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TREKKING LIGHT PELOS LENÇÓIS - PERNOITE EM QUEIMADA DOS BRITOS.

 

Queridos amigos mochileiros, vim compartilhar minha viagem pela Rota das Emoções, embora tenham muitos relatos aqui sobre o assunto, porque acredito que talvez alguns irão gostar da ideia de fazer como fizemos: sair do tradicional, com pouca grana, muita disposição e pouco tempo disponível.

Saída do aeroporto Navegantes dia 28/08 - 13:30h - Chegamos 10:30h em São Luís (MA) alugamos um FIat Mobi  para devolver em Fortaleza em 04/09. Utilizei o link da reserva da Latam e consegui desconto da taxa de devolução em outra loja gratuita.

Fizemos no balcão o seguro de vidros e pneus. Foi um valor de R$12,90 por dia, mas salvou a viagem: A estrada está péssima entre Camocim e Fortaleza. Leva 3h para fazer apenas 57km.  Na verdade, trata-se de uma rodovia de buracos com algum asfalto ao longo da via.

Na devolução em Fortaleza foi verificado uma roda amassada, uma picada de pedra no parabrisa e arranhões na calota. Que o seguro cobriu.

Partimos para o Hotel Santos Dumont SLZ - 0,9km do aeroporto - diária casal sem café - 103,19- Suíte dupla com ar. Limpo e confortável.

5h da manhã partimos rumo à Santo Amaro. Aqui vem o pulo do gato: Não fizemos o tradicional... depois de ler o relato do:

Seguindos as informações e o contato que Mario disponibilizou resolvemos fazer um meio trekking. Saímos de Santo Amaro com o Sr. Zeca e o Fábio (moradores de Queimada dos Britos) que vou falar mais adiante, de quadriciclo e seguimos até onde é permitido o trajeto de carro, na Lagoa das Emendadas e depois seguimos com o Fábio a pé pelo Parque rumo a Queimada dos Britos e casa do Sr. Zeca e da Dona Evanira.

 

RUMO AO PARAÍSO ESCONDIDO DOS LENÇÓIS MARANHENSES

 

Chegar em Santo Amaro é tranquilo pelo asfalto foi só seguir o Waze, mas o asfalto está em obras e tem muitos animais na pista é bom ter cuidado. O Waze nos deixou em frente ao Estacionamento Municipal de Santo Amaro - gratuito e muito bem vigiado.

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De lá pegamos uma jardineira para atravessar o rio - 50,00 o casal. A travessia pelo rio já é é uma aventura. Esta foto é da volta que não tinha jardineira então pegamos um trator.  Pernoitamos em Santo AMaro e acordamos às 3h, encontramos nosso guia e seguimos pela área permitida até as Emendadas e de lá um quadriciclo levou nossas coisas, nós levamos apenas uma mochila pequena com água, protetor, toalhas e meias.IMG_9549.thumb.PNG.41c13421db4808469f3a7b2d2591de4c.PNG

DICAS: Use chapéu que seja possível amarrar no pescoço, meias, roupas compridas com proteção UV, mochila com capa para atravessar os rios. Chinelos, tênis e toalhas só atrapalham. 

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Primeira lagoa que visitamos

Chegamos na casa do Sr. Zeca e da D. Evanira. Um amor de casal que nos recebeu muito bem, com almoço pronto. Galinha caipira (criada no quintal deles), arroz, macarrão, salada, macaxeira, feijão e cabrito ensopado. Sobremesa: caju, melancia, banana e tangerina. Suco de caju que mais parecia sorvete.

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Depois deitamos na rede, curtindo uma paisagem surreal. Paz e tranquilidade enquanto esperávamos o calor baixar e seguir para a Lagoa do quintal do Sr. Zeca que não tem nome, mas apelidamos de Esplendorosa.IMG_8427.thumb.JPG.f8a0500deb612f5d27b7a1d26561ac39.JPGIMG_9584.thumb.JPG.7d0f10d86ca9535f025d912fd61b2f7f.JPG

No caminho....

