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  • Membros

Bom...

 

Já estive em Veadeiros duas vezes... uma em janeiro e outra em agosto... e podem acreditar, ir ou não na época das chuvas faz TODA A DIFERENÇA!!

 

Ir para lá em janeiro foi legal, mas perdemos alguns dias de passeio por causa de dias de chuva sem parar. Outro ponto é que alguns passeios ficaram prejudicados. O Rio Preto (passeio dentro do Parque) estava absurdamente cheio, perigoso mesmo! Então além de não entrarmos na água, não pudemos chegar nem perto do canion 2. Também não conseguimos ir no Vale da Lua (lá o perigo de trombas d´água é real e já fez vítimas fatais). A Santa Bárbara estava com a água bem barrenta (bonita, mas seu maior atrativo é a cor azul da água).

 

Quando voltei para lá em agosto, fiquei realmente espantada de ver como tudo muda. Parecia que eu estava em outro lugar!

 

Então, para quem vai para lá agora, desejo sorte, porque a chuva por lá faz toda a diferença.

 

Para quem espera ir para curtir alguma balada, acho que o melhor lugar é São Jorge (especialmente o Raizama).

 

Agora, li que perguntaram no tópico sobre ir para lá sem carro. Minha opinião é de que não é impossível, mas vai limitar bastante os passeios. Quem vai sem carro tem que ficar nos passeios mais próximos à rodovia e à cidade. Tem várias opções, mas os lugares de fácil acesso são, claro, os mais movimentados (e, na maior parte das vezes, mais muvucados).

 

Mas se a intenção de quem vai agora é curtir lugares mais agitados, então ir sem carro vai atingir o objetivo. Agora, se a intenção é conhecer uma Veadeiros menos 'comercial', um carro é fundamental.

 

Bjs

 

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  • Membros

Entre os dias 6 e 13 de dezembro de 2009, estive viajando na chapada dos veadeiros, em Goiás.

Sempre me utilizo das experiências de viagens dos viajantes deste fórum. Desta forma, mais uma vez posto aqui a experiência de mais uma viagem.

De início, eu pretendia tomar um ônibus de Brasília para são Jorge e tentar fazer os principais passeios através de agências de turismo locais. Através de pesquisas verifiquei que ficaria inviável. Tentei então fechar um pacote completo com uma das agências de alto Paraíso ou Cavalcante. Também não deu certo, pois eu estava sozinho e precisavam de pelo menos mais uma pessoa para fechar o pacote. Ocorre que a época é de baixa temporada, o que apesar de ter algumas vantagens, como pousadas mais baratas e lugares mais vazios, houve a desvantagem de não conseguir fechar um pacote que fosse viável.

 

1- Vamos aos detalhes:

- As cachoeiras são longe, quer seja de São Jorge, quer seja de Cavalcante ou de Alto Paraíso. Poucas cachoeiras você consegue fazer a pé a partir dessas cidades. Portanto, um veiculo é indispensável. Ou você contrata os passeios através de alguma agência local ou vai de veículo particular. Um veículo pequeno chega aos principais atrativos. As estradas de terra são ruins, mas são transitáveis.

-A época é de chuvas. Portanto, deve-se ir preparado para tomar banho de chuva em alguma hora do passeio. Eu dei sorte. Peguei tem pó nublado quase todos os dias, mas em apenas dois dias choveu mesmo e mesmo assim foi apenas na parte da tarde. Não chegou a estragar o passeio.

-Além do tênis, levem uma sandália tipo papete. Vai ser muito útil nas travessias dos rios, evitando molhar o tênis. Também pode ser utilizada para entrar nos rios que tiverem muitas pedras.

- Diária dos guias: em Cavalcante e São Jorge, R$60,00. Em Alto Paraíso, R$ 80,00. São negociáveis, especialmente se tiver poucas pessoas. A partir da sétima pessoa, cobram um valor adicional. Em Cavalcante fechei 3 diárias por R$ 140,00. Em Alto Paraíso paguei R$ 60,00. Em São Jorge, paguei R$ 50,00.

 

2- Roteiro

 

Como dito, não fechei um pacote com nenhuma agência. Os preços estavam impraticáveis. Preferi ter o custo do aluguel de um veículo em Brasília, ainda no aeroporto. Aluguei um celta mil, com ar, ao custo de R$ 550,00 por uma semana. Foi a melhor coisa que fiz, pois tive toda a liberdade para ir para onde eu quis e quando eu quis.

 

- 06/12: Brasília – Cavalcante

Ao chegar em Brasília, peguei o carro alugado, previamente reservado, e segui para Cavalcante. A viagem é bem tranqüila, apesar da estrada não estar muito boa, especialmente num trecho de estrada do DF. Muita chuva neste dia. No começo da tarde cheguei a Cavalcante. Seguindo indicações do fórum, fiquei hospedado na POUSADA MORRO ENCANTADO (http://www.pousadamorroencantado.com.br – F: 62-3494-1079), ao custo individual de R$ 50,00. A pousada foi uma agradável surpresa. Um ótimo custo benefício. Além de ter boas instalações ainda oferece, gratuitamente, internet WI FI. Portanto, podem levar os notebooks. A pousada também possui um bom restaurante, a preços razoáveis, com pratos custando em média R$ 12,00.

Seguindo indicação de Weverson (http://www.namuchila.com) contratei o guia ZÉ PEDRÃO ([email protected] – f: 62-96587367). Ótimo guia. Recomendo bastante. Bastante responsável e conhecedor da região. Em épocas de alta temporada é bom reservar com ele antecipadamente, pois é bastante solicitado.

 

07/12 – Cavalcante - Cachoeira Santa Bárbara e da Capivara.

Certamente a Santa bárbara tem as águas mais transparentes de toda a chapada. Linda. Para chegar nela, foi preciso percorrer de carro cerca de 26 km de estrada de terra até o Engenho II dos Kalungas (remanescentes dos quilombos). Paga-se R$ 10,00 para ter acesso as cachoeiras. Para quem estiver de caminhonete ou alguma carro bem alto, consegue-se chegar até bem próximo da cachoeira Santa Bárbara. Como eu estava de celta, tive que deixar o carro a uns 4 km da cachoeira. A caminhada é bem tranqüila. Bem leve.

Voltando à sede do Engenho II, pega-se uma outra estrada para chegar a cachoeira da capivara. O carro chega bem perto do início da trilha, que por sinal, é relativamente curta. A vista dessa cachoeira é linda. Não tem águas claras como a santa bárbara, mas vale muito pelo visual.

Na volta do passeio ainda paramos para ver a cachoeira Ave Maria. Fica na estrada de acesso ao engenho. Não deixem de parar, pois a vista é linda. A queda é enorme. Vale muitas fotos.

