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Praia do Sono


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  • Membros

E ai, galera.

 

Bom, eu li o tópico inteiro e mesmo assim ainda me sobraram algumas dúvidas que, eu espero, sejam esclarecidas por alguma alma caridosa hahaha

Então, eu tô querendo acampar em praia já faz um bom tempo e descobri, por acaso, a Praia do Sono. O lugar parece ser perfeito, mas eu moro em Vassouras-RJ e as passagens de ônibus ficam na faixa de 90-100 reais, já que teria que ir a Paraty e depois seguir o trajeto até a praia, o que dificulta um pouco a intenção. Gostaria de saber se existe uma maneira mais viável de chegar lá. E no caso de eu conseguir um carro, qual é o mais longe que eu posso ir com o veículo?

Bom, resolvidos os poréns do trajeto, vem a chegada na praia. Eu entendi que de Paraty teria que ir de ônibus até Laranjeiras e de lá iniciar a trilha, é isso? Ai terminando a trilha vou dar certo na Praia do Sono? Chegando lá já vou encontrar os campings? E vi também uma galera falando que o camping custa de 10-15 reais por pessoa, mas esse valor é diário? Eu pretendo ficar por uma semana mais ou menos. E esses campings geralmente dão direito a o quê? Tem fogão, banheiro, etc?

E pra finalizar, a parte da aventura. Já vi que tem duas praias perto da Praia do Sono, que são as de Antigos e Antiguinhos. É fácil de chegar partindo da Praia do Sono? Também tem camping por lá? Como é o comércio da região? Dá pra levar só uns biscoitinhos ou tem que ir preparado?

Bom galera, eu acho que é "só" hahaha desculpem o montão de perguntas, mas é importante saber dos detalhes pra que tudo dê certo e seja realmente a boa experiência que eu e meus amigos estamos esperando, não é verdade?

Mais uma vez, desculpa o "textão" hahaha e obrigado a quem leu.

 

Um grande abraço! :D

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  • Membros

Vamos por partes. Vou responder o que estiver ao meu alcance e outras pessoas podem ir tirando as demais dúvidas.

 

Se o que você acha que dificulta a intenção é mesmo após chegar em Paraty, ter que pegar outro ônibus, relaxe. O trajeto seguinte não é longo. Além disso o local é tão lindo que vale o esforço. Entretanto, tenho percebido que a que as vezes fica um pouco menos limpo do que há um tempinho atrás, talvez pela quantidade de gente que tem ido pra lá. Mas enfim, no caso de pegar um carro, o máximo que você pode ir é até o início da trilha, onde ficam os locais em que é possível estacionar, como você já deve ter visto no tópico.

 

Sim, você pega o ônibus até a pracinha onde todo mundo desce e pouco depois inicia a trilha. É impossível se perder. Qualquer pessoa saberá te indicar o início da trilha. Quanto à opção do barco, você encontra pelo tópico. Se for com muita bagagem, a trilha pode ser bem cansativa, pelo menos assim considero. Assim que você terminar a trilha já estará na praia e já tem o primeiro camping dentre vários na orla. Já não custa entre 10 e 15. Há quase um ano estava entre 15 e 20, mas creio que não deve ter alterado muito. O valor é diário, mas pelos preços de camping em outras praias, considero até um preço ok. Cada camping tem um dono, morador local, então alguns detalhes mudam de um pra outro: banho quente ou somente frio, com cozinha ou sem cozinha, cercado ou não cercado.... lá você vai ver. Banheiro tem em todos. Fogão, nos que tem cozinha.

 

Dá pra levar biscoitinhos, se você pretende comer por lá, o que totalmente possível. Se você come lá, economiza no barco porque fica mais leve pra trilha. Se vai carregado, economiza na comida. Não considero os preços abusivos, como já ouvi alguns falarem. Dá mo trabalho levar as coisas pra lá e é o trampo deles. Nós que estamos de visita, usufruindo da casa deles, não podemos esquecer disso. Tem comércio simples, dá pra conseguir algumas coisas bem básicas. mas tem bares e restaurantes.

