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Em Florianópolis:

 

• Rest. Uma Rosa, Av. Afonso Delambert Neto, 315, Lagoa da Conceição, 3304-0908. Ambiente agradável com velas e sofás. À noite, no inverno, estava servindo caldinhos. Havia uns 10 tipos de caldinhos, sendo alguns vegetarianos. Havia opção de pagar por cumbuca ou um preço fixo para se servir à vontade. Parece que o almoço é buffet a kg. Preço bom, boa relação custo-benefício

 

• Confraria Chopp da Ilha, Av. Afonso Delambert Neto, 671, Lagoa da Conceição, 3334-3696. Decoração diferente com muita madeira, o ambiente é meio escuro, tem telão com clipes e música ao vivo depois das 22h. Parece local mais para beber e deve lotar, mas fomos cedo, estava tranquilo, pedimos picanha na chapa que veio com alho, cebola, repolho, batata vinagrete, farofa e pão e estava bom. Preço médio, boa relação custo-benefício

 

• Rest. Miyoshi, Av. Afonso Delambert Neto, 101, Lagoa da Conceição, 3232-5959, seg-dom das 18h30-23h, http://www.miyoshi.com.br/ Bom, ambiente agradável, atendimento bom. Estava com buffet promocional de sushi (sem sashimi). O outro buffet com sashimi era limitado a 12 peças, apesar de ser bem mais caro. Tem preço diferenciado para homem e mulher. Tinha bastante variedade de sushi e poucos pratos quentes, mas tinha yakisoba, pastel de queijo, guioza, rolinho primavera, tempurá, hot roll, etc. Tudo bem feito e gostoso. Preço médio, não é barato, mas relação custo-benefício é boa, devido à qualidade

 

• Café Cultura, R. Manoel Severino de Oliveira, 669, lj 3, Lagoa da Conceição, 3334-0483 / 8806-2120, das 9-0h30. Café expresso, cappuccino gelado, brunch aos dom. Ambiente agradável com poltronas e sofás com almofadas, decoração legal, pratos individuais, pedimos um filé mignon ao molho de café, brócolis e risoto parmegiano, estava muito bom, mas prato é de tamanho médio, talvez um pouco pequeno par os comilões. Relação custo-benefício razoável

 

• Rest. Chef Fedoca, R. Sen. Ivo D'Aquino, 133, Lagoa da Conceição, 3232-0759, à la carte, é bom, atendimento bom, ambiente agradável, mais arrumadinho com louças bonitas e guardanapo de tecido. Pedimos um peixe com crosta de gergelim. Bom, mas caro, por isso acho que a relação custo-benefício é razoável.

 

• Sanduicheria da Ilha, R. Henrique Veras do Nascimento, 50, Lagoa da Conceição, 3207-3780, seg-ter das 16-0h, qua-sáb das 16-1h, dom das 14-0h, sanduíches. Ambiente legal, os lanches tem qualidade, mas preços são diferenciados também. Acho a relação custo-benefício razoável

 

• Casa de Chocolates Schimmelpfeng, R. Henrique Veras do Nascimento, 323, Lagoa da Conceição, 3733-8333. Os chocolates são muito bons, mas é meio caro, acho que a relação custo-benefício é razoável

 

• Rest. Conselheiro do Paladar, R. Conselheiro Mafra, 584, Centro, 3225-6111, seg-sex das 11-14h30. Bem no Centro, na rua que vai dar no Mercado Público Municipal, oferece um buffet bom e variado por kg que, além das receitas tradicionais, conta com dietas especiais para vegetarianos, celíacos e intolerantes à lactose, tudo a um preço honesto e com direito a sobremesa de cortesia. O local é meio apertado, pequeno, mas o ambiente é agradável. Considero ótima relação custo-benefício

 

• Rest. Sabor da Costa, Costa da Lagoa, Ponto 16, 3335-3070 / 9973-7778 / 9980-3526, 9-18h (dez-mar até 20h), [email protected], fica para baixo da igreja, em frente à lagoa, à la carte. É simples, mas bom, ambiente agradável, atendimento bom, com vista para a lagoa. Pedimos um peixe grelhado simples (c/ arroz, pirão e fritas), mas estava gostoso. Não é caro, porção de tamanho bom, achei relação custo-benefício boa

 

• Bar do Arante, R. Abelardo Otacílio Gomes, 254, Pântano do Sul, 3237-7022, 11h30-0h, à la carte, é bom, atendimento bom. De frente para a praia, oferece belo visual, ambiente simples e inusitado com os inúmeros bilhetes colados nas paredes e teto, é praticamente um ponto turístico de Pântano do Sul, até o cardápio e a toalha de mesa tem tema baseado nos bilhetes. Entretanto, apesar disso serve bem a um preço honesto, por isso achei relação custo-benefício boa. Pedimos um almoço completo: arroz, feijão pirão, salada, filé de peixe espada a milanesa com casa bem crocante

 

• Rest. Ostradamus, Rod. Baldicero Filomeno, 7640, Ribeirão da Ilha, 3337-5711, ter-sáb das 12-23h, dom das 12-18h. Ambiente muito bonito, agradável, com decoração legal. Tem guardanapo de tecido, pratos e cálices bonitos e pode-se trazer o cardápio de lembrança. Há um deque ao mar com mesinhas e uma bela vista da praia cheia de gaivotas. Pedimos entrada de ostras, 1 porção tem 12, é possível pedir 1/2 de um tipo + 1/2 de outro (6 ostras ao alho e óleo + 6 ostras ao molho de gengibre) e canoada (uma espécie de risoto) que estava gostoso, mas bem temperado e um pouco forte. Tudo vem em pratos bonitos e decorados. É bem turístico e caro, mas os preços são condizentes com a qualidade da comida e do ambiente, por isso acho a relação custo-benefício é de razoável a boa

 

Outras opções:

 

• Box 32, no Mercado Público Municipal, tem o pastel de camarão mais famoso da cidade, bolinho de bacalhau e ostras frescas. Disseram que o pastel é diferente do pastel paulista retangular, é um pastel meia-lua e menor

 

• Rest. Central, R. Bocaiuva, 2180, Centro, 3222-0089, seg-sáb das 11-14h30

 

• Rest. Delícias Portuguesas, R. Visc. de Ouro Preto, 559, Pça Getúlio Vargas, Centro, 3224-6448, ter-sáb das 11h30-23h30. Disseram que é muito bom para comer doces portugueses

 

• Rest. O Barba Negra, Av. das Rendeiras, 1628, Lagoa da Conceição, 3232-5098, seg e qua-sáb 11h30-23h, dom das 11h30-17h. Frutos do mar

 

• DNA Natural, R. Manoel Severino de Oliveira, 680, Lagoa da Conceição, 3207-3441, seg-qui e dom das 8-0h, sex-sáb das 9-1h, lanchonete com especialidade em sucos e wraps

 

• Rest. Cabral, Ponto 19, s/n, Costa da Lagoa, 3335-3132, inverno: seg-sex das 10-17h, sáb e dom das 9-20h, verão: diar das 9-20h, [email protected]

 

• Rest. Cachoeira, R. Geral Costa da Lagoa, Ponto 16, Costa da Lagoa, 3335-3050, [email protected]

 

• Rest. Lagoa Azul, Caminho da Costa da Lagoa, 177, Ponto 17, Costa da Lagoa, 3335-3009, 9-18h (nov-mar até 19h), [email protected]

 

• Rest. Lagoa Bonita, R. Geral da Costa da Lagoa, s/n, Ponto 16, Costa da Lagoa, 3335-3110, 9-19h

 

• Rest. do Índio, R. Geral da Costa da Lagoa, 222, Ponto 18, Costa da Lagoa, 3335-3007

 

• Rest. Ponto de Vista, Rod. Jorn. Manoel de Menezes, 1747, Praia Mole, 3232-5207, ter-sáb das 12-0h, dom das 12-17h. Feijoada de camarões. Atrás do restaurante há um mirante

 

• Lucila Bistrô, Al. César Nascimento, 322, Jurerê, 3369-6113, seg-sáb das 11h30-15h e 19h30-23h30, dom das 11h30-15h