 

08/12 – Cachoeiras do rio da Prata.

Se o dia anterior já tinha sido lindo, neste dia as expectativas se superaram.

Para chegar ao início da trilha, antes foi necessário trilhar 63 km de estrada de terra. Foi sofrido chegar lá, mas valeu a pena. Para ter acesso às cachoeiras, paga-se entrada no valor de R$ 5,00.

O objetivo era chegar a uma das últimas cachoeiras do rio da prata, chamada de rei da prata. A trilha é de 7 km, passando por matas e atravessando rios. É uma boa caminhada, que é recompensada ao final com uma cachoeira maravilhosa. Na volta conhecemos várias outras quedas que ficam logo no início da trilha, que por sinal não ficam para trás, são igualmente lindas.

Valeu muito o passeio.

 

09/12- Cavalcante – Ponte de Pedra e fazenda Veredas

 

Minha intenção inicial era ficar só 2 dias em Cavalcante. No entanto, gostei tanto dos lugares que resolvi ficar mais um dia e conhecer mais atrativos da região. Desta forma, resolvi conhecer a famosa ponte de pedras e as cachoeiras da fazenda veredas em apenas um dia. Foi um dia muito puxado, mas valeu a pena.

Primeiramente nos dirigimos à fazenda Renascer, onde fica a Ponte de Pedra. Até o início da trilha, percorre-se cerca de 12 km de carro. Preço: R$ 5,00. Após pagar o ingresso, pega-se uma estradinha de 2 km dentro da fazenda até o início da trilha. A estrada é péssima. Se fosse meu carro, jamais poria nessa estrada. Teve trechos que o carro quase não passou. Foi preciso forçar a barra para conseguir passar. Mas no final deu tudo certo.

O detalhe do passeio é a companhia de 3 cachorros da fazenda, que nos seguiram durante todo o percurso.

Apesar de não ser tão longo (cerca de 3 km de trilha), este foi o passeio mais cansativo de Cavalcante. O problema é que para chegar na ponte de pedra, sobe-se muito. A caminhada foi puxada. Mas, no final, o visual compensou. Valeu cada passo dado. O lugar é muito lindo. Vale muito a pena.

Da ponte de pedra fomos para a fazenda Veredas, que fica um pouco antes , na mesma estrada, cerca de 6 km de Cavalcante. É um lugar mais tranqüilo. As pessoas costumam fazer este passeio sem guia, mas não é recomendável, especialmente na época de chuvas. São várias cachoeiras e o volume de água é imenso. Para chegar em algumas quedas é preciso passar por dentro de rios com correnteza. Nesta hora um guia é essencial. Inclusive, na passagem por um dos rios, escorreguei e se não fosse o guia teria ido rio abaixo. A sorte é que ele estava segurando minha mão, ajudando na passagem. Portanto, não dispense o guia.

 

10/12 – Cavalcante – Alto Paraíso – Cataratas do rio dos Couros

 

Pela manhã, logo cedo, despedi-me de Cavalcante. Peguei estrada até alto Paraíso (cerca de 90 km - estrada boa).

Meu objetivo neste dia era conhecer as Cataratas do rio dos couros. Dirigi-me ao centro de informações turísticas de Cavalcante. Chegando lá, arrumei um guia (guia Deni Barbosa – [email protected] – f: 62-99010185 – muito bom guia – também aluga seu veículo para passeios) e seguimos para as cachoeiras. São cerca de 50 km de distância a partir de Alto Paraíso, dos quis uns 30 km são de estrada de terra. Achei esta estrada mais perigosa que as de Cavalcante, pois estava com barro mole e em alguns trechos escorregadio. Mas, conseguimos chegar e retornar. Mas tenha cuidado com a estrada. Sempre leve um guia.

Para ter acesso as cataratas dos couros, a presença de guia é obrigatório.

Preço do ingresso: R$ 10,00.

Distância percorrida em trilha: 2km. Percurso curto.

Como visual esta foi uma das mais belas cachoeiras da chapada dos veadeiros. Valeu muito ter ido lá. Superou minhas expectativas.

A única parte ruim, além da estrada, foi a chuva que caiu na parte da tarde. Mas, como estávamos tomando banho de cachoeira, nem foi tão ruim assim, afinal, quem está na chuva é pra se molhar.

Na volta do passeio deixei o guia em Alto Paraíso e segui para a vila de São Jorge.

Em São Jorge, fiquei hospedado na pousa da Alecrim do Campo (http://www.pousadaalecrimdocampo.com.br – f: 62 – 34551118), ao custo individual de R$ 70,00 (valor este que seria de R$ 65,00 se tivesse ficado mais uma diária). Ótima pousada. Quartos novos e espaçosos. Possui frigobar e não tem TV. Bom café da manhã.

 

11/12 – Parque Nacional – Saltos do Rio Preto (120 e 80), Cânion 2 e Carioquinhas

 

O objetivo deste dia erra fazer os saltos de 120 e 80 metros no parque nacional. Fui para a portaria do parque na intenção de me juntar a algum grupo que por ventura estivesse se formando. No entanto, como era baixa temporada, nada consegui. Mais uma vez tive que contratar um guia só para mim.

Já que estava só e disposto, resolvi fazer todo o parque em um só dia. O guia não gostou muito da idéia inicialmente, pois queria cobrar o dobro do valor, mas acabou aceitando minha proposta.

Primeiramente fomos aos saltos do rio preto. O de 120 é de uma beleza indescritível. É lindo demais. Não deixem de conhecê-lo, especialmente na época das chuvas, quando as quedas ficam mais volumosas e mais bonitas.

Depois dos saltos, fomos ao cânion 2 e ás carioquinhas, cujo banho é muito bom (nesta época não tão bom, pois o volume de água é muito grande, tornando os rios um pouco perigosos).

No total, andamos cerca de 17 km, segundo o guia. Nada de matar. Para quem tiver um pouco de preparo e disposição, é tranqüilo.

 

12/12 – Vale da Lua e Almécegas – Alto Paraíso

 

Este foi o único dia que dispensei o guia. Primeiramente fui ao vale da lua. De São Jorge até lá são cerca de 9 km, de estrada de terra ruim. Mas dá para chegar tranquilamente. A estrada possui placas indicativas.

O vale da lua é uma das atrações mais visitadas da chapada dos veadeiros. Preço: 5,00. Não deixem de ir, vale a pena.

Do vale da lua, segui para a fazenda são bento, com o objetivo de conhecer as cachoeiras almécegas I e II.

