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  • Membros de Honra
Fala povo do Cerrado!!

 

Moro em Rio das Ostras-RJ e pretendo no final de fevereiro viajar de moto a Chapada dos Veadeiros e depois ira pra Chapada dos Guimarães (onde morei muitos anos). Já deu pra sacar aqui no forum as alternativas...roubadas e acertos...rsrs. Valeu a todos!!

Grande abraço fraterno com muita luz e paz!!

 

Precisando é só voltar aqui!

Inté!

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  • Membros

Olá Pessoas,

 

Estou planejando ir para Chapada no feriado de 02-nov. Devo chegar em Brasilia por volta das 19:00 e preciso voltar na segunda à noite. Fiquei muito empolgada com os atrativos de Cavalcante, mas como tenho pouco tempo para conhecer e também não vou de carro, estou receosa de não dar pra aproveitar muito. Preciso da ajuda de vcs!!! Considerando que só terei 3 dias, sem carro, sozinha e minha 1ª vez na chapada: é melhor ficar em Alto Paraíso ou vale a pena ir para Cavalcante??? HELP!!! Queria fazer umas trilhas mais alternativas e fugir um poukinho dos lugares entupidos de turistas de agência...

 

Ah, alguém tem os horários de saída dos ônibus de Brasilia - Cavalcante e Brasilia-Alto Paraiso (com tempo médio de viagem)??

 

Brigadão

Ana

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  • Membros de Honra

Anacris,

 

Como o tempo está muito chuvoso, talvez São Jorge seja uma boa, porque pelo menos à noite deve rolar alguma coisa na vila... rsrs. Ir pra cachoeira na chuva não é muito legal e ainda tem risco de tromba d'água. Em Alto Paraíso também tem algum movimento à noite, mas em Cavalcante não.

Outra coisa, o ônibus, se não me engano, vai até Alto Paraíso. Pra ir pra São Jorge é carona, bicicleta... Então pra uma mocinha sozinha à noite não é legal. De repente vc poderia dormir em Alto Paraíso, no dia seguinte conhecer por lá e depois ir pra São Jorge.

Sobre Cavalcante eu não posso falar porque nunca fui.

 

[]'s

Jana

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  • Membros de Honra
Jana,

 

Vc acha que vale a pena ir pra chapada com esse tempo chuvoso?? Vou sair do Rio, então não queria correr mto risco de ficar "presa"na cidade por conta da chuva....

 

Valeu pela ajuda!

 

Vir exclusivamente pra isso é arriscado. O tempo por aqui anda bem chuvoso... O pior é que é meio loteria. Já fui pra Chapada com tempo ruim e abriu um sol de rachar lá. A melhor época é de maio a agosto.

Se vc vem só pra isso, é bom acompanhar a previsão do tempo, porque lá não tem muito o que fazer na chuva, só tomar uma cerva, jogar conversa fora e uma sinuquinha. :lol:

 

Inté!

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  • Colaboradores
Olá Pessoas,

 

Estou planejando ir para Chapada no feriado de 02-nov. Devo chegar em Brasilia por volta das 19:00 e preciso voltar na segunda à noite. Fiquei muito empolgada com os atrativos de Cavalcante, mas como tenho pouco tempo para conhecer e também não vou de carro, estou receosa de não dar pra aproveitar muito. Preciso da ajuda de vcs!!! Considerando que só terei 3 dias, sem carro, sozinha e minha 1ª vez na chapada: é melhor ficar em Alto Paraíso ou vale a pena ir para Cavalcante??? HELP!!! Queria fazer umas trilhas mais alternativas e fugir um poukinho dos lugares entupidos de turistas de agência...

 

Ah, alguém tem os horários de saída dos ônibus de Brasilia - Cavalcante e Brasilia-Alto Paraiso (com tempo médio de viagem)??

 

Brigadão

Ana

 

 

Olá Ana!

 

Pelo pouco tempo, acho que não vale a pena ir para Cavalcante. Além de ser mais longe, não tem opções de ônibus toda hora. É melhor você ficar em Alto Paraíso ou ir para São Jorge. Deve ficar atenta também aos horários de volta são poucas as alternativas e geralmente pela manhã.

 

Os horários de ônibus são esses:

Real Espresso:

Alto Paraiso: R$32,71 / 3h30 de viagem (+-) Saidas: 10:00 / 21:00

*sae da Rodoferroviária

 

Viação Santo Antônio:

Alto: R$27,90 / 4h de viagem (+-) Saídas: 7:15 / 11:00 / 15:15

São Jorge: R$ 27,90 / 5h de viagem (+-) Saída: 11:00

Cavalca: R$ 45,00 / 6h30 de viagem (+-) Saídas: 7:15 / 15:15

*saem da Rodoviária

 

bjooo

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  • Membros

olá,

 

também vou pra a chapada no ínicio de dezembro, mas depois de tanto pesquisar a respeito, descobri que o clima nessa época não vai ajudar muito.

 

será que alguém pode esclarecer isso???? to morrendo de medo de chegar lá e não poder fazer os passeios por causa da chuva... será que isso vai prejudicar? vale a pena arriscar?????

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  • Membros

Olá Henrique, eu também pretendia ir pra Chapada algum tempo atrás, mas por N motivos mudei meu roteiro...rs

Mas segue abaixo algumas informações que reuni na época. PS: Preços certamente estão desatualizados...

Abçs

E Boa caminhada...

 

 

Distância:

São Paulo (SP): 1367 km

 

Telefones uteis:

Parque: (telefone 0xx62 3446-1159).

Centro de Atendimento ao Turista(0xx62) 3446-1159.

 

Como chegar

ÔNIBUS de BRASÍLIA para SÃO JORGE

Em Brasília, há 2 estações de ônibus: a Rodoferroviária, onde chegam os ônibus

de outros Estados; e a Rodoviária do Plano Piloto, onde chegam e saem os

ônibus que vão para as cidades

*Viação Sto Antônio (tel. 61-33280834): sai às 9:30 horas da Rodoviária do

Plano Piloto (Plataforma E, Box e chegaem São Jorge as 16 horas. R$ 28,20.

Percurso 260 km.

*Real Expresso (tel. 61-21065100): ônibus saem da Rodoferroviária às 10:00,

20:15 e 23:00 horas. R$ 22,00 e pode ser comprada em qualquer cidade que

tenha balcão da Real Expresso. Via Alto Paraíso (13:30h) e pode conseguir

carona pra São Jorge (são 36 km).

