Qbano. De bike a gente começa a reparar mais em coisas que passam batido Bem do lado do West View, tem um restaurante/bar chamado Reggae Roots, que tem uma estruturazinha de cadeiras, trampolim e acesso ao mesmo mar que West View, servindo almoço de frango (COP 25 mil) e peixe (COP 30 mil) com refrigerante a COP 5 mil. Se você consumir qualquer coisa, não precisa pagar nada. Deixamos as bicicletas lá, curtimos o local, descansamos e retomando nossa pedalada. Fomos de novo no Hoyo Soplador e ele seguia soprando fraco e não fazendo aquele efeito de soprar água do buraco. 1/9 – Volta para casa Nosso voo era às 17h, então tivemos bastante tempo para aproveitar a cidade ainda. Eu preferi ir em um restaurante melhorzinho, já que ao longo da viagem acabei optando por comer onde tivesse oportunidade. Meus amigos preferiram curtir um último dia da praia do centro, que estava assim: Já eu, fui atrás de um restaurante legal e encontrei o La Bong Del Sinu (ele fica entrando em umas ruas na altura do movimento que tem perto do quiosque do juan valdez, na praia). Lá, pedi um arroz com cerdo (porco) que tava bem temperado. O prato acompanhava aipim (mandioca) e uma torta doce de plátano (banana), que eu não gosto. De entrada, tinham os famosos pantacons, que acompanham várias (quase todas) as comidas colombianas. Pantacons são bananas verdes fritas que tem gosto de batata. Para beber, escolhi uma maravilhosa limonada de coco. Tudo isso por menos de COP 40 mil. Fui ao aeroporto para ir embora, fui no guichê da Avianca, despachei as bagagens e imprimi o cartão de embarque (eles não cobram como a Viva Air rs). Aproveitei e vi a cotação de moeda na casa de câmbio de lá: horrível! Cada real estava dando 570 pesos (conseguimos 670 em Bogotá) e cada dólar dava 2620, contra 2770 em Bogotá. No avião, fiquei no lado direito, na janela e pude me despedir de San Andres com uma vista aérea. Hasta luego, San Andres. E é isso! Me desculpem qualquer erro de português e os esquecimentos. Se tiverem alguma dúvida e eu puder ajudar, me avisem! Bjos
  2. Sempre que falo que viajei 5 países na América do Sul com menos de 800 reais, acabo gerando aqueles olhares de dúvida, tipo, ou esse cara é louco ou mentiroso. Vou te mostrar que é possível você fazer o mesmo com um pouco de coragem e planejamento. Primeiro explicando um pouco do meu estilo de viajante, sempre gostei de viajar sozinho e durante mais de uma década estou explorando esse mundo, tendo dado uma volta ao mundo por terra sem utilizar avião, cruzado o oceano Atlântico em navio de carga, escalado dezenas de montanhas e explorado todos os extremos da América do Sul. Foram 5 expedições, 25 países, mais de 110 cidades visitadas em cerca de 408 dias na estrada. Mais de 70.000 km rodados por superfície, sendo 15.000 desses km rodados em mares e rios amazônicos. Quebrei bastante a cabeça até desenvolver essa fórmula para viajar gastando muito pouco. Assista o vídeo da expedição Extremos América do Sul onde gastei muito pouco para fazer Vou descrever nesse artigo os seguintes temas, espero que você consiga tomar coragem e partir finalmente para sua grande aventura: 1. Tripé dos gastos em uma viagem 2. Como ganhar dinheiro enquanto viaja 3. Vale a pena viajar a América do Sul? Quanto eu gastei realmente nas minhas viagens pela América do Sul? Eu fiz 3 expedições pela América do Sul em baixo orçamento, quero citar aqui 2 delas: Expedição poeira e Expedição Extremos América do Sul. Na expedição Poeira, eu consegui fazer 5 países em 22 dias, gastando 780 reais. Na expedição Extremos América do Sul, fiz 7 países em 150 dias, gastando 5.800 reais. Se você fizer a conta verá que nas duas expedições o meu gasto diário rodou em torno de 35 reais. Como fazer para gastar pouco assim? Vamos falar de algo que eu chamo de tripé dos gastos de viagem. Basicamente os custos de um mochilão se fixam em 3 pilares: Transporte, alimentação e hospedagem. Você conseguindo enxugar os custos nesse tripé, reduzirá muito o quanto você gastará na sua viagem. - Transporte Faça as contas, dependendo do vôo, um trecho de avião aqui pela América do Sul já gasta mais que eu gastei na viagem inteira. Esqueça avião se você deseja viajar com baixo orçamento, essa é a dica número 1. Essa é a parte do tripé que mais pesa, você precisará se esforçar para viajar gastando pouco com transporte, mas não é nada impossível e com um bom planejamento é possível viajar sem gastar nada. Basicamente nas minhas viagens eu uso bastante ônibus e pego carona. Carona você consegue arrumar hoje em dia via redes sociais, nos hostels e no clássico levantando o dedão na estrada. V80304-115248.mp4 Já peguei carona muitas vezes sem problema e já fiquei horas e horas na estrada tentando sem sucesso. Na Argentina foi super fácil e no Chile super difícil, é tudo uma questão de paciência e tentativas e erros. Acabei viajando com amigos dividindo o valor do aluguel de carro, na caçamba de caminhões, em carros chiques e em ônibus de turismo. - Alimentação Essa é a parte que eu me orgulho de dizer que gasto o mínimo possível, deve ser por isso que perdi 22 kilos em 150 dias de viagem. Para gastar pouco com alimentação não tem segredo: Comprar comida no mercado e cozinhar no hostel. No Chile a comida mesmo no mercado estava muito cara, só reduzir as expectativas e mandar ver: Sopinha de tomate com cenoura. Eu tenho a vantagem de acampar muito em minhas viagens, em 150 dias de viagem, passei quase 40 dias acampado e quando eu estou acampando é basicamente arroz branco com alguma proteína barata como ovo e um temperinho. Acaba-se gastando muito pouco, nesse vídeo abaixo fiquei 1 semana acampado e me alimentando de arroz com alguns itens que ia encontrando pela mochila e pelo caminho. V80321-120347.mp4 Minha receita mais barata e que mantém meu corpo funcionando o dia todo de forma saudável é: Frutas como banana e maçã no café da manhã e eu fazia 2 sanduíches com pão, tomate, abacate e ovo cozido. Eu gasto em torno de 8 reais por dia com alimentação ( Café da manhã, almoço e jantar ). Uma dica é procurar hostels que já tenha café da manhã, encontrei lugares que valia muito a pena se entupir de comida do hostel e depois passar o dia sem comprar nada para comer. Ainda vou dar mais uma dica para você se alimentar bem e ainda ganhar um dinheiro com isso, isso lá no tópico sobre como ganhar dinheiro na estrada. - Hospedagem Hoje em dia temos tantas opções de sites e aplicativos que ajudam com hospedagem que posso quase que te garantir que você vai conseguir ótimas opções de hospedagem barata. O grande aplicativo que uso é o Booking, já encontrei muita pechincha no aplicativo que jamais encontraria andando e buscando lugar no boca a boca ( Faço muito isso também ). Se o aplicativo só está mostrando locais caros, vale a pena buscar da forma tradicional, andando e perguntando. Poucas vezes eu chego em uma cidade com hospedagem garantida, somente quando sei que vou chegar de noite ou em locais mais perigosos onde é melhor eu garantir pelo menos minha primeira noite. Uma dica que sempre dou é olhar os comentários dos usuários, eu particularmente sempre vou no mais barato que aparecer. O problema de escolher só pelo dinheiro é que você acaba se deparando com quartos como esse abaixo, se te mostro o telhado tu corre kkkk Eu acampo muito, em campings e em locais selvagens, livres de cobrança. Coachsurfing é uma ótima pedida, eu fiz bons amigos nessa categoria de hospedagem. O ideal é ir criando um perfil nessas redes e se engajar, dificilmente vão te aceitar sem um perfil já trabalhado, tente hospedar pessoas na sua casa antes de ir viajar, isso deixará seu perfil perfeito. Outra categoria bem diferente de hospedagem é fazer trabalho voluntário. Você pode usar sites como Workaway e Worldpackers, eu usei o Workaway para trabalhar na Europa com cavalos no inverno e em projetos de bio-construção no Brasil. Na América do Sul tive diversas oportunidades que os próprios amigos de estrada vão te indicando, se você está aberto a essa possibilidade, de vez em quando rola até alimentação nesses trabalhos voluntários. Agora, como ganhar dinheiro enquanto viaja? Sempre me perguntam como eu consigo ficar 150 dias viajando pela América do Sul ou 197 dias viajando o mundo, sou rico?? Longe disso, não é necessário ser rico para cair no mundo, minhas contas me dizem que é mais caro viver em SP do que viajar o mundo. Existem muitas formas de ganhar dinheiro viajando e vou falar algumas aqui que eu vi rolar e achei bem honesta a forma que encontraram de continuar viajando. Uma das mais interessantes é cozinhar no hostel. Junte um grupo, arrecade um pouco de dinheiro de cada um, compre os ingredientes no mercado e cozinhe para todos. Vi isso em muitos hostels ao redor do mundo, viajantes ganhando dinheiro cozinhando para a galera. Imagine você ganhando 2 reais por cada integrante do grupo, normalmente são 10 a 15 pessoas envolvidas. Um amigo meu que está viajando há 6 anos o mundo de moto, costuma parar em casas que faltam manutenção e se oferece para pintar a casa em troca de hospedagem. Ele diz: Olha, você compra uma latinha de tinta e eu pinto tudo para você, em troca eu posso acampar aí no seu quintal? Opções não faltam, eu já ganhei uns trocados dando aula de capoeira na praça, já vi fazerem isso com Yoga e alongamento. Já vi tatuadores trocando tattoo por comida, hippies vendendo sua arte nas ruas, fazendo malabares, entenda uma coisa: Tudo é possível quando se tem ânimo para ir a luta e trabalhar seu sonho. Mas, e aí? Vale a pena mochilar pela América do Sul ? Sou totalmente suspeito para falar, sou completamente apaixonado por esse continente, tanto que estou partindo em breve para minha 4° expedição por aqui. Só digo uma coisa: Ruínas incas, montanhas, desertos, praias, um povo simpático e câmbio favorável - Onde mais você encontra isso no mundo? Fiz uma palestra falando somente sobre isso, porque eu amo tanto a América do Sul, se você está em dúvida se deve ir ou não, peço que assista minha palestra e tire suas próprias conclusões, em breve no meu canal no Youtube, siga o canal para acompanhar os novos vídeos que vou colocar. Canal Trabalhe seu Sonho --- Espero que essas informações tenham te ajudado de alguma forma e fique à vontade para perguntar qualquer coisa, será um prazer te ajudar nesses primeiros passos da sua jornada por esse continente que eu amo tanto. Grande abraço e bons ventos!!
  3. Bom, depois de um tempinho afastada do mochileiros.com, voltei pra relatar minha viagem pra Colômbia. Hoje faz 4 dias que retornei de lá, então tenho informações atualizadas de alguns valores. Saí de Fortaleza com destino a Bogotá num vôo direto pela avianca, passagens compradas com milhas(10 mil o trecho, mas teve promoção de 8 mil , enfim...). Pela avianca vc tem direito a uma mala despachada de 23 kg e uma bagagem de mão. No avião serviram almoço e depois um lanche. No aeroporto de Bogotá encontrei meu namorado que vinha da Costa Rica e fomos trocar dinheiro, mas, no final das contas, só ele trocou, dólares, numa cotação de 1/2.650, a maior cotação pra real que encontrei no aeroporto foi 1/620. Tentamos chamar uber, mas a internet grátis do aeroporto(meia hora) não deu certo, então chegou um homem dizendo que era uber especial e faria 50 mil pesos até o hotel pra onde iríamos, meu namorado impaciente , fechou com ele. O hotel ficava a uns 15/20 min do aeroporto e a corrida de táxi custaria em torno de 25 mil pesos. Qdo chegamos no hotel o motorista ainda cobrou 10 mil a mais de taxa extra por era noite(pense na raiva!). Ficamos no Expo Suítes Parque Bavaria(150 reais/diária/casal) Bom staff, bom café da manhã, boa localização, mas não gostei do quesito limpeza. Dia seguinte, depois do café, pegamos o transmilenio(ônibus com faixa exclusiva, qse um metrô) e fomos para o Portal Norte, onde saem vans(5.400 pesos) para Zipaquirá de 10 em 10 min, onde íamos visitar a Catedral de Sal(57 mil a entrada, visita básica). Tivemos que comprar o cartão do transmilenio(5 mil pesos) para, então, carregar com passagens(2.300 cada). Dica: interessante baixar o app do transmilenio para poder localizar as estações(principalmente pra quem é todo independente, como meu namorado , e não gosta de perguntar às pessoas) pois dentro do ônibus não tem mapa e não são informadas as próximas estações. Enfim, do Portal Norte até Zipaquirá foi cerca de 1 hora. Chegando lá tem que caminhar um pouco até a Catedral, mas é tranquilo(olha que eu sou super sedentária!). Antes de ir pra Catedral, conhecemos a praça(lembramos da praça de Cuzco) da pequena cidade e tbm o Museu de Gabriel Garcia Marquez, com visita guiada, mas é um museu bem pequeno e bem simples. Bom, agora deu preguiça, rs. Amanhã anexo fotos e continuo o relato.