Porém, antes, parei para almoçar no famoso rancho do Waldomiro. Valeu a parada. Logo na estrada fui recepcionado pelo próprio senhor Waldomiro, que por sinal foi atencioso do começo ao fim. A dica lá é comer o prato regional, chamado MATULA (mistura de feijão com carne de sol, carne normal, carne de lata, legumes, macaxeira [aipim ou mandioca] entre outras coisas). Um prato feito custa R$ 12,00 e um comercial, R$ 20,00. Também é possível comprar licores e doces. Mas o melhor do lugar são as conversas do seu Waldomiro, especialmente sobre objetos não identificados. Não deixem de perguntar a ele se ele já viu algum disco voador ou alguma luz estranha pela região. É conversa e risos para uma tarde inteira.

De lá segui para a fazenda são bento. Paga-se uma entrada de R$ 10,00. Percorre-se dentro da fazenda cerca de 3 km para chegar ao início da trilha da almécegas I. A trilha, apesar de ter uma subida chata, é bem tranqüila, menos de 1,5 km. A cachoeira é muito bonita. Vale várias fotos e banhos. Já a almécegas II é um pouco menor, mas vale a visita.

Saindo da fazenda, fui para Alto paraíso, onde me hospedei na pousada Veadeiros. Preço R$ 49,00, porém paguei R$ 40,00, pois não iria tomar café da manhã no dia seguinte, pois viajaria muito cedo. Das pousadas que fiquei esta foi a mais simples. Porém, o quarto tem uma boa cama, frigobar e TV e é bem limpo, além de ser muito bem localizada. A pousada também é agência de turismo (ECOROTAS – http://www.ecorotas.com.br – f- 62-34461820 – mesmo número para a pousada).

 

13/12 – Retorno para Brasília e Recife

 

Logo cedo, ainda de madrugada, já com saudades da chapada, peguei estrada com destino à Brasília, onde tomaria meu vôo para Recife. Peço desculpas por eventuais erros de português cometidos.

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  • Membros

PESSOAL !!!

 

ATENÇÃO, ALGUNS JÁ ATÉ COMENTARAM QUE AGORA EM DEZ/JAN A CHUVA..PEGA PESADO !! ENTÃO TOMEM CUIDADO E NÃO ESPEREM MUITA COISA. A CHAPADA É LINDA! PORÉM COM ESSE TEMPO....

OUTRA DESVANTAGEM É A QUANTIDADE DE GENTE QUE VAI E "NÃO ENTENDE O LUGAR", VAI PARA BAGUNÇAR..JÁ PASSEI POR EXPERIÊNCIAS NADA AGRADÁVEIS...POR LÁ. MAS, DE QUALQUER FORMA PARA QUEM NÃO CONHECE..VALE A PENA !!

DICAS DE ONDE FICAR EM SÃO JORGE:

ALBERGUE SUCUPIRA - 35,00 COM CAFÉ

CAMPING TAIUÁ - 15,00 POR PESSOA

 

ABRAÇOS,

 

WILLIAM

[email protected] (msn)

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  • Colaboradores

Olá Happycamper!

 

Está confirmado Jah Live sim para o dia 02 de janeiro, no Raizama.

 

Mais informações: http://www.infochapadadosveadeiros.com.br/site/

 

Bjooo

 

 

pessoal, me disseram que vai rolar Jah Live no raizama nos primeiros dias de janeiro 2010, alguém pode confirmar isso???

sei que na virada do ano vai rolar uma queima de fogos em Alto Paraíso junto com alguma programação musical, bom, eu tô dentro, vou ficar no camping pachamama, lugar maneiro, do lado do seu waldomiro, recomendo!!!

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  • Membros

E aí Mochleiros. depois de ler muito aqui, relatos e blogs cheguei a um roteiro de 6 dias. Gostaria de fazer duas perguntas

----

Dá para pegar vans por lá para fazer os passeios ou é mais barato alugar um carro em BSB?

----

Que tal esse roteiro? Tenho 6 dias e vou com a minha namorada que não aaaaaaaaaaama trilhas pesadas.

 

1 – Brasília / São Jorge

4 – Parque Nacional - Saltos do Rio Preto

2 – Vale da Lua e Raizama

6 – São Bento e Almácegas I e II (Alto Paraíso)

9 – Cavalcante

5 - Cânion II Rio Preto + Cariocas

-----

 

É na ordem q fiz separando passeios possíveis que podem ser feitos em 1 dia. Seria aquela a melhor combinação?

 

1 – Brasília / São Jorge

* Brasília e traslado a Alto Paraíso (trajeto de 230 km) com saída às 12h00.

* Estrada Alto Paraíso (Morro do Buracão, Morro da Baleia e o Jardim de Maytréa)

* Almoço em Alto Paraíso. Após o almoço seguiremos até a Vila de São Jorge.

* Águas termais

 

2 – Vale da Lua e Raizama

* Vale da Lua (900m fácil)

* Raizama (pela borda do cânion Raizama) . 1,5km 15 min.

* Cânion São Miguel (em diferentes propriedades particulares).

 

3 – Abismo e Janela

* Mirante da Janela (vista para Saltos do Rio Preto)

* Abismo (40min)

* Garimpo de cristais (turistaço??)

 

4 – Parque Nacional - Saltos do Rio Preto

Saltos do Rio Preto (piscina e hidromassagens das Pedreiras (total 12 km) DIFICÍLIMO

 

5 - Cânion II Rio Preto + Cariocas

5km (descida íngreme) médio pesado, mais fácil que os Saltos

 

6 – São Bento e Almácegas I e II (Alto Paraíso)

* Portal da Chapada (vale a pena?)

* Banho na cachoeira São Bento. (próximo ao carro)

* Almécegas I (Fazenda São Bento) 1,5km (médio com a última descida difícil)

* Almácegas II natação Facílimo.

* Ir ä tarde

* Rapel opcional nas Almácegas (R$60)

 

7 – Trilha dos Cristais Alto Paraíso.

* 6 Cachoeiras do Rio Cristal,

* Água Fria (Rapel R$60)

* Mirante do Moinho (total 15 km).

 

8 – Sertão Zen Alto Paraíso

* Serra Geral do Paranã avistando o Moinho e Pouso Alto.

* Cabeceira do Rio Macaco-Cachoeira

* Mirante do Vale dos Macacos (total 16 km)..

 

9 – Cavalcante

-----

 

Um feliz 2010 a todos do Cerrado, Vagner

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  • Membros de Honra

Oi, Diabo Verde!

Vou responder o que eu sei, tá.

 

O Morro da Baleia e o Jardim de Maytrea são no caminho de Alto Paraíso para São Jorge, então passar por esses lugares e voltar pra AP pra depois voltar pra São Jorge não vale a pena.

O Abismo é lindo, caminhada fácil.

Os passeios do Parque Nacional não são um trekking difícil, são trilhas abertas, só são muito longos mesmo. Acho que 12km é ida e volta. É bom levar água e um lanche, tipo biscoito, fruta, e não levar mochila pesada. Filtro solar e boné eu não dispenso.