 

São Paulo x Brasilia: www.rapidofederal.com.br

São Paulo x Brasilia: www.webjet.com.br

São Paulo x Goiania: www.rotasdotriangulo.com.br

São Paulo x Goiania: www.nacionalexpresso.com.br

Brasilia x Vilarejo de São Jorge: Viação Sto Antônio (tel. 61-33280834):

Brasilia x Alto Paraiso de Goias: Real Expresso (tel. 61-21065100):

 

Telefones das empresas de ônibus:

Real Expresso 0800617323

Santo Antonio 61.33280834

São José Tocantins 62 2248330

Transchapada Van 61.6461345/ 99618444

Guilherme Van 61.6461632/99788978

 

 

Estimativa de Preços:

Rodoviario:

Passagem Sao Paulo x Brasilia via rodoviario = 130,00

Passagem Brasilia x Vila de São Jorge (no serrado) = 28,20.

 

Rodo-Aéreo:

Não pesquisei ainda.

Mas a Gol está com feirão de passagens, q pode utilizar até 01/07.

 

Hospedagem:

- Portal da Chapada tel 062 3446 1820

- Pousada do Mirante tel 062 3446 1494

- Pousada Jardim das Pedras tel 062 3446 2182

- Aquarius tel 062 3446 1952

- do Sol 062 3446 1201

- Camping Vale Azul tel 062 3446 1434

- Fazenda veredas tel 062 3459 0000

-Camping tel 062 3494 1599

-Camping Alegre: Endereço: Rua 01 Qd.01 Lt.09 São Jorge Telefone: (61) 9828

3953

-Camping Casa da Jia Endereço: Rua 12 Qd.09 Lt.02 São Jorge Telefone: (62)

3455 1101 / (61) 9678 5042 E-mail: [email protected]

-Camping da Bete Endereço: Rua 05 Qd.04 Lt.04 São Jorge Telefone: (62) 3455

1003 / 9669 4424 / 99550138

-Camnping da Chapada: Endereço: Rua 06 Qd.12 Lt.01 São Jorge I Telefone:

(62) 99020823

-Camping da Zeza: Endereço: Rua 06 Qd.11 Lt.03 - São Jorge Telefone: (62)

84790545

-Camping do Seu Tomé Endereço: Rua 01 Qd.01 Lt.14 - São Jorge Telefone: (62)

9668 0605 / (61) 91144533

-Camping dos Sonhos Endereço: Rua 12 Qd,07 Lt.10 São Jorge Telefone: (62)

8463 5496 Camping da Dona Ana

-Camping Dourado: Endereço: Rua 01 Qd.01 Lt.10 - São Jorge Telefone: (61)

8164 3382

-Camping Espaço Flora: Endereço: São Jorge - Chapada dos Veadeiros Telefone:

(62) 3455 1041 / (61) 9605 4604 E-mail: [email protected]

- Camping quintal Pelé Endereço: Rua 10 Qd.10 Lt.04 São Jorge Telefone: (62)

3455 1107

-Camping Caladura: Endereço: Viela C - São Jorge Telefone: (62) 3455-1047

-Camping Tajua Endereço: Rua 06 Qd.08 Lt.01 - São Jorge Telefone: (62)

-Albergue Sucupira Endereço: Vila de São Jorge -Telefone: 62-34551139 /

61-81992680 / 62-84144615 E-mail: [email protected]

-Chalé Oflie Endereço: Rua 12 Qd.07 Lt.07- São Jorge Telefone: (62) 3455

1102

-Chalé Nova Visão Endereço: Rua 1 Qd.01 Lt.07 - São Jorge Telefone: (62)

9675 9338 / (62) 8418 0932

-Chalé Toa Rosa Endereço: Povoado de São Jorge Telefone: (62) 3455 1043 /

(62) 8453 9695 Site: www.chalestoarosa.com.br

Chalés e Camping Espaço Flora (Pedú) Tels.: (62) 3455-1041 / (61) 9605-4604

Camping Taiuá Tels.: (61) 9822-9666 / (61) 9928-9666

Chalés e Camping Mangabeira Tel.: (62) 3455-1130

Camping do Lunabel Tel.: (61) 8426-0546

Camping do Parque Tel.: (61) 8172-8886

Camping da Bete Tel.: (62) 3455-1003

Camping dos Sonhos Tel.: (61) 8433-2154

Camping Terra de Jorge Tel.: (61) 9618-0642

 

 

 

 

Operadoras e Guias se necessário:

 

Cristiano: Telefone: (62) 84488314

E-mail: [email protected] Este endereço de e-mail está protegido

contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.

Especialidades: Técnica vertical, conhecimento em fauna, flora e da

história regional

 

Flavio: Endereço: Caminho do Parque Nacional (casa de toá)

Telefone: (62) 9122 9730

E-mail: [email protected]

 

Mauro: Endereço: São jorge

Telefone: (61) 9611 9903

E-mail: [email protected] Este endereço de e-mail está

protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para

vê-lo.

Especialidades: Herborista, flora do Cerrado, Roteiros pedagógicos.

 

Rafael:

Endereço: Caminho do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Telefone: (62) 3455 1124

E-mail: [email protected]

Inglês, Botânica, Observação de aves

 

Alternativas Ecoturismo Endereço: Av. Ary Valadão Filho Qd.49 Lt.3 - Alto

Paraíso - GO Telefone: (62) 3446 1000

E-mail: [email protected] Site: www.alternativas.tur.br

 

Ecorotas Turismo Endereço: Rua das Nascentes nº 129 Centro - Alto Paraíso de

Goiás - GO Telefone/fax: (62) 3446 1820

E-mail: [email protected]

Sites: www.ecorotas.com.br / www.altoparaiso.com / www.ecorotas.tur.br /

www.chapadadosveadeiros.tur.br

 

Peskero Oficina de Eventos Endereço: Rua Palipalã Qd.04 Lt.24 A - Alto

Paraíso - GOTelefone: (62) 3446 1180

E-mail: [email protected] Site: www.terraronca.com.br

 

Transchapada Ecotours Endereço: Rau dos Cristais nº 195 - ALto Paraíso - GO

Telefone: (62) 3446 1345

E-mail: [email protected] Site: www.transchapada.com.br

 

Travessia Endereço: Chapada dos Veadeiros - Goiás - Brasil Telefone: + 55

62 3446 1595

E-mail: [email protected] Site: www.travessia.tur.br

 

 

 

O que fazer:

 

 

Cavernas e gruta TERRA RONCA onde foi gravado a miniserie da globo GRANDES SERTOES

VEREDAS.

 

Saltos 1 e 2 "Cachoeira do Rio Preto" - Salto 1 (de 80 metros de queda) -

caminhada de aproximadamente (6km), dentro do Parque Nacional da Chapada dos

Veadeiros. Pode-se nadar no lago localizado na base da cachoeira. Salto 2

(de 120 metros de queda), sem locais para banhos, porém com mirante para

observação. Na volta, aproximadamente 6km, a subida exige um esforço maior.