  4. Andressa Carneiro

    SAN ANDRES – JUNHO/2017 – 6 DIAS

    Como esse destino se popularizou entre os brasileiros e ficou mais acessível ($) acho que algumas informações com base na minha experiência de viagem podem auxiliar, principalmente, quem não está acostumado com viagens internacionais. Vou então tentar detalhar um pouco os procedimentos de imigração também. Antes de ir fiz umas pesquisas e tive que acessar vários blogs e sites para definir o roteiro, saber quanto e qual moeda levar, etc. Algumas informações estavam bem desatualizadas, principalmente, quanto aos valores dos aluguéis de veículos. Ah, uma coisa importante é entrar em contato com seu banco para solicitar autorização do uso do cartão internacional no período da viagem, além de consultar como estão as taxas para saque e compras no exterior para evitar surpresas. Com passagens e hospedagem não me preocupei porque comprei com a Agência Aventureiros de Nova Iguaçu. O pacote foi para o período de 03 a 08/06/2017 com hospedagem na Hosteria Mar y Sol. Ficou em US$ 902,55 = R$ 2.960,35 para duas pessoas (passagem, traslado e hospedagem com café da manhã). O hotel é afastado do Centro, uns 35 minutos de carro, isso foi ruim (se for possível, sugiro ficar no Centro), mas era bonito, a cinco minutos da praia Los Chaquitos e tinha traslado gratuito com ida para o Centro de manhã e retorno no final da tarde. A comida também era bem gostosa. O voo do Rio de Janeiro a San Andrés durou cerca de 8h20, com conexão em Bogotá (vale lembrar que não precisou de passaporte, mas se a conexão fosse no Panamá precisaria). Bastou levar RG com menos de 10 anos de emissão e certificado internacional de vacina contra febre amarela (foi uma exigência quando viajei, precisava estar vacinado há pelo menos 15 dias, então é bom sempre verificar com antecedência). No avião você recebe um formulário para declarar alguns itens da bagagem e a quantidade de dinheiro que está levando (foto abaixo). Posteriormente você entrega esse formulário preenchido quando desembarca e também preenche uma “tarjeta de migración”, com nome, sobrenome, identidade e data de nascimento. Essa tarjeta é solicitada novamente no retorno, então tem que guardar com cuidado. Já no portão de embarque vendem a “tarjeta de turismo” exigida no desembarque em San Andres. Custou 105.000 pesos por pessoa, pode ser pago com cartão, em dólar ou em peso colombiano. Na saída da ilha também solicitam essa tarjeta, então também guarde com cuidado. Bom saber que em comparação com o horário de Brasília o fuso horário tem diferença de 2h. Em San Andres é mais cedo. Com relação à quanto e que moeda levar, sugiro levar dólares do Brasil e trocar por pesos colombianos no aeroporto de Bogotá – tem várias casas de câmbio no aeroporto, então vale uma pesquisa antes para comparar os preços, eram bem diferentes de uma casa para outra. Comprei na que tem logo quando você passa para área de embarque, Alcansa S.A., saiu a U$1 = 2.700 pesos. Outra dica é levar ou comprar snorkels (cerca de 20.000 pesos) e os sapatinhos flexíveis que se usa muito lá para entrar no mar (de 12.000 a 15.000 pesos). Nas lojinhas do Centro é fácil encontrar. É bom comprar uns lanches no mercado para os passeios, tem praias que não possuem muita infraestrutura. Também sugiro levar uma bolsa impermeável ou com material plástico, para usar nos passeios de lancha e fazer as travessias pelo mar, isso vai proteger melhor seus pertences. Quanta às reservas de passeio, na recepção do hotel que fiquei era possível reservar, exceto o voo de parasail. Os preços não variam muito na ilha, mas sempre dá para negociar e conseguir um desconto. Caso seu hotel não reserve, sugiro a lojinha Sun Island, na Av. Colombia Frente Hotel Tres Casitas – contatos: (57) 312 232 5050 / 318 759 3375 / 317 751 2212 (whatsapp) / e-mail: [email protected] - lá que reservamos o voo de parasail e os funcionários são muito simpáticos. Agora, vamos ao roteiro. DIA 01 (SÁBADO) Chegada na ilha por volta de 17h20. Do aeroporto ao hotel que fiquei o táxi custou 35.000 pesos, mas tem hotéis no Centro que dá para ir andando do aeroporto. Chegamos no Hotel por volta de 18h, guardamos as coisas e pedimos um táxi para ir ao Centro. Custou 30.000 pesos a ida e 40.000 a volta. Essa era a média do preço cobrado pelo taxistas no trajeto hotel-centro-hotel. Por isso, achamos melhor alugar um transporte. Na ilha é comum o uso de motos, carrinhos de golfe e mules (um carrinho mais potente que o de golfe), os preços eram em média, 60.000, 120.000 e 160.000, respectivamente, para o aluguel das 8 às 18h. Lá as leis de trânsito ficam um pouco de lado, só vi policiais usando capacete e quando você aluga eles não te dão nenhum. Também é feita vista grossa se sua habilitação é pra moto ou carro. Então, dificilmente, alguém terá problema para alugar se quiser. Não vi acidentes, nem blitz, mas há muitos policiais circulando na ilha. Optamos por alugar uma moto no dia seguinte. Visitamos algumas lojinhas no Centro e compramos os sapatos flexíveis, snorkels, lanches. Achei as coisas baratas para um lugar turístico. A ideia inicial era irmos no Coco Loco, única boate da ilha. Mas ficamos muito cansados e só demos uma volta no Centro, que estava bem movimentado, com várias opções de bares e restaurantes. Paramos no Bocca de Oro – Av. New Ball, em frente a praça - que estava tendo reggae ao vivo, tem todas sextas e sábados. Comemos crema de lagosta, que é tipo um caldinho, e um prato chamado Trilogia Del Sabor, que vem com carnes vermelha, de frango e de porco na chapa acompanhadas de arroz de coco e legumes refogados. Tava bom, amei o arroz de coco, o mais gostoso que comi foi nesse restaurante. Bebemos umas Coronas e água. A conta deu cerca de 110.000 pesos. Para quem prefere não jantar, tem várias opções de lanches na ilha, sanduíches e cevicherias, que também sai mais em conta. As principais cervejas além da Corona, que é em média 8.000 pesos, são a Club Colômbia, no mesmo valor ou um pouco menos, e a Aguila, que varia de 4 a 5.000 pesos. Então não é caro se embebedar na ilha.rsrs DIA 02 (DOMINGO) Tomamos café no hotel e pegamos a van do hotel para o Centro às 8h30 para alugarmos a moto. Conseguimos por 140.000 pesos, pegando as 10h e entregando as 18h do dia seguinte. Reservamos o dia para dar uma volta na ilha. Paramos primeiro na praia Cocoplum de onde você pode ir andando até a ilhota Rocky Cay. A entrada é gratuita, mas o estacionamento foi 5.000 pesos. É possível levar alguns pertences da praia até a ilha se você não for muito baixinho(a), a água fica no máximo até o peito, pelo menos no horário que eu fui, por volta de 10h30, mas tem armários que podem ser alugados no restaurante a 5.000 pesos. Fomos andando com a bolsa até a ilha e lá ficamos mergulhando com snorkels por um tempo, comparado aos outros lugares, não tinha tantos peixes, mas foi bem legal o primeiro contato com o famoso mar de 7 cores de San Andres. Voltamos depois de 1h e pedimos um petisco de frutos do mar e algumas cervejas no bar da praia. Deu cerca de 75.000 pesos. Depois seguimos até San Luis que tem diversos trechos de praia, paramos em uma que água estava bem clarinha e tranquila. A infraestrutura nas praias de San Luis é menor e nem sempre os quiosques estão abertos, alguns servem apenas drinks e cervejas. Em seguida, fomos ao West View. A entrada foi 4.000 pesos para cada um e lá é possível mergulhar num mar azul lindo e com muitos peixes. Na entrada você ganha uns pães para os peixes ficarem próximos, mas nem precisa. Tem um toboágua e um trampolim para a piscina natural, mas o acesso também pode ser por uma escada. Oferecem mergulho com cilindro e outros serviços no local. Lá que experimentei o drink famoso da ilha, o Cocoloco, que é um monte de cachaça, vodka e outras coisas que resultam numa bebida vermelha docinha. Os drinks custam entre 10 e 18.000 pesos, dependendo do lugar e do sabor. Depois fomos rapidamente ao Hoyo Soplador, paramos em uma parte que o atendimento era ruim e não foi dessa vez que conhecemos bem o lugar, só tiramos umas fotos da vista para o mar e saímos meio sem entender porque pagava para entrar. Pagamos 5.000 pesos pelo estacionamento, mas se tivéssemos consumido os drinks do local, não precisaria ter pagado. Aproveitamos o final da tarde para dar uma volta no Centro e ver uma lojas do Free Shop da ilha, algumas coisas estavam mais em conta que nos Free Shops do aeroporto de Bogotá e do Brasil, principalmente, eletrônicos, já outras estavam no mesmo preço. Vale visitar várias lojas antes de comprar porque os preços variam um pouco. Pode-se pagar em dólar, peso ou cartão na maioria das lojas. Fomos para o hotel e saímos a noite para jantar no Centro. Fomos no restaurante Café Café que fica bem movimentado, tinha até fila. Mas demos uma volta e logo a fila já havia acabado. O cardápio tem várias opções, mas as massas tinham sido recomendadas por algumas pessoas então comemos uns croquetes de peixe e o macarrão com camarão e com lula. Os pratos são individuais. Também experimentei lá a famosa Limonada de Coco, bebida maravilhosa e refrescante, sem álcool. Viciante! A conta deu cerca de 110.000 pesos. Valeu à pena. Tudo uma delícia. Recomendo. DIA 03 (SEGUNDA) Tomamos café e fomos ao centro reservar o jantar no La Regatta, um restaurante super famoso da ilha. É fundamental fazer a reserva porque ele realmente lota. Reservamos para a noite seguinte. É necessário ser pontual. Depois fomos até a loja Sun Island e reservamos o voo de parasail, que saiu a 150.000 pesos para cada um. Queríamos agendar para as 12 ou 14h porque falaram que era o melhor horário, mas só conseguimos para 16h. Então fomos conhecer a La Piscinita antes do voo. Na La Piscina há uma piscina natural nos mesmos moldes que no West View, mas estava com menos pessoas e o restaurante não vende bebidas alcoólicas. Lá também havia muitos peixes e o pão foi desnecessário de novo, levei até uma mordida no dedo, mas não foi nada demais, só um arranhão ardido (kkkkk). Em seguida, voltamos para o Centro. No caminho paramos num restaurante simples e dois pratos individuais, cervejas e refrigerante saiu por 30.000 pesos. Antes da refeição ainda serviram uma sopa de legumes, o que é comum por lá, apesar do calor de quase 40 graus. Suei horrores e descobri que pechuga não é costela, e sim peito de frango. Falha na comunicação... (é bom treinar palavras básicas em espanhol antes de ir, não é tão parecido com o português como a gente pensa! kkkk) Depois de almoçar paramos um pouco na praia Sprat Bright, no Centro, que é bem movimentada, mergulhamos um pouco, não tinha muitos peixes, e seguimos para o local de saída do passeio. O lado positivo do horário das 16h é que o barco foi vazio, só a gente e mais um casal. Pode ter até 16 pessoas e o voo é sempre feito em dupla. Você deve informar a diferença de peso com relação a seu acompanhante, eles te colocam no equipamento, você senta no fundo do barco, eles aceleram e você voa sem muitos problemas. O passeio é fantástico, visual lindo demais e você ainda pode se molhar no mar durante os míseros 10 minutos que duram o voo. Ao final, eles te puxam de volta para o barco e você aterrissa em pé. Achei o preço salgado e o tempo curto, mas sem dúvida, foi o passeio que nos proporcionou a vista mais incrível do mar e suas diversas tonalidades de azul e verde. Amei e recomendo! Depois fomos devolver a moto e pegamos a van para o hotel na Praça do Centro (foto) às 18h30. Jantamos no hotel mesmo (bem bom!) e tiramos a noite para descansar. Reservamos o passeio para o Acuario no dia seguinte. DIA 04 (TERÇA) – 06/06/17 Tomamos café e às 8h30 saímos para o Acuario. Foi 20.000 pesos para cada e na hora cobram mais 5.000 pesos de entrada. A van nos levou ao local de embarque, pegamos um barco que nos levou até a ilha em uns 10 minutos. Chegando lá, há duas ilhotas, uma conhecida como Acuario, porque é mesmo um aquário natural, com muitos peixes de diferentes espécies, e a outra, Haynes Cay, que você atravessa caminhando pelo mar, e lá há vários restaurantes. Acabou que ficamos só no Acuario e só vimos a Haynes Cay de longe, foi um ato falho porque entendemos que tínhamos que ter comprado ingresso para ir nela também, mas foi só um mal entendido (falha na comunicação de novo!kkkk). Há armários para guardar as suas coisas enquanto mergulha, mas deixamos no chão atrás de um quiosque como muitos estavam fazendo e foi tranquilo. Para atravessar também é possível levar suas coisas na mão, então o armário é opcional, o aluguel estava 8.000 pesos. Serviam almoço nos quiosques, mas compramos só cervejas e comemos os biscoitos que tínhamos levado, então nem tenho noção dos preços. Retornamos por volta de 15h30, apesar deles terem avisado que nos pegariam as 13h. Então não confiem nos horários, essas idas e voltas são bem desorganizadas lá. Optamos por alugar a moto das 16h desse dia até as 8h30 do dia seguinte, para irmos em outra praia de San Luis e jantarmos no La Regatta. Então fomos no mesmo lugar que reservamos o voo e fizeram o aluguel por 80.000 pesos nesse período. Depois que curtimos a praia de San Luis de novo (dessa vez fomos na parte que tem um bar do Bob Marley com as cores do reggae, mas estava fechado), passamos novamente no Hoyo Soplador. Dessa vez foi bem legal e entendemos o nome do lugar. Realmente tem um olho soprador na pedra (rs). Com as ondas um buraco na pedra sopra um vento forte, é bem divertido, sua roupa voa e as vezes sai até água, tem que ter cuidado. Em seguida, voltamos para o hotel, reservamos o passeio para Ilha de Johnny Cay para o dia seguinte e nos arrumamos para ir ao La Regatta. O lugar é simples, mas tem uma ornamentação fofa e o pessoal vai mais arrumadinho, algumas mesas ficam no deck, e ficamos numa dessas. Tem luz de velas e o cardápio é uma tortura com tantas opções que parecem deliciosas. Escolhi o risoto de camarão e meu marido um peixe com purê. Os pratos são muito bem arrumados, de comer com os olhos, e bem servidos apesar de não parecer nas fotos. Bebemos cervejas e pedi outra limonada de coco (divina!). A conta deu uns 144.000 pesos. Achei que valeu muito a pena e me arrependi de não ter deixado outro espaço no roteiro para comer lá de novo. DIA 05 (QUARTA) Tomamos café, fomos entregar a moto e seguimos para o passeio à Ilha de Johnny Cay. Foi o mesmo valor do passeio ao Acuario e Haynes Cay, 20.000 pesos. E também é necessário pagar a entrada de 5.000 pesos antes de embarcar. É possível fazer esses dois passeios no mesmo dia por 35.000 pesos, mas me indicaram fazer separado porque ficava muito corrido, então se tiver menos dias ou quiser incluir outros passeios pode juntar. Essa ilha tem alguns restaurantes, passeio de banana a 10.000 pesos (uma volta bem rapidinha) e a água é mais agitada e com menos peixes, comparado aos outros lugares que fomos. O aluguel de tenda e espreguiçadeiras foi 35.000 pesos, e havia cadeiras e guarda-sol a 25.000, mas já estavam ocupadas. Depois vimos que vai fazendo sombra na areia em alguns pontos, então se quiser economizar é só jogar a canga e ser feliz. O almoço custou 25.000 pesos para cada e tinha algumas opções. Escolhemos robalo sem espinha com arroz de coco e bananas fritas. Bom. Voltamos da ilha por volta das 15h30 novamente, compramos algumas lembrancinhas e ficamos na Sprat Bright de novo até dar o horário da van que nos leva para o hotel. Recomendo o sorvete do quiosque no início da praia (lado próximo ao Cafe Cafe), é bem gostoso e tem sabores exóticos. Reservamos o jantar no hotel de novo para descansarmos e arrumarmos as malas. DIA 06 (QUINTA) Tomamos café e a ideia era ficarmos na piscina, mas colocaram produtos de limpeza e ficou interditada. Decidimos então caminhar até a praia mais próxima do hotel. Foram cerca de 10 minutos e chegamos na praia Los Chaquitos. A areia estava bem suja, andamos mais um pouco em direção a um quiosque e melhorou. Tinha vários peixinhos e a água era azul bem clarinho. Tomei um Coco Fresa, drink com vodka, um pouco parecido com o Coco Loco, achei mais gostoso, e voltamos para o hotel, pois o check out era as 13h. Almoçamos no hotel. O táxi chegou para nos levar ao aeroporto as 15h, nosso voo era 17h55. Despachamos as malas e fomos andar mais um pouco na orla da Sprat Bright, paramos num restaurante para beber umas cervejas, limonada de coco e beliscamos um camarão com arroz de coco. A gente tinha acabado de almoçar, mas era clima de despedida de todos esses sabores (saudade!). Voltamos para o aeroporto e depois de ficarmos mofando sem entender nada, como todos os outros passageiros, nos informaram que nosso voo ia atrasar e perderíamos o voo de Bogotá para o Rio de Janeiro. Só tinha outro voo para o Rio às 22h18 do dia seguinte, ou seja, tivemos que dormir uma noite em Bogotá. A Avianca se responsabilizou pela hospedagem, traslado ao hotel e alimentação nesse período. Falam que isso costuma acontecer com certa frequência então é bom não ter compromissos próximos à data de retorno. DIA 07 (SEXTA-FEIRA) – BOGOTÁ Tomamos café no hotel e apesar de alguns transtornos e compromissos ameaçados, aproveitamos para visitar uns pontos turísticos em Bogotá. Pedimos um UBER (o app que usamos no Brasil funcionou normalmente) do Hotel Movich Buró 26 para La Candelaria, deu cerca de U$4,52 no cartão, a cotação do dólar estava R$3,44 nesse período, então ficou por uns R$15. O motorista era muito atencioso e foi nos falando da cidade e de alguns museus, nos orientou a tomar cuidado e pedir informação apenas para policiais, pois a cidade andava violenta (logo eu? carioca kkkk). Acabamos soltando próximo ao Museu del Oro, o ingresso estava 4.000 pesos, não entramos, fomos apenas numa galeria de artesanatos que tem em frente. Decidimos ir andando até a Plaza de Bolívar, onde ficam a Catedral Primada de Colombia, Palacio de Justicia e o Congresso de La Republica. Achei estranho o povo brincando com os pombos na praça (tem muitos!!), vendem até milho para os turistas atraírem os bichinhos e tirarem fotos com eles nos corpos (de onde eu vim pombo é rato com asa kkkk). Próximo, ficam vários cafés e lojas. Fomos andando até o Museo Botero e a Casa da Moeda de Bogotá, uns 5 minutos da praça e a entrada foi gratuita. Bem legal lá e tem um jardim fofo também. Tínhamos almoço no hotel às 16h30 e decidimos voltar quando era umas 15h, mas foi bem na hora de um dilúvio, que só serviu para complicar nossa vida. Não consegui pedir o UBER sem internet, porque as zonas de WiFi ficavam na chuva e tivemos que pegar um táxi, o motorista falava enrolado e disse que sabia onde era o hotel mas estava tendo uma manifestação de professores e estava tudo engarrafado, ele nos deixou num lugar que não conhecíamos a umas 20 quadras do hotel e tivemos que ir andando porque o trânsito estava interrompido. Foi bem estressante, mas chegamos bem, almoçamos, descansamos e seguimos para casa. Bogotá tem seu charme, valeu o pequeno tour e os artesanatos que comprei (lindooos!). Então foi isso, pessoal! Espero ter contribuído. Mais roteiros e dicas no Instagram @viajagora e na minha página do facebook: Sobre Lugares e Destinos (@sobrelugaresedestinos)
