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Leste Europeu ou Sudeste da Ásia - 35 dias


Fabio Ramires

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Bom DIa Comunidade,

Estou começando a planejar minha viagem de férias para 2.020, a idéia seria ir em Abril e com isso teria cerca de 35 dias para viajar.

Estou entre duas localidades que nunca fui, Leste Europeu e Sudeste da Ásia, sei que um não tem nada a ver com o outro e por isso mesmo, gostaria da opinião de quem conheçe para definir primeiro o local e depois iniciar o planejamento da viagem.

 

Abraço!!!!!!!!!!

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O que você entende por Leste Europeu?

Este é um termo que gera alguma confusão.

Para algumas pessoas "Leste Europeu" é Berlin, Praga, Budapeste, Viena, Cracóvia,  algumas outras pessoas  consideram Grécia, Sérvia, Croácia, Macedônia, Bósnia, Albânia, Montenegro, etc como "Leste Europeu". 

E ainda tem aquelas pessoas para o qual o tal "Leste Europeu" é mesmo Russia, Ucrânia,  Biela Russia, Romênia,, Bulgária, Georgia, Azerbaidjão, Lituânia, Letônia, etc...

E o estilo de viagem muda significativamente dependendo de qual seja o seu "Leste Europeu"...

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9 horas atrás, Fabio Ramires disse:

Bom DIa Comunidade,

Estou começando a planejar minha viagem de férias para 2.020, a idéia seria ir em Abril e com isso teria cerca de 35 dias para viajar.

Estou entre duas localidades que nunca fui, Leste Europeu e Sudeste da Ásia, sei que um não tem nada a ver com o outro e por isso mesmo, gostaria da opinião de quem conheçe para definir primeiro o local e depois iniciar o planejamento da viagem.

 

Abraço!!!!!!!!!!

Brother ja passei por alguns dos países do leste europeu como (Romenia, Turquia, Hungria, Eslováquia, Republica Tcheca) e realmente sao estilos de viagem bem diferentes. O que posso de antemão pontuar é:

-  Nesses países realmente vc tem um gasto menor se comparado com Alemanha, França, Austria, Holanda, etc. É possível se hospedar, comer e beber muito pagando bons preços.

- As atividades que vc vai fazer sao mais de conhecer as coisas, sair para uma balada e nao foge muito disso. Em muitas cidades vc encontra os chamado Pub Crawl, no qual reune-se uma galera e faz um tour por vários bares, em alguns vc ganha bebida de graça e volta pro hostel já amanhecendo o dia, daquele modelo hahaha

- Com 35 dias de viagem vc consegue passar por alguns países, pegando as principais cidades, e planejando bem é possível pagar bem barato nos deslocamentos (seja de onibus e/ou trem).

- Já o sudeste asiático a pegada é diferente pois se vc gosta de praia lá é o lugar!! Tailandia e Filipinas sao os lugares mais fodas que vc pode imaginar! Ainda vou voltar la..

- Tudo é muito barato, lá seu dinheiro vai render muuuito mais. Pra vc ter ideia, tinha lugar na Tailandia que era mais barato tomar red bull do que tomar agua. Hospedagem é muito barato, comida é muito barato e os transportes tambem. Beber tambem é muito barato, todos os dias tem festa na beira da praia haha

- Vc tem ideia de qual pais pretende conhecer nessa parte do mundo? Tailandia, Filipinas, Indonésia, Vietna, Laos..? Dependendo de onde pretender ir poderei ti dar mais dicas.

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  • 1 mês depois...
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@lobo_solitário E ai cara, pegando carona aqui... me fala mais da vida noturna na Bulgária e na Romênia: O que me indicaria para combinar com a Polônia?

Ja conheço Croácia, Praga e Budapeste... penso em voltar em Budapeste para pegar o Sziget. As demais não queria voltar por agora... 

Você curtiu alguma praia do Mar Negro tipo Varna, Sunny Beach ou Constanta? 

Falando português claro, busco festas com azaração... tipo na Espanha! Nada daquelas baladas "caretas" estilo Britânico onde ninguém fica com  ninguém kkkkkkk ... 

 

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  • Membros

@Rafael_Salvador brother eu nao cheguei a ir na Bulgária. Na Romênia eu não peguei nenhuma balada, vou ficar ti devendo essa. Fiquei apenas andando pelas ruas tranquilas de Bucareste, tomando uns chopps em alguns pubs que encontrava pelo caminho e fiz alguns tours pelo interior para visitar alguns castelos.

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    • Por claudio_aomundoealem
      Olá pessoal,
      Fiz um longo texto acerca da minha viagem para Itália. Mas, desta vez, vou dividir em 2 tópicos: o planejamento e a própria viagem, já que, com a pandemia e o euro nos céus, só podemos fazer essa primeira parte mesmo.
      Itália – Parte 1 – O Planejamento
      Viajar tem um grande problema – vicia, e é pior do que cocaína e ainda legalizada. Para completar, não conheço tratamento para poder atender à necessidade. E o que a gente pode fazer para conseguir satisfazer a necessidade? Viajar de novo. E assim começou a viagem para a Itália.
       