Passeio indicado para pessoas com bom preparo físico.

são bem próximos um do outro. Nas nossas duas primeiras viagens, fomos aos

saltos e às Corredeiras num único passeio. Não recomendamos fazer isso,

exceto para quem tem de fato um bom preparo físico. Se esse não é o seu

caso, vá a cada um dos locais em dias diferentes.

 

Mirante dos Dois Saltos - Roteiro difícil compensado pela magnífica visão

das duas cachoeiras do Rio Preto.

Canyon 2 e Cariocas - Caminhada leve de aproximadamente 4km, atravessando

alguns riachos, a beleza das flores do cerrado chama a atenção. O Canyon 2 é

um estreitamento do Rio Preto que forma uma cachoeira belíssima. Por fim,

vale a pena ir até a Cachoeira das Cariocas onde é possível nadar.

 

Cachoeiras Almécegas - Almécegas 1 e 2, localizam-se na Fazenda São Bento.

Acesso por trilhas rústicas e têm piscinas naturais formadas pelas

cachoeiras. A entrada é pela Pousada São Bento. A caminhada é meio

puxadinha. Por isso, no meio do caminho, nossos amigos já estavam querendo

nos bater por tê-los feito andar tanto! Mas, quando chegamos, todos foram

unânimes: "- Vale a pena!" Provavelmente a mais bela cachoeira que já vimos

na vida! Dica: pela posição da cachoeira em relação ao sol, achamos que ela

fica mais bonita à tarde do que de manhã.

 

Cachoeira São Bento - Dentro da Fazenda São Bento, cachoeira com linda

piscina natural, onde são realizados campeonatos de pólo aquático.

juntinho da Pousada de mesmo nome, tem uma grande piscina natural. A

cachoeira não é tão interessante quanto outras, mas a vantagem é que você

consegue parar o carro bem pertinho - é o lugar onde menos se precisa andar

a pé. Boa opção para quem já veio cansado de outras caminhadas...

 

Vale da Lua - Acesso pela estrada que vai para São Jorge ( GO327), siga as

placas indicativas. Possui uma formação rochosa, que devido à erosão causada

pelo rio, traz um aspecto de paisagem lunar (dessas que vemos em filmes de

ficção científica), daí seu nome Vale da Lua. Além disso, suas rochas

cintilam em noites de Lua Cheia, um verdadeiro espetáculo. Depois da

caminhada pode-se tomar um delicioso caldo de cana.

Caminhada fácil de aproximadamente 20 minutos. um local realmente fascinante

e imperdível! Não só pela paisagem meio "extraterrestre" como também pelas

deliciosas piscinas naturais. A caminhada, desde o local onde se para o

carro, não é exatamente curtinha, mas também não chega a cansar ninguém.

A caminhada de 6 km começa em trecho de mata ciliar até São Miguel. Depois

a trilha alcança a margem do rio São Miguel. O Vale da Lua é um conjunto de

rochas acinzentadas esculpidas pelas águas. As crateras formadas ali parecem

lunares e o rio cria poços de água cristalina.

 

Morada do Sol: - Acesso pela estrada para Colinas do Sul, 46 km, local com

piscinas naturais e pequenas quedas d'agua.

outro local, além das Carioquinhas, que ainda não visitamos, mas que foi

recomendado pelos meus amigos.

 

Cachoeira da Água Fria: - Na Fazenda Água Fria na trilha para a mina de

cristal.

 

Cachoeira do Rio Cristal: - Acesso pela GO 118, para Teresina de Goiás, com

diversas cachoeiras e piscinas naturais.

 

Poço Encantado: - Aproximadamente 50 km pela GO 118, para Teresina de Goiás,

acesso fácil, com uma das maiores piscinas naturais da região, conta com

pequena infra-estrutura local para alimentação e banheiros.

 

Abismo - Cachoeiras grandes e pequenas com piscinas de hidromassagem. Linda

caminhada de aproximadamente 40 minutos a partir do discoporto com vista

panorâmica da Estrada de Colinas.

 

Raizama - Caminhadas de 15 minutos, possui bonitas cachoeiras. Oferece

também desafios para prática de rapel em seus paredões. Fica a

aproximadamente 3,5km de São Jorge pela GO-327. canyons impressionantes e

algumas piscinas naturais.

 

Cachoeira do Vale do Rio Macaco: - Complexo de cachoeiras e cânions. Trajeto

de aproximadamente 50 km e com veículo com tração nas 4 rodas, e depois uma

grande caminhada (trekking) em terreno íngrime. Também indicado para quem

quer praticar canyoning. Aconselhamos o acompanhamento de um guia

credenciado e bom preparo físico.

 

Cachoeira dos Couros (São Vicente): - Na Fazenda Boa Esperança, seqüência de

4 quedas no Rio Couros, também aconselhamos uso de veículo com tração nas 4

rodas, e guia credenciado, pois o acesso é difícil.

 

Parque Solarion: - Na estrada para o Moinho, no parque encontram-se as

cachoeiras dos Anjos e a dos Arcanjos, que formam piscinas naturais. O

acesso para as cachoeiras é feito em terreno rústico e acidentado, exigindo

preparo físico.

 

Águas Termais: - Piscinas naturais (com água a 38º), dentro da Fazenda Rio

Vermelho. Acesso pela estrada para Colinas do Sul, 52 km.

 

Jardim de Maytrea: - Vista do morro Peito de Moça, acesso pela estrada para

São Jorge, uma das mais belas vistas da região.

 

Morro da Baleia: - Formação rochosa em quartzito, em forma de baleia, daí o

nome. Acesso pela estrada para São Jorge, 20 km.

 

Corredeiras - você caminha um bocado, mas vale a pena, e como! As melhores

hidromassagens naturais que jamais experimentamos. Um local no qual vale a

pena ficar debaixo das águas e esquecer dos problemas...

 

Trekking Alto Paraíso-Moinho. Com um total de 15 km, a caminhada começa em

Alto Paraíso, passando pela nascente do rio São Bartolomeu, pelas cachoeiras

do Rio Cristal, um complexo com 6 pequenas cachoeiras de águas cristalinas,

cachoeira da Água Fria, (130m de altura) e mirante do Moinho.

descida ao vale do Moinho, chegando na fazenda da simpática D. Leonia,

 

Trekking MOINHO / MACACO - saída para a segunda parte do trekking, o trecho

Moinho-Macaco. No início temos uma subida de 400m da Serra Geral do Paranã,

de onde apresenta uma bela vista do vale do Moinho, Cachoeira da Água Fria e

todo o percurso feito no dia anterior. Lanche de trilha. Após 13 km de

caminhada, uma parada na cachoeira do Sertão Zen, com 150m queda, para

lanche e um refrescante banho, continuando a caminhada, uma grande descida

ao vale do rio Macaco. No final do dia, chegada no local onde o grupo ficará

acomodado. Jantar e pernoite.