Ficamos até o entardecer, subimos a duna mais alta para ver o por do sol, foi quando avistamos um casal que vinha de Baixa Grande sentido Santo Amaro, uma holandesa e o seu guia. Ela tirou essa foto maravilhosa enquanto estávamos na duna no pôr-do-sol.1398955058_porsollagoa.thumb.jpg.c139b574ab93ae2ccd04d8f6b26e652f.jpgIMG_9569.thumb.JPG.77baf1774b0e298816eedc450144fda3.JPG

Uma Lagoa entre tantas que visitamos

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Lagoa dos fundos da casa do Sr. Zeca

À noite D.Evanira nos esperava com um peixinho e um café preparado na hora. Depois uma boa conversa sobre cultura e costumes da região, cachaça com cobra para curar picada de cobra... e outras histórias regadas na cervejinha gelada. ELe tem placa solar onde é possível carregar os celulares (só para fotos não tem nada de sinal). Ele nos contou que seu bisavô materno foi quem descobriu a região numa viagem de caixeiro viajante, se encantou e ali fez sua morada.

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Hospedagem do Sr. Zeca

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Cachaça de Cobra coral - Remédio para eles.

Assim passamos 3 dias e 2 maravilhosas noites, vendo o céu estrelado como nunca tinha visto antes. Após um curso de como dormir em rede, dormimos feito anjos... acordavámos e íamos para as lagoas ali próximas, víamos o sol se por e íamos para casa de lanterna (20min).Por dois dias tivemos os Lençóis só para nós. Uma vida fácil de se acostumar...

 

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Me arrependi de não ficar mais um dia e ir até à Praia de Atins. Lá Sr. Zeca tem um barraca onde pesca e prepara o peixe e é possível até dormir. Fica a sugestão de 3 dias para a região.

Oque você deve fazer se quiser ficar ali na Hospedagem do Sr. Zeca

QUEIMADA DOS BRITOS - Zeca e Evanira

(98) 99810-9494 - Zeca

(98) 98604-0016 - D. Evanira

(98) 99217 - 8945 - Jonas (filho do Zeca)

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Donos dos Paraíso Perdido

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Sr. Zeca, D. Evanira, Michelle (holandesa) Sérgio, o guia.

Telefone de antena então um sempre estará desligado. Vá tentando até conseguir... Melhor horário por volta das 19h.

Nós pagamos:

R$40,00 (rede com café da manhã)

*Redes limpas e cheirando a sabão em pó. Não passamos nem frio, nem calor. Banho de chuveiro com banheiro masc e fem super limpos.

R$30,00 jantar por pessoa

R$ 40,00 almoço por pessoa

Transporte:  A negociar (ele pode buscar em Barreirinhas de 4x4 só para dormir, sem fazer a travessia. Coloque sua intenção e ele dará um jeito de buscar você. ) De 4x4, a pé, de Quadriciclo, de jumento, do jeito que for, mas não deixe de conhecer os verdadeiros Lençóis Maranhenses. Simples, rústico, mágico e maravilhoso.

 

Saímos de lá e fomos para as Lagoas de Barreirinhas  (consideradas postais: Lagoa Bonita e Lagoa Azul) e as achamos sem graça depois de ter ficado em Queimada dos Britos.

Fizemos o caminho inverso aproveitando cada minuto. Atravessamos o Rio de Trator pegamos nosso carro e seguimos para Barreirinhas.

 

BARREIRINHAS - CIRCUITO LAGOA BONITA.

Seguimos viagem para Barreirinhas para curtir os restaurantes na beira rio. Ficamos na Pousada Parque dos Lençóis. (98) 98805-4811 Sany. ELes tem um espçao para trailers. Com sombra para o carro. Cavalo, papagaio e cachorro. Ótima! Limpa e aconchegante e bem localizada. Fizemos os passeios agendados com a Bella Turismo.

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Pousada Parque dos Lençóis

IMG_7348.thumb.JPG.8ea34acda2ac20968fc7608537e4904d.JPGRio Preguiças - Travessia da Balsa.

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VIsta da Lagoa Bonita Barreirinhas

 

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Sobre Barreirinhas: As Lagoas já estão com a água morta (gíria do Sr. Zeca) ali mergulhar de olhos abertos arde, bem diferente das lagoas de Queimada onde a água é limpa e não arde. A visão de cima do parque vale a visita. Aprox 1 hora sacolejando na jardineira. Na saída da balsa é possível comer uma deliciosa Tapioca com café por R$ 5,00.