      O planejamento dessa viagem começou assim, de modo meio forçado. Contrariando as “normas” de procurar passagem barata, comprei com 60 dias de antecedência. Ou seja, não foi barato. Mas é um ponto que deve ser enfatizado: o fato de existir passagens mais econômicas não quer dizer que estas estejam disponíveis para o momento durante o qual pode viajar. Deste modo, o importante é saber como procurar as passagens mais baratas para o período no qual pode viajar (e, claro, se puder viajar em baixa temporada, melhor ainda).
       
      Por circunstâncias específicas, teria que viajar no final do ano. E encontrei a seguinte passagem: de 14 a 31 de dezembro, voos com conexão em Portugal, com chegada por Nápoles e retorno por Milão. Esse roteiro de voos, além de ter sido o mais barato, ainda tinha a vantagem de ser multidestinos: na prática, não teria que me preocupar em voltar à cidade de origem para pegar o voo de volta, o que pode representar uma enorme economia em não precisar gastar em deslocamento até lá, além de tornar a viagem mais proveitosa.
       
      Todavia, o voo encontrado tinha uma característica, que se provou conveniente para a viagem feita: a passagem encontrada era só com bagagem de mão, para 8 quilos, tendo que a mala seguir o tamanho máximo estabelecido pelas companhias na Europa. A opção de despachar era inviável: o custo de despachar uma mala pagando antecipadamente era de € 70 por trajeto.
       
      Compramos 4 malas de mão rígidas na região da 25 de Março. E fui medir as malas. Apesar do tamanho total das malas atender perfeitamente exigido pela companhia, sua largura era um pouco maior do que o limite estabelecido pela companhia, sendo compensado pela altura. Bate aquele desespero. Será que eles iam perturbar? Fui pesquisar e descobri que depende. Tem companhias que colocam o suporte da mala em barras de ferro; então, se uma das dimensões da mala for maior do que devia, já era – tem de despachar. Outras, por sua vez, tem o suporte em forma de “papelão”, sendo mais flexíveis. Como a mala, apesar de ser rígida, permitia “apertar” e diminuir sua largura, resolvemos arriscar – e deu tudo certo. Mas caso encontre outro voo internacional só de mala de mão, verifique se as medidas para cada dimensão estão corretas. Saiba também que as dimensões da mala de mão no Brasil são um pouco diferentes do que as estabelecidas na Europa.
       
      O voo de ida faria uma conexão em Lisboa por 2 horas; bastava não ocorrer atraso na partida que não haveria problema. Contudo, o voo de retorno faria conexão noturna em Porto de quase 12 horas. Tendo em vista que seria noturna, não haveria tempo hábil de revisitar Porto – seria o caso de repetir o feito como no Aeroporto de Madrid-Barajas, de dormir no aeródromo. Porém acabara de adquirir um cartão que permitia ao grupo acessar o lounge do aeroporto gratuitamente, o que tornou nossa permanência muito mais confortável. O acesso ao lounge pago é caro (US$ 32), porém pode ser mais vantagem em conexão noturna de voos. Como? A diária de hospedagem próxima ao aeroporto não é das mais baratas (junto ao custo de deslocamento até a hospedagem) e ainda tem a preocupação com o horário do voo. No lounge, por sua vez, a preocupação com o horário do voo é um pouco menor, pois já está dentro da área de imigração, possui poltronas confortáveis para uma boa soneca e comida disponível para café-da-manhã. Ou ainda (o que acho mais provável) é não gastar nem em hospedagem nem em lounge e usar (ou não) o dinheiro para comprar nas lojas do aeroporto para esperar o tempo passar.
       
      Regularizada a questão dos voos, estava com o enorme desafio: como planejar a viagem internacional em menos de 60 dias. Já tinha a expertise das duas viagens feitas nos anos anteriores, mas sabia que o período seria meio apertado. Porém a experiência já tinha ensinado que tinha de analisar a questão de transporte e hospedagem de forma integrada e, para isso, precisava ter um esboço de quais cidades desejaria visitar.
       
      Não sabia quais cidades que deveriam ser conhecidas (além das cidades de chegada e partida, Nápoles e Milão, respectivamente) tampouco o tempo que deveria ficar nelas, além da dificuldade extra representada pelo Natal, já que nesse feriado praticamente tudo fecha (Londres que o diga...). Fui consultar o perito da família que deu uma sequência de cidades, com a ideia de passar o Natal em Veneza (ideia genial, já que o melhor de Veneza é perder por seus canais).
       
