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21 dias em SC - Parte 1: Floripa

Posts Recomendados

Em Florianópolis:

 

• Rest. Uma Rosa, Av. Afonso Delambert Neto, 315, Lagoa da Conceição, 3304-0908. Ambiente agradável com velas e sofás. À noite, no inverno, estava servindo caldinhos. Havia uns 10 tipos de caldinhos, sendo alguns vegetarianos. Havia opção de pagar por cumbuca ou um preço fixo para se servir à vontade. Parece que o almoço é buffet a kg. Preço bom, boa relação custo-benefício

 

• Confraria Chopp da Ilha, Av. Afonso Delambert Neto, 671, Lagoa da Conceição, 3334-3696. Decoração diferente com muita madeira, o ambiente é meio escuro, tem telão com clipes e música ao vivo depois das 22h. Parece local mais para beber e deve lotar, mas fomos cedo, estava tranquilo, pedimos picanha na chapa que veio com alho, cebola, repolho, batata vinagrete, farofa e pão e estava bom. Preço médio, boa relação custo-benefício

 

• Rest. Miyoshi, Av. Afonso Delambert Neto, 101, Lagoa da Conceição, 3232-5959, seg-dom das 18h30-23h, http://www.miyoshi.com.br/ Bom, ambiente agradável, atendimento bom. Estava com buffet promocional de sushi (sem sashimi). O outro buffet com sashimi era limitado a 12 peças, apesar de ser bem mais caro. Tem preço diferenciado para homem e mulher. Tinha bastante variedade de sushi e poucos pratos quentes, mas tinha yakisoba, pastel de queijo, guioza, rolinho primavera, tempurá, hot roll, etc. Tudo bem feito e gostoso. Preço médio, não é barato, mas relação custo-benefício é boa, devido à qualidade

 

• Café Cultura, R. Manoel Severino de Oliveira, 669, lj 3, Lagoa da Conceição, 3334-0483 / 8806-2120, das 9-0h30. Café expresso, cappuccino gelado, brunch aos dom. Ambiente agradável com poltronas e sofás com almofadas, decoração legal, pratos individuais, pedimos um filé mignon ao molho de café, brócolis e risoto parmegiano, estava muito bom, mas prato é de tamanho médio, talvez um pouco pequeno par os comilões. Relação custo-benefício razoável

 

• Rest. Chef Fedoca, R. Sen. Ivo D'Aquino, 133, Lagoa da Conceição, 3232-0759, à la carte, é bom, atendimento bom, ambiente agradável, mais arrumadinho com louças bonitas e guardanapo de tecido. Pedimos um peixe com crosta de gergelim. Bom, mas caro, por isso acho que a relação custo-benefício é razoável.

 

• Sanduicheria da Ilha, R. Henrique Veras do Nascimento, 50, Lagoa da Conceição, 3207-3780, seg-ter das 16-0h, qua-sáb das 16-1h, dom das 14-0h, sanduíches. Ambiente legal, os lanches tem qualidade, mas preços são diferenciados também. Acho a relação custo-benefício razoável

 

• Casa de Chocolates Schimmelpfeng, R. Henrique Veras do Nascimento, 323, Lagoa da Conceição, 3733-8333. Os chocolates são muito bons, mas é meio caro, acho que a relação custo-benefício é razoável

 

• Rest. Conselheiro do Paladar, R. Conselheiro Mafra, 584, Centro, 3225-6111, seg-sex das 11-14h30. Bem no Centro, na rua que vai dar no Mercado Público Municipal, oferece um buffet bom e variado por kg que, além das receitas tradicionais, conta com dietas especiais para vegetarianos, celíacos e intolerantes à lactose, tudo a um preço honesto e com direito a sobremesa de cortesia. O local é meio apertado, pequeno, mas o ambiente é agradável. Considero ótima relação custo-benefício

 

• Rest. Sabor da Costa, Costa da Lagoa, Ponto 16, 3335-3070 / 9973-7778 / 9980-3526, 9-18h (dez-mar até 20h), [email protected], fica para baixo da igreja, em frente à lagoa, à la carte. É simples, mas bom, ambiente agradável, atendimento bom, com vista para a lagoa. Pedimos um peixe grelhado simples (c/ arroz, pirão e fritas), mas estava gostoso. Não é caro, porção de tamanho bom, achei relação custo-benefício boa

 

• Bar do Arante, R. Abelardo Otacílio Gomes, 254, Pântano do Sul, 3237-7022, 11h30-0h, à la carte, é bom, atendimento bom. De frente para a praia, oferece belo visual, ambiente simples e inusitado com os inúmeros bilhetes colados nas paredes e teto, é praticamente um ponto turístico de Pântano do Sul, até o cardápio e a toalha de mesa tem tema baseado nos bilhetes. Entretanto, apesar disso serve bem a um preço honesto, por isso achei relação custo-benefício boa. Pedimos um almoço completo: arroz, feijão pirão, salada, filé de peixe espada a milanesa com casa bem crocante

 

• Rest. Ostradamus, Rod. Baldicero Filomeno, 7640, Ribeirão da Ilha, 3337-5711, ter-sáb das 12-23h, dom das 12-18h. Ambiente muito bonito, agradável, com decoração legal. Tem guardanapo de tecido, pratos e cálices bonitos e pode-se trazer o cardápio de lembrança. Há um deque ao mar com mesinhas e uma bela vista da praia cheia de gaivotas. Pedimos entrada de ostras, 1 porção tem 12, é possível pedir 1/2 de um tipo + 1/2 de outro (6 ostras ao alho e óleo + 6 ostras ao molho de gengibre) e canoada (uma espécie de risoto) que estava gostoso, mas bem temperado e um pouco forte. Tudo vem em pratos bonitos e decorados. É bem turístico e caro, mas os preços são condizentes com a qualidade da comida e do ambiente, por isso acho a relação custo-benefício é de razoável a boa

 

Outras opções:

 

• Box 32, no Mercado Público Municipal, tem o pastel de camarão mais famoso da cidade, bolinho de bacalhau e ostras frescas. Disseram que o pastel é diferente do pastel paulista retangular, é um pastel meia-lua e menor

 

• Rest. Central, R. Bocaiuva, 2180, Centro, 3222-0089, seg-sáb das 11-14h30

 

• Rest. Delícias Portuguesas, R. Visc. de Ouro Preto, 559, Pça Getúlio Vargas, Centro, 3224-6448, ter-sáb das 11h30-23h30. Disseram que é muito bom para comer doces portugueses

 

• Rest. O Barba Negra, Av. das Rendeiras, 1628, Lagoa da Conceição, 3232-5098, seg e qua-sáb 11h30-23h, dom das 11h30-17h. Frutos do mar

 

• DNA Natural, R. Manoel Severino de Oliveira, 680, Lagoa da Conceição, 3207-3441, seg-qui e dom das 8-0h, sex-sáb das 9-1h, lanchonete com especialidade em sucos e wraps

 

• Rest. Cabral, Ponto 19, s/n, Costa da Lagoa, 3335-3132, inverno: seg-sex das 10-17h, sáb e dom das 9-20h, verão: diar das 9-20h, [email protected]

 

• Rest. Cachoeira, R. Geral Costa da Lagoa, Ponto 16, Costa da Lagoa, 3335-3050, [email protected]

 

• Rest. Lagoa Azul, Caminho da Costa da Lagoa, 177, Ponto 17, Costa da Lagoa, 3335-3009, 9-18h (nov-mar até 19h), [email protected]

 

• Rest. Lagoa Bonita, R. Geral da Costa da Lagoa, s/n, Ponto 16, Costa da Lagoa, 3335-3110, 9-19h

 

• Rest. do Índio, R. Geral da Costa da Lagoa, 222, Ponto 18, Costa da Lagoa, 3335-3007

 

• Rest. Ponto de Vista, Rod. Jorn. Manoel de Menezes, 1747, Praia Mole, 3232-5207, ter-sáb das 12-0h, dom das 12-17h. Feijoada de camarões. Atrás do restaurante há um mirante

 

• Lucila Bistrô, Al. César Nascimento, 322, Jurerê, 3369-6113, seg-sáb das 11h30-15h e 19h30-23h30, dom das 11h30-15h

 

• Rest. Pescador Lobo, R. José Cardoso de Oliveira, Praia do Forte, acesso por Jurerê Internacional, 3282-0631, seg-sex das 9-18h, sáb-dom das 9-22h. Frutos do mar, restaurante na pria, disseram que é muito bom

 

• Rest. Muqueca da Ilha, Rod. Baldicero Filomeno, 7487, Ribeirão da Ilha, 3232-7676, ter-dom das 11-23h. Para comer frutos do mar, na mesma linha do Ostradamus

 

Em Guarda do Embaú:

 

• Rest. Pizzaria e Pastelaria Ki Massa, Praça da Pinheira, Praia da Pinheira, Palhoça, 3283-2931. Ambiente simples, mas agradável. Comida simples, mas honesta. Pedimos um PF de contrafilé que alimentou bem o trilheiro faminto. Relação custo-benefício boa

 

Dicas de alimentação:

• Comida típica:

o sequência de camarão

o sequência de ostras

o tainha: de maio a junho pode-se comer o peixe fresco. No resto do ano o peixe é congelado, mas existe a tainhota, que é uma versão menor da tainha e pode ser encontrada nos restaurantes da Costa da Lagoa

 

• No Centro de Informações Turísticas, tem um guia de gastronomia da cidade. Todos, que eu resolvi experimentar e que estavam no guia, foram muito bons, mas geralmente com preços mais para turistas

 

• Achei comida em Florianópolis um pouco cara, talvez porque tenha ido em restaurantes "turísticos" ou por não ter tido sorte de topar com boas opções ou por ter ficado na Lagoa da Conceição

 

• Tem muitos restaurantes japoneses na cidade

 

• Há controvérsias quanto à sequência de camarão e à sequência de ostras. Há quem diga que é tudo de bom, outros dizem que a sequência de camarão é um festival de muita gordura e pouco sabor e a sequência de ostras meio perigosa aos estômagos mais delicados por ser forte

 

• A maioria dos restaurantes na capital funciona normalmente mesmo na baixa temporada, com exceção daqueles localizados à beira da praia, alguns fecham ou funcionam com horários reduzidos, por exemplo, apenas aos finais de semana

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Contatos úteis:

 

• Prefeitura de Florianópolis, R. Tenente Silveira, 60, 5.o andar, Centro, 3251-6066, [email protected], 9-19h

 

• Conselho Municipal de Turismo, R. Tenente Silveira, 60, 5.o andar, Centro, 3952-7000, 9-19h, [email protected]

 

• Santur, R. Felipe Schmidt, 249, 9.o andar, 3212-6300 / Fax 3212-6315, [email protected]

 

• SESC Florianópolis, Travessa Siryaco Atherino, 100, Prainha, 3229-2227 / 2241 / 0800 645 5454, [email protected]

 

• Prefeitura de Palhoça, Av. Hilza Terezinha Pagani, 289, Parque Residencial Pagani, 3279-1700 / 1811 / Fax 1704, [email protected]

 

Postos de Informações Turísticas

 

• Centros de Atendimento ao Turista (CAT): Portal Turístico, na cabeceira continental das pontes Pedro Ivo Campos e Colombo Machado Salles, seg-sáb, 8-18h / Terminal Rodoviário Rita Maria, diar, 8-18h / Praça Fernando Machado, seg-sex, 8-18h

 

• Na rodoviária e no aeroporto há Centros de Informações Turísticas com funcionários para esclarecer dúvidas e muitos mapas e folders disponíveis, tanto de Florianópolis como de outras cidades do estado

 

Links úteis:

 

Série de serviços on-line do Estado de Santa Catarina

Mapa Interativo de SC

Previsão do tempo

Serviços - Balneabilidade

Tábua das Marés

 

Santa Catarina - Terra de Contrastes - Os Jeitos da Terra

SANTUR - Santa Catarina Turismo

Portal Bela Santa Catarina

Roteiros de Santa Catarina

Guia Santa Catarina - Portal Turístico de Santa Catarina

Santa Catarina Brasil

 

Prefeitura Municipal de Florianópolis

Guia Floripa - O Guia de Florianópolis na Internet

Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis

 

Portal da Prefeitura Municipal de Palhoça

Vamos Guarda do Embaú

 

Receptivos Turísticos:

 

Outras opções:

• Active Tour, Av. Osmar Cunha, 106, lj 13, Centro, 3223-3456 / 9623-8522, [email protected]

 

• Itaguatur Turismo, R. Felipe Schmidt, 515, sl 404, Centro, 3225-3939 / Fax: 3963, [email protected]

 

• Dac Turismo, 3369-5188 / 8465 5529 / ID 91*105274, [email protected]

 

• CGTUR Turismo e Receptivo, R. Conselheiro Mafra, 758, sl 09, Centro, 3225-2106, [email protected]

 

Dicas:

 

• Em Floripa, tem muitos atrativos, dá para ficar mais de 10 dias e não repetir a programação, principalmente se curtir trilhas. Além disso, tem toda a região metropolitana, são várias cidades com outros atrativos também

 

• Guarda do Embaú vale uma visita. É fácil fazer um bate-e-volta a partir da capital. Parece um local agradável e charmosinho para ficar por lá, mas infra-estrutura deve ficar mais restrita em baixa temporada. Na alta é bem movimentado e badalado. Tem várias praias e algumas trilhas por lá. Palhoça revela mais praias, ilhas, cachoeiras e o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro com trilhas como, por exemplo, o Pico da Cambirela

 

• Boa infraestrutura de capital e grande diversidade de atrativos com belas praias e boas trilhas para quem curte natureza e badalação para quem curte baladas e agito

 

• Uma boa surpresa foi a quantidade de áreas verdes na ilha, principalmente em volta das lagoas. As partes mais habitadas são as planas e os morros são mais preservados, embora já tenham alguns loteamentos subindo os morros. Espero que controlem e não deixem o crescimento seguir desordenado

 

• Achei a capital bem limpa, mesmo as ruas do centro e os terminais de ônibus, locais com muita circulação são mantidos limpos

 

• Compras em Floripa: recomendaram a Antiga Alfândega, perto do mercado, para comprar lembranças, disseram que os preços são melhores. Alguém citou a Joaquina também, mas nao conferi essa informação. Falaram que as compras na Lagoa da Conceição ficam mais caras

 

• Compras em Guarda do Embaú: as lojas são bem turísticas e preços parecem um pouco elevados

 

• Alguns (poucos) restaurantes e lojas dão desconto quando o pagamento é em dinheiro

 

• Há uma boa variedade de lojas na Lagoa da Conceição. Elas fecham por volta das 20h (baixa temporada, julho)

 

• Vi uma loja da Mormaii na Lagoa da Conceição. Há várias lojas dessa marca pelo estado. Os produtos são bons, bonitos e diferenciados, mas os preços são altos

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São para quem ama trilha, para os demais sugiro ir de barco para as praias isoladas e ir de carro para as acessíveis

 

Roteiro 1: é uma boa caminhada, mas é factível se tiver acostumado a fazer trilhas e começar bem cedo. Vantagens: fazer 2 trilhas diferentes no mesmo dia, evitando ir e voltar pelo mesmo caminho, curtir o visual de várias praias e conhecer um restaurante que é turístico e bem bacana.