 

• Rest. Pescador Lobo, R. José Cardoso de Oliveira, Praia do Forte, acesso por Jurerê Internacional, 3282-0631, seg-sex das 9-18h, sáb-dom das 9-22h. Frutos do mar, restaurante na pria, disseram que é muito bom

 

• Rest. Muqueca da Ilha, Rod. Baldicero Filomeno, 7487, Ribeirão da Ilha, 3232-7676, ter-dom das 11-23h. Para comer frutos do mar, na mesma linha do Ostradamus

 

Em Guarda do Embaú:

 

• Rest. Pizzaria e Pastelaria Ki Massa, Praça da Pinheira, Praia da Pinheira, Palhoça, 3283-2931. Ambiente simples, mas agradável. Comida simples, mas honesta. Pedimos um PF de contrafilé que alimentou bem o trilheiro faminto. Relação custo-benefício boa

 

Dicas de alimentação:

• Comida típica:

o sequência de camarão

o sequência de ostras

o tainha: de maio a junho pode-se comer o peixe fresco. No resto do ano o peixe é congelado, mas existe a tainhota, que é uma versão menor da tainha e pode ser encontrada nos restaurantes da Costa da Lagoa

 

• No Centro de Informações Turísticas, tem um guia de gastronomia da cidade. Todos, que eu resolvi experimentar e que estavam no guia, foram muito bons, mas geralmente com preços mais para turistas

 

• Achei comida em Florianópolis um pouco cara, talvez porque tenha ido em restaurantes "turísticos" ou por não ter tido sorte de topar com boas opções ou por ter ficado na Lagoa da Conceição

 

• Tem muitos restaurantes japoneses na cidade

 

• Há controvérsias quanto à sequência de camarão e à sequência de ostras. Há quem diga que é tudo de bom, outros dizem que a sequência de camarão é um festival de muita gordura e pouco sabor e a sequência de ostras meio perigosa aos estômagos mais delicados por ser forte

 

• A maioria dos restaurantes na capital funciona normalmente mesmo na baixa temporada, com exceção daqueles localizados à beira da praia, alguns fecham ou funcionam com horários reduzidos, por exemplo, apenas aos finais de semana

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Contatos úteis:

 

• Prefeitura de Florianópolis, R. Tenente Silveira, 60, 5.o andar, Centro, 3251-6066, [email protected], 9-19h

 

• Conselho Municipal de Turismo, R. Tenente Silveira, 60, 5.o andar, Centro, 3952-7000, 9-19h, [email protected]

 

• Santur, R. Felipe Schmidt, 249, 9.o andar, 3212-6300 / Fax 3212-6315, [email protected]

 

• SESC Florianópolis, Travessa Siryaco Atherino, 100, Prainha, 3229-2227 / 2241 / 0800 645 5454, [email protected]

 

• Prefeitura de Palhoça, Av. Hilza Terezinha Pagani, 289, Parque Residencial Pagani, 3279-1700 / 1811 / Fax 1704, [email protected]

 

Postos de Informações Turísticas

 

• Centros de Atendimento ao Turista (CAT): Portal Turístico, na cabeceira continental das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Machado Salles, seg-sáb, 8-18h / Terminal Rodoviário Rita Maria, diar, 8-18h / Praça Fernando Machado, seg-sex, 8-18h

 

• Na rodoviária e no aeroporto há Centros de Informações Turísticas com funcionários para esclarecer dúvidas e muitos mapas e folders disponíveis, tanto de Florianópolis como de outras cidades do estado

 

Links úteis:

 

Série de serviços on-line do Estado de Santa Catarina

Mapa Interativo de SC

Previsão do tempo

Serviços - Balneabilidade

Tábua das Marés

 

Santa Catarina - Terra de Contrastes - Os Jeitos da Terra

SANTUR - Santa Catarina Turismo

Portal Bela Santa Catarina

Roteiros de Santa Catarina

Guia Santa Catarina - Portal Turístico de Santa Catarina

Santa Catarina Brasil

 

Prefeitura Municipal de Florianópolis

Guia Floripa - O Guia de Florianópolis na Internet

Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis

 

Portal da Prefeitura Municipal de Palhoça

Vamos Guarda do Embaú

 

Receptivos Turísticos:

 

Outras opções:

• Active Tour, Av. Osmar Cunha, 106, lj 13, Centro, 3223-3456 / 9623-8522, [email protected]

 

• Itaguatur Turismo, R. Felipe Schmidt, 515, sl 404, Centro, 3225-3939 / Fax: 3963, [email protected]

 

• Dac Turismo, 3369-5188 / 8465 5529 / ID 91*105274, [email protected]

 

• CGTUR Turismo e Receptivo, R. Conselheiro Mafra, 758, sl 09, Centro, 3225-2106, [email protected]

 

Dicas:

 

• Em Floripa, tem muitos atrativos, dá para ficar mais de 10 dias e não repetir a programação, principalmente se curtir trilhas. Além disso, tem toda a região metropolitana, são várias cidades com outros atrativos também

 

• Guarda do Embaú vale uma visita. É fácil fazer um bate-e-volta a partir da capital. Parece um local agradável e charmosinho para ficar por lá, mas infra-estrutura deve ficar mais restrita em baixa temporada. Na alta é bem movimentado e badalado. Tem várias praias e algumas trilhas por lá. Palhoça revela mais praias, ilhas, cachoeiras e o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro com trilhas como, por exemplo, o Pico da Cambirela

 

• Boa infraestrutura de capital e grande diversidade de atrativos com belas praias e boas trilhas para quem curte natureza e badalação para quem curte baladas e agito

 

• Uma boa surpresa foi a quantidade de áreas verdes na ilha, principalmente em volta das lagoas. As partes mais habitadas são as planas e os morros são mais preservados, embora já tenham alguns loteamentos subindo os morros. Espero que controlem e não deixem o crescimento seguir desordenado

 

• Achei a capital bem limpa, mesmo as ruas do centro e os terminais de ônibus, locais com muita circulação são mantidos limpos

 

• Compras em Floripa: recomendaram a Antiga Alfândega, perto do mercado, para comprar lembranças, disseram que os preços são melhores. Alguém citou a Joaquina também, mas nao conferi essa informação. Falaram que as compras na Lagoa da Conceição ficam mais caras

 

• Compras em Guarda do Embaú: as lojas são bem turísticas e preços parecem um pouco elevados

 

• Alguns (poucos) restaurantes e lojas dão desconto quando o pagamento é em dinheiro

 

• Há uma boa variedade de lojas na Lagoa da Conceição. Elas fecham por volta das 20h (baixa temporada, julho)

 

• Vi uma loja da Mormaii na Lagoa da Conceição. Há várias lojas dessa marca pelo estado. Os produtos são bons, bonitos e diferenciados, mas os preços são altos

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São para quem ama trilha, para os demais sugiro ir de barco para as praias isoladas e ir de carro para as acessíveis

 

Roteiro 1: é uma boa caminhada, mas é factível se tiver acostumado a fazer trilhas e começar bem cedo. Vantagens: fazer 2 trilhas diferentes no mesmo dia, evitando ir e voltar pelo mesmo caminho, curtir o visual de várias praias e conhecer um restaurante que é turístico e bem bacana.

