Fim de semana em Florianópolis

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Fim de semana em Florianópolis

Nova mensagempor mcm » 28 Set 2011, 10:42

Novamente aproveitando as mega-promoções de passagens aéreas, agora foi a vez de conhecer Florianópolis. Importantíssimo dizer que Floripa merece muito mais do que um fim de semana, mas é o tempo que dispomos. Certamente voltaremos lá outras vezes.

Como conhecer em apenas 2 dias?
Como era a primeira vez na cidade e eu tinha muitas coisas que queria conhecer, acabei fazendo dois longos roteiros mais parecidos com “mega-city-tours” -- de carro, claro. Sem correria, tomando o tempo que fosse necessário para curtir onde quiséssemos, mas também sem curtir praia (entenda “curtir praia” como “passar algumas horas do dia + pegar sol + entrar no mar”). Descendo do carro sempre, andando sempre que possível. Felizmente conseguimos passar por quase tudo que queríamos.

O tempo
A previsão do Climatempo era terrível. Sábado era dia feio e certo de chover (90% de chances), domingo nem tanto (40%). Felizmente os deuses viajantes burlaram isso e nos proporcionaram um sábado quase seco (só choveu de madrugada e um pouquinho no fim da tarde e começo da noite), embora muito nublado. Domingo deu um belo sol pela manhã.

Onde ficamos
Optamos por ficar na Lagoa da Conceição, perto de bares e restaurantes. Ficamos na Pousada Colinas da Lagoa. Muito boa. Se eu ficar na Lagoa novamente, ficarei lá.

O ROTEIRO:

Sexta
Chegamos na pousada bem tarde (todos os 4 vôos da viagem atrasaram!), mas logo partimos para passear um pouco pela noite da Lagoa, especificamente na Avenida Afonso Delambert Neto. De fato, o lugar ferve. Mas tem uma característica que não me agrada tanto: praticamente todos os lugares (bares, restaurantes) têm música alta. Fica complicado conversar se você não berrar no ouvido. Como estávamos cansados – já passava de 1 da madrugada --, queríamos apenas beber, jantar e dormir. Escolhemos o El Mexicano, que não foi bom.

Sábado
Choveu forte de madrugada. Acordamos cedo e partimos logo depois do café. A ideia era explorar um pouco do centro da cidade. Paramos o carro na Praça da Luz para andar um pouco a pé pelas ruas. Descemos toda a Conselheiro Mafra até a Praça XV, passando pela Antiga Alfândega, o Mercado Público Municipal, o Palácio Cruz e Souza e Velha Figueira.

Na volta ainda passamos no mirante da Praça Hercílio Luz, de onde pudemos observar a velha "Golden Gate brasileira", em obras.

Hora de partir para a segunda parada: Santo Antonio de Lisboa. Lugar muito bacana, sobretudo pelos resquícios da arquitetura açoriana. É pequeno e, pelo visto, com restaurantes muito procurados. Passeamos pelas ruas, entramos em algumas lojas de artesanato e curtimos um pouco da vista (e da vida) geral num bistrô.

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A rua principal de Santo Antonio de Lisboa

De lá, partimos para Jurerê, onde, naturalmente, fomos curtir as belas fachadas das caríssimas casas de Jurerê Internacional. É o tipo de lugar que você pode passar uma tarde inteira passeando a pé só para observar as casas. Passeamos rapidamente também pela praia, e até encontramos algumas raríssimas pessoas pegando um sol inexistente (nessa hora o tempo já estava beeem fechado, mas sem chuva). Fico imaginando como aquilo deve lotar no verão, sobretudo os bares com vista para o mar. Para não escapar do que me parece ser moda em Floripa, passamos por alguns restaurantes com música ao vivo (!!).

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Uma das passarelas que levam à praia em Jurerê

Seguimos Jurerê até o fim para ir à Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Eu adoraria conhecer Anhatomirim e Ratones, mas essas ficaram para uma próxima vez. O Forte de São José foi bem legal (embora eu seja suspeito, porque adoro visitar fortes – geralmente têm belas vistas e eu curto ver as construções antigas), vale a entrada. Aproveitamos que estávamos ali e descemos até a Praia do Forte. Não tinha ninguém lá! Praia calma, bem plana.

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Visual da Fortaleza de São José da Ponta Grossa

De lá, nosso destino foi Canasvieiras. Queríamos apenas passar rapidamente, para ver como é. E é como esperávamos: bem família, orla urbanizada e tal. Seguimos para Ponta das Canas, mas achei a praia meio decepcionante. Tinha informações de que era uma das mais bonitas da ilha, mas, ao menos no dia em que estivemos lá, não correspondeu (terá sido o mau tempo?). Seguimos para a Lagoinha, que achei um pouco mais charmosa. Ambas têm águas calmas.