 

Se a pergunta foi quanto às praias vizinhas, nunca fui, mas pelo que já vi no tópico, é bom ir preparado sim. Sobre essa parte não posso responder com certeza, só no "achismo". Creio que não há camping e que nem pode acampar por lá. Dizem que é fácil chegar a partir do Sono.

 

É isso. Abraço!

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  • Membros

A trilha pra Antigos e Antiguinhos eh sussa sim! Antigos e antiguinhos sao grudadas, soh tem uma pedrona "dividindo".

 

Mas nao pode acampar la... se tu continuar indo, indo e indo (mais 1h e poquinho, passando por Galhetas antes - uma praia de pedras) tu chega em Ponta Negra, que depois do Sono eh a unica praia que tu pode acampar, e eh lindona!

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  • Membros de Honra

como disse o colega no post anterior a trilha é tranquila. Atravessando a Praia do Sono, é só subir o morro e descer do outro lado p/ chegar as proximas praias. Aproveite p/ curtir o visual do alto do morro.

 

como eu fui no bate e volta p/ o Sono (estava hospedada em Trindade) eu fiquei por lá msm e nao conheci mais locais.

mas vc q está hospedado no Sono poderá aproveitar a oportunidade p/ explorar as redondezas. Tem mais praias e tem até cachoeira.

 

boa viagem!

 

Relatos 2013:

11 dias na BA - dez/2013 - Parte 1 e 3: Salvador | Parte 2: Costa do Dendê - Ilha de Boipeba e Morro de São Paulo

21 dias em SE e AL - fev-mar/2013 - Parte 1: Aracaju | Parte 2: Maceió | Parte 3: Maragogi

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  • Membros

Bem,estive procurando na internet sobre campings na praia do sono durante o Revellion e não obtive muita informação. Li as mensagens anteriores e consegui entender como funciona o camping e o custo aproximado por dia. Se possivel, alguem poderia me informar o email ou alguma pagina de contato online dos campings? Com muito sacrificio encontrei o numero de alguns mas nem sempre alguem atende, tornando frustante/caro minha busca.

Obrigado pela atenção ! (:

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Também estou considerando passar a virada de ano no Sono, apesar de costumar ficar lotado... Se eu for, vai ser dia 30/31 mesmo, bate e volta para ir embora dia 1º. Estava preocupada com o problema de lotação dos campings, mas acabei de ligar para o camping do Ageu (http://www.praiadosono.com/site/camping-na-praia-do-sono) e falei com a Fátima, que me tranquilizou: além de não fazerem reservas (é por ordem de chegada), ela me disse que o camping nunca atingiu a lotação máxima de 100 pessoas, devido ao fato do Sono ter muitos campings. Perguntei se até no Ano Novo e ela disse que sim. A diária é R$ 25,00, acho que deve ser o padrão.

 

Ainda assim, faltam alguns pontos a esclarecer da viagem: postaram os horários desse ônibus de Paraty para Laranjeiras, mas alguém sabe se são válidos para feriado/meio-expediente dos dias 30/31? E o preço?

(Paraty x Laranjeiras

05:15 / 06:00 / 06:10 / 06:40 / 7:30 / 07:50 / 10:00 / 11:00 / 12:30 / 15:30 / 16:00 / 16:20 / 16:30* / 17:30 / 18:00 / 22:30** — * De 2ª à 5ª / ** Aos sábados, 21:30)

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  • Membros

Pessoal,

 

Alguns amigos meus foram acampar lá no reveillon do ano passado e ficaram no camping da Aurora. Segundo eles no ano passado estava a média de 15 reais a diária.

 

Eles irão novamente esse ano, partirão no dia 30 pela manhã. Como eu trabalho irei sair do RJ apenas as 21hrs do dia 30 e devo chegar lá pela manhã cedo. Os horários de onibus e do barco para travessia se aplicam no dia 31 ?

 

Se mais alguém estiver partindo essa data e quiser dar um alô, só entrar em contato.

 

Abraços.