A noite é só escolher um restaurante perto do rio e curtir a vista. Tem para todos os gostos e bolsos. Ficamos só uma noite.

 

BARRA GRANDE - PIAUÍ

Normalmente, as pessoas seguem para o Delta para os passeios pelo Delta do Parnaíba, mas eu optei por praia. Já fizemos Jalapão, Bonito, Mangues em Boipeba e Morro na Bahia e achei que seria mais do mesmo, mangue, pássaros, caranguejos e cavalos marinhos... Fomos para Barra Grande.

A estrada de Barreirinhas até Barra Grande está razoável, foi recentemente recapeada e é possível trafegar facilmente de carro comum. No caminho paramos para visitar a usina Eólica e os pequenos Lençóis, mas o tempo era curto só tiramos algumas fotos, pois nada mais impressionava ali...

Em Barra Grande ficamos hospedados no Guest Hostel Barra Grande nas tendas Pé na areia. Amei!!!!

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(86) 3369-8050 ou (86) 98134-5902 diretamente com eles o café é incluso na diária e ainda tem 10% desconto que pelo Booking. Fale com o Kennedy.

Amei a praia. Os kites ficam colorindo o céu azul em uma praia semi deserta com águas limpas e mornas. De frente ao Hostel fica o melhor ponto da praia, barracas com espreguiçadeiras que servem na praia e wifi, paramos ali para informar a família que ainda estávamos vivos. 😁

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JERICOACOARA - CE - De carro 1.0 por dentro do Parque Nacional de Jericoacora

Depois de 01 dia e meio em Barra Grande deixamos o lugar com gostinho de quero mais. Praia linda! De madrugada pegamos a estrada rumo a Jeri. Estrada péssima depois que saimos de Piauí. Vergonhosa a situação da BR. Deplorável! 3h para percorrer 57 km e ainda o governador tem coragem de colocar radares na rodovia. Caminhões desviando de crateras na contra-mão... Absurdo mesmo.

Chegamos em Preá, o Waze leva até o centrinho de Preá. Lá fomos abordados por um guia que prometeu nos levar ao Parque com o Mobi. Com medo, mas arriscamos. Ele esvaziou os pneus - 15lb - abastacemos e partimos para o estacionamento na entrada da vila em Jeri.  Fomos pela areia com o Mobi, atolamos só uma vez e foi super divertido. Ele tirou fácil. No caminho tiramos foto na árvore da Preguiça completamente vazia. Já que os passeios de jardineira passam ali de manhã.

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Nosso guia Matheus - (88) 98871-0490

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Àrvore da Preguiça - Preá

Marcamos o passeio para as 8h do dia seguinte. No contra-fluxo dos outros turistas que saem as 9h e vão para àrvore da Preguiça, depois lagoas do Paraíso e Azul. Paramos na Lagoa do AmÂncio que esta bem cristalina, mas nem entrei...Fomos direto para a Lagoa do Paraíso. Chegamos com ela vazia escolhemos o melhor sofá do Lounge e curtimos até as 11h da manhã quase vazia. Depois chegaram amontoados de jardineiras com centenas de turistas. Saímos e fomos para a Lagoa Azul que devido as chuvas está muito cheia e não mais tão azul, lá tem um parque aquático com piscinas e estrutura de parque aquático. Bem legal! R$ 5,00 a travessia de barco e entrada no parque. Comida bem acessível.

WhatsApp: (88) 99752-1337

WhatsApp: 088 98862-7842

Instagram: @lagoaazuljeri

Em Jeri, foi uma aventura dirigir pela areia, indo aonde queríamos e ficando o tempo que desejávamos sem aglomeros por apenas 120,00 do guia Matheus. Gastaríamos 60,00 por pessoa em Jardineiras ou 300,00 o bugue compartilhado. Assim fizemos o nosso horário e nosso roteiro. Super recomendo o Matheus. Não se arrisque a ir sem guia. Vimos Hillux e Duster atoladas, enquanto os carros comuns atravessam com guia e ainda paravam para ajudar a empurrar. Ali tem que ter a manha, como diz o Matheus, guia e nascido na região. Em hipótese alguma circule na vila de Jeri com carro, a multa é cruel e o carro do Detran circula pra cima e pra baixo em busca de desavizados. Para os passeios Lado Leste (Paraíso e Azul) e o Oeste (Mangue e TObogã) não tem problema nenhum ir de carro. A pedra furada é apenas a pé por cima do morro do Serrote ou pela praia na maré baixa. Baixe o aplicativo das marés para escolher os melhores horários e leve muita água para a subida da Pedra.