• Praia da Armação

• Praia de Matadeiro

• Trilha Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste

• Trilha Morro da Coroa

• Trilha Praia da Lagoinha do Leste/Pântano do Sul

• Praia Pântano do Sul, Bar do Arante

Ir de ônibus até a Praia da Armação, atravessar a passarela até a Praia de Matadeiro, fazer a Trilha Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste, atravessar a Praia da Lagoinha do Leste. No canto direito da praia, fazer a Trilha Morro da Coroa, voltar pelo mesmo caminho ao canto direito da praia, fazer a Trilha Praia da Lagoinha do Leste/Pântano do Sul, caminhar poucos metros pela estrada até a Praia Pântano do Sul, comer no Bar do Arante e inevitavelmente deixar um bilhete lá. Retornar de ônibus. P.S.: fiz apenas a Trilha Pântano do Sul/ Praia da Lagoinha do Leste, indo e voltando pelo mesmo caminho, mas se pudesse repetir eu faria todo o circuito

 

Roteiro 2: Vantagens: curtir diferentes experiências, ir pela Trilha Costa da Lagoa, fazer um trecho da Trilha Ratones/Costa da Lagoa que oferece um belo visual, almoçar num dos restaurantes que são simples, mas muito bons e voltar de barco para descansar das trilhas e para curtir o passeio pelo mar

• Lagoa da Conceição

• Trilha Costa da Lagoa

• Trilha Costa da Lagoa/Ratones

Ir para a Lagoa da Conceição, pegar ônibus ou barco até o Canto dos Araçás ou caminhar da Lagoa da Conceição até o Canto dos Araçás, fazer a Trilha Costa da Lagoa. No meio do caminho, nas proximidades do Ponto 16 pegar a curta trilha até a Cachoeira da Costa da Lagoa, retornar, almoçar num dos vários restaurantes da Costa da Lagoa, fazer metade da Trilha Costa da Lagoa/Ratones. Ir até o alto do morro, até a divisa, pegar o curto desvio para a Pedra Rachada, curtir o visual e voltar pela mesma trilha para a Costa da Lagoa. Se quiser, pode pegar o barco de volta no primeiro ponto que encontrar ou pode continuar a Trilha Costa da Lagoa até o Saquinho. Nesse caso, será necessário retornar para a Praia do Sul, no Ponto 23, pegar o barco para a Lagoa da Conceição.

 

Roteiro 3: Vantagens: fazer 2 trilhas diferentes no mesmo dia, evitando ir e voltar pelo mesmo caminho, curtir o visual de várias praias. Na volta, parar no Ribeirão da Ilha que é um bairro muito interessante. Dificuldades: é uma composição de trilhas extensa, mas o principal problema é que o trecho Praia do Saquinho-Praia de Naufragados não tem percurso demarcado, por isso só faça esse trecho se acompanhado de alguém que conheça bem a região

• Praia da Solidão

• Trilha Cachoeira da Solidão

• Trilha Praia da Solidão/Praia de Naufragados

• Trilha Farol Naufragados

• Trilha Praia de Naufragados/Caieira da Barra do Sul

• Ribeirão da Ilha: curtir o bairro com seus casarios históricos e os restaurantes de ostras como o Ostradamus

P.S.: não fiz esse roteiro, por causa do trecho que não é demarcado. Fiz o Roteiro 3a abaixo

 

Roteiro 3a: (na impossibilidade de fazer o Roteiro 3). Vantagens: roteiro bem servido de horários de ônibus, trilha light e o Ribeirão da Ilha é um bairro muito interessante

• Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados

• Trilha Farol Naufragados

• Ribeirão da Ilha: curtir o bairro com seus casarios históricos e os restaurantes de ostras como o Ostradamus

Pegar a linha Caieira da Barra do Sul até o ponto final, fazer a Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados, atravessar a Praia de Naufragados até o costão direito, fazer a Trilha Farol Naufragados. Retornar pelo mesmo caminho da ida até o ponto de ônibus. Pegar a mesma linha de ônibus e descer no Bairro Ribeirão da Ilha, almoçar num dos restaurantes de ostras como o Ostradamus. P.S.: o roteiro é light, dá para encaixar outras praias/atrativos nesse dia principalmente se estiver de carro

 

Roteiro 3b: (na impossibilidade de fazer o Roteiro 3)

• Praia da Solidão

• Trilha Cachoeira da Solidão

• Trilha Praia do Saquinho

P.S.: não fiz esse roteiro, parece bom, mas selecionei outros passeios que me pareceram mais interessantes

 

Roteiro 4:

• Praia da Armação

• Ilha do Campeche, trilhas

• Praia Morro das Pedras

• Mirante da Casa de Retiro N. Sra de Fátima ou Retiro dos Jesuítas

• Praia do Campeche

P.S.: não fiz esse roteiro, mas gostaria de ter feito. Complicado para conseguir barco para a ilha, baixa temporada

 

Roteiro 5: é um roteiro longo, mais fácil de fazer se estiver de carro, pois alguns trechos têm poucos horários de ônibus. Mistura um pouco de trilha/natureza do Costão do Santinho, badalação do Jurerê e história/cultura da Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Se tiver tempo divida em 2 dias e aí pode acrescentar mais algumas praias

• Praia do Santinho

• Museu ao Ar Livre e Trilha Costão do Santinho (Morro das Aranhas)

• Praia Jurerê, Open Shopping

• Fortaleza de São José da Ponta Grossa

• Praia do Forte, caminhada até Praia da Daniela

• Santo Antônio de Lisboa

P.S.: fiz parte desse roteiro, cortei Fortaleza de São José da Ponta Grossa, Praia do Forte e Praia da Daniela. Os horários escassos de ônibus não ajudaram e o tempo nublado e frio não animou a cumprir o roteiro inteiro

 

Roteiro 5a: (dividindo Roteiro 5 em 2 dias)

• Praia do Santinho

• Museu ao Ar Livre e Trilha Costão do Santinho (Morro das Aranhas) e Trilha Praia de Moçambique

• Praia dos Ingleses

• Praia Brava, Praia Lagoinha

 

Roteiro 5b: (dividindo Roteiro 5 em 2 dias)

• Praia Jurerê, Open Shopping

• Fortaleza de São José da Ponta Grossa

• Praia do Forte, caminhada até Praia da Daniela

• Santo Antônio de Lisboa

 

Roteiro 6: o Centro Histórico não é imperdível, mas o passeio de escuna parece legal

• Fortaleza de Santana

• Passeio "Dia da Fantasia" com saída do Trapiche da Scuna Sul

• Centro Histórico

• Av. Beira-Mar, Beiramar Shopping

P.S.: não fiz o passeio de escuna, pois não teve saída, baixa temporada

 

Roteiro 7:

• Trilha Barra/Galheta

• Praia Mole

• Trilha Praia do Gravatá

• Praia da Joaquina

P.S.: por incrível que pareça não conheci a Praia Mole e a Praia da Joaquina, não fiz esse roteiro. Na baixa temporada, preferi fazer trilhas para praias menos "urbanas"

 

Outros roteiros: com mais dias, há mais trilhas na capital como a Trilha Poção do Córrego Grande, as Trilhas da Lagoa do Peri e a Trilha Peri/Ribeirão. Ainda há toda a região metropolitana a conhecer.

 

Roteiro Guarda do Embaú: Reserve 1 dia para a trilha que parte da Guarda do Embaú até Pinheira passando pelo Vale da Utopia.

• Praia Guarda do Embaú

• Trilha Pedra do Urubu

• Trilha do Vale da Utopia - Praia do Maço (de Guarda do Embaú a Pinheira)

• Praia da Pinheira

• Trilha do Reservatório de Água (Caixa d'Água da Casan)

P.S.: não fiz a Trilha Pedra do Urubu e nem a Trilha do Reservatório de Água

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Sábado, 07/07/2012 - noite chuvosa e com vento

Aeroporto de Guarulhos, Aeroporto de Florianópolis, Hotel Hola, Lagoa da Conceição

Chegamos cedo ao Aeroporto de GRU. Já estávamos na fila de embarque quando o processo foi interrompido. O voo ia atrasar, mas foi pouco, uns 20min. Saímos de GRU com tempo nublado para chegar ao Aeroporto de Florianópolis com tempo chuvoso, chuva fina. Já estava bem escuro e deu para ver um pouco do que achei ser a Lagoa da Conceição pela janela. Ventava muito e estava frio. Foi providencial a blusa extra na bagagem de mão. Passamos pelo CIT, peguei muitos mapas e guias, tanto da capital como do estado como um todo. Fomos de táxi até o Hotel Hola, que descobrimos ficar bem ao lado do TILAG, na Lagoa da Conceição. Boa localização. Depois de instalados, tentamos dar um geral pelo bairro, mas desistimos rapidinho, pois estava frio, chovia e ventava muito, o que dificultava a caminhada. Resolvemos comer no Rest. Miyoshi, que era perto. Pegamos o buffet promocional que estava muito bom. A chuva parou, o vento diminuiu, então decidimos ir ao supermercado, mas antes voltamos ao hotel para reforçar o agasalho. Paramos no primeiro mercadinho que encontramos, mas assustamos com o preço, sem saber se ele era caro ou se era o preço normal da cidade. Seguimos até o posto e vimos mais 2 supermercados. Fizemos uma pesquisa nos 2 e compramos água e bolacha no Supermercado Chico. Começou a chover e a ventar de novo. A chuva era fraca, mas o vento judiava muito. Voltamos correndo ao hotel.

 

Domingo, 08/07/2012 - dia ensolarado, céu azul e limpo, no início da noite começou a ficar nublado

Lagoa da Conceição, Trilha Costa da Lagoa, parte da Trilha Ratones/Lagoa

Acordamos não muito cedo e tomamos café da manhã. Decidimos fazer a trilha para a Costa da Lagoa, pois era domingo e os horários de ônibus reduzidos poderiam dificultar o deslocamento para outros bairros. Seguimos até a ponte da Av. das Rendeiras e perguntamos ao pessoal que trabalha na Cooperbarco. Eles foram muito gentis, orientaram sobre a trilha e sugeriram ir pela trilha, almoçar e voltar de barco. O que surpreendeu é que a lagoa é muito limpa com águas transparentes, mesmo no trecho mais "urbano" do centrinho da lagoa. Seguimos a pé, mas existe a opção de ir de barco ou de ônibus até o Canto dos Araçás, o que te poupa cerca de 3 km de caminhada por um trecho que não possui nenhum atrativo, uma vez que segue pelas ruas do bairro com vistas esporádicas da lagoa. No ponto final do ônibus (linha Canto dos Araçás) e Ponto 3 do barco, a estrada pavimentada estreita ainda continua por alguns metros. Uma placa amarela no poste à direita indica a trilha. Percorre-se a estrada mais um pouco até chegar a um portal de madeira com placas de madeira indicando a entrada da trilha e com informações. Daí em diante não passa mais carro. Limpa, sinalizada, de terra batida, arenosa, não tinha barro, apesar da chuva do dia anterior. Só alguns poucos trechos tinham barro, mas por causa das minas de água, várias pelo caminho, uma delas era canalizada e havia algumas pontes de cimento. Alguns trechos são mais pedregosos, mas nada que dificulte o trânsito. Atravessamos trechos com bambus. Alguns trechos sob o sol, mas a maior parte é sombreada. Algumas partes dentro da mata, mas a maior parte segue bem à beira da lagoa com vista para ela. Placas sinalizam e informam sobre pontos de interesse como o Engenho do final do século XIX (em ruínas). No meio do caminho tem alguns ranchos de madeira coloridos, parece pintura de quadro. Deve ser local de manutenção de barcos, tinha algumas canoas ao redor. Tinha um lugar lindo ao lado da trilha, o riacho formava uma piscina natural e depois escorria em direção à lagoa. Encontramos o Sobrado da Dona Louquinha (não está em ruínas, mas está meio abandonado). Vimos mais algumas ruínas, mas não sei identificar o que era, pois só sobraram algumas paredes de pedras. Havia arbustos altos com cacho de flores, parecia uma hortênsia de árvore. Eis que de repente do meio do nada tem uma faixa da Casa da Costa, um hotel, sushi lounge e day club (?). Durante a trilha, vemos algumas casas esporádicas aqui e acolá, mas também há algumas vilinhas com grupos de casas e, nesses locais, a trilha passa a ser calçada. Por volta do Ponto 16 fica o "centrinho" da Costa da Lagoa. Tem uma placa indicando a Cachoeira da Costa da Lagoa e a entrada da trilha para Monte Verde e Saco Grande. A cachoeira fica perto, forma uma piscina grande graças a uma barragem construída no local. Tem um quiosque perto da cachoeira, mas estava fechado, creio que só abre na alta temporada. Depois de visitar a cachoeira, voltamos e almoçamos no Rest. Sabor da Costa, que fica para baixo da Capela Santa Cruz (Paróquia Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Lagoa), em frente à lagoa. Almoço simples e honesto. O simpático Jajá deu indicações da Trilha Ratones/Lagoa. Voltamos à trilha e seguimos em frente. Passamos pelo Ponto 19, pouco à frente a trilha bifurcava, à direita continuava beirando a costa e à esquerda, subia para Ratones. Tem placa no local indicando a trilha. É curta, mas é uma subida íngreme e contínua. Tem algumas placas informativas no meio do caminho. No alto do morro, há uma bela vista e uma placa indica a divisa. Ainda seguimos mais um pouco, mas percebemos que a trilha começou a descer, então retornamos pouco depois de encontrar mais uma placa. Daniel disse que tinha visto uma bifurcação, por mim tinha passado batido. Ela fica na divisa do lado direito, um pouco depois da placa (no sentido Ratones-Costa da Lagoa). Ela vai até a Pedra Rachada, passando por uma pedra menor antes. A pedra rachada não é alta, um pouco de impulso, auxílio das mãos e 3 passadas e chega-se ao topo da pedra com vista mais ampla do que aquela no topo do morro ao lado da placa. Depois de admirar a vista, retornamos até a bifurcação que indicava à esquerda a continuação dos pontos do barco e à direita a trilha para a lagoa. Seguimos para a esquerda e chegamos ao Ponto 21. Lá resolvemos esperar pelo barco ao invés de continuar a trilha que seguia até depois do Ponto 23. O barco saiu às 15h do Ponto 23. No meio do caminho, o barco foi parando nos pontos pertos dos restaurantes e o barco foi enchendo até que ele passou direto pelos pontos, sem parar. No site marcava horários às 13h e 16h, mas segundo o pessoal, o barco passa de 1 em 1h ou de 1/2 em 1/2h, conforme o fluxo de pessoas. Descemos no Ponto 1, perto da ponte da Av. das Rendeiras. Achei o serviço bom, não deixou lotar o barco e passaram com frequência maior do que o indicado no site. Voltamos e passamos pelo centrinho que, por volta das 16h, fervia cheio de gente nos bares. Tinha feirinha, cheio de barracas com artesanato. Voltamos ao hotel. Banho. Fomos jantar no Rest. Chef Fedoca. Bom, mas acho que esperava um pouco mais.