 

Trekking CACHOEIRA DO MACACO/ ALTO PARAÍSO - Ao acordar no vale, após o café

da manhã, faremos uma caminhada de 5 km até o local onde o Rio Macaco começa

a sair da Chapada dos Veadeiros, formando um grande o complexo de

cachoeiras.

Visita a cachoeira da Escadaria, uma queda positiva de 30m em seguida a

Catedral com 50m de queda e uma enorme piscina com dois níveis. Retorno para

Alto Paraíso. Almoço no fim da tarde. Acomodação na pousada.

 

Tirolesa Vôo do Gavião: R$ 50,00. Passeio comprado localmente. saída para a fazenda São Bento a 9 km de Alto Paraíso.

O desafio consiste descer deslizando por dois cabos de aço

paralelos, tencionados entre a Serra Almécegas com 1265m de altitude e o

morro do Mirante da Fazenda São Bento com 1210m de altitude totalizando um

desnível de 55m. A Tirolesa recebeu o nome de "Vôo do Gavião" pela

quantidade de Gaviões Carcarás existentes na área. Tem 850m de comprimento -

está entre as maiores do Brasil. (mínimo de 4 pessoas)

Descidas controladas e monitoradas por membros da equipe Travessia Vertical,

guias treinados e capacitados, com o mais alto conceito de segurança,

seguindo as normas Brasileiras de Turismo de Aventura - ABNT. Mínimo, 04

pessoas.

 

Sites legais:

- http://www.infobrasilia.com.br/altoparaiso.htm

- http://www.portaldachapada.com.br/

- http://www.chapadadosveadeiros.com/

- http://altoparaisodegoias.blogspot.com/

- http://www.zone.com.br/destinoaventura/chapadadosveadeiros

- http://www.guiadachapada.com.br/

- http://www.chapada.com/

http://www.ecoviagem.com.br/fique-por-dentro/viajantes/equipe-ecoviagem/viagens-nacionais/chapada-dos-veadeiros-viagem-ao-coracao-do-brasil-6113.asp

http://www.encontrodeculturas.com.br/2008/saojorge.php

http://www.travessia.tur.br/pt/gc_online/nivel1.asp?nivel1_id=35&idioma=pt

Link para o comentário
  • Membros de Honra

Eita!!

Pronto, um guia completo sobre a Chapada de bandeja!! ::otemo::

Valeu, Vivi!

Só lembrando que para as cachoeiras mais próximas não é necessário agência de turismo nem guia. Para as trilhas do Parque Nacional é só chegar lá na portaria e esperar os grupos serem montados. O melhor horário é entre 8 e 10hs.

Inté!

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  • Silnei changed the title to Chapada dos Veadeiros

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  • Conteúdo Similar

    • Por Raf_rj
      4 Noites na Chapada dos Veadeiros - Alto Paraiso / São Jorge - Goiás
      >> Quinta 
      - Voo cedo SDU x BSB, chegada em Brasília 10h, retirada do carro alugado (hatch compacto) e partida para a Chapada - Chagada 13h30.
      - Vale da Lua. Local de fácil acesso e lotado de pessoas. 
      - Passagem pelo Jardim de Maytrea (Bela paisagem/Cartão postal da Chapada). É apenas um local para parar o carro na beira da estrada e aguardar o por do sol. Pessoas tiram fotos sentadas no teto do carro.
      - Check in na Pousada em Alto Paraíso no final da tarde.
      >> Sexta
      - Cataratas dos Couros - Distante 50km de Alto Paraiso - Trecho de estrada de terra com subidas difíceis para carro comum. Precisamos empurrar junto com outros grupos também com carros atolados.
      - Orientação de tracklog pelo Wikiloc.
      - Várias quedas, mirantes e ótimos pontos para tomar banho.
      - Circuito para um dia inteiro.
      >> Sábado
      - Parque Nacinal da Chapada dos Veadeiros - Saltos, Carrossel e Corredeiras ~14km com 420 de elevação.
      - Espetacular. Foi tão bom que voltei no dia seguinte para fazer outro circuito.
      >> Domingo
      - Parque Nacinal da Chapada dos Veadeiros - Circuito dos Canions (Canion 2 e Carioquinhas) ~ 11km com 200 de elevação.
      >> Segunda
      - Visita aos poços do Circuito Loquinhas. Entrada é cara e volume de água estava baixo em julho. Mas foi um programa rápido e adequado para o dia de retorno.
      - Retorno a Brasília e voo BSB x SDU a tarde.
      Atenção especial para o restaurante Zu's Bistro (risotos e massas).
      *   O período curto de 4 noites é pouco para conhecer o básico da Chapada dos Veadeiros.
      **  A hospedagem é cara em Alto Paraiso. Uma boa opção é entrar em contato direto com a pousada e reservar sem sites intermediários.
      *** Foi decidido não ir em Cavalcante, a Cachoeira Santa Barbara (queridinha da Chapada) estava fechada no período.
       
    • Por rafael.celeste
      A ideia inicial era fazer uma viagem apenas para o Jalapão. Após ver a diferença dos preços dos voos para Brasília e Palmas e também ver os atrativos das Serras Gerais e Chapada dos Veadeiros, decidimos ir por Brasília.
      Inicialmente iríamos em três pessoas, mas uma pessoa teve um imprevisto e fomos apenas eu e um amigo.
      Não queríamos contratar guias, então baixei os mapas do Tocantins e de Goiás no app Wikiloc, além de salvar várias trilhas das atrações que queríamos conhecer.
      Chegamos dia 20/11/20 em Brasília.
       
      O CARRO
      90% do material sobre o Jalapão que há na internet diz que um 4x4 é imprescindível para viajar pelo Jalapão. Acontece que alugar um 4x4 é caro e difícil, pois muitas locadoras não tem esse tipo de veículo. Li que na época das chuvas as estradas ficam melhores pois a areia fica mais compacta. Sendo assim, decidimos arriscar e ir com um SUV 4x2. Pegamos uma Duster automática e ela foi excelente. Para enfrentar a areia, é mais importante que o carro seja alto do que potente ou 4x4. Se as rodas não tocarem o chão, nada disso importa.
      O aluguel do carro foi na Unidas, mas feito através do serviço de concierge do mastercard (valeu, nubank). Conseguiram o melhor preço de todos e fechamos com eles. Dito isso, recomendo cautela com a Unidas. A reserva com eles parece não servir de nada. Cheguei na locadora e não havia nenhum SUV disponível, mesmo eu tendo feito a reserva com mais de um mês de antecedência. Chegaram a me oferecer um Uno. E eu não era o único nessa situação. Claramente um descaso.
      Depois de horas de espera, algum cliente devolveu a Duster que pegamos e pudemos seguir viagem.
       