  5. Em Maio de 2017, passei 7 dias no Equador e 14 dias na Colômbia, e devo agradecer a galera daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também! Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no dia-a-dia por lá(até porque tenho péssima memória). Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais lá no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/ Colômbia O roteiro ficou meio bagunçado rs, comecei em Bogotá, apena 1 dia(poderia ter ficado mais 1, não mais que isso) e depois avião para Medellín, eu li que as estradas são bem ruins nesse trajeto, e levaria 13 horas, achei uma passagem pela Viva-Colômbia saiu por COP $150.000 pesos, compensou pois de ônibus ficaria quase esse preço. Então passei 3 dias em Medellín(o ideal seria 5!), minhas passagens para San Andrés tinham o trajeto Medellín > San Andrés / San Andrés > Cartagena(deveria ter ido direto pra Santa Marta), com isso passei 4 dias na ilha(achei tempo ideal), chegando em Cartagena já fui pra Santa Marta de van(fiquei 1 dia por lá) e depois Parque Tayrona(1 dia, seria melhor 2), então voltei pra Cartagena onde fiquei os últimos 2 dias(queira ter ficado 3), já que meu voo de volta sairia de lá. Dicas Gerais: Sobre gastos, eu levei dólares, achei que foi melhor pois consegui uma cotação boa no início do ano(R$3,21) e porque eu estava no Equador antes de ir pra Colômbia(a moeda de lá é dólar), mas pelo que vi os Reais tem boa cotação, nem pense em trocar nas casas de cambio dos aeroportos, ali tem as piores taxas. Gastei +ou- os $500,00 dólares que levei, com hospedagem/passeios/comida/transporte, fora as passagens para os trajetos internos que havia comprado antes de ir, os 3 trechos ficaram em R$400,00, achei que foi OK para 14 dias, poderia ter gasto menos, principalmente em Santa Marta/Tyrona, mas tudo bem, fiquei satisfeito com tudo. Ainda sobre dinheiro, a moeda na Colômbia é o Peso, e atualmente eles estão num processo de trocar as notas, então vc vai encontrar algumas antigas com as novas ao mesmo tempo, as antigas tem escrito "5.000" já a nova vai estar escrito "5 MIL", mas o maior problema são as cores não são iguais, então a nota de 2.000 velha não tem a mesma cor que a de 2.000 nova, pior!, ele vai ter a mesma cor da nota de 20.000 nova! isso gera muita confusão, então, sempre que receber troco, confira os valores, algum espertinho pode ter de dado troco errado "por engano". Sempre que chegar num aeroporto, você vai precisar passar por uma parede de pessoas tentando te oferecer táxi ou carro executivo, em todas as cidades que visitei me deparei com a mesma coisa, tente ignorá-los e encontrar a fila de táxis oficiais que tem do lado de fora, são mais seguros e às vezes até mais baratos, eles têm taxímetro(o preço você ver comparando o número que aparece no taxímetro com uma tabela que deve estar visível dentro do táxi). Em Cartagena principalmente, esse assedio com os turista é bem pesado, a dica que nos deram lá é "Nada é de graça!", pois muitos vendedores dão uma "amostra grátis" mas se você não comprar nada, precisa pagar rs, então não tenha medo de falar "no grácias", pois eles costumam ser chatos. Sobre a organização dos nomes das ruas na Colômbia, de inicio parece complicado, mas na real é bem fácil, as ruas estão organizadas em forma de "grade", existem dois "tipos" de nomes,as Calle, que são as travessas de leste a oeste(ou as ruas na horizontal se vc estiver vendo um mapa), e as Carrera são as de norte a sul(ou as ruas na vertical), e todas elas tem nome com números crescentes, tipo: Calle 1, Calle 2, Calle 3, se vc está na esquina da Calle 4 com a Carrera 6, é facil achar a Carrera 8, basta andar dois blocos em direção ao norte. Ainda sobre a localização, os endereços por lá costumam ser algo como "Cra. 50 #42-30", traduzindo, o lugar ficar na Carrera 50, depois da travessa com a Calle 42(no quarteirão depois que essas ruas se cruzam), no numero 30. Um outro exemplo, o endereço "Cl. 36 #53-43,", traduzindo, fica na Calle 36, na quadra depois da travessa com a Carrera 53, no numero 43. Parece confuso de inicio, mas quando vc acostuma percebe que fica mais fácil se localizar do que se as ruas tivesse nomes comuns. Bogotá Fiz o Free Bogotá Walking Tours, este é o do site Gran Colombia Tours. recomendo bastante, diferente do outro mais famoso(do site Beyond Colombia), que costuma ter muito mais pessoas, nesse éramos apenas 8, o que fez o passeio ficar bem melhor. Além de toda a parte histórica de Bogotá, tivemos também um "Tasty Tour", parávamos para experimentar as frutas e sucos típicos colombianos, paramos também numa loja que vendia tudo feito a base da folha de coca(site deles, gostei de lá), e no final numa cafeteria "gourmet" para ver o processo de preparo do café, recomendo bastante esse passeio. Depois do tour, fui no Museo del Oro(entrada por COP $4.000), vale a pena ir nele, assim que entrar, pergunte sobre o tour guiado(tem em inglês e espanhol), é algo que acrescenta em muito na experiência, tem muita coisa da história pré-colombiana pra aprender, vale a visita. Outro lugar bacana é o Cerro de Monserrate fui a pé para lá, e subi de funicular, a vista de lá é a melhor, além de ser um espaço bem tranquilo para passar um tempo. Medellín O aeroporto fica bem longe da cidade, umas 2 à 3 horas de viagem, táxi ficou fora de cogitação pra mim, por sorte tem um micro-ônibus que te deixa no centro da cidade, caso já esteja em Medellín e precise ir para o aeroporto, volte nessa mesma rua, o ponto de referencia é atrás do Hotel Nutibara, onde tem vários micro-ônibus parados lá. Sem dúvida foi minha cidade favorita nessa viagem, no primeiro dia fiz o free walking tour do Real City Tours, recomendo muito esse, a parte histórica aqui foi muito boa, a guia que nos acompanhava falou de tudo, tanto as partes boas como as ruins da história de Medellín, além da distinta relação do povo de Medellín com o resto da Colômbia, e como sempre as melhores dicas de onde comer e o que visitar. Finalizado o tour, eu fui para o Cerro Nutibara, uma colina dentro da cidade, que tem um parque bem bonito em volta, além de uma réplica de algumas casas do tempo colonial no topo, tem também um museu, e uma ótima vista da cidade, é um lugar muito bom pra finalizar o dia, para chegar lá, pode ser de táxi, ou descer na estação Industriales do metrô e caminhar uns 20 minutos. Guatape, um passeio de bate-volta de um dia inteiro, obrigatório pra quem visita Medellín, uma cidade toda colorida, e onde fica a famosa La Piedra, também chamada de El Peñol, onde você tem uma visão de toda a área em volta, que tem uma represa artificial, a entrega para subir são COP $18.000. Para chegar lá, vá até a estação de metro de Caribe, saia dela, e caminhe até a estação de ônibus que é do lado, e procure pelo guichê da companhia que faz o trajeto, tem apenas duas, a passagem custa COP $20.000, e você pode escolher ir pra cidade primeiro ou já subir a pedra, o ideal é subir e depois almoçar e caminhar pela cidade, no meu caso, quando cheguei o tempo estava fechado(a vista não seria muito boa) então resolvi visitar a cidade primeiro, o que acabou ficando mais caro pegar os tuk-tuk de ida/volta, mas fazer o que né. Eu até pesquisei sobre o tal do passeio para conhecer as casas do Pablo Escobar, mas sinceramente, não me interessou, ele não é uma figura que mereça esse tipo de homenagem ou atenção(o cara matou muita gente inocente poxa), então eu deixei pra lá, prefira assistir o seriado Narcos da netflix que compensa mais que visitar túmulo de traficante. San Andrés Eu havia lido antes de ir, e pude constatar lá, a ilha começou a receber muito mais turista que do que estava preparada, muitos dos serviços são bem mal organizados, e falta de informação(mesmo no hostel) era bem frequente. Um outro ponto que vale avisar, é que a ilha toda é uma espécie de Duty Free, no centro tem muitas lojas(muitas mesmo) de produtos por preços mais baratos, então separe uma grana caso queira comprar algo. A ilha tem 3 linhas circulares de ônibus, dá pra chegar em qualquer lugar usando elas, passagem custa COP $2.000, se estiver pelo centro, vá pra esquina da Calle 6 com a Avenida 20 de Julio, pois todas as 3 passam lá, além de ter um fiscal que fica monitorando os horários dos ônibus, ele é gente boa, pode te ajudar com qual pegar para o destino você queira ir. Lugares que visitei por lá e recomendo: West View, você paga pra entrar numa área mais "reservada", com mesinhas e cadeiras, onde pode deixar suas coisa, e pode nadar numa pequena encosta para o mar(não é praia, não tem areia), com vários peixes, tem até prancha pra saltar na água e um toboágua, eles também alugam colete e snorkel. Aqui também fica o passeio de Aquanautas, onde tu coloca um capacete pra respirar em baixo d'água e vai andando, não fiz pois achei sem graça rs, apesar dele ser bem famoso o passeio. La Piscinita, o mesmo que o acima, mas sem a prancha e o toboágua, e mesmo valor pra entrar, achei OK. Rocky Cay, uma praia bonita, aberta, tem boa estrutura de restaurante, e possui uma ilhazinha a algumas minutos de distância atravessando pela água, vale passar algumas horas ali, a água é bem clara e tranquila pra nadar. Johnny Cay e Acuario: é o passeio padrão, são duas ilhas com as praias mais bonitas de San Andrés, água cristalina para fazer flutuação, areia branca e limpa, uma parte no meia das ilhas tipo um oásis com coqueiros, para deitar e até tirar um cochilo. Tem passeio pra ficar um dia inteiro em cada uma, ou o que eu fiz, que foi metade do dia no Acuario e a outra metade Johnny Cay, onde tem almoço. recomendo visitar os dois. Mergulho, ficou em COP $160.000, só não gostei pois era um instrutor para 3 pessoas, e passamos mais tempo tirando fotos(o próprio instrutor tirava) do que explorando o lugar, ainda cobra COP $50.000 pelas fotos, bem mal tiradas por sinal, mas no geral é um passeio legal, vale a pena fazer se você tem o curso, já que a visibilidade lá é boa. No último dia, eu queria ter feito o parapente, porém o tempo não estava bom, então aluguei uma moto(apenas COP 70.000) e fiquei andando pela ilha, dei uma volta completa parando nos pontos mais bonitos, compensa bem mais do que o alugar o buggy se você estiver em até duas pessoas. Fuja dos passeios que são pega-turista, tu vai pagar e ver umas coisas bem sem graça: El Hoyo Soplador, Morgan's Cave e Big Pond. Santa Marta e Parque Tayrona Eu fiz apenas um bate-volta para o parque Tayrona, mas acho que o custo acabou sendo grande pra passar pouco tempo, compensa ficar pelo menos duas noites, para explorar mais e aproveitar as praias. Partindo do aeroporto de Cartagena, peguei um táxi até uma companhia de micro-ônibus chamada Marsol, custa COP 44.000 a passagem até Santa Marta, e eles te deixam na porta da sua hospedagem. No outro dia de manhã(erro meu, deveria ter ido no mesmo dia que cheguei), com apenas uma mochila menor de ataque(com uma troca de roupa) fui até a parte de trás do Mercado Central de Santa Marta, é fácil achar o ponto certo, tem várias pessoas gritando "tayrona", a van custa COP 7.000, vai até o portão El Zaino, que é o principal do parque. Dica importante: Nesse portão tem uma galera vendendo reservas para ficar no camping Don Pedro, eu acabei comprando ele, por não conhecer bem o parque, o problema é que este camping fica a uns 40 minutos de caminhada da praia, melhor ficar no Cabo San Juan, que fica do lado de uma praia, e tem uma estrutura bem melhor para banho, tem restaurante, armários para guardar suas coisa. Do portão El Zaino, você pode pegar uma van ou caminhar 2 horas por uma subida em estrada de asfalto, até chegar na entrada de verdade do parque, nesse ponto, do lado esquerdo, tem umas cabanas e um museu, e também um caminho para um mirante(deve levar uns 30min pra fazer) ou pode ir direto para entrar no parque. Ainda nesse ponto, você pode dar uma caminhada de umas 2:50 numa trilha bem tranquila e sinalizada, ou ir de cavalo(leva uns 40min custa COP 40.000). Depois dessa caminhada, o primeiro ponto que vc chega é no setor de Arrecifes, aqui é onde revistam suas coisa pra ver se você está levando drogas, bebida ou muitas sacolas(isso mesmo, sacolas plásticas). Só depois desse ponto você vai encontrar as praias indicadas para banho(antes disso, nenhuma é permitida, pois o mar é bem agitado e já houveram casos de morte), mais uns 20 minutos de caminhada para chegar na praia La Piscinita, onde já dá pra dar uma refrescada na água, apesar do mar um pouco agitado. Depois de ficar um pouco por lá, mais uns 30 minutos de caminhada pra chegar no Cabo San Juan, um camping bem bonito, tem uma cabana no alto de uma pedra em frente a praia(dá pra ficar por lá também), você pode escolher ficar nas barracas ou nas redes, existem outros camping por lá, sem duvida esse é o melhor. Tem mais caminho pela frente, mas eu fiquei por lá mesmo, e no outro dia fui embora pela manhã, voltei de cavalo pois havia chovido muito à noite e a trilha estava muito difícil de caminhar, foi bem tranquilo cavalgar, os bichos são bem calmos. Para ir embora, do parque Tayrona, fiz o mesmo caminho na volta, não sei por que, mas o ônibus para voltar era bem maior e tinha ar condicionado, e cobrou o mesmo preço do que paguei na ida, que era apertado e sem ar condicionado. E peguei um transfer no hostel de Santa Marta para Cartagena(COP 50.000). Cartagena Prepare-se que Cartagena é uma cidade bem cara, principalmente se você ficar na parte mais turística que é bairro da cidade murada, porem em compensação é a parte mais bonita, tem muitos restaurante que cobram bem acima da média, até dá pra encontrar alguns em conta, que cobram menos de COP $20.000, como o Atahualpa na Cra. 7 com a Calle 37 e o Dorotea ca Cra 9, os mais baratos que achei. A maioria dos restaurantes nessa parte da cidade, são muito mais "chiques", com pratos mais rebuscados, você vai deixar no mínimo uns COP 50.000, fácil fácil, então, pesquise bem, ou aproveite se tiver um bom orçamento. Fiz o Walking Tour aqui, mas não achei tão bom como nos outros, pelo que vi, o guia que fez o tour deve trabalhar para prefeitura, nem fez questão de pedir gorjeta no final, e era um cara mais velho, um senhorzinho(deve ser professor de história), não deu muitas dicas da cidade, focou mais na parte histórica. Praias: Dentro de Cartagena mesmo, não tem praia que vale a pena ir, você precisa sair da cidade se quiser conhecer alguma. Eu fiz um passeio com a empresa Backpackers Cartagena que incluía: uma van pra te pegar na hospedagem e te levar de volta no final do dia, o transporte de barco para as Islas del Rosario, com parada no caminho para fazer flutuação em volta das ilhas menores(e particulares) do arquipélago(com snorkel incluído), mais uma parada numa praia que não anotei o nome rs, e terminava na Playa Blanca, a praia mais bonita da região, onde almoçamos(incluído no pacote), tudo isso ficou em COP $60.000, achei que compensou. Outro passeio que gostei foi o Castelo de San Felipe de Barajas, dá pra ir andando ou de táxi, a entrada custou COP 25.000, e tem muita coisa pra explorar lá dentro, além de ter uma boa vista de toda a cidade.
  6. Salve, salve galera mochileira! Estou de volta aqui pra relatar mais uma viagem que fiz, eu já postei um relato aqui sobre meu primeiro mochilão em 2014 (http://www.mochileiros.com/bolivia-e-peru-setembro-outubro-2014-meu-primeiro-mochilao-historias-gastos-fotos-e-videos-t103803.html), depois fiz um entre Chile, Argentina e Uruguai em 2015, mas acabei esquecendo de fazer anotações para relatar aqui; mas no ano passado em resolvi não deixar passar em branco e fiz um diário para poder escrever aqui sobre o destino da vez: a Colômbia. Só peço desculpas por só postar agora, quase um ano depois, pois meu ano foi bem corrido e quase não tive tempo para poder escrever, mas antes tarde do que nunca! A Colômbia já era pra ter sido meu destino no ano anterior, mas as passagens estavam muito caras. Aliás, elas continuavam caras, porém, eu participei de uma promoção da Avianca que acumulava milhas, e portanto consegui as passagens praticamente de graça, só tive que pagar as taxas, que me custaram singelos R$ 333,66. O problema é que promoção é daquele jeito, minhas férias eram entre setembro e outubro, e o único período disponível para adquirir as passagens pela oferta era de 10/09 a 08/10, ou seja, praticamente um mês de viagem. Além disso, o vôo não era direto, faria uma peregrinação tanto na ida quanto na volta: embarcaria em GRU às 5h da manhã, faria uma parada de meia hora em Juazeiro do Norte, depois uma conexão de 7h em Fortaleza e aí sim Bogotá; já na volta a única diferença é que a conexão em Fortaleza era só de 3h. Passagens compradas, comecei a elaborar o roteiro, fazer as pesquisas sobre hospedagens, passeios, transportes, fazer uma estimativa de gastos, tudo isso me pouco mais de um mês. A princípio, eu visitaria as cidades de Bogotá, Medelín, Cartagena e Santa Marta, e como teria que encher um pouco de linguiça, planejei passar uma semana em Quito, no Equador, no intervalo entre Bogotá e Medelín. Como também sabia que real seria mais complicado de trocar na Colômbia, principalmente em Cartagena e Santa Marta, resolvi levar dólares para não ter dor de cabeça, levei no total US$ 1.200 baseado no cálculo de despesas que fiz. Tudo certo e nada resolvido, bora começar o relato, que além de detalhar despesas, dar dicas, tem alguns perrengues interessantes (agora, claro). DIA 01 – 09/09 Decidi começar o relato antes mesmo de chegar à Colômbia porque conforme disse, essa viagem teve alguns perrengues e o primeiro deles já começou na ida para o aeroporto. Eu havia comprado pela Internet as passagens de ônibus da Viação Cometa tanto da rodoviária de PG para Guarulhos quanto o caminho inverso e o ônibus sairia às 17h30, então terminei minha mochila com calma, fui cortar meu cabelo, tudo dentro do horário, tomei banho e resolvi até sair um pouco antes do horário que previ para pegar o ônibus. O problema é que estava chovendo, e choveu sabem como fica o trânsito né, e pra quem pega ônibus multiplica o B.O. por dois. Resultado: o busão demorou muito pra passar, o motorista foi igual uma tartaruga e perdi o Cometa por 5 minutos . E era o último que saia de PG (sexta à noite ninguém deve ir pra aeroporto pelo jeito), eu teria que ir até São Vicente pegar o que saia às 20h30. Chamei um UBER e corri pra lá. Comprei a passagem e fiquei aguardando até dar a hora, bora pra Guarulhos! Mas a peregrinação só estava começando, cheguei no aeroporto por volta das 22h30, e o vôo era só às 5h. Fui fazer o check in no balcão e depois de passar um puta tempo na fila descubro que estava no lugar errado , ali era pra quem ia pra Bogotá direto, quem ia pra Fortaleza tinha que aguardar que ia abrir lá pra umas 2h, e eu louco pra despachar logo o mochilão. A hora não passava, tomei acho que uns 2 ou 3 cafés daquelas máquinas (que por sinal só tinham de um tipo, não importava qual tu escolhia). Estava cansado e entediado, até conseguir despachar a mochila e tentar descansar um pouco nos bancos do aeroporto. Continua...