      Simulei o aluguel de carros na Itália (já que estávamos em 4 pessoas) e fiquei surpreso: estava consideravelmente mais caro do que tinha pago na Espanha 2 anos antes. Por quê? Será que aumentou tanto de preço assim? Para saber, simulei nas mesmas datas (e mesmo local) da viagem que fizera na Espanha e o preço não aumentava muito. Ou seja, o aluguel na Itália era mais caro – potencializado ainda pelo local de retirada do veículo (Nápoles) seria diferente de devolução (Milão); para piorar a lei italiana exigia o uso de corrente para neve na região norte do país durante o outono e inverno e o uso da Permissão Internacional para Dirigir (PID) para locação do veículo, o que aumentava ainda mais o custo do aluguel do carro. Assim desisti do carro (e conhecer as pequenas cidades da região da Toscana ficou para uma próxima viagem).
       
      A lista de cidades estava ainda meio grande e, tendo em vista que não usaria carro, teria de conhecer praticamente as cidades maiores acessíveis de trem e ônibus. Recebi mais algumas sugestões e o roteiro final ficou em Nápoles (3 dias), Roma (3 dias), Florença (1 dia), Bolonha (1 dia), Veneza (3 dias) e Milão (3 dias) – confesso, não é um roteiro muito original, mas é maravilhoso.
       
      Comecei a simular os trajetos da viagem nos sites de buscadores e me surpreendi: encontrei passagem de trem de alta velocidade de Nápoles a Roma por € 9,90, para um trajeto superior a 200 km. Era uma excelente oportunidade para poder conhecer o país de trem, já que não estava de carro e a diferença para os ônibus era baixo. Continuei simulando para os demais percursos da viagem e, apesar de não ter um preço tão baixo quanto esse primeiro, ainda era bem razoável – o ônibus era mais barato em alguns trechos, no entanto era mais demorado e como alguns trechos nós fizemos de dia, isso implicaria perder parte da viagem dentro do veículo. No fim, os 5 trechos de trem adquiridos custaram € 75,50 por pessoa – repare que a companhia área cobrava € 70 por mala despachada por trecho. Entre pagar para despachar a mala ou conhecer metade da Itália de trem, fico com a segunda opção.
       
      Só que eu não comprei os bilhetes de trem de uma única vez (a despeito do parágrafo anterior parecer “indicar” esse modo). A escolha da hospedagem tinha que ser de acordo com o horário do trem, por exemplo. Então dado que tinha estabelecido que a viagem seria feita de trem, escolheria as hospedagens para cada cidade. Portanto, para cada cidade, escolheria a hospedagem e o bilhete do trem, sucessivamente (e não só os bilhetes de trem e, depois, as hospedagens). Parece um detalhe sem importância, mas um dos meios de hospedagem – aluguel de casa/apartamento – possui restrição de horário de check-in, o que seria inviável para alguns dos horários de trem que reservamos (além daquele eterno problema de onde deixar as malas). Por sua vez, alguns hotéis possuem multa caso faça o check-in depois da meia-noite.
       
      Em Napóles, a ideia inicial era de partir o mais cedo possível para Roma. Fugindo às regras de hospedagem barata, encontrei hotel com preço competitivo ao lado da estação Napoli Centrale, de onde partiria o trem para a capital italiana. Não havia muito de se preocupar com o horário de check-in e check-out, já que o voo só chegaria à tarde e compramos o bilhete para partir para Roma no começo da manhã. A questão de Nápoles foi simples de resolver.
       
      Em Roma, por sua vez, existem uma quantidade intermináveis de hospedagem. Há uns 10 anos, a Itália permitiu que os municípios italianos cobrassem um imposto de turistas que pernoitam nas cidades. O imposto varia conforme a cidade e o nível da hospedagem – quanto mais luxuosa, mais caro fica; e é preciso ter noção desse imposto, pois alguns buscadores de hospedagem apresentam essa taxação de forma meio “discreta”. Como esse imposto é mais caro conforme o “nível turístico” da cidade, esperava ficar um pouco mais afastado do centro de Roma para pagar mais barato no combo hospedagem mais imposto. Só que as linhas de metrô na cidade não são muito extensas e encontrei hospedagem com bons preços (mesmo com o imposto) próximos ao Vaticano, distante 10 minutos a pé do metrô (mas que nem precisa ser muito usado, já que o centro de Roma não é grande). Para o último dia em Roma, encontrei passagem competitiva de trem para Florença no início da noite – a questão romana estava solucionada.
       
      Florença, por sua vez, é pequena – e a oferta de hospedagem também. A maioria fica próximo à estação Firenze Santa Maria Novella, porém os preços não são muito bons. Procurei hotel fora da área turística da cidade, mas com o cuidado de verificar se o check-in era aceito até meia-noite, já que chegaríamos na cidade tarde e ainda teríamos que se deslocar até o hotel. Em Bolonha, a situação piorou, porque as hospedagens estavam ainda mais caras e tive que procurar ainda mais afastadas do centro. Até pesquisei aluguel de apartamento, mas estavam com o mesmo valor (ou até mais caro) que os hotéis. No fim, encontrei um disto a 3 km da área central. Já que não sabíamos qual das 2 cidades seria mais interessante para nós, compramos a passagem de trem para o meio-dia, que permitiria conhecer ambas igualmente. Para Veneza, novamente obtive bilhete de trem para o início da noite.
       