      De forma resumida, o roteiro foi o seguinte: 

      Roteiro executado
       

      Trajeto de carro

       
      Dia 1: Brasília - Alto Paraíso de Goiás
      Perdemos tempo em Brasília esperando o carro da Unidas. Almoçamos no Coco Bambu do Park Shopping: camarão para duas pessoas por 50 reais. Comida excelente e bem servida, foi nosso jantar também.
      Pegando o carro, passamos num supermercado pra comprar água e algumas comidas. Depois fomos para Alto Paraíso, estrada boa até lá.
      Ficamos na pousada Espaço Naves Lunazen. Lugar bonito e bom café da manhã, mas o quarto estava um pouco sujo. Pode ser porque há muito tempo não recebiam hóspedes.
      Em Alto Paraíso gostamos do ambiente da Área 51.
      Gastos
      Aluguel do carro            R$990,00
      Pousada Espaço Naves Lunazen    R$230,00
      Almoço no Coco Bambu         R$85,27
          Supermercado             R$102,85
          Uber p/ o shopping:              R$30,00
          Área 51                  R$19,90   
       
      Dia 2: Alto Paraíso de Goiás - Aurora do Tocantins
      O planejamento era fazer a trilha do Mirante da Janela e o Vale da Lua, depois seguir para Aurora.
       

      Cachoeira do Abismo

      Mirante da Janela
      Gastamos menos de 3h para ir e voltar na trilha do Mirante, que ainda tem a Cachoeira do Abismo no meio do caminho. A queda d'água das cachoeiras era impressionante. Almoçamos no Restaurante Sabor do Cerrado e nesse momento pegamos chuva. Fomos até o Vale da Lua, mas não nos deixaram entrar por conta de ter chovido. O plano B foi seguir pra Aurora mas parando no Poço Encantado no meio do caminho. Lá pode-se tomar banho e a queda d'água era considerável. Seguimos pra Aurora, novamente em boa estrada.
       

      Poço Encantado
      Em Aurora eu havia reservado um quarto na Pousada 21 (falei com a Fernanda pelo WhatsApp). Na cidade de Aurora só vimos igrejas e um mercadinho abertos, nenhuma opção para jantar. A pousada fica perto do Rio Azuis e por sorte também tem um restaurante com o mesmo nome. Chegamos lá por volta das 21h e comemos muito bem. Por lá, não tínhamos sinal de celular e o wifi funcionava só às vezes. A pousada era simples mas boa.
          Gastos
      Pousada 21                R$160,00
          Almoço                 R$17,50
          Entrada no Poço Encantado         R$60,00
          Combustível                 R$65,00
          Jantar no Restaurante 21         R$45,00
         
         
       
      Dia 3: Aurora do Tocantins - Dianópolis
      Pela manhã visitamos o Rio Azuis. Mesmo com a chuva durante a noite, a água estava cristalina. Da pousada até o rio são menos de 5 min a pé. Vale a pena chegar bem cedo, pois o lugar lota. O ponto ideal para banho fica dentro do Restaurante e Pousada Recanto dos Azuis. 
       

       

      Rio Azuis
      A ideia era conhecer a Praia do Pequizeiro em Aurora. Apesar de ter o caminho salvo no wikiloc, disseram que era necessário um guia para que a estrada até lá fosse liberada, por ficar numa propriedade privada. O local também não tem nenhuma infra estrutura. Acabamos indo pra Praia do Puçá, onde havia almoço e quiosques. O lugar é bem agradável, mas acredito que a Praia do Pequizeiro seja mais bonita.

       

      Praia do Puçá
      Ainda passamos pelas cachoeiras do Escorrega do Betim.  Boa parada no caminho pra Dianópolis, com alguma estrutura de comidas e bebidas, além das cachoeiras.

      Escorrega do Betim
      Finalmente seguimos pra Dianópolis. Estradas boas até lá. Ficamos no Mosaico Hotel, que foi ok. De lá dá pra ir a pé até o restaurante La Boca, que tem muitas opções no cardápio e boa comida.
          Gastos
          Moisaco Hotel             R$135,00
          Entrada no Recanto dos Azuis    R$30,00
          Combustível                 R$239,00   
          Entrada no Escorrega do Betim     R$30,00
          Restaurante La Boca            R$62,00   
         

       
      Dia 4: Dianópolis a Mateiros
      Acordamos e fomos para Lagoa da Serra. Dirigi por cerca de 30 minutos, em boa estrada de asfalto, até Rio da Conceição, cidade mais próxima da Lagoa da Serra. A ideia inicial era dormir em Rio da Conceição, mas não achei acomodação lá pela internet. É uma cidade bem pequena. A estrada pra Lagoa da Serra é de terra, com alguns trechos de areia. Com cuidado, qualquer carro passa. Na Lagoa da Serra é possível acampar, além de ter aluguel de stand up paddle. Vendem bebidas, mas não há comidas.
      Gostamos muito da Lagoa.
       

       

      Lagoa da Serra

       
      Voltamos à Dianópolis e almoçamos no Restaurante Bom Sabor. Self service por quilo com churrasco, muito bom.
      Depois do almoço, calibrei os pneus para 22 libras e seguimos rumo a Mateiros. Os primeiros 60 km de estrada são asfaltados. Nos últimos metros de asfalto, depois de uma fazenda, pegamos uma estrada de terra pra conhecer a Fortaleza dos Guardiões. Seguimos esse tracklog, mas é uma estrada sem grandes dificuldades. Dá pra enxergar o trajeto pela vista de satélite do Google Maps também. Na prática, chega-se à beira dos paredões de pedra que possuem essas 'torres' de pedra que são visíveis até da Lagoa da Serra. Estávamos com um pouco de pressa pra não pegar estrada com chuva ou a noite e não fomos até o fim da trilha, mas foi uma visita interessante. 