 

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Segunda, 09/07/2012 - dia ensolarado, algumas poucas nuvens no céu

Trilha Pântano do Sul/Praia da Lagoinha do Leste, Trilha do Morro do Coroa

Acordamos não muito cedo. Eu queria fazer a Trilha Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste/Pântano do Sul, pois assim já fazia 2 trilhas no mesmo dia e era mais interessante do que ir e voltar pela mesma trilha. Entretanto, disseram que o trecho Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste tinha uma parte que seguia pelo costão, que poderia ser problemática para quem tem medo de altura e que era meio perigosa, pois se a maré estivesse muito alta, a água batia nas pedras, molhando e deixando o percurso escorregadio. Decidi, a contragosto, fazer apenas a Trilha Pântano do Sul/Praia da Lagoinha do Leste. Depois fiquei sabendo que o trecho Praia do Matadeiro/Praia da Lagoinha do Leste não era complicado, apenas mais longo, porém menos íngreme e que seguia por cima do costão, longe da água e sem representar perigo. Fomos ao TILAG, pegamos ônibus para o TIRIO e de lá para o Pântano do Sul. Pedi ao cobrador para descer no início da trilha. O ponto de ônibus fica um pouco à frente, mas é voltar duas ruas e entrar à direita (sentido Pântano do Sul/TIRIO). É uma rua pavimentada, estreita e com subida íngreme. Logo à frente, à esquerda, tem placa da entrada da trilha. Qualquer coisa é só perguntar. É uma subida só, trilha bem demarcada, mas estreita, com pedras e raízes de árvore. É, basicamente, atravessar um morro. Encontramos no caminho uma placa que indicava a Estação Curso d'Água, um córrego de águas muito límpidas passa por ali. No alto tem a Placa da Estação Platô, que é um mirante. Na verdade são 2 "casinhas" de madeira, um Mirante para a Praia de Pântano do Sul e outro Mirante para a Praia de Lagoinha do Leste ao longe. A vista para o Pântano do Sul é melhor. Desse ponto sai uma trilha pra o Morro da Coroa, mas está fechada, com orientação difícil, portanto é fácil se perder e não é aconselhável seguir por essa trilha. Tem algumas placas informativas no caminho e indicando os cursos de água. Cruzamos com alguns cursos/nascentes pelo caminho. Depois é quase só descida e no trecho final tem muita pedra, mas não é difícil, não é escalaminhada. A trilha desemboca no canto direito da Praia de Lagoinha do Leste. Caminhando nas dunas entre a praia e o rio/lagoa há uma vista legal. O rio/lagoa é muito limpo com águas transparentes. Seguimos um bocado em direção à costa esquerda, onde encontrei Graveto e seus amigos acampados. Perguntei da Trilha Morro da Coroa, mas ele não soube informar, sugeriu perguntar ao Michael. Então retornamos até o canto direito da praia e entramos no começo da mata, bem no sopé do morro. Lá encontramos o acampamento do Michael, que mora nesse local. Ele abandonou a vida na cidade e decidiu se isolar nessa praia deserta. Muito simpático, indicou como seguir pela trilha, que sobe ali por trás do seu acampamento. Tem um trecho inicial que é um túnel bem estreito, no meio da vegetação, que não é muito alta, mas fica roçando na gente por ser bem estreito. Pouco depois começa a parte com vegetação rasteira e pedras. Nessa parte a orientação não é tão óbvia, pois a vegetação baixa e as pedras não permitem uma visualização tão clara da trilha, mas é mais ou menos demarcada. Há algumas bifurcações, mas aparentemente todas sobem em direção ao topo, escolha sempre a que estiver mais batida. Passa-se entre 2 conjuntos de pedra, depois tem um ponto que precisa dar um salto, mas é simples, nada radical. Após um trecho curto de erosão/barro vermelho, chega-se ao topo, onde tem as pedras que parecem uma prancha de surf. É de lá que saem as fotos clássicas de Lagoinha do Leste, com visão total da praia, lagoa/rio e as pessoas fazendo pose sobre a prancha de pedra parecendo flutuar sobre a praia. No alto do morro dá para cortar caminho para aquele mirante no alto da trilha, mas é desaconselhável, pois a trilha está fechada. Dessa forma, descemos o Morro da Coroa até a praia e retornamos pela mesma trilha da ida. Ao sair da trilha, perguntei do Bar do Arante que fica perto, bem de frente à praia. Passamos pela Capela São Pedro. Rapidamente chegamos ao Bar do Arante, ambiente inusitado com os inúmeros bilhetes colados nas paredes e teto. Também escrevi e pendurei o meu. Almoçamos lá, um prato simples, mas bem servido e de preço bom, considerando-se que fica em frente à praia com bela vista. Estava preocupada com os poucos horários de ônibus da linha Pântano do Sul, mas me informaram no bar que tinha outras linhas que também passam por ali. Fomos ao ponto de ônibus, bastante próximo e foi fácil retornar ao TIRIO e de lá ao TILAG. Fomos à Sanduicheria da Ilha, que tem um ambiente legal, os lanches tem qualidade, mas preços são diferenciados também.

 

Terca, 10/07/2012 - manhã com chuvas finas e esparsas, tarde nublada com poucas aparições de um sol tímido

Centro Histórico: city tour

Como amanheceu chovendo, decidimos tirar o dia para um passeio pelo Centro Histórico. Pegamos um ônibus do TILAG ao TICEN. No meio do caminho passamos pelo Mirante da Lagoa da Conceição, mas obviamente não descemos, só vimos do ônibus. Do TICEN, andamos pelo centro, pela R. Conselheiro Mafra e Adolfo Konder até o Mirante da Ponte Hercílio Luz, que está meio abandonado e a ponte ainda em reforma. Talvez depois do término da reforma, o mirante seja revitalizado. Deu um pouco de trabalho para chegar ao Forte Santana, embora ela esteja ali embaixo. Perguntamos na obra e um funcionário atencioso mostrou o caminho. Descemos pela escada e andamos até o final da rua, tem que dar uma volta, mas o pior é atravessar a Av. Beira-Mar Norte, pois esse local fica pouco depois de uma curva, não tem uma visibilidade boa e os carros correm bastante. O mais seguro é seguir até o semáforo, atravessar e depois tem que voltar até embaixo da Ponte Hercílio Luz, mas já caminhando pelo calçadão. Dentro do Forte Santana, tem fotos e maquetes das outras fortalezas. Numa construção separada fica o Museu de Armas Major Lara Ribas. Gostei de ver a munição dos canhões e a Cápsula do Tempo que só será aberta em 2035. O forte e o museu não são atrações imperdíveis, mas é um programa alternativo em dia chuvoso e a entrada é gratuita. Voltamos pelo calçadão da Av. Beira-Mar, passamos em frente à Agência Scuna Sul, atravessamos uma rua correndo e depois a avenida pelo farol. Voltamos à R. Conselheiro Mafra para fazer um tour pelas construções históricas, seguindo um mapa. Tem construções preservadas, algumas bem caidinhas e outras em reformas, mas todas "perdidas" em meio a prédios novos, pois não existe uma área preservada e sim construções esparsas pelo centro. Passamos pela Igreja de N. Sra. do Parto. Ainda na mesma rua, almoçamos no Rest. Conselheiro do Paladar, que é um buffet por kg bem agradável, com comida boa a preço honesto. Aproveitamos para passar na rodoviária e, no CIT, coletei mais alguns mapas e folders para a minha coleção. Depois prosseguimos no city tour. Passamos pelo Mercado Público Municipal, que tem o famoso Box 32 com o seu pastel de camarão, mas não experimentei. Ao lado tem um conjunto de boxes com artigos diversos e a Alfândega, que tem uma diversidade de artesanato e lembranças à venda. Ao lado da Alfândega, havia uma feira livre. Andamos pelo calçadão do centro, passando em frente à Igreja de São Francisco, que estava em restauração. Finalmente chegamos à Praça XV de Novembro com o monumento em homenagem aos heróis da Guerra do Paraguai, a figueira centenária e várias construções históricas em sua volta, como o Memorial Cruz e Souza (Palácio Rosado), Antiga Casa de Câmara e Cadeia em restauração e a Catedral Metropolitana. Nas proximidades, podem ser vistos mais alguns casarões como a Antiga Escola Normal de Florianópolis, a Casa da Memória, o Teatro Álvaro de Carvalho, a Igreja de N. Sra. do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos e a Academia de Comércio. Seguindo outra direção, há o Museu Victor Meirelles, os Sobrados Oitocentistas, o Casario da Rua Menino Deus e no alto avistam-se a Capela do Menino Deus e o Hospital de Caridade. Depois de uma grande caminhada pelo centro, retornamos ao TICEN e pegamos ônibus para o TILAG que fez uma escala no TITRI. Jantamos no Café Cultura, ambiente legal, comida boa, pratos individuais de tamanho médio, talvez um pouco pequeno aos comilões.

 

Quarta, 11/07/2012 - madrugada chuvosa, manhã nublada/ensolarada com nuvens, tarde nublada

Praia do Santinho, Trilha Costão do Santinho - Morro das Aranhas, Santo Antônio de Lisboa, Jurerê Internacional

Fomos ao TILAG, pegamos ônibus para o TICAN. Nesse trajeto o ônibus passa em frente ao Rest. Ponto de Vista, que dizem ter um belo mirante. No TICAN partimos para Ingleses/Costão do Santinho. Na região dos Ingleses, reparamos que tem variedade de comércio como lojinhas para turistas e restaurantes. Seguimos até o ponto final. Basta descer a rua até a Praia do Santinho e seguir para o lado direito. Já está bem próximo ao costão direito. Tem o resort e bem em frente a ele, o Museu Arqueológico Ar-livre Costão do Santinho com passarelas de madeira, painéis informativos e sinalização. Há esculturas metálicas e o visual do costão é muito bonito. Vi poucas inscrições rupestres, só reparei naquela mais famosa, mas está parcialmente deteriorada. Há um conjunto de esculturas metálicas em cima das pedras à esquerda e do lado direito tem uma placa indicando as trilhas: à frente Trilha da Praia de Moçambique e subindo à direita a Trilha do Morro das Aranhas, que resolvemos seguir. A trilha é bem demarcada, limpa com mato bem aparado, sem bifurcações, não há como errar, mas é uma pirambeira acima até o topo. A vista panorâmica é bem bonita, de um lado a Praia de Moçambique com faixa de dunas de areia que segue até o lado entre as praias de Ingleses e Santinho. Em cima tem vários pontos de observação. Num deles, de cima de uma pequena pedra tem vista p/ as praias de Santinho e Ingleses. O retorno é feito pela mesma trilha da ida, pirambeira abaixo. Voltamos ao ponto de ônibus e embarcamos em direção ao TICAN. Lá descobrimos que o próximo horário ao Jurerê era só às 16h. Pedimos informações e nos aconselharam a seguir para o TISAN, mas mesmo lá os horários eram escassos no meio do dia. Dessa forma, resolvemos aproveitar e conhecer Santo Antônio de Lisboa. Antes, tomamos um lanchinho na lanchonete do terminal. As principais atrações ficam localizadas próximas ao terminal. Vimos a Pça. Roldão da Rocha Pires, onde é realizada a Feira das Alfaias e caminhamos apreciando a Praia de Santo Antônio de Lisboa e as belas construções da R. XV de Novembro, incluindo alguns ateliers como o Atelier Santo de Casa, até a Igreja N. Sra. das Necessidades. Retornamos pela R. Cônego Serpa, passando pela linda Casa Açoriana. Voltamos ao terminal, pegamos o próximo ônibus ao Jurerê Internacional e pedimos ao cobrador para descer no Open Shopping, que como o nome diz é uma espécie de shopping ao ar livre, na verdade um calçadão largo com lojas, restaurantes e bares de ambos os lados. É um corredor de prédios de poucos andares, cujos térreos são ocupados pelo comércio e as partes superiores devem ser residências e/ou hotéis. O local é bonito e percebemos o seu potencial, mas as lojas todas abertas estavam vazias e havia pouquíssimas pessoas circulando devido à baixa temporada e ao tempo nublado, frio e com muito vento. Tem casas bonitas ao redor. Passeamos apenas pelo Open Shopping e pela Av. Búzios. Seguimos pelo calçadão, que tem até um suporte com saquinhos plásticos para colocar o cocô dos cachorrinhos, até a Praia de Jurerê Internacional. Parece que ali do lado esquerdo da praia, ficam as principais baladas. Pegamos um ônibus ao TISAN e de lá ao TITRI e depois ao TILAG. À tardezinha já havia mais horários de ônibus. Poderíamos ter feito o percurso TISAN-TICAN-TILAG, mas disseram que teria menos opções de horários. No jantar, resolvemos fugir de frutos do mar, que é bom, mas todo dia enjoa. Fomos ao Rest. Confraria Chopp da Ilha comer uma picanha. Fomos bem cedo, por isso estava tranquilo, mas acho que deve lotar mais tarde quando começa a música ao vivo.

 

Quinta, 12/07/2012 - madrugada nublada/chuvosa, manhã/tarde nublada/ensolarada com nuvens

Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados, Trilha Farol Naufragados, Ribeirão da Ilha

Saímos um pouco tarde, pois o tempo estava feio, mas assim que melhorou um pouco, resolvemos tentar fazer mais uma trilha. Do TILAG seguimos até o TIRIO, onde pegamos a linha Caieira da Barra do Sul que é bem servida com horários a cada 20min. Seguimos até o final da linha. Retornamos até uma ladeira, é uma subidinha curta, que tem um estacionamento no final. No lado esquerdo tem o Bar da Trilha, no lado direito tem uma casa e uma placa antes da casa indica o início da trilha. A Trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados começa ali, entre a casa e um muro e sobe sinuosa entre 2 cercas de arame farpado, as quais delimitam um terreno cheio de pedras que formam um pasto com algumas vacas. A trilha é fácil, demarcada e limpa, mas tem um pouco de pedra e um pouco de barro depois da chuva. Uma placa indica o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Do alto tem-se vista da Praia de Caieira da Barra do Sul. Depois, começa uma descida leve. Logo encontramos o primeiro riacho de águas transparentes que cruza a trilha e algumas ruínas. Começamos a subir o segundo morro não muito íngreme e passamos por mais cursos d'água e até uma pequena cachoeira. Vimos uma bela piscina natural de águas muito transparentes que cruzava a trilha. Um caminho de pedras possibilitava cruzar a piscina sem molhar os pés. Por último uma descida íngreme leva à praia. O terreno arenoso deixa a trilha seca, mesmo depois de uma noite chuvosa. Começam a aparecer as casas, primeiro uma singela casinha branca com janelas azuis, depois uma casa interessante com uma das paredes feita com garrafas de vidro. A seguir uma área gramada, a igreja, algumas casinhas e o Rest. Golfinho que é bem grande à beira da Praia de Naufragados. Disseram que no meio do caminho tinha uma bifurcação que levava direto ao farol, mas não estava sinalizada, passamos direto, seguindo pela trilha principal. Vimos algumas bifurcações do lado direito da trilha, uma no meio do caminho, outra já bem no final perto das casas. Terminando a trilha, fomos dar no lado esquerdo da praia. Atravessamos a praia, observando ao longe a Ilha de Araçatuba com a Fortaleza de N. Sra. da Conceição e o farol. No lado direito da praia, vemos uma casa no meio do morro e bem na ponta o farol. No canto direito da praia tem uma lagoa de águas transparentes, mas de cor de chá mate, talvez por causa da vegetação. Atrás da lagoa, tem uma casinha. Tem pedras enormes nesse canto e dá para ver o início da Trilha Farol Naufragados bem marcado. Logo a trilha vira um túnel de vegetação baixa, mas bem estreita com mato roçando dos 2 lados. Esse trecho é curto e depois a trilha fica mais aberta e mais bem demarcada, com visual da praia e do costão. Tem algumas bifurcações do lado esquerdo que levam para as pedras do costão. Subindo, tem uma bifurcação, à esquerda leva ao farol, à direita talvez vá p/ a casa ou ao alto do morro. Mais à frente, outra divisão da trilha com 3 saídas: à esquerda leva ao farol, no meio vai beirando a costa, à direita talvez leve ao meio da trilha Caieira da Barra do Sul/Praia de Naufragados. Agora a trilha para o farol segue no meio de mata, mas de terra bem batida e passamos por uma caixa d'água antiga antes de chegar ao Farol Naufragados. No farol tem um mirante para a Praia de Naufragados, mas o mais interessante é a vista para a Ilha de Araçatuba e a Fortaleza de N. Sra. da Conceição. Na dúvida, voltamos pelo mesmo caminho da ida. Pegamos a mesma linha Caieira da Barra do Sul, mas descemos no Bairro Ribeirão da Ilha, próximo ao Rest. Ostradamus que tem um ambiente muito bonito e turístico, frequentado por uma clientela bem arrumadinha e nós ali esculhambados depois da trilha. É caro, mas é bom e acho que vale ir para experimentar. Sentamos no deque que é todo envidraçado e estava batendo muito sol, parecia uma estufa, mas não estava quente, pois era pleno inverno. Na verdade, acho que é um trapiche para os barcos ancorarem, no trecho final é aberto e tem um aviso sobre como usar o trapiche. Tem muitas gaivotas nesse trecho da praia. Depois do almoço saímos em um tour pelo bairro. Vimos a Igreja de N. Sra. da Lapa, em restauração, e seguimos pela rua principal olhando a arquitetura das construções e a praia. A maioria das casas antigas está preservada. É um bairro muito bonito e vale a visita. Pegamos a mesma linha Caieira da Barra do Sul e seguimos até o final, no TIRIO, onde pegamos uma linha para o TILAG. Devido aos excessos com frutos do mar na hora do almoço, na janta resolvemos tomar um caldinho no Rest. Uma Rosa, ambiente legal com velas e sofás.