      Não tinha procurado hospedagem em Veneza visto que o preço delas em Mestre é bem mais barato (e melhor). Tinha encontrado algumas hospedagens baratas na cidade acessíveis para Veneza por ônibus ou bonde. Contudo durante essas pesquisas ocorreu a histórica acqua alta em novembro de 2019 que derrubou o preço dos hotéis. Com isso, encontrei um apart-hotel próximo à linha dos trens e com ótimo preço (e horário de check-in tranquilo) – para completar, a cidade possui a taxa do imposto municipal mais barata dentre as 6 cidades visitadas. A despeito de não recomendarem de ir à Veneza durante o período da maré alta, esta nos ajudou muito em conseguir melhores preços – e nem a vi durante minha estadia de 3 dias nas ilhas.
       
      O trem de Veneza para Milão foi o mais difícil: apesar de ter muitos horários, como em outros trechos na Itália, estes estavam meio caros – pouquíssimos estavam com preço bom. O melhor preço que encontrei era um dos últimos que chegava na cidade, às 22:30. Com isso, teria que me atentar bem ao horário limite de check-in e o tempo de deslocamento da estação Milano Centrale à hospedagem.
       
      Por motivo que ainda desconheço, não conseguia encontrar hospedagem barata em Milão, mesmo utilizando toda a estratégia desenvolvi planejando essas viagens. Procurei hospedagem ao longo das linhas de metrô e trem e, mesmo assim, não obtive resposta satisfatória. Nesse caso joguei a toalha e fiz o jogo inverso – já que afastado a hospedagem afastada permanecia cara, procurei as mais próximas (não do centro de Milão, mas da estação Milano Centrale para economizar o transporte de quando chegasse de Veneza e para partir ao Aeroporto de Malpensa).
       
      Como o prazo de preparação da viagem foi meio curto, comprei o bilhete do trem sem ter analisado integralmente o site; comprei a opção mais barata, sem ter visto que só permitia o acesso com mala de mão – por sorte, essa era a opção desejada senão perderia algumas dezenas de euros valiosas. No fim, apesar de parecer impossível, viajar para a Europa somente com mala de mão é muito mais cômodo quando se percorre muitas cidades.
       
      O tempo restante da viagem não permitiria um estudo mais ampliado de atrações e eventuais promoções, como foi o caso da encontrada no Reino Unido. Porém como até hoje nada encontrei (exceto o RomaPass que, no meu caso, não compensaria) creio que não exista algo equivalente. Para poder me auxiliar, comprei um guia resumido da Itália – serviria para encontrar alguma atração caso tivesse que mudar a logística. Mas não é por isso que não ia construir ainda no Brasil uma lista de atrações que desejaria conhecer.
       
      Em virtude do tamanho da mala, por óbvio, não poderia colocar roupas e objetos a meu bel-prazer. Tivemos que fazer um checklist dos objetos a serem levados, com antecedência em relação à data da viagem, para inclusive poder refletir se não havia algo faltando (e faltou) para colocar na bagagem. O que ocupa a maior parte da mala é sempre o casaco. Como primeira viagem só de bagagem de mão, estruturei a seguinte estratégia: apesar do voo ser sempre gelado e ter a necessidade de usar, no mínimo, uma blusa, coloquei o casaco e todas as demais peças na mala. Por essa manobra, podia tirar o casaco e pressionar a largura, caso a companhia encrencasse com o tamanho; dava margem para comprar produtos durante a viagem, pois sabia que tinha o espaço equivalente do casaco que ia no braço na volta. Como a companhia também permitia uma pequena bolsa/mochila, colocamo-la vazia dentro da mala caso necessitasse.
       
      Curiosamente, percebi que o peso permitido (8 kg) não é à toa. Exclusivamente com roupas, dificilmente esse peso é atingido. Mas caso coloque livros, máquina fotográfica e outros objetos, é mais provável de estourar o limite.
       
      Quanto à questão de internet, o cartão também cedeu um chip para a viagem. No entanto, o consumo principal da internet na Itália foi quanto ao uso de mapas. Caso deseja evitar o custo de chip no exterior, baixe os mapas e use na versão off-line. E sempre vai existir uma lanchonete na esquina para te salvar quando precisar de internet.
    • Por igorfsisoares
      Vou para Porto de galinhas no dia 09 ao dia 19 de fevereiro vamos nessa comigo viver uma aventura linda naquele lugar entrem em contato 
      Wats 16988127147