Vale da Lua, Raizama, São Bento e Almécegas são fáceis de chegar.

 

Inté!

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  • Membros

Fala galera, blz?

 

Estou querendo ir para Chapada dia 3 de Jan.

Fiz o seguinte roteiro:

 

-São jorge

Saltos do Rio Preto (1 dia)

Canyon 2 e Cariocas (1 dia)

Mirante da Janela (1 dia)

Cachoeira Segredo (1 dia)

Vale da Lua (manhã) - a tarde onibus para Alto Paraíso

(t: 4 dias)

 

-Alto Paraíso

Cachoeira do Vale do Rio Macaco (1 dia)

Cachoeiras Almécegas I e II (1 dia)

Cataratas dos Couros (1 dia)

(t: 3 dias)

 

*Talvez - Cavalcante

Cachoeiras do Rio Prata OU

Cachoeira Santa Bárbara

(1 dia)

 

Esse roteiro está legal e com um tempo viavél? Estarei indo de ônibus e posso ficar por lá no máximo por 9 dias.

Aceito sugestões.

 

Agradeço desde já.

Abraço!

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  • Membros

Olá, su eu de novo. Pesquisei mais e recebi algumas dicas.

 

Quem puder dar um pitaco, por gentileza....

 

Vou ficar em São Jorge. Tenho reserva até 03/01. Depois posso escolher onde ir (até dia 5).

 

Acho que é basicamente aquilo que escrevi:

29/12 – BSB --> São Jorge (äs 18h)

30/12 – ParqueNCV - Cânion II do Salto

31/12 – Vale da Lua + Reveillón

01/01 – Ressaca de 2009 + Raizama + Lokinhas

02/01 - Almácegas I e II

03/01 – Saltos I e II + Cariocas

04/01 - Cavalcante

05/01 - BSB (+ algo que dê para encaixar).

 

HÁ VANS Q SAEM DE BSB DIRETO PARA A VILA DE SJ ou É MELHOR PEGAR O REAL EXPRESSO PARA ALTO P E ESPERAR UM ÔNIBUS P/ PARA SJ?

 

É MAIS BARATO ALUGAR UM CARRO DE BSB (600,00 para dividir por 2) OU FAZER TUDO DESDE SJ COM GUIA E TRANSPORTE?

 

Um 2010 com muitas viagens e experiências, Vagner

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  • Membros de Honra

Guilhermel,

as Almécegas são no caminho de São Jorge pra Alto Paraíso, ao lado da São Bento. Seria melhor inverter a posição com a Cachoeira do Vale do Rio Macaco.

 

Diabo Verde,

tem mensagem sobre transporte nesse tópico. Acho que dá pra tirar suas dúvidas.

Outra coisa, se não me engano, a trilha para o cânion é a mesma das cariocas. A outra trilha é a dos saltos.

 

Inté!

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  • Silnei changed the title to Chapada dos Veadeiros

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    • Por Raf_rj
      4 Noites na Chapada dos Veadeiros - Alto Paraiso / São Jorge - Goiás
      >> Quinta 
      - Voo cedo SDU x BSB, chegada em Brasília 10h, retirada do carro alugado (hatch compacto) e partida para a Chapada - Chagada 13h30.
      - Vale da Lua. Local de fácil acesso e lotado de pessoas. 
      - Passagem pelo Jardim de Maytrea (Bela paisagem/Cartão postal da Chapada). É apenas um local para parar o carro na beira da estrada e aguardar o por do sol. Pessoas tiram fotos sentadas no teto do carro.
      - Check in na Pousada em Alto Paraíso no final da tarde.
      >> Sexta
      - Cataratas dos Couros - Distante 50km de Alto Paraiso - Trecho de estrada de terra com subidas difíceis para carro comum. Precisamos empurrar junto com outros grupos também com carros atolados.
      - Orientação de tracklog pelo Wikiloc.
      - Várias quedas, mirantes e ótimos pontos para tomar banho.
      - Circuito para um dia inteiro.
      >> Sábado
      - Parque Nacinal da Chapada dos Veadeiros - Saltos, Carrossel e Corredeiras ~14km com 420 de elevação.
      - Espetacular. Foi tão bom que voltei no dia seguinte para fazer outro circuito.
      >> Domingo
      - Parque Nacinal da Chapada dos Veadeiros - Circuito dos Canions (Canion 2 e Carioquinhas) ~ 11km com 200 de elevação.
      >> Segunda
      - Visita aos poços do Circuito Loquinhas. Entrada é cara e volume de água estava baixo em julho. Mas foi um programa rápido e adequado para o dia de retorno.
      - Retorno a Brasília e voo BSB x SDU a tarde.
      Atenção especial para o restaurante Zu's Bistro (risotos e massas).
      *   O período curto de 4 noites é pouco para conhecer o básico da Chapada dos Veadeiros.
      **  A hospedagem é cara em Alto Paraiso. Uma boa opção é entrar em contato direto com a pousada e reservar sem sites intermediários.
      *** Foi decidido não ir em Cavalcante, a Cachoeira Santa Barbara (queridinha da Chapada) estava fechada no período.
       
    • Por rafael.celeste
      A ideia inicial era fazer uma viagem apenas para o Jalapão. Após ver a diferença dos preços dos voos para Brasília e Palmas e também ver os atrativos das Serras Gerais e Chapada dos Veadeiros, decidimos ir por Brasília.
      Inicialmente iríamos em três pessoas, mas uma pessoa teve um imprevisto e fomos apenas eu e um amigo.
      Não queríamos contratar guias, então baixei os mapas do Tocantins e de Goiás no app Wikiloc, além de salvar várias trilhas das atrações que queríamos conhecer.
      Chegamos dia 20/11/20 em Brasília.
       
      O CARRO
      90% do material sobre o Jalapão que há na internet diz que um 4x4 é imprescindível para viajar pelo Jalapão. Acontece que alugar um 4x4 é caro e difícil, pois muitas locadoras não tem esse tipo de veículo. Li que na época das chuvas as estradas ficam melhores pois a areia fica mais compacta. Sendo assim, decidimos arriscar e ir com um SUV 4x2. Pegamos uma Duster automática e ela foi excelente. Para enfrentar a areia, é mais importante que o carro seja alto do que potente ou 4x4. Se as rodas não tocarem o chão, nada disso importa.
      O aluguel do carro foi na Unidas, mas feito através do serviço de concierge do mastercard (valeu, nubank). Conseguiram o melhor preço de todos e fechamos com eles. Dito isso, recomendo cautela com a Unidas. A reserva com eles parece não servir de nada. Cheguei na locadora e não havia nenhum SUV disponível, mesmo eu tendo feito a reserva com mais de um mês de antecedência. Chegaram a me oferecer um Uno. E eu não era o único nessa situação. Claramente um descaso.
      Depois de horas de espera, algum cliente devolveu a Duster que pegamos e pudemos seguir viagem.
       