 

Sexta, 13/07/2012 - ensolarado, céu azul sem nenhuma nuvem e muito frio

Florianópolis: Terminal Rodoviário Rita Maria, Garopaba: Pousada da Praia, Praia Garopaba, Praia Siriú

 

Continua no relato de Garopaba...

 

Sábado, 21/07/2012 - ensolarado, céu azul com algumas nuvenzinhas ralinhas

Urubici, Florianópolis: Terminal Rodoviário Rita Maria, Cecomtur Hotel

Café da manhã estava cheio, pois na tarde do dia anterior tinha chegado uma excursão. Faltou água de manhã, mas foi coisa de minutos, logo o fornecimento foi reestabelecido. Foi no horário em que a maioria dos hóspedes acordou, acho que o hotel não aguentou o pico de turistas usando tanta água. Amanheceu limpo sem serração. Vimos um pouco de geada nos terrenos baldios da cidade. Há visuais tão bucólicos praticamente no centro da cidade. Fomos até a rodoviária, quer dizer, é um guichê da Empresa Reunidas dentro de uma lanchonete. Se passar em frente, provavelmente vai reparar na lanchonete e não notar que é a "rodoviária". Os ônibus param em frente à lanchonete, ao lado do posto de gasolina. Compramos a passagem. Retornamos e vimos a Gráfica 85 que era o ponto de parada do ônibus mais próximo ao hotel. Almoçamos na Churrascaria Tradição, quase ao lado do hotel. Tinha opção de buffet por kg, livre e espeto corrido. Retornamos ao hotel e depois fomos esperar o ônibus na Gráfica 85. Estava bem quente. Pegamos um micro-ônibus que fez a primeira parada em Bom Retiro para conexão. Trocamos de ônibus lá, pegamos um ônibus com ar. Paisagem no meio do caminho é bonita, montanhosa, com algumas propriedades bonitas. O que estraga são as plantações de pinus. Tem comércio à beira da estrada, lanchonetes, lojas de produtos coloniais e barracas/quiosques vendendo artigos regionais. Descemos no Terminal Rodoviário Rita Maria, vimos horários para Guarda do Embaú e compramos passagem para Balneário Camboriú. Daria para ir direto para Balneário Camboriú, mas quando planejei a viagem não sabia se os horários de ônibus coincidiriam. Dessa forma resolvi passar uma noite na capital. Como ainda não tinha vistado Guarda do Embaú, resolvemos então ficar 2 dias na capital. Embora seja muito perto, pegamos táxi para o hotel por causa da bagagem. Tentamos sair a pé, mas o centro fica muito esquisito à noite, com tipos estranhos andando pelas ruas, voltamos correndo para o hotel. Decidimos jantar no restaurante do hotel mesmo. O restaurante fica no alto e oferece vista de todo o centro. Os prédios históricos, iluminados à noite, ficam muito bonitos, pena que não anime para andar a pé.

 

Domingo, 22/07/2012 - ensolarado com nuvens de manhã, nublado à tarde

Trilha Praia Guarda do Embaú/Praia da Pinheira, Beiramar Shopping

Acordamos não muito cedo. Tomamos café da manhã que estava muito bom com muita variedade. Saímos a pé, mas as ruas estavam bem desertas. Mercado, tudo fechado, mas tinha um pouco mais de movimento nas proximidades do TICEN e da rodoviária. Andamos até o Terminal Rodoviário Rita Maria. Compramos passagem e seguimos rumo à Praia Guarda do Embaú. O ônibus é do tipo circular, mas com bancos mais confortáveis. Demora muito, pois para muitas vezes no meio do caminho. Pedimos para descer perto da praia. Passamos no supermercado, achei os produtos caros. Tem algumas pousadas, restaurantes, lojas de souvenir, parece uma vilinha. Fomos até a praia, estávamos no canto esquerdo. Tem o Rio da Madre, uma faixa de areia/dunas e depois o mar. No rio, havia barcos e uma placa dizia que a travessia custava R$ 2,00. Não testei se dava pé para atravessar por causa do frio, mas a maré estava baixa e o rio parecia bem calmo. Não atravessamos para a praia, seguimos direto para a trilha que segue beirando a costa esquerda da praia, bem marcada nesse primeiro trecho. Tem algumas bifurcações, mas seguimos sempre pelo costão com o visual da praia. Vimos uma pedra no alto do morro cercada de palmeiras e com urubus sobrevoando. Seria a Pedra do Urubu? Não checamos. Fomos até o Bar do Evori que estava fechado. Continuamos pelo costão. Havia marcas da passagem de gado: estrume espalhado aqui e acolá. Seguimos sempre beirando o costão até a Prainha, onde tinha muitos surfistas. Até esse trecho tinha bastante gente na trilha. Com a maré baixa foi fácil seguir pela areia até o seu costão esquerdo. Entretanto, não sei como fica a situação com maré alta, mas não parece muito fácil de passar, pois acima da faixa de areia tem muitas pedras altas que emendam com a vegetação fechada e não parece ter trilha pela mata. Acho que o jeito é passar pelas pedras mesmo. No final da Prainha, no costão esquerdo, subimos por algumas pedras e logo nos deparamos com a a primeira cerca, mas elas têm passagem ao lado para as pessoas passarem, acho que são apenas para isolar o gado. Tem muito estrume de vaca pelo caminho. A partir da Prainha a trilha ficou mais vazia, mas nos deparamos com uma família que fazia a trilha no sentido oposto ao nosso. Daí em diante a trilha segue, a maior parte, por área aberta, coberta de grama/pasto e cercada por vegetação esporádica pelos lados. Não está bem marcada nesse trecho, mas é fácil andar, pois a área é aberta e a grama tem mais ou menos um vestígio que indica a passagem das pessoas. Há algumas cercas que provavelmente delimitam as áreas de pastagens. Seguimos subindo e chegamos ao alto do morro com o Vale da Utopia e a Praia do Maço à nossa direita e embaixo. Deveríamos ter pegado algum caminho à direita e ter descido ao vale ao invés de subir todo o morro, mas só percebemos no alto, quando tivemos a vista panorâmica da região. Ficamos com preguiça de descer, mas embora não tenha uma trilha bem demarcada, o caminho é óbvio, pois dá para enxergar o costão, a Praia do Maço e o Bar do Mema. Ficamos com o visual lá de cima e prosseguimos. Daí para frente começam a surgir as bifurcações. Acredito que um delas vá para o meio da vila da Praia de Cima. Seguimos pela trilha mais demarcada até depararmos com um "T". Seguimos pela esquerda, mas logo percebemos que estávamos nos distanciando da praia. Então retornamos e seguimos pela direita, descendo. Em algum lugar desse caminho, uma pequena trilhinha à direita conduziu a um Mirante, onde foi possível ver a Praia de Cima, a Praia de Baixo e a vila. Seguimos na trilha principal até aparecerem as primeiras casas, onde pedimos informação. Seguimos até cair numa estrada de terra. À direita, uma placa indicava um bar/restaurante na praia, então seguimos a indicação da placa por um acesso estreito (tipo uma trilha) até a Praia de Cima, mas o bar estava fechado. Há algumas casas de veraneio e algumas pessoas andavam pela praia. Seguimos até o costão esquerdo da praia até encontrarmos as pedras. Uma trilha fácil, curta e mais ou menos demarcada aravessa o Morro da Toca e leva até o costão direito da Praia de Baixo ou da Pinheira. Segue parte pelas pedras, pelo gramado bem perto das pedras. Em alguns trechos as pedras são concretadas formando degraus e na parte final uma passarela de pedra e concreto conduz até a praia, que tem bastantes barcos e havia algumas pessoas caminhando. Encontramos um rapaz e pedimos indicação de onde almoçar. Ele indicou o Rest. Pizzaria e Pastelaria Ki Massa, do lado esquerdo da primeira rua que leva ao bairro. Simples, mas honesto matou a fome dos trilheiros. Andamos um pouco pelo bairro, mas todas as lojas estavam fechadas. Pegamos o ônibus para retornar. Levou cerca de 1,5h até a rodoviária. À noite fomos ao Beiramar Shopping.

 

Segunda, 23/07/2012 - manhã chuvosa em Florianópolis, tarde nublada em Balneário Camboriú

Florianópolis: Terminal Rodoviário Rita Maria, Terminal Rodoviário Balneário Camboriú, Hotel Parnaso, Praia Central

 

Continua no relato de Balneário Camboriú...

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[t3]Eu amo MAPAS[/t3]

 

Decidi por os links p/ não demorar p/ carregar e tb tem o problema d direitos e tal.

Visite os sites e escolha o mapa de sua preferência.

 

Uma série d mapas de SC:

 

mapas rodoviarios http://www.deinfra.sc.gov.br/

 

mapas do estado

http://www.belasantacatarina.com.br/mapa01.gif

http://www.belasantacatarina.com.br/mapa02.jpg

http://www.santacatarinaturismo.com.br/cms/dbarquivos/dbanexos/921662cb644c6767e0bb99fc0da529da.jpg

 

Passaporte turístico

http://www.santur.sc.gov.br/images/stories/passaporte/passaporte_portugues.pdf

 

Uma série d mapas de Floripa:

 

http://mapasblog.blogspot.com.br/2011/02/mapas-de-florianopolis-sc.html

http://www.brasil-turismo.com/santa-catarina/mapas/mapa-florianopolis.htm

http://www.guiafloripa.com.br/turismo/mapas/mapa_norte.php3

http://www.guiafloripa.com.br/turismo/mapas/mapa_leste.php3

http://www.guiafloripa.com.br/turismo/mapas/mapa_sul.php3

http://www.eev.com.br/gsaturismo/?area=texto&pg=Mapa+Florian%F3polis

http://www.litoraldesantacatarina.com/imagens.php?img=mapa_flo_g.jpg

http://www.pousadadosartistas.com.br/localizacao.htm

http://www.pmf.sc.gov.br/entidades/turismo/index.php?cms=mapa

http://vrinda.natureba.org/blogs/viagem.htm#floripa

http://www.sindicatohrbs-fpolis.org.br/imagens/conteudo/mapa.gif

http://www.moradasingleses.com.br/ilha_de_florianopolis.htm

http://www.sindicatohrbs-fpolis.org.br/imagens/conteudo/mapasindicato.jpg

 

trilhas http://www.guiafloripa.com.br/trilhas/index.html

jurere http://www.jurere.com.br/imagens/mapa.gif

terminais de ônibus http://www.mobfloripa.com.br/mapas_det.php?codigo=7

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Olá Naomi!

 

 

Muito bom esse relato. Aproveitou bem os dias em Floripa. Irrepreensível!

Obviamente que com mais tempo daria para explorar melhor a região, mas admiro sua disposição. Fez bastante com o tempo disponível, especialmente sem carro.

 

Abraço!

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Oi Getulio,

 

o q atrapalhou um pouco foram as chuvas. Perdi alguns dias de passeio. Essa época do ano é bem sossegada, mas o clima nao ajuda mto. Chove menos no inverno, mas as chuvas tendem a serem mais suaves e duradouras, ou seja, fica aquela chuva fina o dia inteiro ou 1 periodo inteiro, diferente do verão, qdo a media pluviometrica é maior, mas cai uma chuva daquelas e depois passa. Pelo menos foi isso q o pessoal d floripa me falou. O vento também judia um bocado...

mas qdo o dia está ensolarado, é mto bonito, o céu fica num tom d azul lindo,como no dia q fui p/ a costa da lagoa. Interessante q mudou completamente o tempo, de 1 dia p/ o outro.

 

alguns dias eu queria ter andado mais, visitado + pontos turisticos, mas a logistica fica prejudicada s/ carro. Dependendo d onibus, eu gastei um bocado d tempo c/ planejamento do roteiro p/ aproveitar melhor, mas no final até q deu certo.

 

ihh, agora q eu vi q esqueci d postar 2 dias do relato. Vou editar.

Qdo voltei d Urubici, eu dormi em Floripa, antes d seguir p/ BC. Eu fiquei na duvida sobre os horarios do onibus p/ retornar d Urubici a Floripa, fiquei c/ medo d ficar mto "em cima" p/ pegar o onibus p/ BC no mesmo dia, entao resolvi dormir em floripa e aproveitei p/ conhecer GE. Acabei dormindo 2 noites em floripa.

 

eu amei as trilhas!

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Nossa, que super relato. Vai me ajudar muito!

 

Vou pra Floripa agora, dia 22, pretendo ficar 10 a 15 dias.

Vou em camping, e ai ir conhecendo as praias!

 

Obrigado pelo relato!!

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olá,

 

c/ 10 a 15 dias dá p/ conhecer bem.

tem mta trilha por lá e passeios diversos tb.

o bom da alta é q os barcos estarão operando e terá pessoas p/ dividir os custos.

 

a infraestrutura da ilha é boa e os sites da prefeitura e do sistema d transporte sao mto bons.

 

boa viagem!

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Meu Deus Naomi!

Sou manézinho e acho que conheço menos a cidade que você! hehehehe

 

Parabéns pelo seu relato/Roteiro de viagem rss

 

Acho que a única coisa que posso incrementar mesmo é o site da Maaxcam

www.maaxcam.com.br

A Maaxcam é um portal de câmeras ao vivo e conta com diversos pontos turísticos da cidade de Florianópolis e Região

Quem quiser conferir como anda o verânico que ocorre aqui por essa época, ver o tempo, ver o transito e toda a cidade. Entra no site e dá uma conferida!

 

Grande Abraço!