    • Por mariana_
      Eu e meu namorado queríamos algo diferente no ano novo, eu doida para viajar. Até que surgiu uma promoção SP - Paris R$2.500,00, tudo bem que não é a passagem mais barata porém era réveillon. Tinha escala no México, e precisei comprar passagem de NVT para SP. 
      Dia 1: 25/12 - Embarcamos NVT para Guarulhos, passamos o dia todo lá no aeroporto e o primeiro perrengue: descobri que havia esquecido minha carteira, sorte q passaporte e dinheiro estavam na soleira comigo. Pensei em emergência usar o cartão do meu namorado. Nosso voo foi pela Aeroméxico noturno.
      Dia 2: 26/12 - Chegamos bem cedinho na Cidade do México, imigração foi tranquila e tivemos nosso primeiro carimbo no passaporte. Tínhamos 16h de escala, sendo assim alugamos um carro e fomos até as piramides de Teotihuacan, fica 1h de distância, paramos num posto e tomamos café da manhã. Alugamos o carro por ser mais em conta que excursão. Não queríamos depender de ônibus e Uber pois ficamos com medo de perder o voo. E foi super tranquilo dirigir por lá, havia lido relatos que era confuso. Voltamos perto das 14:00h, queria comer uma comida tipica e não achei nada na estrada principal e acabamos indo pro aeroporto mesmo. Embarcamos cansados para Paris. No voo servem tequila, vodka e foi um jantar muito delicioso de carne com batata. 
       
       
      Dia 3: 27/12 - dia dos Perrengues: Finalmente em Paris chegamos pelo Charles de Gaulle, imigração mega tranquila. Mas ai começou o segundo perrengue. Fomos pegar o trem porém estava tendo a greve, até então os trens funcionavam, mas para nossa surpresa desespero não estavam mais. Buscamos informações no free wifi do aeroporto e compramos tickets de ônibus Roissybus, sua parada final era na Ópera. Pensamos que seria mais barato pegar um uber/táxi de lá. Fila estava imensa do ônibus, depois de 1h na fila percebemos que esquecemos uma mala de mão na parte das esteiras. Até tentei ir lá recuperar mas seria impossível pois meu namorado não colocou identificação na mala COLOQUEM ATÈ NA DE MÂO, as minhas estavam todas etiquetadas. (minha prancha estava na mala fiquei chateada pra caramba e cabelo aos ventos em quase toda viagem). 
      Chegamos na Ópera, cansados 2 malas grandes, 1 de mão sem rodinha, mochila e mais minha bolsa imensa e pesada. Subimos na galeria Lafayette (do outro lado da rua) com todas as malas, vimos lá de longe a torre. Aproveitando a galeria quentinha olhamos no maps e parecia ser perto o hotel. Engano nosso, com malas não foi nada fácil. Já estava escuro, era quase umas 19h. Eu estava cansada e com fome. Parei na primeira banquinha de comida e peguei um kebab fritas e refri. Pedi um uber até o hotel pois não aguentava mais. Hotel simples e pequeno conforme o site, sem surpresas. Ficava no Belle Ville, bairro chinês tudo em volta era chinês, até um mercado. Andamos um pouco encontramos um carrefour, pegamos uns lanches e bebida. Colocamos as bebidas do lado de fora da janela para resfriar.
       
       
      Dia 4: 28/12 (Sábado) - Acordamos cedinho, amanhecia umas 8:30h e escure umas 16:30h então queríamos aproveitar. Iriamos alugar as bikes Velib, já que metro estava em greve, aluguel de 24h custava 1,70€ e usava free por 30min, depois disso é cobrado por tempo. Ficamos mais de 1h tentando e não deu certo. Foram 300-élysées felizes. Na volta pro hotel, passamos pela feirinha natalina novamente e encaramos um brinquedo, mega radical 10€ cada um, mas super valeu a pena era algo que eu nunca tinha visto, e olha que eu já fui em vários parques. Retornamos ao hotel mortos.
       

       
      Dia 5: 29/12 - Acordamos cedo e pegamos a Velib antes que expirasse as nossas 24h, fomos até a catedral de Notre Dame, ela estava em reforma fizemos nossas fotos. O dia colaborou, estava sem nenhuma nuvem, céu bem azul. Fomos caminhando até o Pantheon, 1km bem pertinho embora fosse um morrinho acima. Logo depois fomos ao Jardim de Luxemburgo, caminhada rápida também de uns 15min. Lá tem umas cadeirinhas onde as familias sentam, as crianças ficam brincando. Bem agradável, aproveitamos o solzinho e ficamos ali sentados também pensando como iriamos para a torre, pois de lá sairia nosso mini cruzeiro. Encontramos um ponto de ônibus, na qual tem certinho os ônibus. Esperamos congelado e pegamos o nosso super lotado ônibus, como não tínhamos ticket fui pagar ao motorista, ele não cobrou, não sei se é por conta da greve. Fomos a ponte de bir-hakeim, onde em baixo dela da para fazer muitas fotos legais. e logo ali próximo tinha o pier onde saem vários cruzeiro. Eu comprei no Groupon e acompanhava crepe + refri. (já foi nosso almoço), tem um mini bar a bordo. Passa por vários pontos e tem um guia. Desembarcamos e mais uma vez nós na torre. Pegamos mais espumante e apreciamos o fim de tarde lá. E acabei caindo em um truque "onde esta a bolinha" lá perdi 200€ pronto, acabou minha viagem. Como fui estupida. Mas bola pra frente. Fomos ao hotel, comemos coisinhas do super mesmo.
      Dia 6: 30/12 - inicio da ROAD TRIP:  Iriamos pegar o carro no aeroporto, precisávamos ir até lá segunda-feira horário de pico. Logo chamei um táxi 50€. Uber estava 95€ Devido a demanda sem metro/trem acredito q por isso estava muito alto. Carro havia sido locado e pago pela Budget - PÉSSIMA FINAL EXPLICO O PQ - Planejávamos sair cedo e chegar em Bruxelas pro almoço e turistar. Precisávamos passar 1300€ de caução, e o cartão não passou. Lembra que já ficou 600€ de caução da velib, pois então não havia sido estornado ainda. Depois de horas de negociação, tiramos o seguro deles, nosso cartão já incluia seguro, (no Brasil era de madrugada, estávamos tentando ligar para aumentarem o limite, conseguimos e passou 900€. E pé na estrada.
       