• Praia da Armação

• Praia de Matadeiro

• Trilha Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste

• Trilha Morro da Coroa

• Trilha Praia da Lagoinha do Leste/Pântano do Sul

• Praia Pântano do Sul, Bar do Arante

Ir de ônibus até a Praia da Armação, atravessar a passarela até a Praia de Matadeiro, fazer a Trilha Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste, atravessar a Praia da Lagoinha do Leste. No canto direito da praia, fazer a Trilha Morro da Coroa, voltar pelo mesmo caminho ao canto direito da praia, fazer a Trilha Praia da Lagoinha do Leste/Pântano do Sul, caminhar poucos metros pela estrada até a Praia Pântano do Sul, comer no Bar do Arante e inevitavelmente deixar um bilhete lá. Retornar de ônibus. P.S.: fiz apenas a Trilha Pântano do Sul/ Praia da Lagoinha do Leste, indo e voltando pelo mesmo caminho, mas se pudesse repetir eu faria todo o circuito

 

Roteiro 2: Vantagens: curtir diferentes experiências, ir pela Trilha Costa da Lagoa, fazer um trecho da Trilha Ratones/Costa da Lagoa que oferece um belo visual, almoçar num dos restaurantes que são simples, mas muito bons e voltar de barco para descansar das trilhas e para curtir o passeio pelo mar

• Lagoa da Conceição

• Trilha Costa da Lagoa

• Trilha Costa da Lagoa/Ratones

Ir para a Lagoa da Conceição, pegar ônibus ou barco até o Canto dos Araçás ou caminhar da Lagoa da Conceição até o Canto dos Araçás, fazer a Trilha Costa da Lagoa. No meio do caminho, nas proximidades do Ponto 16 pegar a curta trilha até a Cachoeira da Costa da Lagoa, retornar, almoçar num dos vários restaurantes da Costa da Lagoa, fazer metade da Trilha Costa da Lagoa/Ratones. Ir até o alto do morro, até a divisa, pegar o curto desvio para a Pedra Rachada, curtir o visual e voltar pela mesma trilha para a Costa da Lagoa. Se quiser, pode pegar o barco de volta no primeiro ponto que encontrar ou pode continuar a Trilha Costa da Lagoa até o Saquinho. Nesse caso, será necessário retornar para a Praia do Sul, no Ponto 23, pegar o barco para a Lagoa da Conceição.

 

Roteiro 3: Vantagens: fazer 2 trilhas diferentes no mesmo dia, evitando ir e voltar pelo mesmo caminho, curtir o visual de várias praias. Na volta, parar no Ribeirão da Ilha que é um bairro muito interessante. Dificuldades: é uma composição de trilhas extensa, mas o principal problema é que o trecho Praia do Saquinho-Praia de Naufragados não tem percurso demarcado, por isso só faça esse trecho se acompanhado de alguém que conheça bem a região

• Praia da Solidão

• Trilha Cachoeira da Solidão

• Trilha Praia da Solidão/Praia de Naufragados

• Trilha Farol Naufragados

• Trilha Praia de Naufragados/Caieira da Barra do Sul

• Ribeirão da Ilha: curtir o bairro com seus casarios históricos e os restaurantes de ostras como o Ostradamus

P.S.: não fiz esse roteiro, por causa do trecho que não é demarcado. Fiz o Roteiro 3a abaixo

 

Roteiro 3a: (na impossibilidade de fazer o Roteiro 3). Vantagens: roteiro bem servido de horários de ônibus, trilha light e o Ribeirão da Ilha é um bairro muito interessante

• Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados

• Trilha Farol Naufragados

• Ribeirão da Ilha: curtir o bairro com seus casarios históricos e os restaurantes de ostras como o Ostradamus

Pegar a linha Caieira da Barra do Sul até o ponto final, fazer a Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados, atravessar a Praia de Naufragados até o costão direito, fazer a Trilha Farol Naufragados. Retornar pelo mesmo caminho da ida até o ponto de ônibus. Pegar a mesma linha de ônibus e descer no Bairro Ribeirão da Ilha, almoçar num dos restaurantes de ostras como o Ostradamus. P.S.: o roteiro é light, dá para encaixar outras praias/atrativos nesse dia principalmente se estiver de carro

 

Roteiro 3b: (na impossibilidade de fazer o Roteiro 3)

• Praia da Solidão

• Trilha Cachoeira da Solidão

• Trilha Praia do Saquinho

P.S.: não fiz esse roteiro, parece bom, mas selecionei outros passeios que me pareceram mais interessantes

 

Roteiro 4:

• Praia da Armação

• Ilha do Campeche, trilhas

• Praia Morro das Pedras

• Mirante da Casa de Retiro N. Sra de Fátima ou Retiro dos Jesuítas

• Praia do Campeche

P.S.: não fiz esse roteiro, mas gostaria de ter feito. Complicado para conseguir barco para a ilha, baixa temporada

 

Roteiro 5: é um roteiro longo, mais fácil de fazer se estiver de carro, pois alguns trechos têm poucos horários de ônibus. Mistura um pouco de trilha/natureza do Costão do Santinho, badalação do Jurerê e história/cultura da Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Se tiver tempo divida em 2 dias e aí pode acrescentar mais algumas praias

• Praia do Santinho

• Museu ao Ar Livre e Trilha Costão do Santinho (Morro das Aranhas)

• Praia Jurerê, Open Shopping

• Fortaleza de São José da Ponta Grossa

• Praia do Forte, caminhada até Praia da Daniela

• Santo Antônio de Lisboa

P.S.: fiz parte desse roteiro, cortei Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Praia do Forte e Praia da Daniela. Os horários escassos de ônibus não ajudaram e o tempo nublado e frio não animou a cumprir o roteiro inteiro

 

Roteiro 5a: (dividindo Roteiro 5 em 2 dias)

• Praia do Santinho

• Museu ao Ar Livre e Trilha Costão do Santinho (Morro das Aranhas) e Trilha Praia de Moçambique

• Praia dos Ingleses

• Praia Brava, Praia Lagoinha

 

Roteiro 5b: (dividindo Roteiro 5 em 2 dias)

• Praia Jurerê, Open Shopping

• Fortaleza de São José da Ponta Grossa

• Praia do Forte, caminhada até Praia da Daniela

• Santo Antônio de Lisboa

 

Roteiro 6: o Centro Histórico não é imperdível, mas o passeio de escuna parece legal

• Fortaleza de Santana

• Passeio "Dia da Fantasia" com saída do Trapiche da Scuna Sul

• Centro Histórico

• Av. Beira-Mar, Beiramar Shopping

P.S.: não fiz o passeio de escuna, pois não teve saída, baixa temporada

 

Roteiro 7:

• Trilha Barra/Galheta

• Praia Mole

• Trilha Praia do Gravatá

• Praia da Joaquina

P.S.: por incrível que pareça não conheci a Praia Mole e a Praia da Joaquina, não fiz esse roteiro. Na baixa temporada, preferi fazer trilhas para praias menos "urbanas"

 

Outros roteiros: com mais dias, há mais trilhas na capital como a Trilha Poção do Córrego Grande, as Trilhas da Lagoa do Peri e a Trilha Peri/Ribeirão. Ainda há toda a região metropolitana a conhecer.

 

Roteiro Guarda do Embaú: Reserve 1 dia para a trilha que parte da Guarda do Embaú até Pinheira passando pelo Vale da Utopia.

• Praia Guarda do Embaú

• Trilha Pedra do Urubu

• Trilha do Vale da Utopia - Praia do Maço (de Guarda do Embaú a Pinheira)

• Praia da Pinheira

• Trilha do Reservatório de Água (Caixa d'Água da Casan)

P.S.: não fiz a Trilha Pedra do Urubu e nem a Trilha do Reservatório de Água

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Sábado, 07/07/2012 - noite chuvosa e com vento

Aeroporto de Guarulhos, Aeroporto de Florianópolis, Hotel Hola, Lagoa da Conceição

Chegamos cedo ao Aeroporto de GRU. Já estávamos na fila de embarque quando o processo foi interrompido. O voo ia atrasar, mas foi pouco, uns 20min. Saímos de GRU com tempo nublado para chegar ao Aeroporto de Florianópolis com tempo chuvoso, chuva fina. Já estava bem escuro e deu para ver um pouco do que achei ser a Lagoa da Conceição pela janela. Ventava muito e estava frio. Foi providencial a blusa extra na bagagem de mão. Passamos pelo CIT, peguei muitos mapas e guias, tanto da capital como do estado como um todo. Fomos de táxi até o Hotel Hola, que descobrimos ficar bem ao lado do TILAG, na Lagoa da Conceição. Boa localização. Depois de instalados, tentamos dar um geral pelo bairro, mas desistimos rapidinho, pois estava frio, chovia e ventava muito, o que dificultava a caminhada. Resolvemos comer no Rest. Miyoshi, que era perto. Pegamos o buffet promocional que estava muito bom. A chuva parou, o vento diminuiu, então decidimos ir ao supermercado, mas antes voltamos ao hotel para reforçar o agasalho. Paramos no primeiro mercadinho que encontramos, mas assustamos com o preço, sem saber se ele era caro ou se era o preço normal da cidade. Seguimos até o posto e vimos mais 2 supermercados. Fizemos uma pesquisa nos 2 e compramos água e bolacha no Supermercado Chico. Começou a chover e a ventar de novo. A chuva era fraca, mas o vento judiava muito. Voltamos correndo ao hotel.