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    • Por daniellaockner
      Saudações, pessoal viajante, admiradores e curiosos!
      Venho aqui deixar o meu primeiro relato no Mochileiros sobre o mochilão de carona na estrada que acabei de realizar com meu namorado, Manuh, para o Sul do Brasil e Uruguai. Ao todo, foram 21 dias na estrada, 25 caronas e 28 cidades, entre as quais vivemos experiências imprevisíveis, conhecemos pessoas maravilhosas e, claro, passamos pelos perrengues imprescindíveis de uma boa aventura, hehe. Nesse relato, contarei resumidamente nossa experiência com cada carona, dando dicas sobre como gastar pouco, sobre as diferenças que sentimos entre viajar assim dentro do Brasil e dentro do Uruguai e algumas considerações finais sobre o que funcionou e o que não funcionou. Viajar de carona é tudo de bom! 
      Vamos lá! Desde o início, a ideia era fazer uma viagem extremamente baixo custo, pedindo carona na estrada o máximo possível e levando equipamento de camping (barraca, saco de dormir, fogareiro portátil com mini cartucho de gás para cozinhar, 1 pacote de arroz, 1 pacote de lentilha). Quanto a estadia, além de contarmos com a possibilidade de acampar nos lugares, utilizamos o aplicativo  Couchsurfing (que, para quem não conhece, é uma rede de hospedagem solidária e de trocas culturais) e nos prontificamos a pedir abrigo previamente para conhecidos das cidades que faziam parte do nosso esboço de roteiro. Dessa forma, o objetivo foi destinar nossas economias unicamente para alimentação, transporte público dentro das cidades e, apenas em caso extraordinário, estadia. Ao todo, gastamos cerca de 650 reais cada um, sendo que, se estivéssemos com um espírito totalmente roots e se evitássemos alguns perrengues e confortos (confira a seguir), ainda seria possível reduzir bem esse número (até porque, sempre tem quem se aventure por aí zerado, não é?). Tentei incluir, ao longo do relato, anotações dos gastos que ainda me lembro.
      Então, decidimos ir rumo ao Sul e, como sempre flertamos com nosso querido vizinho Uruguai, quando começamos a planejar o mochilão, mais ou menos um mês antes de sairmos, fizemos um rascunho do roteiro, que foi: São Paulo-SP > Curitiba-PR > Florianópolis-SC > Porto Alegre - RS, Pelotas-RS, Chuy na fronteira, litoral do Uruguai e Montevideo como destino final. Agora, por que eu chamo o roteiro de "rascunho"? Quem escolhe viajar de carona sabe que não dá para criar um roteiro engessado e nem se apegar muito a uma idealização de rota, afinal, nunca se sabe o que exatamente vem pela frente em termos de opções de destino. Tendo isso em mente, guardamos esse plano de caminho principalmente para conhecermos os pontos de referência e um pouco das rodoviais no Sul do país e no Uruguai, mas nos mantivemos sempre abertos a alterações (que, diga-se de passagem, aconteceram  mesmo).
      Quem nunca viajou de carona ou nunca leu relatos sobre esse jeito de viajar, acaba pensando que é coisa de maluco. "Arriscar a vida assim?! Você não tem medo?" Que nada! A verdade é que quem dá a carona tem o mesmo medo que quem pede a carona, por isso, construímos relações de confiança mútua e isso é super legal! Sempre digo que viajar pegando carona é muito, mas muito mais tranquilo do que parece, desde que tomemos algumas precauções básicas (tanto para a nossa segurança, quanto para facilitar a nossa vida no caminho). Esse foi o meu segundo mochilão pegando carona e muito do que aprendi sobre viajar assim está resumido nesse post aqui do Mochileiros e em outros blogs de viajantes aventureiros por aí, então, não entrarei em detalhes sobre o método em si, mas sim, sobre o que aconteceu no caminho. Basicamente, acrescento que evitamos sempre pegar carona de noite e a maioria delas foi com caminhoneiros muito gente fina! 

      VID_20190718_090353.mp4 Por fim, o passo a passo da viagem: (dia 1) começamos no dia 11 de julho. Como somos de Campinas-SP, para chegar ao nosso ponto de partida oficial ainda pela manhã (para aumentar as chances de carona longa), a maneira mais prática foi pegar um Blablacar para São Paulo-SP saindo da rodoviária às 5h40 (20 reais). Chegando em São Paulo-SP, depois de um metrô para a rodoviária (4,30 reais), chegamos no Terminal Rodoviário Tietê (onde compramos um item muito importante do mochileiro caroneiro: canetão/pincel atômico). De lá, para sair da zona metropolitana, que inviabiliza conseguir carona, pegamos um ônibus para Juquitiba-SP (12 reais) e pedimos para descer no Posto 68, na BR 116, antes de Juquitiba. Postos de gasolina grandes, na rodovia, são sempre uma ótima pedida para pedir carona. Chegamos lá quase 11h, comemos alguma coisinha que levamos e pedimos papelão na conveniência para fazer uma plaquinha com o nome do próximo destino.

      (Carona 1, com seu Wanderlei)
      Carona 1: de Juquitiba-SP até Curitiba-PR - com seu Vanderlei, caminhoneiro. Pouco tempo depois de irmos até a saída do posto com nossa plaquinha, parou um caminhão para nós, o do seu Vanderlei. Seu Vanderlei é natural de Gaspar-SC e estava voltando para casa depois de ficar 35 dias na estrada, o máximo que já passou fora. O caminhoneiro, que estava cheio de saudade de casa e da família, nos falou sobre a distância e a solidão serem a parte difícil da profissão de caminhoneiro. Seu Vanderlei, que já viajou o país todo e gosta muito de viajar, nunca havia dado carona na estrada antes (e, coincidentemente, foi a primeira carona do Manuh também!). Nos deixou na saída de Curitiba, em São José dos Pinhais, onde pegamos 2 ônibus (5 reais + 4,50 reais) para o centro de Curitiba para chegarmos até a casa de um amigo que topou nos dar abrigo por duas noites!

      (em frente ao prédio histórico da UFPR, em Curitiba)
      (dia 3) Carona 2:  de São José dos Pinhais-PR para Joinville-SC - com casal da Kombi. Depois de pernoitar duas noites em Curitiba-PR, cidade que amamos demais e onde a comida é muito barata, pegamos de manhãzinha um ônibus intermunicipal sentido São José dos Pinhais-PR para pararmos no Posto Tio Zico II, na BR 376, que o seu Vanderlei havia nos indicado de antemão para seguirmos pegando carona. No posto Tio Zico, nem tivemos tempo de pedir carona: enquanto eu estava no banheiro, um casal de idosos logo abordou o Manuh para nos oferecer carona em sua Kombi "motor home". Dona Iva e seu Luís, que estão  aos poucos customizando sua kombi para viajar com mais conforto, se dirigiam para São Francisco do Sul-SC para procurar o filho hippie que parou de dar notícias havia uma semana. O casal, muito simpático, nos deixou em um posto grande na BR 101, onde seguimos viagem.

      (Dona Iva e seu Luís com a gente em frente a kombi)
      Carona 3: de Joinville-SC para Itajaí-SC - com ônibus do Grupo Explosão. Depois de almoçarmos petiscos que trouxemos de cada (castanhas e polenguinho), fizemos uma plaquinha para "Floripa" e fomos para a saída do posto pedir carona. Poucos minutos depois, parou para nós o ônibus da banda "Grupo Explosão" que, seguindo sentido Brusque-SC, poderiam nos deixar em Itajaí-SC. Aceitamos a carona e, por mais curioso que tenha sido pegar carona com a banda em turnê, fica o aviso para o caroneiro inexperiente que quer chegar à Floripa: parar em Itajaí vai te deixar i-lha-do! hahah A dificuldade é que, além de sermos deixados em um posto pequeno meio dentro da cidade, definitivamente, Itajaí não é um ponto de parada para quem está descendo para Floripa: outros caminhoneiros, com quem conversamos depois, disseram que, inclusive, evitam parar ali e perto de Floripa para evitar o trânsito da rodovia na região. Felizmente, conversando com um caminhoneiro de cada vez no posto em que paramos (e depois de um baita nervosismo vendo a noite chegar sem conseguirmos carona), achamos uma alma abençoada que aceitou nos dar carona para Balneário Camboriú-SC. 
      Carona 4: de Itajaí-SC para Balneário Camboriú-SC - seu Paulo, caminhoneiro de mudanças. Já no fim da tarde, o seu. Paulo, que havia acabado de encontrar o irmão por coincidência no mesmo posto, topou nos levar a Camboriú. Nos contou que sempre faz o possível para ajudar os outros e já deu carona para outros viajantes. Nos contou que, certa vez, quando deu carona para uma moça chilena que viajava sozinha, ela havia lhe contado que os 3 últimos motoristas com os quais ela havia pego carona tentaram se engraçar com ela de alguma maneira e ele, ouvindo o relato da moça, fez de tudo para dizer que ela poderia ficar tranquila porque ele nunca faria nada a ela e, assim, rumo ao Rio de Janeiro, acabaram até pernoitando os dois na boleia do caminhão em uma relação de total confiança. Seu Paulo nos contou de sua noiva, com a qual namora a distância, e nos disse sobre o quão triste é o estereótipo que fazem dos caminhoneiros como homens que "tem várias mulheres", "que só querem saber de mulher" ou que "não se importam com família" e que não percebem o quanto esses trabalhadores, na verdade, tem uma vida sofrida. 
      Carona 5: Balneário Camboriú-SC para Florianópolis-SC - Blablacar com Eloir. Chegamos no centro de Balneário Camboriú já muito no fim da tarde e, sem esperança de conseguir chegar a um posto de gasolina antes do anoitecer, avaliamos que o melhor custo benefício seria pegar um Blablacar para Florianópolis (20 reais), onde já tínhamos conhecidos esperando para nos receberem. Eloir é natural de Cascavel-PR e mora em Florianópolis, cidade que, segundo ele, não troca por nenhuma outra. Chegando na rodoviária de Floripa, pegamos dois ônibus para chegar a casa de nossos amigos (2x 4,40), no Campeche, onde pernoitamos por três noites para descansarmos da saga de caronas e conhecermos melhor o lugar, cheio de praias e belezas naturais. Ficamos chocados com o preço absurdo de todas as coisas e, ainda por cima, fora de temporada (ex: 1 pastel de queijo = 10 reais?!), mas, felizmente, estávamos bem equipados com nossos próprios alimentos.



      (fotos na praia do Campeche, Florianópolis)
      (dia 7) Carona 6: Palhoça-SC para pedágio na BR 101 - Gui, ex ator e diretor de teatro. Chegamos ao Posto Cambirela, na BR101, saída de Palhoça, depois de pegarmos dois ônibus saindo de Florianópolis (4,40 + 6,65 reais). No posto, fizemos nossa plaquinha de "Porto Alegre", quando Gui parou para nos oferecer carona. Gui estava indo ao seu sítio próximo a Paulo Lopes e contou que já viajou de carona pelo Brasil com sua antiga trupe de teatro - um de seus amigos, inclusive, ficou no Espírito Santo e nunca mais voltou. Contou que deixou o ofício para se "desurbanizar" e agora trabalha com a produção de brinquedos de madeira. Gui nos deixou em um pedágio, onde logo desistimos de ficar ao observarmos a ausência de acostamento para os carros/caminhões conseguirem parar em segurança. Assim, caminhamos um pouco mais de 2km e chegamos a um pequeno restaurante de beira de estrada. 
      Carona 7: BR 101 (restaurante Três Barras) para Tubarão-SC - com Sandro, caminhoneiro.  Sandro salvou a nossa pele no restaurante, de onde pensamos que seria quase impossível sairmos. Por sorte, ainda era hora do almoço e, apesar da plaquinha de "Porto Alegre", ficamos super gratos com a carona para Tubarão-SC. Sandro parou os estudos cedo e, por necessidade da família, trabalhou desde a infância com o seu pai na plantação de pinus. Os anos de trabalho pesado e precoce deixaram muitas marcas nos músculos de seu corpo. Sandro seguiria para Braço do Norte-SC e, apesar de nos ter dado a opção de seguirmos para a Serra Catarinense, decidimos continuar indo ao Sul e, assim, paramos em Tubarão-SC.

      (Carona 8, com Evandro)
      Carona 8: Tubarão-SC para Três Cachoeiras-RS - com seu Evandro, caminhoneiro. Paramos em Tubarão em um posto não muito grande na marginal da BR. Aparentemente, quanto mais ao Sul do país, menores são os postos de gasolina e é muito comum se localizarem na marginal da pista. Isso dificulta um pouco o processo de pedir carona, já que o fluxo do posto acaba sendo menor ou de moradores da própria cidade. Ficamos um tempo considerável tentando sair de Tubarão, falando com cada caminhoneiro que chegava, até que, já perto do fim da tarde, seu Evandro topa nos levar até Três Cachoeiras-RS. Lá, pernoitamos pela primeira vez em nossa barraca em um posto de gasolina bem grande e cheio de caminhoneiros, onde todos os frentistas foram extremamente solícitos e simpáticos. 
      (dia 8 ) Carona 9: Três Cachoeiras-RS para Cachoeira do Sul-RS, com seu Roberto. Completando uma semana de viagem, chegou o momento de abandonarmos a plaquinha "Porto Alegre" e, enfim, alterarmos a rota planejada (como eu disse antes, era só o rascunho). Foi aí, também, que o universo começou a mostrar suas conexões cósmicas (os viajantes aventureiros entenderão do que se trata aqui). Acordamos bem cedo em Três Cachoeiras e logo partimos para a saída do posto, ainda com a antiga plaquinha. Momentos depois, um caminhão com um casal parou perto de nós: contaram que já haviam nos visto cerca de três vezes em outros pontos da estrada e que, portanto, decidiram finalmente parar para nos perguntarem o nosso destino. O casal seguia para oeste de porto alegre e, embora não tenham conseguido ajudar com a carona, pois não teriam como nos deixar em um ponto bom e seguro para seguirmos na estrada, nos ajudaram comentando sobre outras possíveis cidades de fronteira para entrar no Uruguai, como Santana do Livramento. Pouco depois, um outro caminhoneiro para e nos chama até seu caminhão, o seu Roberto. Seu Roberto passaria por Porto Alegre, no entanto, seguiria para Rosário do Sul, a cidade mais próxima da fronteira em Santana do Livramento, que nos havia sido apresentada pouquíssimo antes. Topamos, então, deixar PoA de lado e seguir para o destino final do seu Roberto, que tomou chimarrão conosco o trajeto todo e virou um grande amigo nosso! Ao pararmos para almoçar em Pantano Grande-RS, encontramos duas ciganas vendendo jaquetas de couro: umas delas, insistentemente, até mesmo ficou falando em ler o futuro do Manuh e, após esse encontro breve, o Manuh ficou meio atordoado com a forte presença das moças. Minutos depois, seu Roberto nos chamou para continuar viagem e nos comunicou que havia acabado de ser comunicado de uma alteração na sua rota e precisou nos deixar em Cachoeira do Sul-RS, no Posto Laranjeiras. Por um breve momento, o Manuh ficou encanadíssimo de ser mal olhado da cigana por ele não ter comprado a jaqueta, mas mal sabíamos o que aconteceria a seguir.