       
      Como nosso itinerário estava atrasado devido essa locação, chegamos la já era escuro demos uma passadinha no Atomium e fomos pro Delirium Café. Segunda-feira estava socado, é muito divertido. Isso que eu não gosto de cerveja, então comprava nas liquors e bebia na rua. Comemos as famosas batatinhas fritas. São divinas. Fomos pro hotel Campanile, muito bom.
      Dia: 31/12 - Mais uma vez cedinho acordamos e fomos rapidinho nos pontos principais da cidade, pois iriamos pegar estrada até Amsterdã. Nosso hotel era na cidade vizinha,  pois estava muito caro para o ano novo. Paramos no hotel Bastion Hotel Schiphol Hoofddrop, outro hotel maravilhoso. Aquela parada básica no mercado, abastecendo as nossas bebidas para o ano novo, iriamos passar na praça Museumplein. Em Amsterdã não se pode beber na rua, então coloquei a vodka numa garrafa de água e lá fomos nós, paramos relativamente perto, na rua mesmo. Ficamos no ring de patinação era super cedo ainda, bebemos, comemos nossos petiscos. Conhecemos uns brasileiros, q ficaram conosco o resto da noite. Queima de fogos, quase não dava de ver pois tinha muita neblina. Meia noite estouramos champagne e logo fomos embora - (Para usar o banheiro se pagava 1,5euros)
    • Por Paulo Ana
      Bom dia amiguinhos , desde já quero me apresentar , sou o Paulo Rodrigues , natural de Portugal , amante de viagens , desta vez eu e minha mulher decidimos visitar Israel , apesar de esta situação do covid 19 ainda consefuimos ir e voltar sem problemas , deixo vos alguns videos produzidos por mim , se puderem sigam também meu canal , abaixo os videos :
      Mar Morto : https://youtu.be/OOt69JKZ5Fg
      Jerusalém: https://youtu.be/yUaP44fq8f0
      Eilat : https://youtu.be/FZhWzwnAdIU
       