 

Domingo, 08/07/2012 - dia ensolarado, céu azul e limpo, no início da noite começou a ficar nublado

Lagoa da Conceição, Trilha Costa da Lagoa, parte da Trilha Ratones/Lagoa

Acordamos não muito cedo e tomamos café da manhã. Decidimos fazer a trilha para a Costa da Lagoa, pois era domingo e os horários de ônibus reduzidos poderiam dificultar o deslocamento para outros bairros. Seguimos até a ponte da Av. das Rendeiras e perguntamos ao pessoal que trabalha na Cooperbarco. Eles foram muito gentis, orientaram sobre a trilha e sugeriram ir pela trilha, almoçar e voltar de barco. O que surpreendeu é que a lagoa é muito limpa com águas transparentes, mesmo no trecho mais "urbano" do centrinho da lagoa. Seguimos a pé, mas existe a opção de ir de barco ou de ônibus até o Canto dos Araçás, o que te poupa cerca de 3 km de caminhada por um trecho que não possui nenhum atrativo, uma vez que segue pelas ruas do bairro com vistas esporádicas da lagoa. No ponto final do ônibus (linha Canto dos Araçás) e Ponto 3 do barco, a estrada pavimentada estreita ainda continua por alguns metros. Uma placa amarela no poste à direita indica a trilha. Percorre-se a estrada mais um pouco até chegar a um portal de madeira com placas de madeira indicando a entrada da trilha e com informações. Daí em diante não passa mais carro. Limpa, sinalizada, de terra batida, arenosa, não tinha barro, apesar da chuva do dia anterior. Só alguns poucos trechos tinham barro, mas por causa das minas de água, várias pelo caminho, uma delas era canalizada e havia algumas pontes de cimento. Alguns trechos são mais pedregosos, mas nada que dificulte o trânsito. Atravessamos trechos com bambus. Alguns trechos sob o sol, mas a maior parte é sombreada. Algumas partes dentro da mata, mas a maior parte segue bem à beira da lagoa com vista para ela. Placas sinalizam e informam sobre pontos de interesse como o Engenho do final do século XIX (em ruínas). No meio do caminho tem alguns ranchos de madeira coloridos, parece pintura de quadro. Deve ser local de manutenção de barcos, tinha algumas canoas ao redor. Tinha um lugar lindo ao lado da trilha, o riacho formava uma piscina natural e depois escorria em direção à lagoa. Encontramos o Sobrado da Dona Louquinha (não está em ruínas, mas está meio abandonado). Vimos mais algumas ruínas, mas não sei identificar o que era, pois só sobraram algumas paredes de pedras. Havia arbustos altos com cacho de flores, parecia uma hortênsia de árvore. Eis que de repente do meio do nada tem uma faixa da Casa da Costa, um hotel, sushi lounge e day club (?). Durante a trilha, vemos algumas casas esporádicas aqui e acolá, mas também há algumas vilinhas com grupos de casas e, nesses locais, a trilha passa a ser calçada. Por volta do Ponto 16 fica o "centrinho" da Costa da Lagoa. Tem uma placa indicando a Cachoeira da Costa da Lagoa e a entrada da trilha para Monte Verde e Saco Grande. A cachoeira fica perto, forma uma piscina grande graças a uma barragem construída no local. Tem um quiosque perto da cachoeira, mas estava fechado, creio que só abre na alta temporada. Depois de visitar a cachoeira, voltamos e almoçamos no Rest. Sabor da Costa, que fica para baixo da Capela Santa Cruz (Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Lagoa), em frente à lagoa. Almoço simples e honesto. O simpático Jajá deu indicações da Trilha Ratones/Lagoa. Voltamos à trilha e seguimos em frente. Passamos pelo Ponto 19, pouco à frente a trilha bifurcava, à direita continuava beirando a costa e à esquerda, subia para Ratones. Tem placa no local indicando a trilha. É curta, mas é uma subida íngreme e contínua. Tem algumas placas informativas no meio do caminho. No alto do morro, há uma bela vista e uma placa indica a divisa. Ainda seguimos mais um pouco, mas percebemos que a trilha começou a descer, então retornamos pouco depois de encontrar mais uma placa. Daniel disse que tinha visto uma bifurcação, por mim tinha passado batido. Ela fica na divisa do lado direito, um pouco depois da placa (no sentido Ratones-Costa da Lagoa). Ela vai até a Pedra Rachada, passando por uma pedra menor antes. A pedra rachada não é alta, um pouco de impulso, auxílio das mãos e 3 passadas e chega-se ao topo da pedra com vista mais ampla do que aquela no topo do morro ao lado da placa. Depois de admirar a vista, retornamos até a bifurcação que indicava à esquerda a continuação dos pontos do barco e à direita a trilha para a lagoa. Seguimos para a esquerda e chegamos ao Ponto 21. Lá resolvemos esperar pelo barco ao invés de continuar a trilha que seguia até depois do Ponto 23. O barco saiu às 15h do Ponto 23. No meio do caminho, o barco foi parando nos pontos pertos dos restaurantes e o barco foi enchendo até que ele passou direto pelos pontos, sem parar. No site marcava horários às 13h e 16h, mas segundo o pessoal, o barco passa de 1 em 1h ou de 1/2 em 1/2h, conforme o fluxo de pessoas. Descemos no Ponto 1, perto da ponte da Av. das Rendeiras. Achei o serviço bom, não deixou lotar o barco e passaram com frequência maior do que o indicado no site. Voltamos e passamos pelo centrinho que, por volta das 16h, fervia cheio de gente nos bares. Tinha feirinha, cheio de barracas com artesanato. Voltamos ao hotel. Banho. Fomos jantar no Rest. Chef Fedoca. Bom, mas acho que esperava um pouco mais.

 

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Segunda, 09/07/2012 - dia ensolarado, algumas poucas nuvens no céu