A praia seguinte já fica na parte, digamos, “mais oceânica” da ilha, e com boas ondas: Praia Brava. Gostei muito da praia, da região (do bairro?) e do acesso (bela vista do alto).

Era para termos passado pela Praia dos Ingleses, mas acabamos indo direto para a Praia do Santinho. Logo que chegamos, começou a cair uma chuva bem fininha. Santinho foi a praia mais legal que conhecemos nesse dia, mesmo estando quase que inteiramente vazia -- só vimos gente jogando bola, correndo ou passeando com cachorros. Lá mesmo nós paramos num bar de praia para reabastecimento e para curtir o momento (ainda que com um vento gelado, estávamos adorando o momento). Curtimos inclusive um espetáculo de uma baleia que estava por lá, bem perto da rebentação! Encerrado o reabastecimento (e a chuvinha), fomos passear um pouco pela praia. Como fomos caminhar para o centro da praia, os costões com arte rupestre ficaram para uma próxima vez.

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Visual da Praia do Santinho -- o minúsculo pontinho preto no mar (do meio para a esquerda) é a baleia!

Já era fim de tarde e eu não tinha uma referência precisa de como chegar à praia de Moçambique, o destino seguinte do nosso roteiro, que ficaria para o dia seguinte. Felizmente no caminho até a Lagoa eu vi uma placa indicativa para ir para a praia (por uma rua que não aparece no meu GPS). Ficou devidamente mapeada para o dia seguinte. Passamos ainda rapidamente pelo mirante da Lagoa antes de retornar à pousada. Fomos jantar na Pizzaria Basílico – muito boa! – e dormir cedo.

Domingo
Novamente acordamos cedo, tomamos café, fizemos check-out e partimos para a Praia de Moçambique. Só que, no caminho tinha a Praia Mole, que nos atraiu. Estava um belo dia de sol, decidimos parar na Mole primeiro. Mesmo cedo, já tinha mais gente do que em todas as praias em que estivemos no dia anterior. Fomos caminhando até a ponta esquerda da praia para seguir até a Praia da Galheta, acessível somente por trilha e usada como praia de nudismo (opcional).

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Na trilha entre a Praia Mole e a Galheta

Galheta foi a praia mais bonita que conhecemos na ilha. Andamos toda a extensão da praia, até as pedras no outro canto; havia poucas pessoas na praia; vimos um ou outro naturista (homens, infelizmente). Ficamos um bom tempo por lá.

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Praia da Galheta

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Um nativo da Galheta

Seguimos para a Praia de Moçambique. A rua de acesso não é pavimentada e (ao menos agora em setembro/11) é repleta de buracos. Difícil de passar de 20km/h ali. Mas é rápido, bem rápido. Logo você chega na praia. Na entrada tinha uma menina dando orientações sobre a preservação do local (a praia fica dentro do Parque do Rio Vermelho). A praia é muito longa (a maior da ilha), você apenas escolhe onde quer parar o carro e pronto. Não vi infra-estrutura (bares, barracas). Aliás, não há qualquer construção por lá. Adoramos a praia. Boas ondas, muito espaço, muito bonita.

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Praia de Moçambique, a mais longa e (talvez a) mais "selvagem" da ilha

Voltamos em direção ao sul, agora com parada na Barra da Lagoa. Visitamos o Projeto Tamar e fomos andar rapidamente pela praia. Acabamos não pegando o caminho para a Prainha. Na verdade, acho que não conhecemos muito da Barra, ficou para a próxima.

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Tartarugas podem ser gigantescas

Estava na hora de reabastecimento e a Praia da Joaquina era a próxima da lista. No caminho, passamos pelas famosas dunas, com uma vista estonteante da praia ao fundo. Não passe batido pelas dunas, pare e suba! Tinha uma galera fazendo sandboard/skibunda por lá, mas não nos aventuramos. Já na Joaquina, caminhamos um pouco pela praia e fomos subir as dunas que observamos lá de cima.

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Visual da Joaquina a partir das dunas

Depois do reabastecimento, seguimos para a Praia do Campeche, apenas para uma rápida olhada. Campeche mesmo que gostaríamos era a ilha! Seguimos para a Praia da Armação, última do roteiro, onde também acabamos passando rapidamente (o tempo vai ficando escasso, começamos a acelerar as coisas!). No fim da praia, pegamos a passarela para ir na Ilha da Campanha, com uma bela vista tanto da Armação quanto da Praia do Matadeiro (que, por sua vez, ficou para uma próxima vez). Curtimos um bom momento ali.