      Fortaleza dos Guardiões
      Voltamos pra estrada até Mateiros, agora sem asfalto. A estrada segue por uma via larga, de terra, com algumas poças d'água bem grandes. Os únicos veículos vistos eram os das fazendas de soja por ali. Passamos pela Vila Panambi (esse trecho da estrada é na Bahia), onde há a última mecânica antes do Jalapão e algumas pessoas deixam pra calibrar os pneus ali. Pouco depois a estrada piora. Longos trechos de areia, mas que pareciam ter sido recentemente melhorados por escavadeiras.
      O ponto de acesso à estrada pra Mateiros é bem importante e lá fizemos um grande erro. De repente havia uma cerca atravessando a estrada. Tentei um desvio pela esquerda, encontramos a cerca de novo. Pela direita conseguimos contornar a cerca e vimos até uma placa pra Mateiros. Tudo certo, seguimos em frente.
      Eu já havia lido que a estrada de acesso à Mateiros era péssima. Horrível. Os piores adjetivos possíveis. Chegamos então ao acesso da TO-247, que era o caminho que o Google Maps e os trajetos do wikiloc indicavam. Não havia placa e mais parecia o caminho da água da chuva. A estrada de terra onde estávamos era larga e plana. O Google mandava, a 'estrada' estava lá, entrei por aquele caminho. Claramente nenhum carro havia passado por ali nos últimos dias ou meses. O mato tomava conta da estrada e havia o risco real de uma das rodas ficar presa nos buracos da estrada. Era tão ruim quanto disseram e por isso parecia infelizmente ser o caminho certo. Conseguimos sair dali e chegar até Mateiros. Conversando com o pessoal de Mateiros, soubemos que ninguém passa por ali mais e nunca devíamos ter pego aquele acesso à TO-247. Era só ter continuado na estrada ‘boa’ onde estávamos.

      Trajeto no acesso à Mateiros. Fiz o caminho verde, o caminho bom é o azul
      Em Mateiros ficamos na Pousada Mãe e Filhas e jantamos espetinhos no animado MPA Tavares.
      A cidade é bem simples. 
      Gastos
      Pousada Mãe e Filhas            R$150,00
      Entrada + Stand up na Lagoa da Serra    R$50,00
      Almoço no Restaurante Bom Sabor        R$52,00
      Combustível                    R$260,65
      Espetinhos no MPA Tavares            R$61,00


       
      Dia 5: Mateiros
      Na pousada comentei da minha intenção de almoçar no Fervedouro do Rio do Sono e fomos alertados que precisaríamos reservar o almoço. A moça da pousada entrou em contato e fez a reserva pra nós.
      O primeiro fervedouro do dia foi o do Ceiça. Visitação em grupos de 6 pessoas, 20 min por grupo. Se não houver mais gente, esses 20 min se tornam tempo livre. Isso é padrão nos fervedouros, só muda o número de pessoas por vez, de acordo com o tamanho do fervedouro.
      O fervedouro é bonito, dá pra ver bem a água 'fervendo' e permite boa flutuação. Gostei bastante. Vale a pena chegar cedo pra fugir das agências de turismo, que chegam com bastante gente e acabam fazendo o tempo de espera ser grande. Vimos até uma agência chegar e desistir da visita, pois teriam que esperar demais pra que todos visitassem o lugar.

      Fervedouro do Ceiça
      Seguimos pra Cachoeira do Formiga. Lugar maravilhoso e por ser maior, não é tão ruim se houver bastante gente por lá.
      Depois fomos pro Fervedouro do Rio do Sono, onde tivemos o almoço com comida à vontade que reservamos. Comida boa, wifi e depois que as agências foram embora, o fervedouro vazio pra nós.

      Cachoeira do Prata
      Ali perto, na mesma estrada, seguimos pro Fervedouro do Buriti. Pra mim o mais bonito que visitamos. Água azul e muitos peixinhos na água. Se você 'desmanchar' um buriti, os peixinhos se aproximam pra comer. Boa estratégia pra eles pararem de dar mordidinhas no seu pé também.

       

      Fervedouro do Buriti

      Peixes comendo buriti
      De lá, seguimos pras dunas. Passamos novamente por Mateiros e a estrada tinha MUITAS costelas de vaca. São as ondinhas que ficam na estrada. Parecem inofensivas mas incomodam bastante.

       

      Dunas do Jalapão
      Por tudo que havíamos lido, não entraríamos no trecho de areia do acesso às dunas por não ter um carro 4x4. Estávamos preparados pra fazer essa parte a pé ou pegar uma carona. Acabaram nos deixando entrar de carro, disseram que a areia estava compactada e a Duster era alta o suficiente.
      As dunas ficam na área do Parque Estadual do Jalapão e não há cobrança para visitação. Entretanto, estão com a obrigação de ser acompanhado por um guia para entrar. Eles ficam na entrada esperando os turistas e cobram 150 reais por grupo. Achei caríssimo mas tivemos que pagar. Lá dentro, o guia pouco faz. Há um curto trajeto de carro e outro trajeto curtíssimo a pé. Sua maior função é cuidar para que os turistas não invadam uma parte das dunas que pode desmoronar.
      Na janta, pedimos um delivery do Malibu Burguer. Bom hambúrguer.
          Gastos
          Pousada Mãe e Filhas             R$150,00
          Entrada no Fervedouro do Ceiça        R$40,00
      Entrada na Cachoeira do Formiga         R$50,00
      Entrada no Fervedouro do Rio do Sono    R$40,00
      Almoço no Fervedouro do Rio do Sono    R$88,00
      Entrada no Fervedouro do Buriti        R$40,00   
      Guia pras Dunas                R$150,00
      Malibu Burguer                R$41,00
       
             
       
      Dia 6: Mateiros a São Félix do Tocantins
      Antes de sair de Mateiros, passamos na loja Sempre Viva, onde compramos lembranças de boa qualidade. Seguimos para o Fervedouro Encontro das Águas. A estrada de acesso possui alguns pontos de areia alta, acho que pode ser uma dificuldade pra veículos mais baixos. Como havia gente no fervedouro quando chegamos, aproveitamos o tempo de espera pra dar um mergulho no encontro dos rios ali perto, que é o que dá nome ao fervedouro. O Encontro das Águas é o fervedouro com mais flutuação entre os que visitamos, com águas bem rasas e cristalinas, mas não tem muito o visual da água ‘fervendo’.

      O Encontro das Águas

      Fervedouro do Encontro das Águas
      Em seguida fomos para o Fervedouro do Buritizinho. O acesso é bem fácil, fica a cerca de 300 metros da estrada que liga Mateiros a São Félix. O fervedouro é muito bonito, mas por ser mais profundo, não dá pra sentir muito a flutuação. Junto com o Fervedouro do Buriti, é um dos mais azuis que fomos. Além do fervedouro há um rio onde pode-se mergulhar e usar um balanço pra pular na água. Dali fomos a pé até o Restaurante e Camping Rota 110, que oferece almoço sem reserva, além de ter uma boa estrutura de camping, com redes, banheiros, uma pequena vendinha e wifi.