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  • Silnei changed the title to Praia do Sono

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    • Por bvfurtado
      Galera, tudo bem? Amanhã, dia 30/01/2021 estou organizando entre amigos um passeio de barco para no máximo 10 pessoas, ilhas de Paraty, 6 horas de passeio, R$ 100,00 por pessoa. Casa um pode levar o que quiser para comer e beber. Não existe finalidade lucrativa da minha parte, só quero fechar um grupo maneiro, que curta viajar e curtir, para dividirmos o aluguel do barco...
      Quem animar chama aí (24) 988596110
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      Foram aproximadamente 15 horas de espera somando ida e volta na rodoviária do Tietê devido a diferença de horários das conexões. Depois de um verdadeiro chá de rodoviária cheguei em Paraty durante à noite e fui direto para meu camping, e essa foi minha primeira experiência acampando. Fiquei no Camping Portal de Paraty e em dezembro de 2020 e paguei 35,00 a diária. Super recomendo esse camping, existem partes com tendas para proteger da chuva (que diga-se de passagem salvaram minha viagem pois choveu muito durante minha passagem por Paraty e eu não tinha uma super barraca), banheiro com ducha água quente, cozinha equipada e uma localização estratégica.
      Como eu disse anteriormente choveu muito durante essa viagem, por isso no primeiro dia foi impossível sair para curtir o mar, apenas já de tarde que eu aproveitei para conhecer o centro histórico de Paraty. Eu tenho que confessar que achava que o centro era menor, mas ainda existe uma porção bem conservada de casinhas coloridas, fiquei zanzando por entre as ruas, conheci o cais onde ficam os barcos que fazem os passeios (existem agências que fazem passeios de escuna, entre outros, como eu estava evitando gastar deixei para outra oportunidade), e as praias acessíveis de Paraty, que são impróprias para banho, mas valem para admirar a paisagem.

      No segundo dia a chuva já estava mais fraca, decidimos partir então para Trindade, uma vila onde ficam algumas das praias de Paraty, mas não espere nada luxuoso, o lugar tem uma vibe hippie e caiçara. Peguei o ônibus Trindade no ponto que ficava bem próximo ao camping, o valor da passagem em dezembro de 2020 foi de R$ 5 reais. Descemos em uma das primeiras praias do percurso do ônibus: a praia dos Ranchos. Nessa praia escolhi não ficar na parte onde estão os restaurantes e as cadeiras, isso porque prefiro locais mais vazios, e foi assim que descobri no canto oposto da parte badalada da praia um verdadeiro canto de paz, nessa parte existem imensas pedras, porém não recomendo tentar entrar na água pois as ondas quebram com muita força, mas dá sim para molhar os pés. Acho que por conta da chuva e da força da água não havia mais ninguém nessa parte, o que deixou o lugar ainda mais espetacular, foi um momento de introspecção, vendo a força do mar e claro tomando chuva hahaha mas esse foi de longe meu lugar favorito de Trindade. (No último dia descobrimos que andando mais pelas pedras você encontra uma praia para poder entrar).

      Depois de um certo tempo, parti para conhecer as Praias do Meio e do Cachadaço, as distâncias entre as praias são bem curtas e você consegue fazer o caminho a pé, aproveitando também para conhecer um pouco do centrinho de Trindade. 
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      No terceiro dia fiz o passeio que mais estava com vontade, a trilha para a Praia do Sono. Deixamos para esse dia na esperança de que a chuva cessasse, acontece que não foi bem isso que aconteceu, apesar de existirem barcos que fazem esse trajeto, escolhi a opção que era mais barata, debaixo de chuva mesmo. Tomei o ônibus para a Vila Oratório, cujo valor também era de R$ 5,00. Você precisa descer no ponto final dessa linha que já é praticamente  no início da trilha. Posso resumir o trajeto em 3  palavras: chuva, lama e tombos! Mas a sensação de recompensa quando avistamos aquela praia praticamente deserta não teve preço. Essa trilha deve ser uma dificuldade média, com duração de 1h, mas por conta da lama e da chuva ficou mais complicada e demoramos mais. A praia estava absurdamente vazia, e foi de longe o melhor passeio da viagem. Existem alguns campings e restaurantes por lá, além das casas da população tradicional caiçara que mora na Praia do Sono, mas novamente nada luxuoso, a única coisa que se pode ostentar nesse local é conexão com a natureza bastante preservada.