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Visual da Ilha da Campanha

Ainda seguimos até a Freguesia do Ribeirão da Ilha para conhecer outra região açoriana da ilha e, talvez, curtir um fim de tarde num restaurante com vista para o mar. Infelizmente o restaurante ficou no talvez mesmo, porque chegou a hora de ir para o Aeroporto. Fim de festa!

Quando eu voltar
Quero fazer o passeio para os fortes de Anhatomirim e Ratones, a trilha para Lagoinha do Leste, o passeio para a Ilha do Campeche, passear por uma tarde inteira por Jurerê Internacional e curtir algum restaurante com vista do Ribeirão da Ilha. As praias que mais gostaria de voltar para curtir mais e melhor: Mole, Galheta, Barra da Lagoa, Moçambique e Brava.
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Re: Fim de semana em Florianópolis

Nova mensagempor Heineken » 26 Dez 2011, 15:37

Olá, amigo.

Eu vi que o tempo nublado foi uma constante em sua viagem. Não sei se deixei passar batido no texto ou realmente não consta: qual o período do ano que você fez essa viagem? Estou rumando para a bela Floripa por agora ::hahaha:: e queria só ter uma noção em relação a isso. Valeu! ::tchann::
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Mas os pés na grama
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Re: Fim de semana em Florianópolis

Nova mensagempor ( E ) » 26 Dez 2011, 18:02

Que corrida pela ilha, mcm! Suei só de ler o relato. :D~ Já dei uma volta por aqui (moro em Florianópolis) parando numas três praias no mesmo dia e já achei bem cansativo e nada proveitoso. Sou do tipo que tem que ficar a toa no lugar para entendê-lo.
Engraçado quando se referiu a Galheta:
mcm escreveu:vimos um ou outro naturista (homens, infelizmente). Ficamos um bom tempo por lá.
Quem conhece o lugar não os chama assim. rs! Não me entenda errado, somente achei a sua impressão interessante, nada contra ninguém e a praia é bonita mesmo.
Da próxima vez, conheça as praias do sul da ilha, Matadeiro (passando uma ponte e uma pequena - pequena mesmo - trilha da Praia da Armação), Pântano do Sul, Açores, Praia da Solidão, Naufragados, etc.; minhas preferidas!

Vamos ver se consigo te ajudar, Heineken. Óbvio que não poderei dizer como estará o tempo de quando estiver por aqui: tem feito um calor de matar, mas quando chove é pra valer. Após dois dias de chuva consecutivos, véspera do natal e natal, ontem no final da tarde a temperatura caiu bastante. Hoje já não chove, o céu está um pouco mais limpo e esquentou bem, está com cara que amanhã o sol não perdoará as reclamações e sairá disposto como na semana passada (mas como eu disse antes, não dá para afirmar nada, estou levando em consideração o céu, a temperatura, minha vontade de que não chova e frase que ficou poética; ::lol3:: ).
Qualquer coisa não deixe perguntar.
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Re: Fim de semana em Florianópolis

Nova mensagempor mcm » 04 Jan 2012, 17:10

Heineken,
A viagem foi em setembro/11 mesmo, o mês em que postei o relato.

( E ),
Eu sei da fama local de Galheta, mas optei por uma referência sutil. :)
Valeu pelas dicas. Talvez eu consiga voltar em março, vamos ver!
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Re: Fim de semana em Florianópolis

Nova mensagempor mcm » 21 Mar 2012, 10:37

Galera,
Estive novamente em Floripa (obrigado, webjet!) e, dessa vez, optamos por dois passeios de (quase) um dia, ambos de barco: o passeio pelas ilhas (Anhatomirim, principalmente) e Ilha do Campeche. Dessa vez o tempo estava bom (viva!). Melhor ainda: foi agora em março, já fora da altíssima temporada (= menos gente).

Passeio Anhatomirim (ilhas tropicais)

Nós fomos pela empresa Scuna Sul, mas há outras opções (acho que, geralmente, saindo de Canasvieiras). O barco que fomos sai do centro às 10:30 do centro, bem embaixo da Ponte Heríclio Luz (procure pelo Scuna Bar, é ali). Vale chegar um pouco antes para curtir a Fortaleza de Santana (grátis, logo ao lado), enquanto espera o horário de saída.