  7. willgittens

    Extremos da América do Sul

    Olá amigos e amigas! Queria divulgar uma aventura que estou partindo agora na semana que vem e me apresentar. Me chamo Will Gittens, tenho 34 anos, apaixonado por veleiros, camping selvagem, mochilões e aventuras. Já atravessei 5 países da América do Sul com menos de 800 reais, atravessei o Atlântico e o Mar do Norte em navio de carga, fiz uma volta ao mundo atravessando a América do Sul, Europa, Rússia e Ásia por terra, conseguindo ir daqui de SP até o Vietnam sem pegar avião nenhum e gastando muito pouco. Estou partindo para finalizar um plano antigo meu, conhecer todos os extremos da América do Sul e nesse 3° mochilão longo pelo nosso continente pretendo atingir essa meta. Ponto mais alto, mais ao sul, mais ao norte, mais ao leste, mais ao Oeste, Amazônia e Cataratas do Iguaçu. Juntando com outras expedições que eu fiz pelo Atacama, Uyuni, Titicaca, Pantanal e Machu Picchu ( vou novamente dessa vez por Salkantay ), terei conhecido por terra todos os cantos desse continente incrível que moramos. Convido vocês à acompanharem a expedição, farei uma cobertura no youtube e no blog mostrando como é viver e trabalhar enquanto se viaja, como sempre, gastando o mínimo possível. Grande abraço e um 2018 de grandes aventuras para todos nós.
  8. yancesar

    comprar pesos colombianos e mexicanos (sp)

    olá vou fazer uma viagem pela América latina e preciso muito comprar pesos colombianos e mexicano a um preço acessível. mesmo que em pouca quantidade eu me interesso
  9. caio.acquesta

    Mina de Sal de Nemocon (alternativa à Zipaquira)

    A Mina de Sal de Nemocon está localizada na cidade de mesmo nome, a 60 km ao norte de Bogotá, e bem perto de Zipaquirá, local onde fica a famosa Catedral de Sal de Zipaquirá. A mina possui mais de 500 anos de atividade, tendo se tornado atração turística bem recentemente (reabertura ao público em 2005). A visita é feita em grupos e com guia (já incluso no valor). No início da visitação, conhecemos o Museo de Historia Natural de La Sabana, simples mas muito interessante. Daí, parte-se para o interior da mina, que chega à profundidade de 80 metros. O caminho percorre vários túneis, algumas escadas e diversos pontos de interesse, como os belos espelhos d´água naturais, a cascata de sal, estátuas e esculturas de sal, tanques/poços, estalactites, e a sala cenário onde foi feita parte da gravação do filme “Los 33” (que retrata a tragédia na mina de cobre San Jose no Chile em 2010) . Para quem está em Bogotá, vale muito a pena a visita à mina de Nemocon, que dizem ser mais bonita e interessante (e mais barata) que sua ‘rival ’ bem mais famosa Catedral de Sal de Zipaquirá. Como chegar: há opção de tours, mas é possível chegar por conta própria. Para isso, deve-se partir do Terminal Norte de Bogotá , tomando as vans/ônibus p/ Zipaquirá. Chegando em Zipaquirá, tomar outra van/micro-ônibus sentido Nemocon (avisar o motorista p/ descer no local mais apropriado). Daí, já estará praticamente na entrada do local. Para a volta, é só fazer o esquema ao contrário. Quanto custa: a entrada custa atualmente 24.000 COP. O valor dos ônibus Bogotá-Zipaquirá-Nemocon fica por volta de 8.000 COP. Fontes: https://www.minadesal.com/ http://www.colombia.travel/pt/para-onde-ir/andina/zipaquira/atividades/visite-mina-de-sal-nemocon http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2012/11/labirintos-subterraneos-levam-catedral-de-sal-na-colombia.html A seguir, algumas fotos do local, tiradas em nossa visita em outubro de 2017:
  10. Relato de viagem para Bogotá, Medellín e Cartagena realizada por um casal. A viagem inicia dia 01 de fevereiro de 2017 e encerra dia 16 de fevereiro. Bogotá - Dia 01 (quarta) - saímos de Florianópolis as 10:20 com destino a São Paulo (GRU) e depois Bogotá. A passagem custou 1899,83 reais. O voo foi tranquilo e com um atraso em SP de uns 40 min. Chegamos às 19:45 em Bogotá, na passagem pela alfândega foi tranquilo, porém tinha uma fila imensa. Só perguntaram nossas profissões, o motivo da viagem, para onde iriamos, os nomes dos hostels e quanto tempo ficaríamos ali. Após você chega na aduana, onde tem alguns guichês antes, onde você preenche um formulário simples e entrega. Ok chegamos! Ali na saida já procuramos o primeiro cambio para trocar algum dinheiro. A cotação ali estava 1 real = 800 pesos colombianos. Trocamos um pouco e saimos. Nosso hostel fica na candelaria então fomos procurar o ônibus até o portal El Dorado. O ponto do alimentador é perto da porta de saída do aeroporto, em frente a uma placa verde com um ônibus desenhado. O ônibus também é verde e na frente está escrito El dorado. Você entra no ônibus e não paga nada, só vai pagar para entrar no terminal, que é o ponto final. O ônibus faz algumas paradas mas o ponto final é o terminal. Quando você chegar ao terminal, é só comprar o bilhete para entrar, se quiser já pode comprar mais passagens para usar outros dias, o cartão custa 3000 e a passagem 2000, ai vc só vai recarregando o cartão conforme for usando. No terminal é bem confuso, o mapa do ônibus também, mas para ir para candelaria você pega o ônibus J6, que vai do terminal até a estação las aguas. A estação museo del oro estava fechada no momento. Os ônibus são bem confusos e os terminais tem várias plataformas o que fica pior ainda. Pegamos o ônibus e descemos na estação universidades, de lá é só seguir andando por um caminho chamado de transbordo que sai na las aguas. Lá vc está na candelária, porém até sair do aeroporto e fazer tudo isso, já eram quase 10hs da noite. A estação las aguas fica numa praça da cidade onde ficam vários andarilhos e gente esquisita andando pra todo lado. Enfim, tentamos achar a bendita rua do hostel que é a Carrera 3 n. 11 - 32, mas foi impossível, falta sinalização nas ruas e até chegamos perto do hostel mais achar não foi possível devido ao horario e a quantidade de andarilhos ficamos com um pouco de medo. Então paramos um taxista que nos deixou na frente do hostel (pagamos 6000). Basicamente estavamos a duas quadras do hostel, mas não iriamos conseguir achar a noite. No hostel que haviamos reservado pelo booking o atendende informa que o valor da reserva não estava correto, e que ele daria um desconto para ficarmos. Acabamos ficando essa noite para decidir o que fazer. Só furadas hoje, mas enfim chegamos. A primeira impressão foi de um cidade grande e bem bagunçada.. vamos ver amanhã… Uma coisa importante é baixar o mapa do local e deixar salvo off line no google maps, assim quando vc chega no lugar consegue se achar. Nesse dia não fizemos isso, ou seja ficamos perdidos e sem direção por isso não chegamos ao hostel. Com o mapa com certeza conseguiríamos nos localizar. Bogotá - Dia 02 (quinta) - acordamos e depois de pesquisar o valor dos hostels da região optamos por ficar nesse mesmo, o valor ficou em 58000 a diária para o casal com quarto duplo privativo com banheiro coletivo. O hostel é o SC House, os atendente são bons e atenciosos, os banheiro com agua quente e digamos em ordem, os quartos simples e sem luxo e algum. Como sou meio digamos “chata” achei que no quesito limpeza deixa a desejar, mas isso é minha opinião. A localização é muito bom, perto de tudo e tranquilo de se locomover. Saimos do hostel e pegamos um mapa e fomos caminhando.. as ruas são cheias de ambulantes chatos, o que enchem o saco, eles ficam o tempo todo vendendo e oferecendo coisas, no primeiro dia já da vontade de mandar todo mundo a merda… pq eles realmente são chatos e insistentes… Andando, paramos para comer algo, sanduíche e refrigerante saem por 2000 a 3000 cada. Continuando passamos pelo Museo Botero que é grátis e bem legal, vale a pena ver as obras do artista, após chegamos a Plaza Bolívar, que é bem movimentada e onde tem a catedral e o palácio da justiça. Apos seguimos pela Carrera 7 que é uma rua onde não passam carros, ali tem muitos ambulantes e lojas, após chegamos ao museu do ouro, porém resolvemos não entrar, pois voltaríamos a Bogota e preferimos deixar para depois. Almoçamos pela rua mesmo, na rua as opções são empanadas, arepas, espetinhos etc. A tarde fomos para o cerro de monserrate. O cerro fica bem perto da candelária para ir caminhando.. no dia a única opção para subir era de teleférico (que seria nossa escolha), o valor é de 18000. Chegando lá você tem a vista da cidade, a catedral, e uma feira de artesanato e depois várias barraquinhas com venda de comidas. Ali comemos nossa primeira bandeja Paisa para experimentar. A bandeja nada mais é do que uma travessa com arroz, salada, banana, feijões, carne de porco, boi e linguiça. Não achamos nada de especial… Apos algumas fotos, descemos e voltamos ao hostel. A segunda impressão continua de uma cidade meio mal sinalizada e como toda cidade grande com ruas sujas e vários pedintes e andarilhos perambulando e encomodando o tempo inteiro. Realmente você cansa de falar “no gracias” e tem vontade de manda pra put… que pariu… rsssssss A noite fomos na Carrera 4 na BBC (Bogota Beer Company), uma cervejaria de Bogota, com varias opções de cerveja, e drinks, além de petiscos ótimos. Vale a visita, porém o preço é meio salgado comparado as outras opções…pedimos uma pizza para dois por 22000 e mais uma porção de machos po 23000. A cerveja é vendida em copos, canecas e jarras de 3,5 litros, os preços são a partir de 9000 os copos. Meio salgado, brincando gastamos uns 170000. Bogota - dia 03 (sexta) - acordamos e nosso destino é a catedral de sal que fica a 50km de Bogotá. Para quem vai de ônibus o passeio começa na estação de ônibus Transmilenio de Las aguas, caminhando fizemos o transbordo para estação Universidades, ali pegue a linha B74 sentido Portal Norte, o ônibus começa a funcionar a partir das 9hs, você vai descer na última estação que é a Portal Norte esse primeiro trecho custa 2000 pesos e dura uns 40 minutos. No Portal Norte, você sai ejá vai ver placas indicando os ônibus para zipaquira, ai foi só atravessa a catraca e ja tinha o ônibus para lá. Esta escrito na frente do ônibus Zipaquira e tem uma pessoa na frente gritando tb, só confirmamos e entramos. A ida custou 10200 para dois. A viagem dura 1 hora e eles te deixam bem no centro de zipaquira, num cruzamento de rua, ali o rapaz do ônibus nos indicou o caminho e atravessamos a rua, caminhamos um pouco e chegamos num posto de informações turísticas. La tem um mapa para chegar a catedral de sal. O caminho é cheio de lojinhas, e ambulantes, resolvemos ir caminhando… não tem muita sinalização e perguntamos para pessoas na rua e em 15min chegamos a entrada da catedral. La você encontra a escadaria com a famosa linha branca que lhe leva ate a entrada e a taquilla (bilheteria). A entrada para estrangeiros é de 50000 o pacote básico. Tem mais opções que incluem trabalhar como um minerador ou um passeio pelo centro da cidade, ai é só escolher…. Na catedral a visita é guiada e achei bem legal, vale a pena.. no caminho eles vão contando a história de sua construção. O passeio dura 1:30hs. Na volta, voltamos a pé pelo mesmo caminho e o ônibus de retorno para Bogota você pega próximo onde ficamos na ida, só do outro lado da rua, no mesmo cruzamento. Não se preocupe pois os cobradores ficam gritando o tempo todo para onde vão. Passagem de volta mais 10200 para dois. Voltamos ao hostel, banho e sair para jantar. Optamos por comer coisas baratas na rua,,, comemos pollo frito (musle) coxa de frango frita, e hambúrguer. Os preços da comida simples é muito bom, 3000 um pedaço de frango, 7000 um hambúrguer gigante ou 3000 arepas recheadas. A cerveja na rua tb é muito barata, 2000 Águila ou Club Colombia. Nos restaurantes as mesmas saem por 5000 a 7000. Depois disso começamos a entender pq o povo fica todo na rua, bebendo e comendo qualquer porcaria, pois o preço é muito diferente. Bogota - Dia 04 (sábado) - descemos para tomar um café na padaria de rua. Lá as coisas são super baratas, tomamos café e comemos salgados por 10000 para duas pessoas, após voltamos, arrumamos as coisas e saímos do hostel meio dia. Almoçamos pelo caminho, enrolamos um pouco e fomos para o aeroporto, pois hoje vamos a Medelin. Sobre Bogotá, durante o dia você tem as 4 estações do ano, de manhã é fresco com sol, de repente o tempo fecha e venta, ai cai uma pancada de chuva, ai fica frio e você tira o casaco e assim vai, bem inconstante o tempo. Os vendedores chatos, bem, são muito chatos.. vá preparado, pq realmente é um saco! A candelária tem sua beleza, mas juro que esperava mais… Medelin Medelin - Dia 05 (domingo) - o aeroporto de Medelin fica em um cidade próxima, na saída no aeroporto você ja encontra uns ônibus, a galera forma uma fila e os ônibus vão encostando e a galera entrando. A passagem custa 9500 ate o centro de Medelin, demora cerca de 1 hora. O ônibus para perto da estação de metro parque berrio. Na saída do ônibus puxei papo com um senhor que nos ajudou para irmos para o metro. O ônibus para numa rua paralela ao parque berrio (onde tem as esculturas do botero), a praça é uma zona, cheio de vendedores, e barraquinhas, tivemos sorte que esse Sr. nos guiou ate o metro e foi nos mostrando inclusive pontos turísticos, super gente boa, e como era caminho dele, ele foi nos levando. No parque berrio a passagem custa 2300 e você também pode comprar mais de uma, para não pegar fila. Em medelin o cartão do metro não é pago, pois quando você zera o cartão insere na catraca. O metro em medelin é super fácil e tranquilo, basta ter o mapa do metro e você vai para qualquer lugar. A direção é indicada pelo nome da ultima estação, muito fácil. Enfim descemos na estação Poblado e de lá fomos caminhando até o hostel. Com a ajuda do google maps fomos nos localizando e chegamos la. Ficamos no Panela hostel, na Calle 9, 43b-68. Custou 220.000 (4 diárias) com quarto privativo e banheiro coletivo. Bem localizado e próximo a um grande mercado chamado Exito. Apos deixar as coisas no hostel fomos sair para comer e dar uma volta no bairro, lá achamos a Medelin beer factory e comemos um porção com costelinha de porco barbecue, asas de frango e batatas e bebemos de leve, pois o preço era normal cerca de 27000 a porção e 9000 os copos de chop. Saimos andando e nos deparamos com várias mini baladinhas…. E paramos num tal Chupa Shots que é um bar que prepara shots (uma infinidade), vende cervejas e tipo frozens alcoólicos… Bem divertido e cheio de turistas. Bem, a região é toda cheia de baladas e bares, com infinitas opções para todos os gostos e bolsos. A rua principal é a Calle 10 e nos arredores tb tem diversas opções em especial ao redor das praças onde o povo se reúne. Como sempre a galera bebe na rua, compra as cervejas em espécies de conveniências que são bares com grades na frente onde você pede e paga ali mesmo. Ha um observação, na Colombia você não pode beber em locais públicos, só nos estabelecimentos, mas você ve a galera bebendo.. enfim, coisas que não se explica. Medelin - dia 05 (domingo) – acordamos, fomos tomar cafe no mercado Exito, lá tem varias opções, pegamos o desayuno omelet, custa 7000 e vem um omelete grande, um pãozinho e café ou chocolate quente. Apos fomos para o metro ate a estação de acevado – após cable K, e L e chega no parque Arvi. O Cable é uma atração a parte, é um bondinho aéreo que passa por um bairro pobre da cidade, cabe umas 6 pessoas e com um tiquete de metro de 2300 você anda nele, super legal, fiquei super impressionada com a facilidade. Iriamos ate o parque Arvi, mas como não tínhamos interesse em entrar no parque e só iriamos para conhecer, acabamos indo até o final da estação K e voltando. Vale a pena passear pelo Cable! Ele em si é uma atração. Na volta paramos na estação Universidad e lá você tem o Parque de los deseos, Jardin botânico Joaquim, Planetário de Medellín e Parque explora. Optamos por ir no parque explora, a entrada custa 25000 e vale a pena. Ficamos a tarde inteira lá, são muitas coisas diferentes, tem um aquário bem legal, após a parte dos anfíbios, e várias salas com atividades interativas e lúdicas, como a sala da mente, a sala do tempo.. bem legal e interativo para adultos e crianças. Após demos uma passada rápida no parque e no jardim, lá também ficam vários ambulantes e vendedores de comidas. Comemos o que não sabemos o que é, mais era bommmm, um banana frita com queijo em cima, arepas e raspadinha de gelo e suco. Só porcaria rssss… Apos retorno de metro para poblado. Medelin - Dia 06 (segunda) – Hoje novamente cafe no Exito e seguimos para o metro Parque berrio. Lá tem o Museo de Antioquia que não entramos, o Parque botero (com as esculturas das gordinhas), Parque Bolívar, Catedral basílica metropolitana. Resolvemos seguir a pé pelo centro da cidade meio sem rumo, nos guiando pelo google maps e chegamos ao Parque de las luces – Plaza de cisneros, Centro cívico, Plaza mayor. Almoçamos pelo caminho e comi um tal de “ajiaco” uma sopa de frango, milho