      No último dia voltamos à Trindade, o tempo ainda estava fechado, dessa vez descobri a praia do Cepilho, o lugar que eu citei mais acima, que você tem acesso pela Praia dos Ranchos, ela tem uma faixa de areia pequena, e é denominada como dos surfistas por conta das ondas, mas mesmo não surfando aproveitei muito pegando uns jacarezinhos. Também gostei muito dessa praia. Depois de curtir, retornamos para Paraty, dessa vez para desmontar nossa barraca e retornar para casa.
      Durante todos os dias cozinhei na própria cozinha do camping, além de levar lanchinhos e bebidas para praia, apenas em uma noite fui em um barzinho chamado Prosa (que pesquisei antes e foi classificado como um local barato) , recomendo o local pois tinha uma vibe legal, mas infelizmente comer em Paraty é bem caro, tanto nos preços do supermercado, tanto nos estabelecimentos. No bar pedi um Jorge Amado (caipirinha feita com uma cachaça de cravo e canela) que é um drink inventado e bem típico em Paraty, duas cervejas e duas porções e gastei R$240,00.
      Minhas considerações finais são que vale muito a pena conhecer Paraty e que 4 dias foram muito pouco!
       
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Está pensando em conhecer o charme dessa cidade histórica? Abaixo, você encontrará tudo que precisa saber para sua viagem – o que fazer, como chegar lá e muito mais!
       