      De forma resumida, o roteiro foi o seguinte: 

      Roteiro executado
       

      Trajeto de carro

       
      Dia 1: Brasília - Alto Paraíso de Goiás
      Perdemos tempo em Brasília esperando o carro da Unidas. Almoçamos no Coco Bambu do Park Shopping: camarão para duas pessoas por 50 reais. Comida excelente e bem servida, foi nosso jantar também.
      Pegando o carro, passamos num supermercado pra comprar água e algumas comidas. Depois fomos para Alto Paraíso, estrada boa até lá.
      Ficamos na pousada Espaço Naves Lunazen. Lugar bonito e bom café da manhã, mas o quarto estava um pouco sujo. Pode ser porque há muito tempo não recebiam hóspedes.
      Em Alto Paraíso gostamos do ambiente da Área 51.
      Gastos
      Aluguel do carro            R$990,00
      Pousada Espaço Naves Lunazen    R$230,00
      Almoço no Coco Bambu         R$85,27
          Supermercado             R$102,85
          Uber p/ o shopping:              R$30,00
          Área 51                  R$19,90   
       
      Dia 2: Alto Paraíso de Goiás - Aurora do Tocantins
      O planejamento era fazer a trilha do Mirante da Janela e o Vale da Lua, depois seguir para Aurora.
       

      Cachoeira do Abismo

      Mirante da Janela
      Gastamos menos de 3h para ir e voltar na trilha do Mirante, que ainda tem a Cachoeira do Abismo no meio do caminho. A queda d'água das cachoeiras era impressionante. Almoçamos no Restaurante Sabor do Cerrado e nesse momento pegamos chuva. Fomos até o Vale da Lua, mas não nos deixaram entrar por conta de ter chovido. O plano B foi seguir pra Aurora mas parando no Poço Encantado no meio do caminho. Lá pode-se tomar banho e a queda d'água era considerável. Seguimos pra Aurora, novamente em boa estrada.
       

      Poço Encantado
      Em Aurora eu havia reservado um quarto na Pousada 21 (falei com a Fernanda pelo WhatsApp). Na cidade de Aurora só vimos igrejas e um mercadinho abertos, nenhuma opção para jantar. A pousada fica perto do Rio Azuis e por sorte também tem um restaurante com o mesmo nome. Chegamos lá por volta das 21h e comemos muito bem. Por lá, não tínhamos sinal de celular e o wifi funcionava só às vezes. A pousada era simples mas boa.
          Gastos
      Pousada 21                R$160,00
          Almoço                 R$17,50
          Entrada no Poço Encantado         R$60,00
          Combustível                 R$65,00
          Jantar no Restaurante 21         R$45,00
         
         
       
      Dia 3: Aurora do Tocantins - Dianópolis
      Pela manhã visitamos o Rio Azuis. Mesmo com a chuva durante a noite, a água estava cristalina. Da pousada até o rio são menos de 5 min a pé. Vale a pena chegar bem cedo, pois o lugar lota. O ponto ideal para banho fica dentro do Restaurante e Pousada Recanto dos Azuis. 
       

       

      Rio Azuis
      A ideia era conhecer a Praia do Pequizeiro em Aurora. Apesar de ter o caminho salvo no wikiloc, disseram que era necessário um guia para que a estrada até lá fosse liberada, por ficar numa propriedade privada. O local também não tem nenhuma infra estrutura. Acabamos indo pra Praia do Puçá, onde havia almoço e quiosques. O lugar é bem agradável, mas acredito que a Praia do Pequizeiro seja mais bonita.

       

      Praia do Puçá
      Ainda passamos pelas cachoeiras do Escorrega do Betim.  Boa parada no caminho pra Dianópolis, com alguma estrutura de comidas e bebidas, além das cachoeiras.

      Escorrega do Betim
      Finalmente seguimos pra Dianópolis. Estradas boas até lá. Ficamos no Mosaico Hotel, que foi ok. De lá dá pra ir a pé até o restaurante La Boca, que tem muitas opções no cardápio e boa comida.
          Gastos
          Moisaco Hotel             R$135,00
          Entrada no Recanto dos Azuis    R$30,00
          Combustível                 R$239,00   
          Entrada no Escorrega do Betim     R$30,00
          Restaurante La Boca            R$62,00   
         

       
      Dia 4: Dianópolis a Mateiros
      Acordamos e fomos para Lagoa da Serra. Dirigi por cerca de 30 minutos, em boa estrada de asfalto, até Rio da Conceição, cidade mais próxima da Lagoa da Serra. A ideia inicial era dormir em Rio da Conceição, mas não achei acomodação lá pela internet. É uma cidade bem pequena. A estrada pra Lagoa da Serra é de terra, com alguns trechos de areia. Com cuidado, qualquer carro passa. Na Lagoa da Serra é possível acampar, além de ter aluguel de stand up paddle. Vendem bebidas, mas não há comidas.
      Gostamos muito da Lagoa.
       

       

      Lagoa da Serra

       
      Voltamos à Dianópolis e almoçamos no Restaurante Bom Sabor. Self service por quilo com churrasco, muito bom.
      Depois do almoço, calibrei os pneus para 22 libras e seguimos rumo a Mateiros. Os primeiros 60 km de estrada são asfaltados. Nos últimos metros de asfalto, depois de uma fazenda, pegamos uma estrada de terra pra conhecer a Fortaleza dos Guardiões. Seguimos esse tracklog, mas é uma estrada sem grandes dificuldades. Dá pra enxergar o trajeto pela vista de satélite do Google Maps também. Na prática, chega-se à beira dos paredões de pedra que possuem essas 'torres' de pedra que são visíveis até da Lagoa da Serra. Estávamos com um pouco de pressa pra não pegar estrada com chuva ou a noite e não fomos até o fim da trilha, mas foi uma visita interessante. 