com acompanhamentos, custa 15000, bem gostosa. Nesse dia tambem fomos visitar o estadio de Medelin, fomos de metro desce na estação em frente ao estádio. As visitas acontecem somente a tarde e são guiadas, porem como tinha mais gente lá o segurança liberol nossa entrada e de outras pessoas. O estadio é bem legal, a lojinha do time fica junto ao estadio mais do lado de fora. Continuamos andando e seguimos para o Cerro nutibara, o caminha é fácil porem sem sinalização ai você tem que ir perguntando, mas chegando lá você sobe uma escadaria e chega no topo. La você consegue ter uma vista da cidade e ao lado tem o Pueblito paisa (pequeno povoado que foi montado para mostrar como o povo Paisa vivia), junto a varias lojinhas e vendedores ambulantes. No final de tarde retornamos ao hostel e comemos a noite pelo poblado. Medelin - dia 07 (terça) – resolvemos caminhar pelo poblado, conhecer as ruas, fomos pesquisar coisas diferentes no mercado e resolvemos ir ao Centro comercial Santa Fe, um shopping grande, fomos caminhando e conhecendo as coisas. O shopping tem lojinhas famosas de grife, porém com os preços do Brasil. Medelin - dia 08 (quarta) - dormimos ate tarde e depois rumo ao aeroporto sentido cartagena. Para ir ao aeroporto, novamente pegamos o metro, descemos na estação parque berrio e após pegamos o ônibus no mesmo lugar sentido aeroporto. Passagem 9500, duração de 1 hora. Bem, medelin me surpreendeu muito, sistema de transporte público excelente e super fácil, várias atrações, tem algumas linhas que vão anunciando inclusive as atrações que tem em cada parada, super facil e tranquilo e com muitas coisas gratuitas para se fazer, o poblado é bem turístico e tem diversas opções, inclusive achei as pessoas mais receptivas com os turísticas. A saga dos ambulantes chatos continua, eles insistem em querer nos vender qualquer coisa…rssss… Cartagena - dia 08 (quarta) chegamos no aeroporto que é bem diferente, digamos meio tropical, ai fomos tentar achar um onibus. Bem perguntamos para várias pessoas e nada, saimos na rua principal e parecia que ninguem sabia de nada. acabamos pegando um taxi e fomos parao hostel. Hotel marlin que fica na Calle De La Media Luna #10 - 35, Getseman. Pagamos 15000 pelo táxi. No hotel tudo ok, pegamos um quarto com banheiro privativo, 500.000 as 5 diárias. Chegamos deixos as coisas e fomos buscar algo para comer. Bem proximo tem varias opções de mercadinhos e lanches pela rua. Prox tem um praça, onde a galera fica noite e acabamos comendo por la. Cartagena - 09 (quinta) - acordamos, tomamos café na rua e fomos caminhando sentido Castillo San Felipe: o castelo fica fora da Cidade Velha, é bem bonito, a entrada custa 25000, mas não entramos. Após seguimos andando e fomos na praça no monumento Los Sapatos Viejos. Estava muito quente, o sol insuportável entao resolvemos voltar. Na volta paramos no Centro comercial mall plaza, e lá tem o famoso Crepes & Waffles no qual almoçamos. Otimo custo beneficio, uma delícia e um prato custa uns 20000. Bem mais caro que na rua, mas a qualidade, excelente. Recomendo. Após passeamos por esse shoping e voltamos para sair mais tarde pois estava muito quente. Saímos final de tarde e fomos em direção a cidade muralhada. Antes passamos no muelle e compramos o passeio de barco para playa blanca e oceanário para o dia seguinte. Custou 50.000. Após na cidade murada ficamos passeando e curtindo o lugar, muitas ruazinhas para você se perder fácil e é uma delícia, cada rua é uma descoberta. Além de várias lojinhas e ambulantes. Fora várias pracinhas fofas e o tempo todo charretes fazendo passeios de cavalo pelas vielas. Bem legal. Cartagena - dia 10 (sexta) fomos para o passeio de barco. Chegando lá eles identificam vc e vão chamando para os barcos. O passeio começou tranquilo, mas depois foi o caos. Mar mexido demais, muita agua dentro do barco, nossa juro que senti medo. A primeira parada é no oceanário onde voce pode visitar ou fazer o mergulho. Após 1:00 parados fomos para Playa blanca. Muito linda, areia branca e mar maravilhoso. O almoço estava incluso, e era um peixe frito, arroz de coco e salada, bem gostoso. Após ficamos curtindo a praia ate o barco sair. Na volta de novo, mar mexido e passar medo. Saí de la arrependida pq tava muito ruim. Odiei, pq senti muito medo e nao curti nada no barco. Depois do passeio voltamos pro hostel para banho e a no fim de tarde fomos cafe del mar. De lá a vista da cidade é muito bonita. A noite fomos no hard rock café de lá. Bem grande e legal. Cartagena - dia 11 (sábado) - hoje fomos passear pelos arredores do Getsemani, passeando meio sem rumo e no final passamos por outra entrada na cidade murada. Fomos em Las Bóvedas: pra quem quer comprar lembrancinhas e artesanatos, são várias lojinhas uma ao lada da outra. Ficamos andando pelas muralhas, e curtindo a paisagem. Na cidade murada tem várias pracinhas e só andando pra descobrir. Cartagena - dia 12 (domingo) - dia livre, dormimos ate tarde, e passeamos sem rumo. Cartagena - dia 13 (segunda) - hoje vamos pegar um voo para bogota. Aproveitamos para dar a última passeada e pegamos um taxi até o aeroporto. Voo tranquilo, chegamos muito tarde a bogota e o metro já estava fora. Ai pegamos um taxi ate o hostel na candelaria. Ficamos no Iku hostel, calle 12f por 153.000 as 3 diárias com cafe da manhã e quarto com banheiro compartilhado. Bem localizado e gostamos muito desse hostel. Sobre Cartagena, o legal é a cidade murada, acho que vale a visita, porém nada de muiiito especial. Ha todos os relatos que li falam pra ficar em Getsemani, mais acho que vale a pena pegar um hostel dentro da muralha. Vi vários e são muito legais e acho que ficar la dentro tem seu encanto. Sobre o mar e a praia, realmente Playa blanca é linda mais tivemos azar no passeio de barco. Bogota - dia 14 (terça) resolvemos pegar o ônibus e ir para bairro Usaquem passear meio sem rumo. Descemos e fomos nos guiando pelo google maps e fomos caminhando e nos perdendo e nos achando, fomos caminhando em direção a zona T e acabamos no Andrés Carne de Res DC onde almoçamos. Bem legal, ambiente show porém meio caro. Mas vale e visita. Depois paramos num mercado Exito para ver se tinha algo diferente, ai compramos cafes Juan valdez. No Exito é mais barato que qualquer lugar. Após pegamos um ônibus e voltamos para candelaria. Curtimos a noite por lá. Bogota - 15 (quarta) fomos novamente explora a candelaria e dar aquela passeada bem light, comprar umas lembrancinhas na carrera 7 e comer o que tínhamos vontade e gastamos nossa última grana pq amanha cedo será nosso voo de volta. Bogota - 16 (quinta) acordamos cedo, pegamos metro e fomos para aeroporto pegar nosso voo para SP. OBS: desculpe se alguma foto esta fora de ordem, mais é meio chato e complicadinho fazer as postagens aqui... Sobre alguns gastos: passagens: Latam - florianopolis a bogota (ida e volta) 1899,83 reais voos internos pela viva colombia: Bogota - medelin - 107,98 reais Medelin - cartagena - 85,77 reais Cartagena - bogota - 194,72 reais Seguro viajem pela Real seguros, custou 190,00 para duas pessoas. A cotação fiz por aqui, mas na internet tem varios sites de busca. https://www.seguroviagem.srv.br/?agency=505 Hostel: Bogota SC house - 247,72 reais - 3 diárias Medelin Panela hostel 2 - 237,00 reais - 4 diárias Cartagena Hotel Marlin - 542,00 reais - 5 diárias Bogota Iku hostel - 167,00 reis - 3 diárias Além disso levamos em torno de 2000 reais para gastos com alimentação, transporte e ingressos e foi o suficiente.
  11. vanessa.cuachio

    Onde fazer mergulho na Colômbia

    Cartagena - San Andres e Tayrona: onde fazer mergulho? Olá mochileiros, Eu e meu namorado vamos para Cartagena, San Andres (talvez Providencia, se sobrar tempo) e Tayrona mês que vem e queria muito fazer mergulho de cilindro. Li algumas dicas em outros tópicos, mas gostaria de saber, entre essas cidades, qual a melhor opção para fazer esse passeio? Será minha primeira vez, posso fazer o mergulho com tubarões ou preciso de um curso? Obrigada!
  12. taty maria

    Colômbia e Panamá - 23 dias

    Olá galera, vou tirar férias em Agosto, já viajei muuuito pelo Brasil, e essa será minha primeira viagem internacional, por isso com certeza minhas maiores dúvidas são em relação a câmbio, documentação, meio de transporte entre cidades ... Vamos lá depois de algumas pesquisas eu cheguei ao seguinte roteiro: Período de viagem: 08 de agosto a 30 de agosto 0 08/ago: Rio de Janeiro - Bogotá 12:09 / 19:00 (Tam /Lan) 09/ago: Bogotá - Bogotá 10/ago: Bogotá - Bogotá 11/ago: Bogotá - Bogotá 12/ago: Bogotá - Bogotá 13/ago: Bogotá - Mendellin 07:45 / 08:55 13/ago: Mendellin - San Andres 18:55 / 20:40 14/ago: San Andres - San Andres 15/ago: San Andres - San Andres 16/ago: San Andres - Mendellin 22:30 / 00:20 17/ago: Mendellin - Mendellin 18/ago: Mendellin - Cartagena 06:05 / 07:15 19/ago: Cartagena - Cartagena 20/ago: Cartagena - Cartagena 21/ago: Cartagena - Santa Marta (quero pernoitar no Parque Nacional Tayrona) 22/ago: Santa Marta - Cartagena 23/ago: Cartagena - Mendellin 18:30 / 19:45 24/ago: Mendellin - Panamá 14h40 / 16:00 25/ago: Panamá - Panamá 26/ago: Panamá - Panamá 27/ago: Panamá - Panamá 28/ago: Panamá - Mendellin 16:46/18:05 29/ago: Mendellin - Bogotá 20h55 / 21:50 30/ago: Bogotá - Rio de Janeiro 1)Tirando Cartagena - Santa Marta todos os trajetos irei fazer pela Viva Colombia. 2)Ficou mais barato fazer de Mendellin a cidade central para ir as outras. De Bogotá para San Andres ficou mais caro. 3)Meu roteiro pela cidade de Panamá ainda não está definido. Algo que eu não posso deixar de fazer? 4)Pensei em comprar as passagens da Viva Colombia antecipado, mas vocês acham que devo comprar lá para conseguir um preço mais em conta? 5)Alguma dica específica para cada uma dessas cidades? 6)Em Bogotá, vi que o sistema de transporte deles é parecido com nosso BRT no RJ, alguém sabe se rola tipo um Bilhete ùnico? Algum cartão similar que ajude a economizar? 7)A pergunta de sempre: Melhor levar dólar ou COP? Vale a pena levar um cartão para sacar? Não é perigoso ficar andando com muito dinheiro em espécie? 8)Quais os hostels que vocês indicam para cada cidade? Agradeço todas as dicas!!!
  13. Segue meu relato! Fotos vocês encontram no meu Blog (http://www.MundoDesbravo.com.br) BOGOTÁ Meu tempo na capital foi muito restrito, pouco menos de 24h em solo. Haveria somente uma noite em Bogotá, para que ao final do dia seguinte decolasse para San Andres. Hoje vejo que foi um erro reservar menos de um dia nessa fantástica cidade. Entendo que grandes capitais devem ter no mínino 48h reservadas em sua viagem. Desembarquei no aeroporto Internacional El Dorado próximo das 22h e fiquei impressionado com a modernidade do terminal, lembrando muito aeroporto de Miami, como os corredores largos e área das esteiras de bagagem. #DICA Troque seu dinheiro no cambio localizado já na área externa do desembarque, próximo ao ponto de táxi credenciado do aeroporto (sobres os taxis na Colômbia, aguarde post especifico). A taxa de conversão foi maior comparado a casa de cambio na área de bagagens como também logo após saída do desembarque, ainda na área interna do aeroporto. Como tinha uma noite, reservei para conhecer a badalação local no Theatron, discoteca com 4 andares e 12 pistas com ritmos, decoração e públicos distintos localizado no bairro Chapinero. Local é open bar até as 02h da manhã. Realmente achei muito bacana o fato que você tem várias opções e nunca se cansa de estar lá. Os barzinhos tem estilo lounge, com sofás, mesas de sinuca, puffs e o tradicional balcão de bar. Na área central no primeiro piso, temos uma área descoberta, onde há um palco para pequenos shows e na área em volta, mesas das áreas externas dos ditos “barzinhos”. Na manhã seguinte acordei o mais cedo que meu corpo permitia e fui atrás de um chip GSM 3G para poder utilizar a internet de operadora local. #DICA que sempre acho válido divulgar, pois facilita sua viagem podendo sempre ter acesso a internet a qualquer momento e local. Usei muito para conectar as redes sociais, acessar e-mail, Google e pedir taxi pelo Easy Taxi. Basta apresentar Passaporte com identidade, ir à operadora e realizar cadastro para compra de dados de internet. Resolvido burocracia para adquirir o chip, tracei um roteiro básico da cidade, começando para efeitos de geolocalização o ponto mais alto: # MONSERRATE está localizado a mais de 3 mil metros acima do nível do mar e proporciona um visual bacana da cidade, isso se tiveres a sorte que eu tive de pegar um dia claro, sem nuvens e com sol! O acesso ao topo é feito via funicular ou teleférico, dependendo do horário que eles estão disponíveis. Para os atléticos em dia, ainda há opção de subida caminhando! Para utilizar funicular ou teleférico, os bilhetes devem ser adquiridos juntos na bilheteria logo na entrada do local. Já para quem vai caminhar, a entrada está um pouco mais a frente da entrada principal, na rua de aclive a esquerda (em frente as tendas de vendas de comidas típicas) Chegando ao topo, local é bem sinalizado e de fácil acesso. Não faltam pontos para visualizar a cidade do alto. Monserrate também conta com boa infra-estrutura de alimentação, com restaurantes e quiosques. Me pareceu serem ótimas as opções de restaurantes (Restaurante Casa Santaclara - foto abaixo), que podem ser reservados tanto de dia quanto de noite e garante o visual para cidade. Experimento na minha próxima visita! Não esqueça que deverá ser adquirido na bilhetereia o ticket da ida e da volta! Em maio paguei o valor de COP 17.000. Estando lá no topo, não se preocupe: o local é muito bem sinalizado! Vale a pena separar um bom tempo admirando a vista! O funicular que faz o transporte é moderno, limpo e garante bom visual durante o trajeto! Os colombianos utilizam também o espaço para caminhadas e outros exercícios físicos! Após visualizar do alto, agora é bater perna e caminhar pelo centro da cidade, especificamente o bairro central e histórico da cidade, o La Candelária. Pegue o taxi na saida do Monserrate (não utilizei o famoso transporte coletivo da cidade, o Transmilenio, por questões de otimização de tempo) e siga em direção ao coração de Bogotá. Os principais must see da capital em um dia estão lá, o que facilita e muito, pois as atrações são próximas e todos podem ser feitos a pé! # CENTRO CULTURAL GABRIEL GARCIA MARQUEZ está localizado na Calle 11 e é o point ideal para visitar um bela e completa livraria (revistas e livros de diversas áreas), almoçar na famosa e deliciosa franquia El Corral e tomar café na tradicional cafeteiria Juan Valdez. Frenquentando por jovens e interessados pela cultura em geral, me pareceu o espaço ideal para exposição de ideias, apresentações musicais e obras em geral da capital. O lado cult bogotano está aqui! # PLAZA BOLIVAR é a tipica praça principal e central existente em toda cidada e aqui não podia diferente! Espere encontrar uma praça cheia, com cartazes de manifestações políticas, carrinhos vendendo comida típica e sorvete, muito barulho, muita criançada, pedintes e por aí vai! O bom dessas praças são que você consegue sentir o clima e calor do povo que vive por ali! E tem a sua beleza: Catederal, edifícios oficiais do governo e a residência oficial do presidente encontram-se na praça. Cudiado com os pombos! # MUSEO BOTERO é dedicado ao artista plastico colombiano Fernando Botero. Localizado em um edificio estilo colonial na Cale 11, as obras doadas pelo proprio artista ao governo colombiano compõem o museu patrocinado pelo Banco de la Republica. São dois andares repletos com obras do artista conhecido mundialmente em retratar personagens fofas (leia-se acima do peso) e de outros grandes nomes, como Monet e Cartor. No local possui um simples café. Entrada gratuita! # MUSEO DEL ORO é a maior surpresa da viagem! Localizado a quatro quadras do Centro Cultural Gabriel Garcia Marquez, pela carrera 6 e próximo a estação Museo Del Oro da Trasmilenio, o museu tem um acervo com aproximadamente 55 mil peças de ouro dos povos pré-colombianos. Um dos maiores do mundo! Divididos em 3 andares (2 para Ouro e 1 dedicado ao povo colombiano), o museu ainda conta com áudio guia (COP 6.000) e tour gratuito em horários pré-determinados. Patrocionado pelo Banco de La Republica e com entrada de COP 3.000, não deixe de assistir também os vídeos em salas destribuidas pelos andares, contando a história da origem dos metais, sobre fabricação das peça e rituais com o ouro. Não esqueça de visitar! # GALERIA ARTESANAL DE COLOMBIA fica ao lado do Museo del Oro e é um centro comercial para comprar suas lembranças da Colombia. Organizado e distribuido em dois principais corredores, existem inúmeras opções de artesanato local, como: bolsas, camisas, chaveiros, imãs, peças de decoração, ... e uma vasta variedade! Nada melhor que finalizar o dia em Bogotá caminhando pela #LA CONDELÁRIA bairro histórico da cidade!