Trilha Pântano do Sul/Praia da Lagoinha do Leste, Trilha do Morro do Coroa

Acordamos não muito cedo. Eu queria fazer a Trilha Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste/Pântano do Sul, pois assim já fazia 2 trilhas no mesmo dia e era mais interessante do que ir e voltar pela mesma trilha. Entretanto, disseram que o trecho Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste tinha uma parte que seguia pelo costão, que poderia ser problemática para quem tem medo de altura e que era meio perigosa, pois se a maré estivesse muito alta, a água batia nas pedras, molhando e deixando o percurso escorregadio. Decidi, a contragosto, fazer apenas a Trilha Pântano do Sul/Praia da Lagoinha do Leste. Depois fiquei sabendo que o trecho Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste não era complicado, apenas mais longo, porém menos íngreme e que seguia por cima do costão, longe da água e sem representar perigo. Fomos ao TILAG, pegamos ônibus para o TIRIO e de lá para o Pântano do Sul. Pedi ao cobrador para descer no início da trilha. O ponto de ônibus fica um pouco à frente, mas é voltar duas ruas e entrar à direita (sentido Pântano do Sul/TIRIO). É uma rua pavimentada, estreita e com subida íngreme. Logo à frente, à esquerda, tem placa da entrada da trilha. Qualquer coisa é só perguntar. É uma subida só, trilha bem demarcada, mas estreita, com pedras e raízes de árvore. É, basicamente, atravessar um morro. Encontramos no caminho uma placa que indicava a Estação Curso d'Água, um córrego de águas muito límpidas passa por ali. No alto tem a Placa da Estação Platô, que é um mirante. Na verdade são 2 "casinhas" de madeira, um Mirante para a Praia de Pântano do Sul e outro Mirante para a Praia de Lagoinha do Leste ao longe. A vista para o Pântano do Sul é melhor. Desse ponto sai uma trilha pra o Morro da Coroa, mas está fechada, com orientação difícil, portanto é fácil se perder e não é aconselhável seguir por essa trilha. Tem algumas placas informativas no caminho e indicando os cursos de água. Cruzamos com alguns cursos/nascentes pelo caminho. Depois é quase só descida e no trecho final tem muita pedra, mas não é difícil, não é escalaminhada. A trilha desemboca no canto direito da Praia de Lagoinha do Leste. Caminhando nas dunas entre a praia e o rio/lagoa há uma vista legal. O rio/lagoa é muito limpo com águas transparentes. Seguimos um bocado em direção à costa esquerda, onde encontrei Graveto e seus amigos acampados. Perguntei da Trilha Morro da Coroa, mas ele não soube informar, sugeriu perguntar ao Michael. Então retornamos até o canto direito da praia e entramos no começo da mata, bem no sopé do morro. Lá encontramos o acampamento do Michael, que mora nesse local. Ele abandonou a vida na cidade e decidiu se isolar nessa praia deserta. Muito simpático, indicou como seguir pela trilha, que sobe ali por trás do seu acampamento. Tem um trecho inicial que é um túnel bem estreito, no meio da vegetação, que não é muito alta, mas fica roçando na gente por ser bem estreito. Pouco depois começa a parte com vegetação rasteira e pedras. Nessa parte a orientação não é tão óbvia, pois a vegetação baixa e as pedras não permitem uma visualização tão clara da trilha, mas é mais ou menos demarcada. Há algumas bifurcações, mas aparentemente todas sobem em direção ao topo, escolha sempre a que estiver mais batida. Passa-se entre 2 conjuntos de pedra, depois tem um ponto que precisa dar um salto, mas é simples, nada radical. Após um trecho curto de erosão/barro vermelho, chega-se ao topo, onde tem as pedras que parecem uma prancha de surf. É de lá que saem as fotos clássicas de Lagoinha do Leste, com visão total da praia, lagoa/rio e as pessoas fazendo pose sobre a prancha de pedra parecendo flutuar sobre a praia. No alto do morro dá para cortar caminho para aquele mirante no alto da trilha, mas é desaconselhável, pois a trilha está fechada. Dessa forma, descemos o Morro da Coroa até a praia e retornamos pela mesma trilha da ida. Ao sair da trilha, perguntei do Bar do Arante que fica perto, bem de frente à praia. Passamos pela Capela São Pedro. Rapidamente chegamos ao Bar do Arante, ambiente inusitado com os inúmeros bilhetes colados nas paredes e teto. Também escrevi e pendurei o meu. Almoçamos lá, um prato simples, mas bem servido e de preço bom, considerando-se que fica em frente à praia com bela vista. Estava preocupada com os poucos horários de ônibus da linha Pântano do Sul, mas me informaram no bar que tinha outras linhas que também passam por ali. Fomos ao ponto de ônibus, bastante próximo e foi fácil retornar ao TIRIO e de lá ao TILAG. Fomos à Sanduicheria da Ilha, que tem um ambiente legal, os lanches tem qualidade, mas preços são diferenciados também.

 

Terca, 10/07/2012 - manhã com chuvas finas e esparsas, tarde nublada com poucas aparições de um sol tímido

Centro Histórico: city tour

Como amanheceu chovendo, decidimos tirar o dia para um passeio pelo Centro Histórico. Pegamos um ônibus do TILAG ao TICEN. No meio do caminho passamos pelo Mirante da Lagoa da Conceição, mas obviamente não descemos, só vimos do ônibus. Do TICEN, andamos pelo centro, pela R. Conselheiro Mafra e Adolfo Konder até o Mirante da Ponte Hercílio Luz, que está meio abandonado e a ponte ainda em reforma. Talvez depois do término da reforma, o mirante seja revitalizado. Deu um pouco de trabalho para chegar ao Forte Santana, embora ela esteja ali embaixo. Perguntamos na obra e um funcionário atencioso mostrou o caminho. Descemos pela escada e andamos até o final da rua, tem que dar uma volta, mas o pior é atravessar a Av. Beira-Mar Norte, pois esse local fica pouco depois de uma curva, não tem uma visibilidade boa e os carros correm bastante. O mais seguro é seguir até o semáforo, atravessar e depois tem que voltar até embaixo da Ponte Hercílio Luz, mas já caminhando pelo calçadão. Dentro do Forte Santana, tem fotos e maquetes das outras fortalezas. Numa construção separada fica o Museu de Armas Major Lara Ribas. Gostei de ver a munição dos canhões e a Cápsula do Tempo que só será aberta em 2035. O forte e o museu não são atrações imperdíveis, mas é um programa alternativo em dia chuvoso e a entrada é gratuita. Voltamos pelo calçadão da Av. Beira-Mar, passamos em frente à Agência Scuna Sul, atravessamos uma rua correndo e depois a avenida pelo farol. Voltamos à R. Conselheiro Mafra para fazer um tour pelas construções históricas, seguindo um mapa. Tem construções preservadas, algumas bem caidinhas e outras em reformas, mas todas "perdidas" em meio a prédios novos, pois não existe uma área preservada e sim construções esparsas pelo centro. Passamos pela Igreja de N. Sra. do Parto. Ainda na mesma rua, almoçamos no Rest. Conselheiro do Paladar, que é um buffet por kg bem agradável, com comida boa a preço honesto. Aproveitamos para passar na rodoviária e, no CIT, coletei mais alguns mapas e folders para a minha coleção. Depois prosseguimos no city tour. Passamos pelo Mercado Público Municipal, que tem o famoso Box 32 com o seu pastel de camarão, mas não experimentei. Ao lado tem um conjunto de boxes com artigos diversos e a Alfândega, que tem uma diversidade de artesanato e lembranças à venda. Ao lado da Alfândega, havia uma feira livre. Andamos pelo calçadão do centro, passando em frente à Igreja de São Francisco, que estava em restauração. Finalmente chegamos à Praça XV de Novembro com o monumento em homenagem aos heróis da Guerra do Paraguai, a figueira centenária e várias construções históricas em sua volta, como o Memorial Cruz e Souza (Palácio Rosado), Antiga Casa de Câmara e Cadeia em restauração e a Catedral Metropolitana. Nas proximidades, podem ser vistos mais alguns casarões como a Antiga Escola Normal de Florianópolis, a Casa da Memória, o Teatro Álvaro de Carvalho, a Igreja de N. Sra. do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos e a Academia de Comércio. Seguindo outra direção, há o Museu Victor Meirelles, os Sobrados Oitocentistas, o Casario da Rua Menino Deus e no alto avistam-se a Capela do Menino Deus e o Hospital de Caridade. Depois de uma grande caminhada pelo centro, retornamos ao TICEN e pegamos ônibus para o TILAG que fez uma escala no TITRI. Jantamos no Café Cultura, ambiente legal, comida boa, pratos individuais de tamanho médio, talvez um pouco pequeno aos comilões.