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Vista da Ponte Hercílio Luz, a partir da Fortaleza de Santana

Custos: passeio Scuna Sul = R$ 45. Reserve mais R$ 10 se você for de carro e estacionar na área. E mais R$ 10 por cabeça para entrar nos fortes (um ingresso dá direito aos dois). Preços de bebidas no barco são salgados (cerveja = R$4, refri = R$ 3) e vi gente levando suas bebidas em caixas térmicas (uma ótima ideia!). Restaurante para almoço custava R$ 15 o buffet (fora bebidas). Preços de março/2012.

Roteiro: o barco foi direto para uma praia de Governador Celso Ramos, onde atracou para observar golfinhos (infelizmente não havia golfinhos no dia) e para a galera almoçar. Eu não queria almoçar, então fiquei curtindo e nadando na praia.

Uma hora depois, o barco sai para a ilha de Anhatomirim, onde se faz a visita ao Forte por 1 hora. Eu adoro esse tipo de atração – acho que fortes geralmente têm vistas privilegiadas e ainda geralmente curto o estilo de construção e a história deles. Adorei a Fortaleza de Anhatomirim. Num clássico caso de visitas guiadas com horários pré-determinados, é pena que seja apenas uma hora. Acho que o lugar merece mais tempo -- eu acabei aprendendo muito pouco da história porque preferi curtir o visual do lugar. Talvez o ideal, para quem quer curtir o lugar com mais tempo, é descolar um barco a partir de Governador Celso Ramos, que fica bem mais perto. A conferir.

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Fortaleza de Anhatomirim

Dali o barco segue para a Ilha Ratones Grande, para visitar a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones. Da mesma forma, com visita guiada -- agora de 40 minutos (a fortaleza é menor). Também tem vistas deslumbrantes, ainda que não tanto quanto Anhatomirim.

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Fortaleza de Ratones

Depois o barco ainda faz uma última parada (+- meia hora) para a galera mergulhar e nadar um pouco. Muito bom. Chegada de volta ao centro é por volta das 1630-17:00.
mcm
 
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Re: Fim de semana em Florianópolis

Nova mensagempor mcm » 21 Mar 2012, 10:52

Ilha do Campeche
Dedicamos o dia seguinte à Ilha do Campeche. Consta que há 3 alternativas para ir para a ilha: via Barra da Lagoa (1:15 de viagem), praia do Campeche (rápido e mais caro, via botes) e praia da Armação (40 min).

Optei pela Armação. O barco sai de um trapiche na ilha da Campanha, no final da Armação (quase indo para a praia do Matadeiro) e custou R$ 40. As saídas me parecem regulares pela manhã, ao menos nessa época. O tempo de estadia é pré-determinado também – geralmente umas 4-5 horas. Nosso barco saiu pouco depois das 10hs, chegou antes das 11hs na ilha e o horário para voltar era 15 hs.

Chegando na ilha um monitor vem conversar com o grupo para explicar a proposta de preservação do lugar (um importante sítio arqueológico -- e ecológico) e as opções de lazer. Você pode fazer trilhas (varia entre R$ 5-15, depende do trajeto), alugar snorkels ou apenas curtir a praia.

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Panorama da praia da ilha do Campeche

Há dois restaurantes (e, claro, ambos têm preços altos, ainda que mais baixos que Jurerê Internacional, por exemplo). Você pode usar os banheiros deles, mesmo não consumindo nada. Os lugares somente aceitam dinheiro, cartões são inúteis (não há energia elétrica). Vi gente levando apetrechos (barraca, farnel, bebidas, etc.), vale a pena.

A cor do mar é esplêndida, acho que não é fácil ver aquela cor em praias do sul brasileiro (os mais escolados em praias, porém, podem me corrigir/confirmar). Há duas áreas reservadas para a galera curtir o mar (as outras são para chegada e saída de barcos).

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Águas cristalinas

Fiz uma trilha guiada que levava ao outro lado da ilha e passava por algumas pinturas rupestres. Custou R$ 10 e levou +- 1 hora. Eu fui mais pelo visual do outro lado, que é sensacional. As pinturas são interessantes, mas não são minha praia. A trilha é considerada nível médio, mas achei bem tranquila – exceto quando você chega nas pedras, quando requer mais cuidado (mas esta parte é opcional). A guia, Dahiana, esbanjava conhecimento. Achei bem legal.

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O outro lado da ilha (acesso somente por trilha guiada)

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Anoitecer em Santo Antônio de Lisboa, para onde fomos depois de curtir a praia
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