  14. Olá, eu e meu marido estivemos na Colômbia de 18/12/14 a 01/01/15. Rotas Compramos as passagens de ida e volta pela Copa Airlines com milhas. As passagens internas compramos da Viva Colômbia e Copa. Campinas – Panamá – Bogotá – COPA Bogotá – San Andres – VIVA San Andres – Cartagena – COPA Cartagena – Bogotá – VIVA Bogotá – Panamá – Campinas - COPA Obs. Viva Colômbia: é uma empresa confusa e cheia de frescuras : se vc não imprimir o cartão de embarque terá que pagar 25.000 pesos colombianos para fazer isso no check-in. Serviço de bordo é pago. Se for despachar terá que pagar e só pode ser até 12 kg. Para até 20 kg tem mais uma taxa. Pagamos 1 taxa extra e despachamos as malas como se fossem de 1 pessoa só. Não tem marcação de poltrona, vc senta onde quiser (imagina como é a hora de entrar no avião kkk). Até vc conseguir entrar no avião vc participará de pelo menos 5 filas kkk. Além disso, nenhum vôo que pegamos com eles saiu pontualmente. Se o valor compensar vá em frente, mas com o espírito aberto kkkk. Câmbio Levamos dólares e reais. Cambiamos uma pequena quantia de dólares no aeroporto de Bogotá, assim que sai do desembarque: 2.200 pesos por dólar. O restante dos dólares cambiamos no centro de Bogotá (candelária) na rua dos transmilênios por 2.220 pesos por dólar. Nem utilizamos os reais pois o câmbio estava ruim 750 pesos por real. Encontramos brasileiros que cambiaram em Cartagena e disseram que estava 2.050 pesos por dólar. Hostels Bogotá: Masaya Hostel – :'> fica na Candelária: o melhor da viagem, ótimo. Atendimento muito bom. Limpo (tinha gente limpando toda hora). Cozinha com boa estrutura. Banheiros grandes com várias cabines e água quentinha. Hostel com vários ambientes. Café da manhã mara! O café não estava incluído, era 7500 pesos por dia mas super compensava pq era mto bom: omelete de 2 tipos, 2 ou 3 tipos de frutas, manteiga, geléia, suco, café, cereais completo, uma belezinha. Pegamos quarto privativo que tinha vista pro cerro monserrat. A localização é muito boa pq permitiu fazermos td a pé – 4 diárias com o café da manhã saiu 300.000 pesos. San Andres: Sheylla’s Place III – fica a 5 minutos do centro: é um prédio residencial que pegaram o último andar e fizeram de pousada. São 6 quartos grandes e privativos, cozinha, banheiro e sala comunitários. É um banheirinho só para os 6 quartos, mas até que deu certo. Não tem água quente no chuveiro, mas acredite isso não é um problema com o calor que faz lá. É uma pousada que vai mais família. A limpeza é 1 vez por dia. Recepção razoável. Sem café da manhã – 5 diárias saíram 375.000 pesos. Cartagena: Hostal Las Tortugas – fica no Getsemani a 5 minutos da Torre do Relógio: atendimento bom. Nosso quarto não foi limpo nenhum dia. Banheiro coletivo só era limpo de manhã. Não tem água quente no chuveiro, o que não é um problema pq lá faz calor de matar. Cozinha muito pequena e suja. Permite festas, então quem tem dificuldade de dormir não rola. Tem café da manhã mas bem fraquinho e controlado. Só vale por ser bem perto da muralha – 4 diárias saíram por 360.000 pesos. Restaurantes Dica: a maioria dos pratos são mto bem servidos então pedíamos 1 prato para os 2. Bogotá: na Candelária é melhor do que no centro de Bogotá para encontrar bons restaurantes. As lanchonetes de rua não são nem um pouco convidativas (lê-se bem sujas). ‘Candelário’ tem preços bons e a comida é boa. Aproximadamente 13.000 pesos o prato. ‘Crepes & Waffles’ uma delícia, limpo e preços razoáveis. Na dúvida coma lá. ‘El Corral’ tbm mto bom e preços parecidos com Crepes & Waffles. ‘Las Brujas’ comemos ceviche peruano e caribenho, mto bom. É um restaurante mais romântico. ‘San Isidro’ fica no cerro Monsserrate, é mto bom, luxuoso e com uma vista linda mas caríssimo. ‘Andres Carne de Res’ meio carinho, mas tem que ir. É mto diferente. Cafeterias ‘Oma’ e ‘Juan Valdez’ tem por toda parte. Tem tbm as barraquinhas de frutas, arepas e arequipas. San Andres: ‘Mahi Mahi’, ‘Sea Watch’, ‘Casa Blanca’: ficam um do lado do outro na orla, são do mesmo grupo e vc pode sentar em qualquer um dos restaurantes e pedir o cardápio de qualquer um deles. Se quiser mais requinte sente no Casa Blanca rsrs. Cartagena: É bem tranquilo comer na cidade amuralhada. Tem mtas opções boas e todos os preços. ‘Hard Rock’ gostoso, ambiente agradável!!! ‘Chipi Chipi’ é uma cevicheria bem boa que fica perto da praça Fernandes Madrid. ‘Café del Reloj’ assim que vc entra pela torre do relógio fica à direita. Ambiente mto bom, atendimento ótimo, comidas, sobremesas e café deliciosos. Cafeterias ‘Oma’ e ‘Juan Valdez’ . Dica: as arepas de Cartagena são muuuto melhores do que de Bogotá. BOGOTÁ 1° dia: Chegamos ao Aeroporto El Dorado e pegamos um táxi até o Hostel Masaya que fica na Candelária (~40 minutos e custou 25.000 pesos). A Candelária é um bairro universitário, tranquilo e seguro. Tem fácil acesso a tudo e pode visitar os principais pontos turísticos a pé. Fomos para a praça Bolívar. Estava toda enfeitada para Natal, linda. Teve projeção de um vídeo natalino em um dos prédios históricos. 2° dia: como não tínhamos adaptador para as tomadas (aqueles de 2 pinos achatados) fomos para o centro comprar. Tour guiado pela Candelária: fizemos a reserva ainda no Brasil por email ao PIT (posto de informação turística). O PIT fica em uma das esquinas da praça Bolivar. O tour é gratuito e dura aproximadamente 2h. É só panorâmico, não entra nos lugares e vale mto a pena. Depois com os conhecimentos adquiridos vc entra no que te interessar. Depois do tour fomos entrar nos lugares: Centro Cultural Gabriel Garcia Marques (uma livraria, com pátio, espelho dágua, tem um El Corral na frente e um Juan Valdez ao lado), Museu Botero (bem legal), Casa da Moeda, Museu Casa da República. Todos esses ficam um do lado do outro e são grátis. Pagamos apenas 6000 pesos para o áudio guia (opcional) no museu Botero. No fim da tarde fomos a Igreja Santo Agostinho (atrás do Palácio Narinõ). Em Bogotá tem as redes de Artesanias, então fomos procurar uma delas. A guia do tour nos indicou a do lado do Museu do Ouro pois era mais barata que as demais. Fomos e era enorme, artesanatos bem feitos mto legal. Vale a pena comprar lá. 3° dia: acordamos cedo e fomos pra Zipaquirá, onde tem a Catedral de Sal. Caminho: pegar ônibus Terminal Norte (n° 72). A passagem custa 1500 ou 1800 pesos dependendo se é hora de pico ou não. Desce no terminal norte e pega uma Buseta para Zipa que custa 4300 pesos. O trajeto todo dura quase 2h. A cidade é uma graça, praças e igrejas lindinhas. Fomos andando até a Catedral. A entrada custa 23.000 pesos no tour básico e tem outros tipos de tours com valores mais altos. O passeio dentro da Catedral dura em torno de 1:30h com guia. Vc fica a 180 metros abaixo da montanha. Tem toda a via crucis, show de luzes e um filminho 3D além de um espelho dágua maravilhoso. Vale muito a pena! Tem que ir! De noite fomos para o famoso Andres Carne de Res. É um restaurante mto diferente. É um prédio inteiro cada andar todo enfeitado com os temas terra, céu, inferno etc. Eh mto da hora. As comidas são um pouquinho caras mas tem que ir. Áh o atendimento é ótimo. Tem que agendar pelo site ainda do Brasil, pq lá lota. O Andres fica na Zona Rosa, área nobre de Bogotá então depois do Andres ficamos andando por lá. É um bairro mto lindo, cheio de barzinhos, shoppings e lojas de marca. Td decoradíssimo para o Natal. 4° dia: Cedo fomos para a praça Bolívar conhecer a Catedral. No caminho passamos na igreja da Candelária. Como o pessoal do hostel indicou fomos procurar um centro de artesanias (que não são as oficiais) que fica na Calle 10 com Carrera 10. Os artesanatos são mais baratos mas não são bonitos como nas redes oficiais. Fomos para o Museu do Oro (grátis aos domingos assim como demais museus). Mto legal e interativo. De tarde fomos fazer a visita guiada na Casa Narinõ (residência do presidente). Agendamos previamente do Brasil por email. Para conseguir entrar é um trampo: para entrar na recepção tem que deixar td q é metálico e passa por uma porta tipo de banco. Depois passa a bolsa , blusas etc em um raio X. Daí eles te pedem câmeras e celulares e deixam guardado. Vc faz um cadastro e tira foto. Depois eles dizem q vc não pode entrar de bolsa, e confiscam sua bolsa. Perde um tanto de tempo nessa confusão. Mas o tour é bem legal. Não teve troca de guarda pq falaram q em dezembro não tem. No final eles devolvem tds as coisas e só pode tirar foto da frente da casa. Agora veja bem, eu e meu marido perguntamos se podíamos usar o banheiro (que fica dentro da casa) e o cara deixou entrarmos com máquina, celular e bolsa e sem acompanhante kkkkk.... Vai entender esses colombianos. Fomos para o Cerro Monserrate. Pegamos uma promoção que subindo das 17 às 19:30h pagaríamos 10.000 pesos ida e volta. Subimos de funicular e descemos de teleférico. É mto bonita a vista lá de cima, pegamos o anoitecer. Se puder vá tbm de dia, deve ser lindo. 5° dia: último dia em Bogotá. Ficamos andando pelo centro e tentamos ir no edifício Colpatria, o mais alto de Bogotá, mas este dia não era dia de Mirador. Fomos embora para San Andres. SAN ANDRÉS No aeroporto de Bogotá vc já tem que pagar a taxa pra entrar na ilha. Está 48.000 pesos. Dica: indispensável em San Andres é a sapatilha aquática (10.000 pesos) pq as praias tem mta pedra e snorkel (de silicone por 20.000 pesos, os de plástico entram água). 6° dia: Fomos alugar o carrinho de golf. Queriam cobrar de 80 a 90.000 pesos, choramos e deixaram por 70.000. Vc pode ficar com o carrinho até as 18h. Ele anda a 10 por hora rsrs mas é divertido. A ilha tem 32km para percorrer com pontos turísticos ao longo do caminho e parávamos tbm em qqer ponto que achávamos bonito ou que queríamos entrar no mar. Primeira parada foi West View: o melhor de San Andres. Tem estacionamento pro carrinho, vc paga 4000 pesos pra entrar e ganha um pedaço de pão pra alimentar os peixinhos. Lá tem toboágua e trampolim, aluguel de colete (5000 pesos), lockers com propina voluntária, mesas, lanchonete. Pegamos colete pq a profundidade é de no mínimo 4m. Delícia fazer snorkel lá, mtoss peixes, mais do que todos os outros lugares de San Andres que fizemos snorkel. Passe um bom tempo nessa parada, é a que mais vale a pena. Segunda parada: Hoyo Soplador: vc estaciona o carrinho e já vem uma pessoa falando que não precisa pagar nada, que ele cuidaria do carrinho, mas que ele pedia que consumíssemos lá. Ele nem espera a gente pedir nada e já vem trazendo piña colada, ficamos constrangidos e pegamos rs. Bom o Hoyo soplador é divertido, rende boas fotos e vídeos. Não paramos na Piscinita pq tava bem caidinho. Terceira parada: praia de São Luiz e Rocky Cay: tem que pagar 5000 pesos de estacionamento e tem que consumir. Tinha cadeiras disponíveis. Como pegamos o locker (5000 pesos) já contou como consumação. Essa praia é bem organizadinha mas como tava tarde nem ficamos curtindo já fomos atravessar o mar para Rocky Cay. Rocky Cay é uma ilhota em que a atração é o navio encalhado trazido pelo furacão Katrina. Vc chega na ilha caminhando no mar mesmo, tenho 1,59m e a água chegou a bater no meu pescoço. 7° dia: passamos o dia curtindo a praia de Sprat Brigth, a praia do centro. E compramos os passeios para Jonhy Cay (9.000 pesos) e Cayo Bolivar (160.000 pesos) com o Maurício da Explorer, ele fica numa mesa em frente à loja Sigali Sigali na orla, ele faz bons preços. 8° dia: Passeio para ilha Cayo Bolivar: é o passeio mais caro e inclui café da manhã, almoço e bebidas a vontade. Nos pegaram no hotel. O barco é pequeno, aberto, sem estrutura, não tem onde segurar, o assento não tem encosto, não tem segurança nenhuma (só coletes). Enfrentamos alto mar durante 1:15h, mar agitadíssimo e experiência de quase morte kkkk. Verdade! Foi aterrorizante. Eles não avisam como é, tínhamos ideia pelos relatos dos mochileiros. Não recomendamos para criança, idosos, problema de coluna ou coração. Recomendamos apenas para quem gostar de mtaaaa aventura pq a falta de segurança é mto grande. Chegamos e o mar de Cayo Bolivar é maravilhoso, um verde inesquecível. A ilha é bemm pequena. O café da manhã é pão com mortadela e o almoço é um peixe, arroz e salada que eles serviam com a mão. Refri, cerveja e água a vontade. Fomos embora às 15h e a volta foi menos desesperadora e durou uns 40 min. 9° dia: Aquário e ilha Johnny Cay: o passeio saiu por 9.000 para cada (com o Maurício) mas em todos os outros lugares estava por 20.000. O barco é o mesmo de Cayo Bolivar só que dessa vez são só uns 10 minutos então tranquilo. Vc tem que pagar a taxa de conservação da ilha (5.000 pesos). Primeiro o barco nos deixa no Aquário que é um lugar no mar que dá para fazer snorkel. Tem locker lá por 4000 pesos. Fica mais ou menos 1h lá e levam para Johnny Cay que é uma ilha bem estruturada mas td tem que pagar. A água é linda e o retorno é 15h. CARTAGENA Obs: dois brasileiros nos informaram para tomar cuidado com os policiais pois eles pedem seu passaporte ou pegam sua bolsa e implantam droga pra cobrar propina. Então cuidado, não deixe q eles saiam da sua vista com nada seu, peça pra olharem na sua frente. Apesar disso nenhum policial nem nos revistou e foi td tranquilo graças a Deus. Como chegamos tarde só ficamos andando na muralha de noite, que aliás estava linda decorada pra Natal. 10° dia: andamos o dia td dentro da muralha. As ruazinhas são uma graça, os balcões com flores lindos. Mtos restaurantes, praças bem cuidadas. Fomos na igreja San Pedro Claver, Palácio da inquisição (grátis aos domingos)mto legal, Praça Santo Domingos onde fica a igreja de mesmo nome e a estátua La Gorda de Botero. De tarde assistimos o pôr do sol no Café del Mar (que é carinho mas dá pra ir só assistir o pôr do sol) com uma musiquinha de fundo, mágico. 11° dia: Isla de Rosário e Playa Blanca: custou 45.000 pesos com almoço incluído.O barco tem um pouco mais de estrutura que os de San Andres. No caminho tem guia que vai explicando sobre as ilhas, paradas para ver os peixes. Primeiro para em Isla de rosário para o pessoal ir no oceanário ou fazer snorkel. Como não fizemos nada disso tivemos que ficar esperando o pessoal voltar pra continuar. Isla de Rosário não tem graça, tem so um pedacinho de praia que um tantão de gente se espreme pra ficar. Fomos para Playa Blanca e lá tem o almoço que é peixe, arroz, salada e suco e vc pode ficar até às 15h na praia. A praia é lotadíssima, areia super suja, tem jetsky andando no meio dos banhistas. A água é bem bonita mas se vc for pra San Andres o passeio não vale a pena. 12° dia: fomos na Casa Rafael Nuñez, casa de um ex presidente que foi por 4 vezes e era Cartagenero, eles tem mto orgulho dele. Pegamos guia (propina voluntária) e a visita ficou ainda mais interessante. Não deixe de ir, vale a pena. 13:30h pegamos o Tour de Chiva (40.000 pesos), com guia passa pelo bairro de Bocagrande, bairro do Getsemani, convento de la Popa, Castelo San Felipe e Muralha. Vale a pena, com todas as entradas inclusas. Convento de La Popa só vale pela vista que é linda, é o ponto mais alto de Cartagena. O castelo é bem interessante. A volta num pedaço da muralha tbm é legal. 13° dia: dia de ir embora, ficamos andando no shopping Plaza Mall ao lado do Castelo e andamos na muralha. De noite pegamos avião pra Bogotá e depois Panamá-Campinas.