      Cidade de Paraty
       
      Considerada Patrimônio Histórico Nacional, a cidade de Paraty reserva muita beleza natural e história embutida em suas ruas de pedra e arquitetura impecável mantida muito bem preservada desde o período colonial!
      O encanto do centro histórico é perfeitamente contrastado com a beleza natural da cidade, que possuí uma grande diversidade de opções para o turismo ambiental e ecológico.
      Gostou? Venha conferir um guia completo para visitar Paraty! 
      Continue lendo: Guia Completo para Visitar Paraty no Brasil
    • Por edufehrer
      Buenas,
      em tempos de pandemia, tacamo as máscaras no rosto e metemos o pé na estrada.
      Partimos de Sâo Paulo/SP no sábado de manhã 17/10/20, rumo a Paraty.
      a idéia era ir pela Rodovia Tamoios e parar em Trindade, antes do Centro de Paraty, porém o dia amanheceu bastante nublado e chuviscando, meti o pé na Dutra mesmo para pegar a estrada Paraty-Cunha e já sair no centrão, Trindade ficaria pra outro dia (segunda-feira 19/10).
      antes disso, paramos no Santuário de Aparecida do Norte, fazia anos que não íamos lá, tá bem diferente, obviamente, agora tem até um bondinho que dá acesso a um mirante com uma vista bem bonita da Igreja/Cidade, valeu a pena a visita, que Deus abençoe o rolê (e abençoou). 
      partimos enfim para estrada Paraty-Cunha, nunca tinha andado por lá, gostei bastante, apesar de alguns trechos que requerem bastante atenção, porque fica estreito e só passa uma mão, de resto a estrada é bem estruturada, não achei perigosa como dizem, mas claro, é bom descer engatado, sem querer inventar.
      já na descida, antes de entrar na cidade de Paraty, bem na beira da estrada fica a Cachoeira do Tobogã e o Poço do Tarzan, junto com os famosos alambiques da cidade (esse tour custa em média R$60,00 por pessoa para quem vai com as agências saindo de Paraty), na entrada da Cachoeira do Tobogã tem uma igrejinha e junto dela um estacionamento, custa R$10,00 a diária, a Cachoeira é bem legal, quem não se importou com a falta do sol estava escorregando nas pedras, que de fato forma um tobogã natural, a natureza é incrível...onde rola a queda do tobogã é um pouco fundo, importante saber nadar...o poço do Tarzan é mais tranquilo de ficar. 
      Em frente a igreja, fica o Alambique Engenho D'ouro, não achei esse tão interessante e preferi descer um pouco mais a estrada até chegar em uma estradinha a esquerda, antes de uma ponte, vai nessa estradinha até o fim, cerca de 3 minutos, lá fica o Alambique Paratiana, dei uma borrifada no álcool em gel pra entrar, era feito de cachaça, achei sensacional. Na hora que estávamos degustando as cachaças e os licores, tem muitos, chegou uma galera do tour, a atendente disse que poderíamos participar do tour pela fábrica junto com o grupo sem pagar, ela conta a história do alambique e explica todo o processo de fabricação, é bem interessante. Voltamos para a loja, lá fabrica e vende a famosa cachaça Gabriela  Cravo e Canela, que na real parece mais um licor, é boa demais, só que um pouco caro, R$47,00 a garrafa de 700ml, trouxe uma pra casa. (a vendedora disse que ainda esse mês os preços iriam aumentar, mas não sei se foi papo de vendedor).
      voltamos para a estrada, nessa mesma estradinha do Alambique fica aqueles tradicionais letreiros das cidades turísticas (eu amo Paraty).
      agora fomos de fato para o centro de Paraty, ficamos hospedados a 3 quadras do centro histórico, uns 5 minutos de caminhada, a cidade está sem bloqueio de acesso, a maioria das pessoas usam mais a máscara quando vão entrar em algum estabelecimento (por ser obrigatório), andando nas ruas vimos bastante moradores sem, os turistas normalmente estavam o tempo todo de máscaras.
      ficamos na Pousada Brisa do Leste (inclui café da manhã e tem garagem, únicas exigências que eu tinha) de resto a pousada é super simples, mas atendeu muito bem, a dona super atenciosa, ela nos contou sobre a crise financeira causada pela pandemia, pagamos R$ 462,00 por 3 diárias, guardamos as malas e fomos caminhar no Centro histórico e almoçar.
      de fato o centro histórico de Paraty é apaixonante, andar e trupicar nas pedras é algo único, toda aquela arquitetura das casas, todas iguais com cores diferentes, onde não entra carro, amamos andar por ali...a variedade de restaurantes é grande, nesse primeiro dia almoçamos no Candeeiro, pedimos um salmão grelhado, não era exatamente filé, tinha uns espinhos, já comi melhores, ali tomei meu primeiro Jorge Amado (primeiro de muitos) drink da cidade feito com a cachaça Gabriela, mais a adição de maracujá e limão, é sensacional de tão boa, imperdível. 
      caminhamos bastante pelo centro e fomos conhecer a cervejaria Caborê, aos sábados rola um tour pela fábrica as 17h, fomos sem agendamento prévio e conseguimos um encaixe na segunda turma, foi bem interessante...lá mesmo na fábrica tem um bar, onde é possivel pedir a régua que vem 6 shots, sendo possível degustar todas as cervejas, pelo preço R$16,00, achei que compensou...depois óbvio que pedi um chopp da que mais gostei, a IPA.
      após voltar pro hotel, saímos a noite para centro histórico novamente, paramos em um barzinho chamado  Prosa, tinha música ao vivo, tinha o drink Jorge Amado, noite completa, super recomendo esse lugar, preços juntos e bem aconchegante...na volta passando por uma das lindas ruazinhas sentimos um cheiro de doce sensacional, vinha da sorveteria Miracolo, tivemos que perguntar de onde vinha todo aquele perfume, era das casquinhas dos sorvetes, eles fabricam lá mesmo, pedi um sorvete de Mirtilo, sensacional!
      fim do dia, no domingo iríamos pro passeio de escuna.
      continua...
       
    • Por Gabrielantunes
      Galera, sou de Pinda-SP e estou planejando ir pra Paraty no domingo 06/09 e voltar na terça 08/09 ou 07/09 mesmo, talvez. O plano é pernoitar no camping do seu Orlando na praia do cruzeiro e fazer a trilha do pico do pão de açúcar. Estou indo sozinho, se alguém tiver afim, bora marcar esse rolê.
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