Na Pedra Furada tem um jovem, Erivelton, que tira as melhores fotos de pedra furada em troca de comprar um dindin. Paguei o profissional  e fiquei na fila, mas as melhores fotos foram dele.IMG_9926.thumb.JPG.310689a7377d18aa1cdec5f8c42d3433.JPG

 

 

 

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Caminho para a Lagoa do Paraíso

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Telefone do Matheus:

(88) 98871-0490 - Guia.

 

FORTALEZA- CE - PRAIA DO FUTURO.

Passamos nossa última noite na Maravilhosa Vila de Jeri e seguimos para Fortaleza. Estrada péssima, mas já um pouco melhor que a de Camocim. Fomos até o Crocobeach, almoçar, tomar um banho de mar em Fortaleza e preparmos tudo para voltar para casa.

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Praia do Futuro - CE

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Barraca do Crocobeach - CE

O crocobeach tem estrutua de resort. Almoço buffet por 79,00kg , combo de 3 cocos por 10,00. Chuveiros e mesas pelo consumo. Muitos ambientes para fotos. Ás 4h pegamos o carro e uma fila enorme para devolver o carro na Locadora. Assim terminou nossa viagem. Embarcamos para Santa Catarina com 39 graus em Fortaleza, descemos em Navegantes com 11 graus e chuva....Mas foi inesquecível. Espero que inspire outros viajantes e amantes da Natureza.

Sobre custos:

Hospedagem:

SLZ Santos Dumond - 103,40 - 1 noite

Sto Amaro - Queimada dos Britos com guia excluisvo e alimentação inclusa - R$ 1255,00 -3 dias e 2 noites

Barreirinhas - Parque dos Lençóis - 144,00

Barra Grande Guest House Hostel - 100,00 - S/ café com café 120,00 - 1 noite

Jeri - Airbnb - Villa Mar - 169,00 diária - 2 noites

Média de Jantar - 70,00 a 90,00 peixe ou camarão no abacaxi, peixe na brasa - Romã e Marisol em Jeri. Maoumé em Barra Grande e Bambu em Barreirinhas.

Almoço PF 15,00 em Barra Grande e Jeri - Pizza com refri 29,00 - Crocobech 79,00 kg

Tapioca com café - 5,00 em Barreirinhas

Dindin 0 5,00 - picolé 7,00

Coco gelado - 1,00 em Fortaleza - 3,00 em Barra Grande

Passeios e transfer

Trator - gorjeta 10,00

Jardineira - 50,00

Guia  exclusivo - 120,00 Jeri

Lagoa Paraíso - 20,00 pessoa entrada no The Alchymist Beach Club

Lagoa Azul - 5,00 por pessoa

Circuito Lagoa Bonita - R$ 60,00 por pessoa - Bella Turismo

 

Carro:  - 530,77

Combust- Etanol - 275,00

1,160 km rodados em 8 dias

Total gasto aprox: R$ 3.200,00 para o casal - 8 dias

 

 

"A vida é o que fazemos dela. As viagens são os viajantes. O que vemos, não é o que vemos, senão o que somos."

Fernando Pessoa SOARES, B. Livro do Desassossego. Vol.II. Lisboa: Ática. 1982. 387p.

 

 

 

 

 

 

 

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    • Por luafonseca
      Boa tarde, pessoal!!