      Qualquer duvida ou questão que tenham podem colocar.
    • Por mimanenti
      Data da viagem:30/12/2018 a 22/01/2019
      Havana
      Cienfuegos
      Playa Giron/Playa Larga
      Santa Clara
      Camaguey
      Bayamo/Sierra Maestra
      Santiago
      Remédios
      Cayo Santa Maria
      Varadero
      Havana
      Estimativa de gastos:€100,00 dia com transporte, alimentação,passeios, cervejas,etc,etc, etc
      €2300,00 x +- 1,10 = 2530,00 cuc
      CAD 600,00 / 1,41= 425,50 cuc NAO LEVEM NAO VALE A PENA 
      Às vésperas de completar 1 ano da minha viagem,em meio a pesquisas para as próximas viagens,me peguei com uma imensa saudade.Então revendo minhas fotos,minhas anotações e mensagens no grupo do telegram(medo de ser hackeada 🤣)resolvi fazer esse relato,contando um pouco sobre minha aventura e de meu esposo,nos 23 dias dias que ficamos  lá por Cuba,com alguns valores,e contar um pouquinho sobre as 10 cidades que passamos.
      Bem começando pelas passagens aéreas.Moro no sul de SC,em Criciúma,então optamos por comprar a passagem partindo de Porto Alegre,compramos pelo site:almundo.com.br no mês de junho e pagamos por volta de R$7,500 pela copa airline parcelada em 1+ 6 😂 sem juros (muito importante) com uma escala de 5 horas no Panamá.
      O detalhe é:NUNCA VIAJAMOS DE AVIÃO imagina a tensão 😬
      Embarcamos no dia 30/12 às 12:30 horário de verão,chegamos no Panamá por volta de 16:40 horário local(3h a menos).
      Passado o cagaço da decolagem e da aterizagem,pensei que o troço não ia parar nunca 🤣,fomos a caça da Tarjeta Turística.Encontramos em um guichê por $20,00 cada,e não me lembro qual foi,pq fomos em vários e já havia acabado,pela época do ano.
      Vencida a missão da Tarjeta,era a hora que ser extorquido, digo,comer algo e avisar a família que estávamos vivos.
      Partimos para a segunda parte da nossa aventura às 20:26 e desembarcamos em Havana às 23:50.
      Em Cuba tivemos o auxílio da Irina Cascaret,para as reservas e para fazer a comandancia.Optei por fechar com ela por querer algo mais seguro,do que chegar lá de mala e cuia e ter de procurar local,pois íamos chegar de madrugada praticamente,claro que gastamos um pouco mais,mas nada que não estive no nosso orçamento.
      Voltando a nossa chegada,saímos do avião e fomos seguindo o fluxo,já que não tínhamos a mínima ideia do que ia acontecer,sabia que tinha que passar na imigração e tals,mas era só.Passamos pela imigração,tiraram nossa foto e só.Não nos perguntaram nada 😧.Pegamos nossas malas,demorou uns 30 minutos.
      Caminhamos em direção a saída,nos abordaram pedindo o comprovante de vacina da febre amarela,fiz seguro saúde,mas não nos pediram.Continuamos caminhando,ao chegar em uma outra saída uma moça nós abordou,pedindo o papel da alfândega.Que alfândega?😬😂Voltamos preenchemos um formulário sobre pertences, dinheiro e tals,e enfim conseguimos sair.
      Ao sair me sentia naquelas cenas de filmes,muita gente com plaquinhas aguardando os turistas,eu ia passando e nada de encontrar meu nome,ia ficando meio tensa a cada passo que dávamos,procurei e não encontrei o táxi que havíamos combinado com a Irina.Ouve um engano na data da nossa chegada,acharam que íamos chegar dia 31/12 às 23:50 não dia 30/12 e quase ficamos na rua por conta disso.Conto mais adiante.
      Voltando a nossa chegada,como percebemos que esqueceram de nós,aguardamos um pouco,quem sabe o taxista estava só atrasado,ledo engano.
      Trocamos 300 CAD na cadeca e fomos em busca de um táxi,o que não é difícil de encontrar,já que na saída do aeroporto tem vários táxis oficiais, porém foi caro 30cuc + 5cuc de gorjeta.Tivemos que pagar pois era por volta de 01:00,ou pagávamos ou ficamos lá até o dia amanhecer 😢
      Partimos em direção a felicidade,digo Havana.
      Tudo muito escuro,(já sabia disso,não me preocupei)poucas pessoas nas ruas, exceto em alguns bares,fomos contemplando o que era possível na escuridão.Chegamos ao nosso endereço:Calle Neptuno, apartamento de dona Maria Lídia.Não tinha interfone,o taxista ligou de seu telefone para ela,que atendeu e disse que não estava esperando nenhuma Micheli! Oi?😶Como assim?Começou a dar um frio na barriga,logo passou pq pensei:na rua a gente não fica.
      Passado uns 10 minutos,uma senhora sorridente aparece no saguão,era dona Maria Lídia,que me explicou que estava nos esperando no dia 31/12.
      Devidamente acomodados,conversamos um pouco com nossa anfitriã,e fomos dormir.No caso meu marido foi,eu fiquei sentada na varanda, até às 03:00hs para poder enviar mensagem para nossa família, sim,enviamos mensagem de texto,não vale a pena comprar 1 chip lá,acaba rápido.
       