      Fortaleza dos Guardiões
      Voltamos pra estrada até Mateiros, agora sem asfalto. A estrada segue por uma via larga, de terra, com algumas poças d'água bem grandes. Os únicos veículos vistos eram os das fazendas de soja por ali. Passamos pela Vila Panambi (esse trecho da estrada é na Bahia), onde há a última mecânica antes do Jalapão e algumas pessoas deixam pra calibrar os pneus ali. Pouco depois a estrada piora. Longos trechos de areia, mas que pareciam ter sido recentemente melhorados por escavadeiras.
      O ponto de acesso à estrada pra Mateiros é bem importante e lá fizemos um grande erro. De repente havia uma cerca atravessando a estrada. Tentei um desvio pela esquerda, encontramos a cerca de novo. Pela direita conseguimos contornar a cerca e vimos até uma placa pra Mateiros. Tudo certo, seguimos em frente.
      Eu já havia lido que a estrada de acesso à Mateiros era péssima. Horrível. Os piores adjetivos possíveis. Chegamos então ao acesso da TO-247, que era o caminho que o Google Maps e os trajetos do wikiloc indicavam. Não havia placa e mais parecia o caminho da água da chuva. A estrada de terra onde estávamos era larga e plana. O Google mandava, a 'estrada' estava lá, entrei por aquele caminho. Claramente nenhum carro havia passado por ali nos últimos dias ou meses. O mato tomava conta da estrada e havia o risco real de uma das rodas ficar presa nos buracos da estrada. Era tão ruim quanto disseram e por isso parecia infelizmente ser o caminho certo. Conseguimos sair dali e chegar até Mateiros. Conversando com o pessoal de Mateiros, soubemos que ninguém passa por ali mais e nunca devíamos ter pego aquele acesso à TO-247. Era só ter continuado na estrada ‘boa’ onde estávamos.

      Trajeto no acesso à Mateiros. Fiz o caminho verde, o caminho bom é o azul
      Em Mateiros ficamos na Pousada Mãe e Filhas e jantamos espetinhos no animado MPA Tavares.
      A cidade é bem simples. 
      Gastos
      Pousada Mãe e Filhas            R$150,00
      Entrada + Stand up na Lagoa da Serra    R$50,00
      Almoço no Restaurante Bom Sabor        R$52,00
      Combustível                    R$260,65
      Espetinhos no MPA Tavares            R$61,00


       
      Dia 5: Mateiros
      Na pousada comentei da minha intenção de almoçar no Fervedouro do Rio do Sono e fomos alertados que precisaríamos reservar o almoço. A moça da pousada entrou em contato e fez a reserva pra nós.
      O primeiro fervedouro do dia foi o do Ceiça. Visitação em grupos de 6 pessoas, 20 min por grupo. Se não houver mais gente, esses 20 min se tornam tempo livre. Isso é padrão nos fervedouros, só muda o número de pessoas por vez, de acordo com o tamanho do fervedouro.
      O fervedouro é bonito, dá pra ver bem a água 'fervendo' e permite boa flutuação. Gostei bastante. Vale a pena chegar cedo pra fugir das agências de turismo, que chegam com bastante gente e acabam fazendo o tempo de espera ser grande. Vimos até uma agência chegar e desistir da visita, pois teriam que esperar demais pra que todos visitassem o lugar.

      Fervedouro do Ceiça
      Seguimos pra Cachoeira do Formiga. Lugar maravilhoso e por ser maior, não é tão ruim se houver bastante gente por lá.
      Depois fomos pro Fervedouro do Rio do Sono, onde tivemos o almoço com comida à vontade que reservamos. Comida boa, wifi e depois que as agências foram embora, o fervedouro vazio pra nós.

      Cachoeira do Prata
      Ali perto, na mesma estrada, seguimos pro Fervedouro do Buriti. Pra mim o mais bonito que visitamos. Água azul e muitos peixinhos na água. Se você 'desmanchar' um buriti, os peixinhos se aproximam pra comer. Boa estratégia pra eles pararem de dar mordidinhas no seu pé também.

       

      Fervedouro do Buriti

      Peixes comendo buriti
      De lá, seguimos pras dunas. Passamos novamente por Mateiros e a estrada tinha MUITAS costelas de vaca. São as ondinhas que ficam na estrada. Parecem inofensivas mas incomodam bastante.

       

      Dunas do Jalapão
      Por tudo que havíamos lido, não entraríamos no trecho de areia do acesso às dunas por não ter um carro 4x4. Estávamos preparados pra fazer essa parte a pé ou pegar uma carona. Acabaram nos deixando entrar de carro, disseram que a areia estava compactada e a Duster era alta o suficiente.
      As dunas ficam na área do Parque Estadual do Jalapão e não há cobrança para visitação. Entretanto, estão com a obrigação de ser acompanhado por um guia para entrar. Eles ficam na entrada esperando os turistas e cobram 150 reais por grupo. Achei caríssimo mas tivemos que pagar. Lá dentro, o guia pouco faz. Há um curto trajeto de carro e outro trajeto curtíssimo a pé. Sua maior função é cuidar para que os turistas não invadam uma parte das dunas que pode desmoronar.
      Na janta, pedimos um delivery do Malibu Burguer. Bom hambúrguer.
          Gastos
          Pousada Mãe e Filhas             R$150,00
          Entrada no Fervedouro do Ceiça        R$40,00
      Entrada na Cachoeira do Formiga         R$50,00
      Entrada no Fervedouro do Rio do Sono    R$40,00
      Almoço no Fervedouro do Rio do Sono    R$88,00
      Entrada no Fervedouro do Buriti        R$40,00   
      Guia pras Dunas                R$150,00
      Malibu Burguer                R$41,00
       
             
       
      Dia 6: Mateiros a São Félix do Tocantins
      Antes de sair de Mateiros, passamos na loja Sempre Viva, onde compramos lembranças de boa qualidade. Seguimos para o Fervedouro Encontro das Águas. A estrada de acesso possui alguns pontos de areia alta, acho que pode ser uma dificuldade pra veículos mais baixos. Como havia gente no fervedouro quando chegamos, aproveitamos o tempo de espera pra dar um mergulho no encontro dos rios ali perto, que é o que dá nome ao fervedouro. O Encontro das Águas é o fervedouro com mais flutuação entre os que visitamos, com águas bem rasas e cristalinas, mas não tem muito o visual da água ‘fervendo’.

      O Encontro das Águas

      Fervedouro do Encontro das Águas
      Em seguida fomos para o Fervedouro do Buritizinho. O acesso é bem fácil, fica a cerca de 300 metros da estrada que liga Mateiros a São Félix. O fervedouro é muito bonito, mas por ser mais profundo, não dá pra sentir muito a flutuação. Junto com o Fervedouro do Buriti, é um dos mais azuis que fomos. Além do fervedouro há um rio onde pode-se mergulhar e usar um balanço pra pular na água. Dali fomos a pé até o Restaurante e Camping Rota 110, que oferece almoço sem reserva, além de ter uma boa estrutura de camping, com redes, banheiros, uma pequena vendinha e wifi.