 

Quarta, 11/07/2012 - madrugada chuvosa, manhã nublada/ensolarada com nuvens, tarde nublada

Praia do Santinho, Trilha Costão do Santinho - Morro das Aranhas, Santo Antônio de Lisboa, Jurerê Internacional

Fomos ao TILAG, pegamos ônibus para o TICAN. Nesse trajeto o ônibus passa em frente ao Rest. Ponto de Vista, que dizem ter um belo mirante. No TICAN partimos para Ingleses/Costão do Santinho. Na região dos Ingleses, reparamos que tem variedade de comércio como lojinhas para turistas e restaurantes. Seguimos até o ponto final. Basta descer a rua até a Praia do Santinho e seguir para o lado direito. Já está bem próximo ao costão direito. Tem o resort e bem em frente a ele, o Museu Arqueológico Ar-livre Costão do Santinho com passarelas de madeira, painéis informativos e sinalização. Há esculturas metálicas e o visual do costão é muito bonito. Vi poucas inscrições rupestres, só reparei naquela mais famosa, mas está parcialmente deteriorada. Há um conjunto de esculturas metálicas em cima das pedras à esquerda e do lado direito tem uma placa indicando as trilhas: à frente Trilha da Praia de Moçambique e subindo à direita a Trilha do Morro das Aranhas, que resolvemos seguir. A trilha é bem demarcada, limpa com mato bem aparado, sem bifurcações, não há como errar, mas é uma pirambeira acima até o topo. A vista panorâmica é bem bonita, de um lado a Praia de Moçambique com faixa de dunas de areia que segue até o lado entre as praias de Ingleses e Santinho. Em cima tem vários pontos de observação. Num deles, de cima de uma pequena pedra tem vista p/ as praias de Santinho e Ingleses. O retorno é feito pela mesma trilha da ida, pirambeira abaixo. Voltamos ao ponto de ônibus e embarcamos em direção ao TICAN. Lá descobrimos que o próximo horário ao Jurerê era só às 16h. Pedimos informações e nos aconselharam a seguir para o TISAN, mas mesmo lá os horários eram escassos no meio do dia. Dessa forma, resolvemos aproveitar e conhecer Santo Antônio de Lisboa. Antes, tomamos um lanchinho na lanchonete do terminal. As principais atrações ficam localizadas próximas ao terminal. Vimos a Pça. Roldão da Rocha Pires, onde é realizada a Feira das Alfaias e caminhamos apreciando a Praia de Santo Antônio de Lisboa e as belas construções da R. XV de Novembro, incluindo alguns ateliers como o Atelier Santo de Casa, até a Igreja N. Sra. das Necessidades. Retornamos pela R. Cônego Serpa, passando pela linda Casa Açoriana. Voltamos ao terminal, pegamos o próximo ônibus ao Jurerê Internacional e pedimos ao cobrador para descer no Open Shopping, que como o nome diz é uma espécie de shopping ao ar livre, na verdade um calçadão largo com lojas, restaurantes e bares de ambos os lados. É um corredor de prédios de poucos andares, cujos térreos são ocupados pelo comércio e as partes superiores devem ser residências e/ou hotéis. O local é bonito e percebemos o seu potencial, mas as lojas todas abertas estavam vazias e havia pouquíssimas pessoas circulando devido à baixa temporada e ao tempo nublado, frio e com muito vento. Tem casas bonitas ao redor. Passeamos apenas pelo Open Shopping e pela Av. Búzios. Seguimos pelo calçadão, que tem até um suporte com saquinhos plásticos para colocar o cocô dos cachorrinhos, até a Praia de Jurerê Internacional. Parece que ali do lado esquerdo da praia, ficam as principais baladas. Pegamos um ônibus ao TISAN e de lá ao TITRI e depois ao TILAG. À tardezinha já havia mais horários de ônibus. Poderíamos ter feito o percurso TISAN-TICAN-TILAG, mas disseram que teria menos opções de horários. No jantar, resolvemos fugir de frutos do mar, que é bom, mas todo dia enjoa. Fomos ao Rest. Confraria Chopp da Ilha comer uma picanha. Fomos bem cedo, por isso estava tranquilo, mas acho que deve lotar mais tarde quando começa a música ao vivo.

 

Quinta, 12/07/2012 - madrugada nublada/chuvosa, manhã/tarde nublada/ensolarada com nuvens

Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados, Trilha Farol Naufragados, Ribeirão da Ilha

Saímos um pouco tarde, pois o tempo estava feio, mas assim que melhorou um pouco, resolvemos tentar fazer mais uma trilha. Do TILAG seguimos até o TIRIO, onde pegamos a linha Caieira da Barra do Sul que é bem servida com horários a cada 20min. Seguimos até o final da linha. Retornamos até uma ladeira, é uma subidinha curta, que tem um estacionamento no final. No lado esquerdo tem o Bar da Trilha, no lado direito tem uma casa e uma placa antes da casa indica o início da trilha. A Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados começa ali, entre a casa e um muro e sobe sinuosa entre 2 cercas de arame farpado, as quais delimitam um terreno cheio de pedras que formam um pasto com algumas vacas. A trilha é fácil, demarcada e limpa, mas tem um pouco de pedra e um pouco de barro depois da chuva. Uma placa indica o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Do alto tem-se vista da Praia de Caieira da Barra do Sul. Depois, começa uma descida leve. Logo encontramos o primeiro riacho de águas transparentes que cruza a trilha e algumas ruínas. Começamos a subir o segundo morro não muito íngreme e passamos por mais cursos d'água e até uma pequena cachoeira. Vimos uma bela piscina natural de águas muito transparentes que cruzava a trilha. Um caminho de pedras possibilitava cruzar a piscina sem molhar os pés. Por último uma descida íngreme leva à praia. O terreno arenoso deixa a trilha seca, mesmo depois de uma noite chuvosa. Começam a aparecer as casas, primeiro uma singela casinha branca com janelas azuis, depois uma casa interessante com uma das paredes feita com garrafas de vidro. A seguir uma área gramada, a igreja, algumas casinhas e o Rest. Golfinho que é bem grande à beira da Praia de Naufragados. Disseram que no meio do caminho tinha uma bifurcação que levava direto ao farol, mas não estava sinalizada, passamos direto, seguindo pela trilha principal. Vimos algumas bifurcações do lado direito da trilha, uma no meio do caminho, outra já bem no final perto das casas. Terminando a trilha, fomos dar no lado esquerdo da praia. Atravessamos a praia, observando ao longe a Ilha de Araçatuba com a Fortaleza de N. Sra. da Conceição e o farol. No lado direito da praia, vemos uma casa no meio do morro e bem na ponta o farol. No canto direito da praia tem uma lagoa de águas transparentes, mas de cor de chá mate, talvez por causa da vegetação. Atrás da lagoa, tem uma casinha. Tem pedras enormes nesse canto e dá para ver o início da Trilha Farol Naufragados bem marcado. Logo a trilha vira um túnel de vegetação baixa, mas bem estreita com mato roçando dos 2 lados. Esse trecho é curto e depois a trilha fica mais aberta e mais bem demarcada, com visual da praia e do costão. Tem algumas bifurcações do lado esquerdo que levam para as pedras do costão. Subindo, tem uma bifurcação, à esquerda leva ao farol, à direita talvez vá p/ a casa ou ao alto do morro. Mais à frente, outra divisão da trilha com 3 saídas: à esquerda leva ao farol, no meio vai beirando a costa, à direita talvez leve ao meio da trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados. Agora a trilha para o farol segue no meio de mata, mas de terra bem batida e passamos por uma caixa d'água antiga antes de chegar ao Farol Naufragados. No farol tem um mirante para a Praia de Naufragados, mas o mais interessante é a vista para a Ilha de Araçatuba e a Fortaleza de N. Sra. da Conceição. Na dúvida, voltamos pelo mesmo caminho da ida. Pegamos a mesma linha Caieira da Barra do Sul, mas descemos no Bairro Ribeirão da Ilha, próximo ao Rest. Ostradamus que tem um ambiente muito bonito e turístico, frequentado por uma clientela bem arrumadinha e nós ali esculhambados depois da trilha. É caro, mas é bom e acho que vale ir para experimentar. Sentamos no deque que é todo envidraçado e estava batendo muito sol, parecia uma estufa, mas não estava quente, pois era pleno inverno. Na verdade, acho que é um trapiche para os barcos ancorarem, no trecho final é aberto e tem um aviso sobre como usar o trapiche. Tem muitas gaivotas nesse trecho da praia. Depois do almoço saímos em um tour pelo bairro. Vimos a Igreja de N. Sra. da Lapa, em restauração, e seguimos pela rua principal olhando a arquitetura das construções e a praia. A maioria das casas antigas está preservada. É um bairro muito bonito e vale a visita. Pegamos a mesma linha Caieira da Barra do Sul e seguimos até o final, no TIRIO, onde pegamos uma linha para o TILAG. Devido aos excessos com frutos do mar na hora do almoço, na janta resolvemos tomar um caldinho no Rest. Uma Rosa, ambiente legal com velas e sofás.