  15. CUSCO Olá, primeiro quero agradecer todas as dicas do mochileiro, segui praticamente todas e foi uma viagem inesquecível! Na realidade, iniciei a minha viagem por Cusco (Peru), decidi sair de lá pelo simples motivo de todos os vôos estarem lotados a partir de Rio Branco (AC), onde moro. Como não sabia ao certo se ia ter férias, só pude comprar os trechos em dezembro. Paguei caro, mas se considerar os preços aqui no Brasil nessa época, com essa quantia nem sairia da minha cidade. Os trechos foram os seguintes: Rio Branco- Assis Brasil (ônibus): R$ 36,00 reais Iñapari-Puerto Maldonado (táxi ou van): $ 70,00 soles (ida e volta) Puerto Maldonado-Cusco (ônibus Palomino na ida e Moviltur na volta): $ 100, 00 soles (ida e volta) Cusco-Bogotá (aéreo Taca-Avianca): R$ 1.460,00 reais Bogotá-Cartagena-San Andres-Bogotá (aéreo Copa airlines): R$ 900,00 reais Na volta para casa, decidi voltar de táxi de Assis Brasil até Rio Branco: R$ 75,00 valor do táxi Iniciei no dia 08/01 às 6:00 da manhã, pegando o bus da rodoviária de Rio Branco, na realidade, saiu com atraso de 15 minutos. Apesar de ser uma opção mais em conta, eu não recomendo, o ônibus é horrível, desconfortável e a chegada era prevista para meio-dia, chegou quase duas horas depois. Conheci um casal de Foz do Iguaçu na chegada a Assis e dividimos o táxi até Iñapari (R$ 4,00). Paramos no Posto da PF para registrar a saída e seguimos até o ponto de táxi e vans de Inãpari. Quando chegamos de pronto já pegaram nossas malas e acomodaram em um táxi, troquei real por dólar e alguns soles, a cotação estava terrível, paguei 2,20 reais por cada dólar e o nuevo sol tava valendo 1,20 para cada real, muito ruim! Logo no início, tem que parar na aduana peruana para registrar a entrada. Os horários de funcionamento são de 8:00 as 12:00 e de 14:00 às 19:00 no horário peruano (diferença de mais ou menos duas horas de Brasília). A viagem de táxi é razoável, foi melhor pq eu e o casal conversamos muito e ajudou a passar o tempo, em média 3 horas e meia. Chegamos a Puerto Maldonado o táxista nos deixou no hotel que a agencia tinha reservado para o casal, o Cabaña Quinta, eu ia ficar em uma hospedaria pé de rato que sempre fico, mas decidi pernoitar por ali mesmo, apesar da diária salgadinha (90 soles um quarto individual sem ar-condicionado). O hotel é bom, com bar e restaurante, inclusive jantei por lá, muito boa a comida :'> Antes do jantar fui comprar a passagem para Cusco, os escritórios de todas as agências ficam na Avenida Tambopata. O atendente do hotel indicou a Movil Tours, Tepsa e Palomino, pois segundo ele são as melhores para esse trecho. Sem dificuldades, encontrei as agencias, basta pegar um moto-taxi que eles deixam lá, na Movil Tours já não havia mais vagas para às 10 da manhã do dia seguinte, aí fui na Palomino e consegui o trecho para esse horário. Sobre os horários de saída para Cusco, basta pesquisar no site da Movil Tours, os horários são bem parecidos nas outras empresas http://www.moviltours.com.pe Embarquei e ônibus saiu pontualmente. Bem confortável, semi-cama, também tinha a opção de cama só que um pouco mais mais caro (75 soles). Tinha serviço de bordo e tudo, com um almoço honesto (arroz, frango guisado e milho verde), mas até gostosinho! Previsão de 10 horas de viagem, o que não me incomoda porque viajar na cordilheira é o máximo! Chegamos às 19:30 mais ou menos e já segui para o hostel Ecopackers, um hostel que adoro, bem pertinho da Praza das Armas http://ecopackersperu.com/ Meu vôo para Bogotá saía às 7:30 da manhã do dia 10, então para não peder o costume, curti um pouquinho da night cusqueña!!! CARTAGENA No dia seguinte meu vôo saiu pontualmente, pela Taca até Lima e de Lima para Bogotá na Avianca, aliás, muito bom tanto o serviço de bordo quanto o entretenimento. Cheguei em solo colombiano aproximadamente às 14:00, peguei a mala e fiz o check in para Cartagena. Como meu vôo só saía às 18:00 e pouco, fui almoçar no famoso Crepe & Waffles (delícia), e depois fui trocar dólares por peso colombiano. Achei que o câmbio tava ruim, mas acreditem, foi a melhor taxa que encontrei ( 1 dólar por 1,800 COP). Cheguei a Cartagena por volta de 19:30, a dica é ir ao guichê de táxi e eles te dão o valor exato de acordo com o endereço. Fiquei hospedada no Hostel Casa Venecia, no bairro Getsemani. É um bairro antigo, li em muitos posts que o melhor era ficar na cidade amuralhada, mas não encontrei mais vagas no El Viajero ou no Blue House. Perto há muitos restaurantes, farmácia, mercadinho e muitos bares, é a zona boêmia de Carta. Não tenho dúvidas que foi um bom lugar, apesar das instalações não serem lá essa maravilha, conheci uma galera muito boa lá de brazucas (Fê, Rafa, Vivi e Majuh), argentinos, europeus e um turco. Logo que cheguei já saí com a galera, fomos ao Café Del Mar, um mirante famoso que à noite rola festas com DJs e dançarinas, claro com um preço salgado (9,000 COP a cerveja ou qualquer drink meia boca), depois voltamos para Getsemani ficamos em um bar e terminamos a noite no Café Havana, com muita salsa ao vivo. Hostel: 130,000 COP (5 noites, diárias com café da manhã) No dia seguinte fui andar pela Cidade Amuralhada, tirar fotos e conhecer os principais pontos. Me encantei com a cidade antiga, muito linda! Almocei no El Bistrô, um misto de restaurante, lanchonete e padaria, com preços de 12 a 25,000 COP dependendo do prato. Comida excelente, com entrada de salada e atendimento ótimo. A tarde fui conhecer o bairro Bocagrande e a praia, não gostei, muitos ambulantes, areia escura...Enfim, as praias "caribenhas" não estão no perímetro urbano de Carta. O bairro é alto padrão, com muitos edifícios, lojas, e cassinos. No dia seguinte fui caminhar mais pela cidade amuralhada e à tarde fui conhcer o Castelo de San Felipe de Barajas com Sara, uma jornalista que conheci no aeroporto. Muito legal a construção, com canhões e túneis, é a maior obra da engenharia militar espanhola na América, e com uma vista excelente da cidade. Nem tão perto fica o Serro La Popa, que acabei não conhecendo. Atrás do castelo há uma pracinha com a escultura Monumento a los Zapatos Viejos, uma homenagem a o poeta cartagenero Luis Carlos Lopéz, que é um dos símbolos da cidade. No final da tarde, fui a um concerto de violoncelo, estava rolando na cidade o Festival Internacional de Música, só que antes conheci o famoso Café Juan Valdez. De quebra, conheci um dos prédios da Universidade de Cartagena. Depois do concerto, jantei no Brujas de Cartagena, tava afim de uma gastronomia refinada. Paguei bemm caro, mas valeu a pena, com lagostas, vinho e sobremesa. A noite fomos a famosa rumba Mister Bambilla (eu e a turma brazuca), na cidade amuralhada, adoreiii, dançamos muito até altas horas. No antepenúltimo dia, finalmente fiz o passeio Islas Rosário e Playa Blanca. Consegui o passeio a 45.000 COP de lancha e dá para comprar na hora. Há uma taxa de entrada de 12,000 pesos (imposto). Nesse dia estávamos eu, o argentino Ignácio, os colombianos Jorge e Victor e mais a tia e primo de Victor que são australianos. Foi muito divertido e realmente vi o mar de sete cores, as verdadeiras praias caribenhas. Fizemos snorkeling em Ilhas Rosário (25,000 COP o aluguel do material). Fiquei frustrada porque achei que o passeio incluía a parada no Acuário tb, mas não tinha! Então tem que optar, ou faz o snorkeling ou fica no Acuário. Depois seguimos para Playa Blanca, o almoço foi servido assim que chegamos. Simples: arroz, salada, patacons (banana verde frita) e peixe assado. Muito linda a praia, mas com muitas barracas e ambulantes, a faixa de areia é mínima. Aliás, isso é comum nas praias de lá, não gostei (das barracas), visualmente não é bonito. O restante da tarde foi só naquelas águas maravilhosas... No meu último dia inteiro, tive dores no estômago e diarréia, ainda bem que um dos atendentes do hostel é estudante de medicina, passou um medicamento e soro... Mas foi o dia inteiro acamada! Graças a Deus no dia do embarque para San Andres já estava bem, fiz o último passeio e comprei os regalos para os amigos! Sobre Carta: [*] A cidade é incrível, respira arte. Só andar por Cartagena você já sente a energia do local; [*] Há muitas opções de restaurantes, com vários tipos de gastronomia e preços. Recomendo esses: La Mulata (ótimo custo) Peru Fusion (boa apresentação e sabores) El Bistrô (algo bem cosmopolita) Brujas de Cartagena (gastronomia impecável) Crepes & Waffles (indescritível) La Casa Pajaro (calle Media Luna) um misto de restaurante e galeria de arte, como menu unico por dia que inclui entrada, prato principal e uma limonada ao custo de 8.500 COP SAN ANDRES Embarquei para San Andres às 13:00, vôo rápido e tranquilo. Antes do check in, tem que comprar a entrada para a ilha, tava no valor de 45,000 (COP). Na chegada passa pela imigração e depois as malas são revistadas! Demora um pouco, mas é a assim mesmo. A chegada... É um sonho, ver aquele mar lindo é indescritível, pena que não sentei do lado direito para tirar boas fotos. Fiquei hospedada no El Viajero, que fica bem perto do aeroporto. Mas não tava afim de caminhar, fui de táxi (10,000 COP). Gostei da estrutura do hostel, o café da manhã é bom e rola umas festas no bar. É possível agendar os passeios, mini curso de mergulho e aluguel de carrinho de golfe e scooter para conhecer a ilha. O staff é mais ou menos, deram fim na minha toalha de banho e acrescentaram uma cobrança indevida na minha conta, mas no fim das contas foi a melhor opção. Hostel El Viajero (330,000 COP /7 noites com café da manhã) A galera brazuca também estava no hostel, combinamos de irmos juntos a Cayo Bolívar no dia seguinte. Nesse dia dei aquele passeio de reconhecimento, comprei o material de snorkeling (10,000) e as sapatilhas (10,000). Material bem fuleiro, mas quebrou o galho. Também conheci o calçadão e as lojas duty free... Algumas coisas bem em conta, tipo bebidas, perfumes, cremes, óculos. À noite fomos ao Cocoloco, mas nesse dia estava fechado. Dia seguinte (16/01), o passeio mais espetacular: Cayo Bolívar. É uma ilha no meio do nada, mais ou menos uma hora e meia de lancha até chegar lá, aliás, a ida de lancha é adrenalina pura. há uma base militar e uma torre na ilha, mas tem aquele aspecto bem selvagem. A água bem cristalina e quentinha. Ficamos nessa ilha até às 15:00, depois fomos para outra, ficamos meia hora e tivemos que retornar. Na volta, vimos os golfinhos, eles nadavam e saltavam lado a lado com a lancha, sensacional! Preço do passeio: 180.000 COP , incluso transporte, almoço (muito bom) e open bar (água, refrigerantes e cervejas importadas). No dia 17/01, fui fazer compras junto com a Fê, aproveitei e comprei uma câmera subaquática para registrar o mergulho e algumas coisinhas. Ia conhecer a ilha com o argentino Ignácio, combinamos de dividir o aluguel da scooter, mas não deu certo, desencontramos. Então decidi adiantar o mini curso de mergulho, muito legal, o instrutor passa o básico, treinei em uma piscina e depois fomos para o mar... Foi uma experiência excelente, não senti medo e a todo o momento o instrutor verificava se estava tudo ok. Após o mergulho, caminhei no calçadão no fim de tarde para ver o pôr-do-sol. A noite rolou um happy hour no bar do hostel, foi lá que conheci a francesa Alizée, a suiça Débora, os brazucas Filipe e Alberto e mais pessoas bacanas. Combinamos de dividir o aluguel do carrinho para conhecer a ilha no dia seguinte. No dia 18/01 conseguimos um carro por 70.000 COP (depois de muito chorar, o preço era 80.000). No hostel tava bem mais caro, 120,000 COP. Melhor mesmo é procurar direto nas locadoras de veículos, há várias na ilha. O passeio foi maravilhoso, passamos pela linda praia de San Luis, La Piscinita (bom para snorkeling), Arroio Soplador e West Wiew, onde ficamos um bom tempo fazendo snorkeling, tirando fotos e saltando de uma plataforma que tem lá. Entregamos o carro perto das 18:00. À noite, baladinha no Cocoloco. Falei tanto do mergulho para a Alizée que ela quis experimentar e eu acabei indo de novo! Também fomos a praia de Cocoplum e conhecemos a ilhota Rock Kay. O legal é que atravessamos pela água mesmo, uma caminhada de 200 metros mais ou menos. Legal snorkeling também. No dia 19/01 pela manhã fomos ao mini curso e lá conhecemos os chilenos Pilar e Cristian e o inglês Purvez. O segundo mergulho foi mais incrível que o primeiro, principalmente pelas amizades que fizemos. Mergulhamos em um sítio diferente do que eu fui primeiro, também muito bonito, com ótima visibilidade, muitos peixes diferentes e corais. Depois fomos todos almoçar juntos em uma tratoria em frente ao Cocoloco. Um pouco caro, preços em média de 18,000 a 40,000 cada refeição, dependendo do que escolher. Como já estava chegando o dia de ir embora e é claro que eu não queria, decidi ficar mais um dia nesse paraíso. Fui ao aeroporto e pedi para mudar o dia de embarque para Bogotá. Sem problemas consegui mudar para o dia 22 à noite...E o melhor de tudo, SEM PAGAR ABSOLUTAMENTE NADA! Não acreditei quando a moça disse que não era necessário pagar, pedi para ela repetir 2 vezes para ver se eu tinha traduzido certo, e era verdade! Então, no dia 21/01 eu, Alizee e Filipe combinamos ir a alguma praia simplesmente "jiboiar", bronzear e simplesmente curtir aquela paisagem maravilhosa. Pegamos uma buseta (bem esculhambada) que passa perto do hostel e fomos para uma parte bem calma da praia de San Luis. O valor da passagem era 1,500 pesos. Montamos o nosso QG em frente a um restaurante chamado Donde Francesca e de lá não saímos. O restaurante é caro, comi uns camarões na chapa bem meia-boca ao custo de 32,000 COP. Comemos um brownie com sorvete muito bom (10,000 COP) e a cerveja até que não era tão cara.Foi todo o dia ali, por muito tempo na água. Depois de algum tempo apareceram uns meninos para jogar futebol na praia (pra mim tava mais para fightbol), o Filipe se arriscou a brincar com eles. À noite juntamos uma galera e fomos jantar no Miss Célia, que fica perto do porto de saída para as Cayo Bolívar. Foi indicado como um dos melhores restaurantes da cidade, preço nem tão barato, mas para mim valeu a pena, pedi uma bandeja montanhês (carne, frango, choriço, ovo frito, arroz, feijão e banana frita)e me espantei com o tamanho do prato e quantidade de comida (24,000 COP). A porção de peixe não tava tanto assim, bem menor. No hostel conheci o manauara Felipe França, um dos moderadores dos tópicos de viagem Caribe e América Central. Combinamos de ir juntos ao passeio de Jonny Cay e Acuário no dia seguinte, que seria o meu último passeio na ilha antes de dar tchau (snif) Então fomos lá. No dia 22/01 fomos primeiro ao Acuário, o tempo estava um pouco nublado e não vi tantos peixes assim. É apenas uma pequena faixa de areia com algumas barraquinhas de venda de drinks e lanches. Ficamos cerca de 1 hora lá, tiramos fotos, bebemos piña colada e só. Seguimos para Jonny Cay, e para minha surpresa ainda tem que pagar uma entrada na ilha (3 ou 4.000 COP, não lembro bem). A ilha é linda, cheia de quiosques que vendem drinks e comida, pena que nesse dia eu não tive disposição para caminhar. Estiquei a canga e fiquei torrando. Tudo ali é caro, o prato mais simples com arroz, peixe, salada e banana frita sai a 20,000 COP. Recomendo levar seu lanche, mas vale a pena, comi um peixe desses simples mas muito bom. Voltamos às 3 da tarde, terminei de arrumar a mala e depois saí junto com o Ricardo (brazuca do Rio Grande do Sul) para comprar uma mala pra ele e jantar. Jantamos no Barracuda, depois de muita insistência do Ricardo, pelo visual é um restaurante bem chique. Fomos olhar a carta, e para nossa surpresa, alguns pratos a 18,000 COP. Também tem bufe self-service a 24,000 COP, com uma variedade até boa de acompanhamentos e opção de três tipos de carne e mais um suco. Nem preciso dizer que adorei, comi demais, era a minha despedida de San Andres. Às 21:30 embarquei para Bogotá, feliz e alegre por ter conhecido um lugar tão massa e pessoas tão maravilhosas. Os nativos da ilha são muito amáveis e adoram brasileiros, assim como nós, o sorriso é a marca registrada desse povo tão sofrido e trabalhador. Sobre San Andres: [*] Minha dica é começar com o passeio de carrinho na ilha, assim vc tem uma visão geral do que te espera e se gostar de algum lugar pode voltar lá; [*] Depois Jonny Cay e Acquário, Rock Cay e fecha com Cayo Bolívar. Feito o roteiro turistão, conheça as belas praias e outros pontos da cidade. [*] Pechinche, chore o quanto puder para reduzir os preços de passeios e se possível procure sempre as operadoras e locadoras de veículos, os preços são melhores; [*] Assim que chegar já compre logo as sapatilhas e o kit snorkel, o aluguel não compensa. Comprei um bem vagabundo mas que quebrou um galho e economizei nisso. [*] Cerveja importada é mais barata que a nacional, há boas opções de vinhos e destilados; Restaurantes que recomendo: Em geral os preços são mais caros que Carta e Bogotá, mas em alguns vale muito à