      Alguém sabe me dizer qual calçado seria mais adequado para fazer a travessia dos lençóis maranhenses (4 dias de caminhada na areia, passando por lagoas)?
      Várias pessoas sugeriram as papetes, mas fiquei pensando se aqueles tênis híbridos (servem para água, areia e asfalto) não seriam melhores. Não vi ninguém indicando ou contraindicando...
      Obrigada!
    • Por rafa_con
      Então pessoal, já agradeço desde já se uma boa alma conseguir dar uma luz. 
      Estou ensaiando montar um roteiro de 15 dias que saia do Jalapão e vá até os Lençóis Maranhenses passando (ou não) pela Chapada das Mesas. Seria uma passagem de São Paulo > Palmas e volta São Luís > São Paulo. O obstáculo: não dirijo. 
      A vasta maioria dos roteiros que vejo aqui por essa região envolve locar um carro ao menos para ir de Palmas até Carolina. Gostaria de saber se é tão fim do mundo assim usar transporte público entre Palmas x Carolina e depois Carolina x São Luís. Alguém da região sabe dar informações atuais sobre isso? Por favor, tudo no preço mochileiro de ser, estou pulando fora de transfers VIP (mas também não estou na aventura de pedir carona). Na verdade acho que é mais ajuda pra ver se é possível concretizar esse roteiro sem carro sem perder tanto tempo. 
      Valeu! 
    • Por gmussiluz
      Bom, já estava há um tempo querendo fazer uma trip desse tipo. Meu primeiro plano era fazer no litoral norte de Salvador, que foi reforçado mais ainda quando vi aqui no Mochileiros o relato do Jorge Soto, de Arembepe a Mangue Seco a pé (http://www.mochileiros.com/de-arembepe-a-mangue-seco-se-a-pe-t11941.html).
      O objetivo primário era de fazer uma trip de praia, em local que ainda não conhecia (ou não conhecia direito), a pé e com baixo custo. Mas pra quem nunca fez uma travessia longa de vários dias, é se aventurar demais querer fazer com equipamento, sem conhecimento do local e "às pressas", sendo melhor então fazer um trecho mais curto para conhecimento dos limites, analisar pontos a melhorar em questão de equipamento, organização e etc. Então, analisando o longo litoral da Bahia (maior do Brasil, diga-se de passagem), resolvi com minha então namorada fazer o trecho de Itacaré a Barra Grande, que é mais curto e daria pra fazer no tempo que tínhamos disponível. Pelo Google Maps/Earth, dá aproximadamente 46Km, mas lá ouvimos dizer de até 60Km.
       

      ORGANIZAÇÃO
      Moro em Salvador e estava de férias. Após 1 semana em Ilhéus na casa de parentes, partiríamos para Itacaré e seguiríamos viagem. Importante ressaltar que essa semana em Ilhéus foi determinante para redução do trecho percorrido, já que estávamos com roupas e itens para mais tempo na mochila, e não apenas o essencial para o percurso da trip. Entretanto, foi ponto importante para analisar que, em uma distância maior, onde teríamos mais coisas e consequentemente poderíamos estar com peso igual, deveríamos estar mais preparados, bem como se tivéssemos ido apenas para fazer a trip, estaríamos com menos peso e provavelmente teríamos completado o objetivo sem problema. Ambos estávamos com cargueiras de 40L: eu com aproximadamente 12Kg e ela com aproximadamente 8Kg. O tempo pretendido era de 2 dias de viagem, pernoitando na praia. Importante que, para caminhada em praia, tem que ter conhecimento da maré, do contrário, por falta de planejamento pode pegar uma maré cheia para caminhar e terá que ir pela areia fofa, obrigando a parar ou dobrar o esforço de caminhada e, assim, dificultando o percurso.
       
      1º DIA
      Saindo de Ilhéus, pegamos um ônibus para Itacaré logo de manhã cedo, ele passa de hora em hora e para em pontos ao longo da estrada, demorando aproximadamente 1h50 pra chegar em Itacaré. (Se conseguir uma carona, ótimo, já que de carro até lá leva cerca de 50min.)
      Ao chegar em Itacaré, já havia falado previamente com um amigo que mora lá para contatar um barqueiro para a travessia do Rio de Contas, que é o que separa Itacaré da Península de Maraú, onde fica situada Barra Grande. Encontrei meu amigo rapidamente só para confirmar o barqueiro, depois fizemos compras de água e alimentos num mercadinho e seguimos para a Praia da Concha, onde o barqueiro, com um daqueles barcos de alumínio a motor, já estava nos esperando (haviam outros barqueiros na praia, que ficam lá para fazer passeios turísticos rio acima e que com certeza fariam a travessia também, mas como eu ainda não sabia, preferi esse contato com o meu amigo). A travessia é bem rápida, são aproximadamente 100m e em menos de 5min se chega ao outro lado. Descemos, fizemos um rápido preparo, e demos início à caminhada às 10h40. (ao descer do barco, o barqueiro perguntou para onde iríamos daquele jeito. Quando falamos “Barra Grande”, ele arregalou os olhos e deu um sorriso, como quem diz “pirou” hahaha. Dessas coisas que quem viaja com mochila nas costas já está acostumado).
      Nesse ponto, ainda se vê pessoas por ali. Vez ou outra, algumas pessoas atravessam para surfar do outro lado do rio (Itacaré é um dos locais mais conhecidos do Brasil para a prática de surf) ou para ficar numa praia menos frequentada, já que do outro lado não tem povoamento nem acesso fácil e em 10min. de caminhada já não se vê ninguém.
       