 

Sexta, 13/07/2012 - ensolarado, céu azul sem nenhuma nuvem e muito frio

Florianópolis: Terminal Rodoviário Rita Maria, Garopaba: Pousada da Praia, Praia Garopaba, Praia Siriú

 

Continua no relato de Garopaba...

 

Sábado, 21/07/2012 - ensolarado, céu azul com algumas nuvenzinhas ralinhas

Urubici, Florianópolis: Terminal Rodoviário Rita Maria, Cecomtur Hotel

Café da manhã estava cheio, pois na tarde do dia anterior tinha chegado uma excursão. Faltou água de manhã, mas foi coisa de minutos, logo o fornecimento foi reestabelecido. Foi no horário em que a maioria dos hóspedes acordou, acho que o hotel não aguentou o pico de turistas usando tanta água. Amanheceu limpo sem serração. Vimos um pouco de geada nos terrenos baldios da cidade. Há visuais tão bucólicos praticamente no centro da cidade. Fomos até a rodoviária, quer dizer, é um guichê da Empresa Reunidas dentro de uma lanchonete. Se passar em frente, provavelmente vai reparar na lanchonete e não notar que é a "rodoviária". Os ônibus param em frente à lanchonete, ao lado do posto de gasolina. Compramos a passagem. Retornamos e vimos a Gráfica 85 que era o ponto de parada do ônibus mais próximo ao hotel. Almoçamos na Churrascaria Tradição, quase ao lado do hotel. Tinha opção de buffet por kg, livre e espeto corrido. Retornamos ao hotel e depois fomos esperar o ônibus na Gráfica 85. Estava bem quente. Pegamos um micro-ônibus que fez a primeira parada em Bom Retiro para conexão. Trocamos de ônibus lá, pegamos um ônibus com ar. Paisagem no meio do caminho é bonita, montanhosa, com algumas propriedades bonitas. O que estraga são as plantações de pinus. Tem comércio à beira da estrada, lanchonetes, lojas de produtos coloniais e barracas/quiosques vendendo artigos regionais. Descemos no Terminal Rodoviário Rita Maria, vimos horários para Guarda do Embaú e compramos passagem para Balneário Camboriú. Daria para ir direto para Balneário Camboriú, mas quando planejei a viagem não sabia se os horários de ônibus coincidiriam. Dessa forma resolvi passar uma noite na capital. Como ainda não tinha vistado Guarda do Embaú, resolvemos então ficar 2 dias na capital. Embora seja muito perto, pegamos táxi para o hotel por causa da bagagem. Tentamos sair a pé, mas o centro fica muito esquisito à noite, com tipos estranhos andando pelas ruas, voltamos correndo para o hotel. Decidimos jantar no restaurante do hotel mesmo. O restaurante fica no alto e oferece vista de todo o centro. Os prédios históricos, iluminados à noite, ficam muito bonitos, pena que não anime para andar a pé.

 

Domingo, 22/07/2012 - ensolarado com nuvens de manhã, nublado à tarde

Trilha Praia Guarda do Embaú/Praia da Pinheira, Beiramar Shopping

Acordamos não muito cedo. Tomamos café da manhã que estava muito bom com muita variedade. Saímos a pé, mas as ruas estavam bem desertas. Mercado, tudo fechado, mas tinha um pouco mais de movimento nas proximidades do TICEN e da rodoviária. Andamos até o Terminal Rodoviário Rita Maria. Compramos passagem e seguimos rumo à Praia Guarda do Embaú. O ônibus é do tipo circular, mas com bancos mais confortáveis. Demora muito, pois para muitas vezes no meio do caminho. Pedimos para descer perto da praia. Passamos no supermercado, achei os produtos caros. Tem algumas pousadas, restaurantes, lojas de souvenir, parece uma vilinha. Fomos até a praia, estávamos no canto esquerdo. Tem o Rio da Madre, uma faixa de areia/dunas e depois o mar. No rio, havia barcos e uma placa dizia que a travessia custava R$ 2,00. Não testei se dava pé para atravessar por causa do frio, mas a maré estava baixa e o rio parecia bem calmo. Não atravessamos para a praia, seguimos direto para a trilha que segue beirando a costa esquerda da praia, bem marcada nesse primeiro trecho. Tem algumas bifurcações, mas seguimos sempre pelo costão com o visual da praia. Vimos uma pedra no alto do morro cercada de palmeiras e com urubus sobrevoando. Seria a Pedra do Urubu? Não checamos. Fomos até o Bar do Evori que estava fechado. Continuamos pelo costão. Havia marcas da passagem de gado: estrume espalhado aqui e acolá. Seguimos sempre beirando o costão até a Prainha, onde tinha muitos surfistas. Até esse trecho tinha bastante gente na trilha. Com a maré baixa foi fácil seguir pela areia até o seu costão esquerdo. Entretanto, não sei como fica a situação com maré alta, mas não parece muito fácil de passar, pois acima da faixa de areia tem muitas pedras altas que emendam com a vegetação fechada e não parece ter trilha pela mata. Acho que o jeito é passar pelas pedras mesmo. No final da Prainha, no costão esquerdo, subimos por algumas pedras e logo nos deparamos com a a primeira cerca, mas elas têm passagem ao lado para as pessoas passarem, acho que são apenas para isolar o gado. Tem muito estrume de vaca pelo caminho. A partir da Prainha a trilha ficou mais vazia, mas nos deparamos com uma família que fazia a trilha no sentido oposto ao nosso. Daí em diante a trilha segue, a maior parte, por área aberta, coberta de grama/pasto e cercada por vegetação esporádica pelos lados. Não está bem marcada nesse trecho, mas é fácil andar, pois a área é aberta e a grama tem mais ou menos um vestígio que indica a passagem das pessoas. Há algumas cercas que provavelmente delimitam as áreas de pastagens. Seguimos subindo e chegamos ao alto do morro com o Vale da Utopia e a Praia do Maço à nossa direita e embaixo. Deveríamos ter pegado algum caminho à direita e ter descido ao vale ao invés de subir todo o morro, mas só percebemos no alto, quando tivemos a vista panorâmica da região. Ficamos com preguiça de descer, mas embora não tenha uma trilha bem demarcada, o caminho é óbvio, pois dá para enxergar o costão, a Praia do Maço e o Bar do Mema. Ficamos com o visual lá de cima e prosseguimos. Daí para frente começam a surgir as bifurcações. Acredito que um delas vá para o meio da vila da Praia de Cima. Seguimos pela trilha mais demarcada até depararmos com um "T". Seguimos pela esquerda, mas logo percebemos que estávamos nos distanciando da praia. Então retornamos e seguimos pela direita, descendo. Em algum lugar desse caminho, uma pequena trilhinha à direita conduziu a um Mirante, onde foi possível ver a Praia de Cima, a Praia de Baixo e a vila. Seguimos na trilha principal até aparecerem as primeiras casas, onde pedimos informação. Seguimos até cair numa estrada de terra. À direita, uma placa indicava um bar/restaurante na praia, então seguimos a indicação da placa por um acesso estreito (tipo uma trilha) até a Praia de Cima, mas o bar estava fechado. Há algumas casas de veraneio e algumas pessoas andavam pela praia. Seguimos até o costão esquerdo da praia até encontrarmos as pedras. Uma trilha fácil, curta e mais ou menos demarcada aravessa o Morro da Toca e leva até o costão direito da Praia de Baixo ou da Pinheira. Segue parte pelas pedras, pelo gramado bem perto das pedras. Em alguns trechos as pedras são concretadas formando degraus e na parte final uma passarela de pedra e concreto conduz até a praia, que tem bastantes barcos e havia algumas pessoas caminhando. Encontramos um rapaz e pedimos indicação de onde almoçar. Ele indicou o Rest. Pizzaria e Pastelaria Ki Massa, do lado esquerdo da primeira rua que leva ao bairro. Simples, mas honesto matou a fome dos trilheiros. Andamos um pouco pelo bairro, mas todas as lojas estavam fechadas. Pegamos o ônibus para retornar. Levou cerca de 1,5h até a rodoviária. À noite fomos ao Beiramar Shopping.