      Fervedouro do Buritizinho
      Depois seguimos para São Félix, que é ainda menor do que Mateiros. Ficamos na Pousada Encantos do Jalapão. Boa pousada, mas em São Félix acho que vale a pena procurar ficar na Pousada Bela Vista, pelo diferencial de ter o fervedouro dentro dela.
      Durante a noite não encontramos muitas opções para comer, mas o espetinho na praça nos satisfez.
          Gastos
          Pousada Encantos do Jalapão        R$180,00
      Combustível                    R$115,00
          Entrada no Fervedouro do Buritizinho    R$40,00
          Almoço no Restaurante Rota 110         R$95,00
          Espetinhos                    R$34,50

       
      DIA 7 - São Félix do Tocantins - Ponte Alta do Tocantins
       
      De manhã fomos aos fervedouros Bela Vista e Alecrim. São os maiores que visitamos. O do Bela Vista conta com uma torre ao lado do fervedouro, que permite tirar fotos do alto. Não sei se foi pelo tempo nublado, mas não achei nenhum dos dois fervedouros muito bonitos, apesar de grandes.

      Fervedouro Bela Vista

      Fervedouro do Alecrim
      Saindo do Alecrim, fomos almoçar em São Félix. Chegamos 12:05 no Restaurante e Petisco Bom Sabor, que disse que já não servia mais almoço naquele dia, só funcionou até meio dia. Nos recomendou ir ao Restaurante Dunas, que já estava guardando as panelas quando chegamos. A dona, simpática, nos serviu almoço mesmo assim. 35 reais por pessoa, comida caseira e boa conversa. Ela nos explicou que entre 12h e 14h a cidade toda fecha porque as pessoas dormem depois do almoço. De lá seguimos viagem pra Ponte Alta.
      Resolvemos pegar a Estrada da Taboca pra chegar até Ponte Alta. É uma espécie de atalho, mas sem sinalização e em condições não muito boas (pegamos alguns trechos com areia bem alta, por sorte eram descida no sentido em que fomos). Seguimos o caminho no wikiloc, passando pelo Restaurante da Dona Irani, onde conhecemos o Dindim, um veado filhote que vive por lá. Dona Irani serve almoço, vende bebidas e tem wifi (!). 

      Dindim
      A próxima parada foi no Cânion Sussuapara. Não achei nada imperdível, eu não desviaria meu roteiro pra passar por ali.
      Ao meu ver, o ideal seria dormir em Pindorama do Tocantins nesse dia, mas Pindorama é uma cidade bem pequena e não consegui encontrar acomodação por lá.

       

      Cânion Sussuapara
       
      Ponte Alta é uma cidade bem maior que Mateiros e São Félix, com maior oferta de comércio e restaurantes. Recomendo o Restaurante Tamboril. Ficamos na Pousada Bicudo, com boa estrutura e bom café da manhã.
          Gastos
          Pousada Bicudo            R$160,00
          Entrada no Fervedouro Bela Vista     R$50,00   
          Entrada no Fervedouro do Alecrim    R$40,00
          Almoço no Restaurante Dunas    R$90,00
          Entrada no Cânion Sussuapara    R$40,00
          Jantar no Restaurante Tamboril    R$48,00
         
       
      Dia 8: Ponte Alta
       
      De manhã, fomos pra Lagoa do Japonês. Há asfalto apenas entre Ponte Alta e Pindorama. O acesso pra Lagoa do Japonês tem uma parte de ‘serra’ bem ruim e que exige cuidado, mas qualquer carro passa. Na Lagoa do Japonês eu recomendo o aluguel de sapatilhas de mergulho por dois motivos: as pedras da lagoa são bem pontiagudas e há muitos peixinhos que ficam beliscando a pele do seu pé o tempo todo. O aluguel é logo na entrada e 10 reais é um preço ok pra evitar esses dois incômodos (pelos quais eu passei). Servem almoço por preços razoáveis lá também. No meio do caminho existem alguns restaurantes e almoçamos no Restaurante da Dona Minervina, por recomendação de amigos que fizemos no caminho.

       

      Lagoa do Japonês
      Na volta para Ponte Alta, pegamos a entrada pra Pedra Furada. O tempo nublado não deixou que pegássemos o por do sol na Pedra Furada, tornando a visita por lá bem rápida. Pagamos pelo roteiro ‘completo’, que inclui a visitação no topo de um morro chamado de Talhado das Araras. O Talhado fica há uns 2 ou 3 quilômetros do estacionamento da Pedra e o dono da propriedade vai como guia. Não é algo imperdível mas foi uma boa forma de preencher a tarde que estava livre. Acredito que gastamos mais de 1 hora no Talhado. Retornamos pra Ponte Alta, comi um pastel e visitei uma boa loja de capim dourado no centro.

      Pedra Furada

      Talhado das Araras
          Gastos   
          Pousada Bicudo                        R$160,00
          Combustível                             R$137,00
          Entrada na Lagoa do Japonês                R$60,00
          Almoço no Restaurante da Dona Minervina             R$70,00
          Entrada na Pedra Furada e no Talhado das Araras        R$60,00
       
         
       
      Dia 9: Ponte Alta a Alto Paraíso
      O planejamento do dia era acordar cedo pra passar no Arco do Sol e no Cânion Encantado, seguindo pra Chapada dos Veadeiros depois. Na Pedra Furada fomos informados da necessidade de guia pra conhecer o Cânion Encantado. Checamos no site deles e parece ser esse o caso. Teríamos que encontrar um guia em Ponte Alta que tivesse meio de locomoção próprio, pois não retornaríamos pra cidade depois da visita. Pela logística e pelo custo (e por achar que a obrigatoriedade do guia era desnecessária), optamos por não passar no Cânion Encantado, apesar de ser um lugar que eu queria conhecer. 
      Dessa forma, seguimos caminho pra Chapada dos Veadeiros passando por Chapada da Natividade e Conceição do Tocantins. Não escapamos de pegar alguns quilômetros de estrada de terra depois de Pindorama, mas depois disso as estradas eram boas. Almoçamos na Churrascaria Ribeiro e tivemos uma viagem tranquila até Alto Paraíso.
      Dessa vez, ficamos no Hostel Catavento. Boa recepção e quarto limpo. Jantamos um risoto no excelente Zu's Bistrô.
      Gastos   
          Hostel Catavento                     R$162,00
          Combustível                         R$221,00
          Almoço na Churrascaria Ribeiro            R$50,00
          Janta no Zu’s Bistrô                     R$93,00


       
      Dia 10: Alto Paraíso
      Com o tempo aberto, fomos pro Vale da Lua. Incrível. Imperdível. Tem uma prainha no final onde você pode passar um bom tempo se quiser. Era um dos pontos que eu mais queria conhecer e foi além das expectativas.