      1°  dia 31/12 Tomamos café na casa de dona Maria Lídia,e saímos sem rumo por Havana vieja.Passamos pelo famoso La Floridita,não entramos,fomos até a Calle Obispo e compramos cartões de internet,a propósito ficamos 1:30 na fila.
      Continuamos a caminhar e fomos parar na Plaza de Armas, conseguimos conectar a internet,voltamos por outro lado da praça e passamos pela La Bodeguita del médio, estava bem movimentado,entrei tirei uma foto do garçom fazendo os mojitos e saímos.
      Voltamos para a casa de dona Maria Lídia, descansamos e saímos próximo as 21:00 pois combinamos com nossos amigos aqui do grupo de nós encontramos no capitólio neste horário.Pude conhecer pessoalmente, pessoais incríveis: Débora,Marcela,Larissa,Luiza e Renan amigos que Cuba me deram 💗
      Fomos até o restante Km 0 jantamos e depois saímos caminhando em direção a Plaza Vieja.
      Chegamos havia alguns turistas ficamos um pouco por lá depois retornarmos para casa.
      No retorno voltamos desviando de água e ovos,sim os Cubanos jogam pelas janelas água suja e ovos.
      Chegamos sãos e salvos sem nenhuma baixa, digo ninguém do nosso grupo foi atingido 🤣
      Gastos 
      Diária 25 cuc
      Café da manhã 10 cuc 
      Táxi 35 cuc
      Água 4,25 cuc
      Internet 20 cuc 4 cartões de 5 horas
      Compras mercado 10 cuc
      Gorjeta 3 cuc
      Restaurante 30 cuc
      2° dia 01/01 Havana
      Um dia vagando por Havana Vieja😊
      Gastos
      Diária 25 cuc
      Café da manhã 10 cuc
      Mercado 13,60 cuc 
      Jantar 14,70
      3° dia 02/01 Havana - Cienfuegos 
      Dia de partir para Cienfuegos, combinamos com Irina um táxi para as 14:00, porém acordamos com o telefone de dona Maria Lídia tocando,era Irina,nos avisando que o taxista não iria.Assim trocamos dinheiro na Cadeca e partirmos para o terminal rodoviário da Viazul.
      Chegando no terminal,não havia passagens.Havia várias pessoas como nós:de mochila nas costas e sem passagens.Algumas pessoas estavam em frente ao terminal oferendo táxi,logo foram organizando as pessoas em grupos, conforme seus destinos.Ficamos em um grupo com 2 franceses e um alemão,meu esposo fez aula de francês por 1 ano em 2007 aproveitou pra exercitar 😂 enquanto aguardavamos.
      Depois de aproximadamente 1 hora,nos levaram para um carro que iria para cienfuegos,embarcamos no carro já havia um casal:de brasileiros 🤣 Não lembro a hora que saímos de Havana,mas chegamos as 15:30hs,encontramos facilmente a casa que iríamos nos hospedar.
      Ficamos na casa da dona Norma,muito próxima ao malecon.Deixamos nossas coisas e fomos"almoçar" e andar sem rumo 
      Gastos
      Diária 25,00 cuc (dona Maria Lídia)
      Café da manhã 10 cuc
      Táxi parque central- rodoviária/cienfuegos:70 cuc
      Almoço 10,00
      Gorjeta 1,00
      Mercado 6,00
      Cerveja 3,00
      Janta 11,50
      4° dia Cienfuegos 03/01
      Tomamos café na casa de dona Norma,e partimos em direção ao centro da cidade,a fim de organizar nosso bate e volta no dia seguinte a Playa Giron e Playa Larga(Baía dos cocinos)a casa fica um pouco distante do centrinho,em torno de uns 3 kms.Chegamos e fomos a um posto de informações turísticas, depois até o terminal da viazul e reservamos nossas passagens.Coloquei Cienfuegos em nosso roteiro devido a proximidade a Baía dos Porcos,na cidade em si,não tinha nada específico que quisesse conhecer,assim perambulamos bastante, chegamos a visitar a casa de um Canadense casado com uma Cubana que está organizando sua residência,para receber turistas.Estavamos caminhando,vimos um triciclo e perguntamos se era táxi,não era,mas nos rendeu uma visita a casa,em pleno sábado enquanto as mulheres faziam faxina 🤣 quando que no Brasil,colocaríamos 2 estranhos em nossa casa? Jamais! Voltamos para a casa de Dona Norma felizes com a experiência.
      Gastos
      Diária 25 cuc
      Café da manhã 10 cuc
      Mercado 14,40 cuc
      Janta 11,00 cuc
      Gorjeta 1,60
      Banheiro 1,00
      5 ° dia 04/01
      Tomamos nosso café e partiu terminal da viazul,que fica a uns 20 minutos da casa de dona Norma, andando rapidamente.
      Nossa primeira experiência com a viazul foi tranquila.Quase todas as passagens foram reservadas 1 dia antes do embarque,apenas com exceção de Santiago de Cuba,que compramos poucas horas antes.Cheguem com pelo menos 30 minutos de antecedência,para fazer tipo um check in e despachar as bagagens, como não tínhamos malas o embarque foi rápido.
      Chegamos em Playa Giron as 09:30 e já compramos a passagem de volta,para as 15:00 hs
      Não tem muito o que fazer além do Museu Giron que fica bem em frente ao "terminal da viazul"
       
      Visitamos o museu e queríamos ir a Playa Larga,porém não tinha ônibus, então fomos até o terminal da viazul e a atendente nós arrumou um táxi,e partimos.
      Em 20 minutos chegamos a Playa Larga,fomos em um Ford 1956,nossa primeira experiência com os autos.
      O motorista nos levou e nos deixou lá 😬 pagamos 20 cuc só pra ir,e a volta ao Deus sabe como seria.
      Ficamos na praia um pouco,tomamos uns mojitos e para meu esposo rolou o primeiro banho de mar no Caribe.
      Ficamos um tempo na praia,depois rumamos sem direção,a procura da "saída" da cidade para pegarmos o ônibus de volta a Cienfuegos.Como não tínhamos noção de distância da praia para "saída"fomos caminhando sem rumo, só vai.
      Chegamos a "saída"/entrada" de Playa Larga e a título de curiosidade,tem um tanque na entrada,isso mesmo,um tanque que foi usado para expulsar os ianques,na tentativa da invasão da Baía dos Porcos.
      Enfim chegamos ao local onde o ônibus iria passar,esperamos,esperamos, esperamos até que chegou com 2 horas de atraso 😤.
      Voltamos para Cienfuegos jantamos e fomos descansar.
      Gastos
      Diária 25 cuc
      Café da manhã 10 cuca
      Viazul 28 cuc
      Táxi 20 cuc
      Mercado 8 cuc 
      Bar Playa Larga 10 cuc
      Jantar 15,80 cuc






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