      Com 1h20 de caminhada, paramos em frente a Piracanga, onde fizemos uma parada de 20min. para hidratar e comemos barra de cereal. Piracanga é uma “ecovila e centro holístico de cursos e terapias” que oferece cursos e retiros, basicamente um lugar pra “ficar de boa” e foi onde vimos apenas um casal na areia, que nos cumprimentou quando reiniciamos a caminhada. Ainda na frente de Piracanga, tem um pequeno rio, que passamos sem problema com a água não chegando nem na cintura. Não conheço o rio, mas a maré estava bem seca e possivelmente na maré cheia e dependendo da estação, pode ser que tenha que segurar a mochila acima da cabeça para atravessar.
      Desse ponto em diante, não há muita novidade: areia, coqueiral e água salgada, sem NENHUMA pessoa durante o percurso, nem sinal (apesar de o visual ser sempre “mais do mesmo”, é algo que não consigo descrever, porque ficamos deslumbrados o tempo todo, a cada passo ficávamos olhando para o que vinha à frente sempre achando cada vez mais bonito e paradisíaco). Mais 1h50, atravessamos mais um pequeno rio que também não tinha profundidade para se preocupar em molhar as mochilas, mas deixo aqui a mesma observação de antes: é bom atentar para a maré e estação do ano que, se for chuvosa, pode resultar num nível maior do rio. Logo após esse rio, fizemos mais uma parada para beber água e comer algo. Nesse local também não víamos nenhum sinal de habitação, mas um pouco acima da restinga parecia ter um rastro de quadriciclo, transporte bem comum naquela área. Dessa vez ficamos um pouco mais(30min.), porque ela já estava sentindo bastante dor no joelho e cansaço.

      Recomeçamos e percebemos que a maré já estava mais cheia. Além disso, nesse trecho a areia era mais fofa e a inclinação da praia era maior, e além de andar com os pés meio tortos, acaba havendo uma sobrecarga no joelho (nesse caso, o direito) e a gente vai ficando meio “descompensado” =S. A partir daí, as reclamações do joelho e cansaço foram aumentando e já comecei a procurar um local para pararmos e armar acampamento, quando, com aproximadamente 40min. de caminhada, paramos.
      Dei uma olhada no perímetro, tinha uma casa relativamente simples a uns 200m sem sinal de gente nela, além de um tipo de estradinha de areia em direção ao continente a uns 50m de onde estávamos e, claro, coqueiros por toda parte. Achei dois coqueiros baixos e consegui tirar mais de 10 cocos, aproveitando para reabastecer as garrafas que estavam vazias (aproximadamente 3L de água de coco!). Após isso, montamos a barraca, organizamos as coisas e tomamos banho (de mar hahahaha). Depois, foi só jantar (2 latas de atum com acompanhamento de bananas, puro luxo) e praticamente desmaiamos perto das 18h, contemplando um céu absurdamente estrelado, sem sinal de nuvens nem no horizonte.

      Como o quarto da barraca é quase totalmente telada (Azteq Nepal) e o céu estava muito limpo sem sinal nenhum de nuvens vindo, deixei a barraca sem o sobre-teto -mesmo sabendo, tendo experiência de chuva surpresa e claro, já tendo lido muita coisa- o que nos fez acordar com um belo banho de chuva às 22h. A chuva veio sem aviso, forte e pesada! Acordamos naquela agonia para pegar lanterna, abrir o sobre-teto que estava totalmente dobrado dentro da barraca e conseguir achar os pontos certos para fixar – tarefa de nível ultra hard. Provavelmente está pensando: “Mas já não sabe do risco de uma chuva surpresa?”, “Sobre-teto sempre!”, e etc., mas o céu estava tentador demais e serviu de experiência hahahaha. Nunca mais armo sem sobre-teto. Resultado: algumas coisas molhadas, outras encharcadas, frio e aprendizado! Afinal, temos que aprender com os erros (ou negligências) também. Depois de “rearrumar” tudo e secar um pouco algumas coisas, voltamos a dormir.
       