pena. Nos supermercados há boas opções de biscoitos e pizzas congeladas, bem em conta. Me fartei com tanto pringles, comprei 3 latinhas a 10,000 e quebrou um galho no aeroporto. El Parqueadero (perto do hostel, comida caseira com entrada de sopa incluso, média de 8,000 a 12,000 pilas); Morgan Chiken (preços mais ou menos na mesma média do anterior, com várias opções de frango e porções razoáveis); Pollo Kikiriki (também perto do hostel, mais ou menos na mesma média. Há pescados na carta, mas um pouco mais caro); Barracuda (Um dos que mais gostei, a 24,000 no bufê self-service) Tratoria (não lembro o nome, mas fica perto do Cocoloco. Fui duas vezes, uma vez o bolonhesa tava ruim, na outra vez comi um nhoque aos quatro queijos, um dos melhores que já provei!) Miss Célia (Preços variados tb, comi e não me arrependi). BOGOTÁ Depois desse paraíso, sinceramente, não me animei muito com Bogotá. Talvez porque errei no meu roteiro, deveria ter feito Bogotá primeiro e depois Cartagena e San Andrés. Mas vamos lá, saí de SA mais ou menos às 9:30, cheguei em Bogotá depois de meia noite. Já tinham me avisado que o táxi naquele horário não era nada barato e de fato, quando ia chegando perto da porta, fui abordada. Não teve jeito e choro, paguei 30, 000 COP na corrida de táxi até a Candelária, bairro onde fica o hostel que fiquei hospedada (The Crank Croc). Confesso que fique assustada quando cheguei não havia nenhuma alma na rua e o local bem esquisito, o que muda muito durante o dia. De manhã já encontrei o Filipe lá, um dos brazucas que conheci em San Andres Minha primeira impressão e que depois se confirmou, Bogotá é basicamente como Sampa, com um cardápio cultural e gastronômico intenso e variedade de preços muito boa. Nos tacamos a andar pelas calles, o Filipe já sabia se localizar e no hostel me deram um mapinha, meio apagado mas ajudou muito. Fomos à Biblioteca do Branco de La Republica, fiquei impressionada com a estrutura e organização, tem tudo sobre basicamente todas as áreas de conhecimento. São 5 níveis bem distribuídos e ainda oferecem uma visita guiada de graça! Depois fomos aos museus Botero e La Moneda, simplesmente incrível! No Museo Botero há um acervo enorme do artista plástico Fernando Botero e exposições temporais também, super recomendo! E tem muita coisa para ver, pra quem gosta, dá para passar umas duas ou três horas lá tranquilamente! O La Moneda é muito interessante, não é só sobre a fabricação de moedas (o que já seria mara), mas tudo sobre as relações econômicas desde o tempo dos povos pré-colombianos. Também tem um acervo muito grande e painéis de leitura para facilitar a compreensão do que se vê. Depois disso, fui caminhar mais pela Candelária, sentir um pouquinho a energia do lugar... Comi uma pizza maravilhosa em uma pizzaria pequena e bem conceitual chamada Craft, as pizzas tem nome de bandas ou personagens de quadrinhos e é uma delícia. Uma pizza pequena (dá para duas pessoas) e um copão de refri custaram 8.500 pesos. No fim da tarde decidi ir ao Serro Monserrate, passei no hostel para me agasalhar mais, pois li muitos relatos de que lá é muito frio no final da tarde inicio de noite. Não tava mais com vontade de andar, peguei um táxi (4,000 COP). Cheguei já às 18:30, comprei o ticket do teleférico e fui. A subida é linda, tem uma visão panorâmica de Bogotá. E era frio mesmo, não pensem duas vezes em colocar aquele casaco mais quentinho. Mas aquela visão já de noite é espetacular, há uns LEDs na Torre Colpatria que criam uns feitos legais. Fiquei lá um pouquinho admirando tudo aquilo, e agradecendo a Deus por permitir isso. Lá em cima é tudo muito caro e ruim, não recomendo comer nada lá, comi uma arepa e só tive raiva! Vou ficar devendo as fotos, pq quando cheguei lá em cima, notei que tinha esquecido o cartão de memória no tablet... Depois voltei numa van (de graça) que deixa você perto do hostel onde eu tava, fechei a noite no Bogotá Beer Company que fica bem pertinho do hostel. Lá eles tem umas cervejas artesanais muuiiiito gostosas e variados sabores e gostos, um pouquinho caro, mas se comparar os preços de Carta e San Andrés, tá ótimo, um copão de 500 ml custa 9,000 pesos, uma jarra com 2 litros eu acho sai a uns 25,000. Fiquei lá um tempo assistindo um Jogo da Libertadores (Grêmio e um time lá do Equador), tava até bom mas aí trocaram para um jogo da seleção colombiana sub 20, joguinho ruim meu Deus! Nessa noite não saí mais, preferi descansar no hostel, já que tinha passado o dia inteiro batendo perna. La Candelária é o bairro mais antigo de Bogotá, preserva sua arquitetura bem de época e a movimentação durante o dia é intensa...Escolhi ficar lá pq fica perto de muitos museus, do Serro Monserrat, da Plaza Bolívar e mais ou menos perto da plaza del Toro, que eram os lugares que eu queria conhecer. Infelizmente tive um problemaço, não tava conseguindo sacar, liguei para o meu banco mas minha gerente tinha saído para almoço. Fui ao Museo do Ouro e esqueci de retornar a ligação! No dia seguinte, liguei e ninguém atendia... Era feriado! Por conta disso, deixei de fazer dois passeios que eu queria: Zona Rosa e Zipaquirá Bem, mas voltando ao Museo Del Oro, é um show à parte. Quem visitar Bogotá obrigatoriamente tem que ir ao Museo del Oro para ficar umas 3 horas admirando um lindo e riquíssimo acervo em artefatos de ouro e alguma coisa de prata também. Preço da entrada: 3.000 COP Bom matei quase minha manhã e um pedaço da tarde nesse passeio, estava voltando para o hostel e encontrei a Alizée na rua, então propus de irmos a Plaza de Toros, porque fiquei sabendo que montaram uma pista de patinação no gelo lá. Saindo do terminal da transmilênio que fica perto do Museu do Ouro, do outro lado da rua tem um ponto de ônibus em que se pode pegar uma buseta que deixa na parada em frente à Biblioteca Nacional e perto do Museu de Arte Moderna, no caminho também tem a Torre Colpatria. Chegando lá, constatamos que realmente tem essa pista e melhor ainda, é de graça! Até emprestam o capacete e os patins para usar por 40 minutos. As condições é ter um kit higiene (touquinha descartável e sacolas plásticas que servem de proteção para os pés) e não entrar com nenhuma bolsa ou sacola... Foi o que pegou, porque simplismente não havia um lugar para deixar as bolsas, tinha um pessoal que se prontificava a segurar mas não confiamos. Voltamos frustradas, depois de enfrentar uma fila de mais de meia hora para pegar os tíckets. Esse é um projeto chamado de "Bogotá Humana", que proibiu as touradas e tentam oferecer outras opções de entretenimento para a população. Voltamos caminhando, mais ou menos uns 20 minutos de caminhada, em uma rua bem movimentada que é fechada para carros até às 18:00. Há muitas lojas e artistas de tudo quanto é jeito nessa calle, até que é uma caminhada agradável. Demos uma paradinha no Café Juan Valvez para jogar conversa fora e degustar um bom café... À noite, fomos ao Beer Station encontrar alguns amigos colombianos da Alizée. Os bares de Bogotá são incríveis, as cervejas artesanais são simplismente maravilhosas. Depois fomos a um karaokê, os colombianos também gostam muito disso. No dia seguinte tive que mudar de hostel, pois não tinha dinheiro suficiente e o que eu estava não aceitava cartão Foi uma pena, porque gostei do Cranck Croc, já fica como dica, nem todos aceitam cartão. Seguindo as dicas da Alizee, fui para o Masaya ( http://www.masaya-experience.com/ ), que ficava perto de onde eu estava. É mais novo e mais bonito, muito legal, mas como eu estava acostumada com o anterior, acabei não me enturmando. Antes disso fomos bater perna pela Candelária e almoçar. Comemos no Mora Mora, muito gostoso e barato (tem combos variados, o meu com um smoothie e um wrap havaiano custou 9.000 COP). Aliás, em Bogotá há muitas lanchonetes nesse estilo, vale a pena tanto pelo preço quanto pelo sabor. Depois tiramos uma soneca básica antes de ir para o outro hostel. Fui para o Masaya, arrumei minhas coisas e Alizee me convidou para um churrasco com os amigos colombianos. Eu queria mesmo ter ido conhecer o famoso Andres Carne de Res na Zona Rosa, mas estava sem grana e sem conseguir sacar, foi uma pena não ter conhecido a Zona Rosa e Zona T. Fica para a próxima. De qualque forma, o churrasco foi maravilhoso. Dia seguinte, dia de despedidas. Meu vôo para Cusco só ia sair às 21:00, então tinha o dia inteiro para curtir. Comprei lembranças numa feirinha que tem perto do Museo do Oro, fui patinar na Plaza de Toros, tirar mais fotos da cidade e ao Museo Nacional. Aliás, o passeio ao Museo foi como mergulhar na história do povo colombiano, nunca vi um acervo tão rico e diverso quanto vi naquele museu. A começar pelo prédio, que antes era o presídio da cidade, fizeram questão de preservar bem a arquitetura. No museu não há uma taxa de entrada, você paga uma taxa no valor que quiser, eu paguei 5.000 pesos e pagaria mais se pudesse, a dica é ir e passar pelo menos metade do dia para conhcer as várias etapas da rica história colombiana. Depois desse delicioso passeio voltei caminhando para o hostel, me despedindo da Colômbia já com uma pontinha de saudade. Fiz a última parada na Plaza Bolívar no fim de tarde, para algumas fotos e ver o pôr do sol. Depois fui ao restaurante El Corral, foi uma experiência gastronômica simplesmente maravilhosa! Quem vai a Bogotá, tem que conhecer algum restaurante dessa rede! De fato, como todos os relatos que li aqui, esse é um país maravilhoso e pronto para ser explorado por turistas. A Colômbia tem um lugar no meu coração, adorei conhecer esse lugar que respira cultura, que preserva a sua história, mas que acima de tudo, tem o sorriso como marca registrada! E adorei passar as férias ao som de salsa e reggae, balancei os cambitos como nunca havia feito antes! Valeu Colômbia, hasta la vista! Restaurantes /lanchonetes e outras opções que recomendo: Em Bogotá encontrei mais opções e menores preços, é possível comer um combo e pizza + refri por apenas 3.000 pesos, massas por 6.000 e muito mais. Pra mulherada, não posso deixar de mencionar que os serviços de salão de beleza são muito baratos, manicure a 5.000 pesos, claro que o serviço não é como o nosso, pois elas não tiram a cutícula, mesmo assim fica bom. Perguntei quanto cobrariam para hidratar, cortar e escovar o meu cabelo, apenas incríveis 18.000 pesos! Apenas fiz as unhas. Levei a Alizee lá, ela pagou uma massagem relaxante de 30 minutos por apenas 15.000. [*] Beer Station e Bogotá Beer Company: ótimas cervejas artesanais, preço em média de 6.000 a 9.000 pesos o caneco de 500 ml e 20.000 a 30.000 a jarra; [*] El Corral: rede de restaurante e hamburgueria, recomendo a loja que fica no Centro Cultural Garcia Marquez, pois tem menu promocional de happy hour e brunch. Comi um delicioso sanduíche tailandês com batatas fritas e cerveja a 22.000 pesos; [*] Mora Mora: rede de lanchonetes que serve vários combos de sanduíche ou wrap com chips e smoothies de vários sabores. Média de preço de 8.000 a 18.000 pesos o combo. Ponto negativo é a demora no atendimento; [*] Yumi Yumi: no estilo do Mora Mora, mas com atendimento mais rápido; [*] Craft: pizzaria que mencionei antes, com pizzas de 5.000 a 7.000 pesos (sem refri); [*] Crepes & Waffles: dispensa comentários, simplesmente incrível! [*] Café Juan Valdez: merece o título de melhor café (não é melhor que o nosso, mas é muito bom); [*] A comida de rua também é muito boa, comi muitas obleas (waffle recheado com queijo ralado, geléia, leite condensado e doce de leite); [*] Os sorvetes então, os mais deliciosos que já provei, melhor que o sorvete chileno (quem provou os da rede Bravíssimo sabe bem do que estou falando); Enfim, Bogotá é uma capital gastronômica também, tem para todos os bolsos e gosos. O retorno até Cusco foi tranquilo (até a chegada), tenho que registrar aqui a ótima impressão que tive da Avianca/Taca com um ótimo atendimento e aeronaves confortáveis. Mas tive uma infeliz surpresa ao chegar ao aeroporto de Cusco e constatar que minhas malas não chegaram... CUSCO Meu plano era somente ficar o dia e retonar à noite para Puerto Maldonado e daí seguir para casa, mas ao chegar ao Aeroporto de Cusco, a mala de todo mundo passava na esteira e a minha nada... E também tava com aquele problema em sacar dinheiro, só tinha 100 soles (lembrando que 50 soles eram para a passagem de bus até PM). Realmente a mala não chegou e tive a triste notícia de que talvez chegasse ao meio-dia do dia seguinte... E o desespero também, só ia conseguir entrar em contato com a minha agencia bancária no dia seguinte. Depois de preencher um formulário, segui para o hostel com a promessa de que minha mala ia ser entregue onde eu estivesse. Segui para o Hostel Ecopackers, e cabei dormindo uma boa parte do dia para compensar o estresse. Nem tive pique para dar umas voltas, lisa e sem perspectiva, comi alguns biscoitos que tinha e conversei com umas meninas de Lima. No dia seguinte, levantei bem cedo e logo liguei para a minha agencia bancária e consegui falar com a minha gerente. Ela me deu 24 horas para resolver o problema e disse para eu tentar sacar no decorrer do dia. Bom, a essa altura já tinha me conformado em passar a pão e água (literalmente), tinha 10 soles disponíveis para alimentação. Fui a um mercadinho e comprei biscoitos e água, mas para minha surpresa, meu cartão ainda tinha crédito. Almocei no Los Balcones, em frente a Plaza de Armas. Por 30 soles o menu incluía entrada, sopa, prato principal, sobremesa e suco natural. Comi rocoto relleno (tipo um pimentão recheado), sopa de quinoa, cuy frito e uma torta de maçã de sobremesa, pecado da gula total! O restante do dia foi perambulando e tirando fotos da minha cidade do coração, quando retornei ao hostel, a empresa tinha deixado minha bagagem!!! Pela noite dei umas voltinhas e retornei para o hostel. Conversei um pouco mais com as peruanas e com Hyundong (sul coreano). E no dia seguinte... Rá, consegui sacar! Como só retornaria à noite, tinha o dia para um bom passeio. Decidi conhecer as salineiras de Maras e o sítio de Moray, pois nas duas vezes que estive em Cusco não consegui fazer esses passeios. No hostel tava custando 160 soles, a partir de duas pessoas, sozinha ia sair uns 200 soles. Então decidi procurar mais barato, fui a algumas agências em frente a Plaza de Armas, mas o preço era o mesmo. Descobri o endereço da operadora e voilá, o passeio custa 125 soles em grupo, mas como não tinham outras pessoas, saiu a 150 pesos. Uma dica importante é sempre procurar as operadoras, os preços dos intermediários são abusivos! Essa operadora fica bem pertinho do hostel, lá também alugam motos e quadriciclos. O passeio inicia-se às 13:00, antes disso fui almoçar no meu restaurante preferido em Cusco, o Incanto. Fica bem pertinho da praça, um pouquinho caro, mas a experiência gastronômica é inesquecível! Comi um lomo de alpaca com risoto de lúcuma e de sobremesa uma barra crocante de lúcuma com calda de chocolate, simplesmente incrível! Uma dica: não peçam entrada, pois eles servem umas torradinhas com azeite que já estão inclusas no menu e são suficientes! Depois desse maravilhoso almoço, rumo a Maras e Moray! Não é um passeio que todos os viajantes fazem, tá fora do roteiro "turistão", mas vale a pena. Conheci uma Cusco mais linda ainda, de quadriciclo percorremos um bom pedaço da zona rural. Plantações, flores, montanhas nevadas (vistas, não passei por elas), riachos... Em certos momentos, me senti no filme o Mágico de Oz. Eu recomendo, posso chamar isso de um "mini rally", já que passamos em alguns trechos com muita lama, pois era época de chuvas lá. Infelizmente, não dá para ficar muito tempo em Moray, ainda tinha um bom trecho a rodar até chegar a Maras, nas salineiras. Um detalhe, como eu não tinha comprado o boleto com entrada para os vários sítios arqueológicos, tive que pagar a entrada (não me lembro se foi 8 ou 10 soles). Seguimos para Maras e nessa altura, eu já estava fera no quadriciclo Também paguei a entrada, no mesmo valor do Moray. Devido às chuvas, as tinas naturais não estavam bem branquinhas, mas curti bastante! Preparem-se para a caminhada, é um pouquinho puxada! Retornamos e cheguei ao hostel às 17:30, só dava tempo de tomar banho e jantar, o bus saiu às 19:00. Retornei de Moviltur, muito bom, com serviço de bordo e TV. O restante do trecho foi tranquilo também, mas já retornava com muitas saudades de tudo, essas férias foram incríveis e valeu cada centavo gasto. Conheci outras realidades, paisagens e principalmente, amigos que estão no coração para sempre Obrigada Deus por tudo, e que venha a próxima (provavelmente Bolívia no meio do ano e América Central nas férias de janeiro)!!! Quem quiser saber mais dicas, tirar dúvidas ou simplesmente ver mais fotos, pode me adicionar no facebook, procura pelo meu email [email protected], porque Cristiane Neres tem várias! Ah, deixa um recadinho antes, para eu saber que é daqui! Hasta luego mundo!
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