      Fervedouro do Buritizinho
      Depois seguimos para São Félix, que é ainda menor do que Mateiros. Ficamos na Pousada Encantos do Jalapão. Boa pousada, mas em São Félix acho que vale a pena procurar ficar na Pousada Bela Vista, pelo diferencial de ter o fervedouro dentro dela.
      Durante a noite não encontramos muitas opções para comer, mas o espetinho na praça nos satisfez.
          Gastos
          Pousada Encantos do Jalapão        R$180,00
      Combustível                    R$115,00
          Entrada no Fervedouro do Buritizinho    R$40,00
          Almoço no Restaurante Rota 110         R$95,00
          Espetinhos                    R$34,50

       
      DIA 7 - São Félix do Tocantins - Ponte Alta do Tocantins
       
      De manhã fomos aos fervedouros Bela Vista e Alecrim. São os maiores que visitamos. O do Bela Vista conta com uma torre ao lado do fervedouro, que permite tirar fotos do alto. Não sei se foi pelo tempo nublado, mas não achei nenhum dos dois fervedouros muito bonitos, apesar de grandes.

      Fervedouro Bela Vista

      Fervedouro do Alecrim
      Saindo do Alecrim, fomos almoçar em São Félix. Chegamos 12:05 no Restaurante e Petisco Bom Sabor, que disse que já não servia mais almoço naquele dia, só funcionou até meio dia. Nos recomendou ir ao Restaurante Dunas, que já estava guardando as panelas quando chegamos. A dona, simpática, nos serviu almoço mesmo assim. 35 reais por pessoa, comida caseira e boa conversa. Ela nos explicou que entre 12h e 14h a cidade toda fecha porque as pessoas dormem depois do almoço. De lá seguimos viagem pra Ponte Alta.
      Resolvemos pegar a Estrada da Taboca pra chegar até Ponte Alta. É uma espécie de atalho, mas sem sinalização e em condições não muito boas (pegamos alguns trechos com areia bem alta, por sorte eram descida no sentido em que fomos). Seguimos o caminho no wikiloc, passando pelo Restaurante da Dona Irani, onde conhecemos o Dindim, um veado filhote que vive por lá. Dona Irani serve almoço, vende bebidas e tem wifi (!). 

      Dindim
      A próxima parada foi no Cânion Sussuapara. Não achei nada imperdível, eu não desviaria meu roteiro pra passar por ali.
      Ao meu ver, o ideal seria dormir em Pindorama do Tocantins nesse dia, mas Pindorama é uma cidade bem pequena e não consegui encontrar acomodação por lá.

       

      Cânion Sussuapara
       
      Ponte Alta é uma cidade bem maior que Mateiros e São Félix, com maior oferta de comércio e restaurantes. Recomendo o Restaurante Tamboril. Ficamos na Pousada Bicudo, com boa estrutura e bom café da manhã.
          Gastos
          Pousada Bicudo            R$160,00
          Entrada no Fervedouro Bela Vista     R$50,00   
          Entrada no Fervedouro do Alecrim    R$40,00
          Almoço no Restaurante Dunas    R$90,00
          Entrada no Cânion Sussuapara    R$40,00
          Jantar no Restaurante Tamboril    R$48,00
         
       
      Dia 8: Ponte Alta
       
      De manhã, fomos pra Lagoa do Japonês. Há asfalto apenas entre Ponte Alta e Pindorama. O acesso pra Lagoa do Japonês tem uma parte de ‘serra’ bem ruim e que exige cuidado, mas qualquer carro passa. Na Lagoa do Japonês eu recomendo o aluguel de sapatilhas de mergulho por dois motivos: as pedras da lagoa são bem pontiagudas e há muitos peixinhos que ficam beliscando a pele do seu pé o tempo todo. O aluguel é logo na entrada e 10 reais é um preço ok pra evitar esses dois incômodos (pelos quais eu passei). Servem almoço por preços razoáveis lá também. No meio do caminho existem alguns restaurantes e almoçamos no Restaurante da Dona Minervina, por recomendação de amigos que fizemos no caminho.

       

      Lagoa do Japonês
      Na volta para Ponte Alta, pegamos a entrada pra Pedra Furada. O tempo nublado não deixou que pegássemos o por do sol na Pedra Furada, tornando a visita por lá bem rápida. Pagamos pelo roteiro ‘completo’, que inclui a visitação no topo de um morro chamado de Talhado das Araras. O Talhado fica há uns 2 ou 3 quilômetros do estacionamento da Pedra e o dono da propriedade vai como guia. Não é algo imperdível mas foi uma boa forma de preencher a tarde que estava livre. Acredito que gastamos mais de 1 hora no Talhado. Retornamos pra Ponte Alta, comi um pastel e visitei uma boa loja de capim dourado no centro.

      Pedra Furada

      Talhado das Araras
          Gastos   
          Pousada Bicudo                        R$160,00
          Combustível                             R$137,00
          Entrada na Lagoa do Japonês                R$60,00
          Almoço no Restaurante da Dona Minervina             R$70,00
          Entrada na Pedra Furada e no Talhado das Araras        R$60,00
       
         
       
      Dia 9: Ponte Alta a Alto Paraíso
      O planejamento do dia era acordar cedo pra passar no Arco do Sol e no Cânion Encantado, seguindo pra Chapada dos Veadeiros depois. Na Pedra Furada fomos informados da necessidade de guia pra conhecer o Cânion Encantado. Checamos no site deles e parece ser esse o caso. Teríamos que encontrar um guia em Ponte Alta que tivesse meio de locomoção próprio, pois não retornaríamos pra cidade depois da visita. Pela logística e pelo custo (e por achar que a obrigatoriedade do guia era desnecessária), optamos por não passar no Cânion Encantado, apesar de ser um lugar que eu queria conhecer. 
      Dessa forma, seguimos caminho pra Chapada dos Veadeiros passando por Chapada da Natividade e Conceição do Tocantins. Não escapamos de pegar alguns quilômetros de estrada de terra depois de Pindorama, mas depois disso as estradas eram boas. Almoçamos na Churrascaria Ribeiro e tivemos uma viagem tranquila até Alto Paraíso.
      Dessa vez, ficamos no Hostel Catavento. Boa recepção e quarto limpo. Jantamos um risoto no excelente Zu's Bistrô.
      Gastos   
          Hostel Catavento                     R$162,00
          Combustível                         R$221,00
          Almoço na Churrascaria Ribeiro            R$50,00
          Janta no Zu’s Bistrô                     R$93,00


       
      Dia 10: Alto Paraíso
      Com o tempo aberto, fomos pro Vale da Lua. Incrível. Imperdível. Tem uma prainha no final onde você pode passar um bom tempo se quiser. Era um dos pontos que eu mais queria conhecer e foi além das expectativas.