      2º DIA
      Acordamos às 5h. Assistimos o Sol nascer, café da manhã, arrumação, passar pano na barraca, curtir a praia um pouco e enquanto isso dando um tempo pro Sol subir mais e poder secar mais as coisas. Nesse tempo, passou um pescador empurrando a bicicleta e perguntei a ele se sabia quantos km faltavam para Barra Grande, que ele me respondeu “não sei direito não, mas está longe!” (depois descobrimos que, nesse ponto, estávamos mais ou menos próximos de Maraú. Provavelmente ele veio de lá).

      Reiniciamos às 9h e caminhamos por 3h30 até ela sentir o joelho e pararmos. Onde estávamos, não havia condições de parar, não tinha nada, então sugeri andarmos mais um pouco até onde tivesse alguma coisa. Estávamos nos aproximando de Algodões, e quanto mais perto, mais víamos casas de praia enormes e já com a “cara da riqueza” e$tampada nas fachadas, além de começarmos a ver algumas pessoas: algumas vezes caseiros, outras vezes pessoas trabalhando, e também pessoas passeando de quadriciclo na areia. Perguntamos a alguns trabalhadores quantos km faltavam até Barra Grande e ele sem muita certeza nos disse “uns 30” e foi quando “nós” (ela hahaha) decidimos parar. Desistimos e fomos perguntar a umas pessoas num bar onde poderíamos pegar ônibus para Barra Grande, e fomos informados que passaria um em 20min., logo ali perto. Fomos caminhando num Sol escaldante e, quando perguntamos a um cara de bicicleta o local do ponto de ônibus, ele disse que era ali, que o ônibus já tinha passado, mas que “sempre passa carro e logo vocês arranjam carona”. Fomos para o ponto e esperamos. Após 3 carros cheios, em menos de 10min. passou um cara sozinho num L200 e parou pra nos dar carona até Barra Grande, marcando o fim da nossa trip.

       
      O QUE APRENDEMOS NESSA VIAGEM?
      -É muito ruim fazer uma trip dessa com mala de 1 semana anterior em algum lugar. Se for pra fazer a trip, que seja uma viagem exclusiva pra ela, pra não ter que carregar coisas desnecessárias.
      -Vimos que ainda existe muitos lugares vazios e paradisíacos só esperando pela oportunidade e visita de quem estiver disposto.
      -Sobre-teto sempre! Mesmo no céu estrelado (hahaha).
      -É muito importante se concentrar no seu corpo e em seus limites, se respeitar, respeitar seu próprio tempo e o do outro, caso vá acompanhado.
      -Os nossos limites podem ser bem menores ou maiores do que imaginamos.
      -Independente do cansaço é bom olhar tudo mais de uma vez, pra não esquecer.
       
      EQUIPAMENTOS USADOS:
      -Curtlo Highlander 35+5L
      -Quechua Forclaz 50L
      -Azteq Nepal 2
       
      ATUALIZAÇÃO:
      Em dezembro de 2018 fiz uma travessia de Itacaré a Moreré, trecho que contempla o citado neste relato, segue link:
      Travessia Itacaré - Moreré (BA), a pé
    • Por Bete Pandini
      Boa tarde, galera! Preciso de ajuda... Rota das Emoções saindo de São Luis (29/8) para Jeri (03/09) e meus dias não coincidem com a Rota Combo!! Precisaria de transfer no domingo e informações sobre ônibus são confusas. Pensei em alugar um carro e fazer o trajeto e pegando apenas passeios com Agência. Alguém sabe como estão as estradas? Alguém já fez? Obrigada!!
    • Por Daniela Alvarez
      Pessoal, alguém tem indicação de guia que faz a travessia a pé nos Lençóis Maranhenses?
      Muito obrigada.


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