 

Segunda, 23/07/2012 - manhã chuvosa em Florianópolis, tarde nublada em Balneário Camboriú

Florianópolis: Terminal Rodoviário Rita Maria, Terminal Rodoviário Balneário Camboriú, Hotel Parnaso, Praia Central

 

Continua no relato de Balneário Camboriú...

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  • Membros de Honra

[t3]Eu amo MAPAS[/t3]

 

Decidi por os links p/ não demorar p/ carregar e tb tem o problema d direitos e tal.

Visite os sites e escolha o mapa de sua preferência.

 

Uma série d mapas de SC:

 

mapas rodoviarios http://www.deinfra.sc.gov.br/

 

mapas do estado

http://www.belasantacatarina.com.br/mapa01.gif

http://www.belasantacatarina.com.br/mapa02.jpg

http://www.santacatarinaturismo.com.br/cms/dbarquivos/dbanexos/921662cb644c6767e0bb99fc0da529da.jpg

 

Passaporte turístico

http://www.santur.sc.gov.br/images/stories/passaporte/passaporte_portugues.pdf

 

Uma série d mapas de Floripa:

 

http://mapasblog.blogspot.com.br/2011/02/mapas-de-florianopolis-sc.html

http://www.brasil-turismo.com/santa-catarina/mapas/mapa-florianopolis.htm

http://www.guiafloripa.com.br/turismo/mapas/mapa_norte.php3

http://www.guiafloripa.com.br/turismo/mapas/mapa_leste.php3

http://www.guiafloripa.com.br/turismo/mapas/mapa_sul.php3

http://www.eev.com.br/gsaturismo/?area=texto&pg=Mapa+Florian%F3polis

http://www.litoraldesantacatarina.com/imagens.php?img=mapa_flo_g.jpg

http://www.pousadadosartistas.com.br/localizacao.htm

http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/turismo/index.php?cms=mapa

http://vrinda.natureba.org/blogs/viagem.htm#floripa

http://www.sindicatohrbs-fpolis.org.br/imagens/conteudo/mapa.gif

http://www.moradasingleses.com.br/ilha_de_florianopolis.htm

http://www.sindicatohrbs-fpolis.org.br/imagens/conteudo/mapasindicato.jpg

 

trilhas http://www.guiafloripa.com.br/trilhas/index.html

jurere http://www.jurere.com.br/imagens/mapa.gif

terminais de ônibus http://www.mobfloripa.com.br/mapas_det.php?codigo=7

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  • 2 meses depois...
  • Membros de Honra

Olá Naomi!

 

 

Muito bom esse relato. Aproveitou bem os dias em Floripa. Irrepreensível!

Obviamente que com mais tempo daria para explorar melhor a região, mas admiro sua disposição. Fez bastante com o tempo disponível, especialmente sem carro.

 

Abraço!

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  • Membros de Honra

Oi Getulio,

 

o q atrapalhou um pouco foram as chuvas. Perdi alguns dias de passeio. Essa época do ano é bem sossegada, mas o clima nao ajuda mto. Chove menos no inverno, mas as chuvas tendem a serem mais suaves e duradouras, ou seja, fica aquela chuva fina o dia inteiro ou 1 periodo inteiro, diferente do verão, qdo a media pluviometrica é maior, mas cai uma chuva daquelas e depois passa. Pelo menos foi isso q o pessoal d floripa me falou. O vento também judia um bocado...

mas qdo o dia está ensolarado, é mto bonito, o céu fica num tom d azul lindo,como no dia q fui p/ a costa da lagoa. Interessante q mudou completamente o tempo, de 1 dia p/ o outro.

 

alguns dias eu queria ter andado mais, visitado + pontos turisticos, mas a logistica fica prejudicada s/ carro. Dependendo d onibus, eu gastei um bocado d tempo c/ planejamento do roteiro p/ aproveitar melhor, mas no final até q deu certo.

 

ihh, agora q eu vi q esqueci d postar 2 dias do relato. Vou editar.

Qdo voltei d Urubici, eu dormi em Floripa, antes d seguir p/ BC. Eu fiquei na duvida sobre os horarios do onibus p/ retornar d Urubici a Floripa, fiquei c/ medo d ficar mto "em cima" p/ pegar o onibus p/ BC no mesmo dia, entao resolvi dormir em floripa e aproveitei p/ conhecer GE. Acabei dormindo 2 noites em floripa.

 

eu amei as trilhas!

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  • 1 mês depois...
  • Membros de Honra

olá,

 

c/ 10 a 15 dias dá p/ conhecer bem.

tem mta trilha por lá e passeios diversos tb.

o bom da alta é q os barcos estarão operando e terá pessoas p/ dividir os custos.

 

a infraestrutura da ilha é boa e os sites da prefeitura e do sistema d transporte sao mto bons.

 

boa viagem!

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  • 7 meses depois...
  • Membros

Meu Deus Naomi!

Sou manézinho e acho que conheço menos a cidade que você! hehehehe

 

Parabéns pelo seu relato/Roteiro de viagem rss

 

Acho que a única coisa que posso incrementar mesmo é o site da Maaxcam

www.maaxcam.com.br

A Maaxcam é um portal de câmeras ao vivo e conta com diversos pontos turísticos da cidade de Florianópolis e Região

Quem quiser conferir como anda o verânico que ocorre aqui por essa época, ver o tempo, ver o transito e toda a cidade. Entra no site e dá uma conferida!

 

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    • Por luisa campos
      Somos duas amigas que estaremos em Floripa em dezembro. Procuramos carona saindo do dia 17 a diante. Podemos ajudar com a gasosa!
    • Por Marcos Tavares
      <PT>
      Olá galera, me chamo Marcos e moro na Barra da Lagoa em Florianópolis, um dos lugares mais lindos do Brasil. Adoro este lugar e poder compartilhar oque há de bom aqui. Se estiverem afim de se divertir contem comigo! me chamem no whasapp +55 19 981652554
      <EN>
      Hi guy, i am Marcos, and i live at Barra da Lagoa beach in Florianópolis (BR), one of the most Brazil's beautifull place. I love this place, and i love to share what is good in here. Whether you are up to enjoy tell me, let's do it! Call me on whatsapp +55 19 981652554.
       
    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉
    • Por Jackson Branco
      Boa noite. Peço desculpa pelo textão se alguém puder ler e tiver algo a contribuir, fico agradecido. É que sou absolutamente novato nesse hobby, aliás, nunca fiz nada parecido. Faz um tempo que to procurando alguma forma de sair da rotina, e por acaso o grupo apareceu na minha TL. Eu tenho 10 dias de ferias para tirar até dezembro, e cogitei fazer um mochilinho (10 dias não da pra nada ne?).   Eu tava procurando algo por SC (moro em Chapecó), que fosse um trajeto curto, porém não achei nada que parecesse interessante aqui perto da minha cidade. Então pensei em pegar ônibus até Florianópolis (cerca de 550km daqui), e subir pela praia de Floripa até Balneário Camburiú. O caminho mais curto, pela BR-101, daria 85km, pela praia aumentaria um pouco.   As dúvidas iniciais, são: alguém um pouco acima do peso ideal, conseguiria fazer esse trajeto? Pensei em andar no mínimo uns 20km/dia. Quais seriam os itens básicos que eu deveria levar? Eu tenho uma barraca (nunca nem usei, nunca acampei, no máximo fiz trilha curta), pessoas que usam barracas para pernoitar, como fazem com relação a higiene básica? Qual a solução para banhos, roupas...? Um dos maiores medos é com relação a segurança, sobre onde acampar e tal, porque eu não teria grana pra pagar por hospedagens todos os dias.   Espero que alguém leia, se tiver alguma dica, conselho, indicação, fico feliz em receber.
    • Por RoneyLaurent
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