      (Carona 9, com seu Roberto)

      (Almoçando no caminhão do seu Roberto)
      Carona 10: Cachoeira do Sul-RS para Rosário do Sul-RS, com seu F, caminhoneiro medium. Por alguma razão, achei melhor ocultar o nome desse figura, que é realmente uma pessoa diferenciada em muitos sentidos. Poucos minutos depois de chegarmos ao Posto Laranjeiras, conversamos com seu F, que estava indo justamente para Rosário e topou nos levar, se não nos incomodássemos com a boleia um pouco apertada. Conversa vai, conversa vem, seu F. pergunta nossa religião e começamos a falar de espiritualidade quando ele diz ser espírita. Seu F. nos contou que é filho de pai indígena feiticeiro e cresceu junto de uma comunidade cigana da vizinhança, da qual conheceu a hierarquia. Seu F. nos explicou que é médium e é como um "receptor universal", que sente e percebe coisas quando olha nos olhos das pessoas. Além de nos contar histórias de coisas que já pressentiu, acabou nos dizendo uma série de coisas bastante pontuais e emocionantes sobre mim e sobre o Manuh, as quais, apesar de não revelar aqui, afirmo serem de uma precisão que deixa meu lado mais cético impressionado. Nos tornamos amigos e trocamos contato ao final da viagem, que, na verdade, sentimos como se fosse uma espécie de viagem astral. Seu F. disse que nos chamou até ele, o que é ainda mais curioso depois da série de combinações imprevistas que nos levaram a nos encontrarmos naquela tarde. Pernoitamos no posto em Rosário do Sul.
      (dia 9) Carona 11: Rosário do Sul-RS para Santana do Livramento-RS/Rivera-Uy, como sra. Janice e seu Jairo. Depois de um dia exaustivo, nos permitimos sair do modo roots e ter mais conforto, portanto, jantamos e tomamos café da manhã no posto (cerca de 40 reais para cada). Seguimos pela manhã de carona com um casal de Santa Maria-RS que ia até Santana. Disseram que pararam para nós não porque pensaram racionalmente, mas porque sentiram que precisavam ajudar. Nos deram a dica de não comprar comida do lado Uruguaio da fronteira porque é bem mais caro e logo isso ficou ba$tante evidente. Passamos o dia em Santana resolvendo questões mais "técnicas", como dar a entrada no Uruguai na aduana (nunca se esqueçam dessa parte), trocar o dinheiro por pesos e comprar chips uruguaios para o celular (um roubo no total de 40 reais cada, um gasto que eu preferiria ter evitado). Troquei 200 reais para pesos e a cotação estava 1 real = 9 pesos: você tem a falsa sensação de que seu dinheiro vale bastante mas, logo em seguida, descobre que tudo o que já te disseram sobre o Uruguai ser um país caríssimo era verdade. Passeamos em Santana/Rivera até o começo da noite, enquanto procurávamos lugar para ficar por ali: não encontramos hostels baratos, o albergue de Santana não estava aberto quando passamos por ele e ninguém nos respondia no Couchsurfing. Esse foi, talvez, o primeiro momento real de perrengue. Nossa próxima tentativa seria caminhar até o maior posto 24h na entrada da cidade, onde pediríamos para montar a barraca. Deixo aqui outra dica: sempre é uma opção, também, se apresentar e pedir abrigo para moradores locais - principalmente nas áreas mais periféricas da cidade -, no entanto, já havia anoitecido e não nos pareceu uma boa ideia naquela circunstância. Por sorte, quando estávamos já exaustos de andar sem rumo com as mochilas pesadas, uma alma bondosa aceitou nossa solicitação no Couchsurfing e, assim, ganhamos um abrigo e ótimos amigos: Emerson e Rodrigo, um casal incrível de Santana que usava o aplicativo pela primeira vez e pretende mochilar pela Europa em breve. 
      (dia 10) Carona 12: Rivera-Uruguai para Tacuarembó-Uruguai, com Luís do grupo de rally de Tacuarembó. Depois de uma noite maravilhosa na casa dos anfitriões em Santana, pela manhã, Emerson nos deu carona até a saída de Rivera, onde paramos após uma grande rotatória para pedir carona com a plaquinha "Montevideo" na entrada da Ruta 5. Foi aí que, passados alguns minutos, conseguimos a carona mais amedrontadora da viagem: ao nosso lado, para uma caminhonete e o motorista diz que pode nos dar carona até Tacuarembó, mas que só tem lugar na caçamba. Lá fomos nós: nos segurando com as mochilas enormes na caçamba da caminhonete, tomando um vento desgraçado, enquanto o doido dirigia a uns 120km/h e ultrapassava todo mundo na pista. Acreditem ou não, meu maior medo na viagem toda foi sair voando daquela caçamba e me espatifar na estrada, o que, obviamente, não aconteceu. Na verdade, a sensação depois dessa carona foi uma adrenalina muito gostosa. Acontece que, em Tacuarembó, não tivemos a mesma sorte com caronas e, no início, não entendíamos o porque. A partir daqui, você saberá o que descobrimos, na prática, sobre como funciona viajar de carona no Uruguai.
      Em Tacuarembó, nos posicionamos em um posto de gasolina na saída da cidade para a continuação da Ruta 5 e esperamos alguém parar. Como todo caroneiro está sempre caçando pontos de redução de velocidade na rodovia, vale o comentário de que algo que ajuda a pedir carona nas Rutas uruguaias, por elas cortarem as cidades/pueblos no meio, é a existência de semáforos na própria rodovia, principalmente em rotatórias da entrada e saída, funcionando como pontos bons para pedir carona quando há acostamento. Esperamos alguma carona. Uma hora depois: nada. Começamos a nos questionar e lembramos que era sábado. Fica a dica para os caroneiros iniciantes: pedir carona é sempre mais fácil e rápido em dia de semana, pois o movimento das vias cai aos fins de semana e a maioria dos caminhoneiros fica parado para descarregar e carregar, só saindo novamente a partir de domingo de noite ou segunda-feira. Não é que não funcione viajar de carona nos fins de semana, apenas, pode ser mais demorado. Até aí, nada específico do Uruguai.
      Seguindo o conselho de dois moços uruguaios, decidimos caminhar até o próximo posto da Ruta 5, de onde costumam sair mais caminhões. Nos posicionamos nesse posto e, novamente, nada de carona. Não havia caminhoneiros saindo do posto e os carros que passavam indicavam estar entrando na própria cidade ou na próxima há poucos quilômetros. Caminhamos até um posto da Polícia Federal um pouco mais a frente. Conversando com os policiais - que foram extremamente hospitaleiros dizendo que poderíamos montar acampamento do lado do posto em segurança e, inclusive, usar o banheiro de lá - descobrimos que, apesar do movimento da Ruta estar baixo, não é muito maior nos dias de semana. Disseram, também, que não valeria a pena pegarmos carona para parar no meio da estrada nas próximas cidades já que, na verdade, elas são tão pequenas que não passam de "vilas" (e, aparentemente, a maioria das cidades do país se encaixa nessa descrição). Percebendo o quanto estávamos ilhados enquanto começava a anoitecer, achamos que seria inviável pedir carona de pueblo em pueblo (até por uma questão de tempo hábil para retornarmos ao Brasil) e, assim, julgamos que o mais prudente seria caminhar até a Rodoviária de Tacuarembó (cerca de 1h) e usar boa parte dos pesos que trocamos para pegar um ônibus da madrugada direto para Montevideo (448 pesos cada passagem + taxa por pessoa, algo como R$49,70). Assim fizemos e, partindo 00h15, chegamos as 5h em Montevideo.
      (dia 11) Ônibus Tacuarembó-Uruguai para Montevideo-Uruguai. Chegando em Montevideo, ainda antes de amanhecer, logo fomos informados de que não se pode passar muito tempo na rodoviária porque passam para conferir seu bilhete (se você não está de passagem, cai fora). Sendo assim, fomos ainda no escuro (literalmente) procurar um lugar barato para tomar café da manhã. Paramos em um local na praça em frente a rodoviária. Pedi duas empanadas, que nada mais são do que salgados assados de tamanho convencional (2x60 pesos, mais ou menos R$6,70 cada), e o Manuh pediu uma promoção de medialuna com café (100 pesos, aproximadamente R$11,10). Apesar de imaginarmos que não era um estabelecimento barato, por conta de sua localização, notamos depois que esses preços são a média da cidade. Agora já deu para ter uma noção do custo de vida, não? Mesmo preço de café da manhã em estabelecimento chique de São Paulo. Depois de comermos, saímos para explorar a cidade. Conhecemos várias praças, a feira de antiguidades da Ciudad Vieja (que indico fortemente) e quase toda Ciudad Vieja em si. Não tendo recebido respostas no Couchsurfing, decidimos procurar um Hostel mais em conta. Ficamos no Punto Berro Hostel, fechando a pernoite, depois de uma choradinha, por 300 pesos por pessoa no quarto compartilhado (algo como R$33,30). Compramos um vinho Faisan no mercado (150 pesos = R$16,70) e um pacote de lentilhas pequeno (200g por 37 pesos = R$4,10, mais do que pagamos por um de 500g no Brasil).  Na manhã do dia seguinte, compramos duas medialunas (60 pesos cada = 2xR$6,70) e seguimos viagem.
      (dia 12) Pegamos um ônibus para um posto de gasolina grande na saída de Montevideo, na Ruta 8, e paramos lá com nossa plaquinha mais que otimista "Acegua o Chuy". Ainda não havíamos aprendido a lição sobre como pedir carona aos uruguaios. Uma hora depois: nada ainda. Todos os carros pareciam estar ficando pelas proximidades de Montevideo e não havia um ponto próximo mais a frente para pedirmos carona. "Será que pegar carona no Uruguai é tão difícil assim?" Lembrava-me de ter lido antes, em outros relatos de viagem, que pegar carona no Uruguai era fácil e que essa cultura era mais forte por lá do que no Brasil, no entanto, não somente não confirmamos isso, como percebemos, a medida que pedíamos informação para vários moradores locais e frentistas, que muitos deles são extremamente descrentes na viagem de carona e não parecem acostumados a ver mochileiros fazendo isso, diferente do que experimentamos no Brasil. É claro que muitas pessoas estranham a viagem de carona e sabemos disso, no entanto, enquanto no Brasil recebíamos incentivo de frentistas e de pessoas no caminho, no Uruguai, mesmo quando ajudavam com alguma informação, era comum acrescentarem algo como "creio que vai ser muito difícil, as pessoas tem medo de dar carona, mas podem até tentar, vai que...", opinião que não representa a realidade, mas sim, uma mentalidade. 
      Continuamos esperando no posto, até que um moço veio até nós para avisar-nos que aquele ponto seria muito ruim para chegar até Montevideo porque, justo ali, fizeram um desvio de caminhões para reduzir o trânsito na Ruta. Nos contou que, em sua juventude, também precisou se locomover muito pedindo carona e que, por isso, sabia que depois da cidade de Pando, ainda na Ruta 8, conseguiríamos uma carona com muito mais facilidade. Sendo assim, pegamos ali mesmo um ônibus para Pando e, depois de atravessar essa cidade a pé, chegamos a uma rotatória na saída para a Ruta 8.
      Carona 13: Pando-Uruguai para mais a frente na Ruta 8 - com Hector, caminhoneiro. Depois de toda a dificuldade, aprendemos algo muito importante: parece muito mais fácil pegar carona no Uruguai com plaquinhas para destinos próximos, ainda que muito pequenos, porque não é comum que as pessoas viagem "longas" distâncias. Além de o combustível ser extremamente caro no país, nosso referencial de distâncias longas/pequenas é totalmente diferente do deles. Então, o que no início nos parecia perfeitamente factível e razoável, como tentar carona direto para Montevideo, para eles significa cruzar o país todo. Quando, por exemplo, eles falam de "150km" a frente, estão falando de um local distante e, para nós, soa o contrário. Não que seja impossível, afinal, há caminhões e empresas que fazem esses longos trajetos até a capital, mas é bem mais improvável do que ir pingando de cidade em cidade. Sendo assim, decidimos mudar nossa plaquinha para destinos mais realistas: "Minas o Treinta y Tres". Cinco minutos depois, Hector parou para nós, nos deixando alguns quilômetros adiante na rotatória de entroncamento para Atlântida. Dali caminhamos aproximadamente 3 km até chegar a um pedágio na Ruta. Paramos com nossa plaquinha no acostamento após o pedágio e, em poucos minutos, conseguimos nossa nova carona.

      (Carona 13, com Santiago)
      Carona 14: Pedágio Ruta 8 para rotatória na Ruta 8 - com Santiago, professor de dança. Um carro parou para nós: era Santiago, um moço muito animado que logo foi movendo os instrumentos de percussão que carregava consigo para o porta-malas, a fim de liberar espaço para nós no banco traseiro. Santiago nos ofereceu um pote cheio de flores de maconha, que plantou em sua casa, para o restante da viagem. Achamos a insistência do moço muito engraçada e até pensamos em aceitar, mas sabíamos que cruzaríamos a fronteira bem em breve. Além disso, ao contrário do que pensamos no início da viagem, nos mantivemos em estado de alerta o tempo todo e sequer nos sentimos a vontade para fumar no Uruguai. Santiago estava indo a Migues e nos deixou na rotatória para aquela saída da Ruta. 
      Carona 15: rotatória na Ruta 8 para Minas-Uruguai - com Carlos, caminhoneiro. Logo que Santiago nos deixou na rotatória -que, aparentemente, não era um lugar tão bom assim para pedir carona, visto que os veículos não estavam reduzindo a velocidade -, avistamos, poucos metros adiante, um caminhoneiro parado no acostamento com seu caminhão. Antes mesmo de nos posicionarmos com nossa placa para continuar, o caminhoneiro nos chamou até ele. O Manuh correu para verificar o que era e, para nossa felicidade, ele nos ofereceu carona. Carlos estava indo a Minas e nos deixaria na entrada da cidade. Carlos havia parado no acostamento apenas para atender uma ligação, o que convergiu perfeitamente com o tempo em que chegamos lá com Santiago: viajar assim, de maneira imprevista, tem seus acontecimentos cósmicos mágicos. Carlos nos deixou em Minas, onde logo fomos procurar lugar para ficar.
      Como nem eu e nem o Manuh temos perfis verificados no Couchsurfing (o que é bem limitante, já que o aplicativo te dá somente direito de usar 10 solicitações de hospedagem por semana), não possuíamos mais solicitações para usar. Precisaríamos acampar e, assim, começamos a perguntar aos moradores locais onde havia um lugar relativamente seguro para armar nossa barraca. Nos indicaram um parque público aberto às margens de um rio, cortado por uma ponte. Ali, encontramos em seu lado mais arborizado um local aparentemente seguro para acampar, exceto pela placa em uma das árvores com os dizeres "prohibido acampar". Ficamos com medo de cometer uma infração e precisarmos pagar algum tipo de multa, por isso, antes de montar acampamento, ainda fomos caminhando até a delegacia no centro da cidade para pedir autorização à polícia. Explicamos a situação a um dos policiais, que foi muito bacana em nos compreender e dizer que fariam vista grossa. Compramos 10 alfajores de Minas por 110 pesos (mais ou menos R$1,20 cada).

      (Carona 16, com Javier)
      (dia 13) Carona 16: Minas-Uruguai para Aceguá (Uy/RS) - com Javier, caminhoneiro. Desmontamos acampamento ainda antes do dia amanhecer e consideramos que a melhor ideia para continuar com as caronas seria atravessar a cidade a pé para chegar em sua saída para a Ruta 8. Caminhamos por cerca de 1h30 e, quando finalmente chegamos a saída, nos deparamos com uma grande insegurança por causa do baixo movimento da Ruta. Além disso, estávamos congelando com o vento frio cortante daquela manhã. Mal conseguíamos ficar um momento sem luvas para olhar o mapa no celular. Estávamos já praticamente sem pesos para cogitar pegar algum ônibus dali para qualquer lugar. A saída era continuar pedindo carona e usar o que aprendemos sobre caronas no Uruguai ao longo do caminho. Fizemos uma nova plaquinha com as cidades próximas, "Treinta y Tres o Melo" e, mesmo desesperançosos, decidimos continuar ali por um tempo. Tentando nos fortalecer naquele momento, Manuh repetiu em voz alta o nosso mantra de caroneiros: "A carona certa virá na hora certa para o lugar certo". Eu, já com um tom de humor impaciente, retruquei que a hora certa era aquela mesma. Como num passe de mágica, nem um minuto depois, um caminhão encostou para nós. Era Javier, indo diretamente para o nosso sonhado destino "Acegua", na fronteira. Entramos as pressas no caminhão, eternamente gratos por sermos salvos por ele e, mais uma vez, por essas conexões do universo. Chegamos em Aceguá por volta das 17h, onde fizemos a saída do Uruguai na imigração e gastamos os últimos pesos em um mercadinho uruguaio antes de ir montar acampamento em um posto de gasolina na saída da cidade. 
      Acontece que, em Aceguá, se iniciou o nosso momento de maior perrengue da viagem toda: enquanto montávamos nossa barraca no posto SIM, começou a chover cada vez mais forte, molhando todas as nossas coisas. O borracheiro do posto, que nos ajudou quando chegamos, sugeriu que dormíssemos em uma Ipanema abandonada ao invés de nos molharmos mais e passarmos mais frio na barraca. Assim fizemos. A Ipanema estava com os bancos abaixados, então, nos organizamos como possível com nossos sacos de dormir e mochilas lá dentro. Ao menos, tínhamos refrigerante e alfajores para amenizar o mau humor pós chuva. A pior coisa é passar frio estando molhado. 