       

      Vale da Lua
      Em São Jorge almoçamos no Restaurante Buritis. Tem cardápio a la carte mas o diferencial é o macarrão no estilo Spoleto, montado por um simpático cozinheiro. Por 23,90 você pode até repetir. Nos demoramos no almoço e isso atrapalhou o planejamento da tarde. A maioria das cachoeiras não permite acesso depois das 15h. Acabamos na Cachoeira dos Cristais, que eu achei pouco interessante. 
      Em Alto Paraíso comemos na Vendinha 1961, bom ambiente e boa comida.
          Gastos
          Hostel Catavento            R$162,00
          Entrada no Vale da Lua        R$40,00
          Almoço no Restaurante Buritis    R$56,00
          Combustível                 R$80,00
          Entrada na Cachoeira dos Cristais    R$40,00
          Janta na Vendinha 1961         R$59,10

       
      Dia 11: Alto Paraíso a Brasília
      De manhã fomos até a Catarata dos Couros. Seguimos um trajeto no Wikiloc mas dá pra seguir só pelo Google Maps. São alguns quilômetros em estrada de terra até chegar no estacionamento, depois uma trilha de cerca de 4km. Antes de chegar nas quedas principais, há a Cachoeira da Muralha. Recomendo fazer a trilha até o mirante final e só depois parar pra tirar fotos. Conforme você avança na trilha, vai pegando vistas cada vez melhores. Depois de chegar até o final, você pode escolher melhor onde parar. Pra chegar ao mirante, segui esse tracklog.

      Cachoeira da Muralha

       

       

      As várias (e enormes) quedas da Catarata dos Couros
       
      A Catarata dos Couros superou muito as minhas expectativas. As quedas são enormes e nessa época do ano o volume de água era bem impressionante.
      As pessoas costumam pular das pedras, mas como eu não sabia o local exato onde isso é feito, não me arrisquei.
      O estacionamento da Cachoeira não cobra nada, mas pedem uma contribuição. Na chegada, você pode pedir pra reservar o almoço num restaurante ali perto. Vendem sucos e refrigerantes também. Deixamos pra comer em algum restaurante na estrada mas só encontramos um lugar que vendia pastel muitos quilômetros a frente.
      Saindo da Catarata dos Couros, seguimos pra Brasília. 
      Dormimos na casa de amigos, limpamos e devolvemos o carro.
      Fim de viagem.
       
          Gastos
       
          Bebidas e contribuição no estacionamento da Catarata dos Couros    R$20,00
          Almoço na estrada                                R$21,00
          Limpeza do carro                                R$45,00
          Combustível                                    R$153,77   
         
         
       
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
       
      ROTEIRO
      O trajeto foi desenhado pra evitar a estrada entre Ponte Alta e Mateiros, pois li em vários relatos que era o pior trecho do Jalapão. De fato, pra quem eu perguntei sobre essa estrada por lá, disseram que estava bem ruim e que eu teria dificuldade pra passar lá de Duster. Também disseram que é mais fácil passar no sentido de Ponte Alta a Mateiros, pois pega mais descidas.
      Na Chapada dos Veadeiros, dormimos sempre em Alto Paraíso, mas acredito que seria melhor dormir em São Jorge. É uma vila simpática e fica mais perto da maioria das atrações da Chapada. 
      Vou deixar aqui a foto de um mapa com as principais atrações da região. Achei bem útil.


       
      FERVOUROS DO JALAPÃO
      No total visitamos 7 fervedouros. Acho que foi um exagero, os últimos fervedouros já não encantavam mais. Eu diria que visitar três fervedouros é suficiente. O do Ceiça é bonito e tem boa flutuação, o do Buriti é lindo e o do Encontro das Águas é o que tem mais flutuação entre todos. 
      Os fervedouros de São Félix são os maiores do Jalapão, mas não achei tão bonitos nem imperdíveis.
       
      ESTRADAS
      Foram muito boas fora do Jalapão. Lá dentro, muita areia,  costela de vaca e trepidação no carro. 
      Tivemos muita sorte com as condições das estradas. Choveu alguns dias antes de irmos e enquanto estávamos lá, o tempo ficou aberto. Uma chuva poderia complicar bastante o trajeto de Dianópolis até Mateiros, deixando a estrada bem lisa. Em relação à areia, os piores trechos foram no acesso às dunas, ao Fervedouro do Encontro das Águas, à Pedra Furada e na Estrada da Taboca. Em nenhum momento o carro chegou perto de atolar, mas era um pouco mais difícil manter o controle e eu tentei nunca perder o embalo nesses momentos. Também deixava o carro numa marcha mais baixa pra manter o giro do motor sempre alto. 
       
      NECESSIDADE DE CARRO 4X4
      Como dito, não tive problemas em enfrentar o Jalapão num 4x2, mas faço ressalvas pra quem pensa em fazer o mesmo. Tive que adequar o roteiro e contar com o bom tempo, mesmo em época de chuvas. Lá dentro, só via carros maiores circulando, como L200 e Hilux. A Duster foi o modelo ideal por ser um carro alto e o câmbio automático foi bem conveniente. Voltando do Talhado das Araras ouvimos um cara dizendo que não quis arriscar passar por aquele trecho com um Renegade, por ser mais baixo. Então acredito que a Duster seja preferível em relação ao Renegade e também aos outros SUVs disponíveis nas locadoras.
      Acho melhor ir com carro alugado do que usar o carro próprio. As ondulações na estrada são realmente muitas e podem acabar causando algum dano mais sério no seu carro. Melhor alugar e ir mais tranquilo.
       
      GASTOS
      Anotei em cada dia todos os gastos que tivemos, só não incluí as lembranças que compramos. Todos os gastos são para duas pessoas. De fato no Jalapão só aceitam dinheiro na grande maioria dos lugares. 
      Os almoços dentro do Jalapão foram todos por pessoa, com comida à vontade. O preço por pessoa varia entre R$35 e R$40.
      A divisão dos gastos ficou assim:
      Acomodação
      R$ 1.649,00
      Combustível
      R$ 1.271,42
      Alimentação
      R$ 1.211,12
      Carro
      R$ 1.035,00
      Atrações
      R$ 860,00
      Uber
      R$ 30,00
      Total
      R$ 6.056,54
       
      Um preço final de cerca de R$3000,00 por pessoa, por uma viagem de 12 dias. Dá pra gastar menos economizando na alimentação, hospedagem e colocando mais pessoas no carro. 
       
      Caso necessário, podem entrar em contato comigo pelo @celeste.rafael no Instagram.



       
       

       
       
       
    • Por Ianasrc
      Quem gostaria de ir ?
    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Mônica Ferreira Lima
      Pessoal, nunca vi tanta caverna num lugar só, de tudo qto é jeito! Com muita aventura: salões, rios subterrâneos... A hospedagem é num vilarejo super simples, em ruas ainda de terra, mas com uma comidinha caseira deliciosa! Pra contrabalançar, tinha um boia-cross super relaxante. Imperdível!



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