       

      Vale da Lua
      Em São Jorge almoçamos no Restaurante Buritis. Tem cardápio a la carte mas o diferencial é o macarrão no estilo Spoleto, montado por um simpático cozinheiro. Por 23,90 você pode até repetir. Nos demoramos no almoço e isso atrapalhou o planejamento da tarde. A maioria das cachoeiras não permite acesso depois das 15h. Acabamos na Cachoeira dos Cristais, que eu achei pouco interessante. 
      Em Alto Paraíso comemos na Vendinha 1961, bom ambiente e boa comida.
          Gastos
          Hostel Catavento            R$162,00
          Entrada no Vale da Lua        R$40,00
          Almoço no Restaurante Buritis    R$56,00
          Combustível                 R$80,00
          Entrada na Cachoeira dos Cristais    R$40,00
          Janta na Vendinha 1961         R$59,10

       
      Dia 11: Alto Paraíso a Brasília
      De manhã fomos até a Catarata dos Couros. Seguimos um trajeto no Wikiloc mas dá pra seguir só pelo Google Maps. São alguns quilômetros em estrada de terra até chegar no estacionamento, depois uma trilha de cerca de 4km. Antes de chegar nas quedas principais, há a Cachoeira da Muralha. Recomendo fazer a trilha até o mirante final e só depois parar pra tirar fotos. Conforme você avança na trilha, vai pegando vistas cada vez melhores. Depois de chegar até o final, você pode escolher melhor onde parar. Pra chegar ao mirante, segui esse tracklog.

      Cachoeira da Muralha

       

       

      As várias (e enormes) quedas da Catarata dos Couros
       
      A Catarata dos Couros superou muito as minhas expectativas. As quedas são enormes e nessa época do ano o volume de água era bem impressionante.
      As pessoas costumam pular das pedras, mas como eu não sabia o local exato onde isso é feito, não me arrisquei.
      O estacionamento da Cachoeira não cobra nada, mas pedem uma contribuição. Na chegada, você pode pedir pra reservar o almoço num restaurante ali perto. Vendem sucos e refrigerantes também. Deixamos pra comer em algum restaurante na estrada mas só encontramos um lugar que vendia pastel muitos quilômetros a frente.
      Saindo da Catarata dos Couros, seguimos pra Brasília. 
      Dormimos na casa de amigos, limpamos e devolvemos o carro.
      Fim de viagem.
       
          Gastos
       
          Bebidas e contribuição no estacionamento da Catarata dos Couros    R$20,00
          Almoço na estrada                                R$21,00
          Limpeza do carro                                R$45,00
          Combustível                                    R$153,77   
         
         
       
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
       
      ROTEIRO
      O trajeto foi desenhado pra evitar a estrada entre Ponte Alta e Mateiros, pois li em vários relatos que era o pior trecho do Jalapão. De fato, pra quem eu perguntei sobre essa estrada por lá, disseram que estava bem ruim e que eu teria dificuldade pra passar lá de Duster. Também disseram que é mais fácil passar no sentido de Ponte Alta a Mateiros, pois pega mais descidas.
      Na Chapada dos Veadeiros, dormimos sempre em Alto Paraíso, mas acredito que seria melhor dormir em São Jorge. É uma vila simpática e fica mais perto da maioria das atrações da Chapada. 
      Vou deixar aqui a foto de um mapa com as principais atrações da região. Achei bem útil.


       
      FERVOUROS DO JALAPÃO
      No total visitamos 7 fervedouros. Acho que foi um exagero, os últimos fervedouros já não encantavam mais. Eu diria que visitar três fervedouros é suficiente. O do Ceiça é bonito e tem boa flutuação, o do Buriti é lindo e o do Encontro das Águas é o que tem mais flutuação entre todos. 
      Os fervedouros de São Félix são os maiores do Jalapão, mas não achei tão bonitos nem imperdíveis.
       
      ESTRADAS
      Foram muito boas fora do Jalapão. Lá dentro, muita areia,  costela de vaca e trepidação no carro. 
      Tivemos muita sorte com as condições das estradas. Choveu alguns dias antes de irmos e enquanto estávamos lá, o tempo ficou aberto. Uma chuva poderia complicar bastante o trajeto de Dianópolis até Mateiros, deixando a estrada bem lisa. Em relação à areia, os piores trechos foram no acesso às dunas, ao Fervedouro do Encontro das Águas, à Pedra Furada e na Estrada da Taboca. Em nenhum momento o carro chegou perto de atolar, mas era um pouco mais difícil manter o controle e eu tentei nunca perder o embalo nesses momentos. Também deixava o carro numa marcha mais baixa pra manter o giro do motor sempre alto. 
       
      NECESSIDADE DE CARRO 4X4
      Como dito, não tive problemas em enfrentar o Jalapão num 4x2, mas faço ressalvas pra quem pensa em fazer o mesmo. Tive que adequar o roteiro e contar com o bom tempo, mesmo em época de chuvas. Lá dentro, só via carros maiores circulando, como L200 e Hilux. A Duster foi o modelo ideal por ser um carro alto e o câmbio automático foi bem conveniente. Voltando do Talhado das Araras ouvimos um cara dizendo que não quis arriscar passar por aquele trecho com um Renegade, por ser mais baixo. Então acredito que a Duster seja preferível em relação ao Renegade e também aos outros SUVs disponíveis nas locadoras.
      Acho melhor ir com carro alugado do que usar o carro próprio. As ondulações na estrada são realmente muitas e podem acabar causando algum dano mais sério no seu carro. Melhor alugar e ir mais tranquilo.
       
      GASTOS
      Anotei em cada dia todos os gastos que tivemos, só não incluí as lembranças que compramos. Todos os gastos são para duas pessoas. De fato no Jalapão só aceitam dinheiro na grande maioria dos lugares. 
      Os almoços dentro do Jalapão foram todos por pessoa, com comida à vontade. O preço por pessoa varia entre R$35 e R$40.
      A divisão dos gastos ficou assim:
      Acomodação
      R$ 1.649,00
      Combustível
      R$ 1.271,42
      Alimentação
      R$ 1.211,12
      Carro
      R$ 1.035,00
      Atrações
      R$ 860,00
      Uber
      R$ 30,00
      Total
      R$ 6.056,54
       
      Um preço final de cerca de R$3000,00 por pessoa, por uma viagem de 12 dias. Dá pra gastar menos economizando na alimentação, hospedagem e colocando mais pessoas no carro. 
       
      Caso necessário, podem entrar em contato comigo pelo @celeste.rafael no Instagram.



       
       

       
       
       
    • Por Ianasrc
      Quem gostaria de ir ?
    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Mônica Ferreira Lima
      Pessoal, nunca vi tanta caverna num lugar só, de tudo qto é jeito! Com muita aventura: salões, rios subterrâneos... A hospedagem é num vilarejo super simples, em ruas ainda de terra, mas com uma comidinha caseira deliciosa! Pra contrabalançar, tinha um boia-cross super relaxante. Imperdível!



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