      (dormindo dentro da Ipanema abandonada, no Posto SIM de Aceguá-RS)
      (dia 14) Carona 17: Aceguá-RS para Bagé-RS - com seu Luís, caminhoneiro. Acordamos em Aceguá, com muito frio, ainda úmidos e ainda estava garoando. Não sabíamos como fazer para pegar carona com aquele tempo. Conversamos com os frentistas do posto, super hospitaleiros, que nos aconselharam a tentar pegar um ônibus para Bagé. O problema é que, como não parava de chover, mal conseguiríamos chegar ao ponto de ônibus a apenas alguns metros dali. Decidimos esperar no posto para ver se a chuva pararia. A decisão foi a mais acertada porque, pouco depois, um frentista nos avisou que um dos caminhoneiros que havia acabado de abastecer estava seguindo para Bagé. Nos prontificamos a falar com o caminhoneiro, seu Luís, que topou nos dar carona para lá numa boa. Pensamos que nossos pesadelos acabariam por aí, no entanto, também estava chovendo e muito frio em Bagé, por volta de 10ºC e uma sensação térmica de menos. A chuva não parava por nada. Paramos em mercadinho, de atendimento péssimo, para comprar uns pães franceses e frios de café da manhã/almoço/lanche da tarde. Pegamos um ônibus para o centro de Bagé e, de lá, também não conseguimos fazer muita coisa. Ainda não tínhamos solicitações disponíveis no Couchsurfing e não encontrávamos hostels na cidade olhando e ligando nos telefones do google. Caminhamos até um hotel próximo, que nos deu a indicação do hostel de preço mais acessível. Não havia carros do Uber disponíveis na cidade e, portanto, tivemos que comprar um guarda chuva (uma sombrinha pequena por 12 reais e os outros eram caríssimos) e ir caminhando para esse tal hostel por cerca de 40 minutos. 
      Chegamos no Hostel da Campanha ensopados. Nossos casacos molhados, sapatos molhados e mochilas molhadas (inclusive, as roupas de dentro). Pegamos a acomodação mais barata, R$50 por pessoa, em um quarto com beliche para duas pessoas. Apesar do preço ainda meio salgado, pagar aquela estadia foi absolutamente necessária, caso contrário, precisaríamos bater de porta em porta ou morreríamos de hipotermia. Além disso, o Hostel da Campanha é de longe o melhor hostel que já fiquei na vida: além de incluir um café da manhã muito bom e com várias opções, é extremamente limpo, extremamente novo e confortável, fora o atendimento impecável de todos da recepção (estou reforçando essa parte porque quem viaja gastante pouco sabe como pode ser o frustrante pagar estadia para se deparar com um lugar precário). Como eu havia levado um rolo de fio de nylon, improvisamos varais por todo quarto e penduramos nossas coisas. 

      (Varais no quarto do Hostel, em Bagé)
      (dia 15) Escolhemos, para a infelicidade do nosso bolso e para a alegria de nossos pertences pessoais, ficar mais uma noite no hostel. Isso porque não seria possível seguir viagem com as coisas todas molhadas, ainda mais com o tempo tão frio e chuvoso. De dia, pedimos indicação de uma lavanderia na recepção, para onde mandamos todas as nossas roupas. Aproveitamos um breve momento sem chuva durante a tarde para passear e, a noite, deixamos nossos sapatos secando em frente a lareira da sala. O gasto com a estadia no hostel poderia ter sido evitado, mas consideramos que existem situações emergenciais em que é realmente muito difícil não abrir mão de algumas economias para garantir nossa segurança e bem estar. Acabou sendo uma parada extremamente estratégica para nos recompormos e repararmos os danos do tempo chuvoso. 
      (dia 16) Carona 18: do meio da cidade em Bagé-RS para saída de Bagé-RS, com Fabrício. Enquanto caminhávamos para a saída da cidade, Fabrício nos avistou e ofereceu carona para o posto de gasolina ao qual nos dirigíamos. Essa foi a carona mais curta de todas, menos de 4km, e a única que pegamos em zona urbana. 
      Carona 19: Bagé-RS para Hulha Negra-RS, com Hosana. Desistimos de tentar carona no posto de gasolina, que não parecia ainda tão "na saída" para a rodovia. Caminhamos cerca de 1h até chegarmos, de fato, a BR 293, em uma rotatória. Estávamos com a plaquinha "São Gabriel", contudo, ao observarmos o movimento da rotatória, sentimos uma forte intuição de que teríamos mais êxito se pedíssemos no sentido contrário, para "Pelotas ou Porto Alegre" - e essa foi nossa nova plaquinha. Em menos de 10 minutos, Hosana parou para nós. Disse que não está acostumada a dar carona para mochileiros, mas que sempre ajuda os policiais que pedem carona. Hosana nos deixou na entrada de Hulha Negra, quilômetros a frente. 

      (Carona 19, com Hosana)
      Carona 20: Hulha Negra-RS para Pinheiro Machado-RS, com sr. Paulo. Novamente, menos de 10 minutos depois, sr. Paulo, natural de Candiota-RS, nos salvou de passar frio na estrada e nos levou até a entrada de Pinheiro Machado. Viajamos juntos ao som de clássicos da música caipira enquanto observávamos as paisagens de campos. 


      (Carona 20, com sr. Paulo)
      Carona 21: Pinheiro Machado-RS para Pelotas-RS, com Rose e Wal. Poucos minutos depois de esperarmos novamente no frio congelante, Rose e Wal nos ofereceram carona. Fomos tomando chimarrão e conversando sobre o que achamos das cidades que conhecemos ao longo da viagem. Conversamos bastante sobre como as cidades no sul e no Uruguai são, de modo geral, mais seguras que em São Paulo. Rose nos falou sobre a praça do Mercado Municipal de Pelotas e topamos parar por ali mesmo. Chegamos em Pelotas por volta das 15h e decidimos pernoitar por lá. Mais uma vez, começou a saga de procurar lugar para pousar, enquanto conhecíamos o mercado e prédios históricos dos arredores. Na praça em frente ao mercado, abordamos um moço com um violão nas costas para perguntar se poderia nos indicar um lugar barato para comer. O moço, chamado Marcelo, foi h extremamente hospitaleiro e nos acompanhou por um tempo em nossa busca e trocamos contato antes de nos despedirmos. Naquela noite, conseguimos abrigo na casa de uma amiga do Manuh, no bairro Porto. Por termos gostado muito da cidade, decidimos passar mais um dia em Pelotas. Convidamos Marcelo para uma volta pelo centro da cidade e acabamos, no fim das contas, pedindo abrigo para ele na casa de sua família. Depois de uma tour por Pelotas, guiados por Marcelo, almoçamos com sua família e fomos recebidos com carinho. Não deixamos de experimentar os doces de Pelotas e conhecer a bancada de discos do James na feira em frente ao Mercado Municipal. 

      (Carona 21, com Rose e Wal)
      (dia 18) Carona 22: Blablacar de Pelotas-RS para Eldorado do Sul-RS, com Ezequiel. A escolha de pegar um Blablacar, a essa altura da viagem, foi bastante estratégica. O objetivo era chegar até o Posto SIM, na saída de Eldorado do Sul, para encontrarmos lá o nosso amigo caminhoneiro seu Roberto, o mesmo que conhecemos na carona de número 9. Combinamos com seu Roberto que nos encontraríamos lá por volta da hora do almoço, para que pudéssemos, então, seguir com ele até Jaraguá do Sul-SC. 
      Carona 23: Eldorado do Sul-RS para Jaraguá do Sul-SC, com seu Roberto. De fato, conseguimos encontrar nosso amigo seu Roberto no posto e seguimos viajando juntos até por volta das 22h. Paramos em um posto de gasolina próximo a Florianópolis para pernoitarmos e partimos novamente por volta das 3h. Chegamos a entrada para Jaraguá por volta das 5h e esperamos em um posto de gasolina até o dia amanhecer.
      (dia 19) Carona 24:Jaraguá do Sul-SC para Curitiba-PR, com seu Alberí, caminhoneiro. No mesmo posto em que ficamos em Jaraguá, fizemos uma plaquinha para "Curitiba" e, coisa de meia hora depois, seu Alberí parou para nós. Seu Alberí, um caminhoneiro com 35 anos de estrada, nos contou vários histórias sobre subornos policiais no Rio de Janeiro, sobre o problema com bloqueios eletrônicos dos caminhões - que "só servem pra deixar caminhoneiro estressado e matar caminhoneiro", sobre seguradoras que querem traçar rotas para os caminhoneiros sem, ao menos, conhecerem o dia a dia deles nas rodovias. Seu Alberí nos deixou na entrada para São José dos Pinhais-PR, mesmo local onde paramos no início da viagem e, assim, pegamos os mesmos ônibus novamente para o centro de Curitiba. Almoçamos no buffet livre (R$11,50) e pernoitamos novamente na casa de nosso conhecido. No dia seguinte, preferimos continuar descansando em Curitiba, onde almoçamos novamente em outro buffet livre (R$7,50) e aproveitamos a companhia do pessoal da república. 
      (dia 20) Carona 25: de São José dos Pinhais-PR  para Taboão da Serra-SP, com seu Edimilson. Para sairmos de Curitiba, pegamos um ônibus intermunicipal de volta para São José. Fomos pedir carona em um posto grande recomendado pelo seu Alberí, "Posto Aldo Locatelli". No posto, tentamos carona na saída com a plaquinha "São Paulo ou Campinas", não obtendo sucesso por cerca de 1h. Fizemos uma pausa para comer na conveniência e usar o wifi. Na saída da conveniência, fomos abordados pelo seu Edimilson, que perguntou nosso destino e nos ofereceu carona até sua cidade, Taboão da Serra, limítrofe de São Paulo capital. Edimilson nos contou sobre várias viagens que fez pelo globo motivado pelo seu hobby: o mergulho. Nos contou sobre as melhores experiências e perrengues mergulhando, assim como sobre vários outros pontos turísticos, como as pirâmides no Egito. 
      Em Taboão da Serra-SP, encerramos a viagem pegando um ônibus e um metrô para o nosso marco zero, São Paulo-SP. Lá, jantamos na rodoviária e pegamos um blablacar para nossa casa em Campinas-SP.

      No fim das contas, depois de contar um pouco dessa maravilhosa odisseia, deixo algumas considerações para quem se sente inspirado a procurar o mesmo tipo de aventura. Já ouvi dizer por aí que "pressa não combina com viajar de carona" e isso é verdade! É possível, sim, viajar durante poucos dias de carona - até mesmo para fazer só um bate-volta em um fim de semana-, porém, a verdade é que, se você tem dia prazo para "estar de volta", você acaba se sentindo mais pressionado pelas circunstâncias imprevisíveis da aventura. Hoje tenho a percepção de que viajar pedindo carona é mais confortável quando se tem tempo de sobra, ou indeterminado, para ficar na estrada e poder aproveitar mais dias nos lugares em que, de fato, se quer parar. Outra consideração é que viajar de carona e de maneira econômica te proporciona uma visão muito menos idealizada do que aquela adotada em uma viagem convencional: não se conhece os lugares pelo olhar de turista - até porque, é muito comum acabar desviando de rotas turísticas -, mas sim, pelo olhar das pessoas que vivem diariamente a realidade dos lugares e das rotas que os cercam. 
      Antes de viajar de carona, leia sobre o passo a passo a se seguir e o memorize bem. Procure os melhores pontos do trajeto para pedir carona e mantenha o pensamento sempre positivo. Se atente, também, aos dias da semana. Algumas rotas, como rodovias com postos de gasolina grandes, facilitam mais do que outras, como pistas estreitas e pouco movimentas, contudo, sempre dá pra conseguir uma condução! Cada lugar tem uma cultura diferente e isso também afeta no processo de pedir/conseguir carona, como comentamos sobre a experiência no Uruguai, mas essa questão se resume apenas em entender as particularidades do ambiente. No caso de quem vai pedir carona no Uruguai, principalmente no interior do país, meu conselho é o de fazer plaquinhas com destinos próximos, ainda que pareçam distâncias pequenas, ou, mais prático ainda, se valer apenas do número da Ruta desejada (ex: Ruta 8). O movimento das vias é muito menor do que no Brasil, mas, como dito antes, isso não é sinônimo de não conseguir carona. Se estiver indo para o Sul, dê atenção especial aos postos de gasolina da rede SIM, que tem boa estrutura e costumam ser maiores e frequentados pelos caminhoneiros.
      Dito tudo isso, desejo boa viagem aos que se inspiraram! Aos que não se inspiraram, espero que tenham feito boa viagem, ao menos, durante a leitura. Até breve, mochileiros e curiosos!
    • Por casal100
      Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros.
      Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas.
      Em breve relato completo.
    • Por Brunooliveira99_
      Viagem para a região Sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) por R$1349
       
      De 29/01 até 06/02
       
      A viagem foi feita em casal, eu (Bruno) e minha princesa Thamires. O gasto do título é o total dividido por dois.
       
      📖 ROTEIRO
       
      29/01 - Barretos/SP > Curitiba/PR
      30/01 - Curitiba/PR > Florianópolis/SC
      31/01 - Florianópolis/SC
      01/02 - Florianópolis/SC
      02/02 - Florianópolis/SC
      03/02 - Florianópolis/SC > Gramado/RS
      04/02 - Gramado/RS
      05/02 - Gramado/RS
      06/02 - Gramado/RS > Barretos/SP
       
      ✈️ PASSAGENS
       
      Barretos > São José do Rio Preto (ônibus) - R$26
      São José do Rio Preto > Curitiba (avião) - preço no final *
      Curitiba > Florianópolis (ônibus) - R$79**
      Florianópolis > Porto Alegre (avião) - preço no final *
      Porto Alegre > Gramado (ônibus) - R$110
      Gramado > Porto Alegre (ônibus) - R$110
      Porto Alegre > São José do Rio Preto (avião) - preço no final *
      São José do Rio Preto > Barretos (ônibus) - R$26
       
      *  Todas as passagens aéreas foram compradas com milhas Multiplus e Porto Seguro, no total do casal, considerando todos os trechos, ficou R$180
      ** Na passagem de Curitiba para Florianópolis a Thamires conseguiu utilizar o ID Jovem, logo ela pagou apenas a taxa de R$9 e eu paguei o valor integral da passagem, R$70.
       
      TOTAL CASAL = R$531
      TOTAL INDIVIDUAL = R$265,5
       
      🛌 HOSPEDAGEM
       
      Curitiba - Euro Hotel - 1 diária - R$90
      Link: http://bit.ly/eurohotelcuritiba
      Opinião: O quarto tinha ventilador, TV a cabo, banheiro privativo, Wi-Fi e etc. A gente foi bem recebido, o quarto e o banheiro estava bem limpo, café da manhã bom. O hotel fica no centro, de frente para o terminal de ônibus. Nosso quarto ficava no terceiro andar, para quem não gosta muito de escada, pode ser um pouco ruim, mas a gente recomenda.
       
      Florianópolis - Airbnb - 4 diárias - R$460
      Link: http://bit.ly/airbnbdanielucas
      Opinião: Era nossa primeira experiência com o Airbnb… foi muito bom, fomos recebidos pela Dani que nos mostrou a casa, como tudo funcionava e foi extremamente prestativa dando recomendações de locais e nos tratando muito bem. Durante toda estadia tudo correu muito bem, não tivemos nenhum problema. O quarto tinha ar condicionado, banheiro compartilhado, porém bem limpo. Casa localizada muito próxima da UFSC. Para quem for ficar hospedado naquela região, recomendamos muito a casa da Dani e do Lucas.
       
      Gramado - Hospedagem Saint Peter - 1 diária - R$75
      Link: http://bit.ly/saintpeterhospedagem
      Opinião: O quarto tinha ar condicionado, banheiro privativo, frigobar e era bem limpo. A localização era realmente o diferencial, ficava há um quarteirão na principal rua de Gramado, Avenida Borges de Medeiros. Não tinha café da manhã, porém recomendamos muito este lugar.
       
      Gramado - Hello Hostel - 2 diárias - R$150
      Link: http://bit.ly/hellohostelgramado
      Opinião: Ficamos em um apartamento muito grande, com uma vista linda para um vale. O apartamento tinha cozinha, o que nos ajudou a economizar muito na cidade. Tinha café da manhã, porém passa longe de ser dos melhores. A localização não era tão boa quanto a do primeiro local que ficamos, porém valeu bastante a pena. Recomendamos.
       
      TOTAL CASAL = R$775
      TOTAL INDIVIDUAL = R$387,5
       
      🏥 SEGURO VIAGEM
      Contratamos o seguro viagem da Assist Card, via Multiplus, para ganharmos milhas. O custo para todos os dias para nós dois foi de R$90.
       Dentre as coberturas do seguro, temos despesas médicas (R$10.000), seguro de bagagem (R$500), e outras várias.
       
      DIA 29/01
       
      Acordamos cedo e pegamos um ônibus na rodoviária de Barretos para São José do Rio Preto. Chegando na rodoviária fomos para o aeroporto de Uber. No aeroporto fizemos o check-in e embarcamos para Curitiba, com conexão em Guarulhos. Por volta das 16h chegamos em Curitiba, após fazer dois voos bem tranquilos.
      Por adiante, pegamos um Uber do aeroporto para o hotel, fizemos o check-in e dormimos até umas 18h. Após isso, fomos caminhando do hotel até o Shopping Estação, onde compramos algumas coisas para fazer sanduíches e também jantamos. Do Shopping fomos de Uber para o hotel.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber em Rio Preto = R$9,8
      Almoço em Guarulhos = R$125
      Uber do aeroporto para o hotel = R$33
      Compra para sanduíche = R$20
      Jantar =R$25,8
      Uber do shopping para o hotel = R$4,8
      TOTAL = R$218,4
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$109,2
      📷 FOTOS

      Embarcando em Rio Preto para São Paulo

      Aeroporto de Guarulhos

      Almoço em Guarulhos

      Shopping Estação
      DIA 30/01
       
      Acordamos cedo e partimos para o Jardim Botânico. Ficamos muito impressionado com a limpeza do local e o cuidado, realmente um lugar muito bonito. Do Jardim Botânico fomos fazer um tour na Arena da Baixada, o estádio é muito bonito, um dos mais tecnológicos da América Latina.
      Voltamos para o hotel, fizemos o check out e fomos para a rodoviária. Compramos as passagens para Florianópolis com a viação Catarinense. O horário de saída foi 13h. Chegamos em Florianópolis por volta das 18h e fomos para a casa onde ficamos hospedados. Como estávamos cansados, pedimos uma pizza e fomos dormir.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber Hotel para Jardim botânico = R$8,4
      Uber Jardim Botânico para Arena da Baixada = R$9,6
      Ingresso meia do Tour Arena da Baixada = R$20
      Uber Arena da Baixada para Hotel = R$9,3
      Uber Hotel para Rodoviária de Curitiba = R$4,4
      Uber Rodoviária de Floripa para casa = R$12,2
      Pizza = R$50
      TOTAL = 113,9
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = 56,95
      📷 FOTOS

      Jardim Botânico

      Jardim Botânico

      Jardim Botânico

      Jardim Botânico

      Arena da Baixada

      Arena da Baixada

      Chegando em Floripa

       
      DIA 31/01
       
      Na parte da manhã pegamos um Uber e após uns 20 minutos de viagem chegamos no nosso destino, a Praia da Joaquina. A praia é uma das mais bonitas de Florianópolis possuindo 3 quilômetros e ainda, com outro atrativo, as dunas. Na praia tivemos que alugar um guarda-sol (R$10 e passam cartão) pois estava muito quente. Almoçamos em um restaurante chamado Lorena próximo a Joaquina e partimos para a Praia Mole. Na Mole as ondas são fortes, água muito bonita, recomendo a visita. Por adiante, no final da tarde, fomos para a Lagoa da Conceição, onde pagamos R$50 por 30 minutos de caiaque e 30 minutos de stand up paddle, ou 1h em apenas um desses. Após passar pela Lagoa, fomos para o mercado do Shopping Iguatemi comprar ingredientes para preparar algumas refeições. Depois do mercado a gente foi para a casa descansar para o próximo dia.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para Praia da Joaquina = R$25,2
      Guarda-sol Joaquina = R$10
      Almoço = R$46
      Uber Praia da Joaquina para Praia Mole = R$8,4
      Guarda-sol Mole = R$10
      Uber Praia Mole para Lagoa da Conceição = R$6,7
      Passeio de Caiaque e Stand up Paddle = R$50
      Uber Lagoa da Conceição para Shopping = R$17,3
      Mercado = R$85,5
      Uber Shopping para Casa = R$7,2
      TOTAL = R$266,3
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$133,15
      📷 FOTOS

      Praia da Joaquina

      Praia da Joaquina

      Praia da Joaquina

      Praia da Joaquina

      Dunas na Praia da Joaquina

      Praia Mole

      Praia Mole

      Lagoa da Conceição

      Lagoa da Conceição
       

      Shopping

      Shopping
      DIA 01/02
       
      Acordamos por volta das 10h e fomos em direção a Praia do Campeche. Essa praia é uma das mais visitadas no Sul da ilha e possui dunas. Uma das recomendações é realizar o passeio rumo a ilha do Campeche, onde você poderá mergulhar nas águas calmas e transparentes. Após o almoço fomos em direção a Praia da Armação. A praia é muito linda, um pouco deserta e com água gelada. Ficamos até umas 16h na praia e voltamos para a casa pois estávamos cansados.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para Praia do Campeche = R$25,2
      Guarda-sol Campeche = R$10
      Uber Praia do Campeche para Praia da Armação = R$17,4
      Água = R$4
      Uber Praia da Armação para casa = R$40,5
      TOTAL = R$97,1
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$48,55
      Obs: Infelizmente não realizamos o passeio até a ilha do Campeche.
      📷 FOTOS

      Indo para a Praia do Campeche

      Água-viva

      Praia do Campeche

      Praia da Armação
       
      DIA 02/02
       
      Nesse dia dormimos muito pois também estava chovendo e não daria para ir nas praias na parte da manhã. Por conseguinte, almoçamos em casa e logo após parar a chuva (por volta das 13h) fomos para Jurerê Internacional. Essas corridas de uber são verdadeiras viagens, pois todas as praias são muito longe, se preparem. Jurerê foi a praia mais calma que visitamos, porém não estava perto de ser a mais bonita, na minha opinião. O preço das coisas é mais caro que nas outras praias. Recomendo a visita, mas não como prioridade. Após passar por Jurerê fomos para o Mercado Municipal comprar algumas lembrancinhas. Por adiante, fomos para a casa. Para jantar conseguimos cupons de desconto nos aplicativos Rappi e Uber Eats, o que ajudou muito pois não fizemos janta.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para Praia de Jurerê Internacional = R$46,8
      Guarda-sol Jurerê = R$10
      Uber Praia de Jurerê Internacional para Mercado Municipal = R$46,7
      Lanche Mercado Municipal = R$30
      Uber Mercado Municipal para casa = R$13,5
      Lanches comprados nos aplicativos = R$15
      TOTAL = R$162
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$81

      Praia de Jurerê Internacional

      Praia de Jurerê Internacional

      Praia de Jurerê Internacional

      Praia de Jurerê Internacional

      Mercado Municipal

      Último rango em Floripa
       
      DIA 03/02
       
      Bem cedinho fomos para o aeroporto para pegar o voo para Porto Alegre. O voo foi com a Azul, bem tranquilo. Chegando em POA fomos direto para a rodoviária pegar o ônibus para Gramado (depois descobri que não precisávamos ter ido para rodoviária, pois o ônibus que vai para Gramado passa pelo aeroporto, triste, mas fazer o que kkkk). Chegamos em Gramado por volta das 14h, fomos para o hotel, deixamos as mochilas e partimos para a Avenida Borges de Medeiros, que ficava a uma quadra do hotel. Nessa avenida você encontra vários pontos famosos de Gramado, como a Rua Coberta, Catedral de Pedra, Rua Torta, entre outros. Voltamos para o hotel, tomamos um banho e fomos jantar num restaurante da Rua Coberta. O mais engraçado é que ficamos andando até encontrar um lugar que não tinha couvert, pois queríamos dar uma economizada, beleza. Em todos os lugares os cantores estavam na parte de fora do restaurante (onde ficam as mesas na Rua Coberta), até que encontramos um que “aparentemente “não tinha cantor. Quando pegamos a conta estavam cobrando R$15 de couvert, demos uma risada e falei “pqp, onde esse fela da mãe está cantando”, o tal fela da mãe estava dentro do restaurante, onde ninguém come, ninguém o vê... Pagamos tudo certinho e fomos embora rindo (por fora), mas triste por dentro kkkk.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber casa para aeroporto = R$20,6
      Uber aeroporto POA para rodoviária = R$16,7
      Uber rodoviária de Gramado para hotel = R$6,7
      Chocolate quente e fondue = R$21
      Jantar Rua Coberta (com couvert) = R$80
      TOTAL = R$145
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$72,5
      📷 FOTOS

      Aeroporto de Floripa


      Voo para POA

      Lanche no avião

      Ônibus de POA para Gramado

      Paróquia São Pedro


       

      Rua Torta

      Museu do Festival de Cinema de Gramado

      Rua Coberta

      Fondue

      Jantar na Rua Coberta
      DIA 04/02
       
      Na parte da manhã continuamos andando pela Borges de Medeiros. Por adiante, por volta das 11h fizemos check out no hotel e fomos para o Hello Hostel (ficamos em dois lugares diferentes em Gramado porque foi a forma mais barata). Após o check in no hostel, almoçamos no Ita restaurante. A comida do restaurante é maravilhosa, tem churrasco, diversas opções de salada e sobremesa, tudo por um preço muito baixo, se comparar aos demais restaurantes da cidade. Por adiante, fomos ao Lago Negro, lugar maravilhoso, muito bem cuidado e que com toda certeza deve ser visitado. Após conhecer o lago fomos ao mercado Nacional Gramado, que fica próximo ao Hard Rock Café, comprar algumas coisas para fazer comida e voltamos para o hostel.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber hotel para Hello Hostel = R$7,5
      Uber Hello Hostel para Ita Restaurante = R$8,2
      Almoço Ita = R$60
      Uber Ita Restaurante para Lago Negro = R$9,1
      Uber Lago Negro para Mercado = R$6,7
      Mercado = R$60
      Uber Mercado para Hostel = 7,1
      TOTAL = R$158,6
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$79,3
      📷 FOTOS

      Mc Donald's

      Vista do Hello Hostel


       

      Almoço no Ita Restaurante

      Pórtico Gramado

      Pórtico Gramado

      Lago Negro

      Lago Negro


      Andando pelo Lago Negro
       
      DIA 05/02
       
      Por volta das 10h fomos para o Mundo a vapor, lugar fantástico que deve ser visitado. Após passar pelo Mundo a vapor fomos para Canela, onde conhecemos a Paroquia Nossa Senhora de Lurdes, lugar muito lindo. Ademais, voltamos para Gramado, compramos lembrancinhas e ficamos andando até o final da tarde. Voltamos para o hostel, jantamos e arrumamos a mala para infelizmente ir embora no dia seguinte.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber Hello Hostel para Mundo a Vapor = R$16,3
      Ingressos meia Mundo a Vapor = R$36
      Uber Mundo a Vapor para Paroquia = R$7,8
      Uber Canela para Borges de Medeiros = R$16,3
      Uber Borges de Medeiros para Hello Hostel = R$7,5
      TOTAL = R$83,9
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$41,95
      📷 FOTOS

      Mundo a vapor

      Paróquia Nossa Senhora de Lurdes

      Canela

      Canela

      Andando pelas ruas de Canela

      Avenida Borges de Medeiros

      Restaurante do atleta de futebol Cristiano Ronaldo
      DIA 06/02
       
      Tomamos um café da manhã reforçado e fizemos o check out no hostel. Pegamos um Uber para a rodoviária de Gramado, onde pegamos um ônibus para POA. O ônibus para na rodoviária de Porto Alegre e depois segue para o aeroporto. Almoçamos no aeroporto de POA, no Mc Donald’s, pegamos o voo para São José do Rio Preto, com conexão em Congonhas. Chegamos em Rio Preto pelas 19h, pegamos um ônibus para Barretos e por volta das 22h já estávamos em casa.
       
      GASTO DO DIA CASAL (sem considerar o que já foi mencionado no início do texto)
      Uber Hello Hostel para rodoviária = R$6,9
      Almoço Mc Donald’s = R$50
      TOTAL = R$56,9
      GASTO DO DIA INDIVIDUAL = R$28,45
      📷 FOTOS

      Rango


      Obs: Deixamos de fazer alguns passeios em Gramado, como o Snowland, por conta do preço. Em Canela não visitamos o Parque do Caracol. Contudo, indicamos muito esses passeios para quem tiver a oportunidade.
       
      Gasto Total da Viagem (Casal) = R$2698,1
      Gasto Individual da Viagem = R$1349,05
       
      Obs2: Não colocamos o valor gasto com lembrancinhas na conta porque não é um gasto da viagem “necessário”, porém gastamos R$50 em Floripa e uns R$120 em Gramado.
      📷 FOTOS


       
      Quem tiver dúvidas sobre essa viagem e sugestões para nossas próximas viagens pode comentar embaixo que vamos ler e responder.
      Espero que tenhamos ajudado de alguma forma.
      Se quiserem nos acompanhar no instagram é só seguir @ourtrip22
      Obrigado.
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por Guilherme Furukawa
      Boa noite,
      Estou procura de pessoas que viajará nessas cidades(Curitiba-Blumenau-Itajaí-Floripa) no mês de fevereiro e trocar idéias de locais interessantes para visitar, principalmente de comida. hahaha
      Pretendo ir de carro para curtir e dividir a viagem em várias cidades do PR e SC.
      meu whats: (16)992033255
    • Por Débora Boblitz
      Oi, pessoal! Chego em Floripa em 1° de junho de 2019. Já fiz um roteiro pelas cidades que me agradam e volto por Balneário Camboriú em 9 de junho de 2019. Alguém aí?


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